Câncer Gástrico e Junção Gastroesofágica
|
|
|
- João Victor Flores de Sá
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Câncer Gástrico e Junção Gastroesofágica Quimioterapia concomitante a radioterapia (Esquema de MacDonald) 5-Fluorouracil: 425 mg/m 2 IV D1 a D5 Leucovorin: 20 mg/m 2 IV D1 a D5 Radioterapia iniciando no D28 do primeiro ciclo associada a 2 ciclos de quimioterapia conforme abaixo: 5-Fluorouracil: 400 mg/m 2 IV D1-4 e D23-25 da radioterapia Leucovorin: 20 mg/m 2 IV D1-4 e D23-25 da radioterapia Após término da radioterapia repetir mais dois ciclos de 5-Fluorouracil: 425 mg/m 2 IV D1 a D5 Leucovorin: 20 mg/m 2 IV D1 a D5 Ref. (1) DCF Docetaxel: 75 mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 75 mg/m 2 IV em 3 horas D1 5-Fluorouracil: 750 mg/m 2 /dia IV infusão contínua D1 a D5 a cada 21 dias Ref. (2) CF Cisplatina: 100 mg/m 2 IV em 3 horas D1 5-Fluorouracil: mg/m 2 /dia IV por infusão contínua D1 a D5 a cada 28 dias Ref. (2) ECF Epirubicina: 50 mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 60 mg/m 2 IV D1 5-Fluorouracil: 200 mg/m 2 /dia IV infusão contínua por 21 dias a cada 21 dias Ref. (4) 44 Guia Prático para o Oncologista Clínico
2 ELF Etoposide: 120 mg/m 2 IV D1 a 3 Leucovorin: 300 mg/m 2 IV D1 a 3 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 IV D1 a 3 a cada 28 dias Ref. (5) IP Irinotecano: 70 mg/m 2 IV D1 e 15 Cisplatina: 80 mg/m 2 IV D1 a cada 28 dias Ref. (6) FAM 5-Fluorouracil: 600 mg/m 2 IV D1, 8, 29 e 36 Adriamicina: 30 mg/m 2 IV D1 e 29 Mitomicina-C: 10 mg/m 2 IV D1 a cada 8 semanas Ref. (7) FAMTX 5-Fluorouracil: mg/m 2 IV D1, iniciando 1 hora após o Methotrexate Leucovorin: 15 mg/m 2 VO a cada 6 horas por 12 doses, iniciando 24 horas após início do Methotrexate Adriamicina: 30 mg/m 2 IV D15 Methotrexate: mg/m 2 IV D1 a cada 28 dias Ref. (8) FAP 5-Fluorouracil: 300 mg/m 2 IV D1 a 5 Adriamicina: 40 mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 60 mg/m 2 IV D1 a cada 5 semanas Ref. (9) Docetaxel + Cisplatina Docetaxel: 85 mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 75 mg/m 2 IV D1 a cada 21 dias Ref. (10) Guia Prático para o Oncologista Clínico 45
3 5-Fluorouracil 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 IV D1 a 5 a cada 28 dias Ref. (11) Docetaxel Docetaxel: 100 mg/m 2 IV D1 a cada 21 dias Ref. (12) Ou Docetaxel: 35 mg/m 2 IV semanalmente por 6 semanas a cada 8 semanas Ref. (12) Capecitabina Capecitabina: 2000mg/m 2 /dia VO D1 a D14, ciclos a cada 21 dias. Ref.(13) Cisplatina + Irinotecano Cisplatina: 30 mg/m 2 IV Irinotecano: 60 mg/m 2 IV Semanal x 3 semanas a cada 4 semanas Ref. (14) FOLFOXIRI Oxaliplatina: 85mg/m 2 IV em 2 horas D1 Irinotecano: 165mg/m 2 IV em 90 min D1 Leucovorin: 200mg/m 2 IV em 2 horas D1 5-Fluorouracil 3200mg/m 2 IV em 48 horas, infusão contínua a cada 15 dias Ref. (15) EOX Epirrubicina: 50mg/m 2 IV D1 a cada 3 semanas Oxaliplatina: 130mg/m 2 IV D1 a cada 3 semanas Capecitabina: 625mg/m 2 VO, BID, durante todo o tratamento por 8 ciclos Ref. (16) ECX Epirrubicina: 50mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 75mg/m 2 IV D1 Capecitabina: 1000mg/m 2 VO, BID D1 a D14 Ref. (17) 46 Guia Prático para o Oncologista Clínico
