QUALIDADE RECONHECIDA
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- Felipe Esteves Vilaverde
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1 Indicação Geográfica: VALE DOS VINHEDOS QUALIDADE RECONHECIDA Vale dos Vinhedos conquista primeira DO de vinhos do Brasil 18 A Lavoura N O 696/2013
2 Em novembro de 2002, os vinhos e espumantes do VALE DOS VINHEDOS se tornaram os primeiros produtos brasileiros com INDICAÇÃO GEOGRÁFICA (IG) modalidade Indicação de Procedência (IP). Em setembro de 2012, quase dez anos depois, o INPI anunciou que eles terão a Denominação de Origem, tipo mais valioso da IG, assim como os vinhos mais famosos do mundo. A Lavoura N O 696/
3 0 VALE DOS VINHEDOS Indicação Geográfica: VALE DOS VINHEDOS LUCINARA MACIERO OBrasil já possui sua primeira Denominação de Origem (DO) de vinhos e espumantes, modalidade mais complexa e valiosa de uma Indicação Geográfica (IG). A luta por essa conquista foi encabeçada pela Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), criada em De lá para cá, o sonho da DO sempre acompanhou o trabalho da entidade, ganhando força em 2010, quando o pedido foi oficializado. Em setembro de 2012, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) deferiu o pedido de registro de DO para o Vale dos Vinhedos. A decisão foi publicada no Registro de Propriedade Industrial (RPI) Terroir O terroir dos vinhos do Vale já é reconhecido, graças aos parâmetros de qualidade aplicados pelas vinícolas a partir da certificação da Indicação de Procedência. A DO, por sua vez, representa a evolução deste padrão, levando a público o potencial e a maturidade produtiva das vinícolas do Vale dos Vinhedos. O presidente da Aprovale, Rogério Carlos Valduga, destaca que a conquista da DO vem fortalecer ainda mais a identidade dos vinhos elaborados no Vale dos Vinhedos, reconhecida desde 2002, quando os vinhos e espumantes das vinícolas que integram o roteiro foram os primeiros produtos brasileiros a obter uma Indicação Geográfica (IG) na modalidade Indicação de Procedência (IP). O registro da DO evidencia diferenciais que demonstram que o produto é patrimônio regional, com normas que preservam a sua identidade. Com a conquista, a perspectiva de obtenção de vantagens é ainda maior, tanto por parte dos produtores quanto dos consumidores. Além disso, a DO também atua no controle da qualidade da produção, desde o plantio das uvas, passando pelo processo de elaboração, até a comercialização dos vinhos. O consumidor, quando estiver na gôndola de um supermercado, em uma loja de vinhos, ou na mesa de um restaurante, ao escolher um vinho com DO Vale dos Vinhedos, vai ter a tranquilidade e a garantia da qualidade do produto daquela garrafa, ressalta o presidente. Conceitos Agora, a Aprovale estará intensificando seu trabalho de esclarecer e consoli- dar os conceitos de IG, IP e DO, que, por serem relativamente recentes no Brasil, ainda não são compreendidos pelo mercado consumidor. Na Europa, já estão internalizados pelos compradores por serem utilizados há séculos. Em uma linguagem simples e acessível, o Manual da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos editado pela Aprovale traz as regras da DO e os benefícios que o consumidor e a comunidade do Vale dos Vinhedos ganham com a certificação. Produção A produção do Vale dos Vinhedos varia entre 12 e 14 milhões de garrafas de vinhos finos por ano. Cada propriedade do Vale tem, em média, 2,5 hectares cultivados por videiras. Trata-se de vinícolas de pequeno porte, mantidas por famílias que cultivam vinhedos próprios e elaboram seus vinhos. Com isso, a prioridade é agregar valor ao produto em razão da qualidade, além de manter o homem no campo. Com a concessão do primeiro registro de IG, em 2002, a produção da região aumentou cerca de 30%. Com a DO, a expectativa é crescer mais 10%, porém, a qualidade antecede a quantidade. A Denominação de Origem Vale dos Vinhedos O Vale dos Vinhedos é a primeira região com Denominação de Origem (DO) de vinhos no país. Sua norma estabelece que toda a produção de uvas e o Colheita de variedade Merlot A DO atua na qualidade da produção, com regras de processamento da bebida 20 A Lavoura N O 696/2013
