Aulas Teórico- Práticas:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aulas Teórico- Práticas:"

Transcrição

1 Aulas Teórico- Práticas: 1- Formulação: Identificação da função/ dose terapêutica da SA, das funções e quantidades (quando possível) de excipientes Pomada (propriamente dita)- ácido salicílico Creme de Ibuprofeno Pasta óxido de zinco Gele- cloridrato de lidocaína Pomada oftálmica- Atropina 2- Preparação e Equipamento: Pulverização prévia dos componentes sólidos (moinho coloidal ) Por solução: SA solúvel na base (lipossolúvel): fusão conjunta dos excipientes no banho termostatizado dissolução SA a quente (excepto se for termolábil- adição no final) agitação até arrefecimento e completa solidificação da pomada repouso à Ta (amadurecimento - obtenção da consistência final) Indústria: almofarizes mecânicos ( Qd)/ misturador planetário termostatizado; de hélice dupla ( Qd) 1 / 6

2 Por suspensão: SA insolúvel na base: suspensão do pó ( ) gradualmente nos exc. previamente fundidos agitação/ homogeneização (separar misturas de pós incompatíveis) - misturadores Laminação/ Homogeneização completa refinador; triturador com cilindros: passagem de uma película fina de pomada entre 2 superfícies duras e sob pressão amadurecimento Por emulsificação (cremes)- Batedeira de parede dupla em aço inox aquecida a vapor de água (preparação de cada fase: dissolução/ fusão dos constituintes) transferência por bombas doseadoras: adição da FI à FE/ da FE à FI (inversão de fases) / adição das 2 fases em simultâneo (grande escala) Misturador Planetário (mistura): com paredes aquecidas e pás de raspagem (evitam a formação de massas congeladas) Moinho de rolos; Moinho coloidal; Homogeneizador tipo válvula (sob P); Homogeneizador Ultra-sónico; triturador de cilindros (homogeneização/ micronização das gotículas- por técnicas de turbulência e cavitação e com T = +/- 40ºC) Equipamentos completamente fechados ou sob vácuo (evitam a incorporação de ar) Emulsificação com energia reduzida: aquecimento em simultâneo das 2 fases; repartir a FE em 2 partes e adicionar a maior quantidade após a obtenção de uma pré- emulsão concentrada e já arrefecida; Controlar: T (próxima do PF mais alto); agitação eficiente (evitar formação de cristais de produtos de menor PF) Algumas pomadas podem ser consideradas como sistemas intermediários dos acima referidos. Armazenagem (recipientes em aço inox com tampa estanque) CQ Embalagem (tubos de plástico ou metal, boiões ou embalagens unidose)- equipamento de enchimento (cartas de controlo) 2 / 6

3 3- Controlo de Qualidade: Ensaios de cedência e difusão in vitro (células de difusão tipo horizontal/ vertical) / in vivo (fase de pré-formulação) Ensaios de tolerância local: Ensaio da Acantose aplicação de um dado excipiente durante 10 dias num dos flancos do cobaio após o tempo previsto faz-se a comparação entre os cortes histológicos do flanco tratado com o excip. e o outro flanco (ensaio em branco) (fase de pré-formulação) Acantose: proliferação anormal da epiderme que se expande por engrossamento das células (ex: eczemas) Vaselina filante e parafina acantose forte (obstrução dos poros m.o. anaeróbios ) silicones sem acantose Caracteres organolépticos (cor, odor, textura ao tacto) * Identificação e doseamento da SA: fraccionamento dos excip. por uma série de dissolventes separação dos componentes doseamento SA (FP) Determinação de impurezas (FP) Determinação do ph da fase aquosa por potenciometria (compatível com a formulação e a região do corpo a que a pomada se destina) * Determinação da consistência através: * viscosidade viscosímetros de Ferranti (cone e prato); Brookfield Geral/ fluxo com tixotropia: plástico (pomada com vaselina; parafina; cera; argila); pseudoplástico (celuloses; alginatos; carbopol); dilatante (pasta) penetrabilidade penetrómetros: de Mahler; ASTM espalmabilidade = extensibilidade aparelho de Mutimer (impt para a aplicação na pele- medida da resistência ao movimento entre 2 planos paralelos) plasticidade = processo de extrusão aparelho de Mutimer extrusador (impt para a facilidade de saída da bisnaga) 3 / 6

4 Determinação da tensão interfasial em cremes tensiómetros (ex: de Lecomte de Nouy) 8,3-9,5 dine/ cm 2 a 50ºC Determinação da quantidade de água perdida por evaporação em cremes O/A e hidrogeles Determinação do índice de água em pomadas absorventes de água: determinar qual a maior quantidade de água que pode ser incorporada em 100g de excip. ou pomada, de forma relativamente estável, a 20ºC 1º) Incorporação de água a frio/ quente 2º) quantificação do teor de água fixado: processo de Karl- Fischer; destilação azeotrópica; secagem na estufa a ºC Controlo m.o. (pomadas oftálmicas - estéreis) Ensaios de estabilidade FQ Controlo da embalagem (bisnagas de alumínio, plástico ) e volume ou peso 4 / 6

