MANEJO PARA PRODUÇÃO DE CELULOSE
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- Ruth Almada Canedo
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1 MANEJO PARA PRODUÇÃO DE CELULOSE Reunião de Integração e Atualização Técnica em Floresta Plantada
2 Veracel Celulose SA
3 Principais Números INVESTIMENTO TOTAL (Fábrica, Florestal, Infraestrutura): US$ 1.2 bilhões (US$ 860 milhões na fábrica) ACIONISTAS: 50% e 50% PRODUÇÃO: 900,000 tons/ano de polpa branqueada de eucalipto EMPREGOS DIRETOS (Fábrica, florestal, corporativo): (800 próprios, terceiros) Meta: (sob condições normais de operação)
4 Projeto Integrado Floresta Fábrica Terminal Marítimo de Belmonte
5 Site e cidades vizinhas: Belmonte Eunápolis Guaratinga Itabela Itagimirim Itapebi Porto Seguro Santa Cruz Cabrália Canavieiras Mascote População ão: (IBGE 2004) Local A fábrica está situada nos municípios de Eunápolis e Belmonte no sul da Bahia, ocupando uma área total de m² m ( m² m de área construída da)
6 Produção de ton/ano de celulose branqueada de madeira de alta qualidade; Produto-celulose ECF de alta densidade / alto brilho; US$ 860 milhões de investimento dentro-da-cerca, US$ 26 milhões em infraestrutura e US$ 56 milhões em novos plantios; US$ 300 milhões previamente investidos em florestas, infraestrutura, incluindo terminal especializado de barcaças. Fábrica
7 Transporte Celulose Terminal Marítimo de Belmonte O Terminal Marítimo de Belmonte está situado a 60 km da fábrica. Cada barcaça carrega tons cada, equivalente à carga de 180 caminhões. A celulose é transferida da fábrica para o Terminal Marítimo de Belmonte e segue em barcaças para Portocel.
8 Plantações da Veracel (Dez/05) Área Plantada 43% Área Disponível 3% Preservação Permanente e Reserva Legal 45% Infra-estrutura 5% Programa Produtor Florestal: Área plantada: ha Estação Veracruz (RPPN) 4% Área total: ha Áreas com plantios de eucaliptos: ha Área disponível para plantio: ha Áreas Protegidas de Mata Atlântica: ha Infraestructura: ha
9 Produtividade Florestal Precipitação média: mm / ano Distribuição: 11 dias / Mês Baixa amplitude térmica Temperatura média anual: 23 C Solos profundos Produtividade (1º corte): 56,0 m³cc/ha/ano 13,4 tsa/ha/ano
10 Propriedades Importantes da Madeira para a Qualidade da Celulose
11 FONTES DE FIBRA
12 MADEIRA DE FOLHOSAS
13 ELEMENTOS ANATÔMICOS DA MADEIRA DE FOLHOSAS FIBRAS VASOS Vasos - 15 a 30% Fibras - 45 a 70% Parênquima - 5 a 30% PARENQUIMA
14 COMPOSIÇÃO QUÍMICA MADEIRA DE FOLHOSAS MADEIRA COMPONENTES ESTRANHOS COMPONENTES DA PAREDE CELULAR EXTRATIVOS MINERAIS LIGNINA CARBOIDRATOS RESINA CERA GORDURA AÇUCAR TANINO NOTA: Carboidratos e lignina: PAREDE CELULAR Extrativos: CASCA, CERNE e CÉLULAS DE PARÊNQUIMA CELULOSE HEMICELULOSES
15 COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA MADEIRA DE FOLHOSAS CELULOSE % HEMICELULOSE % LIGNINA % EXTRATIVOS % CINZAS < 0,5 %
16 PARÂMETROS DE QUALIDADE DA MADEIRA, QUE INFLUENCIAM A QUALIDADE DA CELULOSE hdensidade da madeira (kg/m³) hteor de hemicelulose, celulose, lignina e extrativos (%) hfreqüência/dimensões de fibras e vasos (% - mm)
17 Manejo da Plantação Florestal
18 AREAS ENVOLVIDAS Geração/Seleção do Material Genético Solos e Nutrição Práticas Culturais Matocompetição Proteção Florestal
19 GERAÇÃO/SELEÇÃO DO MATERIALGENÉTICO Análise estatística e genética: SELEGEN - REML/BLUP (por exemplo) Idade: 2 ou 3 anos Parâmetros: Volume (IMA) Forma; % casca; copa; resistência a doenças/pragas Densidade básica Rendimento de Celulose Índices Físico-mecânicos e óticos da polpa; nº fibras/g; teor de pentosanas; dimensões de fibras
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21 SOLOS E NUTRIÇÃO Classificação e mapeamento de solos. Monitoramento e dinâmica da matéria orgânica. Monitoramento da fertilidade dos solos e nutrição dos plantios. Impacto das operações mecanizadas sobre o solo. Preparo do solo
22 Classificação e Mapeamento de solos Impacto das máquinas sobre o solo Monitoramento da Nutrição e Fertilidade do solo
23 PRÁTICAS CULTURAIS Espaçamento Paisagem mosaico Manejo de plantas daninhas Plantio multiclonal
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25 MATOCOMPETIÇÃO Monitoramento Quantitativo e Qualitativo de Plantas Daninhas Tecnologia da Aplicação de Herbicidas
26 Tecnologia de aplicação de herbicidas
27 PROTEÇÃO FLORESTAL Monitoramento de formigas cortadeiras, pragas esporádicas e doenças, nas plantações Monitoramento de pragas e doenças em viveiro Controle biológico e alternativo ao químico como prioridade Controle químico com produtos de baixo impacto, se necessário
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29 OUTROS Modelagem ecofisiológica. Monitoramento climático e balanço hídrico Monitoramento Quantitativo e Qualitativo
30 FOTOS Modelagem Ecofisiológica Monitoramento climatológico Monitamento de microbacias hidrográficas
31 OBRIGADO! Sezar Augusto Santos Costa Supervisor Florestal Veracel Celulose S/A
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