4 EXE Oxaliplatina: 130mg/m 2 IV D1 a cada 3 semanas Capecitabina: 1000mg/m 2 VO, BID, continuamente Epirrubicina: 50mg/m 2 IV D1 a cada 3 semanas Ref. (18) PELF Cisplatina: 40mg/m 2 IV D1 e D5 Epirrubicina: 30mg/m 2 IV D1 e D5 Leucovorin: 100mg/m 2 IV D1 a D4 Fluorouracil: 300mg/m 2 IV D1 a D4 a cada 21 dias, total de 4 ciclos Ref. (19) DF Docetaxel: 75mg/m 2 IV D1 5-Fluorouracil: 200mg/m 2 IV D1 a D21 a cada 3 semanas Ref. (20) ECR Epirrubicina: 60 mg/m 2 IV D1 Cisplatina: 60 mg/m 2 IV D1 Raltitrexede: 1mg/m 2 IV D1 e D8 a cada 3 semanas Ref. (21) Estudo ToGA Trastuzumabe: 8 mg/kg dose inicial IV Dia 1 seguido por 6 mg/kg a cada 21 dias, até a progressão ou toxicidade intolerável, associado a: Cisplatina: 80 mg/m 2 Dia 1 a cada 21 dias + 5-Fluorouracil: 800 mg/m 2 Dias 1 a 5 em infusão contínua a cada 21 dias Ou Capecitabina: 1g/ m 2 / VO 2 x ao dia Dias 1 a 14 a cada 21 dias por 6 ciclos. Ref. (22) 1. MacDonald JS, et al. Chemoradiotherapy after surgery compared with surgery alone poradenocarcinoma of the stomach or gastroesophageal junction. N Engl J Med 2001; 345: Ajani JA, et al. Docetaxel (D), cisplatin, 5-fluorouracil compare Guia Prático para o Oncologista Clínico 47
5 to cisplatin (C) e5-fluorouracil (F) porchemotherapy-naïve patients with metastatic or locally recurrent, unresectable gastric carcinoma (MGC): interim results of a randomized phase III trial (V3325). Proc Am Soc Clin Oncol 2003;22:249 (abstract 999). 4. Findlay M, et al. A phase II study in advanced gastro-esophageal cancer using epirubicin ecisplatin in combination with continuous infusion 5-fluorouracil (ECF). Ann Oncol 1994; 5: Wilke M, et al. Preliminary analysis of a randomized phase III trial of FAMTX versus ELF versus cisplatin/fu in advanced gastric cancer. A trial of the EORTC Gastrointestinal Tract Cancer Cooperative Group ethe AIO. Proc Am Soc Clin Oncol 1995;14:206a. 6. Shirao K, et al. Phase I II study of irintoecan hydrochloride combined with cisplatin in patients with advanced gastric cancer. J Clin Oncol 1997;15: MacDonald JS, et al. 5-Fluorouracil, Adriamicina, emitomycin (FAM) combination chemotherapy poradvanced gastric cancer. Ann Intern Med 1980;93: Kelsen D, et al. FAMTX versus etoposide, Adriamicina, and cisplatin: a random assignment trial in gastric cancer. J Clin Oncol 1992; 10: Cullinan SA, et al. Controlled evaluation of three drug combination regimens versus fluorouracil alone porthe therapy of advanced gastric cancer. North Central Cancer Treatment Group. J Clin Oncol 1994;12: Ajani JA, et al. Multinational randomized trial of docetaxel, cisplatin with or without 5-fluorouracil in patients with advanced gastric or GE junction adenocarcinoma. Proc Am Soc Clin Oncol 2000;20: 165a (abstract 657). 11. O Connell MJ. Current status of chemotherapy poradvanced pancreatic egastric cancer. J Clin Oncol 1985;3: Ajani JA. Docetaxel porgastric eesophageal carcinomas. Oncology 2002;16 (Suppl 6): Hong S et al: A phase II trial of capecitabine in previously untreated patients with advanced and/or metastatic gastric cancer. Ann Oncol 15:1344, Guia Prático para o Oncologista Clínico
6 14. Pozzo C et al: Irinotecan in combination with Fluorouracil and acid folinic or with cisplatin in patients with advanced gastric cancer, Ann Oncol 2004 Dec; 15 (12) : Cao W, Yang W, Lou G, Jiang J, Geng M, Xi W, Li H, Ma T, Jin Y.Phase II trial of infusional fluorouracil, leucovorin, oxaliplatin, and irinotecan (FOLFOXIRI) as first-line treatment for advanced gastric cancer. Anticancer Drugs Apr; 20(4): Cunninghan D, Starling N et al. Capecitabine and Oxaliplatin for Advanced Esophagogastric Cancer. N Engl J Med 2008; 358: Yun J, Lee J, Park SH, Park JO, Park YS, Lim HY, Kang WK. A randomised phase II study of combination chemotherapy with epirubicin, cisplatin and capecitabine (ECX) or cisplatin and capecitabine (CX) in advanced gastric cancer. Eur J Cancer Mar; 46(5): Schønnemann KR, Jensen HA, Yilmaz M et al. Phase II study of short-time oxaliplatin, capecitabine and epirubicin (EXE) as first-line therapy in patients with non-resectable gastric cancer. Br J Cancer Sep 16;99(6): Di Costanzo F, Gasperoni S, Manzione L, Bisagni G, Labianca R, Bravi S, Cortesi E et al. Adjuvant chemotherapy in completely resected gastric cancer: a randomized phase III trial conducted by GOIRC. J