Machucaduras e Sangramentos. Acadêmico: Sérgio S

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1 Machucaduras e Sangramentos Acadêmico: Sérgio S Augusto

2 Machucaduras Definição Lesões que provocam rotura da pele, com ou sem comprometimento das estruturas subjacentes. Avaliar Intensidade do sangramento ( arterial ou venoso) Profundidade do ferimento

3 Machucaduras Classificação Contusão Escoriação (Abrasão) Laceração Avulsão Puntiforme

4 Contusão As células c são danificadas e os vasos sanguíneos neos são dilacerados sem que haja rompimento da epiderme.

5 Escoriação (Abrasão) È uma lesão superficial causada por arranhão ou raspagem. São bastante dolorosas, apresentam leve sangramento e podem constituir ameaça quando grandes áreas são atingidas (contaminação e infecção)

6 Escoriação

7 Laceração Rompimento linear ou irregular da pele com profundidade variada. Pode causar sangramento significativo se o objeto pontiagudo também cortar a parede de um vaso sanguíneo. neo.

8 Avulsão Perda de um retalho cutâneo, que pode ficar pendurado ou ser cortado completamente.

9 Puntiforme Causada pela penetração de objeto pontiagudo na pele e nas estruturas subjacentes.

10 Machucaduras Conduta a) Contusão Trata-se repousando o membro contundido e aplicando-se compressas geladas até 24 horas depois da lesão. Após s esse tempo, aplicar compressas quentes (calor úmido)

11 Machucaduras b) Ferimento leve ou superficial A segurança a do socorrista deve estar em primeiro lugar Não piorar a situação da vítimav Sempre háh risco de infecção ão-luvas descartáveis Lavar as mãos intensamente com água e sabão Evitar complicações

12 Machucaduras b) Ferimento leve ou superficial Lavar o ferimento em água corrente com sabão. Lavar o ferimento e a área ao redor dele com gaze estéril Retirar farpas, sujeiras e cacos de vidro somente se estiverem superficiais Secar e proteger o ferimento com compressa de gaze ou pano limpo, sem apertar

13 Machucaduras b) Ferimento leve ou superficial aplicar., se o ferimento for superficial,, pomada antibiótica tica Trocar o curativo, mantendo o local limpo e seco Buscar socorro médico, m se necessário

14 Atenção Nunca se deve, nas lesões puntiformes, retirar o objeto. O acidentado deve ser transportado para o hospital com o objeto, imóvel, no local do mesmo.

15 Machucaduras c) Ferimentos graves Atendimento imediato Identificar as prioridades Atendimento médico m deve ser procurado o mais rápido r possível Cuidados à relação da postura do socorrista

16 Atenção O ideal é que não se tente retirar objetos que estejam presos no local (faca, punhal,...), pois eles podem estar contendo uma hemorragia, além m da possibilidade de lesar mais estruturas durante sua retirada.

17 Atenção Não dar água a vítima, v pois isto pode mascarar uma possível hemorragia interna

18 Sangramentos Introdução As machucaduras abertas podem levar a volumosos sangramentos. Evitar Estado hipovolêmico com manifestações clínicas irreversíveis veis

19 Sangramentos Classificação Quanto à sua localização: Externa Interna Quanto ao tipo de vaso: Arterial Venosa Capilar

20 Hemorragia Externa Aquelas em que o sangue se exterioriza logo após s a sua ocorrência

21 Hemorragia Interna São as que interiorizam, isto é,, o sangue vai para uma cavidade do organismo (abdominal ou torácica), sós podendo ser identificados através de sinais indiretos que indicam intensa hipovolemia

22 Sinais que indicam intensa hipovolemia Pulso fraco PA baixa Sudorese profusa Palidez e mucosas descoradas Esses sinais evoluem até a perda de consciência por falta de oxigenação cerebral e, conseqüentemente, entemente, ao choque Obs.: estes também m podem ser utilizados para mensurar a gravidade de uma H.E.

23 Hemorragia Arterial Proveniente de um rompimento de uma artéria ria Características: Saída do sangue em alta velocidade (pulsando) Sincronizada com os batimentos do pulso Cor vermelho-vivo vivo Menos freqüente, ente, porém m mais grave

24 Hemorragia Venosa Originado a partir do rompimento de uma veia Características: Cor vermelho-escura escura ou castanho-avermelhada avermelhada Fluxo estável Mais fácil f controle

25 Hemorragia Capilar Ocorre nos pequenos ferimentos Características: Cor vermelho intermediária ria Fluxo uniforme e pequena velocidade É a menos grave, pois coagula espontaneamente, causando pouca perda de sangue.

