Plano de Ação
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- Ana do Carmo Barbosa Galindo
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Transcrição
1 Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo ACES de Lisboa Ocidental e Oeiras Plano de Ação Linda-a-Velha, 2014
2 Aprovado em Conselho Geral a Ratificado pelo Conselho Técnico a Linda-a-Velha, Abril de 2014 Revisão prevista em 2015
3 Unidade de Saúde Familiar Jardim dos Plátanos Largo Prof. Fernando da Fonseca, nº 10 1º Piso Linda-a-Velha Telefone: Fax: 0 [email protected] Coordenador Luís Nobre Telemóvel: [email protected] Equipa Adélia Martins Ana Andreia Matos Ana Gomes Ana Paula António Carla Gonçalves Catarina Barreto Eduarda Sousa Gertrudes Romeiro Isabel Estrela Júlio Crespo Silva Luís Nobre Madalena Vieira da Costa Natalina Francisco Natividade Sousa Paula Baptista Pedro Baptista Raquel Ascenção Rute Fidalgo Sónia Alves Vanessa Vieira
4 Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, Mas não esqueço de que minha vida É a maior empresa do mundo E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e Se tornar um autor da própria história É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar Um oásis no recôndito da sua alma É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um Não!!! É ter segurança para receber uma crítica, Mesmo que injusta Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo Fernando Pessoa
5 Glossário de abreviaturas ACES - Agrupamentos de Centros de Saúde DGS - Direção Geral da Saúde DIU - Dispositivo Intrauterino DM - Diabetes mellitus DM2 - Diabetes mellitus tipo 2 ECD - Exames Complementares de Diagnóstico EIO - Equipa Integrada de Orientadores H - Hora HgbA1c - Hemoglobina Glicada HSFX - Hospital São Francisco Xavier IMC - Índice Massa Corporal IST - Infeções Sexualmente Transmissíveis IVG - Interrupção Voluntária da Gravidez MIF - Mulheres em idade fértil MIM@UF - Módulo de Informação e Monitorização das Unidades Funcionais MCDT - Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica OMS - Organização Mundial de Saúde PA - Pressão Arterial PF - Planeamento Familiar PNV - Plano Nacional de Vacinação PSOF - Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes SAM - Sistema de Apoio ao Médico SAPE - Sistema de Apoio à Prática de Enfermagem SI - Saúde Infantil SINUS - Sistema de Gestão de Utentes dos Centros de Saúde SM - Saúde Materna SMS - Serviço de Mensagens Curtas (Short Message Service) SNS - Serviço Nacional de Saúde UCF-HSFX - Unidade Coordenadora Funcional do Hospital São Francisco Xavier UCSP - Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados USF - Unidade de Saúde Familiar USFJP - Unidade de Saúde Familiar Jardim dos Plátanos
6 Índice 1. Introdução Caraterização da área de influência e dos utentes inscritos Carteira básica de serviços Programa de saúde da mulher Planeamento familiar e cuidados pré-concecionais Saúde Materna Rastreio oncológico feminino Programa de saúde infantil e juvenil Programa de saúde do adulto e do idoso Saúde do adulto e do idoso Rastreio oncológico colo retal Hipertensão Arterial Diabetes Mellitus Programa de cuidados de saúde domiciliários Programa de cuidados de enfermagem Programa de vacinação Custos com medicamentos e meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) Programa de Desenvolvimento Profissional e Formação Contínua Compromisso da USF como entidade formadora Atividades de formação interna Programa de atividades de investigação Indicadores e metas (síntese) Carga horária (síntese) Bibliografia Assinatura dos Profissionais... 44
7 1. Introdução Os profissionais da Unidade de Saúde Familiar Jardim dos Plátanos (USFJP) estão conscientes da importância do planeamento das atividades por todos os intervenientes envolvidos e estão empenhados na prestação de um serviço de qualidade. O grupo espera melhorar a disponibilidade, acessibilidade, produtividade, efetividade, eficiência, qualidade técnico-científica e o grau de satisfação de utentes e profissionais, com vista à garantia e melhoria dos cuidados de saúde prestados à população inscrita. Assim, propomo-nos seguir os utentes nas diferentes fases da vida, aumentando o grau de conhecimento, responsabilização e autonomia acerca da saúde do próprio, facilitando o acesso aos cuidados de saúde de forma responsável e correta. Como extensão destes objetivos, almejamos o cumprimento das carteiras de serviços contratualizadas. É, também, nossa ambição potenciar as aptidões e competências de cada grupo profissional, e de cada um dos elementos de forma individual, contribuindo para o estabelecimento de relações interpessoais e profissionais estáveis. O conteúdo do presente Plano de Ação reflete as atividades a serem desenvolvidas ao longo do triénio ( ) pela equipa da USFJP. Servirá como como um instrumento de trabalho, englobando atividades clínicas e formativas. A elaboração deste Plano de Ação baseou-se na avaliação, efetuada pela equipa, das necessidades de saúde e no Plano de Atividades do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lisboa Ocidental e Oeiras, onde a USFJP se insere, particularmente no que respeita à identificação de programas prioritários. Para este Plano de Ação são propostos programas e metas de acordo com as áreas de avaliação e monitorização definidas na Norma IX do Despacho Normativo n.º 9/2006, nomeadamente: disponibilidade, acessibilidade, produtividade, qualidade técnico-científica, efetividade, eficiência e satisfação. Em todos esses programas seguiram-se as orientações técnicas da Direção Geral da Saúde (DGS) com as adaptações que a equipa considerou justificáveis e a visão do Plano Nacional de Saúde , nomeadamente, maximizar os ganhos em saúde através do alinhamento e da integração de esforços sustentados de todos os sectores da sociedade e da utilização de estratégias assentes na cidadania, na equidade e no acesso, na qualidade e nas políticas saudáveis. 7
