UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA
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- Daniel Aquino de Caminha
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1 UNIVERSIDADE METODISTA DE ANGOLA!"#$%&'(&)($*+%&(&,'-./.$*#,0+%&'(&(-1#($,& 23&$(-($*#(&& PROF. MÁRIO DE CARVALHO
2 RESUMO!%/*(4'%&& 25 *(%#.,&(6(-(/*,#&'%&7"/!.%/,-(/*%&'%&-(#!,'%! "#$%&'!#(#)#*"'%!+'!+#)'*+'!$,!-%$.,%'! "#$%&'!#(#)#*"'%!+'!$/#%"'! #0,&(12%&$!+$!)#%.'+$! #('3"&.&+'+#!#!3,'3!&)-(&.'45#3& 85 *(%#.,&',&7.#-,! "#$%&'!+'!-%$+,46$! "#$%&'!+$3!.,3"$3!+#!-%$+,46$! "#$%&'!+$3!%#*+&)#*"$3& 95,/:6.$(&',$&($*#"*"#,$&'(&-(#!,'%;&& *(%#.,&(6(-(/*,#&'%&7"/!.%/,-(/*%&'%&-(#!,'%& <5 *(%#.,&(6(-(/*,#&',&'(-,/',!! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 2
3 CONTEÚDO GERAL.5 6ABCGHI&7G?JIKA?CIL;&$IKGALD>?M&1IGL&,5&I?J&NBLLBIK&'5&/>HJOIGD&P2QQQRM&!IS5&2=<5&!%-1%#*,-(/*%&'%&!%/$"-.'%#&& 6ABCGHI&7G?JIKA?CIL;&$IKGALD>?M&1IGL&,5&I?J&NBLLBIK&'5&/>HJOIGD&P2QQQRM&!IS5&T5& 1#%'"0+%&(&!"$*%$&& 6ABCGHI&7G?JIKA?CIL;&$IKGALD>?M&1IGL&,5&I?J&NBLLBIK&'5&/>HJOIGD&P2QQQRM&!IS5&U=V5& -(#!,'%$& 6ABCGHI&7G?JIKA?CIL;&$IKGALD>?M&1IGL&,5&I?J&NBLLBIK&'5&/>HJOIGD&P2QQQRM&!IS5&Q=2W5& *#,E,6X%M&*(##,&(&!,1.*,6& 6ABCGHI&7G?JIKA?CIL;&$IKGALD>?M&1IGL&,5&I?J&NBLLBIK&'5&/>HJOIGD&P2QQQRM&!IS5&28=2T5&..5 &%&7"*"#%& Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 3
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30 #;#)-($<!&)-$3"$!3$2%#!$!3'(:%&$! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 30
31 EFICIÊNCIA DOS MERCADOS
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33 #.$*$)&'!+$!2#)D#3"'%! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 33
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48 #/&.&C*.&'!#!'!0,'*"&+'+#!+#!#0,&(12%&$! produtores produtores Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 48
49 #/&.&C*.&'!#!'!0,'*"&+'+#!+#!#0,&(12%&$! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 49
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51 %#('46$!+#!2#*3! 0,'*+$!$!',)#*"$!+#!%#*+'!/'E!.$)!0,#!$!.$*3,)&+$%!%#+,E'!$!.$*3,)$! +#!/#&F6$!#!2'"'"'!#!',)#*"#!$!.$*3,)$!+#!.'%*#!=2#)!+#!7'($%!)'&3!#(#7'+$B8! $!+#3($.')#*"$!+'!.,%7'!+#!+#)'*+'!-$%!2'"'"'3!G!-'%'!'!#30,#%+'8!#*"6$! HE(-&./7(#.%#!G!'0,#(#!.,F'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'!+&)&*,&!0,'*+$!',)#*"'! HE(-&/%#-,6!G!'0,#(#!.,F'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'!',)#*"'!0,'*+$! YE(-!'(!1#.-(.#,&/(!($$.','(!G!'0,#(#!0,#!'$!',)#*"'%!'!%#*+'8!'! HE(-&'(&6"Z%!G!'0,#(#!0,#!'$!',)#*"'%!'!%#*+'8!'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'!+$! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 51
52 ELASTICIDADE Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 52
53 ELASTICIDADE Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 53
54 DETERMINANTES DA ELASTICIDADE Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 54
55 ELASTICIDADE DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 55
56 ELASTICIDADE DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 56
