Curvas de Queda do ph
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- Rachel Gama Sá
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1 Universidade de São Paulo Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos ZAZ 0073 Avaliação de Caraças e Qualidade de Carne Estresse e Manejo Pré-abate na Qualidade da Carne Thays Mayra da Cunha Leme Abril de 2011 ESTRESSE Soma dos mecanismos de defesa do organismo em resposta ao um estímulo provocado por um agente estressor Glicólise Acúmulo de ácido láctico Prejudica a Queda do ph Rápida desnaturação protéica Rápido estabelecimento do rigor mortis Curvas de Queda do ph Estresse Estresse Psicológico Alterações no manejo (Formação de lotes) Manipulação Embarque e Desembarque Transporte Espera no frigorífico Estressor Estresse Síndrome da Adaptação Geral SAG (Selye, 1946) 2. Resistência O organismo tenta reparar os danos causados reduzindo os níveis hormonais 1. Reação de Alarme A resposta fisiológica tem a função de preparar o organismo para a ação que pode ser de luta ou fuga 3. Exaustão Falhas do mecanismo de adaptação Doença 1
2 Sistema Hipotálamo-Pituitária-Adrenal HORMÔNIOS DA GLÂNDULA ADRENAL CRH Hormônio liberador corticotropina ACTH hormônio Adrenocorticotrófico HORMÔNIOS DA GLÂNDULA ADRENAL As Adrenais são órgãos endócrinos muito complexos que apresentam a seguinte divisão histo-fisiológica: ALDOSTERONA CORTISOL ANDRÓGENOS ADRENALINA NORADRENALINA Angélica S.C.Pereira - Aula 1 EFEITOS METABÓLICOS DA ADRENALINA Integração neurobiológica do estresse AUMENTO GLICOGENÓLISE AUMENTO GLICONEOGÊNESE AUMENTO DA LIPÓLISE AUMENTA SECREÇÃO DE GLUCAGON DIMUNUI SECREÇÃO INSULINA NO EXERCÍCIO: Todos estes efeitos visam PREVENIR HIPOGLICEMIA ou RESTAURAR os níveis plasmáticos da GLICOSE * Uso do estoque de glicogênio muscular * Eficiente uso do Lactato para Gliconeogênese * Fornece Ác.Graxos livres como fonte alternativa de combustível. O sistema nervoso central, endócrino e imune respondem ao estresse de uma maneira coordenada e alteram o comportamento animal 2
3 Estresse e Função Imune Manejo Pré-Abate Função Imune 100% Fonte: Merson (2001). Início Prolongado Crônico Duração do Estressor Embarque na propriedade Transporte Desembarque no frigorífico Curral Chuveiro Seringa Box de Insensibilização Sangria Manejo Convencional Lida Agressiva Manejo convencional tradicionalmente agressivo Conseqüências no bem-estar e futuros manejos bem-estar produtividade qualidade lucratividade Fonte: SCIENTIFIC COMMITTEE ON ANIMAL HEALTH AND ANIMAL WELFARE (2001) MANEJO RACIONAL Manejo Racional Baseado nos princípios comportamentais e na biologia dos animais Objetivos: Menor estresse Otimização das atividades Maior segurança Ganhos em eficiência Maior qualidade de carne no pré-abate Acesso a mercados mais exigentes Visão dicromática ou visão de duas cores, alguns animais como os bovinos enxergam melhor a cor verde-amarelada e o roxo-azulado. Cuidado com essas cores!!!! No ambiente em que o animal é manejado, pois são cores de alto contraste para os bovinos. COSTA (2002) 3
4 Animais temem sombras Manejo Racional Posicionamento dos manejadores Fonte: Adaptado de Grandin, (1963). Fonte: Treinamento da Mão de Obra Atividade de alto risco Acidentes de trabalho Medidas preventivas Treinamentos Equipamentos adequados Conscientização 4
