CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

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1 CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL 2ª Edição, Brasília Trabalho elaborado com a colaboração do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis

2 Negócio Cotrole Extero da Admiistração Pública e da gestão dos recursos públicos federais. Missão Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos em beefício da sociedade. Visão Ser istituição de excelêcia o cotrole e cotribuir para o aperfeiçoameto da Admiistração Pública. Copyright 2007, Tribual de Cotas da Uião SAFS, Quadra 4, Lote 01 CEP Brasília/DF Coteúdo dispoível em: É permitida a reprodução desta publicação, em parte ou o todo, sem alteração do coteúdo, desde que citada a fote e sem fis comerciais. Brasil. Tribual de Cotas da Uião. Cartilha de liceciameto ambietal / Tribual de Cotas da Uião; com colaboração do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis ed. -- Brasília : TCU, 4ª Secretaria de Cotrole Extero, p. : il. color. Images: acervo do Ibama. Coteúdo também dispoível em e 1. Desevolvimeto sustetável. 2. Impacto ambietal. 3. Liceciameto ambietal. I. Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis (Ibama). II. Título. Catalogação a fote: Biblioteca Miistro Rube Rosa

3 APRESENTAÇÃO O meio ambiete permeia diretamete a vida humaa e ão há como dissociá-los. No etato, as forças de mercado em sempre atigem o poto de equilíbrio ideal para ateder às ecessidades de todos os elemetos evolvidos. Nesse mometo, cabe a atuação do Estado, de forma a determiar limites e a preservar o bem comum. A Costituição Federal alçou a direito fudametal do povo tato o meio ambiete equilibrado como o desevolvimeto ecoômico e social. Esses três elemetos formam o tripé do chamado desevolvimeto sustetável. O equilíbrio desses iteresses resultará a prosperidade almejada. O liceciameto ambietal é istrumeto fudametal a busca do desevolvimeto sustetável. Sua cotribuição é direta e visa a ecotrar o covívio equilibrado etre a ação ecoômica do homem e o meio ambiete ode se isere. Busca-se a compatibilidade do desevolvimeto ecoômico e da livre iiciativa com o meio ambiete, detro de sua capacidade de regeeração e permaêcia. A presete cartilha de liceciameto ambietal tem por objetivo cotribuir com a divulgação desse importate istrumeto da Política Nacioal de Meio Ambiete. A seguda edição traz ova legislação e jurisprudêcia do Tribual de Cotas da Uião e amplia a discussão de coceitos e procedimetos. Neste trabalho, realizado em cojuto com o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis Ibama, busca-se difudir cada vez mais orietações e iformações sobre o liceciameto, visado ao correto trato das questões ambietais e à preservação do meio ambiete para as presetes e futuras gerações. Esta publicação, cujo coteúdo está dispoível para toda a sociedade os edereços eletrôicos e destia-se a prefeituras, goveros estaduais, órgãos e etidades públicas e a iteressados que lidam com questões relativas ao meio ambiete. Miistro Walto Alecar Rodrigues Presidete do TCU

4 PREFÁCIO É com satisfação que o Miistério do Meio Ambiete apóia a iiciativa do Tribual de Cotas da Uião TCU, em cojuto com o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis IBAMA, de laçar a presete cartilha. Primeiramete, porque ambos os órgãos cumprem uma missão de extrema relevâcia, cada um em sua competêcia legal. O IBAMA, que o ao em curso completa 19 aos, é uma autarquia recohecida por toda a sociedade, dada a sua preseça o território acioal e o seu papel de pricipal agêcia do govero federal o cumprimeto da legislação ambietal brasileira, em especial o que cocere ao liceciameto. O TCU, por sua vez, exerce uma fução muito além de simplesmete acompahar e fiscalizar o gasto dos recursos públicos: vem se torado fudametal para traçar camihos que garatam trasparêcia e racioalidade à destiação do recurso do povo e, com isso, apoiar a sociedade, e mesmo o govero, a idetificar meios mais eficietes e eficazes de gestão. Em segudo lugar, porque teho a impressão de que a presete cartilha será útil a vários setores da sociedade, em especial aos empreededores, sejam esses públicos ou privados, e aos próprios órgãos ambietais resposáveis por esse istrumeto estabelecido pela Política Nacioal do Meio Ambiete, istituída pela Lei 6.938/1981. O Liceciameto Ambietal, de utilização compartilhada etre a Uião e os estados da federação, o Distrito Federal e os muicípios, em coformidade com as respectivas competêcias, tem o objetivo de regular as atividades e os empreedimetos que utilizam os recursos aturais e podem causar degradação ambietal. Por meio dele, os órgãos ambietais adquirem a estatura legal para avaliar os evetuais impactos ao meio ambiete de uma determiada atividade. Trata-se de um importate mecaismo de ossa sociedade e proporcioa gahos de qualidade ao meio ambiete e à vida das comuidades uma melhor perspectiva de desevolvimeto. A qualidade do liceciameto ambietal depede, em grade parte, da dispoibilidade e da produção de iformação básica acerca dos recursos aturais (solos, mierais, faua, flora, ecossistemas etc) de uma determiada região. Ivestir a produção de cohecimeto é fudametal, portato. Tarefa que cabe a todas as istituições, em especial às de pesquisa e às uiversidades. Depede, também, do cohecimeto pela maioria dos iteressados quato aos procedimetos e trâmites requeridos para a sua cocessão. E, sob esse aspecto, a presete iiciativa do TCU com o apoio do IBAMA irá suprir essa lacua, a medida em que orieta os iteressados e garate maior publicidade ao processo de liceciameto, por meio da divulgação de seu coceito, etapas e requerimetos. Além disso, a cartilha é louvável porque divulga cohecimetos e compartilha experiêcias sobre as especificidades sócio-ecoômicas ieretes ao liceciameto ambietal. Espero que os leitores ecotrem aqui os subsídios ecessários para a correta aplicação desse istrumeto de gestão ambietal que visa, em última istâcia, a melhoria de qualidade de vida de todos ós e dos que estão por vir. Uma boa leitura, portato. Maria Silva Miistra do Meio Ambiete

5 SUMÁRIO Itrodução 7 Capítulo I Coceito de liceciameto ambietal 8 Capítulo II Características dos empreedimetos que ecessitam de liceciameto ambietal 12 Capítulo III Tipos de liceça ambietal 16 Liceça Prévia LP 17 Liceça de Istalação LI 18 Liceça de Operação LO 18 Capítulo IV Procedimetos para a obteção da liceça ambietal 20 1ª Etapa - Idetificação do órgão ambietal competete para liceciar 21 2ª Etapa - Liceça Prévia 23 3ª Etapa - Elaboração do Projeto Básico 26 4ª Etapa - Liceça de Istalação 26 5ª Etapa - Liceça de Operação 27 Regularização de empreedimeto ão liceciado devidamete 28 Capítulo V Estudos ambietais 30 Estudo de Impacto Ambietal 33 Relatório de Impacto Ambietal Rima 34

6 Capítulo VI Coseqüêcias da ausêcia ou falha o liceciameto 36 Capítulo VII Custo do liceciameto ambietal 40 Aexo I Pricipais acórdãos do Tribual de Cotas da Uião sobre liceciameto ambietal 45 Aexo II Relação dos empreedimetos e atividades que ecessitam de liceciameto ambietal (Aexo I da Resolução Coama 237/97) 46 Aexo III Relação dos empreedimetos que podem vir a ecessitar de EIA/Rima para o liceciameto ambietal (Resolução Coama 01/86 e 11/86) 51 Aexo IV Exemplos de defiição de competêcia para liceciar 52 Aexo V Tribual de Cotas da Uião o Distrito Federal e os estados 53 Aexo VI Órgãos Ambietais Estaduais 57 Aexo VII Legislação ambietal federal e acioal referete a liceciameto ambietal, por tema 62 Referêcias Bibliográficas 83

7 INTRODUÇÃO O liceciameto ambietal cofigura um relevate istrumeto da Política Nacioal de Meio Ambiete. O trabalho ora apresetado em sete capítulos tem como objetivos forecer iformações úteis à elaboração dos pedidos de liceças ambietais e orietar sobre os respectivos processos de liceciameto, além de relacioar os pricipais coceitos iseridos os ormativos aplicáveis à matéria. O cuidado que se deve dedicar à questão do liceciameto resulta em beefícios para o empreededor. Espera-se, com esta edição, ampliar o cohecimeto sobre o assuto, cotribuido para que uma quatidade maior de empreededores atete para a ecessidade e importâcia do cumprimeto da legislação a respeito. Nesta seguda edição foram icluídas atualizações de legislação e jurisprudêcia do Tribual de Cotas da Uião, além de ter sido ampliada a aálise de coceitos importates. A cartilha ão tem a pretesão de esgotar o tema mas sim trazer orietações sobre os assutos mais relevates acerca do liceciameto ambietal. Os Capítulos I, II e III apresetam aspectos teóricos das liceças ambietais, tais como coceito, atureza, tipos e as características dos empreedimetos que ecessitam de liceciameto ambietal. O Capítulo IV forece iformações para a solicitação e a obteção das liceças ambietais, iclusive com orietações para a defiição do órgão ambietal para o qual deve ser destiada a solicitação. O Capítulo V aborda os estudos ambietais, com maior destaque ao Estudo de Impacto Ambietal e ao Relatório de Impacto Ambietal.

