Capítulo 12 Detectores continuação II
|
|
|
- Valentina Mendes de Caminha
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 12 Detectores continuação II terceira versão Multipicadores de elétrons 1- Fotomultiplicadora Fotomultiplicadoras são aparelhos que convertem luz em uma corrente elétrica mensurável. São extremamente sensíveis e, em física nuclear e de altas energias, são comumente associadas com detectores de cintilação, embora a sua utilização seja bastante variada. A figura abaixo mostra de forma esquemática uma fotomultiplicadora típica. Consiste de um catodo feito de um material foto-sensivel seguido por um sistema de coleção de elétrons, uma seção multiplicadora de elétrons (ou cadeia de dinodos) e finalmente um anodo. Todas as partes são usualmente colocadas em um tubo de vidro evacuado de modo que a fotomultiplicadora tem a aparência de uma válvula antiga. 182
2 Durante a operação uma alta tensão e aplicada ao catodo, dinodos e anodo de modo que uma `escada` de potencial aparece ao longo do da estrutura catodo-dinodoanodo. Quando um fóton incidente (de um cintilador por exemplo) sobre o fotocatodo, um elétron e emitido via efeito fotoelétrico. Devido a tensão aplicada, o elétron e direcionado acelerado par o primeiro dinodo, onde colide e transfere parte de sua energia para os elétrons no dinodo. Isto causa a emissão de elétrons secundários, que por sua vez, são acelerados ate o próximo dinodo onde mais elétrons são produzidos. Uma cascata de elétrons e criada em direção ao anodo, onde e coletada para gerar uma corrente que pode ser amplificada e analisada. Fotomultiplicadoras (FM) podem operar no modo continuo, ou seja, sob iluminação constante, ou no modo pulso, como no caso de contar fótons de um cintilador. Em ambos os modos, se o catodo e os dinodos são supostos lineares,a corrente na saída da FM (o cintilador produz fótons em proporção a energia depositada no cintilador) seria capaz de fornecer não somente informação sobre a presença da partícula, mas também a energia a energia depositada no cintilador. Vamos olhar com mais detalhes as varias partes de uma FM. O fotocatodo 183
3 O fotocatodo converte a luz incidente em uma corrente de elétrons pelo efeito fotoelétrico. Para faciltar a passagem desta luz, o material fotosensivel e depositado em uma camada muito fina no interior da janela da FM que e usualmente feita de vidro ou quartzo. Pela equação de Einsten E = hν φ onde E e a energia cinética do elétron emitido, v e a freqüência da luz incidente e φ e a função trabalho. E claro que uma freqüência mínima e necessária pra que o efeito fotoelétrico ocorra. Acima deste limiar, contudo, a probabilidade para este efeito esta longe da unidade. Exercicio. Calcule o comprimento de onda limite para sensibilizar uma FM com função trabalho de 1,5 ev A eficiência para a conversão fotoelétrica varia fortemente com a freqüência da luz incidente (vide capitulo 9) e a estrutura do material. A resposta espectral e expressa pela eficiência quântica η (λ) = N N o onde N e o numero de fotoelétrons ejetados e N o o numero de fótons com comprimento de onda λ incidentes no catodo. Uma quantidade equivalente e a sensibilidade radiante do catodo, definida como I k E( λ) = P( λ) onde I k e a corrente de emissão fotoelétrica no catodo e P(λ) e a potencia radiante incidente. A sensibilidade radiante do catodo e usualmente dada em unidades de ampere/watts e e relacionada com a eficiência quântica por E( λ ) =λη e ( λ) hc para E em [A/W] e λ em nanômetros E ( λ ) =λη λ 1 ( ) 1240 Dezenas de tipos de fotocatodos são utilizados, com sensibilidade espectral variando desde o infra-vermelho ate o ultravioleta. A tabela abaixo ilustra alguns fotocatodos. A 184
4 maioria são feitos de antimônio com alguns metais alcalinos. A escolha de semicondutores ao invés de metais ou outros substancias fotoelétricas e devido a sua boa eficiência quântica em converter um fóton em um elétron utilizável. De fato,na maioria dos metais, a eficiência quântica não e maior do que 0,1 % o que significa que na media de 1000 fotons são necessários para ejetar um foto-elétron. Por outro lado, semicondutores possuem eficiência quânticas da ordem de 10 a 30 %, e ate mesmo maiores (vide figura abaixo). Esta diferença se explica pelas diferenças nas estruturas intrínsecas. Suponha por exemplo, que um elétron absorva um fóton a uma a distancia x da superfície do material no seu interior. Ate alcançar a superfície, este elétron sofrera uma perda de energia E = x(de/dx), devido a colisões com os elétrons atômicos ao longo do caminho. Em metais, estes elétrons atômicos estão essencialmente livres, resultando em grandes transferências de energia, logo de/dx e grande. A probabilidade de alcançar a superfície com energia suficiente para transpor a barreira de potencial e bastante reduzida. Recentes desenvolvimentos na construção de fotocatodos tem sido o uso de materiais com afinidade eletrônica negativa tais como GaP dopado com zinc e pequenas quantidades de césio. Nestes materiais a estrutura de banda próxima a superfície e tal que o nível inferior da banda de condução esta acima do potencial do vácuo. A função trabalho e então negativa. Sem a barreira de potencial, os elétrons precisam somente ter energia suficiente para alcançar a superfície e escapar. Fig. Resposta espectral de alguns materiais Tipo de catodo Composição Comprimento de Eficiência quântica 185
