EU TRABÃLHO PRIMEIRO NO CONCRETO
|
|
|
- Mauro Teixeira Coradelli
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ISSN Revista de Educaçáo Mateinárica - Ano 9. Nos ( OSociedade Brasileira de Educação Matemática EU TRABÃLHO PRIMEIRO NO CONCRETO Adair Mendes Nacarato Quem de nós, formadores de professores da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental, já não ouviu ou leu afirmações desse tipo? Nos últimos anos parece haver disseminado entre os professores polivalentes um discurso que enaltece a importância de se trabalhar com o 'concreto' para se ensinar Matemática. Quando nos propomos a entender o que está por trás desse discurso, descobrimos que, na verdade, esse 'concreto' refere-se ao uso de materiais manipuláveis. Em contrapartida, o discurso da maioria dos professores especialistas pauta-se na pouca ou nenhuma valorização do uso de materiais manipuláveis para se ensinar Matemática, sendo tal uso considerado como perda de tempo. Qual posição assumir? É importante utilizar materiais manipuláveis em sala de aula? De que tipo? Em quais conteúdos? O que é possível constatar nesse contexto é que há poucas discussões sobre o assunto. Atuando como formadora de professores, em processos de formação continuada ou como professora de Metodologia do Ensino de Matemática no curso de Pedagogia e de Didática no curso de Licenciatura em Matemática, ao buscar subsídios teóricos para uma reflexão e problematização com os professores e graduandos, tenho constatado a pouca existência de discussões teóricas na área de Educação Matemática. Seria então uma temática já superada e, portanto, não mereceria 'perda' de tempo no investimento em pesquisas sobre a forma como os autores de materiais didáticos, os formadores e os professores vêm concebendo a utilização de materiais manipuláveis em sala de aula? Essa discussão se fez presente no início dos anos de Naquela época já se discutia sobre o mito do material manipulável, ou seja, a crença de que "a manipulação de material concreto garantiria a aprendizagem da matemática" (SCHLIEMANN; SANTOS e COSTA, 1992, p. 99). Em seus estudos, essas autoras apontavam que o material concreto, da forma como utilizado pelos professores em nada estava contribuindo para uma melhor Educação Matemática. Discussões como essa ocorreram há mais de uma década, mas, no entanto, os professores continuam acreditando nos 'milagres' do material concreto. Não há como desconsiderar que o incentivo à utilização de materiais manipuláveis se faz presente na maioria dos atuais livros didáticos e, talvez, em decorrência disso, o professor venha incorporando um discurso sobre a sua importância. Mas de que forma os livros didáticos incentivam tal utilização? Quais materiais são os mais comumente utilizados? Esse incentivo aparece em todas as séries ou é preponderante nas séries iniciais? Evidentemente não tenho a pretensão de responder a todas as questões. Quero apenas trazer alguns elementos para reflexão, tomando como referência minha experiência de 18 anos como professora da Educação Básica e de 17 anos atuando como formadora de professores. Uma breve contextualização do uso de materiais manipuláveis nas aulas de Matemática O uso de materiais manipuláveis no ensino foi destacado pela primeira vez por Pestalozzi, no século XIX, ao defender que a educação deveria começar pela percepção de objetos concretos, com a realização de ações concretas e experimentações. No Brasil o discurso em defesa da utilização de recursos didáticos nas aulas de Matemática surgiu na década de Esse período foi marcado pelo surgimento de uma tendência no ensino de Matemática que ficou conhecida como empírico-ativista, decorrente dos ideais escolanovistas que se contrapunham ao modelo tradicional de ensino no qual o professor era tido como elemento central do processo de ensino. Segundo Fiorentini (1995), na concepção empírico-ativista o aluno passa a ser considerado o centro do processo e os métodos de ensino - tendo como pressupostos a descoberta e o princípio de que 'aprende-se a fazer fazendo' - se pautavam em atividades, valorizando a ação, a manipulação e a experimentação. O ensino seria baseado em atividades desencadeadas pelo uso de jogos, materiais manipuláveis e situações lúdicas e experimentais. No entanto, esses ideais em nada influenciaram o ensino de Matemática, naquela época, quer pelo despreparo dos professores, quer pelas poucas inovações que foram introduzidas pelos livros didáticos.
