Balanço dos 10 anos do Selo Combustível Social
|
|
|
- Sandra Ramalho Guimarães
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SEMINÁRIO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: A INCLUSÃO SOCIAL E PRODUTIVA DA AGRICULTURA FAMILIAR NOS 10 ANOS DO PNPB Balanço dos 10 anos do Selo Combustível Social Dezembro de 2015 Brasília - DF
2 O PNPB e o Selo Combustível Social Introduziu o biodiesel na matriz energética brasileira Alcançou uma produção de 3,4 bilhões de litros em 2014 SCS é o instrumento inovador de inclusão social e produtiva da agricultura familiar na cadeia produtiva do biodiesel Concedido pelo MDA à unidade industrial que trabalha em parceria com agricultores familiares; Permite acesso à benefícios tributários e comerciais para as unidades industriais: Alíquotas diferenciadas de tributos federais incidentes sobre o biodiesel comercializado; Participação em lote reservado dos leilões de comercialização de biodiesel.
3 Instrumentos Legais Decreto nº de 6 de dezembro de 2004 (diretrizes gerais) Instrução Normativa do MDA Nº 01 de 20 de junho de 2011 (habilitação de cooperativas) Portaria do MDA nº 337 de 18 de setembro de 2015 (selo combustível social) Regras Básicas 1) CONTRATOS 2) ASSISTÊNCIA TÉCNICA GRATUITA 3) COMPRAS % MIN = Aquisições da agricultura familiar (R$) Aquisições para produção de biodiesel (R$) Região % mínimo Sul 40% Sudeste e Nordeste 30% Centro Oeste e Norte 15%
4 Forte Adesão do Setor Industrial 42 Das 51 Usinas Possuem o Selo Combustível Social MT 11 RS GO 5 8 SP 4 MS 3 TO PR BA SC RJ MG CE % das usinas 91% da capacidade 99% da produção RN 1 Fonte: SAF/MDA, MME e ANP
5 Localização das 51 usinas com autorização para comercialização
6 Produção anual de biodiesel (mil m³) 2.386, , , , , , ,45 0,74 69,00 404, ,6% 99,8% 99,6% 98,9% 96,1% 95,7% 89,1% 99,3% 99,5% 99,6% 3,4% 0,2% 0,4% 1,1% 3,9% 4,3% 10,9% 0,7% 0,5% 0,4% Participação das uninas com SCS Participação das usinas sem SCS Fonte: MME e ANP
7 Volume de matéria-prima adquirida da agricultura familiar no âmbito do Selo Combustível Social (mil toneladas) 1.652, , , , ,29 361,57 857,02 99% soja: PNPB utiliza de 15-20% da soja produzida por agricultores familiares do Brasil Valor de matéria-prima adquirida da agricultura familiar no âmbito do Selo Combustível Social (milhões R$) 2.855, ,82 276,52 677, , , ,50 Fonte: SAF/MDA 2014
8 Aquisições de grãos/óleos 2014 (bilhões de R$) Agricultura Familiar R$ 3,2 28% Outros Fornecedores R$ 8,2 72% Total R$ 11,5 100% Ou seja: Para cada R$ 2,53 investidos na aquisição de matéria primas de outros fornecedores (agricultura patronal e agroindústrias) Temos R$ 1,00 investido na compra de grãos e óleos da agricultura familiar
9 Produção anual de biodiesel (bilhões de litros) x Valor das aquisições da agricultura familiar (bilhões R$) 4,00 3,50 3,00 2,50 2,39 2,67 2,72 2,93 2,86 3,42 3,25 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 1,17 0,28 1,61 0,68 1,06 1,52 2,11 CADA LITRO DE BIODIESEL PRODUZIDO R$ 0,95 VAI PARA A AGRICULTURA FAMILIAR Produção anual de biodiesel (bilhões de litros) Valor de matéria-prima adquirida da agricultura familiar no âmbito do Selo Combustível Social (bilhões R$)
10 Matéria-Prima Amendoim Canola Dendê Gergelim Girassol Mamona Subtotal Diversificação Soja Total Aquisições Aquisições de matéria-prima da Agricultura Familiar por tipo de cultura (milhões R$) 0,11 1,22 1,05 0,83 1,25 1,47 0,66 0,62 0,35 1,17 1,90 1,78 0,79 1,13 2,45 2,50 3, ,18 4,17 0, ,95 1,12 1,18 1,65 7,15 5,45-5,14 26,79 46,36 7,73 0,92 1,94 4,70 10,27 32,16 57,28 12,35 11,10 9,65 6,49 266,25 645, , , , , ,34 276,52 677, , , , , ,83 Fonte: SAF/MDA 2014.
