ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
|
|
|
- Ana Luísa Cortês Fontes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE TÉCNICAS CIRÚRGICAS UTILIZADAS PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO SURGICAL TECHNIQUES FOR TREATMENT OF GASTROESOPHAGEAL REFLUX DISEASE Carlos Édder de Mello Cardoso Lima, Victor Roberto Silva Neto, Zenilda Nogueira Sales RESUMO A doença do refluxo gastroesofágico é uma das patologias gastrintestinais mais prevalentes na atualidade, impactando de maneira significativa a qualidade de vida das pessoas. Objetivo: analisar as principais técnicas cirúrgicas utilizadas no tratamento desta patologia, suas indicações, vantagens e desvantagens. Métodos: trata-se de um estudo tipo revisão bibliográfica. Foram selecionados 13 artigos abordando as diferentes técnicas cirúrgicas entre os anos de 1998 e 2013 nas bases de dados Lilacs, Bireme e Scielo. Resultados: foram realizadas 538 fundoplicaturas totais ou de Nissen e 466 fundoplicaturas parciais. Conclusões: os achados desta revisão mostram que a cirurgia de fundoplicatura total de Nissen é a mais utilizada no tratamento da doença do refluxo gastroesofágico. Descritores: refluxo gastroesofágico; fundoplicatura; esfíncter esofágico inferior; esofagite; esofagite péptica; laparoscopia. ABSTRACT Gastroesophageal reflux is one of the most frequently gastrointestinal tract diseases currently found, having a great impact on the patient's quality of life. Purpose: to analyze the main surgical techniques used in the treatment of this pathology, their indications, advantages and disadvantages. Methods: this is a literature review. Thirteen articles published between 1998 and 2013 in the Lilacs, Bireme e Scielo databases, addressing different surgical techniques for the treatment of gastroesophageal reflux were selected. Results: Five hundred and thirty-eight total fundoplications and 466 partial fundoplications were performed. Conclusion: The findings of this review show that total fundoplication is the most commonly used technique in the treatment of gastroesophageal reflux disease. Key-words: gastroesophageal reflux; fundoplication; esophageal sphincter, lower; esophagitis; esophagitis peptic; laparoscopy. INTRODUÇÃO A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é a afecção crônica decorrente do fluxo retrógrado de parte do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes, acarretando variável espectro de sintomas (esofágicos ou extraesofágicos), associados ou não a lesões teciduais. É uma das afecções mais frequentes na prática médica. A enfermidade agrupa sob a mesma denominação apresentações clínicas tão distintas, como a pirose ocasional, a tosse crônica e a asma refratária e, no plano diagnóstico, condições endoscópicas muito variadas, como, de um lado, a ausência de lesão e, de outro, a presença de complicações importantes, como o esôfago de Barrett.¹ Corresponde a 70% das afecções esofágicas e acomete cerca de 7% - 10% da população adulta.² A elevada prevalência, a variedade nas formas de apresentação clínica, o impacto econômico, o prejuízo na qualidade de vida e os gastos com investigação clínico-laboratorial têm estimulado a realização de vários estudos nos métodos de tratamentos do pacientes com DRGE.¹ Para seu tratamento existem as opções conservadoras e cirúrgicas. Os objetivos do tratamento conservador são: aliviar sintomas, cicatrizar lesões, prevenir recidivas e complicações, valendo-se de medidas comportamentais e terapêutica medicamentosa. Fundamentalmente, o diferencial do tratamento cirúrgico é a capacidade de impedir a ocorrência de refluxo 3 patológico ácido e não ácido. Este estudo parte do interesse em se realizar revisão bibliográfica que traga uma clara evidência quanto à melhor técnica a ser empregada. Sua relevância reside no fato de nos permitir um maior conhecimento, o qual será repassado e discutido, possibilitando o aperfeiçoamento da técnica e a melhora na qualidade de vida dos pacientes. Diante do exposto, temos como questão norteadora avaliar quais as técnicas cirúrgicas mais empregadas e adequadas. Foram traçados como objetivos do estudo: identificar as técnicas utilizadas pelos cirurgiões, sua efetividade bem como as vantagens e desvantagens de cada uma no pós-operatório. MATERIAL E MÉTODO Tipo de Estudo Trata-se de estudo retrospectivo do tipo artigo de revisão, ou seja, uma forma de pesquisa que utiliza como fonte de dados a literatura sobre o tema. No determinado estudo a literatura utilizada foi a eletrônica, através da internet, onde se buscaram artigos específicos mediante a aplicação de métodos explícitos e sistematizados de busca, apreciação crítica e síntese da informação selecionada. Procedimentos para coleta dos dados No período de janeiro a maio de 2014 foram rastreados 43 artigos, sendo selecionados 13. Rev. Fac. Ciênc. Méd. Sorocaba, v. 17, n. 4, p , Acadêmico do curso de Medicina - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 2. Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, graduada em Enfermagem pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia; especialização em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva da Bahia; mestrado em Enfermagem pela Universidade do Rio de Janeiro; doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará; pós-doutorado em Educação e Diversidade pela Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia; líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciência Educação e Diversidade; coordenadora do Grupo de Estudo da Teoria das Representações sociais; membro do GEINE/FACED/UFBA. Recebido em 12/7/2014. Aceito para publicação em 23/10/2014. Contato: [email protected] 188
