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1 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 1 METODOLOGIA PARA ELABORAÇÃO DA CARTA DE RISCO DE EROSÃO DO MUNICÍPIO DE FRANCA, SP. Kátia Canil IPT / e.mail:[email protected] RESUMO A ocorrência de processos erosivos no Estado de São Paulo caracteriza um quadro de grave degradação ambiental em sseus diversos municípios. As feições erosivas lineares de grande porte (ravinas e boçorocas) têm colocado moradias em situações de risco, além de provocarem a destruição de infra-estrutura das áreas urbanas e periurbanas e impactos nos recursos hídricos, pelo assoreamento dos cursos d água. Somente no município de Franca existem 32 feições erosivas lineares de grande porte, instaladas nas áreas urbana e periurbana, causando prejuízos sócio-econômicos e alterando a qualidade ambiental da cidade. Este artigo apresenta a metodologia de análise dos condicionantes do meio físico e dos tipos de uso e ocupação do solo que atuam diretamente na deflagração dos processos erosivos, para a elaboração da Carta de Risco de Erosão da área urbana de Franca. Palavras-Chaves: processos erosivos, risco, planejamento urbano ABSTRACT Erosion is a serious environmental problem in a large number of municipalities in São Paulo State. Gullytype erosion has put some houses under risk situation, and caused the destruction of urban infrastructure and the silting up of water resources. In Franca city, there are 32 gully erosions in the urban and surrounding areas, which cause social, economic and environmental damages. This paper talks about the methodology to analyse the natural physical features (lithology, relief and soil) and the land use forms, related to the development of erosion processes, in order to elaborate the Erosion Risk Map of Franca urban area. Key Words: erosion processes, risk, urban planning INTRODUÇÃO Historicamente, o acelerado processo de urbanização e o crescimento das cidades, resultantes da migração intensa da população rural para áreas urbanas, principalmente nos últimos trinta anos, mudaram severamente a fisiologia da paisagem, marcada por diferentes processos do meio físico, em geral associados a alguma degradação ambiental. Essas áreas, em grande parte dos casos, não dispunham de nenhum tipo de planejamento para receber a nova população, que foi se instalando nos setores periféricos desprovidos de infra-estrutura, consubstanciando, assim, o mal ordenamento dos territórios urbanos. Situações como essa são comuns nas cidades do interior paulista. Feições erosivas, decorrentes da má gestão do uso do solo e da falta de planejamento urbano, provocam degradação ambiental, pela produção de sedimentos que vão assorear os cursos d água e, consequentemente, levar à ocorrência de enchentes, em períodos chuvosos. Quando evoluem rapidamente comprometem a infra-estrutura urbana, atingindo moradias, obstruindo ruas, avenidas e rodovias. Estudos desenvolvidos pelo IPT (1998) e CANIL (2000) apontaram 32 feições erosivas de grande porte na área urbana, atingindo moradias e comprometendo a infraestrutura urbana (sistema viário, sistema de drenagem, etc), mostrando a necessidade de se elaborar um plano de controle e prevenção de erosão.
2 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 2 O município de Franca (FIGURA 1) e, sobretudo, sua área urbana, caracterizam uma paisagem diferenciada do Estado de São Paulo, correspondente ao Planalto Residual de Franca (ROSS & MOROZ, 1997), com atitudes que chegam até 1030m. A ocorrência de feições erosivas lineares de grande porte e os processos que atuam na dinâmica de evolução dessas feições variam conforme as características do substrato geológico, do relevo e dos tipos de solos. O substrato geológico da área de estudo é caracterizado pelos arenitos das formações Pirambóia e Botucatu, pelas rochas vulcânicas (basaltos) da formação Serra Geral e sedimentos arenosos da unidade Franca (HELLMEISTER JÚNIOR, Z. 1997), além de coberturas superficiais cenozóicas. O relevo é predominantemente caracterizado por colinas médias com escapas locais, associadas aos basaltos. A área urbana de Franca está estabelecida sobre os topos extensos e amplos (declividades inferiores a 6%) do Planalto de Franca/Batatais e vertentes com declividades entre 6 e 12%. Setores localizados das cabeceiras de drenagem e fundos de vales entalhados apresentam declividades entre 12 e 20% e, muitas vezes, superiores a 20%, sendo geralmente são as áreas de maior ocorrência das feições erosivas. Os principais tipos de solos são produtos da associação entre substrato rochoso e declividade, gerando