8 Para o cumprimento dos programas e metas assim estabelecidos, procedeu-se à identificação das atividades a desenvolver pela equipa multiprofissional (incluindo a carga horária) ao longo dos 3 anos. Os serviços mínimos a que se fará referência neste Plano de Ação permitem definir prioridades na resposta à procura de cuidados emergentes pelos utentes. Os mesmos serão aplicados em caso de ausência de curta duração de um ou mais elementos da equipa ou em caso de acidente que inviabilize parcialmente as instalações. Em conclusão, o Plano de Ação aqui apresentado é entendido pela equipa como um documento orientador das atividades propostas para o triénio e será determinante como instrumento de autoavaliação e monitorização periódica. 8
9 2. Caraterização da área de influência e dos utentes inscritos Na USFJP estão inscritos utentes sendo a sua maioria residentes na freguesia de Linda-a-Velha. A freguesia de Linda-a-Velha ocupa 2,32 Km 2. Localizada no interior do Concelho de Oeiras sem qualquer contato direto com o Rio Tejo, cujas confrontações são a Norte com a freguesia de Carnaxide, a Oeste e Sul com a freguesia da Cruz Quebrada e Dafundo e a Este por Algés. Esta freguesia comporta na sua estrutura geográfica, a conjugação de diferentes espaços, designadamente o Urbano e Urbanizável, com um Núcleo de Formação Histórico. Compreende também locais de interesse turístico tais como: Quinta dos Aciprestes, a Capela de Nossa Senhora do Cabo e o Coreto de Linda-a-Velha. Junto ao Edifício da USFJP encontra-se o Jardim dos Plátanos que serviu de inspiração para o nome e logotipo da Unidade. A árvore representa simultaneamente o Plátano e a Família. A população total de utentes inscritos nas listas atuais dos médicos que integram a USFJP encontra-se descrita no quadro seguinte: Quadro 1. Utentes inscritos nos médicos da USFJP (Fonte MIM@UF, ) Nº Utentes Inscritos Médico >= 0 e < 7 Anos >=7 e < 65 Anos >= 65 e < 75 Anos >= 75 Anos Sub Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Masculino Feminino Luís Nobre, Dr Eduarda Sousa, Dra Júlio Silva, Dr Isabel Estrela, Dra Madalena V. Costa, Dra Catarina Barreto, Dra Raquel Ascenção, Dra Ana Andreia Matos, Dra Estes utentes estão representados na pirâmide etária da Figura 2, que integra grupos etários de 5 anos à exceção do último que engloba os utentes com idade igual ou superior a 95 anos. 9
10 >=95 anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos anos 5-9 anos 0-4 anos (185) (275) (335) (463) (441) (335) (352) (406) (506) (536) (431) (315) (290) (301) (396) (477) (416) (4) (15) (85) (800) (600) (400) (200) Homem Mulher Figura 1. Pirâmide etária dos utentes inscritos nos médicos da USFJP (Fonte MIM@UF, ) A análise da figura revela uma pirâmide onde predomina a população ativa, o que está de acordo com os dados do concelho. A maioria dos utentes é do sexo feminino. Nesta população o Índice de Envelhecimento é de 120,3%, inferior ao calculado para o ACES Lisboa Ocidental e Oeiras em 2011 (146%). Os Índices de Dependência dos Idosos e dos Jovens calculados para a população da USFJP são de 37,9% e 21,5%, respetivamente. 10
11 3. Carteira básica de serviços Os programas respeitam o determinado no Decreto-Lei 298/2007 de 22 de Agosto, na portaria 1368/2007 de 18 de Outubro e na Portaria 301/2008 de 15 de Agosto Programa de saúde da mulher Planeamento familiar e cuidados pré-concecionais Introdução Os cuidados em Planeamento Familiar (PF) permitem aos utentes acesso a informação sobre a vivência segura e saudável da sexualidade, a meios contracetivos eficazes e seguros, e a uma maternidade e paternidade planeadas e responsáveis, assegurando as melhores oportunidades de construção de famílias funcionais com crianças saudáveis. População-alvo Todas as mulheres em idade fértil, dos 15 aos 49 anos (3412 mulheres) e todos os homens que solicitem os serviços do PF, inscritos na USFJP. Objetivos São os preconizados nas Orientações Técnicas Saúde Reprodutiva e Planeamento Familiar, da DGS, de 2008: Promover a vivência da sexualidade de forma saudável e segura; Regular a fecundidade segundo o desejo do casal; Preparar para uma maternidade e paternidade responsáveis; Contribuir para a redução da mortalidade e morbilidade materna, perinatal e infantil; Reduzir a incidência das Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) e das suas consequências, designadamente a infertilidade; Reduzir o número de interrupções voluntárias de gravidez; 11
12 Promover a saúde e o bem-estar da família; Reduzir a morbimortalidade por cancro da mama; Reduzir a morbimortalidade por cancro do colo do útero; Determinar o risco concecional, em particular o risco genético; Avaliar os possíveis efeitos da gravidez sobre as condições médicas préexistentes. Estratégias Informação sobre a anatomia e a fisiologia da reprodução; Fornecimento de informação completa, isenta e com fundamento científico sobre todos os métodos contracetivos; Promoção da adoção de estilos de vida saudáveis; Divulgação de informação sobre climatério e menopausa; Fornecimento, gratuito, dos contracetivos disponíveis; Colocação de Dispositivos Intrauterinos (DIU) ou Implantes de Progestativo às utentes da unidade que optem por este método; Fornecimento e orientação sobre contraceção de emergência; Implementação de medidas para atrair e fixar os adolescentes às consultas, através de atendimento desburocratizado; Incentivo do acesso dos homens, em particular dos mais jovens, a estas consultas; Prevenção, diagnóstico e tratamento das IST; Rastreio e diagnóstico precoce dos cancros do colo do útero e da mama; Prestação de cuidados pré concecionais tendo em vista a redução do risco numa gravidez futura; Identificação e orientação dos casais com problemas de infertilidade; Estabelecimento de protocolos de articulação entre a USFJP e os serviços de ginecologia/obstetrícia, no âmbito da Unidade Coordenadora Funcional do Hospital de São Francisco Xavier (UCF - HSFX), de modo a assegurar a referência, em tempo útil, às consultas hospitalares, das situações de risco, designadamente, doenças oncológicas ou com indicação para contraceção cirúrgica; 12
13 Identificação e encaminhamento de situações de violência. Indicadores e metas Indicador Proporção de mulheres em idade fértil (MIF) com acompanhamento adequado em PF Histórico USF Metas USF ,9% 45% 50% 55% Atividades Realização da consulta de planeamento familiar. Quem Como Onde Quando Indicadores Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Carta, telefone, fax, correio eletrónico ou SMS Atendimento dos secretários clínicos, gabinetes clínicos Todo o ano Nº de primeiras consultas (mulheres anos) x 100 / Nº de mulheres em idade fértil (15-49 anos) inscritas na USF 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Consulta médica a cada 3 anos; Consulta de enfermagem a cada 3 anos Carga horária Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos Serviços mínimos Encaminhamento para interrupção voluntária da gravidez (IVG); Fornecimento de contracetivos; Contraceção de emergência. 13