11 Evolução do nº de nos arranjos do Selo Combustível Social Fonte: SAF/MDA
12 Evolução da receita média obtida pelos agricultores familiares beneficiados pelo Selo Combustível Social (mil R$ / ano) 44,26 34,09 22,77 9,65 13,27 10,55 14,57 Fonte: CGBIO/DGRAV/SAF 2014
13 Nº de cooperativas fornecedoras de matéria prima no âmbito do Selo Combustível Social Aquisições individuais x cooperativas (milhões R$) 1.463, , ,09 141,60 134,94 245,36 431,98 329,26 729,44 497, ,12 646,76 918, ,73 Ind. Coop. Ind. Coop. Ind. Coop. Ind. Coop. Ind. Coop. Ind. Coop. Ind. Coop. Fonte: SAF/MDA 2014.
14 R$ 34,22 Gastos com Assistência Técnica e Fomento (doação) no âmbito do Selo Combustível Social Após a Vigência do B5 (milhões R$) R$ 48,50 R$ 33,32 R$ 42,54 R$ 6,39 R$ 10,77 R$ 1,97 R$ 1,74 ATER Fomento ATER Fomento ATER Fomento ATER Fomento 10/11 11/12 12/13 13/14 Somente nas últimas 4 safras foram gastos R$ 158,8 milhões com ATER e R$ 20,8 milhões com fomento a título de doações aos agricultores familiares Em média, são gastos por safra R$ 39,6 milhões com ATER e R$ 5,2 milhões em fomento
15 SCS beneficia agricultores de 14 estados e 970 municípios UNIDADE DA FEDERAÇÃO NÚMERO DE MUNICÍPIOS RS 342 PR 190 SC 135 GO 96 SP 92 MS 31 MG 27 MT 27 BA 22 CE 14 TO 9 PA 7 PI 7 PE 3 Total Geral 1.003
16 Região Sul Famílias Cooperativas Aquisições (MM R$) 2.189, ,33 144,16 423,70 723, , ,97
17 Região Centro Oeste Famílias Cooperativas Aquisições (MM R$) 434,02 526,36 527,51 121,27 202,71 243,20 294,99
18 Região Sudeste Famílias Cooperativas Aquisições (MM R$) 92,60 129,80 97,84 3,98 21,80 42,07 54,08
19 Região Norte 215 Famílias Programa da Palma de Óleo e criação do PRONAF ECO DENDÊ Nº de famílias - projetos Valor financiado (R$) Valor médio/af (R$) R$ 77 milhões R$ 65 mil Fonte: Banco da Amazônia (2013). Aquisições (MM R$) 7,360 8,280 7,808 5,630 2,450 2,460 3,570