predominantemente Latossolo Vermelho-Amarelo textura média a argilosa, Areias Quartzosas, Cambissolos, Solos Litólicos e Hidromórficos. As intervenções antrópicas manifestadas pelos tipos de uso do solo urbano (principalmente áreas parceladas, em consolidação e consolidadas) são responsáveis pela deflagração e desenvolvimento acelerado dos processos erosivos. Nesse sentido, as erosões deixam de ser simplesmente obstáculos naturais, como elementos resultantes apenas dos condicionantes naturais, para se tornarem produto das transformações ou alterações antrópicas decorrentes do desenvolvimento urbano. FRANCA ESTADO DE SÃO PAULO LEGENDA Curso d'água Limite de município Limite da área de estudo Área urbana FIGURA 1 - MAPA DE LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO OBJETIVOS Os estudos de caráter preventivo, objeto deste artigo têm como objetivo apresentar a metodologia que norteou a elaboração da Carta de Risco de Erosão do município de Franca, SP. Essa carta é um instrumento técnico de prevenção de erosão, com indicação de áreas
3 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 3 potenciais, pouco favoráveis e não apropriadas para a ocupação, além de indicar as áreas atualmente críticas e afetadas por erosões que expõem a situações de risco toda a infraestrutura urbana. É também um instrumento de planejamento, auxiliando na ordenação do espaço urbano. Para indicar áreas favoráveis e com restrições à ocupação é importante analisar, de forma integrada, os condicionantes naturais e antrópicos responsáveis pela deflagração dos processos, os tipos de feições erosivas e considerar a legislação existente para enfatizar os aspectos da preservação ambiental e do monitoramento em áreas de risco. Os resultados dessas análises poderão ser incorporados às leis municipais existentes, como, por exemplo, o Plano Diretor do Município. METODOLOGIA Segundo CERRI & AMARAL (1998), risco geológico corresponde a uma situação de perigo, perda ou dano, ao homem e às suas propriedades, em razão da possibilidade de ocorrência do processo geológico, induzido ou não. As cartas de risco geológico representam a distribuição, o tipo e o grau dos riscos geológicos, visando à definição de medidas de prevenção de acidentes. A base metodológica da cartografia de risco geológico está fundamentada no princípio de elaboração das cartas geotécnicas. As Cartas Geotécnicas são instrumentos de aplicação que devem expressar os diferentes comportamentos/desempenhos esperados do terreno, diante de usos do solo pré-determinados, através de uma compartimentação em zonas ou unidades geotécnicas, cada qual com orientações técnicas preventivas e corretivas dos problemas característicos, previamente identificados (ZUQUETTE & NAKAZAWA, 1998). Historicamente, no âmbito da Geologia de Engenharia no Brasil, a metodologia para confecção e aplicação da carta geotécnica teve início entre 1965 e Desde então, e mais intensamente após o ano de 1988, diversos trabalhos nessa linha de pesquisa vieram se desenvolvendo, por grupos de diversas instituições e universidades. Em meados da década de 70, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT passa a elaborar cartas geotécnicas, destacando que os parâmetros a ser utilizados devem ser selecionados em função do objetivo do trabalho. Baseado neste princípio e no estudo dos processos do meio físico (geomorfológicos/ geológicos), a concepção e o método de elaboração das cartas geotécnicas foram se modificando e evoluindo ao longo do tempo, tanto em relação aos conteúdos quanto às escalas de mapeamento, com a finalidade de melhor responder às questões propostas (FREITAS, 2000). As escalas mais adequadas que atendem ao planejamento urbano variam de 1: (escala de elaboração) a 1: (escala de apresentação). Considerando que o processo em análise é erosão, a representação cartográfica que exprime a síntese dos condicionantes do meio físico associada à ocorrência das feições erosivas (Carta de Suscetibilidade à Erosão) e aos tipos de uso e ocupação do solo (Carta de Uso e Ocupação do Solo) com medidas de prevenção de tal processo é denominada de Carta de Risco de Erosão (FIGURA 2). Para a confecção da carta de suscetibilidade à erosão foram necessários levantamentos geológicos, geomorfológicos e pedológicos. De cada um destes condicionantes do meio físico foram selecionados alguns parâmetros que se correlacionam diretamente aos processos erosivos. Da geologia, a litologia do substrato é o parâmetro utilizado na diferenciação dos terrenos, revelando comportamentos distintos em relação aos processos erosivos; do relevo, a declividade e as formas das vertentes condicionam a ocorrência com maior ou menor intensidade e magnitude do desenvolvimento de feições erosivas; e do solo, a textura, ou seja, as diferenças de gradiente textural que indicam a maior ou menor suscetibilidade de um solo à erosão. A partir do cruzamento destes parâmetros foram definidas unidades homogêneas ou compartimentos morfopedológicos (TRICART & KILLIAN, 1982 apud SALOMÃO, 1994), que,