5 onda para máxima máxima resposta [nm] S1(C) Ag-O-Cs 800 0,36 S4 SbCs S11 (A) SbCs Bialkali Sb-K-Cs SB Cs-Te Tabela com as características de alguns fotocatodos [Leo] Ganho O fator de amplificação ou ganho de um FM depende do numero de dinodos e o fator de emissão de elétrons secundários δ, que e função da energia dos elétrons primários. A energia dos elétrons incidentes em cada dinodo e uma função da diferença de potencial entre os dinodos, ou seja δ = supondo que a voltagem aplicada e igualmente dividida entre os dinodos,o ganho de uma FM e então KV d n n G =δ = ( KVd ) Podemos calcular o numero de estágios n, necessários para um ganho fixo com um mínimo de voltagem aplicada V b. V b = nv d = n K G 1/ n Ex. Minimize a expressão acima para V b, derivando em relação a n e mostre que n = lng. Uma vantagem de se operar usando uma voltagem mínima, e que minimizamos também o ruído. A partir da expressão do ganho pode-se mostrar que dg G dv = n V d d dv = n V b b para n=10 temos uma variação no ganho de 10 % para uma variação de 1 % em V b. Assim, para manter um estabilidade no ganho. 186
6 Estatística da multiplicação de elétrons Se δ fosse uma constante, cada foto-eletron seria sujeito a exatamente o mesmo fator de multiplicação. Sob condições fixas de operação, todos os pulsos de saída que se originaram de um único foto-eletron teriam a mesma amplitude. Na realidade, a emissão de elétrons secundários e um processo estatístico, e o valor especifico de δ para um dado dinodo ira flutuar de evento a evento em torno de seu valor médio. A forma do espectro de alturas de pulso de uma FM e uma medida indireta dos graus de flutuação em δ. No modelo mais simples, a produção de elétrons secundários em um dinodo pode segue a distribuição de Poisson. Para um um único foto-eletron incidente no primeiro dinodo, o numero de elétrons secundários produzidos tem um valor médio de δ e um desvio padrão de σ = (δ) 1/2. A variância relativ, definida com (σ/δ) 2, e assim igual a 1/δ. Quando este processo e composto por N estágios idênticos de uma FM, o numero médio de elétrons coletados no anodo e dado por δ n. Pode-se mostrar a partir das propriedades da estatística de Poisson que a variância relativa deste numero e dado por δ δ δ n δ 1 = δ 1 Forma do pulso O sinal de saída no anodo e uma corrente ou pulso cuja carga total e proporcional ao numero inicial de elétrons emitidos pelo fotocatodo. De fato, a fotomultiplicadora satisfaz os requerimentos de uma fonte ideal de corrente. A FM pode ser equivalentemente representada como uma fonte de corrente em paralelo com uma resistência e capacitância. A resistência R, e a capacitância C, representam a resistência e capacitância intrínseca do anodo e qualquer outro elemento do circuito. Vamos examinar o comportamento do sinal na saída do circuito. Supondo que a entrada e uma luz de um cintilador descrita por um decaimento exponencial, a currente no anodo sera dada por GNe t I ( t) = exp( ) τ τ onde G e o ganho, N, o numero de foto-eletrons emitidos pelo catodo, e a carga de um elétron, τ s a constante de decaimento do cintilador. Temos então s s V I ( t) = + C R dv dt 187
7 cuja solução e GNeR t t exp τ τ s τ exp s τ V t ( ) = GNeTR t t ( τ = τ s) τ exp s τ 2 s ( τ τ ) s onde τ = RC. 2 - Channeltron A figura abaixo ilustra o principio de operação de um channeltron. Um íon ou elétron colidindo na entrada do detetor tipicamente produz 2-3 elétrons secundários. Estes elétrons são acelerados por uma diferença de potencial. O elétrons colidem com a parede interna, produzindo elétrons adicionais e assim por diante, até que na saída um pulso da ordem de 10 7 a 10 8 elétrons emergem. Para íons positivos, a entrada é usualmente polarizada com um potencial negativo de V e a saída aterrada. Para a deteção de íons negativos, a entrada é geralmente aterrada e aplica-se um potencial positivo na saída. 188
8 Ganho O ganho é definido com a razão da corrente de saída para a corrente de entrada. O ganho é em geral uma função do coeficiente de emissão de elétrons secundários do vidro, da voltagem aplicada, e da razão comprimento/diâmetro do tubo. Distribuição de alturas A distribuição de alturas do pulso de saídas pode ser obtida enviando os pulsos do channeltron para um analizador multicanal (MCA). O MCA digitaliza o pulso baseado na amplitude, conta e mostra o número de pulsos acumulados. No modo de operação analógico, o channeltron produz uma distribuição de alturas de pulso que decresce exponencialmente. No modo de contagem de pulso, obtêm-se uma distribuição quase gaussiana. A figura de mérito de uma uma distribuição de alturas é largura à meia altura (FWHM) e é expressa como FWHM = (G o v) 100% Onde G o é o ganho do pico e G é a largura da distribuição de pico na metade da altura. Tipicamente channeltrons operando no modo contagem de pulso geream um FWHM 75% até 20%. Em geral, quanto maior a razão comprimento-diâmetro, menor a distribuição. Fig. Distribuição de alturas de pulso no modo analógico. 189