57 ELASTICIDADE DO PONTO MÉDIO Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 57
58 ELASTICIDADE DO PONTO MÉDIO Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 58
59 TIPOS DE ELASTICIDADE Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 59
60 ELASTICIDADE E INCLINAÇÃO DA CURVA DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 60
61 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 61
62 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 62
63 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 63
64 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 64
65 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 65
66 RECEITA TOTAL Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 66
67 RECEITA TOTAL E CURVA DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 67
68 DEMANDA INELÁSTICA E RECEITA TOTAL Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 68
69 DEMANDA INELÁSTICA E RECEITA TOTAL Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 69
70 DEMANDA ELÁSTICA E RECEITA TOTAL Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 70
71 DEMANDA ELÁSTICA E RECEITA TOTAL Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 71
72 ELASTICIDADE PREÇO DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 72
73 ELASTICIDADE PREÇO DE DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 73
74 ELASTICIDADE EM UMA CURVA DE DEMANDA LINEAR Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 74
75 ELASTICIDADE EM UMA CURVA DE DEMANDA LINEAR Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 75
76 ELASTICIDADE EM UMA CURVA DE DEMANDA LINEAR Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 76
77 ELASTICIDADE RENDA DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 77
78 ELASTICIDADE RENDA DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 78
79 ELASTICIDADE CRUZADA DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 79
80 ELASTICIDADE CRUZADA DA DEMANDA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 80
81 ELASTICIDADE PREÇO DA OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 81
82 ELASTICIDADE DA OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 82
83 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 83
84 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 84
85 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 85
86 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 86
87 ELASTICIDADE PREÇO E CURVAS DE OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 87
88 DETERMINANTES DA ELASTICIDADE DA OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 88
89 ELASTICIDADE DA OFERTA E CAPACIDADE DE PRODUÇÃO Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 89
90 ELASTICIDADE PREÇO DA OFERTA Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 90
