Electromagnetismo e Óptica
|
|
|
- Ester Franca Castro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Electromagnetismo e Óptica Experiência de Thomson (Grupos D e E) OBJECTIVOS Observar o efeito da força de Lorentz. Medir o campo de indução magnética produzido por bobinas de Helmholtz. Determinar experimentalmente o valor da relação carga/massa do electrão. 1. INTRODUÇÃO Uma partícula carregada que se mova num campo magnético fica sob a acção de uma força (de Lorentz) dada por F = q v B, (1) em que: q é a carga da partícula; v é a sua velocidade; B é o campo magnético exterior. Se v e B forem ortogonais, o módulo da força é simplesmente igual a F = q v B. () Como a direcção desta força é sempre perpendicular ao vector velocidade, a força só vai actuar na direcção do movimento da partícula, não no módulo da sua velocidade. A partícula vai então descrever um movimento circular uniforme de raio R. A força centrípta responsável por um movimento deste tipo é dada por m v Fc = eˆ t. (3) R Igualando as expressões (1) e (3), pode-se determinar a razão entre a carga e a massa da partícula: q v =. (4) m R B Portanto, desde que se consiga produzir partículas carregadas que se movam com uma velocidade v conhecida num campo magnético B de valor também conhecido (e perpendicular à sua trajectória) e se consiga medir o raio R dessa trajectória, é possível determinar a razão entre a carga e a massa dessas partículas. 1
2 No caso de um feixe de electrões, o valor para este quociente é de q m e m e = 1, C Kg 1. (5) Do equipamento usado nesta experiência faz parte um tubo de raios catódicos (CRT) colocado no meio de um conjunto de bobinas de Helmholtz (figura 1). O tubo contém um filamento alimentado por uma corrente de A (AC) que emite electrões por efeito termoiónico. Figura 1 Tubo de raios catódicos (CRT) usado nesta experiência e bobinas de Helmholtz. Quando se estabelece uma diferença de potencial V a suficientemente elevada entre o ânodo e o cátodo do CRT, os electrões são acelerados. A sua velocidade à saída do ânodo é função dessa diferença de potencial e pode ser determinada a partir da conservação de energia: a energia cinética que adquirem é igual à sua energia potencial no campo eléctrico estabelecido entre o ânodo e o cátodo: me v e V a = e Va v =. (6) me O feixe de electrões sai do ânodo com velocidade constante dada pela expressão anterior e entra na zona do CRT onde existe o campo magnético B. Este campo é criado pela corrente eléctrica I que passa nas bobinas de Helmholtz e é perpendicular à trajectória do feixe. Deste modo, os electrões vão descrever um arco de circunferência que pode ser visualizado num alvo coberto por um material fosforescente (figura ):
3 Figura Trajectória do feixe de electrões na presença de um campo magnético B. A escala graduada (em cm) pode ser utilizada para medir o raio de curvatura da trajectória do feixe (figura 3): Figura 3 Determinação do raio de curvatura da trajectória dos electrões. Admitindo que os electrões entram na região onde está o campo magnético no ponto de coordenadas ( 0, 0 e saem no ponto b = x,, pode-se ver pela figura que a = ) ( ) b y b OE = R - y e EB = x. Assim, para o triângulo rectângulo OEB tem-se x R = x + ( R y) R = +. (7) y y 3
