Processos de Software
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- Kátia Lagos Pais
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1 DCC / ICEx / UFMG Processos de Software Eduardo Figueiredo
2 Processos Procedimentos e métodos definindo relação entre tarefas PROCESSO Pessoas com habilidades, treinadas e motivadas Ferramentas e equipamentos Figura adaptada de CMMI for Development 1.3 CMMI Institute
3 Ciclo de Vida
4 Ciclo de Vida do Software Definição Desenvolvimento Manutenção e evolução Retirada
5 Processos de Software Um PROCESSO DE SOFTWARE é um conjunto de atividades relacionadas que leva a produção de um produto de software
6 Atividades e processos Atividades e processos são compostos por Produtos/Artefatos/Produtos de trabalho Resultados de uma atividade Ex: Projeto arquitetural do software Papéis Responsabilidades das pessoas envolvidas no processo Ex: Arquiteto de software Pré/Pós-Condições Condições que devem ser verdadeiras antes ou depois da execução ou conclusão de uma atividade Ex: A atividade de definição de arquitetura só pode ser iniciada quando todos os requisitos tiverem sido definidos.
7 Principais atividades Especificação de Software Projeto e implementação de Software Validação de Software Evolução de Software Essas atividades são complexas Contêm subatividades ou subprocessos Atividades de apoio também são importantes Ex: Gerência de configuração, documentação
8 Modelos de Processo de Software Um modelo de processo de software é uma representação simplificada de um processo de software Frameworks ou modelos genéricos que podem ser estendidos ou adaptados para criar processos de software mais específicos Exemplos: Cascata ou Waterfall Desenvolvimento Incremental Desenvolvimento orientado a reutilização
9 Cascata ou Waterfall Atividades sequenciais Uma fase deve ser concluída para a outra começar Definição de Requisitos Projeto Implementação Integração e Testes Operação e Manutenção
10 Características Modelo orientado a planos Planejar e definir cronogramas para cada atividade antes de executá-las Documentação rígida (idealmente completa) em cada atividade Reflete abordagens adotadas em outras engenharias Simplicidade do modelo torna a gestão do projeto mais simples É mais fácil acompanhar o andamento do projeto baseado na conclusão de cada etapa.
11 Problemas Reação a mudanças difícil e lenta Alto custo de produzir e aprovar documentos Desenvolvimento de software raramente segue um fluxo linear Erros de uma fase muitas vezes são percebidos em fases seguintes Requer que os requisitos sejam plenamente conhecidos no inicio do projeto Versão final só ficará pronta na fase final do projeto
12 Ops..
13 Quando utilizar Quando os requisitos são bem conhecidos Quando há baixa probabilidade de mudança dos requisitos Sistemas críticos
14 Desenvolvimento Incremental Desenvolvimento de pequenos incrementos (versões parciais do software). Atividades intercaladas Descrição do Escopo Especificação Versão Inicial Desenvolviment o Versões Intermediárias Validação Versão Final
15 Características Reflete a forma que resolvemos problemas Desenvolvimento incremental é uma parte fundamental de abordagens ágeis No entanto, pode ser orientado a planos ou um meio termo. Cada incremento do Sistema incorpora funcionalidades desejadas pelo cliente Principais benefícios Menor custo decorrente de mudanças de requisitos de cliente Mais fácil obter feedback do cliente sobre o desenvolvimento já realizado É possível a entrega e implantação de software ÚTIL ao cliente mais rapidamente
16 Problemas O processo pode não ser muito claro Difícil acompanhar progresso A gerência do software é complicada O sistema não é necessariamente especificado de forma completa à priori Risco de degradação da estrutura do produto com a adição de incrementos O produto final pode se tornar mal estruturado Esses problemas são agravados no desenvolvimento de sistemas grandes, complexos e com longo tempo de vida.
