Inflação: Causas e Custos 28. Inflação: Causas e Custos
|
|
|
- Tomás da Cunha Espírito Santo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inflação: Causas e Custos 28. Inflação: Causas e Custos Inflação é o aumento persistente de preços. É um aumento contínuo, e não aquele aumento esporádico, ainda que grande A inflação lida com o aumento geral de preços, e não o de alguns produtos Inflação: Aspectos Históricos Nos últimos anos a inflação brasileira tem se situado entre 5% e 1% Nos anos 8 a inflação chegou a mais de 6% por mês Deflação: situação onde os preços caem, ocorreu recentemente no Brasil Teoria Clássica da Inflação A teoria quantitativa da moeda é utilizada para explicar os determinantes de longo prazo do nível de preços e da taxa de inflação Quando o nível de preços sobe, o valor da moeda cai Causas da Inflação A inflação é um fenômeno monetário que afeta toda a economia, e que implica principalmente no valor da moeda como meio de troca Para entender a inflação como fenômeno monetário temos que entender os conceitos de oferta e demanda de moeda, e equilíbrio monetário Oferta e Demanda de Oferta de moeda é um variável sob controle do banco central. Através da utilização de diversos instrumentos o banco central controla a quantidade de moeda ofertada em uma economia A demanda por moeda tem dois componentes principais: Taxa de juros Preços médios da economia 1
2 Oferta e Demanda de Equilíbrio Monetário Os indivíduos utilizam a moeda porque ela serve como meio de troca. A quantidade de moeda que os indivíduos decidem guardar depende dos preços de bens e serviços de uma economia No longo prazo, o nível geral de preços ajusta-se no equlíbrio, isto é, onde a oferta e a demanda de moeda se equilibram Valor da Ve Demanda Oferta Qe Pe Quant. de moeda Nível de Preços Equilíbrio Monetário: Efeito de uma Injeção Monetária O banco central injeta moeda na economia através da compra de títulos, resultando na: Curva de oferta desloca-se para a direita O valor de equilíbrio da moeda diminui O nível de preços de equilíbrio sobe Esse processo é conhecido pelo nome de Teoria Quantitativa da Efeito do Aumento da Oferta de Valor da Vm1 Vm2 Demanda Oferta Nova Oferta Nível de Preços Pe1 Pe2 Q1 Q2 Quant. de moeda Teoria Quantitativa da A teoria de como o nível de preços é determinado e como ele muda no longo prazo chama-se Teoria Quantitativa da A quantidade de moeda disponível em uma economia determina o valor da moeda A causa primária da inflação é o aumento da quantidade de moeda disponível em uma economia Dicotomia Clássica e Neutralidade Monetária Variáveis Nominais são medidas em unidades monetárias Variáveis Reais são medidas em unidades físicas 2
3 Dicotomia Clássica e Neutralidade Monetária A teoria diz que variáveis macroeconômicas reais permanecem inalteradas mesmo com alteração na oferta de moeda De acordo com a dicotomia clássica diferentes forças alteram as variáveis reais Neutralidade Monetária Um aumento na taxa de crescimento da moeda aumenta a inflação mas não afeta nenhuma variável real da economia (produção, emprego, salários reais, e taxa de juros real). Essa irrelevância da moeda sobre as variáveis reais é chamada de Neutralidade Monetária. Velocidade da A velocidade da moeda refere-se à velocidade com que a moeda passa de carteira em carteira em uma economia Velocidade da V = (P x Y) M Onde V = velocidade da moeda P = Nível de preços Y = quantidade de produção (renda) M = quantidade de moeda Reescrevendo nós obtemos a equação das trocas: M x V = P x Y Velocidade da A equação das trocas relaciona a quantidade de moeda em uma economia (M) com o valor nominal da produção (P x Y) Velocidade da A equação das trocas mostra que um aumento da quantidade de moeda em uma economia deverá: O nível de preços sobe, ou A produção cresce, ou A velocidade da moeda diminui 3