2 Rev. Fac. Ciênc. Méd. Sorocaba, v. 17, n. 4, p , 2015 Os critérios de inclusão foram ser estudo médico em língua portuguesa ou espanhola, estudo com humanos, envolvendo adultos e crianças, discorrer sobre técnicas cirúrgicas para o tratamento DRGE, envolvendo indivíduos de ambos os sexos, que tenham realizado cirurgia corretiva entre os anos de 1998 e 2013.Foram utilizados os Descritores em Saúde (DeCS) com os termos: refluxo gastroesofágico, fundoplicatura, esfíncter esofágico inferior, esofagite, esofagite péptica, laparoscopia, visando, assim, o levantamento de periódicos através das bases de dados Bireme, Lilacs e Scielo. Análises dos dados Houve integração das informações de um conjunto de estudos realizados separadamente, observando a terapêutica/intervenção e verificando os resultados conflitantes e/ou coincidentes, bem como identificando técnicas que necessitam de evidência, auxiliando, assim, na orientação para tratamentos futuros. Os dados foram apresentados a partir de técnicas quantitativas descritivas em forma de quadro, de modo a permitir melhor compreensão dos mesmos. Foram analisados e discutidos com respaldo no referencial teórico de sustentação e literatura pertinente ao tema. RESULTADOS A coleta e seleção dos artigos pesquisados tiveram como desfecho os seguintes resultados: Quadro 1. Resultado da busca de artigos sobre técnicas cirúrgicas utilizadas para o tratamento da doença do refluxo gastresofágico entre os anos de 1998 e 2013 TÍTULO DO TRABALHO OBJETIVO TÉCNICA UTILIZADA Migração Precoce da Fundoplicatura Após Tratamento Cirúrgico Videolaparoscópico da Doença do Refluxo Gastroesofágico Tratamento Cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE): Análise Crítica. Apresentar a experiência no tratamento de pacientes submetidos à correção da DRGE por Videolaparoscopia que desenvolveram no pós-operatório precoce migração da válvula antirrefluxo. Realizar análise crítica quanto ao tratamento cirúrgico da DRGE. parcial de 180 de Lind. Discute as principais técnicas:total e parcial. Complicaciones de La cirugía antireflujo. Videolaparoscopia no Tratamento da Doença por Refluxo Gastroesofágico. Revisar os casos de todos os pacientes de cirurgia anti-refluxo com técnica de Nissen no Hospital de Especialidades Del Centro Médico Nacional M.Avila Camacho, com a finalidade de avaliar suas complicações estudando variáveis como idade, sexo tipo de cirurgia e tempo de duração das mesmas. Analisar a segurança e a efetividade da fundoplicatura por via laparoscópica no Fundoplicatura total de Nissen. Fundoplicatura Total de Nissenmodificada Complicações Imediatas do Tratamento Cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico Pela Técnica de Toupet. Analisar as complicações imediatas da fundoplicatura pela técnica de Toupet no Fundoplicatura parcial de 270 Toupet. Tratamento Cirúrgico Videolaparoscópico da Doença do Refluxo Gastroesofagiano: Técnica de Nissen Modificada Resultados Clínicos e Funcionais A Fundoplicatura Total Por Laparoscopia Na Doença do Refluxo Gastresofágico Analisar os parâmetros clínicos e funcionais pré-operatórios comparados com os mesmos parâmetros pós-operatórios com a técnica utilizada. Analisar a eficácia e segurança da fundoplicatura por via laparoscópica no Fundoplicatura Total de Nissenmodificada. Fundoplicatura total de 360. Incidência e Fatores Predisponentes da Migração da Fundoplicatura pela Técnica de Nissen-Rossetti no Tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico Tratamento Videolaparoscópico da Doença do Refluxo Gastroesofágico Avaliar a incidência da migração da fundoplicatura e seus fatores de risco. Descrever pacientes com DRGE tratados por fundoplicatura Laparoscópica. Fundoplicatura total de 360. Fundoplicatura Total de 360 de Nissen- Rosseti Resultados a Largo Plazo Entre Técnicas Laparoscópicas Antirreflujo Doença do Refluxo Gastroesofágico - Estudo Descritivo de 43 Pacientes Operados no Hospital Florianópolis no Período de Setembro de 1982 a Dezembro de Casuística Pessoal Esofagomanometria e Phmetria de 24horas Para Avaliar a Fundoplicatura de Lind Laparoscópica Na Doença Do Refluxo Gastroesofágico Funduplicatura Posterior a 270 (Toupet): Funciona Realmente? Avaliar os resultados clínicos a longo prazo dos pacientes operados no Centro Médico ABC, de fundoplicatura laparoscópica do tipo Nissen- Rosseti e Toupet, no tratamento da DRGE. Descrever o perfil pré e pós-operatório dos pacientes com diagnóstico de DRGE/esofagite. Estabelecer o valor do uso sistemático da esofagomanometreia e da phmetria de 24 horas na seleção de pacientes e na avaliação funcional pré e pós-operatória. Analisar a eficácia da fundoplicatura de Toupet no Tratamento da DRGE. parcial de 270 de Toupet. parcial de 180 de Lind. Fundoplicatura Parcial de Lind. Fundoplicatura Parcial de Técnica de Toupet. 189
3 Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba DISCUSSÃO A DRGE é uma condição clínica comum e responde a 4 75% das doenças do esôfago. O tratamento conservador através de medidas comportamentais e utilização de medicamentos como inibidores de bomba de hidrogênio possuem como objetivo aliviar sintomas, cicatrizar lesões, prevenir recidivas e complicações. Entretanto, quando se avalia a taxa de recidiva após o término do tratamento conservador, observa-se que atinge 50% em seis meses, chegando a 80% em um ano, demonstrando as desvantagens quando comparado a resultados tardios das cirurgias, com 87% - 98% de assintomáticos ou com mínimos sintomas e necessidade de reoperação de 0% - 6%. Em virtude do exposto, pode-se depreender que todo portador de DRGE necessitaria de procedimento operatório, no entanto, em nosso meio esse contingente compreende 5% a 10% dos casos. As indicações clássicas de tratamento cirúrgico são a intratabilidade clínica e as complicações, quais sejam: estenose, úlcera, hemorragia, perfuração, fístula, esôfago de 3 Barret e displasia grave. A literatura pesquisada mostra que a técnica cirúrgica mais utilizada atualmente no tratamento da DRGE é a fundoplicatura 360, ou técnica de Nissen, utilizando-se como via de acesso a laparoscopia. Nissen, em 1956, descreveu pela primeira vez sua técnica para tratar o refluxo gastroesofágico, que consistia em uma fundoplicatura de 360, utilizando a superfície posterior do 5 fundo gástrico ao redor do esôfago distal. Segundo a técnica inicial, a fundoplicatura tinha 3-5 cm de comprimento e comprimia muito o esôfago, embora este procedimento controlasse bem o refluxo; estava associada à elevada taxa de efeitos colaterais, como a disfagia e a distensão abdominal. Para obter relaxamento suficiente e reduzir as complicações, na década de 1960 Rosseti introduziu modificações na técnica, como a divisão dos vasos gástricos curtos, entre a curvatura maior do estômago e baço, técnica que 6 ficou conhecida como Nissen-Modificada ou Nissen-Rosseti. Atualmente a técnica possui 1,5 cm a 2 cm de extensão e, por permitir maior espaço entre a válvula e o esôfago, é conhecida por algumas escolas de cirurgia como fundoplicatura 6 de Nissen Floppy ou Nissen Longa. O advento da tecnologia laparoscópica renovou o interesse no tratamento cirúrgico do