14 Saúde Materna Introdução A consulta de Saúde Materna (SM) é uma atividade importante orientada para o início da gestação e o acompanhamento do desenvolvimento de um novo ser saudável, tendo sempre em linha de conta o bem-estar do binómio materno e fetal e a preparação para um parto bem-sucedido. População-alvo Todas as grávidas e puérperas inscritas na USFJP (71 grávidas). Objetivos Promover o programa de vigilância da grávida; Determinar a incidência de gravidez na adolescência; Reduzir a morbilidade e mortalidade materna e perinatal; Promover a saúde mental na grávida e no primeiro ano pós parto; Melhorar a taxa de cobertura às puérperas. Estratégias Vigilância de acordo com as orientações técnicas da DGS e da UCF - HSFX; Vigilância da grávida de 4 em 4 semanas até às 32 semanas de gestação e referenciação ao HSFX às 33 semanas; Avaliação do bem-estar materno e fetal através de parâmetros clínicos e laboratoriais criteriosos; Identificação precoce e referenciação da gravidez de risco; Promoção de comportamentos saudáveis e promoção para a saúde, incluindo aconselhamento e apoio psicossocial, ao longo da gravidez; Promoção do aleitamento materno e informação à grávida sobre a existência do Cantinho da Amamentação; Promoção e realização da revisão do puerpério. 14
15 Indicadores e metas Indicador Proporção grávidas com consulta médica de vigilância no 1º trimestre Proporção de grávidas com acompanhamento adequado Histórico USF Metas USF % 90% 92% 95% 2,8% 24% 30% 35% Atividades Realização da consulta de saúde materna. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Disponibilizar informação aos utentes, nomeadamente nas consultas de planeamento familiar, sobre a consulta de saúde materna da Unidade Gabinetes clínicos e atendimento dos secretários clínicos Horário das consultas de saúde materna de enfermagem e médicas Nº de primeiras consultas de SM x 100 / Nº de recém-nascidos registados na USF 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Consulta médica e de enfermagem: 1 primeira consulta por gravidez Proporção de grávidas com acompanhamento adequado. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Disponibilizar informação aos utentes, nomeadamente nas consultas de Saúde Materna. Gabinetes clínicos e atendimento dos secretários clínicos Horário da consulta de saúde materna Nº de consultas de grávidas com acompanhamento adequado x 100 / Nº de partos registados na USF 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Consulta médica e de enfermagem: 6 consultas Carga horária Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos , , , ,
16 Serviços mínimos Assegurar a 1ª consulta na gravidez a grávidas com mais de 36 semanas Rastreio oncológico feminino Introdução As doenças oncológicas constituem a segunda causa de morte em Portugal e têm um profundo impacto no doente, nos que lhe estão próximos e na população em geral. O cancro da mama e o do colo do útero são, respetivamente, o primeiro e o segundo mais prevalente no sexo feminino. O seu combate é uma das prioridades do Plano Nacional de Saúde. Pretende-se, também, respeitar as recomendações emanadas do Plano Nacional para as Doenças Oncológicas da DGS, nomeadamente, as indicações de rastreio preconizadas no anterior Plano Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Oncológicas de 2007/2010 (que se mantiveram inalteradas), estabelecendo qualidade e equidade de cuidados. População-alvo Todas as mulheres dos 25 aos 60 anos inscritas na USFJP e elegíveis para o diagnóstico precoce do cancro do colo do útero (3755 mulheres) e todas as mulheres dos 50 aos 70 anos inscritos na USFJP e elegíveis para o diagnóstico precoce do cancro da mama (2117 mulheres). Objetivos Aumentar a qualidade de vida das mulheres; Cumprir o Plano Nacional para as Doenças Oncológicas; Diagnosticar precocemente o cancro do colo do útero e o cancro da mama; Diminuir a incidência de cancro invasivo do colo do útero e do cancro da mama; Diminuir a morbimortalidade por cancro do colo do útero e da mama. 16
17 Estratégias Realização de colpocitologia às mulheres com atividade sexual, entre os 25 e os 60 anos de idade; após a realização de duas citologias anuais com resultados normais, o ritmo de realização será de 3 em 3 anos; Realização de mamografia de 2 em 2 anos às mulheres dos 50 aos 70 anos; Identificação e referenciação das mulheres com história familiar de cancro da mama sugestiva de cancro associado a mutações genéticas. Indicadores e metas Indicador Proporção mulheres anos com mamografia (2 anos) Proporção mulheres anos com colpocitologia (3 anos) Histórico USF Metas USF ,4% 69% 71% 73% 51,4% 65% 68% 70% Atividades Realizar rastreio do cancro da mama às mulheres entre os 50 e 70 anos, a cada 2 anos. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Pedido oportunista do exame na consulta médica Gabinetes clínicos Em qualquer altura com base nos critérios gerais de marcação de consulta de mulheres dos anos com registo de mamografia nos últimos 2 anos x 100 / todas as mulheres dos anos elegíveis para rastreio Englobada nas consultas de saúde do adulto ou de planeamento familiar Uma consulta cada 2 anos Carga horária Não se aplica. Serviços mínimos Não se aplica. 17
18 Realizar rastreio do cancro do colo do útero às mulheres entre os 25 e 60 anos, a cada 3 anos. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Marcação oportunista de consulta para rastreio do cancro do colo do útero em qualquer contato com a unidade Gabinetes clínicos e Atendimento dos secretários clínicos Em qualquer altura com base nos critérios gerais de marcação de consulta de mulheres dos anos com registo de colpocitologia nos últimos 3 anos x 100 / todas as mulheres dos anos elegíveis para rastreio 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Uma consulta cada 3 anos Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Secretários clínicos Enfermeiras Médicos , Serviços mínimos Não se aplica Programa de saúde infantil e juvenil Introdução O bem-estar das crianças e jovens não depende exclusivamente da prestação de cuidados de saúde estando dependente de numerosos outros fatores, tais como os meios familiares, social e ambiental. É, contudo, indiscutível a importância das ações de vigilância da saúde infantil e juvenil na sua promoção e manutenção, assim como na identificação e deteção de fatores de risco. Este papel cabe aos profissionais de saúde em equipa, com um objetivo comum, mas com tarefas e funções bem definidas e em perfeita articulação. 18