2
3
4
5
6
MATEMÁTICA DIVERTIDA POR INTERMÉDIO DA MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS. Apresentação: Pôster
MATEMÁTICA DIVERTIDA POR INTERMÉDIO DA MANIPULAÇÃO DE MATERIAIS Manassés da Silva Batista 1 ; Antonio Kennedy Lopes Dantas 2 ; Raimundo Nonato Ferreira Tito Filho 3 ; João Alves da Silva 4 ; Francismar
CONSTRUÇÃO DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS A PARTIR DA VISUALIZAÇÃO DO SOFTWARE POLY EM UMA TURMA DO ENSINO MÉDIO: RELATO DE PRÁTICA DE SALA DE AULA
na Contemporaneidade: desafios e possibilidades CONSTRUÇÃO DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS A PARTIR DA VISUALIZAÇÃO DO SOFTWARE POLY EM UMA TURMA DO ENSINO MÉDIO: RELATO DE PRÁTICA DE SALA DE AULA Benjamim Cardoso
Tendência Empírico-Ativista. Marina Macedo Ferreira - 13/02/2017
Tendência Empírico-Ativista Marina Macedo Ferreira - 13/02/2017 Contexto Em meio às reformas da Educação Brasileira, surgem as Tendências de Fiorentini, que se baseiam em metodologias de ensino para matemática,
EU TRABALHO PRIMEIRO NO CONCRETO
Vol. 9 No. 1, 2005 Eu Trabalho Primeiro no Concreto 1 ISSN 1676-8868 Revista de Educação Matemática Ano 9, Nos. 9-10 (2004-2005), 1-6 Sociedade Brasileira de Educação Matemática EU TRABALHO PRIMEIRO NO
ENADE E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA
1 ENADE E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Luciana Schwengber Unisc Dr. Cláudio José de Olieira - Unisc Resumo: Este artigo consiste na problematização da produtividade das Provas do ENADE - Exame
GT1: Formação de professores que lecionam Matemática no primeiro segmento do ensino fundamental
GT1: Formação de professores que lecionam Matemática no primeiro segmento do ensino fundamental Coordenação: Francisco Mattos (UERJ / CP2) e Renata Magarinus (EERC/ANPMat) Relatório de atividades do Grupo
Materiais manipuláveis como recursos didáticos na formação de professor de matemática
Materiais manipuláveis como recursos didáticos na formação de professor de matemática Alunas : Mara Cristina Baltazar, Sabrini Micheli dos Anjos, Zilmara Raupp de Quadros Professora :Margarete Farias Medeiros
PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA, MOVIMENTO CTSA. Ensino de Ciências e Suas Metodologias MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATÉMÁTICA
PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA, MOVIMENTO CTSA Ensino de Ciências e Suas Metodologias MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS E MATÉMÁTICA 3 PHC Saviani 1984 Expressão de uma pedagogia que se empenhasse
A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DE TABULEIRO NA EVOLUÇÃO DA APRENDIZAGEM
UNIFEOB Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos PROJETO DE PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS EM SALA DE AULA MATEMÁTICA LICENCIATURA A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DE TABULEIRO NA EVOLUÇÃO DA APRENDIZAGEM
A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS MANIPULÁVEIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: JOGO CARA A CARA DE POLIEDROS
A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS MANIPULÁVEIS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: JOGO CARA A CARA DE POLIEDROS Formação de Professores e Educação Matemática (FPM) GT 08 Jailson Lourenço de PONTES [email protected]
CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE
1 CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE Joana D`arc Anselmo da Silva Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia, bolsista PIBID Universidade Federal da Paraíba. UFPB Campus IV, [email protected]
FORMAÇÃO CONTINUADA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: A EXTENSÃO QUE COMPLEMENTA A FORMAÇÃO DOCENTE. Eixo temático: Educación, Comunicación y Extensión
FORMAÇÃO CONTINUADA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: A EXTENSÃO QUE COMPLEMENTA A FORMAÇÃO DOCENTE Sandra Mara Marasini Universidade de Passo Fundo/Brasil 1 Neiva Ignês Grando Universidade de Passo Fundo/Brasil
NADAL, BEATRIZ GOMES. POR VÁRIOS
NADAL, BEATRIZ GOMES. POR VÁRIOS AUTORES. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS ANOS INICIAIS: CONCEPÇÃO E AÇÃO. SLIDES Prof. Amarildo Vieira PROFESSOR RODRIGO MACHADO MERLI PEDAGOGO UNIb ESPECIALIZAÇÃO EM DIDÁTICA
Curso: Licenciatura em Pedagogia
Curso: Licenciatura em Pedagogia Módulo: Formação Humanística números de variáveis, com as respectivas abrangendo Nacionais- que tratam de complemento a formação do aluno no ser NF-301 Projeto Experimental
APRENDENDO A ENSINAR MATEMÁTICA POR MEIO DOS RECURSOS DIDÁTICOS: MONITORIA, JOGOS, LEITURAS E ESCRITAS E LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA.