DRGE. Após o sucesso da aplicação da laparoscopia na doença biliar, outros procedimentos puderam ser realizados pelo método laparoscópico, assim, em 1991, Dallèmagne realizou a primeira fundoplicatura laparoscópica e o sucesso dessa cirurgia em seguimentos precoces tem sido rotulado por vários autores 7 como eficaz. Outros autores propuseram a confecção de válvulas com o fundo gástrico envolvendo somente uma porção da circunferência esofágica. Tais procedimentos podiam ser realizados tanto por via abdominal quanto torácica. Destaca-se a técnica proposta por Lind, que preconiza válvula parcial de 270 por via abdominal. Toupet, em 1963, propôs a realização de válvula parcial com envolvimento póstero-lateral do esôfago 8 abdominal em 180 pela grande tuberosidade gástrica. Observando-se as vantagens da fundoplicatura total, 7 Funes et al. realizou 30 fundoplicaturas totais por via laparoscópica no ano de 2000, referindo excelentes resultados, com apenas um paciente apresentando hérnia de hiato com esofagite leve, em um período de 36 meses, concluindo que o método utilizado é seguro para curar o DRGE, havendo baixa morbimortalidade. 9 Lopes et al., por sua vez, submeteram 59 pacientes a tratamento cirúrgico videolaparoscópico utilizando a técnica de Nissen. Não ocorreram complicações intra-operatórias. Houve, entretanto, uma morte por necrose do fundo gástrico. Sintomas de disfagia, dor, epigastralgia, regurgitação e flatulência até o 30 dia ocorreram em 48,1 % dos pacientes. Os exames pós-operatórios radiográficos, endoscópicos e de cintilografia demonstraram melhora significativa bem como a avaliação clínica, que mostrou excelentes e bons resultados em 93,1% dos pacientes. Da mesma maneira que o estudo anterior refere baixa morbimortalidade dos pacientes. 10 Silva et al. realizaram 55 fundoplicaturas totais por via laparoscópica. Como complicações, referiu 20 pacientes com disfagia, 3 com impacto alimentar acima da fundoplicutura, 1 com abcesso subfrênico, 1 com embolia pulmonar, 1 paciente com hemorragia da parede abdominal. Como vantagem referiu este método ser muito eficaz no controle da DRGE, com 98% dos doentes obtendo alívio completo dos sintomas de refluxo e apresentando alto grau de satisfação. 2 Nassif et al. analisaram a incidência e os fatores predisponentes da migração da fundoplicatura pela técnica de Nissen no tratamento do DRGE, concluindo que essa migração teve uma incidência de 18.8% dentre os 207 submetidos à cirurgia. Sexo feminino e idade avançada foram considerados fatores de risco para tal condição. Grau de esofagite, tamanho da hérnia e alargamento da cárdia não foram fatores de riscos para a migração intratorácica da fundoplicatura. 11 Torres et al. realizaram fundoplicatura laparoscópica de Nissen em 33 pacientes. Observou-se conversão para fundoplicadura aberta em 2 pacientes devido ao sangramento não controlado e obesidade morbidade com dificuldade para dissecção do esôfago. Não houve mortalidade. O segmento pós-operatório mostrou 31 pacientes livres da doença sem outro tratamento clínico. Com abordagem diferente dos artigos supracitados, 12 Gómez Cárdenas et al. comparam as técnicas cirúrgicas. Foram realizadas 147 fundoplicaturas laparoscópicas sendo 84 do tipo Nissen Rosseti e 63 fundoplicaturas Toupet. Foram acompanhados clinicamente 100 pacientes em um período de 3 anos. O controle do refluxo foi de 89% para Nissen Rosseti e 77.5% para Toupet. O estudo verificou que a fundoplicatura laparoscópica no controle da DRGE em longo prazo mostrou maior porcentagem de disfagia severa para o grupo de Nissen Rosseti, enquanto que para o grupo de Toupet se tem maior número de reoperações e tratamento médico intermitente por recorrência de refluxo. 13 No estudo de Russi et al. foram realizadas 40 fundoplicaturas, sendo 14 com a técnica da fundoplicatura total e 26 com a técnica de fundoplicatura parcial. Na primeira técnica os pacientes apresentaram os seguintes sintomas: 6 pacientes possuíram disfagia transitória, 2 plenitude pósprandial, 2 síndrome da bolha gástrica. Na segunda técnica houve disfagia transitória em 2 pacientes, plenitude pósprandial em 2 pacientes e 1 relato de síndrome da bolha gástrica. Assim, para a escolha do método cirúrgico a ser adotado, o autor utilizou como parâmetro os seguintes critérios: em pacientes abaixo de 60 anos, sem história de distúrbios da motilidade do esôfago e com o biótipo favorável, passou-se a realizar fundoplicatura total. Nos pacientes idosos acima de 60 anos e pela impossibilidade de realizar a manometria de esôfago, passou a realizar a fundoplicatura parcial. Neste artigo percebe-se, então, a maior utilização da 190
4 Rev. Fac. Ciênc. Méd. Sorocaba, v. 17, n. 4, p , 2015 técnica de fundoplicatura parcial, de modo que os sinais de desconforto abdominal nesta técnica foram menores. 14 Miguel et al. avaliaram a fundoplicatura laparoscópica de Lind no tratamento da DRGE através da esofagomanometria e phmetria de 24 horas. O presente trabalho realizou estudo retrospectivo em pacientes operados pela técnica de Lind objetivando estabelecer a importância dos exames anteriormente citados na avaliação funcional pré e pós-operatórios. Quarenta e um pacientes (68.3%) tinham hipotonia do esfíncter inferior do esôfago. A pressão média foi de 9.2 mmhg no pré-operatório e de 15.2 mmhg no pós-operatório, com aumento de 6 mmhg. Este aumento foi de 8.8 mmhg nos hipotônicos e 4.3 mmhg nos normotônicos. Houve algum grau de hipomotilidade do corpo do esôfago em 14 pacientes (23,3%), sendo que deste grupo 4 (28.5%) obtiveram melhora pós-operatória. Refluxo ácido patológico foi constatado em 51 casos (85%) pela phmetria. O autor concluiu que a técnica cirúrgica da fundoplicatura parcial é um método eficaz para o controle da DRGE e que esofagomanometria e phmetria de 24 horas são métodos eficazes em revelar o nível de modificação funcional estabelecida pela cirurgia antirrefluxo. Ainda abordando a técnica de fundoplicatura parcial de 8 Toupet, Corsi et al. analisaram as complicações imediatas dessa cirurgia em 120 pacientes portadores de DRGE. Do total de doentes, 74 (61,7%) apresentavam doença clínica associada e/ou vício. Oito pacientes já haviam realizado cirurgia prévia para correção da DRGE, com recidiva dos sintomas. Os acidentes operatórios descritos foram lesão esplênica (6 casos), lesão de esôfago, pleura, fígado e veia porta que ocorreram isoladamente em 4 pacientes. Os autores relataram letalidade hospitalar de 6,6%, porém sem óbito intraoperatório. Foram referidas ainda algumas complicações pós-operatórias não inerentes à técnica empregada, tais como infecção de ferida operatória, evisceração, hérnia incisional, pancreatite e complicações pulmonares. Segundo os autores, a elevada incidência encontrada estaria relacionada à média de idade avançada e à frequência de doenças clínicas presentes. 