CORRELAÇÃO: ESTRUTURALISMO versus FUNCIONALISMO
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- Daniel Canto Castel-Branco
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1 Artigo publicado em: (Pré) publications: forskning og undervisning (1999). nº. 168, februar, Romansk Institut, Aarhus Universitet, Danmark. CORRELAÇÃO: ESTRUTURALISMO versus FUNCIONALISMO Marcelo Módolo (Universidade de São Paulo) 0. Apresentação Neste artigo, pretendemos expor duas opiniões diferentes sobre o fenômeno sintático da correlação. Para bem orientar nosso intento, precisamos de um ponto de vista nítido sobre essa estrutura, o que justifica o presente trabalho. Nosso objetivo é confrontar duas posições teóricas distintas, as quais levaram dois autores a interpretar diferentemente um mesmo fenômeno sintático, o da correlação. Este trabalho faz parte de uma indagação diacrônica sobre o surgimento da correlação no português. O texto está assim dividido: 1. O que é a correlação? 2. A correlação segundo Câmara Jr. e Oiticica. 3. A fundamentação teórica de Câmara Jr. e Oiticica. 1. O que é a correlação? Os estudos sintáticos registram dois tipos de ligação: a coordenação e a subordinação, operadas por conjunções. A coordenação e a subordinação ligam em geral (i) constituintes de um sintagma, (ii) um sintagma a outro, e (iii) uma sentença a outra. Tratamos, neste trabalho, de um terceiro tipo de ligação sintática, o da correlação. Sejam os seguintes os exemplos de correlação: - Correlação aditiva (1) "Ao obrigar a rede de 2º grau a preparar seus alunos para essas provas, a UNICAMP deu uma contribuição decisiva não só para a renovação
2 pedagógica nos bons colégios públicos e privados mas, também, para a própria transformação dos livros didáticos (...)." (JT 27/05/93) - Correlação alternativa (2) "Agora tudo indica que Fernando Henrique terá condições de obter o apoio político necessário, seja porque existe uma predisposição da sociedade nesse sentido, seja porque pouca gente tem melhores condições de negociá-lo do que o novo ministro da Fazenda." (FSP 30/05/93) - Correlação consecutiva (3) "Dona ministra e sua coleção de escudeiras capricharam tanto para a coletiva que a mistura de perfumes deixou a galera mareada." (FSP 15/05/93) - Correlação comparativa (4) "Hoje eu tenho mais medo de economista do que de general." (FSP 30/05/93) Podemos observar o seguinte: Em (1), temos uma correlação aditiva, pois há soma de dois complementos nominais de contribuição: "contribuição decisiva para a renovação pedagógica nos colégios públicos e privados" e "(contribuição) para a própria transformação dos livros didáticos (...)." Essa correlação é dada pelas expressões não só e mas também. Já em (2), a correlação alternativa é sugerida pelas conjunções seja... seja 1, em que observamos duas orações de estruturas iguais, paralelas, que preservam sua integridade semântica, mas que não são sintaticamente autônomas, interligando-se pelas conjunções. Analisando (3), vemos que a primeira oração encerra o advérbio tanto, que exige, obrigatoriamente, na segunda, a conjunção que, o que se comprova pela agramaticalidade de (3a), em que omitimos tanto: 1 Ainda sobre o par seja... seja, lemos em KURY (1997: 68) Obs. 1 Cumpre lembrar que o par seja... seja não está de todo gramaticalizado, tanto que, em certas construções, aparece flexionado, por manter o seu valor verbal: Sempre discordam de tudo, sejam as discordâncias ligeiras, sejam de peso. Sempre discordam de tudo, fossem as discordâncias ligeiras, fossem de peso. É interessante observar que, embora também de origem verbal, quer... quer, ao contrário, já está inteiramente gramaticalizado, e permanece sempre invariável.