APRENDENDO A ENSINAR MATEMÁTICA POR MEIO DOS RECURSOS DIDÁTICOS: MONITORIA, JOGOS, LEITURAS E ESCRITAS E LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Dagma Ramos SILVA; Camila Caroline FERREIRA; Maria Bárbara
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA. 1º semestre: EIXO 1 A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL NEB 60 TOTAL
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA COMPONENTE CURRICULAR EIXO TEMÁTICO CH CR REQUISITOS 1º semestre: EIXO 1 A TRAJETÓRIA EDUCACIONAL Língua Portuguesa NEB 60 Educação e Tecnologias
Eixo Temático: Etnomatemática e as relações entre tendências em educação matemática.
A ARTICULAÇÃO ENTRE AS DISCIPLINAS VOLTADAS PARA MATEMÁTICA DO CURSO DE PEDAGOGIA E OS SABERES DA EXPEIRÊNCIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NUMA PERSPECTIVA ETNOMATEMÁTICA. 05614389784 1 Eixo Temático: Etnomatemática
A FORMAÇÃO NOS CADERNOS DE EDUCAÇÃO MATEMATICA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
Sociedade Brasileira de na Contemporaneidade: desafios e possibilidades A FORMAÇÃO NOS CADERNOS DE EDUCAÇÃO MATEMATICA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Resumo: Este texto apresenta dois
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA/ALAGOAS: das políticas às práticas
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA/ALAGOAS: das políticas às práticas RESUMO Karla Lécia Barros Nunes 1 ; Deivila Aparecida Santos 2 ; Edja Silva Santos 3 Eixo Temático: Políticas Públicas
PLANO DE ENSINO. Curso: Pedagogia. Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Educação Física. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 7º
PLANO DE ENSINO 2016 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Educação Física Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 7º 1 - Ementa (sumário, resumo) Educação Física: contextualização
ATIVIDADES LÚDICAS COMO FACILITADORAS PARA SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL POR DOCENTES NO SEMIÁRIDO PARAIBANO.