5 EXERCÌCIOS: 1- Proponha um protocolo para desenvolver e testar uma formulação dermatológica. (Sugestão: enumerar a sequência de passos desde a concepção até à comercialização.) (pg. 410 Alton) 2-Tendo presente a seguinte fórmula Óxido de zinco 25% Amido 25% Calamina 5% Vaselina branca q.b.p 100% a) Diga a que forma farmacêutica nos referimos. b) Proponha um processo de fabrico e CQ. 3-Proponha uma fórmula para cada proposta apresentada (por grupo), i.e., a sua composição qualitativa e quantitativa, a função de cada componente no seio da formulação, produção e CQ: G.1-Forma tópica de Ibuprofeno 5% (p/v) G.2- Pomada propriamente dita- ácido salicílico G.3- Gele de lidocaína G.4- Pomada oftálmica- Atropina 4- Identifique e -corrija os erros na composição quantitativa da seguinte forma farmacêutica: componentes quantidade (g) quantidade ( (corrigido) hidroquinona 2,0 2,0 etanol 1,0 p-hidroxibenzoato de metilo 2,0 p-hidroxibenzoato de propilo 2,0 bissulfito de sódio 2,0 carbopol ,0 água destilada 10,0 propilenoglicol qbp / 6

6 II 6 / 6

Exercícios. Exercício 1, 2 e 4. Alexandra Sofia Helfrich nº 9511 Daniela Cunha nº 8788 Liliana Ribeiro nº 8889 Raquel Silva nº 8782

Exercícios. Exercício 1, 2 e 4. Alexandra Sofia Helfrich nº 9511 Daniela Cunha nº 8788 Liliana Ribeiro nº 8889 Raquel Silva nº 8782 Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas Tecnologia Farmacêutica II 2014-2015 Alexandra Sofia Helfrich nº 9511 Daniela Cunha nº 8788 Liliana Ribeiro

Leia mais

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDOS

FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDOS FORMAS FARMACÊUTICAS SEMISSÓLIDOS Semissólidos Cremes Pomadas Pastas Géis Generalidades Sistemas emulsionados fases aquosa, oleosa e emulsificante. Aplicação na pele ou mucosas com ação medicamentosa ou

Leia mais

REOLOGIA. A Reologia é a ciência que estuda a deformação dos sólidos e o fluxo ou escoamento dos líquidos sob a acção de tensões. (rheos = escoamento)

REOLOGIA. A Reologia é a ciência que estuda a deformação dos sólidos e o fluxo ou escoamento dos líquidos sob a acção de tensões. (rheos = escoamento) REOLOGIA Introdução A Reologia é a ciência que estuda a deformação dos sólidos e o fluxo ou escoamento dos líquidos sob a acção de tensões. (rheos = escoamento) A aplicação de uma força tangencial a um

Leia mais

Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Adriana Teixeira Machado Marcela Dias da Silva Matheus Gibbin Zanzini

Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Adriana Teixeira Machado Marcela Dias da Silva Matheus Gibbin Zanzini Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Adriana Teixeira Machado Marcela Dias da Silva Matheus Gibbin Zanzini Filtração Fonte de aquecimento Destilação Correção do ponto de ebulição OBJETIVO: Remover impurezas

Leia mais

QUÍMICA FARMACÊUTICA II

QUÍMICA FARMACÊUTICA II 2016-2017 QUÍMICA FARMACÊUTICA II MÓDULO DE QUÍMICA FARMACÊUTICA INORGÂNICA SÉRIE LABORATORIAL Aulas 2 e 3 Monografia KBr (Farmacopeia Portuguesa 9) PLANO DAS AULAS LABORATORIAIS 2 e 3 (Q.F. Inorgânica):

Leia mais

CURSO PRÁTICO QUI 328 e 128 SÍNTESE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS

CURSO PRÁTICO QUI 328 e 128 SÍNTESE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS CURSO PRÁTICO QUI 328 e 128 SÍNTESE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS Síntese I ( p-red) Nitrobenzeno Anilina Acetanilida p-nitro Acetanilida p-nitro Anilina p-red 1- OBTENÇÃO DA ANILINA -Estanho -Àcido clorídrico

Leia mais

Técnicas Analíticas. PROFESSORA: Me. Erika Liz

Técnicas Analíticas. PROFESSORA: Me. Erika Liz Técnicas Analíticas PROFESSORA: Me. Erika Liz Normas e ensaios de identidade Tem por objetivo comprovar que a amostra a ser examinada é a da substância que deve ser. Observação visual cor, aspecto (pó

Leia mais

FARMÁCIA GALÉNICA SISTEMAS DISPERSOS. Líquido em gás aerossol. Líquido em líquido emulsão ou sol coloidal. Líquido em sólido emulsão sólida

FARMÁCIA GALÉNICA SISTEMAS DISPERSOS. Líquido em gás aerossol. Líquido em líquido emulsão ou sol coloidal. Líquido em sólido emulsão sólida FARMÁCIA GALÉNICA SISTEMAS DISPERSOS SISTEMAS DISPERSOS - Tipos Líquido em gás aerossol Líquido em líquido emulsão ou sol coloidal Líquido em sólido emulsão sólida Sólido em líquido suspensão Sólido em

Leia mais

FORMAS FARMACÊUTICAS. Apresentação da fórmula farmacêutica.

