LANÇAMENTO DE ABERTURAS E ESQUADRIAS

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1 LANÇAMENTO DE ABERTURAS E ESQUADRIAS

2 LANÇAMENTO DE ALVENARIAS SEGUNDO REGRAS DE ORGANIZAÇÃO

3 COMPATIBILIZAÇÃO E VERIFICAÇÃO DO CONJUNTO Após o lançamento do estudo preliminar na quadrícula modular a partir das regras gerais, se faz necessário repassar o conjunto de decisões adotadas e analisar as soluções junto a alguns especialistas se necessário, particularmente de estruturas. As modificações necessárias podem ser rapidamente assimiladas dentro do sistema a partir das regras estabelecidas, portanto uma vez realizados esses ajustes existirá a certeza de que o estudo preliminar não sofrerá modificações na etapa de detalhamento executivo.

4 PRODUTO 1: Projeto p/vendas

5 PRODUTO 2: Projeto legal

6 PRODUTO 3: Projeto tecnológico e de instalações.

7 PRODUTO 4: Projeto estrutural

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9 5. MODULAÇÃO DE VÃOS DE ESQUADRIA Dimensão e Posição de Vãos de Esquadrias. 1. As aberturas de vãos em fachada, de vedação ou estrutural, respondem a um módulo básico de 10 cm (1 M) na horizontal e na vertical, partir da organização normal dos blocos utilizados (20 cm de altura e 20, 30 e 40 cm de comprimento -Medidas Modulares-); 2. Garantir a repetição de somente duas fiadas diferenciadas na vertical; 3. As diferenças dimensionais entre os vãos da alvenaria e os vãos pretendidos (vão modular da esquadria) se preenchem utilizando complementos de 5 e 10 cm na horizontal e de 10 cm na vertical; Relação entre Medidas Modulares e Medidas Nominais 1. Os blocos de vedação e estruturais respondem ao Módulo de 10 cm (medida modular) sendo na prática 1 cm menores (medida nominal) para garantir o espaço necessário à junta (1 cm); 2. A quadrícula modular que organiza os blocos passa exatamente no centro da junta entre blocos (horizontal e vertical), deixando 0.5 cm de ajuste modular; 3. Vão Modular coincide com um número exato de Módulos e deve também coincidir com a mesma quadrícula modular; Vão na Vedação será igual ao Vão Modular mais 1 cm.

10 5. MODULAÇÃO DE VÃOS DE ESQUADRIA 5.1 Quadro para definição de Vãos Modulares em Alvenaria de Vedação e Estrutural VÃOS MODULARES EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO E ESTRUTURAL VÃO MODULAR DE REFERÊNCIA BLOCO 20 (VED.) VÃO SEGUNDO ALVENARIA (E EFETIVO) BLOCO 30 VÃO SEGUNDO ALVENARIA Estrutural e DIFERENCIA VÃOS (COMPLEMENTOS) Vedação VÃO MODULAR EFETIVO BLOCO 40 VÃO SEGUNDO ALVENARIA Estrutural e DIFERENCIA VÃOS (COMPLEMENTOS) Vedação VÃO MODULAR EFETIVO COINCIDÊNCIA DE VÃOS HORIZONTAIS SEM COMPLEMENTOS VÃO MODULAR DE REFERÊNCIA BLOCO 20 VÃO SEGUNDO ALVENARIA BLOCO 30 VÃO SEGUNDO ALVENARIA BLOCO 40 VÃO SEGUNDO ALVENARIA VÃOS MODULARES EM ALVENARIAS - PADRONIZAÇÃO DE DIMENSÕES VERTICAIS VÃO MODULAR DE REFERÊNCIA VEDAÇÃO VÃO SEGUNDO ALVENARIA COM VERGA E/OU CONTRAVERGA 10 CM VÃO MODULAR EFETIVO ESTRUTURAL VÃO SEGUNDO ALVENARIA COMPLEMENTO HORIZONTAL de 10 cm VÃO MODULAR EFETIVO COINCIDÊNCIA DE VÃOS VERTICAIS SEM COMPLEMENTOS VÃO MODULAR DE REFERÊNCIA VED/ESTRUTURAL VÃOS ALVENARIAS sem COMPLEMENTOS OBS: Em Alvenaria Estrutural considera-se a verga e contraverga com h: 20 cm.

