Textus Receptus e Biblia Hebraica
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- Ivan Diegues Natal
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1 Textus Receptus e Biblia Hebraica Edson de Faria Francisco. São Bernardo do Campo, março de Textus Receptus e Biblia Hebraica Atualmente, existem várias edições do Antigo Testamento hebraico (a Bíblia Hebraica) que são publicadas tanto no exterior quanto no Brasil. Por um lado, existem edições que apresentam o texto do assim denominado Textus Receptus (lat. Texto Recebido) e por outro lado, existem as edições acadêmicas que apresentam texto do auge da atividade massorética ocorrida no século 10 com a família Ben Asher, em Tiberíades, na Palestina. Atualmente, o Textus Receptus é publicado principalmente pela Trinitarian Bible Society (TBS), em Londres, na Inglaterra. No Brasil, o mesmo texto é distribuído pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil (SBTB). Tal obra é baseada na edição de Christian D. Ginsburg (Londres, 1894) e que tem por base a Segunda Bíblia Rabínica, de Jacó ben Hayyim (Veneza, ). A edição de Ben Hayyim, baseada em manuscritos bíblicos hebraicos do final do período medieval, tornou-se o Textus Receptus do texto bíblico hebraico, servindo de base para todas as edições posteriores. Tal edição apresenta texto que possui a tradição Ben Asher, mas com grau de mistura com outras tradições massoréticas, como a de Ben Naftali e a de outros massoretas. Até o século 12, os manuscritos hebraicos demonstram tendência a se aterem e a reproduzirem um único sistema, o de Ben Asher ou o de Ben Naftali. Manuscritos surgidos em épocas posteriores ainda preservam a tradição Ben Asher, mas não de forma estritamente pura ou absolutamente fiel. Tais manuscritos refletem traços de outras tradições massoréticas tiberienses, principalmente a de Ben Naftali, além de outros grupos de massoretas. A diferença principal é relacionada com sinais vocálicos e com acentos de cantilação. Há pouquíssimas situações de variantes textuais reais relacionadas com o texto consonantal ou com mudanças de palavras e expressões. Desde o século 20, eruditos bíblicos europeus vêm publicando edições científicas do Antigo Testamento hebraico, na intensão de tentar recuperar a forma do texto o mais próximo possível do auge da atividade massorética, ligada à família Ben Asher. Isto é, as edições científicas ou acadêmicas tentam recuperar a forma mais pura possível do texto hebraico veterotestamentário de tradição Ben Asher, sem a contaminação com outras tradições massoréticas. Atualmente, a edição acadêmica mais respeitada e aceita no mundo bíblico erudito é aquela iniciada pelo estudioso alemão Rudolf Kittel e aprimorada pelo erudito alemão Paul E. Kahle. Tal edição é conhecida como Biblia Hebraica (lat. Bíblia Hebraica), sendo publicada pela primeira vez por Kittel, em Leipzig, na Alemanha, em Esta edição foi sucedida pela seguinte, em Ambas as edições tinham por base, ainda, o texto da Segunda Bíblia Rabínica, de Jacó ben Hayyim, que tinha se tornado o Textus Receptus. Desde os anos 1920, por sugestão de Kahle, Kittel abandonou o Textus Receptus para publicar na sua terceira edição o texto e a masora parva do Códice de Leningrado B19a (L), datado de Esta edição é conhecida como Biblia Hebraica (BHK), sendo publicada em Württhemberg, na Alemanha, em Tal obra foi sucedida pela Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS) (Stuttgart, ), editada por Karl Elliger e Wilhelm Rudolph, publicada pela Deutsche Bibelgesellschaft, em Stuttgart, na Alemanha. A BHS é baseada também no texto e na masora parva do Códice L, mas com modificações e correções feitas por Gérard E. Weil. A masora magna do Códice L foi publicada em um volume intitulado Massorah Gedolah iuxta Codicem Leningradensem B19a (Roma, 1971), que é o volume dois da BHS. A BHS é publicada no Brasil pela Deutsche Bibelgesellschaft e pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) (Stuttgart-Barueri, 2009). Além disso, a referida obra é a base do Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português (Barueri, 2012-), editado pela SBB. 1