4 A geometria das bobinas de Helmholtz (figura 4) assegura que o campo magnético (em rigor, o campo de indução magnética) na zona experimental é bastante uniforme. Figura 4 Geometria das bobinas de Helmholtz (vista de topo). O valor do campo magnético no centro deste conjunto de bobinas em particular é dado por 3 B = 4,31.10 I (Tesla) (8) em que I é a corrente nas bobinas (em Ampère). O sentido do campo pode ser alterado se se inverter o sentido de passagem da corrente nas bobinas. Combinando as expressões (4) e (6) pode-se escrever e V Va = = 1, m R B R I e a 5 em que R e B são determinados a partir de (7) e (8), respectivamente., (9). EQUIPAMENTO O equipamento disponível para este trabalho é composto por (figura 5): uma ampola de Thomson; um conjunto de bobinas de Helmholtz; uma fonte de alta tensão regulável (0-6 kv), com unidade de alimentação do filamento (6,3 V); uma fonte de corrente regulável; cabos de ligação. 4
5 Figura 5 Montagem experimental 3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 1. Ligue o filamento da ampola de Thomson à fonte (6,3 V AC).. Ligue a saída de alta tensão da fonte ao cátodo e ao ânodo da ampola. 3. Ligue a saída da fonte de corrente às bobinas de Helmholtz 4. Ligue a fonte de alta tensão e seleccione a tensão V a = 4000 V. 5. Aumente o valor da corrente nas bobinas de modo a provocar uma deflexão no feixe de electrões (figura ). Ajuste a corrente para que a circunferência passe por um ponto bem determinado. Determine R e tome nota do valor de I. 6. Inverta o sentido da corrente e determine o novo valor de I para o mesmo valor de R. 7. Preencha as tabelas em anexo. 4. ANÁLISE DOS RESULTADOS 1. Para os dados de cada tabela, desenhe um gráfico da função que esta função é do tipo y = a x+ b. I 1 = f. Note R. Faça um ajuste linear da função anterior aos dados experimentais e obtenha o declive a. 3. A partir desse declive, obtenha um valor final para e/m. Estime a precisão deste resultado. 5
6 Electromagnetismo e Óptica Laboratório 1 Experiência de Thomson (grupos D e E) NÚMERO NOME CURSO Data: / / Turno (dia hora): ª h Grupo: Tabela 1 DETERMINAÇÃO DE e/m POR DEFLEXÃO MAGNÉTICA V a (V) x (m) y (m) R (m) I (A) I médio (A) B (Tesla) e/m (C/kg) 4000 e/m = ± (C/Kg) 6
7 Tabela V a (V) x (m) y (m) R (m) I (A) I médio (A) B (Tesla) e/m (C/kg) 3000 e/m = ± (C/Kg) Comentários/conclusões: (Anexe os gráficos) 7
CARGA ESPECÍFICA DO ELÉTRON
DEPARTAMENTO DE FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO - IFUFBa 009 ESTRUTURA DA MATÉRIA I (FIS101) EMN CARGA ESPECÍFICA DO ELÉTRON 1. Objetivo do Experimento Estudar a deflexão de elétrons em um campo magnético e determinar
MEDIDA DA CARGA ESPECÍFICA DO ELÉTRON (Thomson)
UFSC DEPARTAMENTO DE FÍSICA FSC55: LABORATÓRIO DE FÍSICA MODERNA MEDIDA DA CARGA ESPECÍFICA DO ELÉTRON (Thomson) OBJETIVO: Medir a carga específica do elétron e comparar com o método de Busch e com o valor
Laboratório Física IV Experimento e/me
Laboratório Física IV Experimento e/me Profa. Clemencia Mora Herrera Prof. Helena Malbouisson baseado nos slides do Prof. Dilson Damião para Est. da Matéria I Introdução Os raios catódicos são feixes de
EXPERIMENTO 12: MEDIDA DA RAZÃO CARGA/MASSA DO ELÉTRON
EXPERIMENTO 12: MEDIDA DA RAZÃO CARGA/MASSA DO ELÉTRON 12.1 OBJETIVO Medir a razão carga/massa do elétron pelo método de Thomsom usando um osciloscópio didático adaptado. 12.2 INTRODUÇÃO A razão e/m foi
Instituto de Física EXPERIÊNCIA 11. Deflexão de feixe de elétrons - razão carga massa (e/m) I. OBJETIVOS DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO
EXPERIÊNCIA 11 Deflexão de feixe de elétrons - razão carga massa (e/m) I. OBJETIVOS - Verificar a dependência da trajetória de um feixe de elétrons quando sujeito a diferentes potenciais de aceleração
Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna. Bloco 01: A RAZÃO CARGA/MASSA DO ELÉTRON
Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Bloco 01: A RAZÃO CARGA/MASSA DO ELÉTRON Introdução A quantidade e/m foi medida experimentalmente pela primeira em 1897
Quantização da Carga, Luz e Energia