15 Peña Rodriguez et al. realizaram 217 cirurgias em 216 pacientes para o tratamento da DRGE, sendo todas fundoplicaturas a 270 tipo Toupet. Não houve mortalidade, sendo as maiores morbidades registradas em dois pacientes (0,92%), um com pneumotórax e o outro com hérnia incisional que necessitou de reintervenção cirúrgica. Morbidade menor foi registrada em 19 casos (11.5%); 7 apresentaram seroma de uma ferida cirúrgica, 5 tiveram infecção de uma ferida cirúrgica; 4 sofreram hematoma de uma ferida cirúrgica; 2 tiveram sangramento da parede abdominal de uma ferida cirúrgica e os dois restantes sangramento dos vasos curtos. Foi realizado diagnóstico de esôfago de Barret no pré-operatório em 21 (9,67%) pacientes. Todos estes realizaram acompanhamento póscirúrgico com panendoscopias e manometrias entre 1 e 5 anos depois da cirurgia. Foi observado que a pressão do esfíncter esofágico inferior é maior do que 21mmHg em todos os casos, e a interpretação endoscópica é normal, com mudanças secundárias à fundoplicatura. 12 Gómez Cárdenas et al. submeteram 63 pacientes à cirurgia de fundoplicatura parcial utilizando o método de Toupet. Como resultado obtiveram a satisfação de 77,5%, classificando a cirurgia em excelente, e a insatisfação por 10% dos pacientes por ter de passar por um novo procedimento cirúrgico. Dos pacientes, 9 persistiram com algum grau de pirose e continuaram com tratamento médico intermitente e 4 reoperaram. Em resumo, os achados desta revisão mostram que a cirurgia de fundoplicatura total de Nissen é a mais utilizada no tratamento da doença do refluxo gastroesofágico, tendo sido realizada 538 vezes. As fundoplicaturas parciais, por sua vez, somaram 466 procedimentos. Por serem comuns no pósoperatório da fundoplicatura total, sinais como desconforto abdominal, pirose e ausência de eructação tornam-se preferíveis em alguns indivíduos o uso da técnica de fundoplicatura parcial, técnica de Toupet/Lind. Esta, entretanto, possui a desvantagem de ter um maior número de reoperações com o intuito de refazer a válvula. Os achados nos mostram que não há uma unanimidade quanto ao fato de se considerar uma técnica superior à outra, sendo sua escolha baseada na experiência do profissional cirurgião quanto à sua execução. Chamou atenção o fato de terem sido encontrados mais artigos utilizando a fundoplicatura parcial em países de língua espanhola, com o predomínio do México (283 procedimentos) contrastando com o Brasil, onde preferencialmente se realiza a fundoplicatura total. REFERÊNCIAS 1. Moraes-Filho JPP, Cecconello I, Gama-Rodrigues J, Paula- Castro L, Henry MA, Meneghelli UG, et al. Brazilian Consensus on Gastroesophageal Reflux Disease: proposals for assessment, classifi cation, and management. Am J Gastroenterol. 2002;97: Nassif PAN, Pedri LE, Martins PR, Foauni MM, Justen MS, Varaschim M, et al. Incidência e fatores predisponentes da migração da fundoplicatura pela técnica de Nissen-Rossetti no tratamento da doença do refluxo gastroesofágico. ABCD Arq Bras Cir Dig. 2012;25(2): Martinez PNS, Martinez JC, Del Grande JC. Tratamento cirúrgico da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): análise crítica. Rev Fac Méd Sorocaba. 2008;10(1): Godoy AQ, Morioka RH, Fonseca PC, Godoy ARS, Godoy GRS. Migração precoce da fundoplicatura após tratamento cirúrgico videolaparoscópico da doença do refluxo gastroesofágico. Rev Col Bras Cir. 2003;30(3): Otero TZ, Jarquin AM, Ibarguem JS, Colombo AL. Complicaciones de la cirugía antireflujo. Rev Cir. 2001;69: Franco SMP. Comparação de diferentes técnicas cirúrgicas antirrefluxo no tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico [trabalho]. Porto: Universidade do Porto; Mestrado Integrado em Medicina. 7. Funes HLX, Anai GK, Santos MCL, Leite APM, Salvador FC. Videolaparoscopia no tratamento da doença por refluxo gastroesofágico. Rev Col Bras Cir. 2000;27(5): Corsi PR, Souto RV, Viana AT, Frimm CE, Gagliardi D. Complicações imediatas do tratamento cirúrgico da doença do refluxo gastroesofágico pela Técnica de Toupet. Rev Col Bras Cir. 1998;25(6): Lopes LR, Brandalise NA, Andreollo NA, Leonardi LS. Tratamento cirúrgico videolaparoscópico da doença do refluxo gastroesofagiano: Técnica de Nissen Modificada: resultados clínicos e funcionais. Rev Assoc Méd Bras. 2001;47(2): Silva G, Fonseca S, Penedo J, Formiga A, Tinto RR, Lopes MJ. A fundoplicatura total por laparoscopia na doença do refluxo gastresofágico. J Port Gastrenterol. 2006;13: Torres OJM, Barbosa ES, Pantoja PB, Viegas RA, Caldas LRA, Malafaia O. Tratamento videolaparoscópico da doença do refluxo gastroesofágico. Rev Med Paraná. 2004;62(1): Gómez Cárdenas X, Flores Armenta JH, Elizalde Di Martino A, Guarneros Zarate JE, Cervera Servín AC, Ochoa Gómez RO, et al. Resultados a largo plazo entre dos técnicas laparoscópicas antirreflujo. Assoc Mex Cir Endosc. 2004;5(3): Russi RF, Vieira J, Lopes A, Ramos RR, Acampora AJD. Doença refluxo gastroesofágico: estudo descritivo de 43 pacientes operados no Hospital Florianópolis no período de setembro de 1982 a dezembro de 2005: casuística pessoal. Arq Catarin Med. 191
5 Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba 2007;36(1); Miguel PR, Rosa ALM, Reusch M, Carlos JRCB. Esofagomanometria e phmetria de 24horas para avaliar a fundoplicatura de Lind laparoscópica na doença do refluxo gastroesofágico. Rev Col Bras Cir. 1998;25(4); Peña Rodríguez JOL, Orozco Obregón PO, Teramoto Matsubara O, Goldberg Drijanskii JG. Funduplicatura posterior a 270 (Toupet) funciona realmente? Asoc Med Centro Med ABC. 2005;50(3);
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
Serviço e Disciplina de Clínica Cirúrgica Sessão Clínica- 31/08/2018 Auditório 1 -Hospital Escola Álvaro Alvim Relatora: Fernanda Cordeiro da Silva R2 DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO CONCEITO Afecção
EDUARDO MARTINS LARA AVALIAÇÃO DO RESULTADO PRECOCE E TARDIO DE PACIENTES OPERADOS POR DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NESTA INSTITUIÇÃO.