4 1,5 1, 5 Velocidade da Índice (196=1) PIB Nominal M2 Velocidade Teoria Quantitativa da A velocidade da moeda é relativamente estável no longo prazo Um mudança proporcional no valor nominal da produção relaciona-se com mudanças na quantidade do moeda pelo banco central Como a moeda é neutra, a moeda não afeta a produção Teoria Quantitativa da Mudanças na oferta de moeda que induzem mudanças no valor nominal da produção também reflete na alteração do nível de preços Quando o banco central aumenta rapidamente a oferta de moeda, o resultado é o aumento da inflação Hiper-Inflação e Imposto É a inflação maior que 5% em um único mês Na maioria dos países é causada quando o governo imprime muita moeda para pagar o seus gastos 1921 = 1) Hiper-Inflação e Imposto (a) Austria 1921 = 1) (b) Hungria 1921 = 1) Hiper-Inflação e Imposto c) Alemanha 1921 = 1) d) Polonia 1, 1, 1, Nível de Preços Oferta de , 1, 1, Nível de Preços Oferta de trillion Nível de Preços 1 million 1 trillion 1 billion Oferta de 1 million 1 million 1, 1 million 1, 1, 1, Nível de Preços Oferta de
5 Hiper-Inflação e Imposto Quando o governo aumenta a sua receita através da impressão de moeda, é dito que ele impôs um imposto inflacionário sobre a economia A inflação só termina quando o governo institui reformas fiscais, como o corte de gastos Relação Entre, Inflação e Taxa de Juros Taxa de Juros Nominal = Taxa de Juros Real + Inflação No longo prazo, uma mudança no crescimento da moeda não deve afetar a taxa de juros real, dessa forma, a taxa de juros niominal da economia deve ter uma relação de um para um com a inflação Relação Entre, Inflação e Taxa de Juros Quando o banco central aumenta a taxa de crescimento da moeda, o resultado é tanto o aumento da inflação como o aumento da taxa de juros nominal da economia. É o chamado Efeito Fisher. % ano Relação Entre, Inflação e Taxa de Juros Taxa de Juros Nominal 3 Inflação A Falácia da Inflação Falácia: A inflação reduz a renda e diminui o padrão de vida dos indivíduos Fato: O preço inflacionado de um indivíduo, é a receita inflacionada de outro indivíduo. A não ser que as receitas sejam fixadas em termos nominais, os preços mais altos pagos por consumidores é exatamente contrabalançado com o aumento de receita pelos vendedores Os Custos da Inflação Existem pelo menos seis custos provenientes da inflação: Sola de Sapato Menu Aumento da variabilidade dos preços relativos Aumento de imposto Confusão e inconveniência Redistribuição arbitrária de riqueza 5
6 Os Custos da Inflação: Sola de Sapato A inflação reduz o valor real da moeda, dessa forma os indivíduos tentarão minimizar a quantidade de moeda em seu poder. Com isso os indivíduos têm que ir mais vezes aos bancos para aplicar a sua renda em fundos de investimento Idas mais vezes aos bancos, reduzem a quantidade de tempo disponível para atividades produtivas Os Custos da Inflação: Menu Em tempos inflacionários é necessário estar sempre atualizando as listas de preços Esse é um processo que consome muitos recursos, tirando esses recursos de atividades produtivas Os Custos da Inflação: Aumento da Variabilidade dos Preços Relativos Em tempos de inflação, apesar dos preços estarem sempre subindo, há uma demora, curta é verdade, entre os aumentos; nesse período outros preços da economia estarão subindo tornando impossível a comparação dos preços relativos Os Custos da Inflação: Aumento de Imposto Com a inflação, salários eventualmente reajustados são tratados, muitas vezes, como ganho real. Consequentemente com a taxação progressiva, salários nominais maiores pagarão mais imposto Os Custos da Inflação: Confusão e Inconveniência Com inflação é necessário estar sempre fazendo ajustes e correções para podermos comparar custos, receitas e lucro real O tempo gasto fazendo esses ajustes poderia ser gastos produzindo mais bens e serviços Os Custos da Inflação: Redistribuição Arbitrária de Riqueza Com inflação incorretamente prevista ou completamente imprevista, riqueza é redistribuída entre credores e devedores monetários. Essa redistribuição pode ser considerada inaceitável sob outras circunstâncias 6