Natl Cancer Inst Mar 19;100(6): Epub 2008 Mar Thuss-Patience PC, Kretzschmar A, Repp M, Kingreen D, Hennesser D, Micheel S, Pink D, Scholz C, Dörken B, Reichardt P. Docetaxel and continuous-infusion fluorouracil versus epirubicin, cisplatin, and fluorouracil for advanced gastric adenocarcinoma: a randomized phase II study. J Clin Oncol Jan 20;23(3): Ferrari VD, Amoroso V, Valcamonico F et al. Epirubicin, cisplatin, and raltitrexed in patients with advanced gastric and hepatobiliary carcinoma: a phase II study. Am J Clin Oncol Oct;27(5): Bang, YJ, Van Cutsem, E, Feyereislova, A, et. al. Trastuzumab in combination with chemotherapy versus chemotherapy alone for treatment of HER2-positive advanced gastric or gastro-oesophageal junction cancer (ToGA): a phase 3, open-label, randomised controlled Trial. Lancet. 2010;376: Guia Prático para o Oncologista Clínico 49
5-Fluorouracil + Radioterapia 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 /dia IV D1 a 3 e D29 a 31 seguido de 5-Fluorouracil semanal iniciando no D71 Ref.
Câncer de Pâncreas 5-Fluorouracil + Radioterapia 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 /dia IV D1 a 3 e D29 a 31 seguido de 5-Fluorouracil semanal iniciando no D71 Ref. (1) 5-Fluorouracil + Leucovorin 5-Fluorouracil:
Tratamento Sistêmico Câncer Gástrico
Tratamento Sistêmico Câncer Gástrico Hospital Israelita Albert Einstein Dr. Pedro Luiz S. Usón Jr Tópicos de discussão Câncer Gástrico operável - Quimioterapia perioperatória - Quimioterapia adjuvante
Linfoepitelioma Nasofaringe
Linfoepitelioma Nasofaringe Quimioterapia + Radioterapia Cisplatina: 100 mg/m 2 IV D1, 22 e 43 durante radioterapia Após o término da quimio e radioterapia a quimioterapia segue com o seguinte protocolo:
ADENOCARCINOMA DE PÂNCREAS
ADENOCARCINOMA DE PÂNCREAS ANDRE DEEKE SASSE RACHEL Grupo SOnHe RIECHELMANN Campinas RACHEL RIECHELMANN AC Camargo Cancer Center OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica
Câncer de Ovário (Epitelial)
Câncer de Ovário (Epitelial) Ciclofosfamida + Carboplatina Ciclofosfamida: 600mg/m 2 IV D1 Carboplatina: 300mg/m 2 IV D1 a cada 28 dias X 6 ciclos Ref. (1) Ciclofosfamida + Cisplatina Ciclofosfamida: 600mg/m
Dacarbazina (DTIC)* Dacarbazina: 250 mg/m²/dia IV durante minutos D1 ao D5 a cada 21 ou 28 dias
Melanoma Maligno Alfainterferon 2b em altas doses Indução: 20 MUI/m²/dia IV durante 20 min, 5 vezes por semana, durante 4 semanas Consolidação/Manutenção: 10 MUI/m²/dia SC, 3 vezes por semana durante 48
Capecitabina: 900 1,000 mg/m 2 VO BID D1 5 de cada semana da radioterapia Ref. (2)
Câncer Colo-retal 5-Fluorouracil + Radioterapia 5-Fluorouracil: 1,000 mg/m 2 /dia IV infusão contínua D1 a 5 Repetir nas semanas 1 e 5 da radioterapia 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 IV contínuo durante 5 dias
CABEÇA E PESCOÇO. GILBERTO DE CASTRO JUNIOR Hospital Sírio-Libanês, São Paulo Serviço de Oncologia Clínica, Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
CABEÇA E PESCOÇO Metastático e recorrente GILBERTO DE CASTRO JUNIOR Hospital Sírio-Libanês, São Paulo Serviço de Oncologia Clínica, Instituto do Câncer do Estado de São Paulo CHENG TZU YEN Serviço de Oncologia
ADENOCARCINOMA DE ESTÔMAGO
ADENOCARCINOMA DE ESTÔMAGO OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica e força por trás de cada recomendação (ver anexo). Não são objetivos dessas diretrizes recomendações
Leucemia Linfática Crônica
Leucemia Linfática Crônica CVP Ciclofosfamida: 400 mg/m² VO D1 ao D5 (ou 800 mg/m² IV D1) Vincristina: 1,4 mg/m² IV D1 (dose máxima 2 mg) Prednisona: 100 mg/m² VO D1 ao D5 a cada 21 dias Ref. (1) FC Ciclofosfamida:
Leuprorrelina: 7,5mg IM a cada 28 dias ou 22,5 mg IM a cada 12 semanas Ref. (01) Gosserrelina: 10,8 mg SC a cada 12 semanas Ref.