FORMAS FARMACÊUTICAS. Apresentação da fórmula farmacêutica. FORMAS FARMACÊUTICAS Apresentação da fórmula farmacêutica. Líquidas: soluções, suspensões, emulsões, etc. Sólidas: pós, cápsulas, comprimidos, drágeas, supositórios, etc. Semi-sólidas (pastosas): pomadas,

Leia mais

Equipamentos e Técnicas laboratoriais: Amostragem e separação de misturas

Equipamentos e Técnicas laboratoriais: Amostragem e separação de misturas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CÂMPUS LAGES Equipamentos e Técnicas laboratoriais: Amostragem e separação de

Leia mais

5 MATERIAIS E MÉTODOS

5 MATERIAIS E MÉTODOS - 93-5 MATERIAIS E MÉTODOS 5.1. Preparação da emulsão sintética Para preparar um litro de emulsão sintética misturaram-se 3g de óleo lubrificante Shell Talpa 30 e água destilada, através de um misturador

Leia mais

Extração da Cafeína a partir de saquinhos de chá

Extração da Cafeína a partir de saquinhos de chá Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UESP Instituto de Química Campus Araraquara Extração da Cafeína a partir de saquinhos de chá Andressa Somensi H 3 C C H 3 C H 3 1 bjetivos: Isolamento

Leia mais

05/08/2016 SISTEMAS HETEROGÊNEOS. - EMULSÕES continuação - ESTABILIDADE DAS EMULSÕES AGREGAÇÃO E COALESCÊNCIA

05/08/2016 SISTEMAS HETEROGÊNEOS. - EMULSÕES continuação - ESTABILIDADE DAS EMULSÕES AGREGAÇÃO E COALESCÊNCIA SISTEMAS HETEROGÊNEOS - EMULSÕES continuação - DAS EMULSÕES Profa. Ms. Priscila Torres QUANDO UMA EMULSÃO É CONSIDERADA FISICAMENTE INSTÁVEL? Em repouso, a fase dispersa ou interna, tende a formar agregados

Leia mais

Operações Unitárias: agitação e mistura. Profª Drª Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão

Operações Unitárias: agitação e mistura. Profª Drª Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão Operações Unitárias: agitação e mistura Profª Drª Camila Ortiz Martinez UTFPR Campo Mourão Agitação e Mistura Fundamental na indústria (processamento e palatabilidade) Muitos processos industriais dependem

Leia mais

Ana Elisa Comanini Ana Karla Agner Felipe Gollino

Ana Elisa Comanini Ana Karla Agner Felipe Gollino Ana Elisa Comanini Ana Karla Agner Felipe Gollino 2º ano Bacharelado 2008 Filtração Remover impurezas sólidas de um líquido ou de uma solução Coletar um produto sólido de uma solução na qual ele tenha

Leia mais

SECAGEM E TAMISAÇÃO MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem)

SECAGEM E TAMISAÇÃO MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem) SECAGEM E TAMISAÇÃO Lembrando MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem) 3. operações acessórias (TAMISAÇÃO) TAMISAÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Leia mais

Exercícios Métodos de Separação. Professor (a): Cassio Pacheco Disciplina: Química Data da entrega: 01/06/2017

Exercícios Métodos de Separação. Professor (a): Cassio Pacheco Disciplina: Química Data da entrega: 01/06/2017 Exercícios Métodos de Separação Nome: nº: Ano: 1º E.M. Professor (a): Cassio Pacheco Disciplina: Química Data da entrega: 01/06/2017 Questões Objetivas 1- Para a separação das misturas: gasolina-água e

Leia mais

e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes

e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes 1/45 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T7 Pavimentos Sumário da aula Materiais de pavimentação: Misturas betuminosas Composição Principais funções nas camadas do pavimento

Leia mais

LAMINAÇÃO LAMINAÇÃO. Prof. MSc: Anael Krelling

LAMINAÇÃO LAMINAÇÃO. Prof. MSc: Anael Krelling LAMINAÇÃO Prof. MSc: Anael Krelling 1 DEFINIÇÃO DO PROCESSO É um processo de conformação que consiste na deformação de um metal pela passagem entre dois cilindros rotatórios que giram em sentidos opostos,

Leia mais

e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes

e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes 1/44 Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Aula T7 Pavimentos Sumário da aula Construção e Manutenção de Infra-estruturas de Transportes Materiais de pavimentação: Misturas betuminosas

Leia mais

2 EXTRAÇÃO POR SOLVENTES II (Quimicamente Ativa)

2 EXTRAÇÃO POR SOLVENTES II (Quimicamente Ativa) UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Química ARARAQUARA / SP 2 EXTRAÇÃO POR SOLVENTES II (Quimicamente Ativa) Discentes: Grupo VIII Mariana de Castro Anna Caroline Franchetti Profº. Dr. Leonardo

Leia mais

EXTRAÇÃO POR SOLVENTES (QUIMICAMENTE ATIVA)

EXTRAÇÃO POR SOLVENTES (QUIMICAMENTE ATIVA) INSTITUTO DE QUÍMICA ARARAQUARA QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL EXTRAÇÃO POR SOLVENTES (QUIMICAMENTE ATIVA) Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Prof. Dr. Leonardo Pezza Profª Juliana Rodrigues Grupo 6 Michelle

Leia mais

LUBRIFICAÇÃO LUBRIFICANTES

LUBRIFICAÇÃO LUBRIFICANTES LUBRIFICAÇÃO LUBRIFICANTES FUNÇÃO: Formar uma película que impeça o contato direto entre duas superfícies que se movem relativamente entre si. Ou seja, o lubrificante reduz o atrito a níveis mínimos, quando

Leia mais

PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: BISMARCK

PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: BISMARCK PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: BISMARCK Substância Pura: Um único tipo de substância Simples: formada por átomos de um único elemento. Composta: formada por átomos de mais de um elemento.