2 2. O Texto da Biblia Hebraica Stuttgartensia e da Biblia Hebraica Quinta A BHS apresenta um texto do auge da atividade massorética ocorrida no século 10 com a família Ben Asher, em Tiberíades, na Palestina. Um dos mais importantes manuscritos massoréticos que representa a tradição Ben Asher é o Códice L, por ser, além disso, o manuscrito mais antigo que contém a totalidade do Antigo Testamento hebraico. A BHS reproduz tal manuscrito de maneira diplomática. Portanto, a BHS procura reproduzir, fielmente, o texto de tal códice massorético, junto com a masora parva. Tal edição traz um aparato crítico no rodapé de cada página com citações de manuscritos bíblicos hebraicos antigos e medievais e de versões bíblicas antigas em hebraico samaritano, em aramaico, em siríaco, em grego, em latim, em copta, em etíope, em árabe e em armênio. Além das versões bíblicas clássicas, a edição leva em consideração, igualmente, algumas citações bíblicas registradas na literatura rabínica da época talmúdica. Todas estas citações indicam onde outros manuscritos hebraicos e as versões bíblicas clássicas diferem do texto do Códice L. Além disso, o aparato crítico registra variantes entre o Códice L e entre a Segunda Bíblia Rabínica e outras edições clássicas do texto bíblico hebraico. Atualmente, já está sendo produzida a edição sucessora da BHS, denominada Biblia Hebraica Quinta (BHQ) (Stuttgart, 2004-), editada por Adrian Schenker e outros, publicada pela Deutsche Bibelgesellschaft. Tal obra tem por base, igualmente, o texto do Códice L junto com todas as anotações da masora parva e da masora magna. A BHQ reproduz, de maneira ainda mais diplomática, tanto o texto quanto as anotações massoréticas do Códice L. Agora, as anotações da masora magna são colocadas na própria edição, logo abaixo do texto bíblico hebraico e não mais em um volume em separado, como na BHS. Como ilustração, abaixo estão imagens do início do livro de Esdras-Neemias na BHS e na BHQ. Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS) Biblia Hebraica Quinta (BHQ) O texto bíblico no corpo principal é exatamente o mesmo entre a BHS e a BHQ, com algumas pouquíssimas alterações na disposição do texto. Outra diferença perceptível são as anotações da masora parva na margem lateral esquerda do texto. A BHQ apresenta a 2
3 masora parva original do Códice L, em contraste com a forma corrigida, editada e ampliada na BHS. Outra diferença ainda mais evidente é a inclusão das anotações da masora magna, logo abaixo do corpo principal do texto na BHQ, na forma original do Códice L. A principal e maior diferença entre ambas as edições é relacionada, principalmente, com o aparato crítico. O aparato crítico da BHS possui o total de 6 linhas de texto, enquanto o da BHQ possui o total de 14 linhas (oito linhas de diferença). Os antigos testemunhos textuais citados no aparato crítico sempre mostram onde diferem do texto principal da referida edição. A BHQ está sendo publicada em fascículos e levará alguns anos para ser concluída. Até o momento foram publicados os seguintes fascículos: Meguillot (Rt, Ct, Ec, Lm e Et) (Stuttgart, 2004), Deuteronômio (Stuttgart, 2007), Provérbios (Stuttgart, 2008), os Doze Profetas Menores (Stuttgart, 2010), Juízes (Stuttgart, 2011) e em breve será publicado Gênesis (Stuttgart, 2014). 