Câncer de Próstata Flutamida + Leuprorrelina Flutamida: 250mg VO TID Leuprorrelina: 7,5mg IM a cada 28 dias ou 22,5 mg IM a cada 12 semanas Ref. (01) Flutamida + Gosserrelina Flutamida: 250 mg VO TID Gosserrelina:
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Câncer de Vias Biliares Versão eletrônica atualizada em Julho 2009 Os colangiocarcinomas e carcinomas de vesícula biliar são tumores originários do epitélio dos ductos biliares
Qual a melhor combinação de quimioterapia quando associada à radioterapia para tumores localmente avançados (pulmão)?
Qual a melhor combinação de quimioterapia quando associada à radioterapia para tumores localmente avançados (pulmão)? Dr. Ormando Campos Jr. Oncologista Clínico Conflito de Interesses Quimioterapia + Radioterapia.
câncer de esôfago e estômago Quais os melhores esquemas?
Tratamento combinado em câncer de esôfago e estômago Quais os melhores esquemas? Dr. André Sasse Oncologista Clínico [email protected] Centro de Evidências em Oncologia HC UNICAMP Centro de Evidências
Câncer de Mama. AC-D Adriamicina: 60 mg/m 2 IV D1. Docetaxel: 35mg/m 2 IV D1 após 4 ciclos de AC. a cada 21 dias X 4 ciclos Ref.
Câncer de Mama AC-D Adriamicina: 60 mg/m 2 IV D1 Ciclofosfamida: 600 mg/m 2 IV D1 a cada 21 dias X 4 ciclos Docetaxel: 100mg/m 2 IV D1 após 4 ciclos de AC a cada 21 dias X 4 ciclos Ref. (1-3) Ou Doxorrubicina:
Tratamento do Câncer Gástrico Avançado. Rui Weschenfelder Oncologia Clínica
Tratamento do Câncer Gástrico Avançado U d Update 2014 2014 Rui Weschenfelder Oncologia Clínica Declaração de conflitos de interesse De acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina n o 1595/2000
Papel da Quimioterapia Paliativa: até onde ir?
Papel da Quimioterapia Paliativa: até onde ir? Rodrigo Ughini Villarroel CITO/HCPF Sem conflito de interesse para essa apresentação Tratamento sistêmico paliativo em câncer gástrico Existe vantagem na
QT, RT e Protocolo de Preservação de Órgãos em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CEC laringe e faringe. Humberto Brito R3 CCP
QT, RT e Protocolo de Preservação de Órgãos em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CEC laringe e faringe Humberto Brito R3 CCP INTRODUÇÃO Tratamento tradicional: cir, RT ou cir+rt Estágios iniciais (I e II):
Câncer gástrico localmente avançado: Anelisa K. Coutinho
Câncer gástrico localmente avançado: Visão do oncologista Visão do oncologista Anelisa K. Coutinho DLA : visão do oncologista Como aumentar chance de cura cirúrgica? Terapia Neoadjuvante Terapia Neoadjuvante
Linfoma de Hodgkin. 154 Guia Prático para o Oncologista Clínico
Linfoma de Hodgkin BEACOPP escalonado Bleomicina: 10 mg/m² IV D8 Etoposide: 200 mg/m² IV D1 ao D3 Doxorrubicina: 35 mg/m² IV D1 Ciclofosfamida: 1250 mg/m² IV D1 Vincristina: 1,4 mg/m² IV D8 (dose máxima
TraTaTiva OncOlógica 2016 Brasil
Tratativa Oncológica 2016 Brasil 2016 Confederação Nacional das Cooperativas Médicas - Unimed do Brasil É proibida a reprodução total ou parcial desta publicação, para qualquer finalidade, sem autorização
Sarcomas de Partes Moles
Sarcomas de Partes Moles AIM- Doxorrubicina, Ifosfamida e Mesna Doxorrubicina: 75 mg/m 2 /ciclo IV em pulso divididos entre D1 a D3 Ifosfamida: IV 6 9g/m 2 /ciclo, divididos entre D1 a D3 Mesna a cada
Tratamento combinado nos tumores localmente l avançados: Qual o melhor esquema? Juvenal Antunes Oliveira Filho Oncocamp, Campinas, SP