7 Resumo O nível de preços de uma economia ajusta-se para equilibrar a oferta e a demanda por moeda Quandom o Banco Central aumenta a oferta de moeda, há o aumento do nível de preços Aumento persistente no nível de preços leva a inflação Resumo O princípio da neutralidade monetária diz que a quantidade de moeda afeta apenas as variáveis nominais O Governo pode pagar as suas contas imprimindo moeda Essa política leva a inflação, e possivelmente, à hiperinflação Resumo De acordo com o efeito fisher, o aumento da inflação leva a um aumento igual da taxa de juros nominal, a taxa de juros real permanece inalterada Muitos pensam que a inflação torna as pessoas mais pobres porque o preço dos bens que adquirem subiram de preço Essa visão é uma falácia pois a inflação também aumenta os salários nominais Resumo Existem pelo menos seis custos provenientes da inflação: Sola de Sapato Menu Aumento da variabilidade dos preços relativos Aumento de imposto Confusão e inconveniência Redistribuição arbitrária de riqueza 7
Inflação: Causas e Custos
Inflação: Causas e Custos Capítulo 28 Copyright 2001 by Harcourt, Inc. All rights reserved. Requests for permission to make copies of any part of the work should be mailed to: Permissions Department, Harcourt
Sistema Monetário e Inflação. Copyright 2004 South-Western
Sistema Monetário e Inflação 29 Moeda Moeda é o conjunto de ativos na econoima que as pessoas usam regularmente para trocar por bens e serviços. Funções da Moeda A moeda tem três funções na economia: Meio
Economia. Crescimento da moeda e inflação. Introdução à. N. Gregory Mankiw. Tradução da 6a.edição norte-americana
N. Gregory Mankiw Introdução à Economia Tradução da 6a.edição norte-americana 30 Crescimento da moeda e inflação 2013 Cengage Learning. All Rights Reserved. May not be copied, scanned, or duplicated, in
ECONOMIA. Macroeconomia. Escola Clássica Parte 04. Prof. Alex Mendes
ECONOMIA Macroeconomia Escola Clássica Parte 04 Prof. Alex Mendes Equilíbrio entre oferta e demanda no modelo clássico Oferta Agregada = Demanda Agregada Y = DA DA = C + I Y = C + S S (r) = I(r) A taxa
12 Flutuações de Curto Prazo
12 Flutuações de Curto Prazo Flutuações Econômicas de Curto Prazo A atividade econômica flutua de ano para ano. Em quase todos os anos, a produção aumenta. Nem toda flutuação é causada por variação da
MOEDA E INFLAÇÃO Macro VI
MOEDA E INFLAÇÃO Macro VI I INTRODUÇÃO: TEORIA MONETÁRIA Teoria monetária: é a teoria que relaciona mudanças na quantidade de moeda à mudanças na atividade econômica agregada e no nível de preços. Nível
Demanda e oferta agregadas
Demanda e oferta agregadas Roberto Guena de Oliveira 16 de outubro de 2016 USP Flutuações econômicas de curto prazo A atividade econômica flutua de ano a ano. A taxa de crescimento anual médio da economia
Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Demanda)
Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January 1, 2008 Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Demanda) Eloi Martins Senhoras Available
Modelos de determinação da renda: o Modelo Clássico
Modelos de determinação da renda: o Modelo Clássico 1 Modelo Clássico x Modelo Keynesiano São duas formas de entender a economia, baseadas em pressupostos diferentes e com resultados diferentes. A contabilidade
Introdução à Macroeconomia. Danilo Igliori Moeda e Inflação
Introdução à Macroeconomia Danilo Igliori ([email protected]) Moeda e Inflação 1 Moeda e preços Taxa de inflação = o aumento percentual no nível médio de preços. Preço = quantia de moeda necessária para
é maior (menor) do que zero. Assim, o multiplicador em (c) será maior se b 1 é grande (investimento é sensível à renda),
EAE-06 Teoria Macroeconômica I Prof. Márcio I. Nakane Lista de Exercícios 3 IS - Gabarito. Blanchard, cap. 5, exercício, (a) O produto de equilíbrio é: = [ ][c c 0 c T + I + G] O multiplicador é [ ]. c
Economia. Modelo Clássico. Professor Jacó Braatz.
