SARNA SARCÓPTICA EM CÃES
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- Suzana Fidalgo Santana
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1 SARNA SARCÓPTICA EM CÃES FERRARI, Maria Luiza de Oliveira Pinto PRADO, Maysa de Oliveira SPIGOLON, Zenilda Acadêmicos da Associação Cultural e Educacional de Garça FAMED [email protected] PICCININ, Adriana Docente da Associação Cultural e Educacional de Garça-FAMED [email protected] RESUMO A sarna sarcóptica é uma dermatose parasitária causada por um ácaro designado por Sarcoptes scabiei. Este parasita externo tem expressão clínica em diversos animais domésticos: cão e gato, roedores e coelhos, equinos, ovinos (onde é apelidada de "ronha"), caprinos e bovinos. É uma parasitose altamente contagiosa entre animais e pode inclusivamente afectar o Homem. O contágio dá-se por exposição ao ácaro, isto é, contacto directo com animais afectados, com instrumentos de higiene ou mesmo com os locais onde existem animais afectados. O ácaro pode resistir alguns dias fora do hospedeiro no meio ambiente. Palavras chave: cães, sarna sarcóptica ABSTRACT The sarcoptica scabies is a parasitic dermatosis caused by a mite assigned for Sarcoptes scabiei. This external parasite has clinical expression in diverse domestic animals: goat and bovine dog and cat, rodents and rabbits, equinos, ovinos (where it is nicknamed ronha ). It is a highly contagious parasatism between animals and can inclusively afectar the Man. I infect of - for exposition the mite, that is, direct contact with afectados animals,
2 instruments of same hygiene or with the places where they exist animal afectados. The mite can resist some days is of the host in the environment. Keywords: dogs, sarcoptica scabies 1. INTRODUÇÃO O parasita localiza-se na pele dos animais e gera uma dermatite muito pruriginosa e generalizada. O animal apresenta-se, na maioria dos casos, com pequenas crostas hemorrágicas e perda da pelagem nas regiões ventral, axilar, codilhos e curvilhões (correspondem aos cotovelos e calcanhares dos humanos) e no focinho, mas o quadro clínico pode ser mais abrangente. A dermatite é acompanhada invariavelmente por produção exagerada de gordura, dando um aspecto e odôr "rançoso" ao animal. O prurido intenso pode mascarar as lesões primárias com o aparecimento de feridas provocadas pelo coçar ou mordiscar. O cão é sem dúvida o animal de companhia mais atingido, especialmente se trata de um cão vadio ou em canis de recolha de cães abandonados. O gato só raramente é infectado. O diagnóstico da doença de pele faz-se pelo aspecto clínico do animal junto com a confirmação da presença do ácaro na pele por um exame (raspagem de pele e observação ao microscópio). Muitas vezes, e apesar do animal ser portador, o ácaro não é encontrado no exame referido. Este fato não deve ser suficiente para excluir esta doença dos diagnósticos possíveis. A resposta positiva à medicação acaricida (destinada a destruir os ácaros) é também diagnóstica. O aparecimento simultâneo de vários animais com o mesmo problema ajuda a limitar as possibilidades de diagnóstico. Outras dermatoses parasitárias ou alérgicas devem incluir-se no diagnóstico diferencial.o tratamento consiste na medicação acaricida associada a medicação sintomática segundo necessário, (antibioterapia, terapia do prurido, banhos anti-sépticos, suplementos nutricionais específicos...). A medicação acaricida pode ser administrada sob a forma injetável (sempre pelo médico veterinário) assistente, em banhos medicamentosos ou por via oral. Na minha prática clínica o