8 CAPÍTULO I CONCEITO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

9 9 A Costituição Federal previu, em seu art. 225, que todos têm direito ao meio ambiete ecologicamete equilibrado, bem de uso comum do povo e essecial à sadia qualidade de vida, impodo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defedê-lo e preservá-lo para as presetes e futuras gerações. Com isso, o meio ambiete torou-se direito fudametal do cidadão, cabedo tato ao govero quato a cada idivíduo o dever de resguardá-lo. A defesa do meio ambiete apreseta-se também como pricípio orteador e iseparável da atividade ecoômica a Costituição Federal 1. Desse modo, ão são admissíveis atividades da iiciativa privada e pública que violem a proteção do meio ambiete. O liceciameto é também um dos istrumetos da Política Nacioal do Meio Ambiete (PNMA) 2, cujo objetivo é agir prevetivamete sobre a proteção do bem comum do povo - o meio ambiete e compatibilizar sua preservação com o desevolvimeto ecoômico-social. Ambos, esseciais para a sociedade, são direitos costitucioais. A meta é cuidar para que o exercício de um direito ão comprometa outro igualmete importate. A previsão do liceciameto a legislação ordiária surgiu com a edição da Lei 6.938/81, que em seu art. 10 estabelece: A costrução, istalação, ampliação e fucioameto de estabelecimetos e atividades utilizadoras de recursos ambietais, cosiderados efetiva ou potecialmete poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambietal, depederão de prévio liceciameto por órgão estadual competete, itegrate do Sistema Nacioal do Meio Ambiete - SISNAMA, e do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e Recursos Naturais Reováveis - Ibama, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras liceças exigíveis.

10 10 Tribual de Cotas da Uião A Resolução Coama 237/97 traz o seguite coceito de liceciameto ambietal: Procedimeto admiistrativo pelo qual o órgão ambietal competete licecia a localização, istalação, ampliação e a operação de empreedimetos e atividades utilizadoras de recursos ambietais, cosideradas efetiva ou potecialmete poluidoras; ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambietal, cosiderado as disposições legais e regulametares e as ormas técicas aplicáveis ao caso. Por procedimeto etede-se um ecadeameto de atos que visam a um fim a cocessão da liceça ambietal. Esse procedimeto é coduzido o âmbito do Poder Executivo, a figura de seus órgãos ambietais as várias esferas, e advém do regular exercício de seu poder de polícia admiistrativa. A liceça ambietal é defiida pela Resolução Coama 237/97 como: precauções requeridas, a fim de resguardar o direito coletivo ao meio ambiete ecologicamete equilibrado. Importate otar que, devido à atureza autorizativa da liceça ambietal, essa possui caráter precário. Exemplo disso é a possibilidade legal de a liceça ser cassada caso as codições estabelecidas pelo órgão ambietal ão sejam cumpridas 3. O liceciameto é composto por três tipos de liceça: prévia, de istalação e de operação. Cada uma refere-se a uma fase distita do empreedimeto e segue uma seqüêcia lógica de ecadeameto. Essas liceças, o etato, ão eximem o empreededor da obteção de outras autorizações ambietais específicas juto aos órgãos competetes, a depeder da atureza do empreedimeto e dos recursos ambietais evolvidos 4. Atividades que se utilizam de recursos hídricos, por exemplo, também ecessitarão da outorga de direito de uso desses, coforme os preceitos costates da Lei 9.433/97, que istitui a Política Nacioal de Recursos Hídricos. Outros exemplos de autorizações e liceças específicas são apresetados a seguir: Ato admiistrativo pelo qual o órgão ambietal competete estabelece as codições, restrições e medidas de cotrole ambietal que deverão ser obedecidas pelo empreededor, pessoa física ou jurídica, para localizar, istalar, ampliar e operar empreedimetos ou atividades utilizadoras dos recursos ambietais cosideradas efetiva ou potecialmete poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambietal. A liceça ambietal é, portato, uma autorização emitida pelo órgão público competete. Ela é cocedida ao empreededor para que exerça seu direito à livre iiciativa, desde que atedidas as cocessão de liceça de istalação para atividades que icluam desmatameto depede também de autorização específica do órgão ambietal (Código Florestal, Lei 4.771/65, art. 19 e Resolução Coama 378/06); autorização para supressão de área de preservação permaete para a execução de obras, plaos, atividades ou projetos de utilidade pública ou iteresse social (Código Florestal, Lei 4.771/65, art. 3º, 1º e art. 4º); liceça para trasportar e comercializar produtos florestais (Lei 4.771/65, art. 26, alíeas h e i, Portaria MMA 253/06 e Istrução Normativa Ibama 112/06, que dispõem sobre o Documeto de Origem Florestal - DOF);

11 Cartilha de Liceciameto Ambietal 11 liceça para costrução e autorização para operação de istalações ucleares e trasferêcia da propriedade ou da posse de istalações ucleares e comércio de materiais ucleares (Lei 6.189/74, art. 7º a 11); autorização para queimada cotrolada em práticas agropastoris e florestais (Lei 4.771/65, art. 27 e Decreto 2.661/98); cocessões das agêcias reguladoras, como por exemplo autorização para exploração de cetrais hidrelétricas até 30MW (Resolução ANEEL 395/98) e autorização para implatação, ampliação ou repoteciação de cetrais geradoras termelétricas, eólicas e de outras fotes alterativas de eergia (Resolução ANEEL 112/99). Para cohecimeto da legislação federal específica que rege o liceciameto de cada tipo de empreedimeto, está dispoibilizada o Aexo VII a relação de diplomas ambietais da esfera federal Costituição Federal, art. 170, VI. 2. Lei 6.938/81, art. 9º, IV. 3. Resolução Coama 237/97, art Resolução Coama 237/97, art. 9º. 5 O Aexo VII lista apeas a legislação federal. Cada Uidade da Federação pode dispor de legislação ambietal própria. Essa legislação deve ser cosultada o órgão ambietal de cada estado ou a Secretaria de Meio Ambiete dos Muicípios. Evetuais atualizações devem ser cosultadas o edereço liceciameto.

12 CAPÍTULO II CARACTERÍSTICAS DOS EMPREENDIMENTOS QUE NECESSITAM DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

13 13 As liceças ão são exigidas para todo e qualquer empreedimeto. A Lei 6.938/81 determia a ecessidade de liceciameto para as atividades utilizadoras de recursos ambietais 6, cosideradas efetiva e potecialmete poluidoras, bem como as capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambietal. Os coceitos de poluição e degradação trazem termos abstratos que deixam abertura para a determiação da ecessidade, ou ão, de liceciameto. A defiição legal 7 do termo poluição é a degradação da qualidade ambietal resultate de atividades humaas. O termo degradação é traduzido pela legislação como a alteração adversa das características do meio ambiete. Cosiderado que ão há como fixar, de forma defiitiva, as atividades que causam degradação ou mesmo o grau de alteração adversa ocasioado, caberá cosulta ao órgão ambietal para determiar se o empreedimeto ecessita de liceciameto. Há, porém, atividades que, coforme a legislação vigete, já se sabe que devem ser ecessariamete liceciadas. A Resolução Coama 237/97 traz, em seu Aexo I, um rol de atividades sujeitas ao liceciameto ambietal 8. Para as atividades lá listadas, o liceciameto é essecial. No etato, essa relação é exemplificativa e ão pretede esgotar todas as possibilidades, o que seria impossível, mas fucioa como orteador para os empreededores. Atividades comparáveis ou com impactos de magitude semelhate têm grade probabilidade de também ecessitarem de liceciameto. Novamete, a cosulta ao órgão ambietal elucidará essa dúvida.

