Trabalho 4. Simulações e exemplo
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- Marcelo Lemos Borges
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1 Trabalho 4. Simulações e exemplo 1. Simulações São apresentados os passos para a geração de amostras em linguagem R e, a partir destas, o teste da hipótese da questão 3(c) do terceiro trabalho. Para realizar o teste utilizamos as estatísticas G 2 (baseada na razão de verossimilhanças) e X 2 de Pearson. Os resultados são destacados em cor azul. Inicialmente carregamos o pacote lattice, que inclui funções para os gráficos de quantis. library(lattice) Escolhemos o nível de significância nominal α e calculamos o valor crítico obtido da distribuição de referência (χ 2 com 2 g.l.). alfa = 0.05 x2crit = qchisq(1 - alfa, 2) Escolhendo o verdadeiro valor de θ (= θ 0 ) calculamos as probabilidades (π) sob H 0. teta0 = 0.8 pi11 = teta0^2 pi12 = teta0 * (1 - teta0) # = pi21 pi22 = (1 - teta0)^2 n = 200 M = 5000 Em seguida especificamos o tamanho amostral e o número de repetições das simulações. Os dados correspondentes a todas as M repetições das simulações são gerados com a função rmultinom e são guardados em uma matriz 4 x M em que cada coluna representa uma amostra simulada. dados = rmultinom(m, size = n, prob = c(pi11, pi12, pi12, pi22)) As estimativas de máxima verossimilhanças (EMV) irrestritas (ou seja, sob H 1 ) de π e o logaritmo da função verossimilhança loglpi (a menos de uma constante aditiva) são calculados por meio de funções matriciais. As EMV de π são as proporções amostrais, que são obtidas dividindo cada elemento de dados por n. No cálculo do logaritmo da função verossimilhança devemos testar se algum valor gerado é igual a 0, pois neste caso tomamos n log(n) = 0 levando em conta que x log(x) 0 quando x 0. emvpi = dados / n loglpi = colsums(ifelse(dados > 0, dados * log(emvpi), 0)) 1
2 As EMV de π sob H 0 são calculadas com a expressão (2n 11 + n 12 + n 21 ) / (2n) aplicada às colunas de dados. Tendo estas estimativas podemos calcular as estimativas das probabilidades e o logaritmo da função verossimilhança loglpiteta sob H 0. emvteta = apply(dados, 2, function(x) (2 * x[1] + x[2] + x[3]) / (2 * n)) piteta = rbind(emvteta^2, emvteta * (1 - emvteta), emvteta * (1 - emvteta), (1 - emvteta)^2) loglpiteta = colsums(dados * log(piteta)) Os gráficos da Figura 1 sugerem uma boa aproximação da distribuição assintótica do EMV de θ, que é normal com média θ 0 e variância θ 0 (1 θ 0 ) / (2n). A hipótese de normalidade poderia ser formalmente testada (Como?). hist(emvteta, main = "", freq = FALSE, xlab = expression(hat(theta)), ylab = "Densidade", cex.axis = 1.5, cex.lab = 1.5) curve(dnorm(x, teta0, sqrt(0.5 * teta0 * (1- teta0) / n)), add = TRUE, col = "red") box() plot(ecdf(emvteta), main = "", xlab = expression(hat(theta)), ylab = "Função distribuição", pch = "*", cex.axis = 1.5, cex.lab = 1.5) curve(pnorm(x, teta0, sqrt(0.5 * teta0 * (1- teta0) / n)), add = TRUE, col = "red") Figura 1. Esquerda: histograma e função densidade teórica. Direita: funções distribuição empírica e teórica. Os resultados do teste com a estatística G 2 são apresentados em seguida. G2 = 2 * (loglpi - loglpiteta) cat("\nresultados\n nível de significância =", alfa, "\n valor crítico =", x2crit) cat("\n teta =", teta0, "\n pi sob H0 =", c(pi11, pi12, pi12, pi22)) cat("\n n =", n, "\n no. de repetições =", M) cat("\n estatística G2:") cat("\n proporção de rejeição de H0 =", mean(g2 > x2crit), "\n") 2