Leia mais

Recristalização da Acetanilida

Recristalização da Acetanilida Recristalização da Carolina Cavasin Leandro Lílian Cristine I. Guevara Caroline Oliveira da Rocha Mariana Emídia Silva Cabral Docentes: José Eduardo de Oliveira Juliana Rodrigues Leonardo Pezza , o que

Leia mais

recristalização Por: Edmar Solé Murilo Montesso Rodrigo A. Moreira da Silva

recristalização Por: Edmar Solé Murilo Montesso Rodrigo A. Moreira da Silva Recristalização Purificação da acetanilida por meio da recristalização Por: Edmar Solé Murilo Montesso Rodrigo A. Moreira da Silva Introdução Cristalização é um processo pelo qual se obtém material puro.

Leia mais

EVAPORAÇÃO. Profa. Marianne Ayumi Shirai EVAPORAÇÃO

EVAPORAÇÃO. Profa. Marianne Ayumi Shirai EVAPORAÇÃO Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Operações Unitárias na Indústria de Alimentos EVAPORAÇÃO Profa. Marianne Ayumi Shirai EVAPORAÇÃO É a remoção parcial da água de mistura de líquidos,

Leia mais

Complemento das Aulas 13 e 14: Os principais equipamentos presentes em um laboratório

Complemento das Aulas 13 e 14: Os principais equipamentos presentes em um laboratório MATERIAL EXTRA 2 BIMESTRE ENSINO MÉDIO Prof.: Cotrim 1ª Série Data: 18/04/2017 Complemento das Aulas 13 e 14: Os principais equipamentos presentes em um laboratório A execução de experimentos, em um laboratório

Leia mais

Parte II. Meneah Renata Talita

Parte II. Meneah Renata Talita Extração e Purificação do Limoneno Parte II Meneah Renata Talita Objetivo da prática Isolar e Purificar o Limoneno a partir de uma fase orgânica contendo n-hexano, limoneno, traços de substâncias voláteis

Leia mais

CONHEÇA AS PRINCIPAIS ETAPAS QUÍMICAS NA INDÚSTRIA DE CELULOSE. Processos Químicos Industriais II

CONHEÇA AS PRINCIPAIS ETAPAS QUÍMICAS NA INDÚSTRIA DE CELULOSE. Processos Químicos Industriais II CONHEÇA AS PRINCIPAIS ETAPAS QUÍMICAS NA INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL Processos Químicos Industriais II POLPAÇÃO QUÍMICA Os cavacos são cozidos em licores ou lixívias, isto é, em soluções aquosas contendo

Leia mais

TAREFA DA SEMANA DE 28 DE ABRIL A 02 DE MAIO

TAREFA DA SEMANA DE 28 DE ABRIL A 02 DE MAIO TAREFA DA SEMANA DE 28 DE ABRIL A 02 DE MAIO QUÍMICA 1ª SÉRIE TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: DADOS: Constante universal dos gases perfeitos: 0,082 atm.l/mol.k Elemento Número Massa atômico atômica H 1 1,0

Leia mais

MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA. Tópicos de Química Experimental. Débora Alvim/ Willian Miguel

MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA. Tópicos de Química Experimental. Débora Alvim/ Willian Miguel MATERIAIS BÁSICOS DO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Tópicos de Química Experimental Débora Alvim/ Willian Miguel BÉQUER OU BECHER É de uso geral em laboratório: Serve para fazer reações entre soluções Dissolver

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PUREZA DE MATERIAIS. Principais fontes de impurezas em fármacos e excipientes: São decorrentes do processamento da matéria-prima ou

AVALIAÇÃO DE PUREZA DE MATERIAIS. Principais fontes de impurezas em fármacos e excipientes: São decorrentes do processamento da matéria-prima ou AVALIAÇÃO DE PUREZA DE MATERIAIS Principais fontes de impurezas em fármacos e excipientes: Impurezas inorgânicas Impurezas orgânicas 1) Impurezas inorgânicas São decorrentes do processamento da matéria-prima

Leia mais

PROPRIEDADES DOS METAIS LÍQUIDOS

PROPRIEDADES DOS METAIS LÍQUIDOS Professor: Guilherme O. Verran Dr. Eng. Metalúrgica Aula 03_a: Escoamento de metais líquidos Fluidez 1. Introdução - Definição de Fluidez Ensaios de Fluidez 2. Fatores que influenciam na fluidez Temperatura

Leia mais

Teor de MO e Densidade de solos

Teor de MO e Densidade de solos Teor de MO e Densidade de solos 29/01/2012 Prof. Patrício Pires [email protected] Introdução 2 1ª Parte Dia Mês Aula Programação Apresentação do Curso. 4 1ª Coleta e preparação de amostras. Caracterização

Leia mais

EXTRAÇÃO COM SOLVENTES II

EXTRAÇÃO COM SOLVENTES II EXTRAÇÃO COM SOLVENTES II (Quimicamente Ativa) Discentes: Ana Carolina G. V. Carvalho Laisa dos Santos Lípari Docentes: Profª. Amanda Coelho Danuello Prof.Dr. José Eduardo de Oliveira Prof.Dr. Leonardo

Leia mais

05/08/2016 SISTEMAS HETEROGÊNEOS - FORMA FARMACÊUTICA: EMULSÃO - Iônicas. Não iônicas. Óleo em água: O/A Água em óleo: A/O Múltiplas: A/O/A ou O/A/O

05/08/2016 SISTEMAS HETEROGÊNEOS - FORMA FARMACÊUTICA: EMULSÃO - Iônicas. Não iônicas. Óleo em água: O/A Água em óleo: A/O Múltiplas: A/O/A ou O/A/O SISTEMAS HETEROGÊNEOS - FORMA FARMACÊUTICA: EMULSÃO - EMULSÕES Definição: São dispersões de dois líquidos não miscíveis entre si, que com a ajuda de um agente emulsionante formam um sistema homogêneo.