11 6. VINCULAÇÃO DE VÃOS E ESQUADRIAS Tolerâncias admissíveis na Junta Vão - Esquadria Dimensionamento e tolerâncias admissíveis (Perímetro externo do Contramarco) MIN MAX 1 Dimensionamento Junta: Vão X Contramarco a...com viga de borda de concreto b...com verga premoldada ou em bloco U c...com pilar de concreto d...com alvenaria de blocos de vedação cer/concr e...com alvenaria estrutural f...com contramarco perimetral premoldado g Boneca/espalete a partir de vedação transversal 5.0 h Boneca/espalete a partir de pilar de concreto Porta para varanda: Diferencias entre nível interno e externo a...de piso acabado: laje nivelada com contrapiso 3.0 b...de piso acabado: laje nivelada e contrapiso zero 3.0 (nivel externo mais alto que o interno) c...de laje interna e externa com desnivel, a osso d Nível da soleira (Bit) maior que nível interno 3.0 7,5 3 Tolerâncias admissíveis do vào a de tamanho; e de prumo de coluna de vãos b de esquadro Vãos: espessura do revestimento da vedação a... interno em gesso b...interno em massa única c...interno em azulejo colado d...interno em placa de gesso (tipo dry wall) e...externo em argamassa industrial camada única f...externo em cerâmica g...externo em aluminio composto h...externo em pedra

12 7. VÃO - ESQUADRIA: DEFINIÇÃO DIMENSIONAL DA JUNTA Definição da Junta tolerância de execução e prumo do Vão Vedação (1.5 cm); junta mínima para a fixação da esquadria (1.5 cm); tolerância média perimetral (largura mínima da junta) de 3 cm entre a Medida Nominal do Vão (Vão Vedação) e a Medida Nominal da esquadria. Exemplo de Relação Dimensional de vãos e esquadrias Vão Modular Vão Vedação Dimensão Modular Esquadria Dimensão Nominal Esquadria Junta Nominal Total Junta Nominal Perimetral 80 x x x x x x x x x x x x x x x x x x x x

13 7. VÃO - ESQUADRIA: DEFINIÇÃO DIMENSIONAL DA JUNTA Definição da Junta inferior de Portas para Varandas

14 7. VÃO - ESQUADRIA: DEFINIÇÃO DIMENSIONAL DA JUNTA Definição da Junta e Revestimentos Externos 3 situações básicas: Revestimento externo contínuo e não modulado, arrematado no contra-marco: A vista do vão não é modulada; Revestimento externo modulado, complementado até o contra-marco utilizando um arremate externo: O vão não é modulado mas a vista do mesmo pode ser assimilada à modulação; Revestimento externo modulado com aumento do vão da vedação em 10 cm e arremate no prumo da esquadria. A vista do vão é modulada e se integra à modulação do revestimento.

15 8. RELAÇÃO DIMENSIONAL ENTRE AMBIENTES E ABERTURAS Critério para dimensionamento do pé direito: Piso acabado ao forro: tolerância admissível de 2 a 3 cm; Critério para dimensionamento de ambientes em planta: De revestimento a revestimento: tolerância admissível de 2 a 3 cm; Critérios de dimensionamento de áreas de iluminação: Área envidraçada: perímetro interno do marco da esquadria; Critérios de dimensionamento de áreas de ventilação: Área livre aberta: perímetro interno do marco da esquadria. Relação entre Áreas de Ambientes e Áreas de Iluminação e Ventilação: Espessura conjunto marco e contramarco: dimensão fixa de 2.5 cm; Medida do ajuste modular : dimensão fixa de 2.5 cm; Diferença entre Vão Modular e Vão de Iluminação-Ventilação: 10 cm. Relação entre Vão Modular e Vão de Iluminação/Ventilação (com abertura total do vão), em cm. Vão Modular Ajuste Modular Marco + Contramarco Vão de Iluminação e Ventilação % Iluminação e Ventilação sobre Vão 60 x x % 120 x x % 160 x x %