3 Resultados nível de significância = 0.05 valor crítico = teta = 0.8 pi sob H0 = n = 200 no. de repetições = 5000 estatística G2: proporção de rejeição de H0 = Calculamos as frequencias esperadas estimadas sob H 0 e realizamos o teste com a estatística X 2. esp = n * piteta X2 = colsums((dados - esp)^2 / esp) cat("\n estatística X2:") cat("\n proporção de rejeição de H0 =", mean(x2 > x2crit), "\n") estatística X2: proporção de rejeição de H0 = Para este cenário (escolhas de α, θ, n e M) as proporções de rejeição de H 0 com G 2 e X 2 são próximas entre si e também são próximas do valor nominal (α = 5%), indicando uma boa aproximação da distribuição assintótica das duas estatísticas de teste. Os gráficos de quantis da Figura 2 reforçam estas afirmações. qq(rep(c("g2", "X2"), each = M) ~ c(g2, X2), xlab = expression(x^2), ylab = expression(g^2), pch = 20, scales = list(cex = 1.5), main = "(a)") qqmath(g2, distribution = function(p) qchisq(p, df = 2), pch = 20, ylab = expression(g^2), xlab = expression(paste("quantis ", chi[2]^2)), panel = function(x,...) { panel.qqmathline(x,...) panel.qqmath(x,...) }, scales = list(cex = 1.5), main = "(b)") qqmath(x2, distribution = function(p) qchisq(p, df = 2), pch = 20, ylab = expression(x^2), xlab = expression(paste("quantis ", chi[2]^2)), panel = function(x,...) { panel.qqmathline(x,...) panel.qqmath(x,...) }, scales = list(cex = 1.5), main = "(c)") 2. Exemplo 44. Em uma amostra de n = 215 observações as contagens são n 11 = 19, n 12 = 62, n 21 = 90 e n 22 = dados = c(19, 62, 90, 44) n = sum(dados) 3
4 Figura 2. Gráfico de quantis. (a) G 2 e X 2 (b) G 2 e (c) X 2. A EMV de θ é apresentada abaixo. emvteta = (2 * dados[1] + dados[2] + dados[3]) / (2 * n) cat("\n dados: ") print(matrix(dados, ncol = 2, byrow = TRUE)) cat("\n n =", n, "\n emv teta =", emvteta) 4
5 dados: [,1] [,2] [1,] [2,] n = 215 emv teta = O gráfico da função verossimilhança é mostrado na Figura 3. logver = function(theta) { n11s * log(theta) + n22s * log(1 - theta) } n11s = 2 * dados[1] + dados[2] + dados[3] n22s = 2 * dados[4] + dados[2] + dados[3] maxlogver = logver(emvteta) par(mai = c(1.2, 1.3, 0.1, 0.1)) curve(logver, 0, 1, cex.lab = 1.5, cex.axis = 1.5, xlab = expression(theta), ylab = expression(paste("log L(", theta, ")"))) points(emvteta, maxlogver, pch = 20, col = "red") abline(h = maxlogver, lty = 2, col = "red") abline(v = emvteta, lty = 2, col = "red") Por último realizamos o teste da hipótese da questão 3(c) do terceiro trabalho. emvpi = dados / n loglpi = sum(ifelse(dados > 0, dados * log(emvpi), 0)) piteta = c(emvteta^2, emvteta * (1 - emvteta), emvteta * (1 emvteta), (1 - emvteta)^2) loglpiteta = sum(dados * log(piteta)) G2 = 2 * (loglpi - loglpiteta) esp = n * piteta X2 = sum((dados - esp)^2 / esp) cat("\n G2 =", G2, "(p =", pchisq(g2, 2, lower.tail = FALSE), ")") cat("\n X2 =", X2, "(p =", pchisq(x2, 2, lower.tail = FALSE), ")") G2 = (p = e-11 ) X2 = (p = e-11 ) Neste exemplo os valores de G 2 e X 2 são próximos. Ambas as estatísticas de teste indicam diferenças significativas em relação à hipótese formulada (p < 0,0001). 5
6 Figura 3. Função log-verossimilhança. 6
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