Tratamento combinado nos tumores localmente l avançados: Qual o melhor esquema? Juvenal Antunes Oliveira Filho Oncocamp, Campinas, SP Declaração de Conflitos de Interesses Participação do Advisory Board:
Revisão da anatomia e definição dos volumes de tratamento: Câncer de estômago. Mariana Morsch Beier R2 Radioterapia - Hospital Santa Rita
Revisão da anatomia e definição dos volumes de tratamento: Câncer de estômago. Mariana Morsch Beier R2 Radioterapia - Hospital Santa Rita EPIDEMIOLOGIA A estimativa do biênio 2012-2013 para o Brasil é
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Câncer de Pâncreas (CP) Versão eletrônica atualizada em Maio 2009 O CP é uma doença relativamente infreqüente, mas associada a uma alta taxa de mortalidade. Costuma acometer pessoas
Resposta patológica completa à poliquimioterapia com esquema Docetaxel, Cisplatina e Fluorouracil neoadjuvante em câncer gástrico localmente avançado
42 Relato de Caso Resposta patológica completa à poliquimioterapia com esquema Docetaxel, Cisplatina e Fluorouracil neoadjuvante em câncer gástrico localmente avançado Pathologic complete response to polichemotherapy
CÂNCER COLORRETAL METASTÁTICO: tratamento com medicamentos biológicos (anticorpos monoclonais) - Bevacizumabe
CÂNCER COLORRETAL METASTÁTICO: tratamento com medicamentos biológicos (anticorpos monoclonais) - Bevacizumabe Silvinato Almeida [Digite o nome da empresa] [Escolha a data] 2 CÂNCER COLORRETAL METASTÁTICO:
CARCINOMAS NEUROENDÓCRINOS
CARCINOMAS NEUROENDÓCRINOS Pouco diferenciados extrapulmonares RUI WESCHENFELDER Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre Introdução A classificação 2010 da Organização Mundial da Saúde (OMS) define
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA Dr. Markus Gifoni Oncologista Clínico Instituto do Câncer do Ceará Fortaleza 01/06/2013 Informações
CARCINOMA DA ADRENAL, FEOCROMOCITOMA E PARAGANGLIOMA. ANA CAROLINA GUIMARÃES DE CASTRO Faculdade de Medicina da UFMG
CARCINOMA DA ADRENAL, FEOCROMOCITOMA E PARAGANGLIOMA ANA CAROLINA GUIMARÃES DE CASTRO Faculdade de Medicina da UFMG Carcinoma do córtex da adrenal Introdução Os carcinomas do córtex da adrenal (CCA) são
Incorporação na tabela Unimed-BH de medicamentos: Docetaxel (Taxotere ) para tratamento do Câncer Metastático de Mama e Pulmão.
Parecer do Grupo Técnico de Auditoria em Saúde 039/05 Tema: Docetaxel I Data: 01/11/2005 II Grupo de Estudo: Dr Lucas Barbosa da Silva Dra Lélia Maria de Almeida Carvalho Dra Silvana Márcia Bruschi Kelles
Imunoterapia em Câncer de Mama e Tumores Ginecológicos
Imunoterapia em Câncer de Mama e Tumores Ginecológicos Dra. Juliana Martins Pimenta Hospital BP e BP Mirante Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Imunoterapia em Câncer de Mama e Tumores Ginecológicos
Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático. Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009
Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2009 Protocolo de Tratamento do Câncer de Mama Metastático O tratamento de pacientes com câncer de mama metastático
- Papel da Quimioterapia Neo e
Carcinoma Urotelial de Bexiga: Tratamento Sistêmico na Doença Músculo-Invasiva - Papel da Quimioterapia Neo e Adjuvante Igor A. Protzner Morbeck, MD, MSc Prof. Medicina Interna Univ. Católica de Brasília
Câncer de Corpo de útero operado: Suprimir Radioterapia é seguro?