Economia Modelo Clássico Professor Jacó Braatz www.acasadoconcurseiro.com.br Economia MODELO CLÁSSICO Renda e produto de equilíbrio Modelo Clássico x Modelo Keynesiano São duas formas de entender a economia,
FlutuaçõesEconômicasde Curto Prazo. Flutuações Econômicas de Curto Prazo. Três Fatos Sobre Flutuações. Flutuações PIB real. Flutuações - Investimento
31. e Demanda s FlutuaçõesEconômicasde Curto Prazo Flutuações econômicas ocorrem de ano para ano Na maioria dos anos a produção de bens e serviços aumenta Em alguns anos esse crescimento não acontece,
EAE0111 Fundamentos de Macroeconomia. Lista 1. Prof: Danilo Igliori
EAE0111 Fundamentos de Macroeconomia Lista 1 Prof: Danilo Igliori Questão 1 Qual das seguintes manchetes de jornal é mais estreitamente relacionado com o que microeconomistas estudam (e menos relacionado
1. Primórdios da teoria monetária
1. Primórdios da teoria monetária 1.3. TQM em suas diferentes versões Carvalho et al. (2015: cap. 3) 24/08/2018 1 Teoria Quantitativa da Moeda (TQM) Irving Fisher e a versão de transações Ao longo do final
CAPÍTULO 7. Agregando todos os mercados: o modelo OA-DA. Olivier Blanchard Pearson Education
Agregando todos os mercados: o modelo OA-DA Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 7 7.1 Oferta agregada A relação de oferta agregada representa os efeitos do produto sobre o nível de preço. Ela
Macroeconomia. Universidade Federal do Rio de Janeiro Flávio Combat.
Macroeconomia Universidade Federal do Rio de Janeiro Flávio Combat www.economics.com.br O conteúdo desta apresentação é regido pela licença Creative Commons CC BY-NC 4.0. https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode
Flutuações Econômicas no Curto Prazo OA e DA CAPÍTULO 33
Flutuações Econômicas no Curto Prazo OA e DA CAPÍTULO 33 Segunda Prova Dia 01 de julho (quinta-feira) - 19:00 hs. Dúvidas 01/06 à tarde. Dia 24 e 25 de junho não haverá aula. Prova para os que faltaram
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DISCIPLINA: ECONOMIA ALUNOS: LEANDRO SUARES, LUIS FELIPE FRANÇA E ULISSES
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DISCIPLINA: ECONOMIA ALUNOS: LEANDRO SUARES, LUIS FELIPE FRANÇA E ULISSES VALENTIM Demanda agregada e Oferta agregada LEANDRO SUARES
Economia. As Origens da Inflação
Economia As Origens da Inflação Inflação Conceito Definição: inflação é o aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços. Não podem ser confundidos com alta esporádica de preços Não existe um
Expectativas: ferramentas básicas
Expectativas: ferramentas básicas C A P Í T U L O 14 slide 1 Introdução Muitas decisões econômicas dependem não apenas do que acontece hoje, mas também das expectativas em relação ao futuro. Qual seria
Determinaçaõ da taxa de juros
Determinaçaõ da taxa de juros Jean-Luc Rosinger Universidade Federal de Santa Catarina http://monetaria.wordpress.com/ CNM 7307 2010.2 Resumo da Aula 1 Demanda por ativos 2 Teoria dos fundos emprestáveis
Aula 07 Modelo IS-LM Parte I
Aula 07 Modelo IS-LM Parte I Contexto n Longo prazo Preços flexíveis Produto determiando pelos fatores de produção e tecnologia Desemprego iguala a taxa natural n Curto Prazo Preços fixos Produto determinado
Teoria Macroeconômica II - G3 - PUC-Rio