3. O Hebrew Old Testament (Textus Receptus) e a Biblia Hebraica Stuttgartensia Abaixo estão imagens do início do livro de Esdras-Neemias na edição Hebrew Old Testament, de Christian D. Ginsburg, publicada pela Trinitarian Bible Society (Londres, 1894) e a edição Biblia Hebraica Stuttgartensia (Stuttgart-Barueri, 2009), publicada pela Deutsche Bibelgesellschaft e pela SBB. A obra da esquerda representa o Textus Receptus, editado por Ginsburg e a obra da direita representa o texto do auge da atividade massorética, ocorrida no século 10 e ligada à família Ben Asher e atestada no Códice L. Hebrew Old Testament (Textus Receptus) Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS) Algumas diferenças textuais entre ambas as edições: O título do livro bíblico no Textus Receptus é apenas (hebr. Esdras), mas é (hebr. Esdras-Neemias) na BHS. Não há separação entre ambas as obras bíblicas, constituindo um só livro; apenas os títulos mudam, quando do final de Esdras e o início de Neemias. 3
4 Nos versículos 1 (duas vezes), 2, 3, 5 e 7 o tetragrama é vocalizado como (hebr. YHWH) com os sinais vocálicos shewá audível, holem e qamets) no Textus Receptus, mas é vocalizado como (hebr. YHWH) (com os sinais vocálicos shewá audível e qamets) na BHS. A vocalização da BHS é a mais antiga, datando da época dos massoretas, como atestada no Códice L. No versículo 4, a locução (hebr. que ele) possui o sinal maqqef e uma vez o acento conjuntivo munnah. A mesma expressão é vocalizada como (hebr. que ele), sem o sinal maqqef e possuindo duas vezes o acento conjuntivo munnah na BHS. Nos versículos 4 e 5, o título divino (hebr. o Deus) possui o acento secundário meteg no Textus Receptus. A mesma nominação divina é vocalizada como (hebr. o Deus) sem o referido acento na BHS. No versículo 5, a locução (hebr. os pais) possui o acento secundário meteg no Textus Receptus. A mesma expressão é vocalizada como (hebr. os pais) sem o referido acento na BHS. No versículo 5, na locução (hebr. e os sacerdotes e os levitas) é encontrado o acento secundário meteg nas duas palavras. A mesma expressão é vocalizada como (hebr. e os sacerdotes e os levitas) sem o referido acento na BHS. No versículo 5, a expressão (hebr. em Jerusalém) possui o acento secundário meteg no Textus Receptus. A mesma expressão é vocalizada como (hebr. em Jerusalém) sem o referido acento na BHS. 4
5 Referências Bibliográficas FISCHER, Alexander A. O Texto do Antigo Testamento Edição Reformulada da Introdução à Bíblia Hebraica de Ernst Würthwein. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, FRANCISCO, Edson de F. Manual da Bíblia Hebraica: Introdução ao Texto Massorético Guia Introdutório para a Biblia Hebraica Stuttgartensia. 3. ed. São Paulo: Vida Nova, KELLEY, Page H.; MYNATT, Daniel S.; CRAWFORD, Timothy G. The Masorah of Biblia Hebraica Stuttgartensia: Introduction and Annotated Glossary. Grand Rapids-Cambridge: Eerdmans, SCHOLZ, Vilson. Princípios de Interpretação Bíblica: Introdução à Hermenêutica com Ênfase em Gêneros Literários. Canoas: ULBRA, 2006, p SILVA, Cássio Murilo D. da. Metodologia de Exegese Bíblica. Coleção Bíblia e História. São Paulo: Paulinas, 2000, p STUART, Douglas; FEE, Gordon D. Manual de Exegese Bíblica: Antigo e Novo Testamentos. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. 59. TOV, Emanuel. Textual Criticism of the Hebrew Bible. 3. ed. Minneapolis: Fortress Press, TREBOLLE BARRERA, Julio. A Bíblia Judaica e a Bíblia Cristã: Introdução à História da Bíblia. Petrópolis: Vozes, 1996, p WONNEBERGER, Reinhard. Understanding BHS A Manual for the Users of Biblia Hebraica Stuttgartensia. 3. ed. Subsidia Biblica 8. Roma: Pontificium Institutum Biblicum, WÜRTHWEIN, Ernst. The Text of the Old Testament: An Introduction to the Biblia Hebraica. 2. ed. Grand Rapids: Eerdmans,
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