16 9. LANÇAMENTO MODULAR DE VÃOS EM PROJETO E OBRA Medição em Projeto e Obra Utilização de eixos de referência dimensional ortogonais; Utilização de cotas acumuladas a partir dos eixos; Posicionamento dos Planos Modulares de Referência (PMR) mais importantes (1 ª etapa estrutura; 2 ª etapa fachadas, divisórias e vãos de aberturas); Posicionamento de blocos de referência ou gabaritos para o lançamento da alvenaria, junto aos PMR correspondentes, respeitando a diferença de 0.5 cm entre a lateral do bloco e o PMR; Lançamento de primeira fiada da alvenaria na posição real dentro da obra; Posicionamento dos vãos de esquadrias a partir da posição dos blocos e meio-blocos, verificando a necessidade de complementos.

17 9. LANÇAMENTO MODULAR DE VÃOS EM PROJETO E OBRA

18 10. DIMENSÕES PREFERENCIAIS DE ESQUADRIAS 10.1 Quadro de Grupos Tipológicos Básicos Permite a seleção de vãos e esquadrias identificando aspectos funcionais e dimensionais, tamanho e utilização dos ambientes, áreas de iluminação e ventilação: a) Caracterização de 13 Grupos de tipologias básicas de vãos e esquadrias: Ambientes de permanência prolongada 1. 1 ou 2 folhas com ou sem venezianas de abrir comum; 2. 1 ou 2 folhas com persianas de enrolar; 3. 1 ou 2 folhas com bandeira; 4. 4 folhas com ou sem venezianas de abrir comum; 5. 4 folhas com persianas de enrolar; 6. 4 folhas com bandeira; Vão Modular Múltiplo de 10 cm Vão Vedação Vão Modular + 1 cm Dimensão Esquadria Vão Modular 5 cm Vão Iluminação/Ventilação Vão Modular 10 cm, ou Dim. Esquadria 5 cm QUADRO DE GRUPOS TIPOLÓGICOS BÁSICOS MODULAÇÃO MODULAÇÃO BASE MODULAÇÃO BASE GRUPOS VAO VEDAÇÃO LARGURA TIPOLÓGICOS VAO MODULAR G DIM. ESQUADRIA ALTURA VAO Il/Ven Ambientes de permanência transitoria 7. 1 pano de iluminação e ventilação simples; 8. 1 pano de iluminação e ventilação duplo (na vertical); 9. Portas de abrir comum panos de iluminação e ventilação simples; panos de iluminação e ventilação duplo (na vertical); Venezianas de correr, permanência prolongada folhas com veneziana de correr folhas com veneziana de correr b) Medidas de largura e altura de Vãos Vedação, Vãos Modulares, Dimensão de Esquadrias e Vãos de Iluminação e Ventilação por grupo; c) Área do local, de permanência transitória ou prolongada, por esquadria; d) Identificação de modulação geral com base 10, 20 e 30 cm, relacionada com os sistemas de alvenaria utilizados nos fechamentos e/ou com outros critérios dimensionais e produtivos (Módulos de Projeto). 1-2 FOLH. C/SEM ,8 5,4 6,0 6,6 VENEZ. DE ABRIR ,9 6,6 7,3 8,1 G ,4 7,2 8,0 8, ,2 12,6 14,0 15,4 PERM. PROLONG ,7 13,2 14,7 16,1 1-2 FOLH. COM ,3 6,0 6,7 7,3 PERSIANAS ,9 6,6 7,3 8,1 G ,7 12,0 13,3 14,7 PERM. PROLONG ,2 12,6 14,0 15,4 1-2 FOLH. COM ,9 6,6 7,3 8,1 BANDEIRA G ,4 7,2 8,0 8, ,2 12,6 14,0 15,4 PERM. PROLONG ,7 13,2 14,7 16,1 4 FOLH. C/SEM VENEZ. DE ABRIR ÁREA G4 DO LOCAL PERM. PROLONG FOLH. C/PERS G

