Kanban. Professor: Régis Patrick Silva Simão

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1 Kanban Professor: Régis Patrick Silva Simão

2 Agenda Introdução 10 passos para o Kanban Quando implantar o Kanban? Como implantar o Kanban? Dinâmica da Fábrica das Camisas Mitos e Fatos sobre o Kanban

3 Introdução - Bibliografia

4 Introdução - O que é o Kanban?

5 Introdução - O que é o Kanban? É um método de gestão de mudanças, onde enfapza os seguintes princípios: Visualizar o trabalho em andamento; Visualizar cada passo em sua cadeia de valor, do conceito geral até sovware que se possa lançar; Limitar o Trabalho em Progresso (WIP Work in Progress), restringindo o total de trabalho permipdo para cada estágio;

6 Introdução - O que é o Kanban? É um método de gestão de mudanças, onde enfapza os seguintes princípios: Tornar explícitas as polípcas sendo seguidas; Medir e gerenciar o fluxo, para poder tomar decisões bem embasadas, além de visualizar as consequências dessas decisões; IdenPficar oportunidades de melhorias, criando uma cultura Kaizen, na qual a melhoria conbnua é responsabilidade de todos.

7 10 passos para Implantar o Kanban Passo 1: Visualizar o Fluxo de Trabalho Passo 2: Limitar o Trabalho em Progresso Passo 3: Estabelecer PolíPcas Explícitas de GaranPa de Qualidade Passo 4: Ajustar Cadências Passo 5: Medir o Fluxo Passo 6: Priorizar Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço Passo 8: Gerenciar Fluxo Passo 9: Estabelecer SLAS Passo 10: Melhorar ConPnuamente

8 Passo 1: Visualizar o Fluxo de Trabalho

9 Passo 1: Visualizar o Fluxo de Trabalho

10 Passo 2: Limitar o Trabalho em Progresso

11 Passo 2: Limitar o Trabalho em Progresso

12 Passo 2: Limitar o Trabalho em Progresso

13 Passo 3: Estabelecer PolíPcas Explícitas de GaranPa de Qualidade

14 Passo 4: Ajustar Cadências A maioria dos projetos trabalham com duas cadências de entrega: Uma cadência em que o código é disponibilizado em um ambiente de pré- produção para se obter feedback inicial (cadência de lançamentos internos); Outra cadência na qual a nova versão é lançada em ambiente de produção (cadência de lançamentos externos).

15 Passo 4: Ajustar Cadências

16 Passo 5: Medir o Fluxo Diagrama de Fluxo CumulaPvo

17 Passo 5: Medir o Fluxo Tempo de Ciclo

18 Passo 5: Medir o Fluxo Índice de Defeitos

19 Passo 5: Medir o Fluxo Itens Bloqueados

20 Passo 5: Medir o Fluxo

21 Passo 5: Medir o Fluxo

22 Passo 6: Priorizar Custo de Atraso (Cost of Delay) Representa a receita ou a economia perdidas com a escolha de não se trabalhar em um determinado item (uma história de usuário, por exemplo). A mais alta prioridade deve ser o item com o maior custo de atraso.

23 Passo 6: Priorizar

24 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço Um bom começo é idenpficar os diferentes Ppos de trabalho: Histórias de Usuário (Pequenas, Médias e Grandes); Defeitos (CosméPcos, CríPcos e ImpediPvos); Relatórios Manuais; Edições Textuais; Tarefas de Suporte; Instalação.

25 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço O próximo passo depois de definir os diferentes Ppos de trabalho é determinar como serão tratados em seu sistema. Cada forma dispnta de lidar com Ppos diferentes é uma Classe de Serviço.

26 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço Exemplos de Classes de Serviço Classe Padrão: Custo adicional: 0 Tipos de trabalho: Defeitos cosmépcos, histórias de usuário Tratamento especial: Nenhum Classe Prioritária: Custo adicional: $500 Tipos de trabalho: Defeitos crípcos, histórias de usuário de alta prioridade Tratamento especial: Ganha prioridade em todos os estágios

27 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço Exemplos de Classes de Serviço Classe de Prazo Fixo: Custo adicional: $ Tipos de trabalho: Histórias de Usuário Tratamento especial: Tem prioridade em todos os estágios, se o prazo espver próximo; caso contrário é tratada como uma classe de serviço padrão. A implantação emergencial pode ser necessária. Classe Urgente: Custo adicional: $ Tipos de trabalho: Defeito impedipvo Tratamento especial: Rompe os limites do WIP, para todo o WIP existente; implantação emergencial

28 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço

29 Passo 7: IdenPficar Classes de Serviço

30 Passo 8: Gerenciar Fluxo OPmize o fluxo, não a uplização Alivie os gargalos Introduza buffers Planeje as entregas

31 Passo 9: Estabelecer SLAS Classe Padrão SLA: Média: 15 dias 90% dentro do prazo de 21 dias Todas no prazo máximo de 30 dias Classe urgente SLA: Média: 2 dias 90% dentro do prazo de 3 dias Todas no prazo máximo de 4 dias Classe de prazo fixo SLA: 98% dentro do prazo Classe prioritária SLA: Média: 8 dias 90% dentro do prazo de 13 dias Todas no prazo máximo de 18 dias