14 14 Tribual de Cotas da Uião Muitas vezes, o empreededor acaba também procurado o órgão ambietal por exigêcia de outros órgãos da admiistração pública resposáveis por autorizações de atividades em geral, tais como 9 : Prefeituras, para loteametos urbaos e costrução civil em geral; Icra, para atividades rurais; DNER e DER, para costrução de rodovias; DNPM, para atividade de lavra e/ou beeficiameto mieral; Ibama ou órgão ambietal estadual, para desmatameto. Um fator que aumetou o iteresse dos empreededores em verificar a ecessidade de liceciameto foi a possibilidade de icorrer as pealidades previstas a Lei de Crimes Ambietais (Lei 9.605/98). Art. 60. Costruir, reformar, ampliar, istalar ou fazer fucioar, em qualquer parte do território acioal, estabelecimetos, obras ou serviços potecialmete poluidores sem liceça ou autorização dos órgãos ambietais competetes, ou cotrariado as ormas legais e regulametares pertietes: Pea - deteção, de um a seis meses, ou multa, ou ambas as peas cumulativamete. 6. São recursos ambietais a atmosfera, as águas iteriores, superficiais e subterrâeas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elemetos da biosfera, a faua e a flora (Lei 6.938/81, art. 3º, V). 7. Lei 6.938/81, art. 3º, II e III. 8. Essa relação ecotra-se reproduzida o Aexo II desta Cartilha. 9. Cuha, S. B.; Guerra, A. J. T. (org). Avaliação e perícia ambietal. Rio de Jaeiro. Ed. Bertrad Brasil, p. 103/104.

15 Cartilha de Liceciameto Ambietal 15

16 CAPÍTULO III TIPOS DE LICENÇA AMBIENTAL

17 17 Para cada etapa do processo de liceciameto ambietal, é ecessária a liceça adequada: o plaejameto de um empreedimeto ou de uma atividade, a liceça prévia (LP); a costrução da obra, a liceça de istalação (LI) e a operação ou fucioameto, a liceça de operação (LO). LICENÇA PRÉVIA LP A LP deve ser solicitada a fase prelimiar do plaejameto da atividade. É ela que atestará a viabilidade ambietal do empreedimeto, aprovará sua localização e cocepção e defiirá as medidas mitigadoras e compesatórias dos impactos egativos do projeto. Sua fialidade é defiir as codições com as quais o projeto tora-se compatível com a preservação do meio ambiete que afetará. É também um compromisso assumido pelo empreededor de que seguirá o projeto de acordo com os requisitos determiados pelo órgão ambietal. Para as atividades cosideradas efetiva ou potecialmete causadoras de sigificativa degradação ambietal, a cocessão da liceça prévia depederá de aprovação de estudo prévio de impacto ambietal e respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiete (EIA/Rima). Esses istrumetos também são esseciais para solicitação de fiaciametos e obteção de icetivos fiscais 10. A liceça prévia possui extrema importâcia o atedimeto ao pricípio da preveção 11. Esse pricípio se deseha quado, diate da ieficácia ou pouca valia em se reparar um dao e da impossibilidade de se recompor uma situação aterior idêtica, a ação prevetiva é a melhor solução. Nesse coceito se ecaixam os daos ambietais, cujo impacto egativo muitas vezes é irreversível e irreparável. Durate o processo de obteção da liceça prévia, são aalisados diversos fatores que defiirão a viabilidade ou ão do empreedimeto que se pleiteia. É essa fase que: são levatados os impactos ambietais e sociais prováveis do empreedimeto; são avaliadas a magitude e a abragêcia de tais impactos; são formuladas medidas que, uma vez implemetadas, serão capazes de elimiar ou ateuar os impactos; são ouvidos os órgãos ambietais das esferas competetes;

18 18 Tribual de Cotas da Uião são ouvidos órgãos e etidades setoriais, em cuja área de atuação se situa o empreedimeto; são discutidos com a comuidade, caso haja audiêcia pública, os impactos ambietais e respectivas medidas mitigadoras e compesatórias; e é tomada a decisão a respeito da viabilidade ambietal do empreedimeto, levado-se em cota sua localização e seus prováveis impactos, em cofroto com as medidas mitigadoras dos impactos ambietais e sociais. O prazo de validade da Liceça Prévia deverá ser, o míimo, igual ao estabelecido pelo croograma de elaboração dos plaos, programas e projetos relativos ao empreedimeto ou atividade, ou seja, ao tempo ecessário para a realização do plaejameto, ão podedo ser superior a cico aos 12. Para covêios celebrados com a Admiistração Pública Federal, o liceciameto está previsto as ormas que regem a matéria como pré-requisito para sua celebração. O iteressado deverá expor proposta de covêio ao Miistério pertiete, mediate a apresetação de plao de trabalho que coterá, detre outros potos, a liceça prévia ambietal, quado o covêio evolver obras, istalações ou serviços que exijam estudos ambietais EIA/ Rima. Além disso, o projeto básico que itegrará o plao de trabalho já deverá cotemplar a implatação das medidas sugeridas os estudos ambietais. Aida, a liberação de recursos para covêios em que haja codicioates ambietais também está codicioada à existêcia da liceça prévia 13. LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI Após a obteção da liceça prévia, iicia-se etão o detalhameto do projeto de costrução do empreedimeto, icluido esse as medidas de cotrole ambietal determiadas. Ates do iício das obras, deverá ser solicitada a liceça de istalação juto ao órgão ambietal, que verificará se o projeto é compatível com o meio ambiete afetado. Essa liceça dá validade à estratégia proposta para o trato das questões ambietais durate a fase de costrução. Ao coceder a liceça de istalação, o órgão gestor de meio ambiete terá: autorizado o empreededor a iiciar as obras; cocordado com as especificações costates dos plaos, programas e projetos ambietais, seus detalhametos e respectivos croogramas de implemetação; verificado o atedimeto das codicioates determiadas a liceça prévia; estabelecido medidas de cotrole ambietal, com vistas a garatir que a fase de implatação do empreedimeto obedecerá aos padrões de qualidade ambietal estabelecidos em lei ou regulametos; fixado as codicioates da liceça de istalação (medidas mitigadoras e/ou compesatórias). O órgão ambietal realizará o moitorameto das codicioates determiadas a cocessão da liceça. O acompahameto é feito ao logo do processo de istalação e será determiado coforme cada empreedimeto. O prazo de validade da liceça de istalação será, o míimo, igual ao estabelecido pelo croograma de istalação do empreedimeto ou atividade, ão podedo ser superior a seis aos 14. LICENÇA DE OPERAÇÃO LO A liceça de operação autoriza o iteressado a iiciar suas atividades. Tem por fialidade aprovar a forma proposta de

19 Cartilha de Liceciameto Ambietal 19 covívio do empreedimeto com o meio ambiete e estabelecer codicioates para a cotiuidade da operação. Sua cocessão é por tempo fiito. A liceça ão tem caráter defiitivo e, portato, sujeita o empreededor à reovação, com codicioates superveietes. O prazo de validade da liceça de operação deverá cosiderar os plaos de cotrole ambietal e será, em regra, de, o míimo, quatro aos e, o máximo, dez aos 15. Cada ete da federação determiará, detro desse limite, seus prazos. O ideal é que esse prazo termie quado termiarem os programas de cotrole ambietal, o que possibilitará uma melhor avaliação dos resultados bem como a cosideração desses resultados o mérito da reovação da liceça. No etato, o órgão ambietal poderá estabelecer prazos de validade específicos para a liceça de operação de empreedimetos que, por sua atureza e peculiaridades, estejam sujeitos a ecerrameto ou modificação em prazos iferiores 16. A reovação da LO deverá ser requerida pelo empreededor com atecedêcia míima de 120 dias do prazo de sua expiração. O pedido de reovação deverá ser publicado o joral oficial do estado e em um periódico regioal ou local de grade circulação 17. Caso o órgão ambietal ão coclua a aálise esse prazo, a liceça ficará automaticamete reovada até sua maifestação defiitiva 18. Na reovação da liceça de operação, é facultado ao órgão ambietal, mediate justificativa, aumetar ou reduzir seu prazo de validade, matedo os limites míimo e máximo de quatro e dez aos. A decisão será tomada com base a avaliação do desempeho ambietal da atividade o período aterior 19. A liceça de operação possui três características básicas: 1. é cocedida após a verificação, pelo órgão ambietal, do efetivo cumprimeto das codicioates estabelecidas as liceças ateriores (prévia e de istalação); 2. cotém as medidas de cotrole ambietal (padrões ambietais) que servirão de limite para o fucioameto do empreedimeto ou atividade; e 3. especifica as codicioates determiadas para a operação do empreedimeto, cujo cumprimeto é obrigatório, sob pea de suspesão ou cacelameto da operação. O liceciameto é um compromisso, assumido pelo empreededor juto ao órgão ambietal, de atuar coforme o projeto aprovado. Portato, modificações posteriores, como, por exemplo, redeseho de seu processo produtivo ou ampliação da área de ifluêcia, deverão ser levadas ovamete ao crivo do órgão ambietal. Além disso, o órgão ambietal moitorará, ao logo do tempo, o trato das questões ambietais e das codicioates determiadas ao empreedimeto. 10. Lei 6.938/81, art Pricípio previsto a Costituição Federal, artigo 225, IV:...icumbe ao Poder Público exigir... estudo prévio de impacto ambietal. 12. Resolução Coama 237/97, art. 18, I. 13. Istrução Normativa STN 01/97, art. 2º, III-A e art. 18, 3º. 14. Resolução Coama 237/97, art. 18, II. 15. Resolução Coama 237/97, art. 18, III. 16. Resolução Coama 237/97, art. 18, 2º. 17. Lei 6.938/81, art. 10, 1º. 18. Resolução Coama 237/97, art. 18, 4º. 19. Resolução Coama 237/97, art. 18, 3º.