Câncer de Corpo de útero operado: Suprimir Radioterapia é seguro? Marlison Caldas R2 Radioterapia Câncer de Corpo de útero operado: suprimir radioterapia é seguro? Marlison Caldas Igor Martinez Rachelle
12/10/2015 NT 45/2015
12/10/2015 NT 45/2015 Cisplatina mais docetaxel em carcinoma epidermóide pouco diferenciado, altamente agressivo (carcinoma de seio etmoidal estadio III T3 N1 M0) SOLICITANTE: Juiz Carlos José Cordeiro
Terapia anti-her2 em pacientes com CA de mama
Terapia anti-her2 em pacientes com CA de mama metastático HER2+ Ingrid A. Mayer, M.D., M.S.C.I. Professora Assistente Diretora, Pesquisa Clínica Programa de Câncer de Mama Vanderbilt-Ingram Cancer Center
Câncer de Pulmão Pequenas Células. Clarissa Mathias Núcleo de Oncologia da Bahia Hospital Português
Câncer de Pulmão Pequenas Células Clarissa Mathias Núcleo de Oncologia da Bahia Hospital Português Categorias de Potencial Conflito de Interesse Patrocínio de transporte e/ou hospedagem em Congressos Indústria(s)
ADENOCARCINOMA COLORRETAL
ADENOCARCINOMA COLORRETAL OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica e força por trás de cada recomendação (ver anexo). Não são objetivos dessas diretrizes recomendações
Linfoma Não-Hodgkin. Rituximabe (LNH Folicular) Rituximabe: 375mg/m2 semanalmente por 4 semanas. Ref. (01)
Linfoma Não-Hodgkin Rituximabe (LNH Folicular) Rituximabe: 375mg/m2 semanalmente por 4 semanas. Ref. (01) R CVP (linfomas CD20 positivo) Ciclofosfamida: 750 mg/m² IV D1 Vincristina: 1,4 mg/m² IV D1 (dose
CHICAGO, 06 JUNHO DE 2017 ASCO 2017
CHICAGO, 06 JUNHO DE 2017 ASCO 2017 Abstract 9000 Progression after the next line of therapy (PFS2) and updated OS among patients (pts) with advanced NSCLC and PD-L1 tumor proportion score (TPS) 50% enrolled
Incorporação, na tabela Unimed-BH de materiais e medicamentos: Gemcitabina (Gemzar ) para tratamento do câncer avançado de bexiga, mama e pâncreas.
Parecer do Grupo Técnico de Auditoria em Saúde 038/05 Tema: Gemcitabina I Data: 01/11/2005 II Grupo de Estudo: Dr. Lucas Barbosa da Silva Dra. Lélia Maria de Almeida Carvalho Dra. Silvana Márcia Bruschi
Bortezomibe + Doxorrubicina + Dexametasona (PAD)
Mieloma Múltiplo Bortezomibe + Dexametasona (Vel/Dex) Bortezomibe: 1,3 mg/m 2 IV pulso D1, D4, D8 e D11 Dexametasona: 40 mg/dia VO D1 ao D4 nos ciclos 1,2,3 e 4 Dexametasona 40 mg/dia VO D1-4 e D9-12 nos
Adjuvância. Doença Irressecável
CENTRO ESPECIALIZADO DE ONCOLOGIA DE FLORIANÓPOLIS. Quimioterapia adjuvante e Neoadjuvante do Câncer de Pulmão localmente avançado Marcelo Collaço Paulo Não tem conflito de interesse. Câncer do Pulmão
Protocolo de Preservação de Orgão em Câncer de Cabeça e Pescoço
Protocolo de Preservação de Orgão em Câncer de Cabeça e Pescoço Residência de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Wendell Leite Tratamento utilizando radioterapia em fracionamentos não convencionais ou a
Auditoria Baseada em Evidência. Fortaleza, 23 de junho de 2010
Auditoria Baseada em Evidência Fortaleza, 23 de junho de 2010 Modelo Atual Prática Clínica Política de Saúde Auditoria ANS - Instrução Normativa nº 25 Art. 1º A presente Instrução Normativa tem por objetivo
O que há de novo em tratamento neoadjuvante em câncer de reto?
61 Artigo de Revisão O que há de novo em tratamento neoadjuvante em câncer de reto? What s new in neoadjuvant therapy for rectal cancer? Alexander Mol Papa 1, Theara Cendi Fagundes 2, Munir Murad Júnior
adjuvante em câncer gástrico? Dr. Milton Barros Departamento de Oncologia Clínica A. C. Camargo Cancer Center
Afinal, quimioterapia perioperatória ou adjuvante em câncer gástrico? Dr. Milton Barros Departamento de Oncologia Clínica A. C. Camargo Cancer Center Conflitos de Interesse Milton José de Barros e Silva,
Update na terapêutica do
Update na terapêutica do cancro do estômago Andreia Costa Assistente em Oncologia Médica Serviço de Oncologia, CHSJ [email protected] Introdução Adenocarcinoma do esófago distal e da JEG ESMO Oesophageal
XXII WORSHOP UROLOGIA ONCOLÓGICA Março 2017 Hotel Solverde, Espinho