Leia mais

Recristalização da Acetanilida

Recristalização da Acetanilida Recristalização da Acetanilida Grupo 2 Maísa Sanchez Gomes Mariana Cutigi Recristalização Método para purificar sólidos ou para separar compostos que são solúveis à quente e insolúveis, ou pouco solúveis,

Leia mais

TÓPICO 2 - Processos de Extração

TÓPICO 2 - Processos de Extração UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Disciplina de Farmacognosia I- (FBF-0428) TÓPICO 2 - Processos de Extração Profa Dra Dominique C H Fischer 2017 CONCEITOS ANVISA- RDC 26/2014

Leia mais

Suspensões são formas farmacêuticas de sistema heterogêneo.

Suspensões são formas farmacêuticas de sistema heterogêneo. Suspensão Suspensões são formas farmacêuticas de sistema heterogêneo. São formas farmacêuticas líquidas, constituídas de uma dispersão grosseira, onde a fase dispersa, sólida e insolúvel (fase interna)

Leia mais

Produtos estéreis: colírios. Profa. Dra. Vladi Olga Consiglieri Farmacotécnica FBF 341

Produtos estéreis: colírios. Profa. Dra. Vladi Olga Consiglieri Farmacotécnica FBF 341 Produtos estéreis: colírios Profa. Dra. Vladi Olga Consiglieri Farmacotécnica FBF 341 Colírios Definição São formas farmacêuticas estéreis destinadas ao tratamento de afecções do globo ocular, incluindo

Leia mais

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Departamento de Físico-Química SUBSTÂNCIAS E MISTURAS Prof. Dr. Edson Antonio Ticianelli [email protected] Monitor: Dr. Wanderson Oliveira

Leia mais

Índice de Mistura. Desmistura. Mecanismos de mistura - Sólidos. Início => S ACT está elevado Mistura até igualar com S R

Índice de Mistura. Desmistura. Mecanismos de mistura - Sólidos. Início => S ACT está elevado Mistura até igualar com S R MISTURA Operação unitária muito utilizada na indústrias farmacêutica e de alimentos MISTURA Combinação de dois ou mais componentes para obter distribuição uniforme Mistura ideal Diferentes amostragens

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE EM SEMENTES. Francisco Guilhien Gomes Junior. Identificação da maturidade fisiológica

DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE EM SEMENTES. Francisco Guilhien Gomes Junior. Identificação da maturidade fisiológica Produção de Sementes (LPV-638) Graduação Engenharia Agronômica Segundo Semestre de 2015 DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE EM SEMENTES Francisco Guilhien Gomes Junior Tecnologia de Sementes Depto de Produção

Leia mais

12/03/2015 ESTABILIDADE DE FORMAS FARMACÊUTICAS. ENSAIOS DE ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS (RE n º 1, de 29 de julho de 2005)

12/03/2015 ESTABILIDADE DE FORMAS FARMACÊUTICAS. ENSAIOS DE ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS (RE n º 1, de 29 de julho de 2005) ENSAIOS DE ESTABILIDADE DE MEDICAMENTOS (RE n º 1, de 29 de julho de 2005) ESTABILIDADE DE FORMAS FARMACÊUTICAS São aqueles ensaios que analisam a degradação dos princípios ativos de uma preparação farmacêutica,

Leia mais

Produtos De Banho Maior cremosidade na espuma Sensação de maciez e suavidade. UNRESTRICTED Pode ser compartilhado com qualquer pessoa TM

Produtos De Banho Maior cremosidade na espuma Sensação de maciez e suavidade. UNRESTRICTED Pode ser compartilhado com qualquer pessoa TM Folha de dados técnicos NOME INCI: Divinildimeticone/Dimeticone Copolímero (e) C12-13 Paret-23 e C12-13 Paret- 3 Características E Benefícios Emulsão com tamanho de partícula pequeno de um polímero de

Leia mais

Metais não ferrosos Prof. Dr. Julio Cesar Sabadini de Souza

Metais não ferrosos Prof. Dr. Julio Cesar Sabadini de Souza Ligas não ferrosas Metais não ferrosos Prof. Dr. Julio Cesar Sabadini de Souza Dentre as mais importantes na construção civil estão incluídas as ligas de Alumínio Cobre Zinco Alumínio É o terceiro elemento

Leia mais

RECRISTALIZAÇÃO e. PURIFICAÇÃO da ACETANILIDA. Jaqueline Nicola Thaís Rosa

RECRISTALIZAÇÃO e. PURIFICAÇÃO da ACETANILIDA. Jaqueline Nicola Thaís Rosa RECRISTALIZAÇÃO e PURIFICAÇÃO da ACETANILIDA Jaqueline Nicola Thaís Rosa INTRODUÇÃO O produto obtido de uma reação química, na maioria das vezes, encontra-se no estado impuro, e é necessário purificá-lo.