Quantização da Carga, Luz e Energia Prof. Jaime Urban 1 / 13 Quantização da Carga Elétrica Primeiras medidas de e e de e/m Michael Faraday (1791-1867) Condução da eletricidade em ĺıquidos - Lei da eletrólise
1303 Determinação da razão e/m 0
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física UFRJ Tópicos Relacionados Raios catódicos, força de Lorentz, elétrons em campos transversais,
Estrutura física da matéria Difração de elétrons
O que você pode aprender sobre este assunto... - Reflexão de Bragg - Método de Debye-Scherer - Planos de rede - Estrutura do grafite - Ondas de matéria - Equação de De Broglie Princípio: Elétrons acelerados
Laboratório de Estrutura da Matéria I. Medida da Relação Carga-Massa do elétron
Laboratório de Estrutura da Matéria I Medida da Relação Carga-Massa do elétron Carga elétrica em átomos Elaborou experiências para o estudo dos raios catódicos. Mostrou que a corrente elétrica era constituída
Capítulo 4. Partículas e campos. 4.1 Introdução. Capítulo 4. F.Barão, L.F.Mendes Electromagnetismo e Óptica (MEEC-IST) 77
Capítulo 4 Partículas e campos 4.1 Introdução As propriedades da força eléctrica já foram estudadas no capítulo da electrostática. Recapitulemos os aspectos relevantes da sua acção sobre uma partícula
Laboratório de Física Moderna
Laboratório de Física Moderna DUALIDADE ONDA-PARTÍCULA MEDIDA DA RELAÇÃO CARGA/MASSA DO ELÉTRON (Experiência A.1) PRINCÍPIOS E OBJETIVOS A dualidade onda-partícula para o elétron é explorada em duas experiências
Difracção de electrões
Difracção de electrões Objectivos: i) Verificar que electrões com energias da ordem de -0 kev são difractados por um filme de grafite, exibindo o seu carácter ondulatório; ii) verificar a relação de de
Roteiro do Experimento Relação entre carga e massa do elétron.
CM Página 1 de 5 INSTRUÇÕES GERAIS: Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Roteiro do Experimento Relação entre carga e massa do elétron.
Exame de Conhecimento de Física
Exame de Conhecimento de Física Duração: 2h + 30m de tolerância (Este Exame é composto por 6 páginas.) I) Um corpo com 2,0 kg de massa desloca-se em linha recta, segundo a vertical, tendo partido da posição
O campo eléctrico é definido em termos de uma. Por convenção esta partícula tem carga positiva
FÍSICA 12º ANO CAMPO - 2014 CAMPO CARGA DE PROVA O campo eléctrico é definido em termos de uma carga chamada de carga de prova q carga, chamada de carga de prova, q o Por convenção esta partícula tem carga
Determinação da razão entre a carga elementar e a massa eletrônica
Determinação da razão entre a carga elementar e a massa eletrônica B R E N N O G U S T A V O B A R B O S A T H I A G O S C H I A V O M O S Q U E I R O R E L A T Ó R I O 1 4 / 0 3 / 0 0 8 História da descoberta
6 O campo magnético terrestre
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 6 O campo magnético terrestre Determinação da sua intensidade e orientação Demonstrar
Electromagnetismo e Óptica
Universidade de Lisboa Faculdade de Ciências, Departamento de Física Electromagnetismo e Óptica Série-1: Cargas Eléctricas e Campos Eléctricos Setembro de 2009 1. Três esferas metálicas idênticas estão
PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
PROVA 315/9 Págs. PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12. Ano de Escolaridade Cursos Gerais (Programa implementado em 2005/06) Duração da prova: 90 minutos 2ª Fase / 2008 PROVA ESCRITA DE FÍSICA Ao iniciar
UFSC - DEPTO DE FÍSICA FSC 5151: LABORATÓRIO DE FÍSICA MODERNA MEDIDA DA CARGA ESPECÌFICA ( BUSCH )
1 UFSC - DEPTO DE FÍSICA FSC 5151: LABORATÓRIO DE FÍSICA MODERNA MEDIDA DA CARGA ESPECÌFICA ( BUSCH ) OBJETIVO Medir a carga específica do elétron ( e / m ). FUNDAMENTOS DA TEORIA De longa data, a Mecânica
Razão carga-massa q/m