20 Região Nordeste Famílias Cooperativas Aquisições (MM R$) 46,61 26,68 Estiagem 4,66 7,35 0,55 1,18 4,34 11, (Parc.)
21 Disponibilidade Produção de alimentos Disponibilidade de alimentos Há grande convergência entre as cadeias do biodiesel, soja e de carnes 8 maiores capacidades de processamento de soja RS GO BA MG MT SP MS PR ~94% da capacidade Brasil 8 maiores capacidades de produção de biodiesel RS GO BA SC MT SP MS PR ~90% da capacidade Brasil 8 maiores abates de bovinos, suínos e aves RS GO BA SC MT SP MS PR ~80% da capacidade Brasil
22 CONVERGÊNCIA ENTRE AS CADEIAS DA SOJA, DE CARNES E BIODIESEL Mato Grosso Mato Grosso do Sul Goiás Esmagadoras de soja Usinas de biodiesel Frigorífico aves Frigorífico suínos Fonte:CGBIO/DGRAV/SAF 2014
23 CONVERGÊNCIA ENTRE AS CADEIAS DA SOJA, DE CARNES E BIODIESEL Rio Grande do Sul Santa Catarina Paraná Esmagadoras de soja Usinas de biodiesel Frigorífico aves Frigorífico suínos Fonte:CGBIO/DGRAV/SAF 2014
24 1.000 toneladas PNPB contribuiu para o aumento do esmagamento de soja no país % de 2004 a Parcial 2015 Projeção (Ago) 2016 (E) Pré mistura compulsória Mistura compulsória B5 B7 Fonte: Elaborado por CGBIO/DGRAV/SAF Dados ABIOVE/2015
25 Atualização periódica das regras do selo combustível social
26 Em média, atualizamos as normas a cada 2 anos Instrução Normativa N 01 de 05 de Julho de 2005 Instrução Normativa N 01 de 19 de Fevereiro de 2009 Instrução Normativa N 01 de 20 de Junho de 2011 (habilitação de cooperativas) Portaria N 60 de 06 de Setembro de 2012 Portaria N 81 de 26 de Novembro de 2014 Portaria N 337 de 18 de Setembro de 2015 Criação do Sistema de Gerenciamento das Ações do Biodiesel (SABIDO) Portaria N 80 de 26 de Novembro de Criação da Câmara Técnica de Avaliação e Acompanhamento do SCS.
27 Esclarecimento das regras para aquisições de matéria prima de origem animal Criação de fatores de multiplicadores em 2012 valorizando: Diversificação de aquisição de matéria-prima; Especificidades regionais Organização produtiva (Cooperativismo)
28 Variação do percentual mínimo de aquisições da agricultura familiar por região 50% 30% 30% 30% 35% 40% 30% 30% 30% 30% 30% 30% 30% 30% 30% 10% 10% 15% 15% 15% 10% 10% 15% 15% 15% Sul Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste/Semiárido
29 Desafios e Perspectivas para os Próximos Anos
30 Brasil poderá se tornar o maior produtor mundial de biodiesel Arranjo único de programa de Biodiesel com ênfase na inclusão sócioprodutiva. Há capacidade ociosa de produção de biodiesel no Brasil e no mundo Tendência econômica à verticalização direta (agroindústria) ou indireta (modelo de parceria/integração da indústria com agricultura). Baixa competitividade de usinas cujo único negócio é o biodiesel. Modelo Tributário Federal foi e é ineficiente para diversificação, regionalização e agricultura familiar. Soja é (e continuará??) dominante. Outras matérias-primas têm desafios a enfrentar como escala produtiva e preço. Palma e espécies nativas poderão ser reais alternativas à soja no médioprazo. Oportunidade para já se focar no desenho de estratégias para incluir agricultura familiar nesses segmentos.