19 População-alvo Todas as crianças e jovens até aos 18 anos inscritos na USFJP (3119 utentes distribuídos pelos grupos etários da seguintes forma: 0-11 meses utentes; meses - 162; 2-13 anos ; anos - 653). Objetivos Estimular a opção por comportamentos saudáveis; Detetar precocemente e referenciar situações de risco, nomeadamente malformações congénitas, défices sensoriais, atrasos do desenvolvimento (estatoponderal e psicomotor) e perturbações psicoafetivas; Prevenir, identificar e tratar os problemas de saúde e as doenças mais comuns na infância; Reduzir as taxas de morbimortalidade infantil; Aumentar a taxa de cobertura em Saúde Infantil (SI); Aumentar a precocidade da 1ª consulta na vida da criança recém-nascida; Identificar, apoiar e orientar famílias disfuncionais; Promover uma utilização adequada dos serviços de saúde; Cumprir as normas da DGS. Estratégias Implementação de padrões de qualidade de atendimento que induzam confiança e adesão à consulta; Apoio e estímulo da função parental e promoção do bem-estar familiar; Incentivo e promoção do aleitamento materno; Programação das 3 primeiras consultas de vigilância no primeiro contacto com a criança; Preenchimento do Boletim de Saúde Infantil e incentivo à utilização do mesmo aquando do recurso a outros profissionais ou a outra instituição de saúde; Execução do plano nacional de vacinação (PNV); Identificação, encaminhamento e acompanhamento de crianças ou jovens vítimas de negligência, maus tratos e abusos sexuais. 19
20 Indicadores e metas Indicador Percentagem de crianças de 1 ano com acompanhamento adequado Proporção de jovens com 14 anos, com consulta médica vigilância e PNV Histórico USF Metas USF ,5% 42% 45% 50% 36,3% 55% 58% 63% Atividades Proporção de crianças 1 ano com acompanhamento adequado. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Acessibilidade plena para a realização desta consulta; Promoção da importância do acompanhamento adequado das crianças Gabinetes clínicos e atendimento dos secretários clínicos Preferencialmente no horário de Saúde Infantil, permitindo flexibilidade de horários, com base na disponibilidade dos utilizadores. Nº de crianças até 1 ano com acompanhamento adequado / Nº total de crianças 1 ano 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Seis consultas médicas e de enfermagem Proporção de jovens 14 anos com consulta médica de vigilância e PNV. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Convocar todos os jovens dos 11 aos 14 anos Gabinetes clínicos e atendimento dos secretários clínicos Preferencialmente no horário de Saúde Infantil, permitindo flexibilidade de horários, com base na disponibilidade dos utilizadores. Nº de jovens 14 anos com consulta médica de vigilância e PNV x 100 / de utentes com 14 anos 30 minutos para o médico, 30 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Uma consulta Carga horária Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos , , , ,5 20
21 Serviços mínimos Disponibilidade para marcação de: Teste do diagnóstico precoce entre o 3º e o 6º dia; Primeira consulta na vida até ao 28º dia. Disponibilidade para atualização do PNV Programa de saúde do adulto e do idoso Saúde do adulto e do idoso Introdução De acordo com as normas atuais da DGS, a saúde do adulto e idoso engloba os cuidados promotores de saúde e preventivos da doença aos adultos dos 19 aos 64 anos e os cuidados preventivos aos adultos mais idosos (com 65 ou mais anos). Estes cuidados são organizados de acordo com uma identificação estruturada das necessidades específicas de cada pessoa, promovendo o bem-estar e a autonomia da pessoa adulta e idosa e tendo em conta uma avaliação do seu estado global de saúde e os contextos familiar, sociocultural e socio-ocupacional. População-alvo Utentes inscritos na USFJP com idade compreendida entre 19 e 64 anos (8426 utentes) e com mais 65 ou mais anos (3155 utentes). Objetivos Promover a saúde e o bem-estar e prevenir a doença; Incentivar a autonomia do utente e das famílias; Detetar precocemente fatores de risco ou patologias, de modo a contribuir para o aumento da qualidade de vida dos utentes; Cumprir os protocolos de seguimento das patologias mais frequentes, respeitando as prioridades do Plano Nacional de Saúde; Contribuir para a prevenção da morbimortalidade na população idosa; Prestar cuidados de saúde adequados à situação de doença do utente. 21
22 Estratégias Utilização de todos os contactos com os profissionais da Unidade como oportunidades de promoção da saúde e prevenção da doença; Promoção da autonomia do utente, através de informação para a saúde, centrada na pessoa; Atendimento das situações agudas das 8:00 às 20:00 horas, nos dias úteis; Programação de cuidados para os utentes com problemas de saúde crónicos; Divulgação atualizada do modo de funcionamento dos serviços e, nomeadamente, do sistema de marcação de consultas; Garantia de marcações de consultas da iniciativa do utente, do médico e do enfermeiro; Utilização do sistema informático para registo, colheita e análise de dados; Desenvolvimento de linhas de orientação (guidelines) da Unidade para medidas preventivas e antecipatórias a prestar ao adulto e idoso selecionando de intervenções comprovadamente custo efetivas; Prestação de cuidados ao adulto e ao idoso na sala de tratamentos e noutros programas de intervenção de enfermagem para a resolução de problemas e de necessidades e para o encaminhamento de situações de risco; Prestação de cuidados de enfermagem com o objetivo de melhorar o curso da doença, reduzir a incapacidade ou reabilitar; Prevenir a iatrogenia mantendo atualizado o registo de prescrição crónica; Cumprimento do PNV. Indicadores e metas Indicador Proporção de consultas realizadas pelo médico família Taxa de utilização de consultas médicas a 3 anos Proporção utentes 14 anos, com registo hábitos tabágicos Proporção idosos, sem ansiolíticos / hipnóticos Histórico USF Metas USF % 81% 83% 85% 73% 84% 90% 93% 36,4% 50% 55% 60% 62,7% 73% 74% 75% 22