5 Seleção de Animais Coeficientes de herdabilidade para "temperamento" em algumas raças de bovinos Atividades de rotina Estressante Seleção por temperamento Temperamento é o conjunto de comportamentos dos animais em relação ao homem, geralmente atribuídos ao medo. FORDYCE et al. (1982) citado por PARANHOS DA COSTA et al. (2002) Fonte: Paranhos et a. (2002) ESTUDOS Animais a pasto agressivos com menores GDP BARBOSA SILVEIRA et al. (2006) Reatividade pode estar relacionada a menor eficácia de vacinas OLIPHINT (2006); OLIPHINT et al. (2006) Temperamento nervoso alterações no ph da carcaça FORDYCE; DODT; WHITES (1988) Animais mais reativos apresentam piores desempenhos VOISINET et al. (1997) Animais Temperamento (genética:raça e indivíduo) Memória (1 a o mais positiva possível, adaptar os animais desde jovens) Visão de bovinos (distância dos objetos, além de cores, sombras e raios de sol) Sons (moderados e contínuos podem ser tranqüilizantes) Planejamento das Instalações Manejo Racional 5
6 Seleção de animais Manejo Racional Treinamento de mão-de-obra MANEJO RACIONAL Planejamento de instalações Embarque Lateral fechada Piso antiderrapante Sem degrau Sem espaço entre o caminhão e o embarcadouro Ângulo da Rampa até 20 Estresse no Transporte Jejum e carência de água Mistura de animais Barulho e Vibração Densidade Temperatura elevada e grandes distâncias Choques elétricos Máximo 60v Efeitos do transporte Perda de peso 0,75% do peso inicial por dia devido ao jejum 3-11% do PV nas primeiras 24h juntamente com transporte Perda de peso na carcaça de 1-8% após 48h de jejum+transporte Mortalidade Fonte: Grandin, (1988). 6
7 Minimizando os problemas com o transporte Efeitos do transporte Evitar horas mais quentes do dia Ansiosos e agitados, defecam e urinam constantemente. Manejo cuidadoso [cortisol] e freqüência de urina Transporte rápido Caminhões e embarcadouros adequados Após 15h pode ocorrer fadiga muscular Eletrólitos e Vitaminas Estudo Manejo pré-abate: embarque de animais em 4 fazendas, com 12 caminhões, manejo nos currais do frigorífico. Problemas: Agressão direta Alta densidade social pelo manejo inadequado Instalações inadequadas Transporte inadequado (veículos e estradas) Animais agitados Soluções: IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE!!! ++ = Intervalo??? 7
8 Abate humanitário e Bem-estar Animal Conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantem o bem-estar dos animais desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico Abate humanitário e Bem-estar Animal Aspecto ético/moral Evitar o sofrimento inútil daqueles que serão submetidos ao sacrifício Aspecto econômico Perdas devido a problemas de qualidade Aspecto social (marketing) Percepção da sociedade sobre maus tratos aos animais Roça, 2002 Abate humanitário e Bem-estar Animal Inicialmente considerado uma operação de baixo nível tecnológico e científico Observou-se que os eventos que se sucedem desde a propriedade rural até o abate do animal tinham grande influência na qualidade final da carne Responsabilidade de toda a cadeia! Critérios para um bom método de abate Os animais não devem ser tratados com crueldade Os animais não podem ser estressados desnecessariamente A sangria deve ser o mais rápida e eficiente possível As contusões na carcaça devem ser mínimas O método de abate deve ser higiênico, econômico e seguro para os operadores Roça, 2002 Procedimentos de Abate Cada país deve estabelecer regulamentos com o objetivo de garantir condições para a proteção humanitária a diferentes espécies Brasil RIISPOA (até 2000) Instrução Normativa Nº 3 (janeiro 2000) Regulamento técnico de métodos de insensibilização para o abate humanitário de animais de açougue Instrução Normativa Nº 3 (Janeiro 2000) Animais Recepção Descanso Movimentação Sangria Construções Instalações Equipamentos Todos estabelecimentos industriais que realizam o abate de animais de açougue 8