Teoria Macroeconômica II - G3 - PUC-Rio Professor: Márcio Garcia Monitores: Raphael Vasconcelos e Tamir Einhorn 2018.1 Instruções: (i) Nenhum tipo de consulta será tolerado; (ii) A prova tem duração de
INFLAÇÃO: TEORIA E EXPERIÊNCIA BRASILEIRA Bibliografia: capítulo 8 de Bacha (2004), p. 215 a 223; 240 a 243
INFLAÇÃO: TEORIA E EXPERIÊNCIA BRASILEIRA Bibliografia: capítulo 8 de Bacha (2004), p. 215 a 223; 240 a 243 1 INFLAÇÃO: DEFINIÇÃO E ABRANGÊNCIA DESSE FENÔMENO Inflação é a situação de aumentos contínuos
O Mercado Monetário, a Taxa de Juros e a Taxa de Câmbio
O Mercado Monetário, a Taxa de Juros e a Taxa de Câmbio Introdução Os fatores que afetam a oferta ou a demanda de moeda de um país estão entre os principais determinantes da taxa de câmbio. O modelo integra
Política Monetária Inflação, Desinflação e Deflação No equilíbrio de médio prazo a inflação é igual a meta se o banco central estabiliza o desemprego
Política Monetária Função de Reação a Choques Âncora Nominal para o nível de preços ou inflação meta no médio prazo Como a taxa de juros se ajusta ao choques O que está errado com a Inflação? Qual é a
Finanças Públicas. Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI
Finanças Públicas Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI 1. INTRODUÇÃO Implicações econômicas: Como a dívida afeta o funcionamento da economia? Quais as consequências de políticas fiscais passadas
Demanda Agregada salários e preços rígidos
Demanda Agregada salários e preços rígidos Arranjos institucionais salários são periodicamente e não continuamente. revistos (1) comum em suporte para a rigidez de preços: custos associados com mudanças
Demanda Agregada. Políticas Monetárias e a Demanda Agregada. Demanda Agregada. Teoria da Preferência da Liquidez
32. Inflluência das Políticas Fiscal e Monetária na Demanda Agregada Muitos fatores influenciam a demanda agregada além de políticas fiscal e/ou monetárias Em particular, o gasto desejado por indivíduos
Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia 5. O Mercado de Bens e Serviços Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2013/2014 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Modelo Macroeconómico Procura Agregada Políticas macroeconómicas
Macroeconomia. 5. O Mercado de Bens e Serviços. Francisco Lima. 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial
Macroeconomia 5. O Mercado de Bens e Serviços Francisco Lima 2º ano 1º semestre 2012/2013 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Oferta Agregada Nível de preços e custos Produto potencial Capital,
Macroeconomia para executivos de MKT. Lista de questões de múltipla escolha
Macroeconomia para executivos de MKT Lista de questões de múltipla escolha CAP. 3. Ambiente Externo, Cenário Macroeconômico e Mensuração da Atividade Econômica 5.1) A diferença entre Produto Nacional Bruto
1. Teoria Quantitativa da Moeda 1.2. Modelo Clássico e o Processo Cumulativo de Wicksell
1. Teoria Quantitativa da Moeda 1.2. Modelo Clássico e o Processo Cumulativo de Wicksell Carvalho et al. (2015: cap. 3) Lopes e Rosseti (2009, cap.4.2) 20/10/2017 1 A expressão economistas clássicos foi
Teoria Econômica II: Macroeconomia. Economia Fechada. Além, A.C., Macroeconomia, SP: Elsevier, 2010 Capítulos 3 e 4
Teoria Econômica II: Macroeconomia Economia Fechada Além, A.C., Macroeconomia, SP: Elsevier, 2010 Capítulos 3 e 4 Clássicos Roupagem macroeconômica atribuída por Keynes às proposições apresentadas pelos