Laboratório Avançado de Física Razão carga-massa q/m Introdução Enquanto a razão massa-carga m/q de alguns íons já era conhecida por intermédio de métodos eletroquímicos, a razão m/q do elétron foi obtida
MOMENTO DE INÉRCIA DE UM CORPO RÍGIDO
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T4 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 007/08 MOMENTO DE INÉRCIA DE UM CORPO RÍGIDO 1. Objectivo Estudo do movimento de rotação de um corpo
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 32 MAGNETISMO: FORÇA MAGNÉTICA REVISÃO
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 32 MAGNETISMO: FORÇA MAGNÉTICA REVISÃO Fixação - 1) Em cada caso mostrado abaixo, determine a força magnética (direção e sentido) que atua na carga elétrica q, lançada com velocidade
Determinação da constante de Planck: o efeito fotoeléctrico
Determinação da constante de Planck: o efeito fotoeléctrico Objectivos: - Verificação experimental do efeito fotoeléctrico - Determinação da energia cinética dos fotoelectrões em função da frequência da
3B SCIENTIFIC PHYSICS
3B SCIENTIFIC PHYSICS Tubo de raios de feixe estreito sobre base de conexão R 1019957 Instruções de operação 05/16 ALF 1 Tubo de feixe estreito 2 Base de conexão 3 Conexão para ânodo 4 Conexão para cátodo
Laboratório 4 Fontes do campo magnético GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 4 FONTES DO CAMPO MAGNÉTICO
GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 4 FONTES DO CAMPO MAGNÉTICO 1. RESUMO Verificação do campo de indução magnética criado por um fio longo, um anel de corrente e uma bobine. Confirmação da lei de Biot-Savarts
Fichas de electromagnetismo
Capítulo 3 Fichas de electromagnetismo básico Electrostática - Noções básicas 1. Enuncie as principais diferenças e semelhanças entre a lei da a atracção gravitacional e a lei da interacção eléctrica.
CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES
CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES Introdução A existência do magnetismo foi observada há cerca de 2500 anos quando certo tipo de pedra (magnetita) atraía fragmentos de ferro, que são conhecidos como ímãs permanentes.
Termodinâmica e Estrutura da Matéria
Termodinâmica e Estrutura da Matéria Laboratório 2 (Grupos A, B e C) Efeito fotoeléctrico OBJECTIVOS Estudar o efeito fotoeléctrico. Determinar a constante de Planck. 1. INTRODUÇÃO O efeito fotoeléctrico
Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial - Taguspark. CADEIRA DE ELECTROMAGNETISMO E ÓPTICA, 1º Sem. 2016/2017.
Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial - Taguspark CADEIRA DE ELECTROMAGNETISMO E ÓPTICA, 1º Sem. 2016/2017 2º teste - 5 de Dezembro de 2016 Docente: João Fonseca Nome: Número: RESOLVA APENAS 4
Eletromagnetismo para Geociências. Experiência 1 Força elétrica sobre um feixe de elétrons. 1 o semestre de 2010
4310291 Eletromagnetismo para Geociências Experiência 1 Força elétrica sobre um feixe de elétrons 1 o semestre de 2010 10 de março de 2010 1. Força elétrica sobre um feixe de elétrons Objetivos: Estudar
Ensino Médio. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018
Ensino Médio Professor: Vilson Mendes Disciplina: Física I Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018 Lista 9 Força magnética Lista 1. Nos casos indicados a seguir, cada condutor está imerso em um campo
CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA
CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA Professor: Vilson Mendes Lista de exercícios de Física I Lista 9 Força magnética ENSINO MÉDIO NOTA: Aluno (a): Data SÉRIE/TURMA 3ª 1. Nos casos indicados a seguir, cada
Origens históricas dos raios-x. Tubos de Crookes