EDUARDO MARTINS LARA AVALIAÇÃO DO RESULTADO PRECOCE E TARDIO DE PACIENTES OPERADOS POR DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NESTA INSTITUIÇÃO. Trabalho de Conclusão de Curso apresentada à Comissão de Residência
DIVERTÍCULOS DO ESÔFAGO
Cirurgia do Esôfago DIVERTÍCULOS DO ESÔFAGO Curso Continuado de Cirurgia Geral do Capítulo de São Paulo do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Carlos Haruo Arasaki - 2007 Tipos de Divertículos Esofagianos
DRGE é fácil de ser diagnosticada? - julho 2017 Por Felipe Paludo Salles - Endoscopia Terapêutica -
A discussão sobre doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é ampla e envolve fatores de prevalência (ambientais, genéticos, culturais), fisiopatológicos (relaxamento do EEI, hipotonia do EEI), sintomatologia
Entendendo a DRGE. & a Terapia com Stretta. GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico
Entendendo a DRGE & a Terapia com Stretta GERD (gerd): Doença do Refluxo Gastroesofágico O que é DRGE? Quando o músculo entre seu estômago e o esôfago se torna fraco, o conteúdo do estômago, tal como ácido
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIENCIAS MÉDICAS E FARMACÊUTICAS LIGA ACADÊMICA DE PEDIATRIA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM PEDIATRIA ACADÊMICA: CAMILA DE OLIVEIRA SILVA 1º ANO-
19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax
19º Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Enunciado Paciente de 61 anos, sexo feminino, sem queixas no momento, foi submetida à radiografia de tórax como avaliação pré-cirúrgica. Qual achado pode ser
Histerectomia laparoscopica Manejo contemporâneo nuevas tecnologias. Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil
Histerectomia laparoscopica Manejo contemporâneo nuevas tecnologias Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil Histerectomia História Histerectomia História Histerectomia - 1813 Histerectomia vaginal -
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA Principal função do ESÔFAGO : conduzir o alimento da faringe para o estômago, peristaltismo primário e secundário Peristaltismo Primário: continuação da
- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90
INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim Informação para pacientes O que é a Terapia de Estimulação EndoStim? A terapia de estimulação EndoStim é uma terapia para o tratamento da
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim
Terapia de Estimulação do Esfíncter Esofágico Inferior EndoStim Desligue o Refluxo Ligue a vida Informação para pacientes O que é a Terapia de Estimulação EndoStim? A terapia de estimulação EndoStim é
DOENÇA DO REFLUXO GASTRESOFÁGICO E DISPEPSIA
UFRGS DOENÇA DO REFLUXO GASTRESOFÁGICO E DISPEPSIA Professor Sérgio G. S. de Barros Serviço de Gastroenterologia Hospital de Clínicas de Porto Alegre Programa de Pós Graduação: Ciências em Gastroenterologia
Questões comentadas - Disfagia
Questões comentadas - Disfagia UFSC 2017 Homem de 27 anos, com história de disfagia há 3 meses, inicialmente para líquidos, evoluiu com disfagia para sólidos também. Queixa-se ainda de regurgitação e perda
DOENÇA DO REFLUXO. Centro de Re uxo Gastroesofágico. Diagnós co e tratamento
Dr. Maurício Gustavo Bravim de Castro Diretor-Médico-Técnico CRM-MG: 29.496 Centro de Re uxo Gastroesofágico DOENÇA DO REFLUXO Diagnós co e tratamento (31) 3285-4803 / 3261-3848 / 9 8899-8000 Rua Paracatu,
ARTIGO ORIGINAIS. Resumo
22 Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 36, n o. 1, de 2007 1806-4280/07/36-01/22 Arquivos Catarinenses de Medicina ARTIGO ORIGINAIS Doença do refluxo gastroesofágico estudo descritivo de 43 pacientes
Estudos Funcionais do Esôfago: Quando Indicar?
Angela Marinho Falcão a n g e l a. f a l c a o @ h c. f m. u s p. b r Estudos Funcionais do Esôfago: Quando Indicar? Manometria ph-metria Esofágica CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL C a pítulo de São
Refluxo Gastro-Esofágico Esofágico. Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
Esofágico Dra. Joelma Gonçalves Martin Departamento de pediatria Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP DOENÇA A DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO GICO Doença a crônica causada pelo fluxo retrógrado do conteúdo
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO PACIENTE IDOSO INTERNADO EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO PACIENTE IDOSO INTERNADO EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA Paulo César Gottardo 1, Ana Quézia Peixinho Maia¹, Igor Mendonça do Nascimento
Doença do Refluxo Gastroesofágico
Doença do Refluxo Gastroesofágico Novos conceitos Paula Seixas Verardo Residente do Serviço de Gastroenterologia Orientador: Dr. Márcio Carvalho A Casos Clínicos E.M.C., fem., 67 anos Pirose + regurgitação
Farmacologia. Liga de Gastroenterologia / UFC
Farmacologia Liga de Gastroenterologia / UFC Caso Clínico AF, 64 anos, casado, pardo, comerciante, natural de Aracati e Procedente de Fortaleza. Procurou cuidados médicos para realizar EDA e avaliar doença
Tratamento Endoscópico de Deiscências de Anastomose Esofágica em Pacientes Oncológicos - Série de Casos
Apresentação Trabalho de Conclusão de Curso - Centro de Treinamento SOBED Tratamento Endoscópico de Deiscências de Anastomose Esofágica em Pacientes Oncológicos - Série de Casos PRM em Endoscopia / INCA
PERFIL CLÍNICO E ENDOSCÓPICO DOS PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NO AMBULATÓRIO DE GASTROENTEROLOGIA
Vol.19,n.3,pp.13-18 (Jun Ago 2017) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research BJSCR PERFIL CLÍNICO E ENDOSCÓPICO DOS PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NO AMBULATÓRIO DE
Discussão de Caso Clínico. Módulo de Sistema Digestório
Discussão de Caso Clínico Módulo de Sistema Digestório 2014.2 Caso Clínico Paciente do sexo masculino, 64 anos, aposentado, casado e caucasiano. Procurou serviço de emergência com queixas de dor de barriga
COLECISTITE AGUDA TCBC-SP
Colégio Brasileiro de Cirurgiões Capítulo de São Paulo COLECISTITE AGUDA Tercio De Campos TCBC-SP São Paulo, 28 de julho de 2007 Importância 10-20% população c/ litíase vesicular 15% sintomáticos 500.000-700.000
Protocolo Clínico e de Regulação para Dispepsia
68 Funcional Protocolo Clínico e de Regulação para Dispepsia Fernanda Fernandes Souza Andreza Corrêa Teixeira Ricardo Brandt de Oliveira Jose Sebastião dos Santos INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A prevalência
Efficacy and Safety of Nonoperative Treatment for Acute Appendicitis: A Meta-analysis Pediatrics, Março 2017
Compartilhe conhecimento: Analisamos duas recentes publicações que demonstram a segurança de realizar tratamentos clínicos da apendicite aguda não complicada, com resultados comparáveis aos da apendicectomia.