O modelo de Cagan. Professor Christiano Arrigoni. Ibmec/RJ
O modelo de Cagan Professor Christiano Arrigoni Ibmec/RJ Motivação Cagan (1956) desenvolveu seu modelo para tentar compreender os casos históricos de hiperinflação (Austria, Alemanha, Hungria, Polônia
LEC206 - MACROECONOMIA II
LICENCIATURA EM ECONOMIA (2007-08) LEC206 - MACROECONOMIA II Avaliação Distribuída 2º Teste (30 de Maio de 2008) Duração: 60 minutos Não é permitido o uso de máquinas de calcular. Não é permitida qualquer
Adendo Economia para Concursos Luis Vivanco
Gabarito Questões estilo Cespe/UnB 1) (F) 2) (F) 3) (V) 4) (V) 5) (F) 6) (F) 7) (V) 8) (V) 9) (V) 10) (F) 11) (F) 12) (F) 13) (V) 14) (F) 15) (F) 16) (V) 17) (F) 18) (F) 19) (F) 20) (V) 21) (F) 22) (F)
6. Demanda por Moeda no Modelo Monetarista 6.1. Demanda por moeda em Friedman: o restabelecimento da TQM
6. Demanda por Moeda no Modelo Monetarista 6.1. Demanda por moeda em Friedman: o restabelecimento da TQM Carvalho et al. (2015: cap. 6) 27/10/2017 1 Monetaristas Os monetaristas reformulam a teoria quantitativa
Política monetária: Inflação e o regime de metas
Política : Inflação e o regime de metas C A P Í T U L O 25 Prof. Alexandre Nunes Esalq/USP slide 1 25.1 Vimos No CP, uma política expansionista leva a diminuição de i e uma depreciação da moeda, onde ambos
6. Demanda por Moeda no Modelo Monetarista 6.2. Demanda por moeda na hiperinflação: a contribuição de Cagan
6. Demanda por Moeda no Modelo Monetarista 6.2. Demanda por moeda na hiperinflação: a contribuição de Cagan Carvalho et al. (2015: cap. 6) Complementar: Simonsen e Cysne (1989) Macroeconomia 17/11/2017
Macroeconomia Aplicada - Notas de Aula Professor: Waldery Rodrigues Júnior
Macroeconomia Aplicada - Notas de Aula Professor: Waldery Rodrigues Júnior 1. Consumidores ricardianos x não-ricardianos: não ricardianos: C t ; C t+1 T t ricardianos: necessidade de financiamento T t+1
Fundação Getúlio Vargas / EPGE Economia Monetária e Financeira Prof. Marcos Antonio Silveira
Fundação Getúlio Vargas / EPGE Economia Monetária e Financeira Prof. Marcos Antonio Silveira Nota de Aula 9 Determinação da Taxa de Juros: Teoria dos Fundos Emprestáveis Bibliografia: Mishkin, cap.5 e
Modelo Oferta Agregada Demanda. Exercícios e Questões
Modelo Oferta Agregada Demanda Agregada (OA DA) Exercícios e Questões rof. Waldery Rodrigues Júnior [email protected] 1 Tópicos: Derivação da Curva de Demanda Agregada com uso do modelo IS
Introdução à Microeconomia. Elasticidades. Danilo Igliori
Introdução à Microeconomia Elasticidades Danilo Igliori ([email protected]) Elasticidade (sensibilidade de resposta à mudança de uma variavel) Noção de elasticidade: Por exemplo, se a oferta aumentar, o
1E207 - MACROECONOMIA II
LICENCIATURA EM ECONOMIA (2009-10) 1E207 - MACROECONOMIA II 2ºTeste (21 de Junho de 2010) Duração: 40 minutos (escolha múltipla) + 1 hora (exercícios). As respostas às questões de escolha múltipla serão
Finanças Públicas. Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI
Finanças Públicas Dinâmica da Dívida Pública CAP. 9 GIAMBIAGI 1. INTRODUÇÃO Implicações econômicas: Como a dívida afeta o funcionamento da economia? Quais as consequências de políticas fiscais passadas
CINCO DEBATES SOBRE POLÍTICA MACROECONÔMICA