Leia mais

Roteiro de estudos para recuperação trimestral

Roteiro de estudos para recuperação trimestral Roteiro de estudos para recuperação trimestral Disciplina: Professor (a): QUIMICA DAIANE LIMA Conteúdo: Referência para estudo: Propriedades da matéria, densidade, mudanças de fase da matéria, substâncias

Leia mais

MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS. 9º ano

MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS. 9º ano MÉTODOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS 9º ano Separações de Misturas são utilizadas para decompor misturas de substâncias em um sistema qualquer nos dois ou mais componentes originais. Podem ser para separar

Leia mais

Química Orgânica Experimental I BAC CRITÉRIOS PARA CORREÇÃO DOS PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS

Química Orgânica Experimental I BAC CRITÉRIOS PARA CORREÇÃO DOS PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS Química Orgânica Experimental I BAC - 2009 CRITÉRIOS PARA CORREÇÃO DOS PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS Além do aqui solicitado para os Pré-Relatórios, devem ser apresentados os itens correspondentes a cada

Leia mais

QUESTÕES DISSERTATIVAS - GABARITO RESOLVIDO

QUESTÕES DISSERTATIVAS - GABARITO RESOLVIDO Química Avaliação Bimestral 1 o ano Vivian março/ 2011 Nome: Turma: QUESTÕES DISSERTATIVAS - GABARITO RESOLVIDO Substância T. F. (ºC) T.E. (ºC) Densidade a 20ºC (g/cm 3 ) Solubilidade (g/100 g de água)

Leia mais

1024 Eliminação de água do 4-hidroxi-4-metil-2-pentanona

1024 Eliminação de água do 4-hidroxi-4-metil-2-pentanona 1024 Eliminação de água do 4-hidroxi-4-metil-2-pentanona C H I 2 CH 3 CH 3 H 3 C CH 3 - H 2 H 3 + H 3 C CH 3 H 2 C CH 3 C 6 H 12 I 2 C 6 H 10 (116.2) (253.8) (98.2) Classificação Tipo de reação e classes

Leia mais

LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água

LIGANTES HIDRÓFILOS. Hidráulicos. Aplicações argamassas e betões. resistem à água. - cal hidráulica - cimento. aéreos. não resistem à água Aplicações argamassas e betões aéreos Hidráulicos não resistem à água resistem à água - cal hidráulica - cimento - cal aérea - gesso 1 CIMENTO Classificação Constituição Propriedades no desempenho Cimentos

Leia mais

LL-SAL DE SELAGEM NF

LL-SAL DE SELAGEM NF Patentes: Italiana, Européia, USA, Canadá e México. DESCRIÇÃO O produto permite a selagem da camada anódica do Alumínio Anodizado e suas ligas, operando num intervalo de temperatura de 26 ºC a 30 ºC. A

Leia mais

Extração e Purificação do Limoneno Parte II

Extração e Purificação do Limoneno Parte II Extração e Purificação do Limoneno Parte II Alan Cesar Pilon Andrey Pinheiro Técnicas para extração e purificação do Limoneno Extração com Solvente Destilação por arraste de vapor Destilação Fracionada

Leia mais

5007 Reação do anidrido ftálico com resorcinol para obtenção de fluoresceína

5007 Reação do anidrido ftálico com resorcinol para obtenção de fluoresceína 57 Reação do anidrido ftálico com resorcinol para obtenção de fluoresceína CH H H + 2 + 2 H 2 H C 8 H 4 3 C 6 H 6 2 C 2 H 12 5 (148.1) (11.1) (332.3) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias

Leia mais

Processos de Separação Misturas Para misturas Heterogêneas

Processos de Separação Misturas Para misturas Heterogêneas Ventilação: Sólido + Sólido O sólido menos denso é separado por uma corrente de ar. Catação: Sólido + Sólido Sólidos de aspectos diferentes são separados com as mãos ou uma pinça Levigação: Sólido + Sólido

Leia mais

03/05/17. Muller, R.; Lucks, S. EFEITO OCLUSIVO. FILME LIPÍDICO : NLS aumentam a hidratação da pele em 32% Outros produtos 24% CRONOLOGIA

03/05/17. Muller, R.; Lucks, S. EFEITO OCLUSIVO. FILME LIPÍDICO : NLS aumentam a hidratação da pele em 32% Outros produtos 24% CRONOLOGIA CRONOLOGIA Lipossomas e ciclodextrinas Poliméricas 1970 1983 Lipídicas sólidas PEGladas 1996 1999 Magnéticas 1988 Jacqueline Campos Silva Mestranda do Programa de pós-graduação em Ciências Farmacêuticas

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 4

Química Geral Experimental - Aula 4 Química Geral Experimental - Aula 4 Título da Prática: Determinação do teor de álcool etílico na gasolina. Objetivos: Determinar o teor de álcool etílico na gasolina Comercial. Determinar o teor de água

Leia mais

Ronaldo Guimarães Corrêa. Aula #3: Configurações de Controle

Ronaldo Guimarães Corrêa. Aula #3: Configurações de Controle Ronaldo Guimarães Corrêa Aula #3: Configurações de Controle São Carlos 2012 Trocadores de Calor Em geral, trocadores de calor são fáceis de controlar. O modelo dinâmico de um trocador de calor casco-tubo

Leia mais

4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico

4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico NP 4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico NaEt C 10 H 18 4 Na C 2 H 6 C 8 H 12 3 (202,2) (23,0) (46,1) (156,2) Classificação Tipos

Leia mais

QFL1423 Química Orgânica Experimental

QFL1423 Química Orgânica Experimental QFL1423 Química Orgânica Experimental Aula 2 Técnicas Básicas em Química Orgânica Prof. Dr. Leandro H. Andrade (Sala 11 Bloco zero) [email protected] Prof. Dr. Reinaldo C. Bazito (Sala 811 B8I) [email protected]