ATIVIDADES LÚDICAS COMO FACILITADORAS PARA SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL POR DOCENTES NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. Profa. Dra. Cláudia Maria Alves Pegado-Dantas(1) ; Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio(2). Instituto
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA: UMA FERRAMENTA IMPRESCINDÍVEL PARA A APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA: UMA FERRAMENTA IMPRESCINDÍVEL PARA A APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA Rodolfo Moreira Cabral, Antonio Carlos Belarmino Segundo Universidade Estadual da Paraíba, [email protected];
Vamos brincar de reinventar histórias
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA Vamos brincar de reinventar histórias Ano 03 Unidade 04 Material
Aprovação do curso e Autorização da oferta
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO
LABORATÓRIO DE ENSINO E SUAS IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA
LABORATÓRIO DE ENSINO E SUAS IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jailson Fernandes Irineu 1 Priscila Geralda Claudino Santos², Raiane Rodrigues 3. 1 Instituto Federal de Minas
UMA HISTÓRIA INFANTIL PARA O ESTUDO DA DIVISÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
UMA HISTÓRIA INFANTIL PARA O ESTUDO DA DIVISÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Diaine Susara Garcez da Silva [email protected] Halana Garcez Borowsky [email protected]
A GEOGRAFIA NAS SALAS DE RECUPERAÇÃO. Diretoria de Ensino - Região de São Bernardo do Campo
A GEOGRAFIA NAS SALAS DE RECUPERAÇÃO Diretoria de Ensino - Região de São Bernardo do Campo OBJETIVOS Refletir sobre as atividades desenvolvidas nas Salas Recuperação de Ciclo (RC) e Recuperação Contínua
Avanços, obstáculos e superação de obstáculos no ensino de português no. Brasil nos últimos 10 anos 1 Tânia Maria Moreira 2
Brasil nos últimos 10 anos 1 2 Avanços, obstáculos e superação de obstáculos no ensino de português no Nos últimos dez anos, muitas coisas importantes aconteceram na expectativa de promover avanços no
CARGA HORÁRIA SEMANAL: CRÉDITO: CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: MATEMÁTICA BÁSICA NOME DO CURSO: PEDAGOGIA
1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: 2º CARGA HORÁRIA SEMANAL: CRÉDITO: CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: MATEMÁTICA BÁSICA NOME DO CURSO: PEDAGOGIA 2. EMENTA Investigação em Educação Matemática. Números
MATEMÁTICA UNIVERSOS. Por que escolher a coleção Universos Matemática
UNIVERSOS MATEMÁTICA Por que escolher a coleção Universos Matemática 1 Pensada a partir do conceito SM Educação Integrada, oferece ao professor e ao aluno recursos integrados que contribuem para um processo
O USO DE JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
O USO DE JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM Paula Menezes dos Santos (1); Caio de Brito Reis (1); Darlene Dayane Gomes Jales (2); Raiane Evelyn Alves da
PEDAGOGIA 2º PERÍODO MANHÃ EDUC3012 CIÊNCIAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA I 45h EDUC3022 FUNDAMENTOS SOCIO-HISTÓRICO-FILOSÓSIFCO DA EDUCAÇÃO II 45h EDUC3001
PEDAGOGIA 1º PERÍODO TARDE EDUC3004 FUNDAMENTOS SOCIO-HISTÓRICO-FILOSÓFICO. DA EDUCAÇÃO I 45h EDUC3003 IDENTIDADE CULTURA E SOCIEDADE I 45h EDUC3002 IDEOLOGIA - DISCURSO E PRÁTICA PEDAGÓGICA 45h EDUC3010
O ENSINO DE CIÊNCIAS NO BRASIL
O ENSINO DE CIÊNCIAS NO BRASIL Conforme os PCNs (BRASIL, 1997a, p. 19), o ensino de Ciências Naturais, ao longo da história na escola fundamental, tem se orientado por diferentes tendências que ainda hoje
EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR
1 EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR Laísa Mayda Santos Ferreira Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia Universidade Federal da Paraíba UFPB Campus IV, [email protected]
ORQUESTRANDO A ORALIDADE, A LEITURA E A ESCRITA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
ORQUESTRANDO A ORALIDADE, A LEITURA E A ESCRITA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA série educação matemática Coordenação Celi Espasandin Lopes Conselho Editorial Arlete de Jesus Brito Departamento de Educação, Unesp/Rio
Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de
Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Licenciatura em Educação Básica - 1º Semestre O jogo é
JOGOS GEOMÉTRICOS: UMA MANEIRA DIFERENCIADA DE SE APRENDER MATEMÁTICA
ISSN 2316-7785 JOGOS GEOMÉTRICOS: UMA MANEIRA DIFERENCIADA DE SE APRENDER MATEMÁTICA Andressa Franco Vargas Instituto Federal Farroupilha - Campus Alegrete [email protected] Bianca Bitencourt
APLICAÇÃO DE EQUAÇÃO DO SEGUNDO GRAU COM MATERIAIS MANIPULÁVEIS: JOGO TRILHA DAS EQUAÇÕES
APLICAÇÃO DE EQUAÇÃO DO SEGUNDO GRAU COM MATERIAIS MANIPULÁVEIS: JOGO TRILHA DAS EQUAÇÕES Rafael Pereira da Silva Universidade Estadual da Paraíba [email protected] Jailson Lourenço de Pontes
1ª Série. 6EDU082 FILOSOFIA E EDUCAÇÃO: ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS Introdução à filosofia. Relação entre filosofia e educação: Enfoque antropológico.
