FIGURA 1 - TORTA HOLANDESA

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1 A IMPORTÂNCIA DAS TORTAS HOLANDESAS NO MUNICÍPIO DE CARAMBEÍ- PR 136 Introdução ONOFRE, Layane de Souza MONASTIRSKY, Leonel Brizolla A Geografia é a ciência que tem como base o estudo do espaço e ao decorrer dos anos foi agregando conceitos como paisagem e lugar. Este trabalho aborda teoricamente o conceito de lugar para compreensão das representações culturais no município de Carambeí, mais especificamente as tortas holandesas. A compreensão de seu significado se faz necessário a fim de entender a repercussão histórica e social que se materializou na cidade, abordando as tortas enquanto um patrimônio cultural imaterial, através dos moradores locais, turistas e responsáveis. Para Tuan (1983) o lugar pode ser definido de diversas maneiras, e esse conceito é adquirido quando se têm definição e significado. Diante do que se apresenta, as tortas holandesa se faz presente a partir de sua descrição, vínculo com a sociedade, já que tanto a comida, o modo de fazer, a maneira de se comportar na mesa, são representações sociais, culturais, simbólicas e descritas pelas pessoas em diferentes formas, sensações e prazeres, pertencentes à sua identidade. São diversas razões que levam um indivíduo ao apego com o alimento, já que seu modo de fazer está embutido em suas raízes e, elas mudam de acordo com determinada região. FIGURA 1 - TORTA HOLANDESA Fonte: BATISTA, M. (2014) A colonização holandesa em Carambeí foi a partir de 1911, decorrente de condições desfavoráveis para a permanência em Irati, tanto que alguns pensaram em voltar para a terra natal. Uma colônia que foi criada pela companhia férrea Brazil Railway Company, adquirida

2 em 1909 com o objetivo de assentar colonos na pecuária e na agricultura, visando futuro transporte dos produtos pela companhia férrea que ligava Ponta Grossa à Castro. Uma mudança positiva para os colonos holandeses, pois encontraram nesses imensos campos, um novo lar, um lugar que cotidianamente foi moldado pelo seus costumes e hábitos, com os primeiros imigrantes cujo sobrenome encontra-se até hoje, como Verschoor, Voorsluys, Los, Vriesman e De Geus. Com a felicidade dessas famílias, seu Jan Verschoor resolve ir para a Holanda para convidar amigos para vir morar no Brasil. Como Kooy (1986) relata em seu livro: 137 Os primeiros colonizadores de Carambeí se estabeleceram aqui porque a Brazil Railway Company tinha um plano de colonização para esta área onde possuía muitas terras. Seus planos eram conseguir uma produção agrícola para carga de seus trens. Foi no dia 4 de abril de 1911, que Leendert Verschoor, como primeiro holandês, aceitou fazer um contrato 1 com a Companhia. Esta data pode ser considerada a data da fundação da colonização holandesa em Carambeí. (KOOY, 1986, p. 28) Assim, os holandeses foram deixando no pequeno território suas marcas históricas, seus saberes, seus costumes, que permeiam atualmente. São reconhecidos também pela Cooperativa Batavo. Sua história se inicia: Em 1916 a Railway Company instalou a primeira fábrica de laticínios na colônia, devido a prosperidade dos trabalhos dos colonos, sendo para o abastecimento local. Anos depois, em 1925 duas famílias fundaram a empresa DE GEUS & COMPANHIA, essa responsável por uma comercialização maior, atingindo o interior do estado de São Paulo, com a denominação de QUEIJO BATAVO. (PARQUE HISTÓRICO DE CARAMBEÍ, DISPONÍVEL EM: Após um período de dificuldades financeiras, os colonos criam a Sociedade Cooperativa Holandesa de Lacticínios, um marco no processo de consolidação da colônia. Essa Fabricação de leite e queijo deu origem a Batavo, reconhecida hoje nacionalmente. 1 Regulamento da Brazil Railway Company em anexo do trabalho.

