Leitura guiada e propostas de trabalho
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- Afonso Campelo Salazar
- 9 Há anos
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1 í n d i c e Apresentação... 9 Introdução Texto integral de Sexta-Feira ou a Vida Selvagem Leitura guiada e propostas de trabalho A origem O autor A história As personagens O espaço e o tempo A filosofia A época em que a história foi escrita A atualidade da obra Guião de leitura Bibliografia
2 ap r e s e ntação Se há livro que ainda hoje pode fascinar um adolescente (e que muito fascinou quem estas linhas escreve, no tempo da sua adolescência) esse livro é seguramente o Robinsoe Crusoe ou, mais propriamente, The Life and Strange Surprising Adventures of Robison Crusoe, de Daniel Defoe, livro publicado pela primeira vez em A história é conhecida e deu lugar a comentários, a adaptações e a versões diversas, com destaque para o cinema, porque as aventuras e desventuras do náufrago isolado numa ilha deserta encerram, de facto, uma riqueza humana apre ciável. E assim, o grande realizador espanhol Luis Buñuel dirigiu umas Aventuras de Robinson Crusoe em 1954; mais recentemente, em 1997, tivemos um outro Robinson Crusoe, de Georges Miller, protagonizado por Pierce Brosnan, o mesmo que já foi James Bond; e o filme O Náufrago (título original: Cast Away, de 2000, realizado por Robert Zemeckis e com o admirável Tom Hanks no papel principal) é, também ele, indissociável do episódio do homem perdido numa ilha longínqua e desconhecida. Quando o escritor francês Michel Tournier publicou em 1967 o livro Vendredi ou les Limbes du Pacifique era de novo o mito de Robinson Crusoe que reaparecia e, com ele, Sexta Feira. Mais tarde, foi este trazido para o título do relato que, provindo daquele outro, aqui se analisa: Vendredi ou la Vie sauvage, em por tuguês Sexta Feira ou a Vida Selvagem, de O reencontro com ambos, Robinson e Sexta Feira, traz nos de volta a comportamentos e a modos de ser que a leitura retoma, num contexto escolar próprio: aquele em que 9
3 jovens já com alguma vivência dos textos literários encontram numa obra da literatura francesa um desafio ficcional muito fecundo. Podendo ser considerado um livro para jovens, Sexta Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier, não é necessariamente um livro fácil e muito menos simples. O que desaconselha leituras superficiais e redutoras, meramente interessadas na componente por assim dizer aventurosa que a narrativa também encerra. Para além disso, Sexta Feira ou a Vida Selvagem dialoga com o remoto texto (o de Daniel Defoe) que lhe serviu de matriz e fonte de inspiração, recuperando para os nossos dias relevantes sentidos temáticos e valores culturais e civilizacionais. São esses sen tidos e esses valores que, na etapa formativa a que se reporta a leitura de Sexta Feira ou a Vida Selvagem (o terceiro ciclo do Ensino Básico), se me afiguram extremamente importantes: por exemplo, aqueles que estão implicados na relação do sujeito com o outro e com a diferença que ele pode representar. A análise de Sexta Feira ou a Vida Selvagem que Paulo Militão aqui nos propõe é um auxiliar de leitura que, não a substituindo, como é óbvio, a enquadra e acompanha. Contribuem para isso os vários componentes de trabalho que este livro nos faculta: a análise da história contada em Sexta Feira ou a Vida Selvagem e a sua origem, o trabalho de escrita empreendido por Michel Tournier dois séculos e meio depois do primeiro Robinson, as personagens de que nos fala e os cenários em que se movem, o contexto social e cultural em que a obra surgiu, os grandes sentidos que ela sugere. Tudo isso e também um guião de leitura que, passo a passo, apoia e incentiva a aventura do jovem leitor que penetra num mundo a vários títulos sedutor. Vale a pena, por isso, ler Sexta Feira ou a Vida Selvagem. Mas vale a pena sobretudo tentar perceber a atualidade de uma his tória que parece inesgotável, também por ser capaz de muito dizer a um mundo (o nosso mundo de hoje) bem mais amplo do que a pequena ilha onde tudo começou. 10 Carlos Reis
4 i n t r o d u ç ã o Neste livro, vais encontrar uma história de Michel Tournier. Trata se de uma das narrativas propostas como leitura obrigatória para o 3.º ciclo. Foi escolhida para que possas conhecer um autor estrangeiro que, pela importância da sua obra, é uma referência na literatura internacional. a proposta de leitura guiada, que se apresenta, baseia-se em alguns dos desempenhos (o que se espera que consigas fazer) que o novo programa de Português para o ensino básico prevê para a leitura do texto literário, a saber: a) distinguir diferenças, semelhanças ou a novidade de um texto em relação a outro(s); b) reconhecer e refletir sobre os valores culturais, éticos, esté ticos, políticos e religiosos que perpassam nos textos. De certeza, já ouviste falar de Robinson Crusoe e tens uma ideia geral sobre a história que vais ler. Sexta Feira ou a Vida Selvagem dá nos a conhecer uma história algo diferente daquela que foi escrita por Daniel Defoe no século xviii. Michel Tournier utiliza a literatura para escrever sobre filosofia e é por isso que a proposta de leitura que te apresentamos vai além da tentativa de explicação da história de um náufrago que acaba por viver numa ilha deserta com um indígena. Vais ficar a saber mais sobre a origem da história de Robinson e sobre as principais diferenças que existem entre as obras As Aventuras de Robinson Crusoe e Sexta Feira ou a Vida Selvagem. Conhecerás pormenores importantes da vida e 11
5 obra de Michel Tournier. Compreenderás aspetos interessantes que, de outro modo, poderão ser pouco explorados, ou até ignorados, se realizares uma leitura superficial e apressada da obra. 12
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M a n h ã... p r e s e n t e! L u g a r... p r e s e n t e! Q u e m... p r e s e n t e! N e n h u m... p r e s e n t e! C u í c a... p r e s e n t e!
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NOME DO AUTOR TÍTULO ILUSTRAÇÕES DE... COLEÇÃO... MONTES CLAROS 2014 COORDENAÇÃO EDITORIAL: Daniela Barreto ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO: Alexandra Vieira Beatriz Guimarães Cristiane Souza Elen Neves Maria
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uma vez... não era não era uma vez... contos clássicos recontados REcontados clássicos contos projeto pedagógico
projeto pedagógico não era uma vez... contos clássicos recontados não era uma vez... Adela Basch Angelo Machado Beatriz García Huidobro Carolina Alonso Julio Calvo Drago Miguel Ángel Tenorio David Hernández
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