20 CAPÍTULO IV PROCEDIMENTOS PARA A OBTENÇÃO DA LICENÇA AMBIENTAL

21 21 Para obteção do liceciameto de empreedimeto ou atividade potecialmete poluidores, o iteressado deverá dirigir sua solicitação ao órgão ambietal competete para emitir a liceça, podedo esse ser o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis (Ibama), os órgãos de meio ambiete dos estados e do Distrito Federal (Oemas) ou os órgãos muicipais de meio ambiete (Ommas). O órgão ambietal poderá estabelecer prazos de aálise difereciados para cada modalidade de liceça, em fução das peculiaridades da atividade ou empreedimeto, bem como para a formulação de exigêcias complemetares, desde que observado o prazo máximo de seis meses a cotar do ato de protocolar o requerimeto até seu deferimeto ou ideferimeto, ressalvados os casos em que houver Estudo de Impacto Ambietal EIA e Relatório de Impacto Ambietal - Rima e/ou audiêcia pública, quado o prazo será de até doze meses 20. O EIA/Rima está tratado em maiores detalhes o capítulo V. 1ª ETAPA - IDENTIFICAÇÃO DO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE PARA LICENCIAR De acordo com o art. 23, icisos III, VI e VII da Costituição Federal, é competêcia comum da Uião, dos estados, do Distrito Federal e dos muicípios proteger o meio ambiete, combater a poluição em qualquer de suas formas e preservar as florestas, a faua e a flora. No âmbito do liceciameto, essa competêcia comum foi delimitada pela Lei 6.938/81. Esse ormativo determiou que a tarefa de liceciar é, em regra, dos estados, cabedo ao Ibama uma atuação supletiva, ou seja, substituir o órgão estadual em sua

22 22 Tribual de Cotas da Uião ausêcia ou omissão. Portato, ão cabe ao órgão federal rever ou suplemetar a liceça ambietal cocedida pelos estados 21. Ao Ibama também foi dada pelo dispositivo legal competêcia origiária para liceciar. Coube a esse órgão a resposabilidade pelo liceciameto de atividades e obras com sigificativo impacto ambietal, de âmbito acioal ou regioal. A Resolução Coama 237/97 equadra essa situação os empreedimetos: localizados ou desevolvidos cojutamete o Brasil e em país limítrofe; o mar territorial; a plataforma cotietal; a zoa ecoômica exclusiva; em terras idígeas ou em uidades de coservação do domíio da Uião; localizados ou desevolvidos em dois ou mais estados; cujos impactos ambietais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou mais estados; destiados a pesquisar, lavrar, produzir, beeficiar, trasportar ou armazear material radioativo ou dele dispor, em qualquer estágio, ou que utilizem eergia uclear em qualquer de suas formas e aplicações, mediate parecer da Comissão Nacioal de Eergia Nuclear (CNEN); bases ou empreedimetos militares, quado couber, observada a legislação específica. A Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei /36) icluiu ovas competêcias origiárias de liceciameto 22. A exploração de florestas e formações sucessoras, tato de domíio público como de domíio privado, depederá de prévio liceciameto, em regra, dos órgãos ambietais estaduais. Mas será de resposabilidade do Ibama quado se tratar especificamete de: florestas públicas de domíio da Uião; uidades de coservação criadas pela Uião; exploração de florestas e formações sucessoras que evolvam maejo ou supressão de espécies equadradas o Aexo II da Coveção sobre Comércio Iteracioal das Espécies da Flora e Faua Selvages em Perigo de Extição-CITES, promulgada pelo Decreto /75, com texto aprovado pelo Decreto Legislativo 54/75; exploração de florestas e formações sucessoras que evolvam maejo ou supressão de florestas e formações sucessoras em imóveis rurais que abrajam dois ou mais estados; supressão de florestas e outras formas de vegetação ativa em área maior que: a) dois mil hectares em imóveis rurais localizados a Amazôia Legal; b) mil hectares em imóveis rurais localizados as demais regiões do país; supressão de florestas e formações sucessoras em obras ou atividades potecialmete poluidoras liceciadas pelo Ibama; maejo florestal em área superior a ciqüeta mil hectares. A Resolução Coama 237/97 relacioa também as situações em que a competêcia pelo liceciameto recai sobre os órgãos estaduais e distrital. São de sua resposabilidade os empreedimetos e atividades: localizados ou desevolvidos em mais de um muicípio ou em uidades de coservação de domíio estadual ou do Distrito Federal; localizados ou desevolvidos as florestas e demais formas de vegetação atural de preservação permaete relacioadas o art. 2º da Lei 4.771/65 e em todas as que assim forem cosideradas por ormas federais, estaduais ou muicipais; cujos impactos ambietais diretos ultrapassem os limites territoriais de um ou mais muicípios;

23 Cartilha de Liceciameto Ambietal 23 delegados pela Uião aos estados ou ao Distrito Federal por istrumeto legal ou covêio. Aos órgãos ambietais muicipais compete o liceciameto ambietal de empreedimetos e atividades de impacto ambietal local e daqueles sobre os quais houve delegação pelo estado por istrumeto legal ou covêio 23. Recete alteração a competêcia legal muicipal para liceciar também foi itroduzida pela Lei de Gestão de Florestas Públicas, que modificou a Lei do Código Florestal 24. Na exploração de florestas e formações sucessoras, tato de domíio público como de domíio privado, será competêcia dos muicípios liceciar quado se referir a: florestas públicas de domíio do muicípio; uidades de coservação criadas pelo muicípio; casos que lhe forem delegados por covêio ou outro istrumeto admissível, ouvidos, quado couber, os órgãos competetes da Uião, dos estados e do Distrito Federal. A distribuição de competêcias realizada pelos ormativos é matéria que, por vezes, gera dúvidas e discussões acerca de qual esfera é resposável pelo liceciameto frete a situações cocretas. No Parecer 312/CONJUR/MMA/2004, a cosultoria jurídica do Miistério do Meio Ambiete examia um caso cocreto de coflito de competêcia etre o Ibama e o órgão estadual e traz esclarecimetos sobre o tema. A coclusão do parecer afirma que o fudameto para repartição da competêcia para liceciameto etre os etes da federação é o impacto ambietal do empreedimeto. Não é relevate para essa repartição se o bem é de domíio da Uião, dos estados ou dos muicípios. O que se cosidera é a predomiâcia do iteresse, com base o alcace dos impactos ambietais diretos (e ão idiretos) da atividade 25. Essa distribuição de competêcias, o etato, aida gera dúvidas e somete será pleamete esclarecida quado houver a regulametação das competêcias comus da Uião, dos estados e dos muicípios, previstas o art. 23 da Costituição Federal. No Aexo IV são apresetados algus exemplos ilustrativos de empreedimetos para os quais se especifica o órgão competete para o liceciameto, de acordo com etedimeto exposto o parecer do Miistério do Meio Ambiete, acima destacado. 2ª ETAPA - LICENÇA PRÉVIA 26 Para a obteção da liceça prévia de um empreedimeto, o iteressado deverá procurar o órgão ambietal competete aida a fase prelimiar de plaejameto do projeto. Iicialmete, o órgão ambietal defiirá, com a participação do empreededor, os documetos, projetos e estudos ambietais ecessários ao iício do processo de liceciameto. Em seguida, o empreededor cotratará a elaboração dos estudos ambietais, que deverão cotemplar todas as exigêcias determiadas pelo órgão liceciador. O Tribual de Cotas da Uião já firmou etedimeto de que o órgão ambietal ão poderá admitir a postergação de estudos de diagóstico próprios da fase prévia para as fases posteriores sob a forma de codicioates do liceciameto (Acórdão 1.869/2006-Pleário-TCU, item 2.2.2). O empreededor deverá requerer formalmete a liceça e apresetar os estudos, documetos e projetos defiidos iicialmete. Nessa fase aida ão é apresetado o projeto básico, que somete será elaborado após expedida a liceça prévia. O pedido de liceciameto deverá ser publicado em joral oficial do ete federativo e em periódico regioal ou local de grade circulação 27.