19 10. DIMENSÕES PREFERENCIAIS DE ESQUADRIAS QUADRO DE GRUPOS TIPOLÓGICOS BÁSICOS MODULAÇÃO MODULAÇÃO BASE MODULAÇÃO BASE GRUPOS VAO ALVENARIA (LARGURA) TIPOOGICOS VAO MODULAR DIM. ESQUADRIA (ALTURA) VAO IL/VEM FOLH. C/SEM ,8 2,4 3,0 3,6 4,2 4,8 5,4 6,0 6,6 7,2 7,8 8,4 9,0 9,6 10,2 10,8 11,4 12,0 12,6 VENEZ. DE ABRIR ,2 2,9 3,7 4,4 5,1 5,9 6,6 7,3 8,1 8,8 9,5 10,3 11,0 11,7 12,5 13,2 13,9 14,7 15, ,4 3,2 4,0 4,8 5,6 6,4 7,2 8,0 8,8 9,6 10,4 11,2 12,0 12,8 13,6 14,4 15,2 16,0 16, ,2 5,6 7,0 8,4 9,8 11,2 12,6 14,0 15,4 16,8 18,2 19,6 21,0 22,4 23,8 25,2 26,6 28,0 29,4 PERM. PROLONGADA ,4 5,9 7,3 8,8 10,3 11,7 13,2 14,7 16,1 17,6 19,1 20,5 22,0 23,5 24,9 26,4 27,9 29,3 30,8 1-2 FOLH. COM ,0 2,7 3,3 4,0 4,7 5,3 6,0 6,7 7,3 8,0 8,7 9,3 10,0 10,7 11,3 12,0 12,7 13,3 14,0 PERSIANAS ,2 2,9 3,7 4,4 5,1 5,9 6,6 7,3 8,1 8,8 9,5 10,3 11,0 11,7 12,5 13,2 13,9 14,7 15, ,0 5,3 6,7 8,0 9,3 10,7 12,0 13,3 14,7 16,0 17,3 18,7 20,0 21,3 22,7 24,0 25,3 26,7 28,0 PERM. PROLONGADA ,2 5,6 7,0 8,4 9,8 11,2 12,6 14,0 15,4 16,8 18,2 19,6 21,0 22,4 23,8 25,2 26,6 28,0 29,4 1-2 FOLH. COM ,2 2,9 3,7 4,4 5,1 5,9 6,6 7,3 8,1 8,8 9,5 10,3 11,0 11,7 12,5 13,2 13,9 14,7 15,4 BANDEIRA ,4 3,2 4,0 4,8 5,6 6,4 7,2 8,0 8,8 9,6 10,4 11,2 12,0 12,8 13,6 14,4 15,2 16,0 16, ,2 5,6 7,0 8,4 9,8 11,2 12,6 14,0 15,4 16,8 18,2 19,6 21,0 22,4 23,8 25,2 26,6 28,0 29,4 PERM. PROLONGADA ,4 5,9 7,3 8,8 10,3 11,7 13,2 14,7 16,1 17,6 19,1 20,5 22,0 23,5 24,9 26,4 27,9 29,3 30,8 4 FOLH. C/SEM ,8 11,4 12,0 12,6 13,2 13,8 14,4 15,0 15,6 16,2 16,8 17,4 VENEZ. DE ABRIR ,2 13,9 14,7 15,4 16,1 16,9 17,6 18,3 19,1 19,8 20,5 21, ,4 15,2 16,0 16,8 17,6 18,4 19,2 20,0 20,8 21,6 22,4 23, ,2 26,6 28,0 29,4 30,8 32,2 33,6 35,0 36,4 37,8 39,2 40,6 PERM. PROLONGADA ,4 27,9 29,3 30,8 32,3 33,7 35,2 36,7 38,1 39,6 41,1 42,5 4 FOLH. C/PERS ,0 12,7 13,3 14,0 14,7 15,3 16,0 16,7 17,3 18,0 18,7 19, ,2 13,9 14,7 15,4 16,1 16,9 17,6 18,3 19,1 19,8 20,5 21, ,0 25,3 26,7 28,0 29,3 30,7 32,0 33,3 34,7 36,0 37,3 38,7 PERM. PROLONGADA ,2 26,6 28,0 29,4 30,8 32,2 33,6 35,0 36,4 37,8 39,2 40,6 4 FOLH. C/BAND ,2 13,9 14,7 