Urbanismo e Mobilidade
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- João Gabriel Nicolas Coimbra Aleixo
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1 Urbanismo e Mobilidade
2 Área de Abrangência: 3,8 milhões de m² Inclui 5 bairros completos (Centro, São Domingos, Gragoatá, Boa Viagem e Morro do Estado) e parte de 2 bairros (Ponta D Areia e São Lourenço). População: ~40 mil habitantes Área Central de Niterói
3 Comperj: 46km Galeão: 27km São Gonçalo: 14km Porto Maravilha: 20km Pendotiba: 10km Centro do Rio: 21km Icaraí: 3km L. da Batalha: 13km Maricá: 43km Zona Sul do Rio: 28km Região Oceânica: 27km Localização Estratégica na RMRJ
4 Crescimento da cidade a partir da Enseada da Praia Grande.
5 Aterramento da Enseada da Praia Grande.
6 Degradação do espaço público
7 Degradação de imóveis de interesse histórico
8 REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL Objetivos Remodelação completa do espaço público da região, a ser financiada com recursos privados, oriundos de Programas Públicos e de uma Operação Urbana Consorciada.
9 REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL Projeto de Lei da OUC da Área Central de Niterói faz parte de um conjunto de instrumentos e programas para se alcançar a requalificação urbana na região. Políticas de fomento ao turismo Operação Urbana Consorciada Desenvolvimen to econômico Habitação de Interesse Social Rede de transporte público Área Central de Niterói
10 Turismo Uso misto Residêncial Uso misto Pesca Uso misto Transporte Lazer Cultural Lazer Náutica Cultural Uso misto Habitação de Interesse social O projeto de requalificação reforça as vocações já existentes
11 Habitação Melhoria das condições habitacionais da população existente e atração de novos moradores para a região. Crescimento de moradores na região de 40 mil para 80 mil. Recuperação do casario para HIS por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. PAC de urbanização dos morros do Estado e do Arroz. Requalificação Urbana: Objetivos
12 Turismo, Esporte, Lazer e Entretenimento Urbanização da orla entre Ponta D Areia e a Boa Viagem. Integração do Caminho Niemeyer à cidade como forma de dinamização do turismo. Reforma e implantação de novos equipamentos de esporte e lazer. Instalação de uma marina pública. Requalificação Urbana: Objetivos
13 Patrimônio Cultural Desenvolvimento Econômico Criação de corredores culturais. Destinação de 1% da arrecadação com CEPAC, na recuperação e conservação de bens tombados e de interesse histórico. Atração de empresas, modernização e incremento da atividade comercial, atração de eventos e do turismo náutico. Incentivos ao desenvolvimento do comércio lojista. Requalificação Urbana: Objetivos
14 PARTE II Conceito de Operação Urbana Consorciada Considera-se operação urbana consorciada o conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público municipal, com a participação dos proprietários, moradores, usuários permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar em uma área transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental.
15 Mas como funciona o modelo tradicional de crescimento urbano?
16 O Poder Público investe na infraestrutura de uma área.
17 O investimento público valoriza a área para ocupação.
18 Atraídas pela valorização, novas ocupações surgem na área.
19 Mesmo com as contrapartidas privadas tradicionais, o Poder Público só terá obtido recursos para investimento após a ocupação da área.
20 ?? Como o modelo de OUC muda a lógica Seguindo tradicional? a lógica tradicional, a cidade de Niterói chegou em um ponto de saturação, exigindo novos investimentos na infraestrutura de sua Área Central. Porém os investimentos em infraestrutura de áreas consolidadas são muito onerosos e inviáveis de serem realizados exclusivamente pelo Poder Publico, que normalmente não dispõe dos recursos necessários. Por outro lado, o capital privado somente passa a ter interesse em determinada área após esta ser valorizada pelos investimentos públicos. A OUC capta recursos privados, por meio da contrapartida antecipada, para realizar os investimentos necessários e antecipar aqueles demandados pela nova ocupação, equacionando capacidade de infraestrutura com demanda futura.
21 } Potencial adicional: cobrança CEPAC Potencial básico: livre }de cobrança de Como funciona o CEPAC? O processo de captação antecipada da contrapartida como forma de investimento na área se dá por meio da emissão de Certificados de Potencial Adicional de Construção CEPAC. CEPAC são títulos mobiliários, regulados pela CVM, e que podem ser negociados no mercado até a sua vinculação a um determinado lote. Os CEPAC correspondem à contrapartida dos proprietários, usuários permanentes e/ou investidores adquirentes do potencial adicional de construção. Os adquirentes dos CEPAC terão o direito de construir acima Área Edificável Computável Básica estipulada para cada Setor, até o limite de Área Edificável Computável Máxima.
22 100% dos CEPAC em }investimentos O que se ganha com isso? 100% dos recursos captados devem ser investidos dentro do perímetro da área de OUC. Se investimentos não forem feitos o quadro poderá ser agravado, uma vez que a legislação atual já prevê a ocupação da área, mas sua capacidade de infraestrutura já se encontra comprometida. Por outro lado, a Operação Urbana Consorciada tem que ser viável do ponto de vista imobiliário e ser atraente como investimento. Assim, o programa básico de ocupação da área, além de considerar a necessidade de ofertar equipamentos urbanos e comunitários, serviços públicos adequados aos interesses e necessidades da população, deve também considerar elementos que atribuam valorização do solo.