24 24 Tribual de Cotas da Uião No procedimeto de liceciameto ambietal deverá costar, obrigatoriamete, a certidão da Prefeitura Muicipal, declarado que o local e o tipo de empreedimeto ou atividade estão em coformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação do solo e, quado for o caso, a autorização para supressão de vegetação e a outorga para o uso da água, emitidas pelos órgãos competetes 28. Após receber a solicitação de liceça e a documetação pertiete, o órgão ambietal aalisará o processo e realizará, se ecessário, vistoria técica o local ode será implatado o empreedimeto. O órgão ambietal poderá solicitar esclarecimetos e complemetações das iformações prestadas uma úica vez, cabedo reiteração do pedido, caso aqueles ão teham sido satisfatórios. O empreededor deverá ateder à solicitação de esclarecimetos e complemetações formuladas pelo órgão ambietal, detro do prazo máximo de quatro meses, a cotar do recebimeto da respectiva otificação. Esse prazo poderá ser prorrogado, desde que justificado e com a cocordâcia do empreededor e do órgão ambietal. Caso as iformações ão sejam prestadas o prazo legal, o empreededor poderá ter seu pedido de liceça arquivado. Isso ocasioará a ecessidade de iiciar outro processo de liceciameto, com ovos custos de aálise, se for do iteresse do particular 29. Poderá haver, em algumas situações, audiêcia pública essa etapa, quado a comuidade é chamada a avaliar os impactos ambietais e sociais do empreedimeto e as medidas mitigadoras de cada um deles. As aludidas audiêcias estão discipliadas pela Resolução Coama 09/87 e têm por objetivo expor aos iteressados o coteúdo do Estudo de Impacto Ambietal EIA e do Relatório de Impactos sobre o Meio Ambiete Rima, esclarecedo dúvidas e recolhedo críticas e sugestões a respeito. Se ocorrer audiêcia, abre-se ovo prazo para esclarecimetos e complemetações decorretes dos debates e questões levatadas pelo público. A defiição da ecessidade de audiêcia pública, o caso cocreto, é feita: a) a critério do órgão ambietal; b) por solicitação de etidade civil; c) por solicitação do Miistério Público; ou d) por abaixo-assiado de pelo meos 50 cidadãos. De qualquer forma, o órgão ambietal deve abrir prazo de 45 dias para a solicitação de audiêcia pública, a partir da data do recebimeto do Rima. No caso de haver solicitação a forma regimetal e o órgão ambietal egar a realização, a liceça prévia cocedida será cosiderada ula. Fializada a aálise, o órgão liceciador emite parecer técico coclusivo e, quado couber, parecer jurídico, decidido pelo deferimeto ou ideferimeto do pedido de liceça, dado-se a devida publicidade. Coforme etedimeto firmado pelo Tribual de Cotas da Uião o Acórdão 1.869/2006-Pleário-TCU, o órgão ambietal deverá emitir parecer técico coclusivo que exprima de forma clara suas coclusões e propostas de ecamihameto bem como sua opiião sobre a viabilidade ambietal do empreedimeto. Ao expedir a liceça prévia, o órgão ambietal estabelecerá as medidas mitigadoras que devem ser cotempladas o projeto de implatação. O cumprimeto dessas medidas é codição para se solicitar e obter a liceça de istalação. Após pagameto e retirada da liceça prévia, o empreededor deve publicar iformativo comuicado a cocessão o diário oficial da esfera de govero que liceciou e em joral de grade circulação.

25 Cartilha de Liceciameto Ambietal 25

26 26 Tribual de Cotas da Uião Nos casos de liceciameto ambietal de empreedimetos com sigificativo impacto ambietal - assim cosiderado pelo órgão ambietal, com fudameto em estudo de impacto ambietal e respectivo relatório (EIA/Rima) -, o empreededor é obrigado a apoiar fiaceiramete a implatação e mauteção de uidade de coservação do Grupo de Proteção Itegral 30. Para tato, o órgão liceciador estabelecerá esse motate com base em percetual sobre os custos totais previstos do empreedimeto, de acordo com o grau de impacto ambietal. Este percetual será de, o míimo, 0,5% 31. Mais detalhes sobre o assuto estão tratados o capítulo VII. 3ª ETAPA - ELABORAÇÃO DO PROJETO BÁSICO De posse da LP, o próximo passo do empreededor é elaborar o projeto básico do empreedimeto (projeto de egeharia). O projeto básico é o cojuto de elemetos ecessários e suficietes, com ível de precisão adequado para caracterizar a obra, o serviço, o complexo de obras ou o complexo de serviços objeto da licitação. Ele é elaborado com base as idicações dos estudos técicos prelimiares, de forma a assegurar a viabilidade técica e o adequado tratameto do impacto ambietal do empreedimeto. O projeto deve possibilitar a avaliação do custo da obra e a defiição dos métodos e do prazo de execução 32. O adequado tratameto da questão ambietal o projeto básico sigifica adotar, a sua elaboração, a localização e a solução técica aprovadas a liceça prévia e icluir as medidas mitigadoras e compesatórias defiidas como codicioates a liceça prévia o item idetificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipametos a icorporar à obra 33. A elaboração do projeto básico ates da cocessão da liceça prévia ão deve ser adotada. Ao solicitar essa liceça, o empreededor ão tem garatia de que ela será outorgada. Também é possível que, para ser autorizada, o projeto teha que sofrer modificações em ites como localização e solução técica. Por isso, ão faz setido gastarem-se recursos com a elaboração de projeto básico que pode ão ser autorizado ou possivelmete teha de ser modificado a sua essêcia. Recomeda-se assim que ele seja elaborado após a cocessão da liceça prévia, quado estará atestada a viabilidade ambietal o que cocere à localização e à cocepção do empreedimeto. Recohecedo a ecessidade da existêcia de liceça prévia aterior ao projeto básico, o TCU proferiu o Acórdão 516/2003-TCU- Pleário, qualificado como idício de irregularidade grave, para efeitos de suspesão de repasses de recursos federais, a juízo do Cogresso Nacioal, a cotratação de obras com base em projeto básico elaborado sem a existêcia de liceça ambietal prévia (subitem ). 4ª ETAPA - LICENÇA DE INSTALAÇÃO A solicitação da liceça de istalação deverá ser dirigida ao mesmo órgão ambietal que emitiu a liceça prévia. Quado da solicitação da liceça de istalação, o empreededor deve: comprovar o cumprimeto das codicioates estabelecidas a liceça prévia; apresetar os plaos, programas e projetos ambietais detalhados e respectivos croogramas de implemetação;

27 Cartilha de Liceciameto Ambietal 27 apresetar o detalhameto das partes dos projetos de egeharia que teham relação com questões ambietais. Os plaos, programas e projetos ambietais detalhados serão objeto de aálise técica o órgão ambietal, com maifestação, se for o caso, de órgãos ambietais de outras esferas de govero 34. Após essa aálise, é elaborado parecer técico com posicioameto a favor ou cotra a cocessão da liceça de istalação. Cocluída a aálise, o empreededor efetua o pagameto do valor cobrado pela liceça, recebe-a e publica aúcio de sua cocessão o diário oficial da esfera de govero que cocedeu a liceça e em periódico de grade circulação a região ode se istalará o empreedimeto. Durate a vigêcia da liceça de istalação, o empreededor deve implemetar as codicioates determiadas, com o objetivo de preveir ou remediar impactos sociais e ambietais que possam ocorrer durate a fase de costrução da obra, por meio de medidas que devem ser tomadas ates do iício de operação. O cumprimeto das codicioates é idispesável para a solicitação e obteção da liceça de operação. O iício das obras sem a devida liceça de istalação é cosiderado idício de grave irregularidade, coforme Acórdão 516/2003-TCU- Pleário (subitem ), esejado a iterrupção do repasse de recursos fiaceiros federais. As licitações de obras, istalações e serviços que demadem liceça ambietal somete devem ocorrer após a obteção da liceça de istalação, coforme Acórdão 26/2002-Pleário-TCU, item 8.2, subitem e. Nesse mometo, o empreedimeto já tem sua viabilidade ambietal atestada pelo órgão competete bem como sua cocepção, localização e projeto de istalação devidamete aprovados. 5ª ETAPA - LICENÇA DE OPERAÇÃO Ao requerer a liceça de operação, o empreededor deve comprovar juto ao mesmo órgão ambietal que cocedeu as liceças prévia e de istalação: a implatação de todos os programas ambietais que deveriam ter sido executados durate a vigêcia da liceça de istalação; a execução do croograma físico-fiaceiro do projeto de compesação ambietal; o cumprimeto de todas as codicioates estabelecidas quado da cocessão da liceça de istalação. Caso esteja pedete alguma codicioate da liceça prévia, sua implemetação também deverá ser comprovada essa oportuidade. Após requerer a liceça de operação, e ates da sua obteção, o iteressado poderá realizar testes pré-operacioais exclusivamete após autorização do órgão ambietal. Com base os documetos, projetos e estudos solicitados ao empreededor, em pareceres de outros órgãos ambietais porvetura cosultados e em vistoria técica o local do empreedimeto, o órgão elabora parecer técico sobre a possibilidade da cocessão da liceça de operação. Em caso favorável, o iteressado deve efetuar o pagameto da liceça e provideciar a publicação de comuicado a respeito do fato o diário oficial da esfera de govero que liceciou e em joral regioal ou local de grade circulação.