26 Hemorragias

27 Sangramentos Conduta Antes de controlar o sangramento: 1. Determinar a causa e a fonte do sangramento, assim como a condição geral da vítimav 2. Exponha o ferimento para determinar de onde vem sangue 3. Coloque a vítima v em posição que ela será menos afetada pela perda de sangue 4. Mantenha as vias aéreas a desobstruídas das

28 Sangramentos a) Pressão direta e elevação Melhor método m de conter as hemorragias externas Procedimento de fácil f aplicação e de grande eficiência em quase todos os ferimentos

29 Sangramentos Pressão direta e elevação I. Curativo estéril sobre o ferimento II. Pressione firmemente III. Eleve a região acima do nível n do coração IV. Verifique o curativo em pequenos intervalos de tempo, mas não o remova Obs.: nunca aplique pressão direta em ferimento se houver objeto cravado ou osso em protusão através s dele

30 Sangramentos Pressão direta e elevação do membro superior

31 Sangramentos b) Pressão indireta ou digital Se a pressão direta e a elevação não forem suficientes, o sangramento de uma artéria ria pode ser controlado comprimindo-se um ponto de pressão com o polegar ou os dedos

32 Sangramentos b) Pressão indireta ou digital Pontos de compressão arterial

33 Atenção Nunca substitua a pressão direta pela indireta ambas devem ser usadas simultaneamente. Segure o ponto de pressão somente o tempo necessário até parar o sangramento; reaplique pressão indireta se o sangramento voltar As artérias rias carótidas em hipótese alguma devem ser pressionadas

34 Sangramentos c) Uso de laços mecânicos Só deve ser utilizado nas hemorragias profusas de membros, devido suas complicações Método de hemostasia que impede totalmente a passagem de sangue pela a artéria ria Pode causar gangrena quando não aplicado corretamente

35 Garroteamento É utilizado somente em hemorragias profusas de membros Cuidados: Afrouxar o garrote de 15 em 15 min, lentamente Não usar fio ou arame Encaminhar a vítima v para o hospital, o mais rápido r possível

36 Torniquete Curativo constritivo Colocado em torno de uma extremidade acima do ferimento, e apertado até cessar o sangramento Último recurso a ser usado pelo socorrista Indicado somente nos casos de hemorragias profusas de membros e nas amputações

37 Torniquete I. Passe a tira ao redor do braço o ou da perna (duas vezes), logo acima do ferimento, prendendo o rolo de pano. Dê um meio nón II. Coloque um pequeno pedaço o de madeira (vareta) no meio do nó. n III. Aperte o torniquete, fazendo girar a vareta IV. Fixe a vareta com as pontas do pano

38 Torniquete Observações: Só executar este procedimento no meio do braço o ou da coxa Não apertar mais do que o necessário Não usar fio ou arame Afrouxar o torniquete de 15 em 15 minutos Utilizar este método m como último recurso Remover a vítima v imediatamente Não cobrir o torniquete

39 Fraturas, Entorses e Luxações

40 Fraturas Em atendimentos de emergência, deve-se examinar o paciente, à procura da existência de fraturas ou luxações

41 Fraturas Definição É a perda da continuidade (quebra) de um osso ou cartilagem Podem ocorrer como resultado de: Traumatismos Em decorrência de patologias que causam uma fragilidade óssea Por fadiga ou estresse

42 Fraturas Classificação Abertas ou expostas Fechadas ou simples

43 Fratura Aberta ou Exposta Quando o osso é quebrado e atravessa a pele, ou quando existe uma ferida associada que se estende desde o osso fraturado até a pele

44 Fratura Fechada ou Simples Não háh comunicação entre o foco da fratura e a parte externa do corpo

45 Sinais e Sintomas de Fratura Impotência funcional Ou quando a vítima v apresente os seguintes sinais: Dor: aguda e localizada, que aumenta à palpação Deformidade: desvio do membro fraturado Edema e Equimose Hemorragia: externa ou interna (hematomas) Mobilidade anômala com crepitação óssea

46 Fraturas Conduta: 1. Chamar uma ambulância 2. Identificar prioridades e tratá-las 3. Limpar ferimentos 4. Utilizar bolsas de gelo ou compressas úmidas frias para diminuir o edema e a dor no local afetado 5. Imobilizar o seguimento fraturado 6. Manter a vítima v em repouso e sob vigilância até a chegada da ambulância

47 Atenção Em caso de suspeita de lesão de coluna, prevenir qualquer tipo de movimentação da vítimav Em caso de fratura exposta, não se deve limpar a ferida! Faz-se apenas um curativo, sem apertar, para proteger o ferimento Nunca se deve tentar reduzir uma fratura Em caso de fratura da perna, não elevar a perna fraturada Nunca se deve aplicar calor sobre a parte afetada antes de decorridas, no mínimo, m 24 horas, pois o calor aumenta a dor e o edema!