09h00 10h00 POSTERS Sexta-Feira,Friday, 10 Março 10h00 10h15 coffee-break ANDROLOGIA - ANDROLOGY 10h15 10h30 Como optimizar a terapêutica médica na disfunção eréctil? How to optimize the medical treatment
CAPECITABINA SUN FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA
CAPECITABINA SUN FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA Comprimido revestido 150 mg e 500 mg capecitabina Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999. Agente citostático APRESENTAÇÕES Caixa contendo 60 comprimidos
Sociedade Brasileira de Cancerologia. Guia Prático para o Oncologista Clínico
Sociedade Brasileira de Cancerologia Guia Prático para o Oncologista Clínico 2011 Organização Dra. Aline Lauda Freitas Chaves Dra. Letícia Carvalho Neuenschwander Revisão Dr. Amândio Soares Fernandes Júnior
Processo número: 0040.14.000.969-3 TEMA: IRESSA (GEFITININIBE) OU TARCEVA (ERLOTINIBE) NO TRATAMENTO DO ADENOCARCINOMA DE PULMÃO
NOTA TÉCNICA 18/2014 Solicitante Ilmo Dr. José Aparecido Fausto de Oliveira Juiz de Direito Data: 31/01/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Processo número: 0040.14.000.969-3 TEMA: IRESSA
PROTOCOLOS DE PRÉ-MEDICAÇÃO EM QUIMIOTERAPIA
PROTOCOLOS DE PRÉ-MEDICAÇÃO EM QUIMIOTERAPIA Marta Ferreira, Bebiana Conde, Ana Fernandes, António Araújo I. PROTOCOLO DE HIDRATAÇÃO: a) Cisplatina: - Se dose < 50 mg/m 2 : Pré-Hidratação: 250 ml, PO,
Luciano Moreira MR3 Radioterapia Liga Norte Riograndense Contra o Cancer, Natal-RN
Luciano Moreira MR3 Radioterapia Liga Norte Riograndense Contra o Cancer, Natal-RN Neoplasia Gástrica INCIDÊNCIA Brasil,2012 Homens 12.670 novos casos Mulheres 7.420 novos casos Neoplasia Gástrica TRATAMENTO
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MAIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MAIO HOSPITALAR DCI LAPATINIB N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM Embalagem
Terapêutica neo-adjuvante no cancro gástrico
Terapêutica neo-adjuvante no cancro gástrico Ano Lectivo: 2011/2012 Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) Artigo de revisão realizado por: Mariana da Cunha Pereira Ribeiro (061001104) Tutora:
Recentes Avanços no Tratamento do Câncer de Mama HER2 positivo. Ricardo Marques Centro de Oncologia/Hospital Sírio Libanês São Paulo - SP
Recentes Avanços no Tratamento do Câncer de Mama HER2 positivo Ricardo Marques Centro de Oncologia/Hospital Sírio Libanês São Paulo - SP 1. Tratamento Adjuvante Duração da Adjuvância 2. Tratamento NeoAdjuvante
30/05/2016. Resposta parcial após neoadjuvância: há espaço para quimioterapia adjuvante?
Resposta parcial após neoadjuvância: há espaço para quimioterapia adjuvante? Resposta parcial após neoadjuvância: há espaço para quimioterapia adjuvante? Estamos num momento de quebra de paradigmas? José
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO QUIMIOTERAPIA EM CABEÇA E PESCOÇO UBIRANEI OLIVEIRA SILVA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO QUIMIOTERAPIA EM CABEÇA E PESCOÇO UBIRANEI OLIVEIRA SILVA HISTÓRICO Dezembro 1945 (Bari/Itália) Gás mostarda Pós 2ª Guerra Mundial Cornelius Rhoads
HEPATOCARCINOMA RENATA D ALPINO PEIXOTO JULIANA FLORINDA DE M. RÊGO RACHEL P. RIECHELMANN
HEPATOCARCINOMA RENATA D ALPINO PEIXOTO JULIANA FLORINDA DE M. RÊGO RACHEL P. RIECHELMANN OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica e força por trás de cada recomendação
Tratamento adjuvante sistêmico (como decidir)
Tópicos atuais em câncer de mama Tratamento adjuvante sistêmico (como decidir) Dr. André Sasse Oncologista Clínico [email protected] Centro de Evidências em Oncologia HC UNICAMP Centro de Evidências em
TUMORES NEUROENDÓCRINOS PULMONARES. RENATA D ALPINO PEIXOTO Hospital Alemão Oswaldo Cruz
TUMORES NEUROENDÓCRINOS PULMONARES RENATA D ALPINO PEIXOTO Hospital Alemão Oswaldo Cruz Estadiamento Grupamento por Estadios Estadio 0 Tis N0 M0 Estadio IA T1 N0 M0 Estadio IB T2a N0 M0 T1 N1 M0 Estadio
CÂNCER DO CANAL ANAL SUILANE C. R. OLIVEIRA CAMILA M. VENCHIARUTTI MONIZ
CÂNCER DO CANAL ANAL SUILANE C. R. OLIVEIRA CAMILA M. VENCHIARUTTI MONIZ OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica e força por trás de cada recomendação (ver anexo).