91 RELAÇÃO ENTRE A PROCURA DE UM BEM E A RENDA DO CONSUMIDOR '@ 2#)!*$%)'(<!36$!'0,#(#3!.,F'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'!',)#*"'! 0,'*+$!',)#*"'D3#!'!%#*+'K! 2@ 2#)!+#!(,;$<!'$!3#!',)#*"'%!'!%#*+'!'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'! ',)#*"'!#)!)'&$%!-%$-$%46$K!.@ 2#)!+#!-%&)#&%'!*#.#33&+'+#<!'$!3#!',)#*"'%!'!%#*+'!'!0,'*"&+'+#! +#)'*+'!3#!)'*"G)!&*'("#%'+'!-$&38!'$!3#!"%'"'%!+#!'(9$!+#!-%&)#&%'! *#.#33&+'+#!F:!/'E&'!-'%"#!+'3!'*"&9'3!'0,&3&45#3!+$!&*+&71+,$K! +@ 2#)!&*/#%&$%<!36$!'0,#(#3!.,F'!0,'*"&+'+#!+#)'*+'+'!+&)&*,&! 0,'*+$!'!%#*+'!',)#*"'@!9#%'()#*"#!36$!2#*3!-'%'!$3!0,'&3!M:! '("#%*'"&7'3!+#!)#(M$%!0,'(&+'+#@! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 91
92 2#)!*$%)'(!#!3,-#%&$%! #%NO!P!'!#('3"&.&+'+#D%#*+&)#*"$!G!-$3&"&7'8!,)'!7'%&'46$! 2#)!*$%)'(!#!*#.#33:%&$!?Q#%!QO!P!'!#('3"&.&+'+#D%#*+&)#*"$!G!-$3&"&7'8!!$!.$*3,)$!.%#3.#!)#*$3!+$!0,#!-%$-$%.&$*'(!'$3!'.%G3.&)$3!+#! 2#)!&*/#%&$%! #%!Q!?D!#('3"&.&+'+#D%#*+&)#*"$!G!*#9'"&7'8!+'+'!,)'!7'%&'46$! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 92
93 #('3"&.&+'+#!-%#4$D-%$.,%'!! &*+&.'D*$3!'!%#('46$!#*"%#!'!7'%&'46$!+#!-%#4$!#!'!7'%&'46$!+'! -$%!#;#)-($<!3#!$!-%#4$!',)#*"'%!R?S!#!'!0,'*"&+'+#! 3#!$!-%#4$!',)#*"'%!R?S!#!'!0,'*"&+'+#!-%$.,%'+'!+&)&*,&%! 3#!$!-%#4$!',)#*"'%!R?S!#!'!0,'*"&+'+#!-%$.,%'+'!+&)&*,&%! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 93
94 2#)!3,23"&","$! 0,'*+$!'!#('3"&.&+'+#!.%,E'+'!G!-$3&"&7'! 2#)!.$)-(#)#*"'%! 0,'*+$!'!#('3"&.&+'+#!.%,E'+'!G!*#9'"&7'! 2#)!&*+#-#*+#*"#! 0,'*+$!'!#('3"&.&+'+#!.%,E'+'!G!*,('! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 94
95 CLASSIFICAÇÃO DE BENS BENS ELASTICIDADE-RENDIMENTO FRUTAS 1,99 COMPUTADOR 1,71 CIGARROS 0,42 PÃO -0,42 BATATAS -0,81 Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 95
96 Mudança no Preço do bem Mudança na quantidade procurada do bem Coca-cola Pepsi-cola 0,80 Elasticidadepreço cruzada Manteiga Margarina 0,81 Alimentos Entretenimento -0,72 Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 96
97 CONCLUSÃO '!&*.#%"#E'!&*"%$+,ED*$3!$!.$*.#&"$!+#!,"&(&+'+#!#3-#%'+'!#!$! #)!&*.#%"#E'!$3!.$*3,)&+$%#3!#3"6$!)'&3!7,(*#%:7#&3!'! Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 97
98 EXERCÍCIOS Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 98
99 O AUMENTO NO PREÇO DE UM CERTO BEM DE 0,5! PARA 0,7! REDUZ A QUANTIDADE PROCURADA DE PARA UNIDADES. CALCULE A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA E INTERPRETE O VALOR OBTIDO. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 99
100 PODEMOS CALCULAR A ELASTICIDADE SE PUDERMOS OBSERVAR QUAL É A VARIAÇÃO PERCENTUAL DA QUANTIDADE PROCURADA QUANDO O PREÇO SE ALTERA (SENDO TAMBÉM A VARIAÇÃO DO PREÇO MEDIDA EM PERCENTAGEM). Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 100
101 SENDO A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA DEFINIDA COMO A RELAÇÃO (RÁCIO) DA VARIAÇÃO PERCENTUAL NA QUANTIDADE PROCURADA RELATIVAMENTE À VARIAÇÃO PERCENTUAL DO PREÇO DO PRÓPRIO BEM, PARA CALCULAR O VALOR DA ELASTICIDADE SEGUNDO A FÓRMULA: NECESSITAMOS, PRIMEIRO, DE CALCULAR AS VARIAÇÕES PERCENTUAIS NA QUANTIDADE PROCURADA E NO PREÇO QUANDO SE PASSA DA SITUAÇÃO A PARA A SITUAÇÃO B. ALTERNATIVAMENTE PODERÍAMOS CALCULAR AS VARIAÇÕES PERCENTUAIS QUANDO SE PASSA DE B PARA A AINDA QUE POSSA PARECER QUE O RESULTADO SERIA O MESMO, NÃO É VERDADE, E CHEGARÍAMOS A VALORES PARA A ELASTICIDADE DIFERENTES CONSOANTE OPTÁSSEMOS POR UMA SOLUÇÃO OU PELA OUTRA. TAL RESULTA DE SE COMPARAREM AS VARIAÇÕES ABSOLUTAS NA QUANTIDADE PROCURADA E NO PREÇO COM NÍVEIS INICIAIS DAS VARIÁVEIS DIFERENTES, RESULTANDO EM VARIAÇÕES PERCENTUAIS DISTINTAS (NOTE-SE QUE A VARIAÇÃO PERCENTUAL É CALCULADA RELACIONANDO A VARIAÇÃO ABSOLUTA DA VARIÁVEL COM O SEU NÍVEL INICIAL). ASSIM, A ELASTICIDADE É CALCULADA POR REFERÊNCIA A UM PONTO DA CURVA DA PROCURA. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 101
102 PARA SIMPLIFICAR, O QUE SE FAZ É CALCULAR A ELASTICIDADE PARA O PONTO MÉDIO (A QUANTIDADE PROCURADA MÉDIA E O PREÇO MÉDIO) ENTRE AS SITUAÇÕES A E B E GENERALIZAR DIZENDO QUE O VALOR DA ELASTICIDADE NO TROÇO DA CURVA DA PROCURA ENTRE A E B É A CALCULADA PARA O PONTO MÉDIO. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 102
103 VARIAÇÃO % QUANTIDADE = VARIAÇÃO ABSOLUTA NA QUANTIDADE/ QUANTIDADE MÉDIA = = ( )/(( )/2) = / = 1,2=120% VARIAÇÃO % PREÇO = VARIAÇÃO ABSOLUTA NO PREÇO / PREÇO MÉDIO = = ( ) / (( )/2) = 0.2 / 0.6 = = 33,333% ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA = (120% / 33,33%) = 3,6 NOTE QUE RETIRÁMOS OS SINAIS NEGATIVOS, TRATANDO TODAS AS VARIAÇÕES EM VALORES ABSOLUTOS (COMO POSITIVAS), AINDA QUE, SEGUNDO A LEI DA PROCURA, AS VARIAÇÕES DOS PREÇOS E DAS QUANTIDADES PROCURADAS ESTEJAM NEGATIVAMENTE RELACIONADAS (VARIAM EM SENTIDOS OPOSTOS), PELO QUE, EM VALORES REAIS, A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA SERIA POSITIVA. INTERPRETAÇÃO: EPP = 3.6 SIGNIFICA QUE UMA VARIAÇÃO DE 1% NO PREÇO DO BEM CONDUZ A UMA VARIAÇÃO (CONTRÁRIA) DE 3.6% NA QUANTIDADE PROCURADA DESSE BEM. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 103
104 CONHECEM-SE OS SEGUINTES DADOS RELATIVOS À PROCURA MÉDIA DE AUTOMÓVEIS DIRIGIDA A UM DETERMINADO STAND: A) SE FOSSE DIRECTOR COMERCIAL DO STAND, QUE ESTRATÉGIA DE PREÇOS RECOMENDARIA PARA AUMENTAR AS SUAS RECEITAS TOTAIS? QUAL A VARIAÇÃO ESPERADA NA RECEITA TOTAL DO STAND SE A VARIAÇÃO DO PREÇO (NO SENTIDO QUE IDENTIFICOU) FOR DE 10%? B) DÊ EXEMPLOS DE DOIS BENS QUE REPRESENTEM A RELAÇÃO DEMONSTRADA PELO VALOR DA ELASTICIDADE PREÇO-CRUZADA. CALCULE A VARIAÇÃO NA RECEITA TOTAL DO STAND SE O PREÇO DESSE BEM BAIXAR 5%. C) CALCULE A QUANTIDADE TRANSACCIONADA DE AUTOMÓVEIS SE O RENDIMENTO DAS FAMÍLIAS AUMENTAR 2,5%. O QUE SUCEDERÁ À RECEITA TOTAL DO STAND? CLASSIFIQUE OS AUTOMÓVEIS EM RELAÇÃO À ELASTICIDADE RENDIMENTO DA PROCURA. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 104
105 a) Se fosse director comercial do stand, que estratégia de preços recomendaria para aumentar as suas receitas totais? Qual a variação esperada na receita total do stand se a variação do preço (no sentido que identificou) for de 10%? Dado que os automóveis apresentam uma procura rígida (o valor da elasticidade preço da procura é, em termos absolutos, inferior a 1), a estratégia que melhor serve os objectivos de aumento da receita do stand é o aumento de preços, pois a uma variação de 1% no preço corresponde uma variação inferior a 1% na quantidade procurada, pelo que a receita total aumentará (o efeito do aumento do preço tem mais impacto na receita total do que o da diminuição da quantidade procurada). A receita total inicial do stand é de RT = P x Q = x 100 = !