31 OBRIGADO! Coordenação-Geral de Biocombustíveis CGBIO/DGRAV/SAF/MDA (61) /0544
Biodiesel: produção e benefícios
Audiência Pública da Comissão Especial sobre Motores a Diesel para Veículos Leves Biodiesel: produção e benefícios Daniel Furlan Amaral Gerente de Economia Câmara dos Deputados Brasília DF 2 de março 2016
Perspectivas e Desafios da Energia no Meio Rural no Estado de São Paulo e no Brasil
Perspectivas e Desafios da Energia no Meio Rural no Estado de São Paulo e no Brasil Coordenação Geral de Biocombustíveis - MDA Secretaria da Agricultura Familiar - SAF Departamento de Geração de Renda
Biodiesel no Brasil. Ricardo Borges Gomide. Departamento de Combustíveis Renováveis
Biodiesel no Brasil Ricardo Borges Gomide Departamento de Combustíveis Renováveis São Paulo, 18.11.2011 Papel do Biodiesel 2 Biodiesel como mais um Energético na Matriz 3 Concorre com outros produtos e
PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL Estratégias para Agricultura Familiar. Jânio Rosa Diretoria de Suprimento Agrícola
PETROBRAS BIOCOMBUSTÍVEL Estratégias para Agricultura Familiar Jânio Rosa Diretoria de Suprimento Agrícola São Paulo, 28.10.2010 Missão da Petrobras Biocombustível Produzir biocombustíveis de forma segura
O PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL - PNPB
O PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL - PNPB Rodrigo Augusto Rodrigues Subchefe Adjunto da SAG/Casa Civil PR Coordenador da Comissão Executiva Interministerial do Biodiesel Niterói - RJ, 17
Biodiesel no Brasil: conjuntura atual e perspectivas
- Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Biodiesel no Brasil: conjuntura atual e perspectivas Daniel Furlan Amaral Economista ESALQ 17 de novembro de 2010 1 Sobre a A, Associação Brasileira
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos
SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos ÍNDICE Balanço Processo de consulta pública para alteração na Portaria 60/2012 Próximos passos BALANÇO - Brasil 43 UPBs detentoras do Selo Combustível
Resultados e propostas para o SCS/MDA Leonardo Botelho Zilio - ABIOVE
Resultados e propostas para o SCS/MDA Leonardo Botelho Zilio - ABIOVE Percepção da agricultura familiar em relação ao PNPB 97% 78% 74% 80% Fonte: ABIOVE Percepção da agricultura familiar em relação ao
Biodiesel: Panorama e perspectivas. 23 de Abril 2014 Cuiabá - MT
Biodiesel: Panorama e perspectivas 23 de Abril 2014 Cuiabá - MT 1 Sumário Tecnologias de produção; A biomassa na matriz energética; Capacidade agrícola brasileira; Histórico do PNPB; Mercado; Novo marco
Petróleo e Biocombustíveis: A eterna busca pela autossuficiência. Suani Teixeira Coelho Sao Paulo, 5 de agosto de 2013
Petróleo e Biocombustíveis: A eterna busca pela autossuficiência Suani Teixeira Coelho Sao Paulo, 5 de agosto de 2013 No segmento de refino, a produção de derivados atingiu 2,02 milhões de barris/dia,
MATÉRIAS-PRIMAS PARA PRODUÇÃO DO BIODIESEL: PRIORIZANDO ALTERNATIVAS
MATÉRIAS-PRIMAS PARA PRODUÇÃO DO BIODIESEL: PRIORIZANDO ALTERNATIVAS SÍLVIO CRESTANA DIRETOR-PRESIDENTE SÃO PAULO AGOSTO, 2005 Cenários MATRIZ ENERGÉTICA MUNDIAL (%) Cenários MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA
Importância do biodiesel como agregador de valor no complexo soja
CONGRESSO BIOENERGIAMT Importância do biodiesel como agregador de valor no complexo soja Daniel Furlan Amaral Gerente de Economia Cuiabá MT 13 de setembro 2016 1981 1983 1985 1987 1989 1991 1993 1995 1997
Disponibilidade de Matérias Primas e Oportunidades de Diversificação da Matriz Energética do Biodiesel
Disponibilidade de Matérias Primas e Oportunidades de Diversificação da Matriz Energética do Biodiesel Bruno Galvêas Laviola Pesquisador, Embrapa Agroenergia [email protected] In: Câmara Setorial
LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Dezembro de Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil
Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Dezembro de 2013 Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas
Prepropostas de desoneração tributária para produtos derivados de oleaginosas
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR Prepropostas de desoneração tributária para produtos derivados de oleaginosas Brasília, 15 de março de 2013 Prepropostas de desoneração
Cooperativa Central Aurora Alimentos Neivor Canton. Vice-Presidente
Cooperativa Central Aurora Alimentos Neivor Canton Vice-Presidente Cooperativa Central Aurora Alimentos Essência cooperativista da Aurora Mais de 100 mil famílias em seu sistema Agricultura Familiar Importância
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,
1 - INTRODUÇÃO 2 - METODOLOGIA
SUMÁRIO 1. Introdução... 2 2. Metodologia... 2 3. Estimativa da Área Plantada... 3 4. Estimativa da Produção... 3 5. Avaliação das Culturas... 4 5.1 Algodão... 4 5.2 Arroz... 4 5.3 Feijão... 5 5.4 Milho...