1ª Série 6EDU081 DIDÁTICA: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO A O planejamento de ensino como requisito essencial na organização do trabalho docente. Planejamento: Tipos, elementos constitutivos e planos
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA: UM AMBIENTE PARA O APRENDIZADO
ISSN 2316-7785 LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA: UM AMBIENTE PARA O APRENDIZADO Ana Paula Uflacker Toja [email protected] Eliane Aimi Rigon [email protected] Vanius do Carmo Pinto [email protected]
O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA AUXILIAR AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE NÚMEROS DECIMAIS
ciedade Brasileira Educação na Contemporaneidade: desafios e possibilidades O USO DO SOROBAN COMO FERRAMENTA AUXILIAR AO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE NÚMEROS DECIMAIS Eliel Constantino da Silva
Palavras-chave: Educação Matemática. Educação Inclusiva. Formação de professores.
0 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Paula Lucion Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Liane Teresinha Wendling Roos Universidade Federal de Santa
O LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO INICIAL DE UMA LICENCIANDA EM MATEMÁTICA 1
O LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA NA FORMAÇÃO INICIAL DE UMA LICENCIANDA EM MATEMÁTICA 1 Emanoela Alessandra Ernandes 2, Isabel Koltermann Battisti 3. 1 Texto produzido a partir de vivências como estagiária
Professor ou Professor Pesquisador
Professor ou Professor Pesquisador Cláudio Luis Alves do Rego Cúneo 1 Resumo O perfil de professor pesquisador tem sido associado à oportunidade de prática reflexiva daquele professor que busca a pesquisa
CB Não específico Relações entre História da Matemática e Pesquisa em Educação Matemática. Palavras-chave: Educação Matemática; etnomatemática.
ETNOMATEMÁTICA: PERSPECTIVA OU METODOLOGIA DE ENSINO? William Souza Lima [email protected] Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS - Brasil CB Não específico Relações entre História
O USO DO LIVRO DIDÁTICO NAS AULAS DE QUÍMICA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. Apresentação: Pôster
O USO DO LIVRO DIDÁTICO NAS AULAS DE QUÍMICA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. Apresentação: Pôster Autor Principal 1 ; Rafael Silva de Araujo; Orientadora 2 ; Maristela Maria Andrade da Silva. Introdução Este
O QUADRO VALOR DE LUGAR, A TEORIA DE REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS E AS ESTRUTURAS ADITIVAS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL RESUMO
O QUADRO VALOR DE LUGAR, A TEORIA DE REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS E AS ESTRUTURAS ADITIVAS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Renato Carneiro da Silva, UFC, [email protected] Paulo Meireles Barguil, UFC,
O PAPEL DO LALUPE NA FORMAÇÃO DOS ACADÊMICOS DE PEDAGOGIA DA UEPG
15. CONEX Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TECNOLOGIA
ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Formação continuada de Professores - O uso de Materiais Didáticos
EDITAL DE SELEÇÃO DE PROFESSOR FORMADOR BOLSISTA DA EAD - UAB EDITAL 88/2018
EDITAL DE SELEÇÃO DE PROFESSOR FORMADOR BOLSISTA DA EAD - UAB EDITAL 88/2018 SELEÇÃO DE PROFESSOR FORMADOR UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL/IFAM PARA CURSOS DA 2017/2-2019/1 O Quadro Anexo I válido para o
Escola Estadual Professora Nidelse Martins de Almeida
Coordenação Pedagógica e Formação Continuada do Professor: possibilidades de atuação e mediação Escola Estadual Professora Nidelse Martins de Almeida Sala 8 2ª sessão Professor(es) Apresentador(es): Alex
* Qual das afirmativas abaixo NÃO REPRESENTA abordagens pedagógicas surgidas a partir dessa época?