9 Fig. Distribuição de alturas de pulso no modo de contagem de pulsos. 190
10 191
11 3 - Microchannel plate Um microchannel plate (MCP) e um conjunto de multiplicadores de elétrons em miniatura orientados em paralelo um relação ao outro (figura x). Diâmetro típicos estão na faixa de µm com uma razão comprimento/diâmetro (α) entre 40 e 100. Os eixos dos canais são normais com a superfície ou fazem um pequeno angulo (~ 8 o ) com a superfície. A matriz de canais e fabricada usando um material resistivo em vidro, tratada de modo a otimizar a emissão de elétrons secundários de cada canal e torna-lo semicondutor de modo a permitir que a carga em cada canal seja re-completada por uma fonte de voltagem externa. Assim, cada canal pode ser considerado como um dinodo continuo independente. Contatos elétricos entre os canais e garantido pela deposição de um filme metálico, usualmente níquel-cromo ou iconel, em ambas as superfícies do MCP, e que servem como eletrodos de entrada e saída. A resistência total entre os eletrodos e da ordem de 10 9 Ω. O MCPs utilizados sozinhos ou em cascata (serie), permitem fatores de multiplicação de elétrons (ganho) de com uma resolução temporal menor do que 100 ps e resolução espacial limitada somente pelas dimensões e espaçamentos entre os canais; diâmetro de 12 µm com 15 µm centro-a-centro. Um único fóton de raios-x interagindo com um MCP produz um pulso de carga de 1000 eletrons que emergem na parte posterior do MCP. A single x-ray photon interacting in a channel of the MCP produces a charge pulse of about 1000 electrons that emerge from the rear of the plate. Uma vez que os canais confinam o pulso, o padrão espacial dos 192
12 pulsos de elétrons secundários preservam o padrão (imagem ) dos raios-x incidentes na superfície dianteira na parte traseira do MCP. Quando acoplado a um MCP adicional e a um circuito eletrônico de leitura, o MCP torna-se um intensificador de imagens. A mesma tecnologia e usada para produzir luz visível a partir de binóculos de visão noturna. Um fóton ou partícula entra no canal e produz um ou mais elétrons nas paredes do MCP. Uma diferença de potencial de aproximadamente 1000 V (no maximo 1500 V) e aplicada entre as duas superfícies do MCP. O elétron inicial colide com as paredes do canal, liberando mais elétrons. Estes elétrons serão acelerados ao longo do canal ate alcançar a superfície traseira do MCP. Esta cascata de elétrons resulta em uma nuvem de vários milhares de elétrons. 193
13 Tempo morto O numero de canais em um MCP de 25 mm de diâmetro com canais de 25 µm de diâmetro e cerca de 5, A resistência do MCP (entre as duas superfícies), e tipicamente Ω, de modo que cada canal tem uma resistência de 2, Ω. Se considerarmos o MCP como um capacitor de placas paralelas, espaçadas de 1 mm, com metade do volume entre eletrodos preenchido com vidro Corning 1861 ( constante dielétrica ε = 8,3), então a capacitância total e cerca de 200 pf ou 3, F por canal. Apos `disparar` uma carga em um canal, as paredes devem ser re-preenchidas com eletrons, e devido a natureza exponencial da multiplicação, a maioria da carga e produzida nos 20 % finais do comprimento do canal. Isto significa que ha uma capacitância intrínseca de C = 7, F, deve ser recarregada por uma resistência de 2, Ω de modo que a constante de tempo de recarga, ou tempo de recobrimento, T c e dado por RC ~ 20 ms. Em geral, este tipo de analise prediz que T c = RC = Kd, onde K e a constante de proporcionalidade que depende da razão de área aberta (soma das áreas dos canais pela área total) do MCP e e da ordem de para MCP fabricados pela Galileo feitos com vidro Corning Dark count MCP possuem uma função trabalho relativamente alta, então as taxas de emissão térmica de elétrons são baixas. Tipicamente, a temperatura ambiente, o ruído (dark count) de um MCP em Chevron e da ordem de 1 contagem/cm 2. s. O ruído começa a aumentar para pressões maiores do que 10-6 torr devido ao efeito de íon feedback. 194
14 195
15 196
