II. SEMIÓTICA e SEMIOLOGIA
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- Tomás Rios da Cunha
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1 II. SEMIÓTICA e SEMIOLOGIA
2 1. O que é semiótica e semiologia? A semiótica é uma filosofia cientifica da linguagem. Seu campo de estudo trata dos signos e dos processos significativos e da maneira como se relacionam na natureza e na cultura (semiose: criar e recriar significações). 0 objeto de investigação são todas as linguagens possíveis. Servem para a descrição, analise e interpretação da dimensão representativa dos objetos, processos e fenômenos. A semiologia é o estudo dos signos especificamente criados pelos homens, A lingüística é um ramo da semiologia. A semiologia faz parte da semiótica ou a semiótica faz parte da semiologia?
3 Pré - história e primeiras civilizações Pintura rupestre, Boca de Lapa do Sol, Brasil Livro dos mortos 2635 a 2154 a.c. Escultura suméria, Irak, Tell Asmar, 2,900-2,600 a.c. Criar e interpretar os signos é uma atividade que possibilita a linguagem e a linguagem possibilita a formação das sociedades. Máscaras "Savi", Rio Sepik, Nova Guiné
4 Grécia Clássica Significar: revelar o escondido A preocupação com a definição dos signos aparece nos Diálogos sobre a Linguagem de Platão. Semeion = signo Sema = sinal Cerâmica, A música 470 a.c. Cerâmica, Édipo, 470 a.c. Atividade mito-poética = atividade semiótica
5 Idade Média Simbolismo aberto ao conhecimento popular A Idade Média se caracteriza por um esforço interpretativo do mundo que tem origem: - Na disposição para prolongar a atividade mito poética do homem clássico através de uma sensibilidade ao sobrenatural. - Na codificação secreta dos cristãos perseguidos pelos romanos que depois se converte em um sistema pedagógico e em política cultural. - Na fuga do real da condição endêmica de angustia e de insegurança. O repertório simbólico é uma reação imaginativa ao sentimento de crise.
6 Aliud dicitur aliud demostratur O texto diz sempre alguma coisa diferente do que parece dizer Visão simbólico alegórica do universo: todo efeito é signo da própria causa Não se distingue símbolo de alegoria O símbolo transforma o fenômeno em idéia e a idéia em uma imagem por convenção ou regra. No símbolo não existe similaridade obvia entre o signo e o significado A alegoria transforma o fenômeno em conceito e o conceito em imagem.o particular vale como emblema universal. Dizer alguma coisa diferente do sentido literal.
7 Hermenêutica: interpretação dos textos bíblicos Sentido literal enunciado ensina os fatos Sentido alegórico ensina o que deves crer Sentido moral - ensina o que deves fazer Sentido anagôgico ensina ao que deves tender Santo Agostinho funda a teoria dos signos: O signo é toda coisa que faz vir à mente alguma coisa além da impressão que a própria coisa causa aos nossos sentidos
8 Renascimento Simbolismo hermético, permitido só aos iniciados Nicolau de Cusa conceito de forma formarum: pluralidade dos mundos. conceito de contração : conciliação dos opostos Deus esta no universo inteiro e em cada coisa do universo contraise o universo inteiro (o centro em toda parte e a circunferência em lugar nenhum) Marsílio Ficino Simpatia e semelhança: cosmos é uma rede de influencias em que o homem pode dominar por meio da astrologia, da simpatia e do talismã. Se o mundo é infinito e se todos os seres podem aparentar se segundo uma rede continuamente mutável de simpatias e semelhanças o simbolismo sempre permanecera aberto. Quanto mais aberto tanto mais misterioso e fechado aos não iniciados.
9 Barroco - Iluminismo S. XVII Francis Bacon código binário John Locke Doutrina dos signos Semeiotike : distingue as idéias (signos que representam as coisas) e as palavras (signos que representam idéias) Thomas Hobbes signos: rede de tramas mentais S. XVIII Johann Lambert Tratado Semiotik Limiar semiótico: Abaixo: sensações involuntárias, Acima: signos com cognição simbólica Diderot: linguagem distorção da realidade (linguagem não verbal superior) Iconicidade: correspondência entre signo e mundo Leonardo Flores, Santa Margarita, S.XVIII, Bolívia J.L. David, O juramento dos Horatii, 1784
10 Eugene Delacroix, A liberdade guiando o povo 1830 Símbolo: pluralidade inaferrável dos sentidos, continua levitação do significado Revalorização da metáfora como meio do conhecimento O discurso artístico vai se diferenciando do discurso filosófico Estética do idealismo: autonomia
11 2. Semiótica e semiologia modernas A semiótica moderna Ferdinand de Saussure Semiologia Charles Sanders Peirce Semiótica Sistema binário Sistema triádico Significado Significante Representamen Objeto - Interpretante
12 a) Sistema binário Significado significante CADEIRA Semiologia: o estudo do sistema de signos na vida social
13 Dicotomia dos tipos de relações no signo -Relações sintagmáticas -Relações paradigmáticas Relações sintagmáticas Horizontal o signo mantém associação com o signo que esta antes e com aquele que vem depois. Elementos explícitos: in presentia Relações paradigmáticas Vertical se reporta à língua que é um registro semântico estável. Elementos implícitos: in absentia Hoje faz calor Ontem fez frio: o oposto ausente
14 Dicotomia entre língua e fala: o primeiro o uso social (o sistema) e o segundo o uso individual (a norma) Tu podes Você pode Dicotomia entre tipos de normas, diatópicas (variantes regionais) e diastráticas (variantes culturais) Estou estudando - Estou a estudar To estudando Dicotomia entre sincronia (atual) e diacronia (anterior) Romaria
15 a) Sistema triádico Signo (representamen) objeto interpretante I Quali-signo, sin-signo, legi-signo Primeira tricotomia: a tricotomia do signo Quali signo Qualidade sígnica imediata Sin - signo Qualidade sígnica singularizada Legi signo Convenção substitutiva, normas, padrões
16 Signo (representamen) objeto interpretante I ícone índice - símbolo Segunda tricotomia: a tricotomia do signo - objeto Ícone semelhança Índice relação direta sem ser semelhante Símbolo arbitrário e convencional $
17 Terceira tricotomia: a tricotomia do signo - interpretante Signo (representamen) objeto interpretante I rema, dicente, argumento Rema - termo Não informa nem justifica Vestido Dicente informa Mas não justifica Vestido de grife cara Argumento persuasivo Justifica -Dedutivo -Indutivo -Abdutivo -Vestido de grife cara, por tanto para festa especial
18 Diagrama sintético do signo Quali-signo Transparente, líquido preto, vidro, liso Sin-signo Forma curvilínea 25cm de altura por 8 de diâmetro maior Signo Legi-signo Manual de fabricação Ícone Ilustração da Garrafa Objeto SIGNO Interpretante Rema O que é? Bebida Para que serve? Matar a sede O que é para mim? Bebida gaseificada doce Índice Consumismo Símbolo Jovialidade Dícente Essa porcaria é gostosa Argumento Sucesso de Marketing e vendas no mundo
19 WEBTECA Panorama da Semiótica: de Platão a Pierce, por Winfried Noth googlebooks O que é Semiótica, por Lucia Santaella, ISSUU Semiótica, perguntas e respostas, Centro de Estudos Peirceanos Iconicidade e Verossimilhança, semiótica aplicada ao texto verbal, por Darcilia Simões
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