Leia mais

Propriedades da matéria e mudanças de estado físico

Propriedades da matéria e mudanças de estado físico INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO Campus Valença Propriedades da matéria e mudanças de estado físico Professor: José Tiago Pereira Barbosa 1 Propriedades da Matéria A matéria é

Leia mais

2 Procedimento experimental

2 Procedimento experimental 2 Procedimento experimental 2.1 Medição de viscosidade dinâmica A viscosidade dinâmica foi medida em um reômetro modelo DV-III da marca Brookfield, com geometria de cilindro-copo. O aquecimento do fluido

Leia mais

Sistema de arrefecimento

Sistema de arrefecimento Curso Superior em Agronomia Disciplina de Tratores Agrícolas Sistema de arrefecimento Prof. Dr. David Peres da Rosa Temperaturas (ºc) 700ºc 2000 c 85-95ºc http://www.themotorreport.com.au/6915/the-real-mccoey-on-ronresearch-octane-number

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE COMPÓSITO TERMOPLÁSTICO-MADEIRA FEITO COM ADESIVO DE AMIDO PARA MOLDAGEM POR INJEÇÃO Maurício de Oliveira Gondak, MSc (UFPR)

DESENVOLVIMENTO DE COMPÓSITO TERMOPLÁSTICO-MADEIRA FEITO COM ADESIVO DE AMIDO PARA MOLDAGEM POR INJEÇÃO Maurício de Oliveira Gondak, MSc (UFPR) DESENVOLVIMENTO DE COMPÓSITO TERMOPLÁSTICO-MADEIRA FEITO COM ADESIVO DE AMIDO PARA MOLDAGEM POR INJEÇÃO Maurício de Oliveira Gondak, MSc (UFPR) Márcia Silva de Araújo, PHd (UTFPR) IMPORTÂNCIA DO TEMA Reaproveitamento

Leia mais

QUÍMICA FARMACÊUTICA

QUÍMICA FARMACÊUTICA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FARMÁCIA ROTEIRO PARA S PRÁTICAS DISCIPLINA: QUÍMICA FARMACÊUTICA Título da Aula: Determinação do coeficiente de partição óleo-água (P) do ácido benzóico 1 Demonstrar

Leia mais

CHEMYNOL DESCRIÇÃO. Conservante de amplo espectro para produtos cosméticos e farmacêuticos. INTRODUÇÃO

CHEMYNOL DESCRIÇÃO. Conservante de amplo espectro para produtos cosméticos e farmacêuticos. INTRODUÇÃO 1 CHEMYNOL DESCRIÇÃO Conservante de amplo espectro para produtos cosméticos e farmacêuticos. INCI NAME DCB CAS FENOXIETANOL 3991 122-99-6 METILPARABENO 5809 99-76-3 ETILPARABENO 3694 120-47-8 BUTILPARABENO

Leia mais

INDÚSTRIA PAPELEIRA. Processos Químicos Industriais II Profa. Heizir f. de Castro

INDÚSTRIA PAPELEIRA. Processos Químicos Industriais II Profa. Heizir f. de Castro INDÚSTRIA PAPELEIRA Processos Químicos Industriais II Profa. Heizir f. de Castro Pulper de Aparas Tanque de Aparas Engrossador Despartilhador Caixa de Nível Tanque de Aparas Celulose Hidrapulper Refinador

Leia mais

Sistemas Estruturais. Prof. Rodrigo mero

Sistemas Estruturais. Prof. Rodrigo mero Sistemas Estruturais Prof. Rodrigo mero Aula 4 O Material aço Índice Características de Aço da Construção Civil Propriedades Modificadas Ligas Metálicas Ligas Ferrosas Ligas Não-Ferrosas Teor de Carbono

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA - MATERIAL Página 1 de 5 1. OBJETIVO Esta Especificação fixa as condições exigíveis para o fornecimento de tinta à base de resina acrílica destinada a demarcação de pavimentos. 2.

Leia mais

exp E η = η 0 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura

exp E η = η 0 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura Lista de Exercícios 09 / 2018 Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como,

Leia mais

AULA 4 Físico-Química Industrial. Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica

AULA 4 Físico-Química Industrial. Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica AULA 4 Físico-Química Industrial Operações Unitárias Na Indústria Farmacêutica Prof a Janaina Barros 2010 CLASSIFICAÇÃO Operações preliminares: São normalmente utilizadas antes de qualquer outra operação.

Leia mais

Fundamento de Lubrificação e Lubrificantes Aula 8 PROF. DENILSON J. VIANA

Fundamento de Lubrificação e Lubrificantes Aula 8 PROF. DENILSON J. VIANA Fundamento de Lubrificação e Lubrificantes Aula 8 PROF. DENILSON J. VIANA Graxas É um material sólido a semissólido, constituindo de um agente espessante (sabão metálico) disperso num lubrificante líquido

Leia mais

Experiência N º11. Recristalização e determinação da pureza de sólidos

Experiência N º11. Recristalização e determinação da pureza de sólidos 1 QMC 5119 II Semestre de 2014 Experiência N º11 Recristalização e determinação da pureza de sólidos 1. Introdução O método mais utilizado para a purificação de sólidos é a recristalização. Nesse método,

Leia mais

MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD.

MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING. Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. MOLDAGEM DE CASCA SHELL MOLDING Prof. César Augusto Agurto Lescano, PhD. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA MOLDAGEM EM AREIA Vantagens 1. A moldagem por areia verde é o mais barato dentre todos os métodos de

Leia mais

Tarefa 22 Professor Gustavo

Tarefa 22 Professor Gustavo 6º ano Química Tarefa 22 Professor Gustavo 01. Uma amostra de água do mar contaminada com óleo foi coletada em alto mar. Sobre os procedimentos aplicados para a separação eficiente dos componentes dessa

Leia mais

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato.

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato. Lista de Exercícios Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como por exemplo

Leia mais

Resumo sobre Plasticidade

Resumo sobre Plasticidade Resumo sobre Plasticidade 13/3/18 Plasticidade Define-se como sendo a propriedade dos sistemas que consiste na maior ou menor capacidade de serem moldados sob certas condições de umidade. Segundo a ABNT/NBR

Leia mais

Plásticos para Cultivo Celular

Plásticos para Cultivo Celular Plásticos para Cultivo Celular Linha Cultivo de Células e Tecidos Fabricada em poliestireno cristal virgem (GPPS), oferece produtos com alta transparência para ótima visualização e sem presença de contaminantes,

Leia mais

Biofarmácia. Farmacotécnica

Biofarmácia. Farmacotécnica Biofarmácia Prof. Luis Antonio Paludetti Agradecimentos especiais aos Professores Robson M. Gama e André Rolim Babii pela criação de parte das transparências desta apresentação 1/26 Farmacotécnica Disciplina

Leia mais

MISTURAS DE LÍQUIDOS

MISTURAS DE LÍQUIDOS MISTURAS DE LÍQUIDOS *Def: Processo que leva à distribuição ao acaso das diferentes partículas distinguindo-se de sistemas ordenados. *MISTURAS DE LÍQUIDOS Classificação: newtonianos não-newtonianos dependem

Leia mais

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA - 1998 QUESTÃO 01 Uma mistura de hidrogênio, H 2 (g), e oxigênio, O 2 (g), reage, num recipiente hermeticamente fechado, em alta temperatura e em presença de um catalisador, produzindo

Leia mais

Plásticos para Cultivo Celular

Plásticos para Cultivo Celular Plásticos para Cultivo Celular Linha Cultivo de Células e Tecidos Fabricada em poliestireno cristal virgem (GPPS), esta linha oferece produtos com alta transparência para ótima visualização e sem presença

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1

APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA MCC1001 AULA 1 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

Processo de Soldagem Eletrodo Revestido

Processo de Soldagem Eletrodo Revestido Processos de Fabricação I Processo de Soldagem Eletrodo Revestido Prof.: João Carlos Segatto Simões Características gerais O Processo Manual Taxa de deposição: 1 a 5 kg/h Fator de ocupação do soldador

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia.

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia [email protected] Pharmakon FARMACOLOGIA Logos Ciência que estuda a ação dos compostos biologicamente ativos no organismos e areação do organismo a estes

Leia mais

Recristalização da Acetanilida

Recristalização da Acetanilida Recristalização da Acetanilida Reação de formação da acetanilida O NH 2 + CH 3 CH 3 C C O O O NaAc/HAc H N C CH 3 + CH 3 C O O H Anilina Anidrido Acético Acetanilida Acido acético H + CH 3 COO - CH 3 COOH

Leia mais

Disciplina: Projeto de Ferramentais I

Disciplina: Projeto de Ferramentais I Aula 04: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas empregadas 02:

Leia mais

Agitação e Mistura. Profa. Marianne Ayumi Shirai. Agitação e Mistura

Agitação e Mistura. Profa. Marianne Ayumi Shirai. Agitação e Mistura Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Departamento Acadêmico de Alimentos Operações Unitárias na Indústria de Alimentos Agitação e Mistura Profa. Marianne Ayumi Shirai Agitação e Mistura

Leia mais

ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE ESPESSANTES NATURAIS APLICADOS NA ESTAMPARIA TÊXTIL.

ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE ESPESSANTES NATURAIS APLICADOS NA ESTAMPARIA TÊXTIL. ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE ESPESSANTES NATURAIS APLICADOS NA ESTAMPARIA TÊXTIL. J.B. GIORDANO. 1 1 Faculdade Tecnologia de Americana, Departamento Têxtil E-mail para contato: [email protected].

Leia mais

Adesivo de Contato Fastbond 30-NF

Adesivo de Contato Fastbond 30-NF Dados Técnicos Outubro/2001 Em substituição a versão de Agosto de 1999 Descrição do Produto é um adesivo de contato, à base d água, de alto desempenho. Possui um alto teor de sólidos, longo tempo em aberto

Leia mais

Formulações de Repelentes e suas formas cosméticas. Silvana Kitadai Nakayama Merck

Formulações de Repelentes e suas formas cosméticas. Silvana Kitadai Nakayama Merck Formulações de Repelentes e suas formas cosméticas Silvana Kitadai Nakayama Merck Repelentes de Insetos Repelentes de insetos vêm em muitas formas, incluindo aerossóis, sprays, líquidos, cremes, lenços

Leia mais

"PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, ALVENARIAS E PLÁSTICOS À BASE DE LÁTEX DE BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, ALVENARIAS E PLÁSTICOS À BASE DE LÁTEX DE BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR "PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADESIVO PARA SUPERFÍCIES DE VIDROS, CERÂMICAS, BORRACHA NATURAL MODIFICADO POR POLIFOSFATO" 5 A presente invenção se refere a um processo de fabricação de adesivo à base de látex

Leia mais