16 A uniformidade no tamanho e espaçamento entre os canais de um MCP e um fator critico na detecção e intensificação de imagens de boa qualidade de raios-x. Detalhes tão pequenos quanto 0,025 mm são fielmente reproduzidos Pratica teste de desempenho de um channeltron A figura abaixo ilustra o procedimento. A saída do channeltron (que deve estar em vácuo da ordem de 10-6 torr), e conectada a um pré-amplificador sensível a carga e subsequentemete a um analisador multicanal (MCA). Em adição aos pulsos do detector, pulsos calibrados em voltagem (V) e integrado em capacitor de valor conhecido (C) são também analisados no MCA. O numero de elétrons no pulso de calibração e N=Q/C = CV/q, onde q e a carga do elétron (1, coulombs ). Os pulsos do detector são comparados com este pulso conhecido de modo a determinar o ganho. O ganho do detector pode ser calculado como G = (C p /C c ) N, onde C p e o canal no qual o pico do ganho (ganho modal) e armazenado, C c e o canal contendo o pulso de calibração e N o numero de elétrons no pulso de calibração. Esta formula e valida para uma distribuição de alturas de pulso quase gaussiana. 197
17 198
18 199
Introd. Física Médica
Introd. Física Médica O Efeito Foto Elétrico (EFE) Introdução a Física Médica O Efeito Foto Elétrico (EFE) Introdução a Fís sica Médica Heinrich HERTZ descobriu o Efeito FotoElétrico (1887): Quando a luz
Características Gerais dos Detectores de Radiação
Características Gerais dos Detectores de Radiação Princípio básico: transferência da energia da radiação incidente para o material do detector Transferência de energia: excitação ou ionização dos átomos
SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PARA A SEGUNDA AVALIAÇÃO
FÍSICA IV PROF. DR. DURVAL RODRIGUES JUNIOR SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PARA A SEGUNDA AVALIAÇÃO Como na Biblioteca do Campus I e do Campus II temos bom número de cópias do Halliday e poucas do Serway, os
Parte 2. Licenciatura em Química Física III
Parte 2 Licenciatura em Química Física III Breve histórico O efeito fotoelétrico foi descoberto por Heinrich Hertz em 1887, ele estudava os efeitos das equações do eletromagnetismo propostas por Maxwell
DETECTORES DE RADIAÇÃO
DETECTORES DE RADIAÇÃO PARTE 1 PAULO R. COSTA Detectores de radiação Transdutores Produção de sinal elétrico Aumento da temperatura Mudança de cor Surgimento de danos nos cromossomos Identificar Presença
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Edição de novembro de 2011 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
2. Propriedades Corpusculares das Ondas
2. Propriedades Corpusculares das Ondas Sumário Revisão sobre ondas eletromagnéticas Radiação térmica Hipótese dos quanta de Planck Efeito Fotoelétrico Geração de raios-x Absorção de raios-x Ondas eletromagnéticas
SEL PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel Max Planck (1901): teoria dos quanta E depende da freqüência de radiação (ou de λ): E = h ν ν = c / λ E = h c / λ 4. PRODUÇÃO
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Primeira Edição junho de 2005 CAPÍTULO 3 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 3.1- Efeito
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física IV 2019/1 Lista de Exercícios do Capítulo 5 Origens da Teoria Quântica
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física IV 2019/1 Lista de Exercícios do Capítulo 5 Origens da Teoria Quântica 1) Calcule a energia de um quantum de luz de comprimento de onda
EFEITO FOTOELÉTRICO. Propriedade corpuscular da radiação eletromagnética Reforço à teoria quântica de Planck (quanta de energia)
EFEITO FOTOELÉTRICO Elétrons são emitidos da matéria após absorverem a energia de uma radiação eletromagnética (de baixos comprimentos de onda visível ou UV) que incida sobre ela. Descoberto acidentalmente
Detectores de Radiação. Tecnologia em Medicina Nuclear Prof. Leonardo
Detectores de Radiação Tecnologia em Medicina Nuclear Prof. Leonardo DETECTOR DE RADIAÇÃO Conceito o Dispositivo que indica a presença da radiação. Constituição o o Material sensível à radiação; Sistema
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN)
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN) Descobertos por Wilhelm Röntgen (1895) Primeiro prêmio Nobel em física (1901) Radiação extremamente penetrante (
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN)
RAIOS-X (RAIOS RÖNTGEN) Descobertos por Wilhelm Röntgen (1895) Primeiro prêmio Nobel em física (1901) Radiação extremamente penetrante (
Uma breve história do mundo dos quanta. Érica Polycarpo Equipe de Física Coordenação: Prof. Marta Barroso
Uma breve história do mundo dos Érica Polycarpo Equipe de Física Coordenação: Prof. Marta Barroso Tópicos da Segunda Aula Abordagem histórica Radiação de corpo negro Efeito fotoelétrico Espalhamento Compton
EFEITO FOTOELÉTRICO. Propriedade corpuscular da radiação eletromagnética Reforço à teoria quântica de Planck (quanta de energia)
EFEITO FOTOELÉTRICO Elétrons são emitidos da matéria após absorverem a energia de uma radiação eletromagnética (de baixos comprimentos de onda visível ou UV) que incida sobre ela. Descoberto acidentalmente
Avaliação Teórica I Seleção Final 2018 Olimpíadas Internacionais de Física 14 de Março de 2018
Caderno de Questões Teoria II Instruções 1. Este caderno de questões contém DEZ folhas, incluindo esta com as instruções. Confira antes de começar a resolver a prova. 2. A prova é composta por QUATRO questões.