/mêsDado o valor da elasticidade é de 0,65 (que significa que por cada 1% que o preço dos automóveis varia a quantidade procurada varia, em sentido contrário, 0,65%), depois do aumento do preço dos automóveis em 10% a nova quantidade procurada é: Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 105
106 ! Variação % na Quantidade = 0,65x0,1(ou 10%) =0,065 (ou 6,5%). P = 15000x(1+0,1) = 15000x1,1 = !/u.f. Q = 100x(1-0,065) = 100x0,935 = 93,5 u.f./mês (note que esta quantidade corresponde a assumir que o bem é fraccionável) Donde, a nova Receita total vem: RT = P x Q = x 93,5 = !/mês Logo a Variação esperada na Receita Total é: "RT = RT RT = !/mês Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 106
107 b) Dê exemplos de dois bens que representem a relação demonstrada pelo valor da elasticidade preço-cruzada. Calcule a variação na receita total do stand se o preço desse bem baixar 5%. A EPCP mede a variação percentual na quantidade do bem X, em resposta a uma variação percentual no preço de Y, ceteris paribus. Dado que os automóveis apresentam uma elasticidade cruzada da procura com um bem (desconhecido) de 0,54 (positiva), isso significa que por cada 1% que o preço desse outro bem varia, a quantidade procurada de automóveis varia, no mesmo sentido 0,54%. Isto é, se o preço do outro bem baixar 1% (ficar mais barato) a quantidade procurada de automóveis baixa 0,54% (procura diminui); se o preço do outro bem aumentar 1% (ficar mais caro) a quantidade procurada de automóveis aumenta 0,54% (procura aumenta). Logo, são bens substitutos: bens que satisfazem as mesmas necessidades e que podem ser consumidos em alternativa um do outro. As motas, os passes sociais são bens substitutos do automóvel. Se o preço desse bem substituto baixar 5%, a quantidade procurada de automóveis baixa, porque alguns consumidores optarão por comprar uma mota em vez de um automóvel (que ficou relativamente mais caro): Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 107
108 ! Variação %QX = 0,54x0,05 = 0,027 (ou 2,7%). Q = 100x(1-0,027) = 100x0,973 = 97,3 u.f./mês Donde, a nova Receita total vem: RT = P x Q = x 97,3 = !/mês Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 108
109 c) Calcule a quantidade transaccionada de automóveis se o rendimento das famílias aumentar 2,5%. O que sucederá à receita total do stand? Classifique os automóveis em relação à elasticidade rendimento da procura. A ERP mede a variação percentual na quantidade do bem X, em resposta a uma variação percentual no rendimento, ceteris paribus. Dado que os automóveis apresentam uma elasticidade rendimento da procura de 0,85 (positiva e inferior a um), isso significa que por cada 1% que o rendimento varia, a quantidade procurada de automóveis varia, no mesmo sentido 0,85%. Isto é, se o rendimento baixar 1% a quantidade procurada de automóveis baixa 0,85%; se o rendimento aumentar1%, a quantidade procurada de automóveis aumenta 0,85%. Assim, se o rendimento das famílias aumentar 2,5%, a quantidade procurada de automóveis deverá aumentar 2,125%, originando um aumento da receita total do stand. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 109