9 Desembarque e Espera Desembarque Instalações adequadas para o desembarque rápido dos animais Currais com livre acesso a água limpa e abundante Se permanecerem por mais de 24h devem ser alimentados Descanso, jejum e dieta hídrica 24h (Mínimo 6h Transporte menor que 2h) Curral de espera Jejum Redução do conteúdo gástrico Facilita evisceração Reduz contaminação carcaça Dieta hídrica Facilita a esfola, pois aumenta a quantidade de água no tecido subcutâneo Favorece a sangria maior pressão sanguínea nos vasos Curral de espera - Inspeção ante-mortem Verificar documentação Identificar o estado higiênico-sanitário dos animais Identificar e isolar animais doentes ou suspeitos, antes do abate Verificar condições higiênico-sanitárias dos currais e anexos Curral de espera Curral de Espera Suínos 0.6m 2 /100kg 2 4 horas Máximo de 18 horas Bovinos 2,5m 2 /450kg horas Máximo de 24 horas Água e Sombra Nunca Misturar Lotes 9
10 Box de Insensibilização Box de Insensibilização Insensibilização Visa tornar o animal inconsciente Melhor sangria e manejo do animal Maior segurança para os operários Depende do método utilizado, manutenção adequada do equipamento e cuidados durante o uso Insensibilização Animal vivo funções vitais normais Se a sangria for realizada até 3 minutos após a insensibilização não há comprometimento na eficiência da sangria ou aparência e qualidade microbiológica da carne Métodos de insensibilização IN Nº 3 1. Métodos mecânicos Métodos de insensibilização IN Nº 3 Percursivo Penetrativo Pistola com dardo cativo acionado por ar comprimido ou cartucho de explosão Velocidade dardo Pneumáticas velocidade 55 m/s e força de 8 a 12 kg/cm 2 Cartuchos de explosão a 300 m/s e força de 50kg/cm 2 Causa injúria cerebral pelo aumento da pressão interna e pelo efeito dilacerante do dardo Considerado o mais eficiente e humano para insensibilização do bovinos, equinos e ovinos 10
11 Métodos de insensibilização Dardo cativo penetrante Métodos de insensibilização IN Nº 3 Percursivo Não-Penetrativo Pistola de dardos de percussão, causam concussão com o impacto, sem a penetração do dardo no crânio do animal Não é permitido o uso de marreta Causa uma lesão encefálica ou injúrias cerebrais difusas, provocada pelo impacto súbito e alteração na pressão intracraniana, promovendo perda de coordenação motora mas mantém a atividade cardíaca e respiratória Insensibilização Dardo cativo não-penetrante Insensibilização Percursivo Penetrativo Percursivo Não-Penetrativo Insensibilização Dardo cativo penetrante x não-penetrante Penetrante Mais eficiente Provoca lesão do tecido do SNC Pode disseminar a E.E.B. Dardo não-penetrante também pode causar contaminação 11
12 Insensibilização Efetiva Queda imediata do animal, com as pernas flexionadas Respiração rítmica ausente Espasmos musculares nas pernas e nos músculos da região traseira Expressão fixa e vidrada, com nenhum reflexo no globo ocular Língua para fora Métodos de insensibilização IN Nº 3 2. Método elétrico (Eletronarcose) Uso da Corrente elétrica de Alta voltagem e Baixa amperagem que atravessa o cérebro Leva ao estado epiléptico Inconsciência instantânea e indolor ao animal Mais utilizada em aves, suínos, caprinos e ovinos Nenhuma vocalização Eletronarcose Espécie Corrente Elétrica para Diferentes Espécies Corrente mínima Suínos 1,3A Ovinos 0,50A Coelhos 140mA Bovinos 1,0 a 3,0A Aves 120mA Ponto crítico da técnica Insensibilização incorreta será dolorosa ao animal Métodos de Insensibilização por Eletronarcose Disposição dos eletrodos A Inconsciência temporária (epilepsia); B e C Epilepsia e Parada cardíaca 12
13 1. Fase tônica (~10s) Insensibilização Corpo tenso e rígido Pescoço contraído Sem reflexo corneal Não há respiração rítmica Sem reflexo a dor 2. Fase clônica (~30s) Insensibilização Movimentos involuntários (pedalar ou coices) Globo ocular movendo-se para cima e para baixo Animal pode urinar e defecar Pode culminar com o retorno da consciência do animal Tempo da Eletronarcose Convulsão Hemorragias musculares (Salpicamento) Aceleração da taxa de metabolismo inicial postmortem Quebra de ossos Riscos aos operador Sangria mais rápida possível (fase tônica); 5 a 15s após a eletronarcose Retorno consciência (60s sem parada cardíaca) Desvantagens da Eletronarcose Correntes excessivas em alguns animais Risco ao operador Pode matar o animal (aceitável do ponto de vista humanitário) Aumento da incidência de PSE Salpicamento da carne Fraturas dos ossos Alto custo Eletrocussão Eletronarcose em suínos Com parada cardíaca Sofre menos convulsões Facilita o manuseio Exige o uso de esteiras retentoras, em forma de V ou com apoio central para evitar que o animal caia antes de completar a insensibilização 13