Produção e qualidade dos raios X - Parte 1. FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa
Produção e qualidade dos raios X - Parte 1 FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa FÍSICA MÉDICA NA HISTÓRIA FÍSICA MÉDICA NA HISTÓRIA E como os raios X podem ser gerados? Radiação diretamente ionizante
Resolução de exercícios Parte 2
Resolução de exercícios Parte 2 Capítulo 6 (7 exercícios). Por que não há possibilidade de condução elétrica em um semicondutor a 0K? Na seção 6.4.3 podemos encontrar a explicação para isso: [...] à temperatura
Efeito Fotoelétrico. Elétron ejetado. luz. Originalmente observado por Hertz em 1887
Efeito Fotoelétrico Efeito Fotoelétrico Elétron ejetado luz Originalmente observado por Hertz em 1887 Elétrons ejetados???? Efeito fotoelétrico: emissão de elétrons por uma placa (catodo) quando exposta
Aplicações da Mecânica Quântica
Aplicações da Mecânica Quântica LASER I Amplificação da luz por emissão estimulada da radiação As bases teóricas para o laser foram estabelecidas por Einstein em 1917. O primeiro laser foi construído em
Laboratório de Sistemas de Detecção Seminários do LSD. Rio de Janeiro, Brasil 11 de Outubro de Detectores a Gás
Laboratório de Sistemas de Detecção Seminários do LSD Rio de Janeiro, Brasil 11 de Outubro de 2016 Detectores a Gás Parte 1: Princípio de Funcionamento Paulo Marinho, DSc. Coordenação de Instalações Nucleares
Disciplina: SQM0415 Análise Instrumental I. Professores: Álvaro José dos Santos Neto Emanuel Carrilho
Disciplina: SQM0415 Análise Instrumental I Professores: Álvaro José dos Santos Neto Emanuel Carrilho Diagrama de blocos - Colorimetria Fotoelétrica (Fotômetro Vis) - Espectrofotometria UV/Vis PROCESSAMENTO
Sistemas de comunicação óptica. Segunda parte Fontes transmissoras
Sistemas de comunicação óptica Segunda parte Fontes transmissoras Transmissores Ópticos Fontes ópticas. Diodos emissores (LEDs) Laser de semicondutores Processo ópticos em semicondutores Absorção óptica
10/03/2016. Diagrama de blocos. 1.Fontes de radiação. - Colorimetria Fotoelétrica (Fotômetro Vis) - Espectrofotometria UV/Vis
Disciplina: SQM0415 Análise Instrumental I Diagrama de blocos - Colorimetria Fotoelétrica (Fotômetro Vis) - Espectrofotometria UV/Vis PROCESSAMENTO DO SINAL / APRESENTAÇÃO Professores: Álvaro José dos
Resolução dos exercícios propostos- P2 Rodrigo César Pacheco
dos exercícios propostos- P2 Rodrigo César Pacheco-7211078 dos exercícios do capítulo 6 Exercício 6.1 Por que não há possibilidade de condução elétrica em um semicondutor a 0K? Considerando a distribuição
AULA METAS: Introduzir o conceito de fóton no contexto. usar a teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico
METAS: Introduzir o conceito de fóton no contexto da teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico. Introduzir a teoria elementar do efeito Compton. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes
TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRONICA PARA CARCATERIZAÇÃO DE MATERIAIS PMT-5858
TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRONICA PARA CARCATERIZAÇÃO DE MATERIAIS PMT-5858 5ª AULA Detectores de Raios-X Prof. Dr. Antonio Ramirez Londoño (LNLS) Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin (PMT) 1. REVISÃO --
Aplicações de Semicondutores em Medicina
Aplicações de Semicondutores em Medicina Conceitos da Instrumentação Nuclear Luiz Antonio Pereira dos Santos CNEN-CRCN PRÓ-ENGENHARIAS UFS-IPEN-CRCN Aracaju Março - 2010 Aplicações da instrumentação Tomografia
Física IV - FAP2204 Escola Politécnica GABARITO DA PR 2 de fevereiro de 2010
PR Física IV - FAP04 Escola Politécnica - 010 GABARITO DA PR de fevereiro de 010 Questão 1 No circuito abaixo o gerador de corrente alternada com freqüência angular ω = 500 rd/s fornece uma tensão eficaz
Introdução às interações de partículas carregadas Parte 1. FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa
Introdução às interações de partículas carregadas Parte 1 FÍSICA DAS RADIAÇÕES I Paulo R. Costa Sumário Introdução Radiação diretamente ionizante Partículas carregadas rápidas pesadas Partículas carregadas