3 (3a)* "Dona ministra e sua coleção de escudeiras capricharam para a coletiva que a mistura de perfumes deixou a galera mareada." Vemos que "tanto" e "que", conseqüentemente, estabelecem um encadeamento indissolúvel, de que deriva em (3) a noção de conseqüência. Finalizando os comentários aos exemplos, vemos que a oração (4), em que o advérbio funciona como o primeiro termo da comparação, exige seu correlato do que, figurando este numa oração cujo sintagma verbal é normalmente omitido. A omissão do SV é fato comumente aceito na análise sintática do português: CUNHA & CINTRA (1985 : 592); ROCHA LIMA (1985 : 253); SAID ALI (1964: 144) e MIRA MATEUS et Aliae (1989 : ). Outra possibilidade de análise é considerar que o segundo termo da comparação estabelece uma relação de adjunção com a oração. Assim, as orações (1), (2), (3) e (4) mostram um tipo de conexão feito com dois elementos, diferente da conexão por coordenação, pois não há independência entre as sentenças, e diferente da subordinação, pois não há dependência de uma à outra. Desse modo, vemos que as frases correlativas exemplificam uma relação de interdependência, isto é, a estrutura frásica das duas sentenças que se correlacionam está estreitamente vinculada por expressões conectivas. No caso, as conjunções: "não só...mas também", "seja...seja", "tanto...que" e "mais...do que". A interdependência tem sido destacada na literatura como o traço característico da correlação, como vemos em BLANCHE BENVENISTE (1997: 100): (5) Dans une corrélation, deux parties sont mutuellent dépendantes: Tantôt il pleure, tantôt il rit. Dire l une sans l autre fait l effect d un énoncé interrompu, Tantôt il rit..., éventuellement utilisé comme tel. Também em Melo (1954 : 121), quando esse autor descreve a correlação comparativa: (6) "Correlação é um processo mais complexo em que há, de certo modo, interdependência. Dá-se, neste processo, a intensificação de um dos membros da frase, intensificação que pede um termo". Nesse sentido, a correlação pode ser definida como um tipo de conexão sintática de uso relativamente freqüente, particularmente útil para emprestar vigor a um raciocínio, aparecendo principalmente nos textos apologéticos e enfáticos,
4 que se destacam mais por expressarem opiniões, defenderem posições, angariarem apoio, do que por informarem com objetividade os acontecimentos. Esse fenômeno sintático, ainda pouco explorado pela literatura lingüística brasileira e portuguesa, é amplamente utilizado seja por falantes do Português europeu, seja por falantes do Português brasileiro. 2. A correlação segundo Câmara Jr. e Oiticica Câmara Jr. (1975: 62-69) é categórico ao afirmar que só há duas ligações oracionais possíveis: a coordenação ou parataxe e a subordinação ou hipotaxe. (7) "Isto posto, se agora nos voltarmos para os conceitos de 'justaposição' e 'correlação', verificamos facilmente que não passam de modalidades da coordenação e da subordinação. Em princípio, só há duas ligações oracionais: coordenação ou parataxe; subordinação ou hipotaxe." p. 67 (Grifo nosso.) O lingüista considera as estruturas ditas correlativas modalidades da coordenação e da subordinação. Assim, ele analisaria os exemplos (1), (2), (3) e (4), respectivamente, como: oração coordenada sindética aditiva (enfática), oração coordenada sindética alternativa, oração subordinada adverbial consecutiva e oração subordinada adverbial comparativa. Câmara Jr. não vê, portanto, necessidade de postular um terceiro tipo de ligação intersentencial, nem a necessidade da nomenclatura decorrente. Segundo ele, a aceitação da correlação é um projeto enganoso, a que os lingüistas foram levados por supor que as sentenças coordenadas encerram um sentido completo e que as subordinadas têm necessariamente de ter uma conjunção. Ora, para ele, a subordinação se define por seu papel de integradora da oração subordinada na principal. Com isto, o estatuto sintático dessa oração deve ser fixado a partir de um ponto de vista estrutural, admitido o pressuposto de que as estruturas devem ser fixadas a partir de sistemas binários. Já a posição de José Oiticica contrapõe-se à de Mattoso Câmara, por deslocar a argumentação do estrutural para o semântico. Oiticica analisa diferentemente as orações: (8) "'Não somente Marilda socorreu a pobre família, mas também adotou as duas órfãs'" p.20 como proveniente de (8a) "'Marilda socorreu a pobre família e ainda adotou as duas órfãs.'" p.21
5 A ligação de (8) faz-se com o auxílio de dois conectivos "não somente"..."mas também", enquanto (8a) é ligada apenas pela conjunção "e". Desta forma, em (8), os elementos conjuntivos não somente...mas também fazem uma ponte interna entre as orações, produzindo um efeito de ênfase. Enquanto isso, através da conjunção coordenativa e se estabelece a soma de duas sentenças declarativas. O mesmo raciocínio é válido para a correlação comparativa, que seria aceita como oração subordinada adverbial comparativa pelos não adeptos da teoria da correlação. Assim em: (9) "César escreve mais depressa do que Hélio lê," p. 35 teríamos uma estrutura ligada por duas expressões mais... do que, e não simplesmente por uma conjunção subordinativa, dado que em sua argumentação a segunda sentença não se prende ao verbo, mas sim a uma questão de ênfase. BLANCHE-BENVENISTE (1997: 102) tem a mesma opinião de Oiticica sobre essa estrutura sintática: (10) On ne décrit pas bien ces corrélations quand on cherche à les réduire à une variante des schémas de subordination ou de coordination. Il y a là un procédé syntaxique irréductible, où syntaxe et lexique sont étroitement mêlés. 