15,4 16,1 16,9 17,6 18,3 19,1 19,8 20,5 21, ,4 15,2 16,0 16,8 17,6 18,4 19,2 20,0 20,8 21,6 22,4 23, ,2 26,6 28,0 29,4 30,8 32,2 33,6 35,0 36,4 37,8 39,2 40, ,4 27,9 29,3 30,8 32,3 33,7 35,2 36,7 38,1 39,6 41,1 42,5 IL/VEN SIMPLE ,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5 6, ,1 2,8 3,5 4,2 4,9 5,6 6,3 7,0 7,7 8, ,7 3,6 4,5 5,4 6,3 7,2 8,1 9,0 9,9 10,8 PERM. TRANSIÓRIA ,3 4,4 5,5 6,6 7,7 8,8 9,9 11,0 12,1 13,2 IL/VEN DUPLO ,3 4,4 5,5 6,6 7,7 8,8 9,9 11,0 12,1 13, ,9 5,2 6,5 7,8 9,1 10,4 11,7 13,0 14,3 15, ,5 6,0 7,5 9,0 10,5 12,0 13,5 15,0 16,5 18,0 PERM. TRANSIÓRIA ,1 6,8 8,5 10,2 11,9 13,6 15,3 17,0 18,7 20,4 PORTAS ,0 12,0 14,0 16,0 18,0 20,0 22,0 24,0 PERM. TRANSIÓRIA ,5 12,6 14,7 16,8 18,9 21,0 23,1 25,2 2 IL/VEN SIMPLE ,5 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 7,0 7,5 8,0 8,5 9,0 9,5 10,0 10, ,9 5,6 6,3 7,0 7,7 8,4 9,1 9,8 10,5 11,2 11,9 12,6 13,3 14,0 14, ,3 7,2 8,1 9,0 9,9 10,8 11,7 12,6 13,5 14,4 15,3 16,2 17,1 18,0 18,9 PERM. TRANSIÓRIA ,7 8,8 9,9 11,0 12,1 13,2 14,3 15,4 16,5 17,6 18,7 19,8 20,9 22,0 23,1 2 IL/VEM DUPLO ,7 8,8 9,9 11,0 12,1 13,2 14,3 15,4 16,5 17,6 18,7 19,8 20,9 22,0 23, ,1 10,4 11,7 13,0 14,3 15,6 16,9 18,2 19,5 20,8 22,1 23,4 24,7 26,0 27, ,5 12,0 13,5 15,0 16,5 18,0 19,5 21,0 22,5 24,0 25,5 27,0 28,5 30,0 31,5 PERM. TRANSIÓRIA ,9 13,6 15,3 17,0 18,7 20,4 22,1 23,8 25,5 27,2 28,9 30,6 32,3 34,0 35,7 TIPOLOGIAS C/VENEZ. CORRER VAO IL/VEM FOLHAS COM ,1 2,4 2,7 3,0 3,3 3,6 3,9 4,2 4,5 4,8 5,1 5,4 5,7 6,0 6,3 VENEZ. CORRER ,6 2,9 3,3 3,7 4,0 4,4 4,8 5,1 5,5 5,9 6,2 6,6 7,0 7,3 7, ,8 3,2 3,6 4,0 4,4 4,8 5,2 5,6 6,0 6,4 6,8 7,2 7,6 8,0 8, ,9 5,6 6,3 7,0 7,7 8,4 9,1 9,8 10,5 11,2 11,9 12,6 13,3 14,0 14,7 PERM. PROLONGADA ,1 5,9 6,6 7,3 8,1 8,8 9,5 10,3 11,0 11,7 12,5 13,2 13,9 14,7 15,4 4 FOLHAS COM ,4 5,7 6,0 6,3 6,6 6,9 7,2 7,5 7,8 8,1 8,4 8,7 VENEZ. CORRER ,6 7,0 7,3 7,7 8,1 8,4 8,8 9,2 9,5 9,9 10,3 10, ,2 7,6 8,0 8,4 8,8 9,2 9,6 10,0 10,4 10,8 11,2 11, ,6 13,3 14,0 14,7 15,4 16,1 16,8 17,5 18,2 18,9 19,6 20,3 PERM. PROLONGADA ,2 13,9 14,7 15,4 16,1 16,9 17,6 18,3 19,1 19,8 20,5 21,3