23 Quais transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental queremos alcançar?
24 Total de 1,6 milhão de m² de espaços públicos requalificados: Renovação de 190 mil m² de calçadas Reurbanização de aprox. 515 mil m² de ruas públicas. Nova pavimentação, drenagem, sinalização, iluminação, arborização de calçadas e canteiros. Implantação de novas redes subterrâneas: esgotamento sanitário, abastecimento d água, energia elétrica, telefonia e gás encanado. Construção de 20km de ciclovias. Reforma de 100 mil m² de praças. Implantação de de 155 mil m² de novas praças. Construção da nova Vila de Pescadores, com espaço para bares, restantes, pousadas e mercado. Construção da Esplanada Araribóia. Construção da Marina da Cidade. Reurbanização da orla entre a Ponta D Areia e a Boa Viagem. Integração do Caminho Niemeyer à cidade. Principais intervenções da OUC
25 E mais: Implantação de mobiliário urbano, tais como bicicletários, pontos de ônibus, lixeiras, totens, painéis informativos, etc. Criação de 20 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de implantação. Conservação e manutenção da área por 20 anos. Principais intervenções da OUC
26 De que forma os objetivos são alcançados em uma De acordo com o Estatuto da Cidade, uma Operação Urbana Consorciada deverá ser objeto de lei específica, que obriga: OUC? Delimitar o perímetro de abrangência. Estipular um estoque de área adicional a ser edificada. Estabelecer programa de investimentos. Utilizar todos os recursos arrecadados na área de abrangência estabelecida na lei.
27 PARTE III Parâmetros urbanísticos da OUC
28 Como funciona a dinâmica de adensamento?
29 PUR Praias da Baía Como funciona a dinâmica de adensamento? Potencial Construtivo é dado por dois parâmetros: Taxa de Ocupação %
30 PUR Praias da Baía Como funciona a dinâmica de adensamento? Potencial Construtivo é dado por dois parâmetros: Taxa de Ocupação
31 PUR Praias da Baía Como funciona a dinâmica de adensamento? Potencial Construtivo é dado por dois parâmetros: Taxa de Ocupação e Gabarito M² = Lote x Tx.Ocup. x Gab. Quanto maior o gabarito, maior o adensamento.
32 PUR Praias da Baía Como funciona a dinâmica de adensamento? OUC Área Central Potencial Construtivo é dado por dois parâmetros: Taxa de Ocupação e Gabarito Potencial Construtivo é dado por um parâmetro: Coeficiente de Adensamento M² = Lote x Tx.Ocup. x Gab. Quanto maior o gabarito, maior o adensamento. M² = Lote x CAM Potencial varia conforme o tamanho do lote.
33 Coeficiente de Aproveitamento Máximo OUC Área Central
34 PUR Praias da Baía Estoque de potencial de construção: O Projeto de Lei aumenta o adensamento da Área Central? OUC Área Central Estoque de potencial de construção: m² m²
35 Estoque de Potencial Adicional de Construção OUC Área Central Estoque de potencial adic. de construção: m² Estoque de potencial básico de construção: m² Estoque de potencial de construção: m²
36 Lotes possíveis de reedificação Sem limitação de estoque
37 Lotes possíveis de reedificação Com limitação de estoque
38 PUR Praias da Baía O que se ganha com a nova forma de planejar o adensamento? OUC Área Central?
39 PUR Praias da Baía 570 edifícios Lotes possíveis de reedificação Sem limitação de estoque
40 OUC Área Central 135 edifícios Lotes possíveis de reedificação Com limitação de estoque
41 Se o estoque de construção é menor, por que permitir até 40 pavimentos em um dos setores?
42 Gabarito Máximo da Lâmina (número de pavimentos) OUC Área Central Maiores Gabarito: Setores de vazios urbanos: 40 pav 1 setor 20 pav 1 setor 18 pav 3 setores
43 Número de edifícios por subsetor Subsetor GABARITO NÚMERO DE EDIFICAÇÕES Setor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor Subsetor TOTAL 135 OUC Área Central Previsão total: 135 edifícios em 15 anos.
44 PUR Praias da Baía Dispositivos inovadores da Lei da OUC Área Central de Niterói. OUC Área Central m² Redução e controle da densidade de construção na área m² Garantia de uso do solo misto, com proporção equilibrada entre residencial e não residencial. Incentivo ao comercio local. Numero máximo de vagas de garagem. Dispensa de vagas para comércio e serviços até 400m de estações de transporte. Número mínimo de vagas de bicicletário nas edificações.
45 Futuras regulamentações: SELO VERDE Certificação específica a ser concedida com o objetivo de classificar empreendimentos que contemplem ações e práticas sustentáveis destinadas a redução dos impactos ambientais. CIDADE LINDA Ordenamento da exibição de publicidade que se revele ao público na área de abrangência da OUC da Área Central. USOS TRADICIONAIS Análise prévia do órgão de tutela municipal de patrimônio cultural sobre o licenciamento, mudança de uso e mudança de perfil de atividade econômica nos Corredores Culturais.
46 A quem beneficiará a revitalização do Centro?
47 190 mil m² de calçadas renovadas Fonte: imagem ilustrativa
48 Vias com todas as instalações subterrâneas e renovadas Fonte: CEDURP
49 515 mil m² de ruas reformadas Fonte: imagem ilustrativa
50 Reurbanização da orla e 20 km de rede cicloviária Fonte: imagem ilustrativa
51 Valorização e preservação da memória do Centro Histórico Fonte: imagem ilustrativa
52 101 mil m² de praças revitalizadas Fonte: imagem ilustrativa
53 155 mil m² de novas praças Fonte: imagem ilustrativa
54 Infraestrutura para urbanização das AEIS do Estado, Arroz, Sabão e Lara Vilela Fonte: imagem ilustrativa
55 Abrigo para atendimento à população de rua com capacidade de 300 pessoas Fonte: imagem ilustrativa
56 Vila de Pescadores com espaço para bares, restaurantes e pousadas. Fonte: imagem ilustrativa
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