3. A fundamentação teórica de Câmara Jr. e Oiticica Por que esses autores discrepam a propósito de uma mesma estrutura? Câmara Jr. parte de uma perspectiva estruturalista da sintaxe. Como o próprio adjetivo "estrutural" sugere, a sintaxe estrutural preocupa-se com a segmentação do texto em unidades gramaticais dispostas numa hierarquia. Essa hierarquia compreende as estruturas mínimas, ou morfemas, e as estruturas máximas, ou orações. As intermediárias, segundo BORBA (1970 : 53-56), emergiriam da própria análise. Tais estruturas intermediárias compreendem os sintagmas. Desse modo, a sintaxe estrutural não estaria tão preocupada com possíveis digressões semânticas, mas somente com a estruturação sintagmática dentro da oração, num percurso baseado em critérios puramente mórficos. Ora, esses
6 critérios implicam uma disposição binária dos elementos da língua, como se vê nas dicotomias saussurianas. Nesse sentido, a idéia da correlação é deixada à margem, por quebrar o binarismo "coordenação/subordinação", insinuando-se aí como um "estranho no ninho". É por isso que Câmara Jr. optou por distribuir as estruturas correlatas entre as coordenadas e as subordinadas. Assim, a sentença: (11) "E não só é desatento mas também preguiçoso"; é analisada por Mattoso Câmara Jr. como uma coordenação aditiva enfática, que seria, na verdade, equivalente a "Ele é desatento e é preguiçoso." É realmente curioso notar que Câmara aceita, como bom observador, a ênfase aí contida. Mas seus pressupostos teóricos fazem-no descartá-la, pois a "ênfase", não sendo de natureza formal, não se integra no campo em que a sintaxe estrutural intervém. O pressuposto estruturalista é que, ao analisarmos o componente enfático, estaríamos pisando em um terreno subjetivo, no qual ficaria difícil opinar, dada a falta da contraparte formal. José Oiticica, por outro lado, parte de uma perspectiva funcional da sintaxe. Antes de tudo, é preciso frisar que consideramos Oiticica funcionalista "avant la lettre", já que seu livro clássico Teoria da Correlação foi publicado na década de 50, muito antes do funcionalismo ter obtido projeção como corrente lingüística. Nesse sentido é que observamos, pela leitura de Teoria da Correlação, a intensa preocupação do autor com o componente semântico, que acaba por se transformar num dos pilares de sua argumentação sobre a correlação oracional. O modelo funcionalista destaca a relação entre estrutura e função, sustentando que a estrutura existe tendo em vista a necessidade de cumprir certas funções. Em conseqüência, a sintaxe perde sua centralidade, pois: "... o componente sintático é entrevisto na Sintaxe Funcional como uma resultante dos processos pragmáticos e semânticos." Castilho (1994 : 10) Tendo essas idéias em mente, poderemos compreender por que Oiticica entende o período: (12) "'Tanto mais lavrava o incêndio, tanto menos cresciam os recursos para dominá-lo.'" p. 30
7 como um caso de "correlação antitética". A necessidade de expressar a antítese acarretou o surgimento de um arranjo sintático específico, isto é, a função impõe uma estrutura e um encadeamento dos sintagmas no período. De acordo com esse ponto de vista, a linha mestra para entender a correlação é perceber que, em primeiro lugar, as orações se correlacionam funcionalmente, resultando depois uma disposição sintática, em que um termo da primeira oração encadeia-se com outro termo da segunda oração. Essa parece ser a posição de Oiticica.
8 Conclusões Os licenciandos em Letras muitas vezes estranham a variedade de opiniões a propósito de um mesmo fato. As reflexões contidas neste artigo permitem perceber a importância de rastrear a posição teórica de cada autor, antes de reclamar sobre a diversidade das posições. Afinal, sendo a língua um "objeto científico escondido" (Castilho, em andamento), é natural que ocorram diferentes pontos de vista sobre ela. Esses distintos pontos de vista explicam opiniões conflitantes como as de Câmara Jr. e Oiticica.
9 Referências Bibliográficas BLANCHE-BENVENISTE, C (1997) Approches de la langue parlée en français. Paris: Ophrys (Collection L Essentiel Français) BORBA, F. S. (1970) Teoria sintática. São Paulo: T.A. Queiroz/EDUSP, pp CÂMARA JR., J. M. Nomenclatura gramatical 2ª aula. Em seus Dispersos de J. Mattoso Câmara Jr.. Rio de Janeiro: FGV, pp CASTILHO, A. T. (org.1994) Proposta teórica do grupo de trabalho de sintaxe I do PGPF. (em andamento) Lingüística portuguesa. CUNHA, C. & CINTRA, L. F. L. (1985) Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2ª ed., 20ª reimpressão. KURY, A. G. (1997) Novas lições de análise sintática. São Paulo: Ática (Série Fundamentos) 7ª. ed. MELO, G. C. (1954) Novo manual de análise sintática. Rio de Janeiro: Organização Simões, pp MIRA MATEUS, M. H. e. A. (1989) Gramática da língua portuguesa. Lisboa: Caminho (Coleção Caminho, série Lingüística) 3ª ed. OITICICA, J. (1959) Teoria da correlação. Rio de Janeiro: Organização Simões (Col. Rex). ROCHA LIMA, C. H. (1985) Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio, 26ª ed. SAID ALI, M. (1964) Gramática secundária da língua portuguêsa. São Paulo: Melhoramentos, revista por Evanildo Bechara.
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