1. A Educação Física Escolar brasileira, a partir da década de 1980, foi marcada por um movimento de renovação que propunha romper/superar com o modelo mecanicista, esportivista e biologicista que orientava
UMA REFLEXÃO SOBRE O LÚDICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NAS AÇÕES DO PIBID
UMA REFLEXÃO SOBRE O LÚDICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NAS AÇÕES DO PIBID CARVALHO, Samila Costa 1 SOUZA, Thais Lima de 2 TURINO, Roberta3 FRANCISCO, Alda Maria Silva 4 INTRODUÇÃO As dificuldades encontradas
UTILIZANDO OS MATERIAIS DIDÁTICOS: MARCADOR TRIGONOMÉTRICO E QUADRO CIDEPE NO ENSINO-APRENDIZAGEM DE TRIGONOMETRIA EM ESCOLAS DA CIDADE DE GOIAS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS II SIMPÓSIO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS 13 e 14 de junho de 2013 UTILIZANDO OS MATERIAIS DIDÁTICOS: MARCADOR
O BINGO DAS FRAÇÕES COMO AUXÍLIO PARA O APRENDIZADO
O BINGO DAS FRAÇÕES COMO AUXÍLIO PARA O APRENDIZADO Bárbara M. Fabris; Gilvan S. de Oliveira, Jusiara de Lima, Leonara S. Jantsch, Rafael M. dos Santos, Analice Marchezan Instituto Federal de Ciência e
A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAS: DISCIPLINA PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES MENTAIS
A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAS: DISCIPLINA PARA O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES MENTAIS Carina da Silva Ourives Nanci Félix Veloso RESUMO ULBRA Cachoeira do Sul [email protected]
BINGO COMO FERRAMENTA LÚDICA NO ENSINO DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS
BINGO COMO FERRAMENTA LÚDICA NO ENSINO DE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS Fabrícia Fernanda Cesar¹; Leandro Donizette Orestes²; Rosimary de Oliveira³; Luiz Fernando Roberto Fink 4 ; Thiago Pignatti de Freitas 5
A UTILIZAÇÃO DE MATERIAL CONCRETO E JOGOS NO ENSINO DO SND - SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL
A UTILIZAÇÃO DE MATERIAL CONCRETO E JOGOS NO ENSINO DO SND - SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Maria Betânia de Castro Nunes Santos Escola Municipal Itália Cautiero Franco CAIC/Rede Municipal de Lavras, [email protected]
REGULAMENTO DA BRINQUETOTECA
REGULAMENTO DA BRINQUETOTECA Governador Valadares 2015 REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA Regulamenta o funcionamento da Brinquedoteca no âmbito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Governador Valadares
Auxiliadora Cristina Corrêa Barata Lopes Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas Brasil
RESENHA Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e incerteza Teacher training and professional: formed for change and uncertainty Enseñanza y formación: forma es para el cambio y la incertidumbre
O PIBID E A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1
O PIBID E A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Rosângela Salles dos Santos 2 Resumo:Este artigo é resultado da minha participação no Programa PIBID 3, como
O JOGO E A VIDA: AS RELEVÂNCIAS DOS ELEMENTOS TRABALHADOS, ATRAVÉS DOS JOGOS, PARA O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM E PARA O COTIDIANO INFANTIL
O JOGO E A VIDA: AS RELEVÂNCIAS DOS ELEMENTOS TRABALHADOS, ATRAVÉS DOS JOGOS, PARA O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM E PARA O COTIDIANO INFANTIL Vitor Martins Menezes; Luís Paulo de Carvalho Piassi Universidade
Existe um falar certo ou errado? Projeto para aula de Língua Portuguesa
Existe um falar certo ou errado? Projeto para aula de Língua Portuguesa Joana de Quadros Ribeiro Tamara dos Santos Vitória Leal Cunha Na aula de Língua Portuguesa, é dever do professor criar oportunidades