14 Principais Vantagens da Eletrocussão Riscos menores do animal recobrar a consciência quando a sangria não é bem feita Não é essencial que se corte ambas as artérias carótidas em ovinos ou o tronco braquiocéfalo em suínos e bovinos, para garantir abate humano Convulsões físicas são menos frequentes, reduzindo o risco de contusões e hemorragias musculares (salpicamento) Eletronarcose em aves Eletronarcose em aves Insensibilizadores elétricos em banho de imersão Tanques com água ou salmoura Cabeças das aves são mergulhadas ---- Mínimo de 3s Corrente elétrica passa pelo corpo da ave Problemas com aves de diferentes tamanhos Fraturas ósseas e hemorragias Voltagens elevadas Hemorragias nas asas, coloração roxa da pele, depenagem difícil, ossos quebrados (especialmente no peito) e manchas de sangue ou coágulos nos músculos do peito Eletronarcose em aves Métodos de insensibilização IN Nº 3 3. Método de Atmosfera Controlada Animal entra em um ambiente fechado contendo gás anestésico ou mistura anóxica (baixo teor de O 2 ) Animais de pequeno e médio porte, como suínos, ovinos e aves Difícil aplicação em bovinos Custo, dificuldade de manutenção dos níveis de CO 2 e morosidade do processo 14
15 Atmosfera Controlada Insensibilização em três fases: Analgésica caracterizada pela inalação do gás CO 2 e dura de 14 a 20 segundos De Excitação são observados movimentos bruscos de contração e mais raramente alguma vocalização 6 a 8 segundos De anestesia em que o animal entra em estado de completa inconsciência, sendo insensível à dor Atmosfera Controlada CO 2 Propriedades narcóticas (causa redução do ph do fluído cérebro-espinhal do animal) Gás denso fácil contensão Gás natural não deixa resíduo na carne Inconsciência não é alcançada instantaneamente Bem-estar animal? Anoxia e Mistura de Gases 90% de gás argônio ou outro gás inerte 8% de N 2% O 2 Processo suave de inconsciência Atmosfera Controlada Suínos CO 2 não tem sido problemas para suínos Concentrações entre 80 e 90% resultam insensibilização rápida, com menor atividade física e menos problemas de PSE Variação entre raças 60 a 70s de exposição a uma mistura de 80 a 90% de CO 2 Sangria 60s após a insensibilização Túneis de insensibilização por CO 2 Insensibilização por diferentes métodos Características Qualitativas Hemorragias no lombo (g) Fraturas de osso (%) Eletronarcose (300V) CO ,2 0 PSE (%) 19 4 DFD (%) 6 6 Fonte: Adaptado de Gregory,
16 Atmosfera Controlada Aves Anoxia e Mistura de gás Argônio-CO 2 Tempo para atingir a inconsciência é 29s (Anoxia) e 12s (Argônio-CO 2 ) Tempo de retorno da consciência 15s (Anoxia) e 26s (45% CO 2 ) Vantagens da Atmosfera Controlada em Aves Reduz as contrações musculares se comparada ao atordoamento elétrico Redução contusões e hemorragias Insensibilização em gaiolas Reduz estresse da pendura Diminui problemas de contusões e fraturas nas asas, peito e coxas Melhora da qualidade Insensibilização por CO 2 - Aves Efeito do Método de Insensibilização sobre a Qualidade da Carne de Aves Características de qualidade 30% de CO 2 e 50% Ar Frangos Eletronarcose (120mA/ave) 30% de CO 2 e 60% Ar em ar Perus Eletronarcose (120mA/ave) Hermorragias, % Ponta das asas ,5 3,2 Asas 8 6 5,1 19,3 Junção asa-peito ,5 1,8 Peito ,4 59,2 Fraturas, % Ossos do peito 8 32 Uso dos diferentes Métodos de Insensibilização nas diferentes espécies Sangria Espécies Eletronarcose Método de insensibilização Dardo Penetrativo Dardo de percussão Bovinos * *** * Equinos *** * Atmosfera controlada Suínos *** * ** Caprinos/ Ovinos *** * * Aves *** ** Cortar o fornecimento de sangue para o cérebro, causando a morte Sangue é um excelente meio e cultura para proliferação de microorganismos patogênicos Maior problema sobre a questão sensorial (aparência, sabor) 16