48 Imobilização Provisória ria Impedem a movimentação de articulações, bem como do local onde se situa a fratura Objetivos: Atenuar a dor local Prevenir agravamento da lesão, evitando complicações decorrentes da lesão de vasos e nervos por fragmentos ósseos

49 Imobilização Provisória ria Material necessário: Talas Acolchoamento Ataduras Obs.: a fixação não deve ser muito apertada (para evitar prejuízo à circulação), nem frouxa ( o que permitiria a mobilização local)

50 Atenção As extremidades devem ficar livres,à mostra, para que se possa observar a coloração dos dedos e sentir sua temperatura. Se houver obstáculo `a circulação na imobilização provisória ria excessivamente apertada, as extremidades tornar-se se-ão arroxeadas e frias

51 Imobilização de braço, clavícula, cula, Colocar as talas no braço ( uma externa e outra interna), fixando-as as com ataduras Apoiar o antebraço correspondente com uma tipóia, ia, sendo indispensável para alívio de dor e edema Na falta de tala, o braço o pode ser fixado ao tórax t ou imobilizado por atadura ombro e escápula

52 Imobilização do antebraço o e mão Colocar o antebraço o sobre uma tala longa suficientemente longa para suportar a parte do membro, desde a ponta dos dedos até o cotovelo, sem deixar muita sobra Colocar um rolo de pano ou algodão sob a mão da vítima, v para manter a posição anatômica O braço o e a tala devem ser sustentados por uma tipóia ia e duas faixas

53 Imobilização do antebraço o e mão

54 Imobilização da perna Colocar material de recheio em quantidade suficiente, na face interna e externa da perna, para proteger a pele Colocar uma tala ao longo da face interna da perna, e uma segunda tala, ao longo da face externa Colocar 4 ou 5 tiras de pano, embaixo da perna da vítima, v deixando o local da fratura livre

55 Imobilização da perna

56 Imobilização da coxa ou quadril Semelhante a imobilização da perna. As únicas diferenças que devem ser observadas são: Exterior da tala deve atingir desde a axila até o pé As ataduras devem ser colocadas da seguinte maneira: Acima e abaixo da suposta fratura Ao redor do tornozelo, da pelve e da cintura Sobre o extremo superior da parte externa da tala

57 Imobilização da coxa ou quadril

58 Imobilização do pép e do tornozelo Envolver o pép da vítima v na toalha ou no cobertor Amarrar as tiras firmemente Obs.: caso a vítima v esteja calçada, ada, não retirar o sapato e a meia, a fim de evitar movimentação desnecessária e tornar mais fácil f a imobilização

59 Imobilização do pép e do tornozelo

60 Entorses e Luxações Definição: Entorse: ocasionada por extrema tensão sobre uma articulação, mas na qual os tecidos resistem relativamente bem à violência. Causas comuns: agressão em que a vítima v tem o braço o torcido; indivíduo duo pisa em falso devido à irregularidades do solo

61 Entorses e Luxações Definição: Luxação: os tecidos não resistem à violência, os ligamentos se rompem, saindo da posição natural. É um tipo de lesão articular em que háh perda de contato entre as superfícies articulares, ou seja, o osso se desencaixa da articulação Causas comuns: traumatismo sobre a articulação; movimento violento; torção exagerada

62 Luxação

63 Entorses e Luxações Sinais e Sintomas comuns em ambas: Dor local aguda Edema local Equimose

64 Entorses e Luxações Sinais e Sintomas nas entorses: Redução da função articular: consegue movimentar a articulação afetada apesar da dor A articulação conserva sua forma e função Sinais e Sintomas nas luxações: Deformidade articular: háh modificação da pele que cobre a articulação Impotência funcional articular: a vítima v não consegue movimentar a articulação afetada A articulação não conservar sua forma e função

65 Entorses e Luxações Conduta: Aplicar frio imediatamente, para redução dos sintomas Imobilizar a articulação com ataduras

66 Observações As luxações devem ser tratadas com extremo cuidado, pois causam muito mais dor à vítima do que as entorses, uma vez que a organização anatômica não mais está sendo respeitada Se houver ferimentos no local da lesão, antes de enfaixar, deverá ser feito uma curativo

67 Atenção Não tente reduzir a luxação obrigatoriamente, a luxação tem que ser imobilizada antes se transportar a vítimav Se possível, é preferível providenciar socorro especializado em vez de transportar a vítima v para um hospital, especialmente em se tratando de luxações graves, como por exemplo, coxofemoral e de coluna vertebral

68 O O sucesso chega quando você possui o que queria mas a felicidade e a serenidade sós são alcançadas adas quando você se contenta com o que jáj possui. Sejam felizes. OBRIGADO!

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