O espectro eletromagnético
Difração de Raios X O espectro eletromagnético luz visível raios-x microondas raios gama UV infravermelho ondas de rádio Comprimento de onda (nm) Raios Absorção, um fóton de energia é absorvido promovendo
Trabalho prático: Espectrometria gama com detectores de cintilação
Trabalho prático: Espectrometria gama com detectores de cintilação O detector de NaI(Tl) Durante a década de 1950 começaram a ser desenvolvidos detectores de cintilação de elevada eficiência, grande rapidez
Cap. 38 Fótons e ondas de matéria
Cap. 38 Fótons e ondas de matéria Problemas com a mecânica clássica: Radiação de corpo negro; Efeito fotoelétrico; O fóton; Efeito fotoelétrico explicado; Exemplo prático: fotoemissão de raios-x; Efeito
Raios-x. Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA
Raios-x Proteção e higiene das Radiações Profª: Marina de Carvalho CETEA Materiais Radioativos 1896 o físico Francês Becquerel descobriu que sais de Urânio emitia radiação capaz de produzir sombras de
Capacitores. Prof. Carlos T. Matsumi
Circuitos Elétricos II Prof. Carlos T. Matsumi 1 Conhecidos também como condensadores; São componentes que acumulam carga elétricas; Podem ser: Circuitos Elétricos II Polarizados (ex. capacitor eletrolítico)
Análise de alimentos II Introdução aos Métodos Espectrométricos
Análise de alimentos II Introdução aos Métodos Espectrométricos Profª Drª Rosemary Aparecida de Carvalho Pirassununga/SP 2018 Introdução Métodos espectrométricos Abrangem um grupo de métodos analíticos
Quantização da Carga, Luz e Energia
Quantização da Carga, Luz e Energia Prof. Jaime Urban 1 / 13 Quantização da Carga Elétrica Primeiras medidas de e e de e/m Michael Faraday (1791-1867) Condução da eletricidade em ĺıquidos - Lei da eletrólise
Aula 21 Fótons e ondas de matéria I. Física Geral IV FIS503
Aula 21 Fótons e ondas de matéria I Física Geral IV FIS503 1 Correção da aula passada: Energia relativística: uma nova interpretação m p = 1, 007276 u m 4 He = 4, 002603 u ΔE = (mhe 4m p )c 2 = 0, 026501
QUESTÕES DE FÍSICA MODERNA
QUESTÕES DE FÍSICA MODERNA 1) Em diodos emissores de luz, conhecidos como LEDs, a emissão de luz ocorre quando elétrons passam de um nível de maior energia para um outro de menor energia. Dois tipos comuns
Física Experimental C. Coeficiente de Atenuação dos Raios Gama
Carlos Ramos (Poli USP)-2016/Andrius Poškus (Vilnius University) - 2012 4323301 Física Experimental C Coeficiente de Atenuação dos Raios Gama Grupo: Nome No. USP No. Turma OBJETIVOS - Medir curvas de atenuação
Detetores de Neutrons
Detetores de Neutrons Marcelo G Munhoz Técnicas Experimentais em Física de Partículas Elementares Detetores de Nêutrons Princípio básico de funcionamento: Conversão da energia do nêutron para uma partícula
Seleção de comprimento de onda com filtros de interferência
Seleção de comprimento de onda com filtros de interferência O que você pode aprender... Energia do fóton Absorção de fóton Efeito fotoelétrico externo Função trabalho Fotocélula Filtro de interferência
Física IV Escola Politécnica GABARITO DA P2 14 de outubro de 2014
Física IV - 4320402 Escola Politécnica - 2014 GABARITO DA P2 14 de outubro de 2014 Questão 1 Num arranjo experimental os pontos S 1 e S 2 funcionam como fontes de luz idênticas emitindo em fase com comprimentos
Física D Extensivo V. 8
Física D Extensivo V. 8 Exercícios 0) C f R X > f WZ 0) B 03) E 04) E raios X > luz Raios X são radiações eletromagnéticas com um comprimento de onda muito curto, aproximadamente de 0,06 até 0 Å. Formam-se
O Efeito Fotoelétrico
O Efeito Fotoelétrico O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons por um material, geralmente metálico, quando exposto a uma radiação eletromagnética (como a luz) suficientemente energética, ou seja,
Dualidade onda-partícula
Dualidade onda-partícula Química Inorgânica Prof. Edson Nossol Uberlândia, 22/03/2018 Mecânica quântica Matéria e radiação podem se comportar com partículas ou ondas Radiação eletromagnética é constituída
Física Moderna. A quantização da energia. Dualidade onda-partícula. O efeito fotoelétrico.