Origens históricas dos raios-x Tubos de Crookes http://www.answers.com/topic/crookes-tube Origens históricas dos raios-x Tubo de Raios-X http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/energianuclear/imagens/energia-nuclear99.jpg
Física 3 - EMB5043. Prof. Diego Duarte Campos magnéticos produzidos por correntes (lista 9) 7 de novembro de 2017
Física 3 - EMB5043 Prof. Diego Duarte Campos magnéticos produzidos por correntes (lista 9) 7 de novembro de 2017 1. A figura 1 mostra dois fios. O fio de baixo conduz uma corrente i 1 = 0,40 A e inclui
FORÇA ELECTROMOTRIZ INDUZIDA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Electromagnetismo A 2009/2010 FORÇA ELECTROMOTRIZ INDUZIDA Neste trabalho é induzida uma força electromotriz num circuito condutor
5 Produção de energia eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 5 Produção de energia eléctrica A indução electromagnética Exemplificar um método
EFEITO FOTO-ELÉCTRICO DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DE PLANCK
EFEITO FOTO-ELÉCTRICO DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DE PLANCK Objectivo: O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico de um metal, e a determinação da constante de Planck. Introdução :
TC 2º Ano Olímpico Professor: Eduardo Kilder
TC 2º Ano Olímpico Professor: Eduardo Kilder 01 ) (Unicamp-SP) Um fio condutor rígido de 200 g e 20 cm de comprimento é ligado ao restante do circuito por meio de contatos deslizantes sem atrito, como
EFEITO FOTOELÉCTRICO
EFEITO FOTOELÉCTRICO 1. Resumo Neste trabalho pretende se efectuar a verificação experimental do efeito fotoeléctrico e, partindo daí, determinar o valor de uma das constantes fundamentais da natureza,
LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1
LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO LABORATÓRIO MÓDULO I ELETRICIDADE BÁSICA TURNO NOITE CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE
3ª Ficha Global de Física 12º ano
3ª Ficha Global de Física 12º ano Todos os cálculos devem ser apresentados de modo claro e sucinto Note: 1º - as figuras não estão desenhadas a escala; Adopte quando necessário: g = 10 m.s 2 G = 6,67 10-11
1304 Difração de elétrons
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física UFRJ Tópicos Relacionados Reflexão de Bragg, método Debye-Scherrer, planos de rede,
Magnetismo e movimento de cargas. Fontes de Campo Magnético. Prof. Cristiano Oliveira Ed. Basilio Jafet sala 202
Eletricidade e Magnetismo - IME Fontes de Campo Magnético Prof. Cristiano Oliveira Ed. Basilio Jafet sala 202 [email protected] Magnetismo e movimento de cargas Primeira evidência de relação entre magnetismo
Considere os seguintes dados nas questões de nº 01 a 04. Determine a grandeza que falta (F m,v,b)
Considere os seguintes dados nas questões de nº 01 a 04. Determine a grandeza que falta (F m,v,b) 01. 02. 03. 04. 05. A figura representa um fio condutor reto de comprimento 10cm, percorrido por corrente
12. o ano - Física
12. o ano - Física - 2002 Ponto 115-2. a chamada I Versão 1 Versão 2 1. (B) (D) 2. (C) (C) 3. (A) (B) 4. (B) (A) 5 (A) (E) 6. (B) (C) II 1. 1.1 Figura 1: Legenda: N - reacção normal (força aplicada pela
Física Experimental II - Experiência E10
Física Experimental II - Experiência E10 Osciloscópio e Circuitos de Corrente Alternada OBJETIVOS Aprendizado sobre funcionamento do osciloscópio e sua utilização em circuitos simples de corrente alternada.
FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A DEZEMBRO 2010
FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A DEZEMBRO 2010 APSA Nº11 11º Ano de Escolaridade 1- Classifique como verdadeiras ou falsas cada uma das seguintes afirmações, corrigindo estas últimas sem recorrer
I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC.