20 10. DIMENSÕES PREFERENCIAIS DE ESQUADRIAS 10.2 Quadro de Vãos Modulares Preferidos

21 TIPOLOGIAS JC-2F 10. DIMENSÕES PREFERENCIAIS DE ESQUADRIAS 10.3 Catálogo de Vãos Modulares e Dimensões Preferidas de Esquadrias VÃO MODULAR DIM. ESQUADRIA VÃO VEDAÇÃO VÃO ILUM-VENT X X X X X X X X 1.10 TIPOLOGIAS PA-1F O catálogo reúne o conjunto de Vãos e Esquadrias selecionados pela Comissão Técnica: 1) 12 Vãos Modulares Preferidos 2) 15 Tipologias de Esquadrias 3) 27 Dimensões Preferidas de Esquadrias VÃO DIM. VÃO VÃO MODULAR ESQUADRIA VEDAÇÃO ILUM-VENT. 900 X X X X Janela de Correr 2 Folhas JC-3F/V X X X X X X X X 1.10 Porta Pivotante 1 Folha PA-2F X X X X2.100 Janela de Correr 3 Folhas c/veneziana PC-2F X X X X X X X X X X X X 2.10 Porta Pivotante 2 Folhas JC- 2F/C X X X X X X X X Porta de Correr 2 Folhas PC-3F/V X X X X X X X X 2.10 Janela de Correr 2 Folhas com Veneziana Dobrável PC-2F/C X X X X X X X X Porta de Correr 3 Folhas c/veneziana PC-4F Porta de Correr 4 Folhas JC-2F/P Janela de Correr 2 Folhas c/persianas PC-2F/P X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 2.10 Porta de Correr 2 Folhas com Veneziana Dobrável RF-1F Requadro Fixo 1 Folha Mx-1F 600 x x x x x x x x x x x x x x x x 500 Maxim-ar 1 Folha x x x x 500 VP-2F X X X X Ventilação Permanente 2 Folhas PC-1F/AS X X X X Porta de Correr 2 Folhas c/persianas Porta de Correr p/área de serviço

22 INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA

23 INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA

24 OBJETIVOS ATINGIDOS: 1. COERÊNCIA DIMENSIONAL E DE ESPECIFICAÇÕES ENTRE PROJETO LEGAL, PROJETO EXECUTIVO E MARKETING/VENDAS; 2. COERÊNCIA DE DIALOGO TÉCNICO ENTRE PROJETO ARQUITETÔNICO, DE ESPECIALIDADES E A PRODUÇÃO; 3. COERÊNCIA NA ANÁLISE TÉCNICA DE CUSTOS REAIS; 4. REFERÊNCIA BÁSICA PARA ANÁLISE DE PRODUTIVIDADE E RESIDUOS DE OBRA; 5. PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS (OTIMIZAÇÃO DA RELAÇÃO DIMENSÃO X DESEMPENHO = TOLERÂNCIAS).

25 QUESTÕES A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS : COORDENAÇÃO MODULAR COMO OBJETIVO DE ESTADO, SETORIAL OU INDIVIDUAL?. PARA ATENDER À DEMANDA SOCIAL?. EXISTE UMA IDEIA DE INVESTIMENTO A FUTURO OU SE PRETENDE RESULTADOS IMEDIATOS? EM PAISES DESENVOLVIDOS É OBJETIVO DO ESTADO, PARA DEFINIR A CONSTRUÇÃO CIVIL COMO SETOR INDUSTRIAL COM SALARIOS E PRODUÇÃO SEMELHANTES (HENRY Ford: eu quero que meus empregados comprem meus carros = base da produção racionalizada); É UMA QUESTÃO DE MODELO MACROECONÔMICO DISTRIBUTIVO (COMO OS SUBSÍDIOS AGRÍCOLAS E PARA HABITAÇÃO FAMILIAR), PARA POSSIBILITAR O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO PAÍS; O INVESTIMENTO É ALTO, A FUTURO, PÚBLICO E PRIVADO, DE MEDIO E LONGO PRAZO E ABRANGE TODA A CADEIA DE PRODUÇÃO DA CONSTRUÇÃO E OUTRAS PARALELAS; NO BRASIL É OBJETIVO PARCIALMENTE SETORIAL E FORTEMENTE INDIVIDUAL DE ALGUMAS EMPRESAS.