32 Passo 9: Estabelecer SLAS Classe padrão Varia muito em temanho SLA pontos (grande): Média: 15 dias 90% dentro do prazo de 21 dias Todas no prazo máximo de 30 dias SLA pontos (média): Média: 13 dias 90% dentro do prazo de 18 dias Todas no prazo máximo de 25 dias SLA pontos (pequena): Média: 14 dias 90% dentro do prazo de 14 dias Todas no prazo máximo de 18 dias

33 Passo 9: Estabelecer SLAS

34 Passo 10: Melhorar ConPnuamente Reuniões diárias Cadência regular de retrospecpvas (eventos Kaizen, na terminologia Lean). Sugestões para mudanças estruturais maiores, conhecidas no Lean como Kaikaku (mudança dramápca)

35 Quando implantar o Kanban? Quando devo considerar trabalhar com o Kanban? Você tem se esforçado para implementar o Agile em sua organização, mas sem muito sucesso? Você tem usado o Agile por algum tempo, mas as melhorias de desempenho começaram a estagnar? Você esta uplizando tempo precioso em prápcas ágeis que ja não parecem mais se encaixar no contexto em que esta trabalhando? Tem usado Agile como um checklist, mas sem compreender completamente os princípios básicos? Sente a necessidade de flexibilidade que va além da oferecida por iterações fixas e planejadas?

36 Quando implantar o Kanban? Quando devo considerar trabalhar com o Kanban? Suas prioridades mudam diariamente? Você esta uplizando processos criados para o desenvolvimento ágil num contexto em que não se adaptam facilmente, como por exemplo em manutenção e operações? Precisa de uma transição gradual da execução em cascata para o Agile, para evitar altos níveis de resistência organizacional?

37 Como implantar o Kanban? Filosofia para implantar o Kanban Começar com o que se esta fazendo agora; Concordar em buscar mudanças incrementais e evolucionárias; Respeitar o processo atual, com seus papéis, responsabilidades e cargos.

38 Dinâmica Fábrica de Camisas Orientações: Camisa unissex Tamanho único Tem que caber na palma da mão do cliente Informações: Logo do cliente Estampa Frase Pode usar Frente / Verso / Manga

39 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: O Kanban é adequado apenas para equipes trabalhando com tarefas pequenas e padronizadas, como as de operações e manutenção. Fato: O Kanban é altamente inspirado pelo trabalho de Don Reinertsen, sobre o Desenvolvimento Lean de Produtos. E se provou ser tão boa opção para o desenvolvimento de sovware quanto é para operações e manutenção.

40 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: O Kanban e o Scrum são opostos. Fato: Nenhum dos princípios do Kanban restringe o uso do Scrum. O Kanban funciona como um agente de mudanças, e os princípios do Scrum devem, portanto, ser usados apenas nos casos em que ajudam a opmizar o fluxo de trabalho. Nada impede de se começar com o Scrum e uplizar o Kanban para impulsionar futuras mudanças.

41 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: Por não insispr no compromisso com iterações planejadas, o Kanban torna- se vípma da Lei de Parkinson, em que O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua conclusão. Fato: Apesar de ser uma preocupação válida, os projetos com Kanban raramente apresentam esse comportamento, pois as cadências fixas, a visualização permanente, a medição do tempo de ciclo, e os ciclos de feedback curtos com o negócio, mantêm o foco controlado e as tarefas fluindo.

42 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: As equipes que uplizam Kanban não uplizam Pmeboxes (períodos fixos de tempo). Fato: Os Pmeboxes não são exigidos no Kanban, mas devem ser uplizados quando ajudarem a opmizar o fluxo, o nível de feedback e a qualidade. A maioria das equipes Kanban prapcam uma cadência fixa de planejamento, revisão e entregas mas sem vincular estritamente essas cadências. Desse modo, dispensa- se o modelo tradicional de iterações, mas preservando o valor gerado.

43 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: As equipes Kanban não fazem espmapvas Fato: As espmapvas não são obrigatórias, mas devem ser usadas quando apropriadas. A maioria dos projetos Kanban de desenvolvimento usam algum grau de dimensionamento inicial ou para assegurar o gerenciamento, a priorização e o alinhamento ideal de por~ólio, ou para os trabalhos considerados mais sensíveis à análise de custo/bene cio ou ao desempenho relacionado a prazos.

44 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: O Kanban é melhor do que Crystal/Scrum/ XP/FDD etc. Fato: O Kanban é antes de tudo um catalisador para a condução de mudanças e precisa de um ponto de parpda. Assim, apesar de a maioria dos projetos poder se beneficiar do uso do Kanban, o Kanban não é um subsptuto para, por exemplo, o Scrum, que é, na maioria dos casos, um ponto de parpda perfeito para a adoção do Kanban.

45 Mitos e Fatos sobre o Kanban Mito: O Kanban é melhor do que Crystal/Scrum/ XP/FDD etc. Fato: O Kanban é antes de tudo um catalisador para a condução de mudanças e precisa de um ponto de parpda. Assim, apesar de a maioria dos projetos poder se beneficiar do uso do Kanban, o Kanban não é um subsptuto para, por exemplo, o Scrum, que é, na maioria dos casos, um ponto de parpda perfeito para a adoção do Kanban.

46 FIM OBRIGADO

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