4 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 4 correlacionados a carta de feições erosivas, permite a identificação das classes de suscetibilidade à erosão. FIGURA 2: Roteiro de elaboração da Carta de Risco de Erosão (CANIL, K.2000) modificado. ANÁLISE E RESULTADOS Dependendo do número de variáveis, ou seja, de unidades litológicas e associações pedológicas encontradas na área, e considerando que os intervalos de declividade variam normalmente entre 0-6%, 6-12%, 12-20% e >30% é que serão definidos o número de unidades ou compartimentos geomorfopedológicos. No caso da áreas de Franca, foram definidos doze compartimentos geomorfopedológicos, que foram dispostos numa matriz juntamente com as feições de erosão e sedimentação, para então se definir cinco classes de suscetibilidade à erosão: muito baixa (planícies fluviais áreas de acumulação de sedimentos); baixa (vertentes com declividade até 12% - predomínio de sulcos e ravinas de pesqueno porte); média (vertentes com declividade 6 a 12% em substrato arenítico e vertentes com declividade 12 a 20% associadas a basaltos - predomínio de sulcos e ravinas de pesqueno porte); alta (vertentes com declividade 12 a 20% correspondentes à formação Franca ocorrência de ravinas e boçorocas de grande porte e vertentes com declividade superior a 20% em áreas de basaltos movimentos de massa); muito alta (cabeceiras de drenagem em declividades superiores a 20% - predomínio de boçorocas de grande porte). Quanto ao uso e ocupação do solo, além das categorias usualmente identificadas, tais como mata, reflorestamento, culturas e área urbana, destacam-se os diferentes tipos de uso do solo urbano (área urbana consolidada, caracterizada pela densidade de ocupação e infraestrutura instalada; área urbana em consolidação, com densidade de ocupação média e sem ou parcial infra-estrutura e área urbana parcelada, que corresponde a loteamentos em fase de implantação, sem infra-estrutura); além áreas de solo exposto, movimento de terra e disposição de resíduos. Para todos esses tipos de uso do solo foi atribuído o grau de indução aos processos, variando de baixo a muito a muito alto (assim como para a suscetibilidade). Assim, considerando as classes de suscetibilidade à erosão e o grau de indução dos tipos de uso e ocupação do solo, foi estabelecida uma matriz de cruzamento, objetivando a compartimentação das áreas de risco de erosão, as quais foram classificadas em muito baixa, baixa, média e alta.
5 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 5 CARTA DE RISCO DE EROSÃO Considerando que o comportamento dos terrenos frente à erosão resulta das características intrínsecas dos elementos do meio físico, onde a deflagração dos processos é determinada pelo tipo de uso do solo, pode-se dizer que uma área de baixa ou média suscetibilidade à erosão pode vir a desenvolver processos erosivos de grande magnitude se o uso nela estabelecido tiver uma alta capacidade de indução à erosão, tornando-a, assim, uma área de alto risco. As áreas de alta e muito alta suscetibilidade poderão ser consideradas de médio e baixo risco se o tipo de uso do solo oferecer certa proteção, diminuindo a indução aos processos erosivos. Assim, o uso e ocupação, como variável dinâmica, exerce papel importante na determinação das áreas de risco de erosão. Na medida em que ocorrem transformações na paisagem, ou seja, substituição de áreas com cobertura vegetal natural por atividades agrícolas e/ ou expansão de áreas urbanas, e que não há um planejamento adequado, os diferentes tipos de uso podem contribuir em diferentes níveis para o potencial de indução à erosão. Para cada classe de risco de erosão representada na Carta de Risco de Erosão estão descritos os seguintes aspectos: características gerais do meio físico, formas de uso do solo predominantes, processos erosivos e problemas associados e as recomendações para o planejamento urbano. Estas recomendações estão voltadas especialmente para o controle das feições erosivas instaladas e para evitar a deflagração de novos processos; estão baseadas em leis ambientais que servem de suporte para a orientação do planejamento e constituem instrumentos de fiscalização para a manutenção