Questão 1: Um recipiente metálico, isolado termicamente, pode ser usado como calorímetro. Com esse objetivo, é preciso determinar primeiramente a capacidade térmica C do calorímetro, o que pode ser feito
Lista de Exercícios 5 Corrente elétrica e campo magnético
Lista de Exercícios 5 Corrente elétrica e campo magnético Exercícios Sugeridos (13/04/2010) A numeração corresponde ao Livros Textos A e B. A22.5 Um próton desloca-se com velocidade v = (2 î 4 ĵ + ˆk)
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E DE GESTÃO FÍSICA III. Exercícios teórico-práticos FILIPE SANTOS MOREIRA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E DE GESTÃO FÍSICA III Eercícios teórico-práticos FILIPE SANTOS MOREIRA Física 3 (EQ) Eercícios TP Índice Índice i Derivadas e integrais
Use, quando necessário: 3 2 sen 30 0 = 0,5 pressão atmosférica como. massa específica da água = 1,0
FÍSICA (cada questão vale até cinco pontos) Use, quando necessário: g = 10m / s 3 cos30 0 = 2 sen 30 0 = 0,5 pressão atmosférica como 3 massa específica da água = 1,0 10 kg / m 3 5 2 1,0 10 N / m Questão
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 7
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno Noturno Data : / / Experiência 7 MAPEAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO
Capítulo 2 Leis essenciais de eletromagnetismo Equações de Maxwell Lei de Faraday Lei de Biot Savart
Eletrotecnia Aplicada 10 013 Capítulo Leis essenciais de eletromagnetismo Equações de Maxwell Lei de Faraday Lei de Biot Savart Lei de Ampére. Nomenclatura Vetor campo elétrico (V/m) volts/metro ou (N/C),
Prof. Joel Brito Edifício Basílio Jafet - Sala 102 Tel
Prof. Joel Brito Edifício Basílio Jafet - Sala 102 Tel. 3091-6925 [email protected] Alguns recados da disciplina Critérios de aprovação 3 experimentos + 1 projeto da turma Média dos experimentos + nota
Laboratório de Estrutura da Matéria II
Roteiro: Prof. Dr. Jair Freitas UFES - Vitória Laboratório de Estrutura da Matéria II Difração de elétrons PRINCÍPIO E OBJETIVOS Feixes eletrônicos de alta energia são difratados por um alvo de grafite
CAMPO MAGNÉTICO E DINÂMICA DE UMA PARTÍCULA NO C.M.U.
AULA 25 CAMPO MAGNÉTICO E DINÂMICA DE UMA PARTÍCULA NO C.M.U. 1- ÍMÃ Os ímãs são corpos que se diferenciam por apresentar algumas propriedades que comentaremos a seguir. Um ímã atrai pedaços de ferro e
Aula 18 - Movimento de Cargas num Campo Magnético
Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Exatas Departamento de Física Física III Prof. Dr. Ricardo Luiz Viana Referências bibliográficas: H. 30-3, 30-5 S. 8-5, 8-6 T. 4- Aula 18 - Movimento de
Electromagnetismo. Campo Magnético:
Campo Magnético: http://www.cartoonstock.com/lowres/hkh0154l.jpg Campo Magnético: Existência de ímans Corrente eléctrica A bússola é desviada http://bugman123.com/physics/oppositepoles large.jpg Observação
Escola Técnica Liceal Salesiana de S. to António Estoril. Física e Química A 11º ano. Funcionamento do osciloscópio
Escola Técnica Liceal Salesiana de S. to António Estoril Física e Química A 11º ano Funcionamento do osciloscópio APSA 3 Um osciloscópio é um aparelho que mostra sinais eléctricos num ecrã. Num osciloscópio
Theory Portugues BR (Brazil) Por favor, leia as instruções gerais que se encontram no envelope separado antes de iniciar este problema.
Q3-1 LHC - Grande Colisor de Hádrons (10 pontos). Por favor, leia as instruções gerais que se encontram no envelope separado antes de iniciar este problema. Neste problema, iremos estudar a física do acelerador
. Medição de tensões contínuas (DC) : Volt [V]. Medição de tensões alternas (AC)
Medição de Tensões e de Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osci1oscópio e um multímetro digital. Conceito de resistência
C. -20 nc, e o da direita, com +20 nc., no ponto equidistante aos dois anéis? exercida sobre uma carga de 1,0 nc colocada no ponto equidistante?