CONHECENDO E EXPLORANDO O GEOPLANO
10 Eixo: Práticas para Ensino Fundamental I Matemática/CicloII SOUZA, Junia Ellen Arndt de 1 Borges, Vanusa Emilia 2 KNAUT, Michelle Souza Julio 3 Desde a Educação Infantil, a criança aprende a conhecer
FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: ressignificar a pesquisa na escola numa abordagem da relação de saberes LUCIANA VIEIRA DEMERY
1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: ressignificar a pesquisa na escola numa abordagem da relação de saberes LUCIANA VIEIRA DEMERY Introdução Este artigo é resultado de uma experiência com formação continuada
CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ASPECTOS DA PESQUISA BRASILEIRA PUBLICADA EM PERIÓDICOS
CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ASPECTOS DA PESQUISA BRASILEIRA PUBLICADA EM PERIÓDICOS Marilisa Bialvo Hoffmann - UFSC Leandro Duso - UFSC Resumo: O estudo da discussão das controvérsias
VOCÊ CONHECE A SUA HISTÓRIA? PRODUÇÃO DE JOGO SOBRE A GUERRA DO CONTESTADO
VOCÊ CONHECE A SUA HISTÓRIA? PRODUÇÃO DE JOGO SOBRE A GUERRA DO CONTESTADO CONTE, Higor Donato Lazari 1 ; LIDANI, Rangel 2 ; GRÜMM, Cristiane A. Fontana 3 ; LIMA, Adriano Bernardo Moraes 4 Instituto Federal
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Pedagogia Missão O Curso de Pedagogia tem por missão a formação de profissionais de educação autônomos e cooperativos, capazes de pensar, investigar, decidir, planejar,
TABELA PERIÓDICA: OS ALIMENTOS E SUAS COMPOSIÇÕES QUÍMICAS- MITOS E VERDADES
TABELA PERIÓDICA: OS ALIMENTOS E SUAS COMPOSIÇÕES QUÍMICAS- MITOS E VERDADES Nadja Batista dos Santos; Fernanda Paula da Silva Oliveira; Mônica Dias de Souza Almeida; INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
O Ensino de Geometria: problematizando o Uso de Materiais Manipuláveis
O Ensino de Geometria: problematizando o Uso de Materiais Manipuláveis Cristiani Maria Kusma Rocco 1 Cláudia Regina Flores 2 1. Problematizando o atual ensino de geometria Percebe-se que os materiais manipuláveis
ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA FORMAÇÃO DO LICENCIADO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS
VIII SEMLICA Campus IV/UEPB Catolé do Rocha PB - 07 a 10 de novembro de 2017 CADERNO VERDE DE AGROECOLOGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - ISSN 2358-2367 (http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/cvads)
ORIENTAÇÃO TÉCNICA DE MATEMÁTICA 1º Encontro Concepção do Ensino de Matemática
ORIENTAÇÃO TÉCNICA DE MATEMÁTICA 1º Encontro Concepção do Ensino de Matemática A Matemática nos currículos deve constituir, em parceria com a língua materna, um recurso imprescindível para uma expressão
IV SEMINÁRIO INSTITUCIONAL DO PIBID
IV SEMINÁRIO INSTITUCIONAL DO PIBID UTILIZAÇÃO DO TANGRAM PARA TRABALHAR PROPRIEDADES DE FIGURAS GEOMETRICAS NAS SÉRIES INICAIS SANTOS, Luana Tayná Borba dos. 1 Instituto Federal Catarinense- Campus Camboriú.
FORMAÇÃO CONTINUADA: COMPREENDENDO O PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFESSORES A PARTIR DE UM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO
FORMAÇÃO CONTINUADA: COMPREENDENDO O PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFESSORES A PARTIR DE UM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO Carlos de Souza Novais 1 ; Leandra de Lourdes Rezende Amaral 2 Universidade Federal de
REVISÃO AVALIAÇÃO 04/12/2017
FUCAMP Fundação Carmelitana Mário Palmério FACIHUS Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso de Licenciatura em Pedagogia REVISÃO AVALIAÇÃO 04/12/2017 Profa. Joice Mundim 27/11/2017 A avaliação será