adequada do uso do solo urbano. O conjunto da paisagem do Planalto de Franca apresenta-se, em grande parte, favorável à ocupação, porém alguns cuidados especiais devem ser adotados para minimizar os problemas atualmente existentes, em decorrência dos processos erosivos, além de evitar o desenvolvimento de novas feições erosivas, especialmente em áreas classificadas como de alto risco de erosão. Segundo a Carta de Risco de Erosão (CANIL, K. 2000), as áreas de baixo e médio risco de erosão predominam nos setores de topo e terço médio das vertentes, enquanto as áreas de alto risco restringem-se às cabeceiras de drenagem, nas quais, em sua maioria, estão instaladas feições erosivas lineares de grande porte. A maior parte da área urbana ocupa os terrenos com média e baixa suscetibilidade à erosão, exceto algumas áreas de expansão, que se estendem para setores próximos às cabeceiras de drenagem e, portanto, como ainda constituem áreas com infra-estrutura deficiente (ineficiência do sistema de drenagem, falta de guias, sargetas, bocas-de-lobo, etc.), acabam se tornando vulneráveis à ocorrência dos processos erosivos. As diversas situações resultantes da interação das classes de suscetibilidade à erosão e tipos de uso do solo podem ser observadas nas FIGURAS 3 e 4. CONCLUSÕES A análise integrada dos condicionantes naturais e antrópicos responsáveis pela deflagração dos processos erosivos é fundamental para a indicação de áreas favoráveis e com restrições à ocupação. Por isso a investigação detalhada do meio físico, dos processos e dos tipos de usos que atuam diretamente no desenvolvimento da erosão, consequentemente provocando situações de degradação ambiental constituem a chave para a identificação das áreas de risco. A aplicação da metodologia de carta de risco de erosão, para as áreas urbana e periurbana do município de Franca, apresentou resultados importantes para a determinação de um plano de prevenção de erosão, o qual deve fazer parte do planejamento urbano do município, considerando o disciplinamento legal do uso e ocupação do solo, além da
6 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 6 elaboração de um código de obras específico para o controle da erosão e recuperação de áreas degradadas. Esta metodologia pode ser aplicada às áreas urbanas que apresentam problemas relativos à erosão, servindo como modelo de prevenção, podendo futuramente ser incorporado à legislação ambiental, especialmente voltada para a questão dos processos erosivos problema este que atinge grande parte dos municípios do Estado de São Paulo e muitas outras cidades brasileiras. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - IPT Subsídios técnicos para um Plano de controle de erosão para a área urbana do município de Franca, SP. São Paulo: IPT. (Parecer Técnico, 7 149). CANIL, K Processos erosivos e planejamento urbano: Carta de Risco de Erosão das áreas urbana e periurbana do município de Franca, SP. São Paulo. Dissertação (Mestrado) - Departamento de Geografia - FFLCH, Universidade de São Paulo. CERRI, L. E. da S., AMARAL, C. P Riscos geológicos. In: OLIVEIRA, A.M. dos S., BRITO, S. N. A. de (Eds.). Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE. cap. 18, p FREITAS, C.G.L. de Cartografia geotécnica de planejamento e gestão territorial: proposta teórica e metodológica. São Paulo, 238p. Tese (Doutorado) - Departamento de Geografia - FFLCH, Universidade de São Paulo. HELLMEISTER JUNIOR, Z Aspectos geológicos e principais recursos minerais da região de Franca-Pedregulho, nordeste do Estado de São Paulo. São Paulo. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Geociências, Universidade de São Paulo. RIDENTE JÚNIOR, J.L Prevenção de erosão urbana: Bacia do Córrego Limoeiro e Bacia do Córrego do Cedro, municípios de Presidente Prudente e Álvares Machado, SP. Rio Claro. 106p. Dissertação (Mestrado) - Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista. SALOMÃO, F. X. de T Processos erosivos lineares em Bauru (SP): regionalização cartográfica aplicada ao controle preventivo urbano e rural. São Paulo. 200 p. Tese (Doutorado) - Departamento de Geografia - FFLCH, Universidade de São Paulo. ZUQUETTE, L.V., NAKAZAWA, V.A Cartas de Geologia de Engenharia. In: OLIVEIRA, A.M. dos S., BRITO, S. N. A. de (Eds.). Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE. cap. 17, p
7 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 7 FIGURA 3 Áreas de Risco de erosão
8 Goiânia (GO), 03 a 06 de maio de 2001 Pag 8 ;FIGURA 4 - Perfil das classes de risco de erosão da sub-bacia Ribeirão do Salgado
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