Profa. Dra. Ignez Caracelli (DF) 30 de outubro de 2016 LISTA DE EXERCÍCIOS 2: ASSUNTOS: FORÇA DE COULOMB, CAMPO ELÉTRICO, CAMPO ELÉTRICO PRODUZIDO POR CARGA PONTUAL - DISTRIBUIÇÃO DISCRETA DE CARGAS, CAMPO
O ALTIFALANTE. No altifalante a corrente elétrica é transformada em vibrações mecânicas do ar, reconstituindo o som inicial.
Um microfone transforma as perturbações produzidas no ar pela voz e pela música em impulsos elétricos. O ALTIFALANTE No altifalante a corrente elétrica é transformada em vibrações mecânicas do ar, reconstituindo
Prof. Henrique Barbosa Edifício Basílio Jafet - Sala 100 Tel
Prof. Henrique Barbosa Edifício Basílio Jafet - Sala 100 Tel. 3091-6647 [email protected] http://www.fap.if.usp.br/~hbarbosa Exp. 2 Seletor de Velocidades PROGRAMAÇÃO Semana 1 Movimento em campo elétrico
Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv
Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa
Magnetismo. Aula 06/10/2016
Magnetismo { Aula 06/10/2016 Experiências mostraram que um campo magnético pode ser gerado não apenas por ímãs, mas também por correntes elétricas. Hoje atribui-se o magnetismo dos ímãs a existência de
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I /08 FORÇA GRAVÍTICA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 2007/08 1. Objectivo FORÇA GRAVÍTICA Comparar a precisão de diferentes processos de medida; Linearizar
ENS/NO SECUNOARIO 1."FASE " CHAMADA. PROVA ESCRITA DE FfslCA
ENS/NO SECUNOARIO 12. Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.o 286/89, de 29 de Agosto) Rede Escolar de Amostragem (Portaria n. o 782/90, de 1 de Setembro e Despacho n. o 125/ME/92, de 9 de Julho) PONTO 115/5
ESTUDO DO CAMPO MAGNÉTICO NO INTERIOR DE UM SOLENÓIDE
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Electromagnetismo A 009/010 ESTUDO DO CAMPO MAGNÉTICO NO INTERIOR DE UM SOLENÓIDE 1. O campo magnético no interior dum solenóide
Resolução de exercícios. 31/Out/2012 Aula 11
24/Out/2012 Aula 10 Resolução de exercícios 31/Out/2012 Aula 11 11. Campo magnético B 11.1 Ímanes permanentes 11.2 Fontes do campo magnético 11.3 Definições e convenções 11.4 Cargas eléctricas como fontes
Física I Protocolos das Aulas Práticas 2012 DF - Universidade do Algarve PÊNDULO GRAVÍTICO
Física I Protocolos das ulas Práticas 0 DF - Universidade do lgarve PÊNDULO GRVÍTIO Resumo Um pêndulo gravítico, constituído por uma pequena esfera suspensa por um fio leve e inextensível é largado de
:desenho abaixo. Considerando a intensidade da aceleração da gravidade g=10 m/s 2, qual a intensidade da força de tração em cada corda?
1 - Um fio condutor retilíneo e muito longo é percorrido por uma corrente elétrica i = 4,0 A. Sabendo que a permeabilidade magnética do meio é, pode-se afirmar que o módulo do campo magnético, a uma distância
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 31 MAGNETISMO: FORÇA MAGNÉTICA
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 31 MAGNETISMO: FORÇA MAGNÉTICA B F V MÃO DIREITA fonte de ions trajetória de ions E B E = 1 x 10 3 N/c B = 5 x 10-2 T v =? Como é MRU R = 0 F mag = F EL v B = E E 10 3 10 5 v =
Sala de Estudos FÍSICA - Lucas 3 trimestre Ensino Médio 2º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº
Sala de Estudos FÍSICA - Lucas 3 trimestre Ensino Médio 2º ano classe: Prof.LUCAS Nome: nº SALA DE ESTUDOS: FORÇA MAGNÉTICA 1. (Ucs 2012) Dentro do tubo de imagem de um televisor, a corrente elétrica,