23 Atividades Realização de consultas de enfermagem e médicas. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Marcações efetuadas pelo utente, pelo enfermeiro ou pelo médico Gabinetes clínicos e atendimento dos secretários clínicos Horário da consulta de saúde de adultos Nº total de consultas x 100 / Nº total de utentes da USF Não se aplica Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Consulta de saúde do adulto e do idoso Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos Serviços mínimos Atendimento das situações de doença aguda; Renovação de receituário; Prescrição de incapacidade temporária para o trabalho; Resolução de problemas inadiáveis identificados pelos secretários clínicos Rastreio oncológico colo retal Introdução Em Portugal, a mortalidade por cancro colo retal progrediu 10% ao ano nos últimos dez anos, o que correspondeu, em 2005, a mais de nove óbitos por dia. Por outro lado, o cancro do cólon e do reto é o tumor maligno mais suscetível de ser prevenido, pelo que o rastreio e o diagnóstico precoce são fundamentais. 23
24 População-alvo Todos os utentes inscritos na USFJP, dos 50 aos 75 anos de idade (4491 utentes) e elegíveis para o rastreio. Objetivos Diminuir a morbimortalidade por cancro colo retal; Aplicar o Plano Nacional para as Doenças Oncológicas. Estratégias Para a população-alvo em geral pelo menos um resultado de pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) nos últimos 2 anos ou pelo menos um resultado de retosigmoidoscopia nos últimos 5 anos ou pelo menos um resultado de colonoscopia nos últimos 10 anos; Para a população-alvo com história pessoal ou familiar relevante, decisão caso a caso, de acordo com as normas de orientação clínica em vigor. Indicadores e metas Indicador Proporção utentes anos com rastreio cancro colo retal Histórico USF Metas USF ,2% 53,3% 55% 60% Atividades Promoção para a saúde, incluindo informação sobre a existência e a finalidade do rastreio. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Pedido oportunista do exame na consulta médica Gabinetes clínicos e Atendimento dos secretários clínicos Em qualquer altura com base nos critérios gerais de marcação de consulta de utentes dos anos com registo de PSOF nos últimos 2 anos/ retosigmoidoscopia nos últimos 5 anos / Colonoscopia nos últimos 10 anos x 100 / todos os utentes dos anos elegíveis para rastreio 20 minutos para o médico, 3 minutos para o secretário clínico 24
25 Carga horária Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos Serviços mínimos Não se aplica Hipertensão Arterial Introdução A Hipertensão é uma doença com grande impacto na saúde pelo risco cardiovascular que condiciona, principalmente nos casos de falta de controlo. Para além da dificuldade em controlar estes doentes, existe ainda um importante problema de subdiagnóstico. De acordo com o estudo do Professor Espiga-Macedo publicado em 2007, a prevalência estimada da HTA em Portugal ronda os 42%, sendo a HTA conhecida de aproximadamente 19%. População-alvo Utentes hipertensos inscritos na USFJP com menos 65 anos (1154 utentes). Objetivos Consulta direta e avaliação clínica semestral na USF; Atingir valores de pressão arterial (PA) inferiores a 150/90 mmhg nos doentes hipertensos com idade inferior a 65 anos. 25
26 Indicadores e metas Indicador Proporção hipertensos <65 anos, com pressão arterial < 150/90 mmhg Histórico USF Metas USF ,6% 55% 60% 65% Atividades Avaliação clínica anual. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Monitorização de pressão arterial em intervalos não superiores a 6 meses; Marcação antecipada das consultas de vigilância; Promoção da importância da vigilância clínica, junto dos utentes, em todas as consultas. Gabinetes clínicos ou domicílio Em qualquer altura, com base nos critérios gerais de marcação de consulta Utentes hipertensos com < 65 anos com último registo de pressão arterial < 150/90 mmhg x 100 / de utentes hipertensos com menos 65 anos 20 minutos para o médico, 3 minutos para o secretário clínico. 1 consulta médica e 1 consulta de enfermagem anual Carga horária Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos , ,5 Serviços mínimos Não se aplica Diabetes Mellitus Introdução A diabetes mellitus (DM) é uma doença crónica e progressiva, com uma crescente prevalência nas sociedades desenvolvidas. De acordo com os resultados do estudo PREAVADIAB, a prevalência de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em Portugal, em 2009, era de 11,7%, com uma prevalência significativamente superior em homens (14,2%) do 26
27 que em mulheres (9,5%). Em 2012, a prevalência ajustada de DM2 era de 12,9% da população portuguesa com idades compreendidas entre os 20 e os 79 anos, correspondendo a um valor estimado de 1 milhão de indivíduos. Os doentes diabéticos têm uma menor esperança de vida que a população em geral, devendo-se o aumento da mortalidade à doença coronária, acidentes vasculares cerebrais e insuficiência renal. A mortalidade é maior nos doentes que têm pior controlo metabólico ou outros fatores de risco associados. População-alvo Utentes inscritos na USFJP com mais de 18 anos com diagnóstico de diabetes mellitus (877 utentes). Objetivos Assegurar que os utentes diabéticos tenham pelo menos um registo da hemoglobina glicada (HgbA1c) nos últimos 6 meses; Assegurar que 60% dos utentes diabéticos tenham pelo menos um registo anual da microalbuminuria ou da proteinuria; Assegurar que os utentes diabéticos tenham registo da última HgbA1c 8%. Indicadores e metas Indicador Histórico USF Metas USF Proporção DM com consulta enfermagem vigilância DM último ano 67,9% 86% 87% 88% Proporção DM com 1 HgbA1c por semestre 60,1% 70% 75% 80% Proporção DM com última HgbA1c 8,0% 60,7% 70% 73% 76% Proporção DM2 em terapêutica com insulina 2,8% 5,5% 5,8% 6% 27