28 28 Tribual de Cotas da Uião Cocedida a liceça de operação, fica o empreededor obrigado a implemetar as medidas de cotrole ambietal e as demais codicioates estabelecidas, sob pea de ter a LO suspesa ou cacelada pelo órgão outorgate. Normalmete as codicioates visam à implemetação correta dos programas de moitorameto e acompahameto ambietal do empreedimeto. Também objetivam preveir riscos à saúde e ao meio ambiete. A importâcia do correto liceciameto igualmete é reafirmada pelo Tribual de Cotas da Uião. Para essa Corte, o iício das operações do empreedimeto sem a devida liceça de operação é cosiderado idício de grave irregularidade, coforme Acórdão 516/2003- TCU-Pleário (subitem ), acarretado a suspesão de repasse de recursos federais. No que se refere à reovação da LO, esta deve ser requerida com atecedêcia míima de 120 dias da expiração do prazo de validade da liceça aterior, mediate publicação do pedido em diário oficial e joral de grade circulação 35. REGULARIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTO NÃO LICENCIADO DEVIDAMENTE Caso as obras se iiciem sem a competete liceça de istalação ou as operações comecem ates da liceça de operação, o empreededor icorre em crime ambietal, coforme previsto o art. 60 da Lei de Crimes Ambietais (Lei 9.605/98), sujeitado-se às pealidades listadas o Capítulo VI. Para permitir a regularização de empreedimetos, foi estabelecido pelo art. 79-A da Lei de Crimes Ambietais (itroduzido pela MP , de 23 de agosto de 2001) o istrumeto deomiado Termo de Compromisso. É importate observar que o Termo de Compromisso ão tem por fialidade aceitar o empreedimeto irregular. Ao cotrário, serve exclusivamete para permitir que as pessoas físicas ou jurídicas resposáveis por empreedimetos irregulares promovam as ecessárias correções de suas atividades, mediate o atedimeto das exigêcias impostas pelas autoridades ambietais competetes. No caso de obras já iiciadas, o órgão ambietal, ao cosiderar o caso particular, levado em cota o croograma da obra, os impactos ambietais e os ecessários programas de cotrole ambietal, celebrará Termo de Compromisso com o empreededor. Nesse caso,

29 Cartilha de Liceciameto Ambietal 29 será emitida a liceça de istalação, sem a ecessidade de recorrer ao liceciameto prévio 36. Ao celebrar o Termo, o empreededor beeficia-se da suspesão da multa porvetura aplicada em decorrêcia da ausêcia de liceciameto. Ficam também suspesas as sações admiistrativas impostas ao empreededor que tiverem como causas fatos cotemplados o acordo firmado Resolução Coama 237/97, art Oliveira, A. I. A. Itrodução à legislação ambietal brasileira e liceciameto ambietal. Rio de jaeiro, ed. Lume Juris, p. 318/ A Resolução Coama 378/06 defie os empreedimetos potecialmete causadores de impacto ambietal acioal ou regioal, para fis do disposto o iciso III do 1º do art. 19 da Lei 4.771/65, modificada pela Lei / Resolução Coama 237/97, art. 6º. 24. Lei do Código Florestal 4.771/65, art. 19, 2º, modificada pela Lei / Parecer 312/CONJUR/MMA/2004 dispoível o edereço eletrôico: modulos/arquivo.php?cod_arqweb=par Resolução Coama 237/97, art Lei 6.938/81, art. 10, 1º. 28. Resolução Coama 237/97, art. 10, 1º. 29. Resolução Coama 237/97, art. 15 e Uidade de coservação: espaço territorial e seus recursos ambietais, icluido as águas jurisdicioais, com características aturais relevates, legalmete istituído pelo Poder Público, com objetivos de coservação e limites defiidos, sob regime especial de admiistração, ao qual se aplicam garatias adequadas de proteção. Proteção itegral: mauteção dos ecossistemas livres de alterações causadas por iterferêcia humaa, admitido apeas o uso idireto dos seus atributos aturais. (Lei 9.985/00, art. 2º, I e VI) 31. Lei 9.985/00, art Lei 8.666/93, art. 6º, IX. 33. Lei 8.666/93, art.6º, IX, c. 34. Resolução Coama 237/97, artigos 4º, 1º, e 5º, parágrafo úico. 35. Resolução Coama 237/97, art. 18, 4ºe Lei 6.938/81, art. 10, 1º. 36. Apesar de os estudos ambietais servirem para embasar a avaliação de impactos ambietais para a cocessão da liceça prévia, esses casos, excepcioalmete, esses documetos servirão para fudametar a cocessão da liceça de istalação ou de operação. 37. Lei de Crimes Ambietais (itroduzido pela MP , de 23 de agosto de 2001), art. 79-A, 3º.

30 CAPÍTULO V ESTUDOS AMBIENTAIS

31 31 A Política Nacioal do Meio Ambiete - PNMA efatizou a ecessidade de compatibilizar o desevolvimeto socioecoômico com a qualidade ambietal, tedo como objetivo precípuo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambietal propícia à vida, visado assegurar as codições ao desevolvimeto socioecoômico, aos iteresses da seguraça acioal e à proteção da digidade da vida humaa 38. Para garatir esse objetivo, o art. 9º da Lei 6.938/81 relacioou os istrumetos da PNMA, etre os quais se destacam o liceciameto ambietal e a avaliação de impacto ambietal (AIA). Por AIA etedese um cojuto de procedimetos capaz de assegurar, desde o iício do processo, que se faça um exame sistêmico dos impactos ambietais de uma ação proposta e de suas alterativas, e que os resultados sejam apresetados de forma adequada ao público e aos resposáveis pela tomada de decisão, e por eles cosiderados. Além disso, os procedimetos devem garatir a adoção das medidas de proteção ao meio ambiete determiadas, o caso de decisão sobre a implatação do projeto 39. Destaca-se que a Lei 6.938/81 ão relacioa esses dois istrumetos da PNMA. Somete a partir da Resolução Coama 01/86 que a AIA vicula-se ao liceciameto ambietal de atividades potecialmete poluidoras 40. Essa resolução cosagrou o Estudo de Impacto Ambietal (EIA) como o pricipal documeto de avaliação de impactos de empreedimetos sujeitos ao liceciameto, determiado que o EIA deve trazer a defiição das medidas mitigadoras dos impactos egativos, etre elas os equipametos de cotrole e os sistemas de tratameto de despejos, avaliado a eficiêcia de cada uma delas 41. Dessa forma, defiições, resposabilidades, critérios básicos e diretrizes gerais para o uso e implemetação da AIA só foram estabelecidas a partir da Resolução Coama 01/86. A ecessidade de EIA para o liceciameto é reforçada pela Costituição Federal de 1988 que icumbiu ao Poder Público exigir, a forma da lei, para istalação de obra ou de atividade potecialmete causadora de sigificativa degradação do meio ambiete, estudo prévio de impacto ambietal, a que se dará publicidade 42.