4 processamento da bebida sejam realizados na região delimitada do Vale dos Vinhedos. A DO também apresenta regras de cultivo e de processamento mais restritas que as estabelecidas para a Indicação de Procedência (IP), em vigor até a obtenção do registro da DO. Produção vitícola: As uvas devem ser totalmente produzidas na região delimitada pela IG e conduzidas em espaldeira. A irrigação e o cultivo protegido não são autorizados. A colheita é feita manualmente. Cultivares autorizadas: Tintas: Merlot, como cultivar emblemática. Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat, como variedades complementares. Brancas: Chardonnay, como cultivar principal. Riesling Itálico, como variedade complementar. Para espumantes (brancos e rosados): Chardonnay e/ou Pinot Noir, como variedades principais. Riesling Itálico, como variedade auxiliar. Limites de produtividade: Para uvas tintas: 10 toneladas/ha ou 2,5 Para uvas brancas: 10 toneladas/ha ou 3 Para uvas a serem utilizadas na elaboração de espumantes: 12 toneladas/ha ou 4 Produtos autorizados: Vinhos tintos Varietal Merlot: Mínimo de 85% da variedade. Assemblage Tinto: Mínimo de 60% de Merlot, podendo ser complementado pelas demais variedades autorizadas. A comercialização somente pode ser realizada após um período de 12 meses de envelhecimento. Vinhos brancos Varietal Chardonnay: Mínimo de 85% da variedade. Assemblage Branco: Mínimo de 60% de Chardonnay, podendo ser complementado por Riesling Itálico. A comercialização somente poderá ser realizada após um período de seis meses de envelhecimento. Espumantes Base Espumante: Mínimo de 60% de Chardonnay e/ou Pinot Noir, podendo ser complementado por Riesling Itálico. Elaboração somente pelo Método Tradi- Vale dos Vinhedos: 1 a região com DO de vinhos do país A Lavoura N O 696/
5 Indicação Geográfica: VALE DOS VINHEDOS As vinícolas são de pequeno porte, mantidas por famílias que cultivam vinhedos próprios e elaboram seus vinhos As uvas Chardonnay compõem 60% dos espumantes cional (Champenoise). O processo deverá durar no mínimo nove meses. Graduação alcoólica: Tintos: mínimo de 12%, em volume. Brancos: mínimo de 11%, em volume. Base espumante: máximo de 11,5%, em volume. Outras normas: O espumante deve ser elaborado somente pelo Método Tradicional, com segunda fermentação em garrafa, que deve constar no rótulo principal, nas classificações nature, extra-brut e brut. A chaptalização* e a concentração dos mostos não são permitidas. Em anos excepcionais, o Conselho Regulador da Aprovale poderá permitir o enriquecimento em até um grau. Pode haver a passagem dos vinhos por barris de carvalho, não sendo autorizados chips e lascas ou pedaços de madeira. Processo de rastreabilidade: A Aprovale possui um Conselho Regulador responsável pelo regulamento de uso da Indicação Geográfica do Vale dos Vinhedos. Cabe a este conselho fazer o controle e fiscalização dos padrões exigidos pela normativa da atual IP e da DO. O Conselho Regulador mantém cadastro atualizado das vinícolas solicitantes da certificação e utiliza informações do Cadastro Vitícola do Ministério da Agricultura, coordenado pela Embrapa Uva e Vinho, para determinar a origem da matéria-prima. Para controle da certificação, são utilizadas as declarações de colheita de uva e de produtos elaborados, a partir das quais são retiradas as amostras para análises físico-químicas, organolépticas e testemunhais. Estas amostras são lacradas e codificadas. Esta sistemática permite a rastreabilidade dos produtos. Padrões de identidade: Os produtos somente recebem o certificado após comprovada a origem da matéria-prima. 100% da uva deve ser procedente da área demarcada. Também precisam ser aprovados nas análises físico-químicas e na avaliação sensorial (degustação às cegas), realizada pelo Comitê de Degustação, composto por técnicos da Embrapa, técnicos de associados da Aprovale e da Associação Brasileira de Enologia. Rotulagem: Os produtos engarrafados da DO são identificados no rótulo principal e no contrarrótulo. Os vinhos tranquilos podem identificar a safra e as variedades. Os espumantes devem utilizar a expressão Método Tradicional. Para o contrarrótulo, além das informações estabelecidas pela legislação brasileira, os espumantes podem identificar as variedades utilizadas, o tempo de contato com as borras e o ano de dégorgement**. É obrigatório o uso da numeração de controle sequencial. LUCINARA MASIERO Registro: IG INPI Indicação de Procedência: 2002 Denominação de Origem: 2012 Área geográfica delimitada: 8.112ha Abrangência do Vale dos Vinhedos: Inserido no encontro dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. * A técnica chamada de chaptalização consiste em enriquecer a graduação alcoólica do vinho, quando o mesmo não consegue atingir o nível desejável da maneira natural (apenas com a quantidade de açúcar na uva). ** Dégorgement consiste no processo de se remover os sedimentos de leveduras que foram introduzidas dentro de uma garrafa de Champagne, a fim de provocar uma segunda fermentação. Não há um tempo certo para se deixar estas leveduras em contato com o vinho. Somente na hora que o produtor recebe pedidos, então, ele começa a girar a garrafa (remuage), para que as leveduras entrem em ação. Para a expedição do produto, este deve seguir limpo para o mercado, sem nenhum sinal de leveduras dentro da garrafa. 22 A Lavoura N O 696/2013
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