17 Degradação estrutural
18 Processo Orientado ao Reuso Baseia-se na existência de um número significativo de componentes reusáveis O processo se concentra na integração dos componentes reusáveis Inspirado na analogia com componentes de hardware Exemplo: componentes elétricos / eletrônicos
19 Representação Baseia-se na existência de um número significativo de componentes reusáveis O processo se concentra na integração dos componentes Especificação de Requisitos Análise de Componentes Desenvolvimento e Integração Validação do Sistema Alteração nos Requisitos Projeto do Sistema com Reuso
20 Alinhar componentes aos requisitos Análise de Componentes Dada uma especificação, encontrar componentes que a atendam Alteração nos Requisitos Se possível, os requisitos são adaptados aos componentes existentes Especificação de Requisitos Análise de Componentes Desenvolvimento e Integração Validação do Sistema Alteração nos Requisitos Projeto do Sistema com Reuso
21 Integração dos Componentes Projeto do Sistema com Reuso Se necessário, projeta-se novos componentes reusáveis Desenvolvimento e Integração Desenvolvimento de novos componentes Integração de todos os componentes Especificação de Requisitos Análise de Componentes Desenvolvimento e Integração Validação do Sistema Alteração nos Requisitos Projeto do Sistema com Reuso
22 Vantagens Reduz a quantidade de software a ser desenvolvido Espera-se reduzir os custos e os riscos Espera-se uma entrega do produto mais rápida ao cliente
23 Desvantagens Pode-se desenvolver um produto que não atenda aos requisitos do cliente Pode ser mais difícil evoluir os sistemas Componentes de terceiros A gerência de versões dos componentes pode ser complexa
24 Considerações sobre escolha de processos Não existe bala de prata BROOKS, F.; KUGLER, H. J. No Silver Bullet Essence and Accident in Software Engineering. April, Um bom processo é o processo que é adequado para o contexto
25 Processos que Lidam com Mudanças
26 Mudanças Mudanças são inevitáveis em projetos de software de grande escala Mudança é uma forte causa de retrabalho Abordagens para reduzir o custo de retrabalho Evitar mudanças Tolerância a mudanças
27 Lidando com Mudanças Prototipação Entrega Incremental Modelo Espiral
28 Prototipação
29 Prototipação É geralmente usada junto com outro modelo de processo Planeja e modela rapidamente um protótipo Mais comum na definição de interfaces com os usuários (telas) Começa com os requisitos menos compreendidos Objetivo: entender os requisitos
30 Prototipação O protótipo deveria ser descartado E o sistema re-implementado usando outro processo (exemplo, Cascata) Principal vantagem Auxilia o engenheiro de software e o cliente a entenderem melhor o que deve ser construído
31 Entrega Incremental
32 Entrega Incremental Combina elementos do modelo cascata aplicados de maneira iterativa Definir parte dos requisitos Associar requisitos aos incrementos Projetar arquitetura Desenvolver incremento Implantar incremento Validar incremento Sistema Final Validar sistema parcial Integrar incremento
33 Vantagens Os clientes não precisam esperar a entrega final do sistema Eles podem usar o sistema parcial Serviços de mais alta prioridade podem ser entregues primeiro O risco de falha global do projeto é menor que o Modelo Cascata
34 Desvantagens Pode ser difícil definir os recursos comuns e propriedades globais dos sistema Difícil adoção pelos usuários quando um novo sistema (parcial) irá substituir um sistema antigo (completo) Pode causar dificuldades no fechamento do contrato Não há especificação completa a priori
35 Modelo Espiral
36 Modelo Espiral Combina elementos dos modelos incrementais e de Prototipagem E sequência adotada do Modelo Cascata Software é desenvolvido em versões Prototipagem nas primeiras versões Incremental nas últimas versões Definição de Objetivos Planejamento Avaliação e redução de riscos Desenvolvimento e Validação
37 Modelo Espiral
38 Bibliografia Ian Sommerville. Engenharia de Software, 9ª Edição. Pearson Education, Capítulo 2 Processos de Software
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