Física Moderna A quantização da energia. Dualidade onda-partícula. O efeito fotoelétrico. Efeito fotoelétrico Quando uma radiação eletromagnética incide sobre a superfície de um metal, elétrons podem ser
2 Conceitos preliminares
2 Conceitos preliminares As redes de ragg atraíram um considerável interesse ao longo dos últimos anos. Isso se deve a sua característica de refletir uma faixa estreita de comprimentos de onda. As redes
Radiação do Corpo Negro
Aula-8 Fótons I Radiação do Corpo Negro Radiação Térmica Até agora estudamos fenômenos em que a luz é era considerada como onda. Porém, há casos em que a explicação convencional da teoria eletromagnética
ENSAIO RADIOGRÁFICO Princípios e Tendências
Princípios e Tendências Princípio do ensaio Esta baseado: Capacidade dos Raios X e penetrar em sólidos Absorção da radiação Impressionar filmes radiográficos Princípio do ensaio fonte peça descontinuidade
1 - EFEITO FOTOELÉTRICO
1 - EFEITO FOTOELÉTRICO Introdução: Esta experiência tem por objetivo a caracterização do efeito fotoelétrico e a medida da constante de Planck com auxílio de uma célula fotoelétrica. A emissão de elétrons
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO Edição de junho de 2014 CAPÍTULO 2 PROPRIEDADES CORPUSCULARES DA RADIAÇÃO ÍNDICE 2.1- Radiação
26/06/17. Ondas e Linhas
26/06/17 1 Ressonadores em Linhas de Transmissão (pags 272 a 284 do Pozar) Circuitos ressonantes com elementos de parâmetros concentrados Ressonadores com linhas de transmissão em curto Ressonadores com
Introdução: A teoria de Einstein para o efeito fotoelétrico
Introdução: Esta experiência tem por objetivo a caracterização do efeito fotoelétrico e a medida da constante de Planck com auxílio de uma célula fotoelétrica. A emissão de elétrons provocada por ação
Principais Postulados de Dalton (1803)
Teoria Atômica da Matéria Breve Histórico Leucipo e Demócrito ( 400 a.c.) descontinuidade da matéria (átomo). Alquimia ( 300 a.c. 1500 d.c.) civilizações árabes e gregas. Paracelsus ( 1500 d.c.) Iatroquímica.
Resolução dos exercícios propostos do livro texto referente a primeira etapa do curso Rodrigo César Pacheco
dos exercícios propostos do livro texto referente a primeira etapa do curso Rodrigo César Pacheco Exercícios do capítulo 1 (páginas 24 e 25) Questão 1.1 Uma fonte luminosa emite uma potência igual a 3mW.
Resolução de exercícios Parte 3
Resolução de exercícios Parte 3 Capítulo 9 (15 exercícios) 1. uponha que a mensagem 1 0 0 1 1 0 seja transmitida por um sistema de comunicações ópticas, usando codificação ON-OFF NRZ. Esboce as possíveis
Introdução à Química Moderna
Introdução à Química Moderna Prof. Alex Fabiano C. Campos, Dr Radiação de Corpo Negro Objeto com T 0K:emite radiação eletromagnética. T 0K Física Clássica: vibração térmica dos átomos e moléculas, provoca
UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 7. Exercícios
UFABC - Física Quântica - Curso 2017.3 Prof. Germán Lugones Aula 7 Exercícios 1 Ex. 1 Um laser pointer com uma potência de saída de 5,00 mw emite luz vermelha (l 650 nm). (a) Qual é o módulo do momento
Lista de Exercícios para P2
ENG 1012 Fenômenos de Transporte II Lista de Exercícios para P2 1. Estime o comprimento de onda que corresponde à máxima emissão de cada de cada um dos seguintes casos: luz natural (devido ao sol a 5800
Aula -12. Condução elétrica em sólidos
Aula -12 Condução elétrica em sólidos A diversidade atômica Os sólidos cristalinos Os sólidos cristalinos: Exemplos em uma pequena janela Os sólidos cristalinos: Exemplos em uma pequena janela A diversidade
ELETRICIDADE E ELETROMAGNETISMO
PETROBRAS TECNICO(A) DE OPERAÇÃO JÚNIOR ELETRICIDADE E ELETROMAGNETISMO QUESTÕES RESOLVIDAS PASSO A PASSO PRODUZIDO POR EXATAS CONCURSOS www.exatas.com.br v3 RESUMÃO GRANDEZAS E UNIDADES (S.I.) t: Tempo
Capacitância C = Q / V [F]
Capacitância Na figura abaixo, como exemplo, tem-se duas placas paralelas, feitas de um material condutor e separadas por um espaço vazio. Essas placas estão ligadas a uma fonte de tensão contínua através
Laboratório de Estrutura da Matéria II
Roteiro: Prof. Dr. Jair Freitas UFES - Vitória Laboratório de Estrutura da Matéria II Difração de raios X PRINCÍPIO E OBJETIVOS Feixes de raios X são analisados através de difração por monocristais, para
Lista de Exercícios - Física Quântica - UNIDADE 1
Lista de Exercícios - Física Quântica - UNIDADE 1 Problemas e questões baseados no D. Halliday, R. Resnick e J. Walker, Fundamentos de Física, 6ª ed. - Capítulos 39, 40 e 41. Questões 1. Como pode a energia
Estudo da Fluorescência de Raios-X em um aparelho de raios X ( ) com detector semicondutor ( ) da LD-Didactic.