17 Sangria Sangrar a carcaça por no Mínimo 3 minutos Os batimentos cardíacos favorecem a sangria Animais com parada cardíaca drenam a mesma quantidade de sangue que aqueles que não sofreram parada cardíaca, desde que a sangria seja feita dentro de 3min. após a insensibilização Tanto as artérias carótidas quanto as veias jugulares (tronco braquiocefálico) devem ser completamente cortadas para uma sangria adequada Abates Religiosos Shechita Pessoas de fé Judaica Carne Kasher Halal Pessoas de fé Islâmica Jhatka Decaptação do animal Devotos do Siquismo Angélica S.C.Pereira - Aula 1 Schechita = Matar É o ritual de abate para a obtenção da carne Casher Utilizado para designar alimentos preparados de acordo com as leis judaicas de alimentação (kashrut); Realizado por um judeu chamado Schochet, treinado por longos anos nas leis judaicas de alimentação Cada seção de schechita é precedida de UMA prece especial Não são considerados Casher a carne suína, o camarão, a lagosta e os frutos do mar 17
18 Schechita Degola do animal ainda vivo, conferindo uma rápida inconsciência e insensibilidade Corte das artérias carótidas e veias jugulares, sem atingir as vértebras cervicais A faca (chalaf) utilizada no ritual tem quase meio metro de comprimento e deve estar sempre afiada, sendo examinada após cada execução Schechita 95% dos Animais Inconscientes em no Máximo 2s Não causando dor ao animal Método Mais Humanitários de abate Depende da Habilidade do Schochet; Corte mal feito mantém o reflexo por até 30s após o corte Schechita Problema de contenção do animal Degola do animal pendurado vivo Instalações de contenção apropriadas Halal = Permetido Regras de alimentação descritas em livros sagrados (Qur na e Sunnah) Somente alimentos Halal tem seu consumo permitido pelos muçulmanos Também não consomem carne de suínos e sangue ou seus subprodutos Halal Supervisor Muçulmano treinado, estudioso e praticante das leis islâmicas O animal não pode ver a faca antes de ser abatido ou outro animal ser sacrificado Animal deve estar com a face voltada para Meca e ser abençoado em nome de Allah por um Muçulmano religioso presente A bênção deve ser proferida para CADA animal antes do seu sacrifício Deve ser reversível Insensibilização Halal Concussão por Dardo Não-penetrante ou Eletronarcose sem parada cardíaca Abate de aves pode ser realizado pela degola mecânica após sua insensibilização Presença de um religioso muçulmano durante o processo abençoando as aves sacrificadas 18
19 Impacto econômico Bliska (1997) - Problemas que comprometem a qualidade final da carne, relacionados principalmente com estresse pré-abate Zanella (1995) - A indústria de carne brasileira, perde cerca de 400 milhões ao ano durante o manejo pré-abate Impacto econômico "Livestock Conservation Institute" dos EUA estimou perdas de U$ 520 milhões anuais devido a enfermidades relacionadas a estresse Ao mensurar a maciez, registrou-se 40% de carnes mais duras em animais de alta reatividade Resultados da adoção do manejo racional. Redução na % de carcaças desclassificadas por contusão no programa Carrefour - MS O bem-estar estar animal é uma responsabilidade humana e em particular da nossa profissão!!! Fonte: Paranhos, (2002). [email protected] 19
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