LEITURA OBRIGATÓRIA CAPÍTULO 34 CINCO DEBATES SOBRE POLÍTICA Mankiw, N. Gregory Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia, 2ª Edição. Rio de Janeiro, Editora Campus Ltda, 2001 1. Formuladores
Modelo Clássico de Determinação da Renda. Prof.: Antonio Carlos Assumpção
Modelo Clássico de Determinação da Renda rof.: Antonio Carlos Assumpção Os ilares da Economia Neoclássica (Clássica) Com preços e salários flexíveis e mercados concorrenciais, as forças de mercado tendem
Mercados de Bens e Financeiros: Mercado de Bens e a
C A P Í T U L O 5 Mercados de Bens e Financeiros: Prepared by: Fernando Quijano and Yvonn Quijano 5-1 Mercado de Bens e a Relação IS Existe equilíbrio no mercado de bens quando a produção, Y, é igual à
Medindo o Custo de Vida. 23. Medindo o Custo de Vida. Medindo o Custo de Vida. O Que é Um Índice? Calculando o Índice e a Inflação
23. Medindo o Custo de Vida Medindo o Custo de Vida Para determinar o custo de vida, o governo ou os institutos definem uma cesta de bens e serviços que um consumidor típico adquire Anualmente essas instituições
DOS MAIORES DE 23 ANOS NOME:
Notas: Apresente o seu documento de identificação. Coloque o nome em todas as folhas. Leia atentamente cada questão antes de iniciar a sua resposta. Grupo 1 [10 VALORES] Relativamente a cada questão, assinale
Modelo IS-LM. Exercícios e Questões
Modelo IS-LM Exercícios e Questões Prof. Waldery Rodrigues Júnior [email protected] Tópicos: Equilíbrio no Mercado de Bens Demanda por Moeda Oferta de Moeda Equilíbrio no Mercado Monetário
UFRJ Economia Internacional Prof. Alexandre B. Cunha P1 2017/1. Resolva 2 (duas) das 3 (três) questões.
UFRJ Economia Internacional Prof. Alexandre B. Cunha P1 2017/1 Resolva 2 (duas) das 3 (três) questões. (1) Considere a versão ampliada modelo monetário do balanço de pagamentos discutida em KO e em aula.
Introdução à. Macroeconomia
Introdução à Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez IBMEC-RJ / UCP O que é? É o estudo da economia como um todo, pois analisa a economia através de suas variáveis fortemente agregadas. Abrange o comportamento
MATEMÁTICA Juros. Professor Marcelo Gonzalez Badin
MATEMÁTICA Juros Professor Marcelo Gonzalez Badin Quem nunca ouviu falar do tal dos Juros? Ou das taxas de juros fixadas pelo Copom (Banco Central do Brasil), taxas selic e etc? Juros é um atributo de
IGEPP GESTOR Prof. Eliezer Lopes
IGEPP GESTOR - 2013 Política fiscal. Política monetária. Relação entre taxas de juros, inflação, resultado fiscal e nível de atividade. A oferta e a demanda agregadas. Prof. Eliezer Lopes MODELO CLÁSSICO
AULA 27 02/06/2010 CAP. 33 MANKIW DEMANDA AGREGADA E OFERTA AGREGADA. Três fatos chaves sobre flutuações econômicas
AULA 27 02/06/2010 CAP. 33 MANKIW DEMANDA AGREGADA E OFERTA AGREGADA. Três fatos chaves sobre flutuações econômicas 1- Flutuações econômicas são Irregulares e Imprevisíveis São chamadas de ciclo de negócios.
A teoria macroeconômica de John Maynard Keynes
A teoria macroeconômica de John Maynard Keynes Dr. Antony P. Mueller Professor de Economia Universidade Federal de Sergipe www.continentaleconomics.com John Maynard Keynes (1883-1946) Teoria Geral do Emprego,
Variáveis Macroeconômicas nas Economia Aberta. 30. Teoria Macroeconômica das Economia Abertas. Mercado de Fundos. Mercado de Fundos.