Sessão Educacional I Cancro de Pâncreas: A melhor decisão multidisciplinar. Enfª Joana Ferreira Unidade de Digestivo - Fundação Champalimaud
Sessão Educacional I Cancro de Pâncreas: A melhor decisão multidisciplinar Enfª Joana Ferreira Unidade de Digestivo - Fundação Champalimaud Sumário: O papel do enfermeiro na Unidade de Digestivo A pessoa
Imunoterapia em pacientes com CPNPC EGFR mutados
Imunoterapia em pacientes com CPNPC EGFR mutados Juliano Cé Coelho Oncologista clínico do Hospital do Câncer Mae de Deus Investigador da Unidade de Pesquisa em Oncologia HCPA Doutorando programa de ciências
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA LATERALIDADE DO CÂNCER COLORRETAL
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA LATERALIDADE DO CÂNCER COLORRETAL JUNHO DE 2017 2 INTRODUÇÃO Prezados(as) Doutores(as), Temos o prazer de compartilhar nossas newsletters científicas. Nesta edição, trazemos
Sociedade Brasileira de Cancerologia. Guia Prático para o Oncologista Clínico. Complementos e erratas
Sociedade Brasileira de Cancerologia Guia Prático para o Oncologista Clínico Complementos e erratas 2012 Organização Dra. Aline Lauda Freitas Chaves Dra. Letícia Carvalho Neuenschwander Revisão Dr. Amândio
Benefício da radioterapia neoadjuvante na sobrevida de pacientes com câncer de mama localmente avançado
Benefício da radioterapia neoadjuvante na sobrevida de pacientes com câncer de mama localmente avançado Igor Martinez Bruna Villani Daniel Przybysz Marlison Caldas Celia Viegas Carlos Manoel Lilian Faroni
10. Congresso Unimed de AUDITORIA EM SAÚDE. Curso Pré-Congresso Oncologia e MBE Bevacizumab no câncer de pulmão NPC
10. Congresso Unimed de AUDITORIA EM SAÚDE Curso Pré-Congresso Oncologia e MBE Bevacizumab no câncer de pulmão NPC Declaração de Conflitos de interesse Oncologista Clínico sócio de Serviço de Oncologia
Quimioterapia perioperatória em pacientes com metástases hepáticas de câncer colorretal
Quimioterapia perioperatória em pacientes com metástases hepáticas de câncer colorretal Daniela Nebuloni, Karla Souza, Rachel Riechelmann A quimioterapia tem papel bem estabelecido no câncer colorretal
Hipofracionamento da mama, aplicar sempre? Ernane Bronzatt
Hipofracionamento da mama, aplicar sempre? Ernane Bronzatt Cenário Busca pela diminuição do tempo da Radioterapia adjuvante Aumento da conveniência do tratamento Sem comprometimento dos resultados clínicos
Tipo histológico influencia no manejo local das metástases. Fabio Kater oncologista da BP oncologia
Tipo histológico influencia no manejo local das metástases Fabio Kater oncologista da BP oncologia Introdução Metástases cerebrais primários mais comuns Tumores mais frequentes do sistema nervoso central
Diretrizes Assistenciais TUMORES ESTROMAIS GASTRO-INTESTINAIS (GIST)
Diretrizes Assistenciais TUMORES ESTROMAIS GASTRO-INTESTINAIS (GIST) Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Os GIST são tumores relativamente raros, pertencentes ao grupo dos sarcomas e podendo aparecer
QUIMIOTERAPIA HIPERTÉRMICA INTRAPERITONEAL. De acordo com a RN 428 há cobertura para a Quimioterapia Intracavitária mediante código:
QUIMIOTERAPIA HIPERTÉRMICA INTRAPERITONEAL De acordo com a RN 428 há cobertura para a Quimioterapia Intracavitária mediante código: TUSS Descritivo Correspondente Rol 20104260 Terapia oncológica com aplicação
ABBOTT APRESENTA NOVAS VERSÕES DE
ABBOTT APRESENTA NOVAS VERSÕES DE Com as versões para nutrição enteral por sonda e garrafinha, Prosure é uma solução nutricional na luta contra a caquexia do câncer. Prosure é indicado para os pacientes
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI nivolumab N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM Frasco de
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE EM CÂNCER DE PULMÃO: ONDE ESTAMOS? Riad N. Younes
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE EM CÂNCER DE PULMÃO: ONDE ESTAMOS? Riad N. Younes Introdução A cirurgia ainda é considerada o tratamento de escolha para a cura potencial de pacientes com câncer de pulmão não pequenas
Câncer de Mama. Up to Date no Tratamento Adjuvante com Quimioterapia
Câncer de Mama Up to Date no Tratamento Adjuvante com Quimioterapia João Nunes Oncologista Clínico Cettro - Centro de Câncer de Brasília HUB - UnB Membro Titular SBOC - SBM Doutorando em Biologia Molecular