3 tratamento injetável tem tido uma eficácia de 100%, desde que acompanhada de tratamento sintomático adequado. As melhorias no aspecto do animal são visíveis poucos dias após o início do tratamento e, em regra, a cura completa pode ser conseguida em duas semanas de tratamento. Casos graves ou crônicos podem demorar mais tempo, não pela ineficácia da medicação acaricida, mas pela dificuldade em reverter às alterações que se vão produzindo na pele do animal (seborréia oleosa, hiperqueratose, hiperpigmentação, ou seja, pele espessa, escura e gordurosa). O isolamento dos animais infectados deve ser escrupulosamente seguido bem como os cuidados de proteção (luvas, roupa descartável...) ao realizar o tratamento, pelo risco de contágio fácil desta doença de pele. O ambiente contaminado por ácaros deve ser higienizado e tratado com um produto acaricida. Todos os animais co-habitantes devem ser tratados simultaneamente. O objetivo desse trabalho foi descrever a sarna sarcóptica em cães. 2. DESENVOLVIMENTO A sarna sarcóptica é uma dermatose papulocrustosa e intensamente pruriginosa dos cães, causada pelo acaro epidérmico Sarcoptes sacbiei embora ele seja razoavelmente hospedeiro - especifico, o ácaro pode afetar gatos, raposas e o homem por períodos variáveis de tempo. O ácaro adulto é microscópico, possui uma forma grosseiramente circular e se caracteriza por dois pares de pernas curtas craniais (que portam longas hastes não-articuladas com ventosas) e dois pares de pernas rudimentares caudais, que não se estendem além da borda do corpo. O parasita completa o seu ciclo vital (ovo - larva - ninfa - adulto) em 17 a 21 dias nos túneis do estrato córneo.a sarna sarcóptica é altamente contagiosa e é primariamente transmitida através do contato direto, mas os instrumentos de higiene e os canis podem albergar os ácaros, (BIRCHARD, 1998).
4 Tratar com escabicida os cães acometidos e todos aqueles que tiveram contato. O tratamento tradicional consiste em banhar os cães com um xampu anti-seborréico para remover crostas, seguido pela aplicação de um escabicida tópico, por todo o corpo, em intervalos de 7 dias durante, no mínimo, 5 semanas. Os produtos tópicos eficazes incluem: Solução de sulfeto de cálcio 2% a 3% organoclorados, (HCL, bromocicleno). Organofosforados (malation, fosmet, mercaptometil ftalimida), (MEDLEAU, 2003). Ivermetica usar com extremo cuidado em collies, Shetland, Sheepdogs, Australian Shepherds e seus mestiços; é mais provável ocorrer intoxicação em cães de raças do tipo pastor. Em virtude de reação de hipersensibilidade, pode levar até 4-6 semanas para que desapareçam o prurido intenso e os sinais clínicos. Tratamentos tópicos tendem a falhar, pela aplicação incompleta da solução de tratamento. Pode ocorrer reinfeicção se o contato com cães infectados continuar. Considerar sempre sarna sarcóptica como uma possível causa de prurido em cães alérgicos que deixam de responder á terapia esteróide. Aproximadamente 30% dos cães com infestação por sarcoptes também reagirão a antígenos da poeira doméstica. Pessoas que entram em contato íntimo com um cão afetado podem desenvolver erupção cutânea papular pruriginosa nos braços, peito ou abdômen, lesões em seres humanos geralmente são transitórias, e deverão sarar espontaneamente depois que os animal afetado tiver sido tratado; se as lesões persistirem, os clientes deverão consultar um dermatologista, (RHODES, 2005). 3. CONCLUSÃO O isolamento dos animais infectados deve ser escrupulosamente seguido bem como os cuidados de proteção, (luvas, roupa descartável...) ao realizar o tratamento, pelo risco de contágio fácil desta doença de pele. O ambiente contaminado por ácaros deve ser higienizado e tratado com um
5 produto acaricida. Todos os animais co-habitantes devem ser tratados simultaneamente. 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BICHARD, J. Clínica de pequenos animais, p.9, p.335, p MEDLEAU, L. Dermatologia de pequenos animais. São Paulo, p RHODES, K. H. Dermatologia de pequenos animais consulta em cinco minutos, São Paulo, p , p
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