A FUNDOPLICATURA TOTAL POR LAPAROSCOPIA NA DOENÇA DO REFLUXO GASTRESOFÁGICO
14 GUEDES DA SILVA ET AL GE Vol. 13 Artigo Original / Original Article A FUNDOPLICATURA TOTAL POR LAPAROSCOPIA NA DOENÇA DO REFLUXO GASTRESOFÁGICO GUEDES DA SILVA 1, S. FONSECA 2, J. PENEDO 3, A. FORMIGA
ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE
ARQGA/1221 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE ELETROMANOMETRIA ESOFÁGICA E phmetria DE 24 HORAS NA AVALIAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA DA HIATOPLASTIA E VÁLVULA ANTI-REFLUXO TOTAL LAPAROSCÓPICA Ricardo PASTORE 1,
Acalasia com recidiva pós-miotomia cirúrgica: o que fazer? Residente: Fabricio T. Valente (R1) Orientadora: Dra. Paula Novais
Acalasia com recidiva pós-miotomia cirúrgica: o que fazer? Residente: Fabricio T. Valente (R1) Orientadora: Dra. Paula Novais I. G. A., masculino, 77 anos, branco, natural da Paraíba, residente no Rio
- Infiltrado eosinofílico no epitélio esofágico : mais 15 eosinófilos / campo grande aumento (400X)
A esofagite eosinofílica vem sendo cada vez mais diagnosticada em nosso meio devido ao conhecimento melhor desta patologia e maior acesso ao exame de endoscopia digestiva. Classicamente a doença atinge
A obstrução colônica aguda é uma condição grave que traz risco de vida, e que requer tratamento cirúrgico imediato.
INTRODUÇÃO: Cerca de 10 a 30% dos pacientes com câncer colorretal (CCR) vão apresentar obstrução colônica como apresentação inicial. A obstrução colônica aguda é uma condição grave que traz risco de vida,
Data: 20/08/2014. Resposta Técnica 01/2014. Medicamento Material Procedimento X Cobertura
Resposta Técnica 01/2014 Solicitante: Dr. Renato Dresch Juiz de direito Nº Processo: 9010665.22.2014.813.0024 Ré: Unimed de Belo Horizonte Data: 20/08/2014 Medicamento Material Procedimento X Cobertura
FÓRUM MUNDIAL DE RESGATE, REMOÇÃO, TRATAMENTO DE VÍTIMAS DO TRAUMA E A ÉTICA NO ATENDIMENTO DA EMERGÊNCIA DE 16 A 21 DE AGOSTO DE 2005
FÓRUM MUNDIAL DE RESGATE, REMOÇÃO, TRATAMENTO DE VÍTIMAS DO TRAUMA E A ÉTICA NO ATENDIMENTO DA EMERGÊNCIA DE 16 A 21 DE AGOSTO DE 2005 TRATAMENTO CONSERVADOR DE VÍSCERAS MACIÇAS NO TRAUMA DISCIPLINA DE
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência -definição 2- Etiopatogenia
RESUMO SEPSE PARA SOCESP INTRODUÇÃO
RESUMO SEPSE PARA SOCESP 2014 1.INTRODUÇÃO Caracterizada pela presença de infecção associada a manifestações sistêmicas, a sepse é uma resposta inflamatória sistêmica à infecção, sendo causa freqüente
CASO CLÍNICO : ESOFAGITE EOSINOFÍLICA
GUILHERME PIOVEZANI RAMOS LARISSA KRUGER GOMES CASO CLÍNICO : ESOFAGITE EOSINOFÍLICA SBAD Projeto Jovem Gastro LIAAD Liga Acadêmica do Aparelho Digestório UFPR/FEPAR CURITIBA 2010 1. CASO CLÍNICO Masculino,
76 Gonçalves MLF e cols. Gastroesofágico em Crianças: Estudo Crítico da Literatura
76 Gonçalves MLF e cols. Rev Comunicação bras videocir, Abr./Jun. Preliminar 2005 Atualização Tratamento Laparoscópico do Refluxo Gastroesofágico em Crianças: Estudo Crítico da Literatura Laparoscopic
CÉSAR LAZZAROTTO AVALIAÇÃO CLÍNICA DOS RESULTADOS TARDIOS NA CIRURGIA ANTI-REFLUXO VIDEOLAPAROSCÓPICA
CÉSAR LAZZAROTTO AVALIAÇÃO CLÍNICA DOS RESULTADOS TARDIOS NA CIRURGIA ANTI-REFLUXO VIDEOLAPAROSCÓPICA Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito para a conclusão do curso
Avaliação de Tecnologias em Saúde. Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências
Câmara Técnica de Medicina Baseada em Evidências Avaliação de Tecnologias em Saúde Assunto: Habib 4X e Habib 4X Laparoscópico Dispositivos para ressecção bipolar Canoas, Julho de 2012. Câmara Técnica de
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO
ABCDDV/1040 ABCD Arq Bras Cir Dig 2014;27(3):210-215 Artigo de Revisão DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO Diagnosis and management of gastroesophageal reflux disease Maria Aparecida
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ. CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES [email protected] 2008 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência
Tumores Neuroendócrino do Pâncreas - Tratamento cirúrgico dos insulinomas pancreáticos
Tumores Neuroendócrino do Pâncreas - Tratamento cirúrgico dos insulinomas pancreáticos Dr. José Jukemura Assistente Doutor da Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo FMUSP Classificação WHO 2004 TEBD-PB
Francisco Carlos Bernal da Costa Seguro. Utilização de phmetria de múltiplos canais para estudo de refluxo
Francisco Carlos Bernal da Costa Seguro Utilização de phmetria de múltiplos canais para estudo de refluxo distal em pacientes em pós-operatório de fundoplicatura por esôfago de Barrett Dissertação apresentada
Avaliação da qualidade de vida e fatores associados à satisfação dos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico
GUILHERME TOMMASI KAPPÁZ Avaliação da qualidade de vida e fatores associados à satisfação dos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico Dissertação apresentada à
Prof. Rogério Cardoso de Castro
FARMACOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO Prof. Rogério Cardoso de Castro DISTÚRBIOS GASTRINTESTINAIS MAIS FREQUENTES FÁRMACOS QUE AFETAM A FUNÇÃO GASTRINTESTINAL ANTIÁCIDOS NEUTRALIZADORES DE H+ AÇÕES MEDIADAS
Histerectomia laparoscopica. Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil
Histerectomia laparoscopica Dr Namir Cavalli Cascavel Parana - Brasil Histerectomia Conceito - É a retirada do útero Histerectomia Tipos de histerectomia - Histerectomia total (retira o útero e o colo
TRATAMENTO CIRÚRGICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NA ESCLERODERMIA
TRATAMENTO CIRÚRGICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NA ESCLERODERMIA SURGICAL TREATMENT FOR GASTRO-ESOPHAGEAL REFLUX IN SCLERODERMA Luiz Roberto Lopes, TCBC-SP 1 André Gusmão Cunha 2 Nelson Adami Andreollo,
Resultados das Cirurgias Floppy Nissen, Rossetti e Longa