30. Teoria Macroeconômica das Economia Abertas Variáveis Macroeconômicas nas Economia Aberta As mais importantes variáveis macroeconômicas em uma economia aberta são: poupança nacional, investimento doméstico,
Ciclos Económicos: IS-LM-FE / AD- AS (SRAS-LRAS)
Ciclos Económicos 1 Ciclos Económicos Fontes de choques Modelo que analisa os choques Paradigma: Choques Mecanismo de Propagação (correlação) / Amplificação de Choques (volatilidade) 2 Ciclos Económicos:
Economia. Poupança, investimento e sistema financeiro. Introdução à. N. Gregory Mankiw. Tradução da 6a. edição norte-americana
N. Gregory Mankiw Introdução à Economia Tradução da 6a. edição norte-americana 26 Poupança, investimento e sistema financeiro 2013 Cengage Learning. All Rights Reserved. May not be copied, scanned, or
Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Moeda)
Federal University of Roraima, Brazil From the SelectedWorks of Elói Martins Senhoras Winter January 1, 2008 Curso de Extensão: Noções de Macroeconomia para RI (Moeda) Eloi Martins Senhoras Available at:
Macroeconomia Equilíbrio Geral
Macroeconomia 2 FEP, Licenciatura em Economia 8. Equilíbrio Geral 8.4. Ciclos Económicos Álvaro Almeida, Maio de 2007 8.4.1. Factos sobre ciclos económicos A. Identificação dos ciclos económicos 35.000
Anteriormente vimos várias intervenções do setor público (Estado) nas atividades econômicas, motivadas pelas IMPERFEIÇÕES DO SISTEMA DE MERCADO:
Prof. Roberto Tomaoka O SETOR PÚBLICO Anteriormente vimos várias intervenções do setor público (Estado) nas atividades econômicas, motivadas pelas IMPERFEIÇÕES DO SISTEMA DE MERCADO: Políticas Fiscal Monetária
CAPÍTULO 5. Revisão. Mercado de bens e mercados financeiros: o modelo IS-LM. Olivier Blanchard. Pearson Education
CAPÍTULO 5 Mercado de bens e mercados financeiros: o modelo IS-LM Olivier Blanchard Revisão Pearson Education 5.1 O mercado de bens e a relação IS Existe equilíbrio no mercado de bens quando a produção
MACROECONOMIA I. Licenciatura em Economia 2006/2007. Exame Época Especial - 11 Setembro Normas e Indicações: Bom trabalho!
MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2006/2007 Exame Época Especial - 11 Setembro 2007 Normas e Indicações: A prova tem a duração de 2 horas e 45 minutos (antecedida de 15 minutos para leitura
Introdução à Macroeconomia. Danilo Igliori
Introdução à Macroeconomia Danilo Igliori ([email protected]) Construindo o modelo IS-LM 1 Contexto No último capítulo introduzimos o modelo de demanda e oferta agregadas. No longo prazo: preços flexíveis
Moeda, taxas de juros e taxas de câmbio
Moeda, taxas de juros e taxas de câmbio Referência: Cap. 15 de Economia Internacional: Teoria e Política, 6ª. Edição Paul R. Krugman e Maurice Obstfeld Economia Internacional II - Material para aulas (3)
Elasticidade. Copyright 2004 South-Western
Elasticidade 5 Copyright 2004 South-Western Copyright 2004 South-Western/Thomson Learning Elasticidade Permite analisar oferta e demanda com precisão. Mede o quanto compradores e vendedores respondem a
Necessidade de uma metodologia para os levantamentos e contabilização dos agregados CONTABILIDADE SOCIAL
CONTABILIDADE SOCIAL Macroeconomia grandes agregados econômicos preocupação com o todo e não com as partes. Necessidade de uma metodologia para os levantamentos e contabilização dos agregados CONTABILIDADE
4. Modelo Monetarista 4.1. Demanda por moeda em Friedman: o restabelecimento da TQM
4. Modelo Monetarista 4.1. Demanda por moeda em Friedman: o restabelecimento da TQM Carvalho et al. (2015: cap. 6) 06/05/2019 1 Monetaristas Como reação à síntese neoclássica e a crença no trade-off estável
Exercícios de Macroeconomia
Exercícios de Macroeconomia 1. Explique porque o PIB é tanto uma variável que mede tanto renda agregada, quanto a despesa agregada e produção. Por que PIB não mede riqueza? Qual a diferença entre PIB real
O Equilíbrio do Mercado de Moeda A Curva de LM e o Equilíbrio IS-LM
O Equilíbrio do Mercado de Moeda A Curva de LM e o Equilíbrio IS-LM 1 A Demanda por Moeda 1. A Curva LM exprime combinações da Taxa de Juros e níveis do produto para os quais a demanda por moeda é igual