Versão 21 Mai 14 IMPACTOS DO PNPB
Versão 21 Mai 14 IMPACTOS DO PNPB Aspectos mais relevantes das Externalidades Positivas do PNPB (Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel) e Impactos na Progressão da Mistura. Programa Nacional
TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS
TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Álcool Hidratado Óleo Combustível Gás Natural Veicular Internas Interesta-duais Internas Interestaduais Internas
PROCESSO SELETIVO UFAL SiSU GERAL (5.168 vagas ofertadas)
PROCESSO SELETIVO UFAL 2014 - SiSU 2014.1 - GERAL (5.168 vagas ofertadas) ALAGOAS AL 2.918 56,46% BAHIA BA 306 5,92% SERGIPE SE 96 1,86% PERNAMBUCO PE 627 12,13% PARAÍBA PB 24 0,46% RIO GRANDE DO NORTE
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do
Cadeia Produtiva da Soja e Biodiesel
Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Cadeia Produtiva da Soja e Biodiesel Daniel Furlan Amaral Gerente de Economia 18 de agosto de 2017 Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
Boletim do Complexo soja
Boletim do Complexo soja 1. Grão: No mês de fevereiro houve um aumento no preço médio em quase todos os estados, com exceção de Santa Catarina. O estado que obteve a maior média foi o do Paraná R$ 57,31/sc,
PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Montes Claros MG
PRODUÇÃO DE BIODIESEL Montes Claros MG 1 Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) 1- Objetivos e Diretrizes O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) é um programa interministerial
Conjuntura e perspectivas
Conjuntura e perspectivas Panorama do mercado de oleaginosas Aproveitamento para produção de óleo e derivados IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas Daniel
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
CENTRO COLABORADOR EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO DO ESCOLAR - CECANE/SC
CENTRO COLABORADOR EM ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO DO ESCOLAR - CECANE/SC COORDENADOR Prof. Francisco de Assis Guedes de Vasconcelos SUB-COORDENAÇÃO PESQUISA Prof. Cristine Garcia Gabriel Prof. Janaina das Neves
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
DPE / COAGRO Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - LSPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA
Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Abril de 217 Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas
SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL BACIA DO PARANÁ III. Programa Paranaense de Bioenergia - PR Bioenergia -
SEMINÁRIO REGIONAL SOBRE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL BACIA DO PARANÁ III Programa Paranaense de Bioenergia - PR Bioenergia - Programa PR Bioenergia Criado pelo Decreto nº 2101 10/11/2003 Coordenação: SEAB
FATORES DE SUSTENTAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL
FATORES DE SUSTENTAÇÃO DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL Lucilio Rogerio Aparecido Alves Prof. Dr. da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ/USP Pesquisador do Centro de Estudos Avançados em
8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014)
8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) Elaboração: Contraf-CUT, CNTV e Federação dos Vigilantes do Paraná Fonte: Notícias da imprensa, SSP e sindicatos Apoio: Sindicato dos Vigilantes de Curitiba
Mercado de Óleos Vegetais: histórico e conjuntura
Workshop AEA Mercado de Óleos Vegetais: histórico e conjuntura Daniel Furlan Amaral Gerente de Economia [email protected] São Paulo SP 26 de outubro de 2017 Principais matérias-primas Existem 10 oleaginosas,
Objetivo Geral: Objetivos Específicos:
Objetivo Geral: Superação da pobreza e geração de trabalho e renda no meio rural por meio de uma estratégia de desenvolvimento territorial sustentável. Objetivos Específicos: Inclusão produtiva das populações
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
Incubadoras em Implantação. Distribuição regional NORTE AM 01 AP 02 PA 03 RO 01 TO 01 TOTAL 08
Incubadoras em Implantação Distribuição regional NORTE AM 01 AP 02 PA 03 RO 01 TO 01 TOTAL 08 CENTRO-OESTE DF 03 GO 02 MT 03 TOTAL 08 Total no Brasil - 74 Incubadoras SUL RS 02 TOTAL 02 NORDESTE AL 02