Artigo Original Vol. 30 - Nº 6: 464-469, Nov. / Dez. 2003 RESULTADOS DAS CIRURGIAS FLOPPY NISSEN ROSSETTI E FLOPPY NISSEN LONGA REALIZADAS POR VIDEOLAPAROSCOPIA EM PACIENTES COM ESÔFAGO DE BARRETT. ESTUDO
RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DOENTES COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA DE CAUSA NÃO VARICOSA
RECOMENDAÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DOENTES COM HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA DE CAUSA NÃO VARICOSA 1. INTRODUÇÃO A hemorragia digestiva alta não varicosa (HDA) é uma causa frequente de emergência. A incidência
Seminário Grandes Síndromes
Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:
ImpedânciapHmetria Esofágica Prolongada
ImpedânciapHmetria Esofágica Prolongada Dra. Carla Granja Andrade Médica responsável pelo serviço de motilidade digestiva do Hospital Nove de Julho Médica responsável pelo serviço de motilidade digestiva
Internações Hospitalares. Primeira Base de Dados da Parceria Close-Up com SINDUSFARMA
Internações Hospitalares Primeira Base de Dados da Parceria Close-Up com SINDUSFARMA 2 Bases de Dados Planejadas para 2018 Internações Hospitalares CEAF Componente Especializado da Administração Farmaceutica
TESTE SEUS CONHECIMENTOS BASEADO EM EVIDENCIAS
Local: HOTEL JATIÚCA Data: 09 DE ABRIL DE 2015 Coordenador: Dr. JAIRO SILVA ALVES Curso interativo composto por apresentação de diferentes temas, com questões teóricas ou baseadas em imagens, com respostas
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3 Conteúdo Prático e Teórico Atividades Práticas R1 nos Rodízios obrigatórios e facultativos Ambulatório Consultas eletivas. História e exame físico
Gaudencio Barbosa R3 CCP Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantído UFC
Gaudencio Barbosa R3 CCP Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantído UFC A incidência de carcinoma bem diferenciado da tireoide tem aumentado devido ao diagnóstico incidental
Áquila Lopes Gouvêa Enfermeira da Equipe de Controle de Dor Instituto Central do Hospital das Clínica da Faculdade de Medicina da USP
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ASSISTÊNCIA MULDISCIPLINAR AO PACIENTE POLITRAUMATIZADO Áquila Lopes Gouvêa Enfermeira da Equipe de Controle de Dor Instituto Central do Hospital das Clínica da Faculdade de Medicina
Diretrizes do Emprego da Endoscopia na DRGE - Doença do Refluxo Gastroesofagiano - American Society for Gastrointestinal Endoscopy ASGE, 1999
Diretrizes do Emprego da Endoscopia na DRGE - Doença do Refluxo Gastroesofagiano - American Society for Gastrointestinal Endoscopy ASGE, 1999 Tradução: Fernanda Rodrigues Teani Barroso (08/2006) A doença
Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira¹ Samyra Paula Lustoza Xavier 2
CARACTERIZAÇÃO DA PRODUCÃO CIENTÍFICA ACERCA DO PROCESSO DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA COM FOCO NA PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira¹ Samyra Paula
CARACTERIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS REALIZADOS EM IDOSOS COM INFECÇÃO RELACIONADA À SAÚDE EM UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA NO TRATAMENTO DO CÂNCER
CARACTERIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS REALIZADOS EM IDOSOS COM INFECÇÃO RELACIONADA À SAÚDE EM UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA NO TRATAMENTO DO CÂNCER Joice Silva do Nascimento (1); Aryele Rayana Antunes
Terapia Nutricional en Pancreatitis Aguda Qué Dicen las Guias?
Terapia Nutricional en Pancreatitis Aguda Qué Dicen las Guias? Antonio Carlos L. Campos Profesor Titular de Cirugía Universidad Federal de Paraná Curitiba - Brasil Pancreatite Aguda 90% - Doença auto-limitada
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos
Analgesia Pós-Operatória em Cirurgia de Grande Porte e Desfechos A Medicina Baseada em Evidências (MBE) é definida como o uso consciente, explícito e crítico da melhor evidência atual, integrado com a
Opções endoscópicas no tratamento das complicações do anel de restrição em pacientes pós by-pass gástrico. Série Endoscopia Bariátrica - junho 2018
O anel de contenção no by-pass gástrico (cirurgia de Fobi-Capella) foi muito utilizado no passado com o objetivo de evitar a dilatação da anastomose e perda do efeito restritivo da cirurgia, gerando assim,
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3
Guia Prático da Residência em Cirurgia Geral R1, R2 e R3 Conteúdo Prático e Teórico Atividades Práticas R1 nos Rodízios obrigatórios e facultativos Ambulatório Consultas eletivas Avaliação clínica pré-operatória
PROCEDIMENTO CIRÚRGICO EM CRIANÇAS COM DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO - RELATO EXPERIMENTAL *
299 PROCEDIMENTO CIRÚRGICO EM CRIANÇAS COM DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO - * SURGICAL PROCEDURE IN CHILDREN WITH GASTROESOPHAGEAL REFLUX DISEASE - EXPERIMENTAL REPORT Patrícia Aparecida TAFELLI-TEIXEIRA
CAPÍTULO 18. MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO. 1. INTRODUçãO
CAPÍTULO 18 MIOMAS SUBMUCOSOS: ESTADIAMEnTOS PARA TRATAMEnTO HISTEROSCÓPICO 1. INTRODUçãO Leiomiomas uterinos são os tumores mais frequentes do trato genital feminino, clinicamente aparentes em 25% das
Gilmara Noronha Guimarães 1 Rafaela Campos Emídio 2 Rogério Raulino Bernardino Introdução
Comparação entre a média de permanência padronizada pelo Ministério da Saúde e a calculada em tempo real de um Hospital de Ensino da cidade de Manaus - AM. 1. Introdução Gilmara Noronha Guimarães 1 Rafaela
Após um episódio de ITU, há uma chance de aproximadamente 19% de aparecimento de cicatriz renal
Compartilhe conhecimento: Devemos ou não continuar prescrevendo antibiótico profilático após diagnóstico da primeira infecção urinária? Analisamos recente revisão sistemática e trazemos a resposta. Em
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA ANATOMIA IRRIGAÇÃO Artérias gástricas esquerda (ramo do tronco celíaco) e direita (ramo da a. hepática própria), ao longo da curvatura menor. Artérias gastroepiplóica