32 32 Tribual de Cotas da Uião Além disso, segudo o art. 3º da Resolução Coama 237/97, todas as atividades e empreedimetos cosiderados, efetiva ou potecialmete, causadores de sigificativa degradação do meio ambiete depederão de estudo de impacto ambietal (EIA) e de respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiete (Rima). Para idetificar atividades e empreedimetos que demadam o EIA, a Resolução Coama 01/86 apresetou uma lista com algus deles cosiderados potecialmete causadores de sigificativo impacto ambietal 43. Destaca-se que essa lista é apeas exemplificativa e que, por isso, poderá ser ampliada, mas ão reduzida. Cabe destacar que o iciso IV, 1º do art. 225 da Costituição Federal de 1988 ão torou o EIA exigível em todos os casos, permitido àqueles relacioados a empreedimeto ou atividade ão potecialmete causadora de sigificativa degradação ambietal a possibilidade de dispesa da realização desse estudo. O que ão sigifica que a Carta Maga teha dispesado o órgão liceciador competete de proceder à avaliação do impacto ambietal (AIA) do empreedimeto a ser liceciado por meio de outros estudos ambietais. Nesses casos, quado o impacto ambietal de determiada atividade for cosiderado ão-sigificativo, o órgão ambietal competete poderá demadar, como subsídio ao processo decisório, outros estudos ambietais que ão o EIA, tais como relatório ambietal, plao e projeto de cotrole ambietal, relatório ambietal prelimiar, diagóstico ambietal, plao de maejo, plao de recuperação de área degradada e aálise prelimiar de risco 44. Assim, a Resolução Coama 237/97, o parágrafo úico de seu art. 3º, assevera que o órgão ambietal competete, verificado que a atividade ou empreedimeto ão é potecialmete causador de sigificativa degradação do meio ambiete, defiirá os estudos ambietais pertietes ao respectivo processo de liceciameto. Dessa forma, quado da solicitação de liceça prévia, ou da regularização de empreedimeto em fase de istalação ou de operação que ão dispoha da correspodete liceça, o órgão ambietal especifica os estudos ambietais que devem ser apresetados como codição para a cocessão de liceça. Por estudos ambietais etede-se aqueles que avaliam os aspectos ambietais relacioados a localização, istalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreedimeto, apresetado como subsídio para a aálise da liceça requerida 45. A defiição da ecessidade desses estudos é feita pela legislação ou de acordo com critérios do próprio órgão ambietal, ao aalisar o caso cocreto. Destaca-se que, o âmbito federal, ao Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Reováveis (Ibama) cabe apeas determiar a feitura e realizar a aálise de estudos de impacto ambietal (EIA) e de relatórios de impacto ambietal (Rima) 46. Cotudo, ates de apresetar a seção seguite, é importate destacar que os estudos ambietais supracitados compõem a avaliação de impactos ambietais (AIA) e ão se cofudem com a avaliação ambietal estratégica (AAE). A pricipal difereça etre a AIA e a AAE é que, o Brasil, a AIA é empregada usualmete a avaliação ambietal de projetos de obras e atividades, e a AAE, a avaliação ambietal de políticas, plaos e programas. Assim, apesar de o liceciameto de empreedimetos e atividades potecialmete poluidores, que utilizam a AIA em suas aálises, ser um istrumeto importate para iserir a variável ambietal o processo de tomada de decisão, esse possui uma ação limitada, pois subsidia apeas as decisões de aprovação de projetos idividuais.

33 Cartilha de Liceciameto Ambietal 33 Dessa forma, etre os beefícios da AAE, ressalta-se que sua realização gera um cotexto de decisão mais amplo e itegrado com a proteção ambietal e uma melhor capacidade de avaliação de impactos cumulativos de diferetes projetos. Além disso, a AAE traz o beefício de fortalecer e facilitar a avaliação de impacto ambietal (AIA), por meio da atecipação da idetificação dos impactos poteciais das políticas, plaos e programas de govero, permitido reduzir o tempo e os recursos para avaliação ambietal de projetos idividuais. Destaca-se que o Acórdão 464/2004 Pleário TCU recomeda à Secretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos do Miistério do Plaejameto e Orçameto e à Secretaria Executiva da Casa Civil que aalisem a oportuidade e a relevâcia da adoção da Avaliação Ambietal Estratégica o processo de elaboração do Plao Pluriaual (PPA) e o plaejameto de políticas, plaos e programas setoriais, respectivamete. Essa recomedação foi acatada, e o PPA já cotempla esse istrumeto. Na seção seguite, o Estudo de Impacto Ambietal (EIA) e o Relatório de Impacto Ambietal (Rima) serão os úicos estudos a ser apresetados, haja vista que esses estão presetes a avaliação de empreedimetos e atividades com maior dao ao meio ambiete. ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL O estudo de impacto ambietal (EIA) é o exame ecessário para o liceciameto de empreedimetos com sigificativo impacto ambietal 47. Apesar de a Resolução Coama 01/86, em seu art. 2º, listar, a título exemplificativo, os casos de empreedimetos ou atividades sujeitas ao EIA e ao Rima, caberá ao órgão ambietal competete idetificar as atividades e os empreedimetos causadores de impactos sigificativos. Cabe salietar que o termo sigificativo é alvo de grade subjetividade. Cotudo, seria impossível o estabelecimeto de um critério objetivo úico que pudesse vigorar em todo o território acioal. O que é sigificativo, importate, relevate, em um grade cetro, poderá ão ter a mesma sigificação a zoa rural. Há empreedimetos perfeitamete suportáveis, do poto de vista do cotrole ambietal, em certos lugares, mas absolutamete iadmissíveis em outros 48. O EIA deve ser elaborado por profissioais legalmete habilitados 49 e deve: i) cotemplar todas as alterativas tecológicas e de localização de projeto, cofrotado-as com a hipótese de ão execução do projeto; ii) idetificar e avaliar sistematicamete os impactos ambietais gerados as fases de implatação e operação da atividade; iii) defiir os limites da área geográfica a ser direta ou idiretamete afetados pelos impactos, deomiados área de ifluêcia do projeto, cosiderado, em todos os casos, a bacia hidrográfica a qual se localiza; iv) cosiderar os plaos e programas goverametais propostos e em implatação a área de ifluêcia do projeto e sua compatibilidade 50. De acordo com o art. 6º da Resolução Coama 237/97, o EIA deve ser composto obrigatoriamete por quatro seções: 1. diagóstico ambietal da área de ifluêcia do empreedimeto: deve descrever e aalisar as potecialidades dos meios físico, biológico e socioecoômico da área de ifluêcia do empreedimeto, iferido sobre a situação desses elemetos ates e depois da implatação do projeto; 2. aálise dos impactos ambietais do projeto e de suas alterativas: cotempla a previsão da magitude e a iterpretação da importâcia dos prováveis impactos relevates do empreedimeto, discrimiado os impactos positivos e

34 34 Tribual de Cotas da Uião egativos (beéficos e adversos), diretos e idiretos, imediatos e a médio e logo prazos, temporários e permaetes; o grau de reversibilidade desses impactos; suas propriedades cumulativas e siérgicas; a distribuição dos ôus e beefícios sociais; 3. medidas mitigadoras dos impactos egativos: devem ter sua eficiêcia avaliada a partir da implemetação dos programas ambietais previstos para serem implemetados durate a vigêcia da LI; e 4. programa de acompahameto e moitorameto: deve abrager os impactos positivos e egativos, idicado os padrões de qualidade a serem adotados como parâmetros. Cosiderado a extesão, o ível de detalhameto do EIA e o fato de ele ser redigido em liguagem técica, o Relatório de Impacto Ambietal (Rima) é elaborado, em liguagem mais acessível, com o objetivo de ateder à demada da sociedade por iformações a respeito do empreedimeto e de seus impactos. RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL RIMA O Rima é exigido os mesmos casos em que se exige o EIA 51. Diferetemete do que vem ocorredo em muitos casos, o Rima ão é, e em deve ser, um resumo do EIA. O EIA e o Rima são dois documetos distitos com focos difereciados. O EIA tem como objeto o diagóstico das potecialidades aturais e socioecoômicas, os impactos do empreedimeto e as medidas destiadas a mitigação, compesação e cotrole desses impactos. Já o Rima oferece iformações esseciais para que a população teha cohecimeto das vatages e desvatages do projeto e as coseqüêcias ambietais de sua implemetação. Em termos gerais, pode-se dizer que o EIA é um documeto técico e que o Rima é um relatório gerecial. O Rima deve coter, de acordo com os icisos I a VIII do art. 9º da Resolução Coama 01/86: I. os objetivos e as justificativas do projeto, sua relação e sua compatibilidade com as políticas setoriais, plaos e programas goverametais; II. a descrição do projeto e suas alterativas tecológicas e locacioais, especificado para cada um deles, as fases de costrução e operação, a área de ifluêcia, as matérias primas e mão-de-obra, as fotes de eergia, os processos e técica operacioais, os prováveis efluetes, emissões, resíduos de eergia e os empregos diretos e idiretos a serem gerados; III. a sítese dos resultados dos estudos de diagóstico ambietal da área de ifluêcia do projeto; IV. a descrição dos prováveis impactos ambietais da implatação e da operação da atividade, cosiderado o projeto, suas alterativas, os horizotes de tempo de icidêcia dos impactos e idicado métodos, técicas e critérios adotados para sua idetificação, quatificação e iterpretação; V. a caracterização da qualidade ambietal futura da área de ifluêcia, comparado as diferetes situações da adoção do projeto e suas alterativas e a hipótese de sua ão-realização; VI. a descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos egativos, mecioado aqueles que ão puderam ser evitados, e o grau de alteração esperado; VII. o programa de acompahameto e moitorameto dos impactos; VIII. a recomedação quato à alterativa mais favorável (coclusões e cometários de ordem geral).