28 Atividades Avaliar semestralmente a HgbA1c aos diabéticos. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Pedido oportunista da análise em qualquer contacto com a Unidade Gabinetes clínicos Em qualquer altura com base nos critérios gerais de marcação de consulta Utentes diabéticos com pelo menos um registo de HgbA1c nos últimos 3 meses x 100 / utentes diabéticos 20 minutos para o médico, 20 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Consulta Médica: 2 consultas por ano Realizar anualmente um exame aos pés aos utentes diabéticos. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Consulta de enfermagem no último ano Gabinetes clínicos Em qualquer altura com base nos critérios gerais de marcação de consulta Utentes diabéticos com consulta de enfermagem x 100 / Utentes diabéticos 20 minutos para a enfermeira Consulta enfermagem: 1 consulta Proporção de DM com última HgbA1c 8%. Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Pedido oportunista da análise em qualquer contacto com a Unidade Gabinetes clínicos Em qualquer altura com base nos critérios clínicos Utentes diabéticos com HbA1c 8% x 100 / Nº total de utentes diabéticos 20 minutos para o médico, 20 minutos para a enfermeira, 3 minutos para o secretário clínico Consulta Médica: 2 consultas por ano Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Consulta a utentes diabéticos Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos ,
29 Serviços mínimos Atendimento em situação de descompensação diabética e diabetes inaugural Programa de cuidados de saúde domiciliários Introdução Os cuidados de saúde domiciliários são cuidados prestados de forma continuada e direcionada para a resolução de problemas de saúde cuja complexidade não requer internamento, mas em que a situação de dependência global do utente, transitória ou crónica, o impede de se deslocar à Unidade. Entende-se como cuidados domiciliários aqueles que são prestados na habitação permanente do utente, sendo por isso excluídos os lares, casas de repouso ou outras instituições e, também, residências fora da freguesia de Linda-a-Velha. Estes cuidados poderão ou não ser programados e partir da iniciativa do utente, do médico ou do enfermeiro, cabendo sempre aos profissionais a decisão sobre a sua efetivação. Sempre que se justifique, o domicílio será efetuado pelo médico e pelo enfermeiro, em simultâneo ou, ainda, com mobilização de outros recursos do ACES ou da comunidade. População-alvo Serão abrangidos pelos cuidados domiciliários: Os doentes com problemas de saúde que originem dependência física e funcional, de natureza crónica ou aguda; Os doentes com necessidade de continuação de cuidados após alta hospitalar; Os doentes em estádio terminal; Os recém-nascidos e as puérperas em risco psicossocial. Objetivos Vigiar, aconselhar e educar o doente, os familiares e outros cuidadores em situações de doença crónica em que são necessários cuidados por um período longo de tempo; Promover a aceitação do estado de doença crónica; 29
30 Incentivar a auto vigilância e o auto controlo, por parte dos doentes e dos seus cuidadores; Promover a autonomia de doentes e cuidadores; Promover a gestão e adesão ao regime terapêutico; Valorizar e monitorizar sintomas, bem como detetar precocemente complicações; Melhorar o controlo da doença ou incapacidade, para prevenir complicações. Estratégias e atividades Determinação dos índices de dependência de idosos e de dependência total; Prestação de cuidados médicos e de enfermagem no domicílio aos doentes dependentes, que não se possam deslocar à USFJP; Apoio aos utentes e às famílias, contribuindo para a continuidade de cuidados, prestando cuidados globais de saúde de natureza preventiva, curativa e de reabilitação no domicílio; Abordagem sistémica e planeamento de cuidados, periodicamente revistos, em todas as situações de patologia múltipla, com avaliação regular dos riscos de polimedicação; Promoção de estilos e hábitos de vida saudáveis, através de ações de promoção para a saúde informais ao utente e ao familiar/cuidador, de acordo com as necessidades avaliadas; Referenciação adequada a cada situação, sempre que necessário. Indicadores e metas Indicador Taxa de domicílios enfermagem por 1000 inscritos Histórico USF Metas USF ,
31 Atividades Quem Como Onde Quando Avaliação Duração Utilização Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Visitas domiciliárias a doentes dependentes (caso seja facultado meio de transporte) Domicílios dos utentes Em qualquer altura Nº de consultas de enfermagem no domicílio X 1000/Nº de inscritos na USF Não se aplica Visitas domiciliárias de enfermagem Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Visitação domiciliária Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos Serviços mínimos Não se aplica Programa de cuidados de enfermagem Introdução Os cuidados de enfermagem são uma atividade autónoma com base em metodologia científica, que permite ao enfermeiro formular diagnósticos de enfermagem. A relação terapêutica estabelecida numa consulta de enfermagem caracteriza-se pela parceria com o utente, no respeito pelas suas capacidades e na valorização do seu papel. Compete ao enfermeiro orientar e supervisionar, transmitindo informação ao utente que vise mudança de comportamento para a aquisição de estilos de vida saudáveis ou recuperação da saúde. A equipa de enfermagem da USFJP pretende dar resposta global e adequada às necessidades dos utentes inscritos, organizando a prestação de cuidados durante todas as fases da vida e rentabilizando os recursos de enfermagem no desenvolvimento dos vários programas que visem a saúde comunitária. 31
32 População-alvo Todos os utentes inscritos na USFJP. Objetivos Promover a autonomia do indivíduo de acordo com o seu estado de saúde e a sua inserção no meio familiar e comunidade; Satisfazer as necessidades dos utentes, no âmbito curativo; Atuar na prevenção a vários níveis de intervenção; Estratégias e atividades Caraterização dos utentes quanto ao grau de autonomia e dependência; Realização de visitas domiciliárias sempre que justificado pela equipa multiprofissional; Promoção do ensino do autocuidado a utentes dependentes e aos prestadores de cuidados informais; Ensinos sobre a necessidade de adesão à terapêutica; Ensinos sobre a prevenção de eventuais complicações de tratamentos; Realização de reuniões periódicas para discussão de casos; Uniformização de procedimentos; Atualização da vacinação em todas as oportunidades; Articulação com o médico sempre que necessário; Articulação adequada com o hospital, nomeadamente nas altas hospitalares. Indicadores e metas Não se aplica. Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Cuidados de enfermagem Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos
33 Serviços mínimos Não se aplica Programa de vacinação Introdução As vacinas permitem salvar mais vidas e prevenir mais casos de doença do que qualquer tratamento médico. Desde a sua entrada em vigor em 1965, o PNV, programa gratuito e universal, tem vindo a contribuir de uma forma notável para a redução e até erradicação de algumas doenças infeciosas. Para tal, muito tem contribuído o papel dos profissionais de saúde, ao nível dos Cuidados de Saúde Primários, na sua divulgação e cumprimento, com os consequentes ganhos em saúde. População-alvo Todos os utentes inscritos na USFJP. Objetivos Assegurar o cumprimento do PNV; Minimizar a incidência, a morbilidade e a mortalidade por doenças infeciosas evitáveis com a vacinação. Estratégias e atividades Utilização de todos os contactos dos utentes para atualização do PNV; Articulação com os diferentes programa, no sentido de vacinar sistematicamente as suas populações alvo; Promoção, através de atividades personalizadas de educação para a saúde, da adesão populacional ao PNV; Administração da vacina da gripe aos grupos de risco. 33
34 3.7. Custos com medicamentos e meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) Introdução De acordo com as normas atuais da DGS, existe atualmente um investimento significativo na prevenção da doença e promoção da saúde o que poderá conduzir à diminuição das despesas com exames complementares de diagnóstico (ECD) e medicação. População-alvo Todos os utentes inscritos na USFJP. Objetivos Utilizar de forma racional os MCDT; Educar o utente para a utilização correta dos medicamentos e ECD. Estratégias Prevenção e educação dos utentes sobre os riscos da polimedicação e automedicação; Educação sobre as necessidades dos ECD. Indicadores e metas Indicador Histórico USF Metas USF Despesa medic. prescritos, por utiliz. (PVP) 167,4 144, , Despesa MCDTs prescritos, por utiliz. (PVP) 54, Atividades Quem Como Onde Quando Avaliação Secretários Clínicos, Enfermeiras e Médicos Todas as consultas Gabinetes clínicos Em qualquer altura Valor total dos medicamentos prescritos/ total de utentes utilizadores 34
35 Carga horária Não se aplica. Serviços mínimos Não se aplica Programa de Desenvolvimento Profissional e Formação Contínua Introdução A USFJP é uma unidade com forte responsabilidade na formação pré e pós-graduada em medicina e enfermagem. Neste sentido, a USFJP acolhe todos os anos, alunos de medicina e internos do Ano Comum, sendo atualmente responsável pela formação de internos do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar e de Pediatria. Os enfermeiros da USFJP também desenvolvem uma atividade importante de formação de alunos de enfermagem, o que reforça o papel de todos os elementos da equipa como formadores na área dos cuidados de saúde primários, a par da prestação dos mesmos. A prestação de cuidados de saúde de excelência, exige que os profissionais envolvidos tenham uma postura crítica e de permanente avaliação sobre o trabalho efetuado, quer do ponto de vista organizativo, quer do ponto de vista de competências técnico científicas. Assim, a USFJP propõe-se a realizar ações de formação externa e interna para os seus profissionais, tendo como objetivo o desenvolvimento de novas aptidões e o aperfeiçoamento do seu desempenho Compromisso da USF como entidade formadora População-alvo Alunos de Medicina e de Enfermagem, internos do Ano Comum e do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar e de Pediatria. Objetivos Contribuir para a formação de estudantes de medicina na área da Medicina 35
36 Geral e Familiar, funcionando como centro de estágio nesta área; Contribuir para a formação de enfermeiros, funcionando como centro de estágio mantendo os acordos atualmente existentes com as escolas de enfermagem; Contribuir para a formação de novos médicos, funcionando como centro de estágio para os internos do Ano Comum; Contribuir para a formação de novos especialistas, funcionando como centro de estágio para os internos do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar; Contribuir para a formação de Pediatras, funcionando como centro de estágio, na área do ambulatório, para internos de Pediatria. Estratégias Elaboração do Manual de Acolhimento; Adaptação da organização do serviço e da marcação de consultas de modo a considerar a inclusão de atividades de formação; Adaptação da sala de reuniões para atividades de ensino; Distribuição das instalações e do equipamento tendo em conta as necessidades da formação; Formação de Equipa Integrada de Orientadores (EIO) local. Indicadores e Metas (2014) Objetivos Metas Contribuir para a formação de alunos de Medicina 10 Contribuir para a formação de internos do ano comum de Medicina 6 Contribuir para a formação de alunos de Enfermagem (pré e pós graduados) 16 Contribuir para a formação de internos de Pediatria 2 Formar internos de Medicina Geral e Familiar Atividades de formação interna População-alvo Secretários clínicos, enfermeiros, médicos e elementos em formação na USFJP. 36
37 Objetivos Promover a integração de todos os elementos; Desenvolver o trabalho em equipa; Desenvolver competências de relação interpessoal; Atualizar competências e adquirir novas aptidões na área dos cuidados de saúde primários. Estratégias e Atividades Incluir as atividades de formação e as reuniões de serviço dentro do plano de trabalho e funcionamento normal da USFJP; Desenvolver um plano de atividades formativas para cada grupo profissional e para o conjunto da equipa. Realização de reuniões anuais de Team Bulding Indicadores e Metas (2014) Objetivos Indicadores de avaliação Metas Identificar necessidades de formação sentidas individualmente e necessidades de formação percebidas pela equipa Organizar sessões de formação para os profissionais de acordo com as necessidades sentidas e as necessidades identificadas pela equipa de profissionais participantes x 100 / de profissionais da USFJP Percentagem de presenças em cada sessão x 100 / de sessões realizadas 100% 70% Carga horária Carga horária para 2014 Atividade Reuniões formativas Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos SBV EIO Reuniões de Enfermagem SBV, suporte básico de vida. EIO, Equipa Integrada de Orientadores. 37