110 !Variação % na Quantidade X = 0,85x0,025 = 0,02125 =2,125% Q = 100x(1 + 0,02125) = 100x1,02125 = 102,125 u.f./mês Os bens cuja procura aumenta quando o rendimento dos consumidores aumenta (os bens que apresentam uma elasticidade rendimento da procura positiva) dizem-se bens normais (porque à medida que o rendimento aumenta (diminui) a quantidade procurada desses bens também aumenta (diminui)). Os bens normais cuja elasticidade rendimento da procura é inferior a 1 Dizem-se bens de primeira necessidade, por se tratarem de bens cujas quantidades procuradas não sofrem grandes ajustamentos na sequência da alteração do nível de rendimento. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 110
111 SUPONHA QUE O MERCADO DE CDS MUSICAIS APRESENTA PARA UM NÍVEL DE PREÇO DE 15! UM TOTAL DE 200 UNIDADES DE INTENÇÕES DE PROCURA POR PARTE DOS CONSUMIDORES E QUE PARA UM NÍVEL DE PREÇO DE 12,5! A PROCURA ASCENDE ÀS 225 UNIDADES. A)DETERMINE A EXPRESSÃO DA CURVA DA PROCURA. B) CALCULE A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA NO TROÇO DA CURVA COMPREENDIDO ENTRE AS DUAS COMBINAÇÕES INICIAIS DE PREÇOS E DE QUANTIDADES PROCURADAS. EM QUE UNIDADES SE EXPRESSA ESSA ELASTICIDADE? C) CLASSIFIQUE A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA DE CDS MUSICAIS E INDIQUE, QUANTIFICANDO, O QUE SUCEDERIA À DESPESA TOTAL DOS CONSUMIDORES SE O PREÇO VIGENTE NO MERCADO DE CDS DESCESSE DE 15! PARA 12,5! POR UNIDADE. D) ALGUM DOS PONTOS DA CURVA DA PROCURA COMPREENDIDOS ENTRE AS DUAS COMBINAÇÕES INICIAIS DE PREÇOS E QUANTIDADES É O PONTO DE EQUILÍBRIO DO MERCADO DE CDS? Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 111
112 MERCADO DE CD S MUSICAIS A) Qd =350 10Px B) ELASTICIDADE-PREÇODAPROCURA = C) PROCURA RÍGIDA. DT 1 = 200 X 15= 3000U.M. DT 2 = 225 X 12,5 = 2812,5 U.M. D) NÃO É POSSÍVEL IDENTIFICAR O EQUILÍBRIO DE MERCADO, UMA VEZ QUE NÃO CONHECEMOS A FUNÇÃO DE PROCURA. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 112
113 MERCADO DA LARANJA É REPRESENTADO PELAS SEGUINTES EXPRESSÕES PARA A PROCURA E PARA A OFERTA: Q = P Q = P A)CALCULE O PONTO DE EQUILÍBRIO PARA ESTE MERCADO. REPRESENTE DE FORMA GRÁFICA (NÃO NECESSITA DE SER À ESCALA). B) CALCULE A RECEITA TOTAL NO PONTO DE EQUILÍBRIO. C)SABENDO QUE A ELASTICIDADE PREÇO DA PROCURA É DE 0,3, CALCULE AS NOVAS QUANTIDADES DE EQUILÍBRIO NO MERCADO DA LARANJA, FACE A UM AUMENTO/REDUÇÃO DOS PREÇOS DE 10%. D) CALCULE A VARIAÇÃO DA RECEITA TOTAL EM CADA UMA DAS SITUAÇÕES. Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 113
114 MERCADO DA LARANJA a) Pe = 4,44 u.m.; Qe = 83,33 u.f. b) RT=369,99u.m. c)variação na Q = 3% d) Variação na RT: Março - Junho 2011 UMA - CURSO DE GESTÃO 114
115 Ao futuro!! 115 PROF. MÁRIO DE CARVALHO
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