DIVERTÍCULO DE ZENKER. R1 Jean Versari - HAC
DIVERTÍCULO DE ZENKER R1 Jean Versari - HAC Divertículo de Zenker Evaginação da mucosa e submucosa do esôfago posterior por área de fraqueza entre as partes tireofaríngea e cricofarínega do músculo constritor
Tratamento cirúrgico do megaesôfago no Hospital de Clínicas da UNICAMP fatores associados a melhores ou a piores resultados
300 Artigo Original Tratamento cirúrgico do megaesôfago no Hospital de Clínicas da UNICAMP fatores associados a melhores ou a piores resultados Surgical treatment of megaesophagus at UNICAMP Hospital of
Fellow em Cirurgia Bariátrica e Metabólica
VOCÊ ESTÁ EM: HOME / NOTÍCIAS / VÍDEOS Fellow em Cirurgia Bariátrica e Metabólica Por Dr.Marchesini Publicado dia 18/07/2014 às 04h48 Programa de Especialização e Pesquisa em Cirurgia Bariátrica e Metabólica
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO
TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO PREZADO PACIENTE: O Termo de Consentimento Informado é um documento no qual sua AUTONOMIA (vontade) em CONSENTIR (autorizar) é manifestada. A intervenção cirúrgica indicada
Dr. Fabio Del Claro. Hemorragias Digestivas Alta Parte I INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO. Dr. Fabio Del Claro. Hemorragias digestivas altas (HDA)
Dr. Fabio Del Claro Formado pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Geral pela Faculdade de Medicina do ABC SP Residência em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC Título
Plano de Ensino-Aprendizagem Roteiro de Atividades Curso: Medicina
Plano de Ensino-Aprendizagem Roteiro de Atividades Curso: Medicina CÓDIGO RCG0432 Sistema Digestivo NOME DA DISCIPLINA Período(s) de oferecimento PRESENCIAL ESTUDO DIRIGIDO TOTAL 6º semestre 195 horas
Orientação para preparo de. Endoscopia Digestiva Alta
Orientação para preparo de Endoscopia Digestiva Alta ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA o que é videoendoscopia? Endoscopia digestiva alta (também conhecida como gastroscopia, endoscopia gastrointestinal alta,
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 EDITAL N. 001/2014 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 25 EDITAL N. 0/24 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás coloca à disposição
Protocolo Clínico e de Regulação para Pirose e Regurgitação no Adulto e no Idoso
Protocolo Clínico e de Regulação para Pirose e Regurgitação no Adulto e no Idoso 65 Gustavo de Assis Mota Ajith Kumar Sankarankutty Rafael Kemp Olando de Castro e Silva Junior José Sebastião dos Santos
Doença do Refluxo Gastroesofágico
Doença do Refluxo Gastroesofágico Gustavo Rigon Narciso Agosto 2014 Definições Inicialmente era sinônimo de esofagite e hérnia de hiato. Posteriormente foi definida como uma desordem de motilidade associada
Número de NSPs cadastrados por UF. Número de NSPs com ao menos uma notificação
Número de NSPs cadastrados por UF 654 N.NSP 600 400 200 0 6 Total = 3.723 9 10 16 23 26 39 42 43 43 46 46 50 68 86 227 193 139 91 96 98 105 345 322 AP AC RR AL SE TO PA RN MT PB AM RO PI MS MA DF PE CE
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR EMERGÊNCIAS AÓRTICAS. Leonardo Oliveira Moura
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR EMERGÊNCIAS AÓRTICAS Leonardo Oliveira Moura Dissecção da Aorta Emergência aórtica mais comum Pode ser aguda ou crônica, quando os sintomas duram mais que 2 semanas Cerca de 75%
PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO ENTRE IDOSOS USUÁRIOS DAS UNIDADES DE SAÚDES DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB INTRODUÇÃO
PERFIL DA AUTOMEDICAÇÃO ENTRE IDOSOS USUÁRIOS DAS UNIDADES DE SAÚDES DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE CUITÉ-PB INTRODUÇÃO O aumento da população idosa no Brasil segue uma tendência já ocorrida em países desenvolvidos¹.
Marcos Sekine Enoch Meira João Pimenta
FIBRILAÇÃO ATRIAL NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO DE CIRURGIA CARDÍACA COM CIRCULAÇÃO EXTRA-CORPÓREA. Avaliação de fatores pré-operatórios predisponentes e evolução médio prazo. Marcos Sekine Enoch Meira João
Sangramentos em Bypass Gástrico. Dr Roberto Rizzi Clinica Dr Roberto Rizzi Centro de Excelencia em Cirurgia Bariatrica - HMSL
Sangramentos em Bypass Gástrico Dr Roberto Rizzi Clinica Dr Roberto Rizzi Centro de Excelencia em Cirurgia Bariatrica - HMSL Incidência decadente 2005 = Mason EE (Obes Relat Dis 2005) = 4,4% 2012 = Schauer
Análise da demanda de assistência de enfermagem aos pacientes internados em uma unidade de Clinica Médica
Análise da demanda de assistência de enfermagem aos pacientes internados em uma unidade de Clinica Médica Aluana Moraes 1 Halana Batistel Barbosa 1 Terezinha Campos 1 Anair Lazzari Nicola 2 Resumo: Objetivo:
Comparação de insuflação com dióxido de carbono e ar em endoscopia e colonoscopia: ensaio clínico prospectivo, duplo cego, randomizado - julho 2017
A endoscopia terapêutica tem se tornado cada vez mais invasiva, realizando procedimentos que muito se assemelham a cirurgias, por sua complexidade, dificuldade técnica, tempo de execução e possibilidade
CARACTERIZAÇÃO DA MORBIMORTALIDADE DE IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO
CARACTERIZAÇÃO DA MORBIMORTALIDADE DE IDOSOS ATENDIDOS EM UMA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO Tatiana Ferreira da Costa (UFPB), e-mail: [email protected] Rosângela Alves Almeida Bastos (UFPB),
VIII Curso de Pós-Graduação em Nutrição Entérica e Parentérica
VIII Curso de Pós-Graduação em Nutrição Entérica e Parentérica Complicações da Cirurgia Bariátrica Porto, 31 de Março de 2009 A. Sérgio Complicações da cirurgia bariátrica Potenciais Candidatos Todos os
Doença do Refluxo Gastroesofágico e Hérnia de Hiato Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral
www.bahiagastrocenter.com.br Doença do Refluxo Gastroesofágico e Hérnia de Hiato Manual do paciente João Ettinger Euler Ázaro Paulo Amaral Copyright Bahia Gastro Center - 2009 1 O Que é Doença do Refluxo?