38 Programa de atividades de investigação Introdução A atividade de investigação decorre de um questionamento permanente do que se faz, como se faz, tendo em vista fazer melhor. Por isso, esta atividade tem de ser par da atividade clínica e é inserida neste Plano de Ação, sabendo-se, no entanto, que apresenta caraterísticas diversas de todas as outras atividades que a USFJP se propõe desenvolver. População-alvo Utentes e cuidadores abrangidos pela USFJP, instituições de referência, profissionais da UFSJP, do ACES Oeiras e de outras unidades. A população depende, em última instância, dos projetos que vierem a ser apresentados. Objetivos Contribuir para um maior conhecimento em Cuidados de Saúde Primários; Oferecer soluções a problemas detetados; Criar medidas para um melhor controlo de qualidade; Melhorar a prática clínica e organizativa. Estratégias e Atividades Adaptação da organização do serviço e da marcação de consultas de modo a considerar a inclusão de atividades de investigação; Inclusão da investigação nas sessões de formação; Desenvolvimento de parcerias com outras Unidades de Saúde Familiar; Desenvolvimento de parcerias com outras instituições com saber nesta área, em particular com a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e a Faculdade de Medicina de Lisboa. 38
39 Indicadores e Metas (2014) de projetos discutidos em sessões clínicas: 5; de projetos concluídos: 2; de projetos apresentados: 1; de trabalhos a publicar: 1. 39
40 3.9. Indicadores e metas (síntese) Indicador Histórico USF Metas USF Proporção MIF, com acompanhamento adequado em PF 33,9% 45% 50% 55% Proporção grávidas com consulta médica de vigilância no 1º trimestre 80% 90% 92% 95% Proporção grávidas com acompanhamento adequado 2,8% 24% 30% 35% Proporção mulheres anos com mamografia (2 anos) 59,4% 69% 71% 73% Proporção mulheres anos com colpocitologia (3 anos) 51,4% 65% 68% 70% Percentagem de crianças de 1 ano com acompanhamento adequado 28,5% 42% 45% 50% Proporção de jovens com 14 anos, com consulta médica vigilância e PNV 36,3% 55% 58% 63% Proporção de consultas realizadas pelo médico família 81% 81% 83% 85% Taxa de utilização de consultas médicas a 3 anos 73% 84% 90% 93% Proporção utentes 14 anos, com registo hábitos tabágicos 36,4% 50% 55% 60% Proporção idosos, sem ansiolíticos / hipnóticos 62,7% 73% 74% 75% Proporção utentes anos com rastreio cancro colo retal 40,2% 53,3% 55% 60% Proporção hipertensos <65 anos, com pressão arterial < 150/90 mmhg 29,6% 55% 60% 65% Proporção DM com consulta enfermagem vigilância DM último ano 67,9% 86% 87% 88% Proporção DM com 1 HgbA1c por semestre 60,1% 70% 75% 80% Proporção DM com última HgbA1c 8,0% 60,7% 70% 73% 76% Proporção DM2 em terapêutica com insulina 2,8% 5,5% 5,8% 6% Taxa de domicílios enfermagem por 1000 inscritos 97, Despesa medic. prescritos, por utiliz. (PVP) 167,4 144, , Despesa MCDTs prescritos, por utiliz. (PVP) 54,
41 3.10. Carga horária (síntese) Atividade Carga horária para 2014 Secretários Clínicos Enfermeiras Médicos , , , , , , , , ,5 Consulta de saúde do adulto e do idoso , ,5 Consulta a utentes diabéticos Visitação domiciliária Cuidados enfermagem Reuniões formativas de , * * * SBV 1* * * EIO Reuniões de Enfermagem * * , SBV, suporte básico de vida. EIO, Equipa Integrada de Orientadores. * Referente ao número de reuniões / iniciativas ao invés de consultas como identificado o cabeçalho da coluna. 41
42 4. Bibliografia Ministério da Saúde. Despacho Normativo nº 9/2006. Diário da República [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em Direção-Geral da Saúde. Plano Nacional de Saúde [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em ARS Lisboa e Vale do Tejo. Plano de Atividades [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em /2013/PA2013_ARSLVT_Final.pdf Direção-Geral da Saúde. Orientações Técnicas 9 Saúde Reprodutiva/ Planeamento Familiar [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em Direção-Geral da Saúde. Vigilância pré-natal e revisão do puerpério Direção-Geral da Saúde. Exames laboratoriais na Gravidez de Baixo Risco [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em Direção-Geral da Saúde. Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, Orientações Programáticas [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em Rosendo I, Ribeiro E, Almada-Lobo F, Martins C. Cancro do colo do útero - Recomendações de Atividades Preventivas da APMCG. Almada-Lobo F, Martins C. Cancro da Mama - Recomendações de Atividades Preventivas da APMCG. Direção-Geral da Saúde Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Orientações técnicas 12 Saúde Infantil e Juvenil Programatipo de Atuação [acedido a 20 de Maio de 2014]. Disponível em Direção-geral da Saúde. Saúde Infantil e Juvenil Programa Nacional [acedido a 28 de Maio de 2014]. Disponível em Carvalho A, Ferreira P, Henriques S, Lopes M, Rua A, Silva M, et al. Cancro do 42
43 cólon e do reto - Recomendações de Atividades Preventivas da APMCG; Espiga de Macedo M, Lima M, Silva A, Alcântara P, Ramalhinho V, Carmona J. Prevalência, Conhecimento, Tratamento e Controlo da Hipertensão em Portugal. Estudo PAP. Rev Port Cardiol 2007; 26(1): Gardete-Correia L, Boavida JM, Raposo JF, Mesquita AC, Fona C, Carvalho R, Massano-Cardoso S. First diabetes prevalence study in Portugal: PREVADIAB study. Diabet Med. 2010;27(8): Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral - Grupo de Estudo da Diabetes. Recomendações 2006 do Grupo de Estudo da Diabetes da APMCG na diabetes tipo 2 para a Prática Clínica Diária em Cuidados de Saúde Primários
44 Assinatura dos Profissionais (Adélia Martins) (Madalena Vieira da Costa) (Ana Andreia Matos) (Natalina Francisco) (Ana Gomes) (Natividade Sousa) (Ana Paula António) (Paula Baptista) (Carla Gonçalves) (Pedro Baptista) (Catarina Barreto) (Raquel Ascenção) (Eduarda Sousa) (Rute Fidalgo) (Gertrudes Romeiro) (Sónia Alves) (Isabel Estrela) (Vanessa Vieira) (Júlio Crespo Silva) (Luís Nobre) Linda-a-Velha, 03 de Abril de 2014
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