Estudo da Fluorescência de Raios-X em um aparelho de raios X (554 811) com detector semicondutor (559 938) da LD-Didactic. Gabriel Frones, Rafael R. de Campos Instituto de Física - Universidade de São
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA
NOTAS DE AULAS DE FÍSICA MODERNA Prof. Carlos R. A. Lima CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO Edição de janeiro de 2009 CAPÍTULO 2 RADIAÇÃO TÉRMICA E CORPO NEGRO ÍNDICE 2.1- Radiação Térmica 2.2-
Origens históricas dos raios-x. Tubos de Crookes
Origens históricas dos raios-x Tubos de Crookes http://www.answers.com/topic/crookes-tube Origens históricas dos raios-x Tubo de Raios-X http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/energianuclear/imagens/energia-nuclear99.jpg
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Professor: Renato Medeiros ENG Eletrônica Geral.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Professor: Renato Medeiros ENG 1550 Eletrônica Geral Cap 01 Goiânia 2019 Classificação dos materiais Condutores: Material capaz
Teoria dos dispositivos Semicondutores
Teoria dos dispositivos Semicondutores Capítulo 6 Dispositivo semicondutores Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Professor: Gustavo Oliveira Cavalcanti Editado por: Arysson Silva
Lista 02 Parte I. Capacitores (capítulos 29 e 30)
Lista 02 Parte I Capacitores (capítulos 29 e 30) 01) Em um capacitor de placas planas e paralelas, a área de cada placa é 2,0m 2 e a distância de separação entre elas é de 1,0mm. O capacitor é carregado
sistemas fotovoltaicos conectados à rede elétrica
Fig. 1.1 Diagrama de energia de um semicondutor e fundamentos básicos da conversão solar fotovoltaica: (a) ilustração do espectro da radiação solar e da energia contida em cada fóton em função do comprimento
TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA PARA CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS PMT-5858
TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA PARA CARACTERIZAÇÃO PMT-5858 3ª AULA Interação entre elétrons e amostra Prof. Dr. André Paulo Tschiptschin (PMT-EPUSP) 1. INTERAÇÃO ELÉTRONS AMOSTRA O QUE
CAPÍTULO 38 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO
FÍSICA QUÂNTICA: FÓTONS E ONDAS DE MATÉRIA Prof. André L. C. Conceição DAFIS CAPÍTULO 38 HALLIDAY, RESNICK. 8ª EDIÇÃO Fótons e ondas de matéria Revisão 1) Relatividade: Do Tempo: (dilatação temporal) Das
Corrente elétrica. A corrente elétrica é um movimento ordenado de cargas elementares.
Corrente elétrica A corrente elétrica é um movimento ordenado de cargas elementares. A corrente elétrica pode ser um simples jato de partículas no vácuo, como acontece num cinescópio de TV, em que um feixe
Disciplina: Física IV Física Moderna
Disciplina: Física IV Física Moderna Instrutor: Prof. Carlos Eduardo Souza - Cadu Sala: A2-15 (IF, andar 1P) Email: [email protected] Site do curso: http://cursos.if.uff.br/fisicaiv_xxi_0216/
EFEITO FOTOELÉCTRICO
EFEITO FOTOELÉCTRICO 1. Resumo Neste trabalho pretende se efectuar a verificação experimental do efeito fotoeléctrico e, partindo daí, determinar o valor de uma das constantes fundamentais da natureza,
Principais modelos atômicos. Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Rutherford (1911)
Principais modelos atômicos Modelo Atômico de Thomson (898) Com a descoberta dos prótons e elétrons, Thomson propôs um modelo de átomo no qual os elétrons e os prótons, estariam uniformemente distribuídos,
CORRENTE E RESISTÊNCIA
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA III CORRENTE E RESISTÊNCIA Prof. Bruno Farias Corrente Elétrica Eletrodinâmica: estudo das
Fonte de plasma - DCP
Fonte de plasma - DCP Dois anodos de grafite e um catodo de tungstênio, em forma de Y invertido Plasma é formado, colocando-se momentaneamente os eletrodos em contato Ocorre ionização, gerando corrente