26 A COORDENAÇÃO MODULAR É UM SALVAVIDAS (COMO OUTRAS OPÇÕES TECNOLÓGICAS PARCIAIS) PARA GARANTIR LUCRATIVIDADE OU PERMANÊNCIA NO MERCADO A CURTO PRAZO? EXISTEM OUTRAS FORMAS MAIS LÓGICAS E DE MENOR INVESTIMENTO PARA PERMANÊNCIA OU AUMENTO DE LUCRATIVIDADE, COMPLEMENTADAS EM MENOR MEDIDA PELA COORDENAÇÃO MODULAR. O CONHECIMENTO TÉCNICO ENVOLVIDO EXISTE NO PAÍS? SE ENSINA E SE APRENDE? O CONHECIMENTO TÉCNICO SE PAGARIA OU FUNCIONARIA POR CONTRATO DE RISCO E CUSTO/M2 DE PROJETO? ONDE ESTARIA ALOCADO? NO BRASIL, O CONHECIMENTO TÉCNICO, SALVO EXEÇÕES, NÃO FAZ PARTE CURRICULAR DE UNIVERSIDADES NEM ESCOLAS TÉCNICAS; NEM DE EMPRESAS E ASSOCIAÇÕES. DEVERIA SER ELABORADO, TESTADO E TRANSMITIDO AS SOLUÇÕES APRESENTADAS TEM TAMBÉM COMO OBJETIVO FRACCIONAR O CONHECIMENTO TÉCNICO, QUE É CONCENTRADO NOS ESCRITÓRIOS TÉCNICOS DAS EMPRESAS ONDE SE ELABORA O PROCESSO. ARQUITETOS E ESPECIALISTAS SÓ TEM ACCESSO ÀS REGRAS DE ORGANIZAÇÃO GERAL DO PROJETO PARA NÃO INTERFERIR COM A TECNOLOGIA. ESSA É A ÚNICA GARANTIA DE QUE O SISTEMA FUNCIONE POIS NÃO ESTÁ SUJEITO A INTERPRETAÇÕES PARTICULARES DE PROFISSIONAIS COM BAIXA FORMAÇÃO TECNOLÓGICA. TAMBÉM PODE SERVIR PARA MANTER ÀS CONDIÇÕES DE CONTRATAÇÃO DOS PROFISSIONAIS.

27 QUAL É A QUESTÃO DE FUNDO ENTÃO? O SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL/EDIFICAÇÕES É DEFINIDO (JUNTO A OUTROS SETORES), COMO UM SEGMENTO ECONÔMICO DE AJUSTE CONJUNTURAL, PARA ABSORVER PROBLEMAS MACROECONÔMICOS E DE PRESSÕES SOCIAIS. ESSES PROBLEMAS SE MANIFESTAM, NA PRÁTICA, NO VOLUME DE MÃO DE OBRA DESQUALIFICADA, EXPULSO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA DE SUBSISTÊNCIA E ALOCADO EM PERIFERIAS URBANAS, FAVELAS E CORTIÇOS, PARA O QUAL NÃO EXISTE UMA ALTERNATIVA DE INSERÇÃO NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL AVANÇADA. SE EXISTISSE ESSA ALTERNATIVA SERIAMOS UM PAIS DESENVOLVIDO COM BOA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA!!! DENTRO DESSE PANORAMA O SETOR FUNCIONA COM PARADIGMAS PRÉ- CAPITALISTAS: O CONHECIMENTO ENCONTRA-SE NA MÃO DE OBRA E EM ALGUNS SEGMENTOS CONCENTRADOS (POUCAS EMPRESAS E NA PESQUISA): -NÃO É SISTEMATIZADO NEM CONSIDERADO IMPORTANTE NA FORMAÇÃOPROFISSIONAL; - NÃO TEM VALOR RECONHECIDO NO MERCADO; - NÃO CONSEGUE ENFRENTAR A CONCORRÊNCIA PREDATÓRIA DA PRODUÇÃO ILEGAL NEM DA MÃO DE OBRA SEM REGISTRO EM CARTEIRA.