3 138 FIGURA - A CRIAÇÃO DE GADO NA ANTIGA BATAVO Fonte: KOOY, Hendrik A. Carambeí 75 anos: Castro, Kugler, Objetivos O objetivo geral é entender a importância das tortas holandesas no município de Carambeí. Amparado por objetivos específicos: entender a torta enquanto um patrimônio cultural imaterial, como a população a percebe, assim como os consumidores e empresários do ramo. Metodologia A metodologia inicial é pautada em referências bibliográficas, como livros, artigos, teses, dissertações, assim como outros meios de comunicação. Conta também com pesquisa junto a população de Carambeí, pesquisa via internet, pesquisa com os consumidores das tortas, com as torteiras (Dorothy, Frederica e dona Ivone), além da entrevista com Frederica e seu filho, donos do estabelecimento amplamente reconhecido: Frederica s Koffiehuis e, Suellen Pavanelo, responsável pelo Festival de Tortas. Essas entrevistas foram organizadas através do método de pesquisa qualitativa (BAUER & GASKELL, 1999) com um tópico guia que apresenta questões pré-elaboradas - podendo ser modificadas de acordo com as circunstâncias e respostas e, considerando que atenderão ao princípio de ponto de saturação. Resultados e Discussão Os holandeses ocuparam as terras, que hoje formam o município de Carambeí, no início do século XX. Vindos de Irati, aproximadamente entre os anos de , mais tarde, outros locais foram também ocupados pelos holandeses sempre próximos da colôniamãe as colônias de Castrolanda (na cidade de Castro) e a de Arapoti.

4 Nesse contato de colonos já presentes com os amigos que vinham conhecer o Brasil, e com o intuito de bem recebê-los, que ocorreu o evento já mencionado. O casal criou então uma torta contendo alimentos básicos da cozinha local: leite, manteiga, bolacha e cacau. Essa receita foi sendo realizada diversas vezes, se confirmou como um produto do cotidiano dos imigrantes e tornou-se uma prática culinária passada por gerações. Com o passar do tempo, outras receitas foram criadas a partir da original, com ingredientes e sabores diversificados. Mesmo sendo uma receita criada no Brasil, ela foi realizada a partir do saber-fazer dos holandeses e na compreensão dos moradores locais e turistas ela se apresenta como uma receita holandesa como previa a nossa hipótese inicial. A torta enquanto um patrimônio cultural de Carambeí é manifestado pelo seu cotidiano, na forma que o patrimônio de um povo além de estar visível está na identidade de cada um e de todos, por onde se manifestam se identificam, a esse podemos chamar de lugar. A seguir um gráfico elaborado por pesquisa de campo, onde ilustra a opinião das pessoas sobre as tortas enquanto um patrimônio cultural. 139 GRÁFICO 1 - ORTAS HOLANDESAS: PATRIMÔNIO CULTURAL? Fonte: Pesquisa de Campo. Org: ONOFRE, S.L. (2014). Como consequência dessa vontade de se alimentar, cada vez mais as pessoas estão em busca de novos pratos, comidas típicas regionais ou locais. Essa prática para a OMT (Organização Mundial do Turismo) que caracteriza o turismo como a ação humana para determinado local, por mais de 24 h, entretanto, o turismo está vinculado a diversos campos do entretenimento. O turismo e a gastronomia estão estritamente ligados, pois, a gastronomia sendo de interesse dos indivíduos desperta-os para irem à busca de novos prazeres culinários. Essa concretização é possível através do gráfico de pesquisa de campo, aplicado a população, consumidores e disponível na internet.

5 140 A gastronomia e o turismo são inseparáveis, pois quando se pensa turismo não se pode abster-se da alimentação, que, por conseguinte aliada com a cozinha local. Sendo um fator de diferenciação cultural, apresenta-se também como uma maneira de maximizar a oferta turística proporcionando o entendimento de como vivem os habitantes, em determinada época e lugar. Considerações Finais A cidade possui vários símbolos históricos, como a presença dos holandeses, a produção de leite, a Cooperativa Batavo e as famosas tortas holandesas. Essa prática cresceu e criou um cenário cultural, presente tanto na cidade, quanto na região, pois muitas pessoas saem de cidades vizinhas, como Ponta Grossa e Castro para irem degustar essa prática culinária. As tortas se tornaram um símbolo tão presente que nos últimos anos criou-se um Festival que apresenta a cultura holandesa, a história da migração, técnicas de trabalho, costumes e arte (folclore, música, dança, vestuário etc), mas principalmente destaca a gastronomia - as tortas. Desta forma, a partir desses relatos preliminares, a pesquisa busca o reconhecimento das tortas enquanto um patrimônio cultural imaterial da cidade de Carambeí e da região. A importância dessas tortas para o desenvolvimento turístico do lugar e também a compreensão da representatividade que esse alimento tem na cultura local. Referências Bibliográficas BAUER, M. W.; GASKELL, G. (ed.). Pesquisa qualitativa com texto: imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, TUAN, Yi-Fu. Espaço e Lugar: a perspectiva da experiência. São Paulo: DIFEL, KOOY, Hendrik A. Carambeí 75 anos: Castro, Kugler, 1986.

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