28 COMO FUNCIONA EM PAÍSES DESENVOLVIDOS? PRODUÇÃO TRADICIONAL R E C U R S O S Despes as Receitas TEMPO PRODUÇÃO AVANÇADA ALÉM DE FAZER PARTE DE UMA POLÍTICA DE ESTADO PARA O SETOR, SE TRABALHA SOBRE ESTRATÉGIAS FINANCEIRAS E DE PRODUÇÃO R E C U R S O S Despesas Receitas TEMPO PRODUÇÃO AVANÇADA - FINANCIAMENTO P/PRODUÇÃO E VENDAS O FOCO É A HABITAÇÃO SOCIAL!!! RECURSOS Custo construção Financiamento vendas Financiamento produção TEMPO

29 AS ESTRATÊGIAS INTEGRAM E PRIVILEGIAM, NESSA ORDEM (BRASIL: REDUÇÃO CUSTOS ~25%): PARA A DEFINIÇÃO DO PRODUTO : ANÁLISE DE QUALIDADE E RACIONALIDADE DA IMPLANTAÇÃO URBANA DO EMPREENDIMENTO ANÁLISE DE QUALIDADE E RACIONALIDADE DO SISTEMA DE EDIFICAÇÕES ANÁLISE FUNCIONAL E ECONÔMICA DOS EDIFÍCIOS ANÁLISE FUNCIONAL E ECONÔMICA DAS UNIDADES/CÉLULAS PARA APLICAÇÃO DE TECNOLÓGIA E PRODUÇÃO: COMPATIBILIDADE DE PROJETO E TECNOLOGIA EM FUNÇÃO DA PRODUÇÃO COMPATIBILIDADE FUNCIONAL E ESTRUTURAL DO PROJETO PADRONIZAÇÃO DE PROCESSOS, SISTEMAS E COMPONENTES SEGUNDO NORMAS DE DESEMPENHO COMPATIBILIDADE TECNOLÓGICA E DIMENSIONAL DE SUBSISTEMAS (CORDENAÇÃO MODULAR) PRODUÇÃO E PRÉ-MONTAGEM PARCIAL DE COMPONENTES CONSTRUÇÃO E MONTÁGEM SISTEMATIZADA EM CANTEIRO PARA A GESTÃO DA PRODUÇÃO: SISTEMA AVANÇADO DE GERENCIAMENTO E DE QUALIDADE

30 CULTURA TECNOLÓGICA E COORDENAÇÃO MODULAR COORDENAÇÃO MODULAR E DESEMPENHO: EM PAISES DESENVOLVIDOS, A COORDENAÇÃO MODULAR É O RESULTADO DIMENSIONAL DA PLENA RESPOSTA A EXIGÊNCIAS DE DESEMPENHO. NÃO É POSSÍVEL DEFINIR DIMENSÕES MÍNIMAS DE JUNTAS E TOLERÂNCIAS DE PRODUÇÃO E MONTAGEM SEM GARANTIR A PREVENÇÃO INTEGRAL DE PATOLOGIAS NO SISTEMA, DENTRO DAS SUAS CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO, LUGAR, E PROCESSO PRODUTIVO. DE AÍ A AFIRMAÇÃO DE QUE CADA EMPRESA DEVE AJUSTAR O SISTEMA MODULAR ÀS PRÓPRIAS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO, TECNOLOGIA E CONTROLE. NO BRASIL, METODOLOGIAS DE ANÁLISE E RESPOSTA A EXIGÊNCIAS DE DESEMPENHO AINDA NÃO FIGURAM NOS PLANOS DE ENSINO NA MAIORIA DAS ESCOLAS. AS PRIMEIRAS NORMAS FORAM APROVADAS POUCO TEMPO ATRÁS.

31 GRECIA ANOS EGITO ANOS MODULO E DESEMPENHO NO TEMPO ROMA ANOS

32 BRUNELLESCHI: O Módulo musical: Santa Croce em Florença (XVI)

33 HOJE (Lá fora!!)

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