35 Cartilha de Liceciameto Ambietal 35 A aálise dos ites ateriores permite cocluir que o Rima é um cojuto de iformações destiadas a possibilitar a avaliação do potecial impactate do empreedimeto. O Rima deve ser apresetado de forma objetiva e adequada à compreesão do público em geral. As iformações devem ser produzidas em liguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técicas de comuicação visual, de modo que se possa eteder as vatages e as desvatages do projeto e todas as coseqüêcias ambietais de sua implemetação Lei 6.938/81, art. 2º. 39. Oliveira, A. I. Itrodução à Legislação Ambietal Brasileira e Liceciameto Ambietal. Editora Lume Juris, Rio de Jaeiro, p. 403, Resolução Coama 01/86, art. 2º. 41. Iciso III do art. 6.º da Resolução Coama 01/ Iciso IV, 1º do art. 225 da Costituição Federal de Aexo III. 44. Iciso III, do art. 1.º da Resolução Coama 237/ Resolução Coama 237/97, art. 1º, III. 46. Resolução Coama 01/86, art. 3º e Resolução Coama 237/97, artigos 3º e 4º. 47. Art. 3.º da Resolução Coama 237/ Oliveira, A. I. Itrodução à Legislação Ambietal Brasileira e Liceciameto Ambietal. Editora Lume Juris, Rio de Jaeiro, pág 426, Art. 11 da Resolução Coama 237/ Art. 5º da Resolução Coama 01/ Aexo III. 52. Parágrafo úico do art. 9º da Resolução Coama 01/86.

36 CAPÍTULO VI CONSEQÜÊNCIAS DA AUSÊNCIA OU FALHA NO LICENCIAMENTO

37 37 O liceciameto ambietal é processo complexo que evolve a obteção de três liceças ambietais, além de demadar tempo e recursos. Etretato, os custos e o prazo para a obteção do devido liceciameto ão se cotrapõem aos requisitos de agilidade e racioalização de custos de produção, ieretes à atividade ecoômica. Ao cotrário, ateder à legislação do liceciameto implica racioalidade. Ao agir coforme a lei, o empreededor tem a seguraça de que pode gereciar o plaejameto de sua empresa o atedimeto às demadas de sua clietela sem os possíveis problemas de embargos e paralisações, além de garatir que sua atuação será compatível com o meio ambiete. O liceciameto é codição essecial para se obter fiaciameto juto a etidades e órgãos bem como coseguir icetivos goverametais para o empreedimeto 53. Sem as devidas liceças, o projeto pode ficar comprometido pela falta de recursos fiaceiros ou por ter icetivos fiscais, a que faria jus, egados. Solicitar ao órgão ambietal competete o liceciameto é codição essecial para o bom adameto do processo. O requerimeto de liceças em órgão que ão teha competêcia origiária para emiti-las ocasioará a coseqüete iterrupção do processo de liceciameto ou a realização de ovo liceciameto, com assução da competêcia origiária ou avocação da competêcia pelo órgão adequado. A realização de projeto básico e projeto executivo ates da expedição da liceça prévia pode acarretar prejuízos desecessários e deve ser evitada. O ecadeameto correto é obter a liceça prévia e, posteriormete, elaborar os projetos de egeharia, pois, caso a liceça impoha mudaças a localização ou a cocepção do empreedimeto, o projeto deverá ser ecessariamete refeito para se adaptar ao que foi aprovado. Iiciar as obras ates de cocedida a competete liceça de istalação acarretará a paralisação da costrução. Além da iterrupção dos trabalhos, atraso o croograma e aumeto dos custos da obra, a falta da liceça acarretará prováveis alterações do projeto para adaptá-los às codicioates, atraso o iício da operação do empreedimeto e prejuízos fiaceiros, detre outros.

38 38 Tribual de Cotas da Uião A ausêcia das liceças ambietais relativas a cada fase do empreedimeto cofigura irregularidade grave perate o Tribual de Cotas da Uião (ites e do Acórdão 516/2003-TCU-Pleário). A coseqüêcia direta é a iterrupção do repasse de recursos federais para custear a obra pública. A falha ou ausêcia de liceciameto ambietal é crime e pode ocasioar também as seguites coseqüêcias: pea de deteção de um a seis meses, ou multa, ou ambas as peas cumulativamete aos empreededores, a hipótese de costruir, reformar, ampliar, istalar ou fazer fucioar, em qualquer parte do território acioal, estabelecimetos, obras ou serviços potecialmete poluidores, sem liceça ou autorização dos órgãos ambietais competetes, ou cotrariado as ormas legais e regulametares pertietes (Lei 9.605/98, art. 60). Haverá agravameto de pea, o caso de abuso do direito obtido mediate o liceciameto ambietal (Lei 9.605/98, art. 15, II, o e art. 29, 4º, IV); pea de deteção de um a três aos e multa, quado aquele que tiver o dever legal ou cotratual de fazê-lo deixar de cumprir obrigação de relevate iteresse ambietal. Se o crime é culposo, a pea é de três meses a um ao, sem prejuízo da multa (Lei de crimes ambietais, art. 68); pea de reclusão de três a seis aos e multa para aquele que elaborar ou apresetar, o liceciameto, cocessão florestal ou qualquer outro procedimeto admiistrativo, estudo, laudo ou relatório ambietal total ou parcialmete falso ou egaoso, iclusive por omissão. Se o crime é culposo, pea de deteção, de um a três aos. A pea é aumetada de 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços) se há dao sigificativo ao meio ambiete, em decorrêcia do uso da iformação falsa, icompleta ou egaosa (Lei de crimes ambietais, art. 69-A);

39 Cartilha de Liceciameto Ambietal 39 sações admiistrativas: suspesão de veda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade; demolição de obra e suspesão parcial ou total de atividades (Lei de Crimes Ambietais, art. 72, 7º); suspesão ou cacelameto da liceça ambietal pelo órgão ambietal, as hipóteses de (Resolução Coama 237/97, art. 19): - violação ou iadequação de quaisquer codicioates ou ormas legais; - omissão ou falsa descrição de iformações relevates que subsidiaram a expedição da liceça; - superveiêcia de graves riscos ambietais e de saúde; deúcia do empreedimeto pelo Miistério Público, atuado a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos iteresses sociais e idividuais idispoíveis (caput do art. 127 da CF), os casos de verificação de ilegalidade o procedimeto de liceciameto ou a implemetação de codicioates. O ão-cumprimeto das medidas ecessárias à preservação ou correção dos icoveietes e daos causados pela degradação da qualidade ambietal acarretará também 54 : multa simples ou diária; perda ou restrição de icetivos e beefícios fiscais; perda ou suspesão de participação em lihas de fiaciameto em estabelecimetos oficiais de crédito; e suspesão de sua atividade. Caberá também ao poluidor, idepedete da existêcia de culpa, ideizar ou reparar os daos causados ao meio ambiete e a terceiros. Icorre o mesmo crime a autoridade competete que deixar de promover as medidas tedetes a impedir essas práticas. 53. Lei 6.938/81, art Lei 6.938/81, art. 14.

40 CAPÍTULO VII CUSTO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

41 O liceciameto evolve as seguites despesas, todas a cargo do empreededor: cotratação da elaboração dos estudos ambietais (EIA, Rima, etc.); cotratação, se ecessário, de empresa de cosultoria para iteragir com o órgão ambietal 55 (acompahado a tramitação do processo de liceciameto), podedo ou ão ser a mesma empresa que elaborou o EIA/Rima; despesas relativas à realização de reuiões e/ou audiêcias públicas, caso ecessárias; despesas com publicações a impresa de atos relacioados com o processo de liceciameto; pagameto da compesação ambietal; pagameto das taxas (emissão das liceças e da aálise dos estudos e projetos) cobradas pelo órgão liceciador; e despesas relativas à implemetação dos programas ambietais (medidas mitigadoras). Os valores despedidos para a elaboração dos estudos ambietais e a cotratação de empresa especializada para iteragir com o órgão ambietal variam de acordo com os fatores evolvidos, com o tamaho e a localização do empreedimeto e com a magitude dos seus impactos. O pagameto de taxas de emissão de liceça ambietal evolve dois compoetes de custo: o valor da liceça e o custo da aálise. O primeiro é uma taxa cobrada pela emissão da liceça ambietal. O segudo é o valor que o órgão ambietal cobra pela aálise dos estudos ambietais ecessários para fudametar a decisão de emitir a liceça pleiteada. Importate destacar que o pagameto é feito para cada uma das liceças ambietais (LP, LI e LO) e respectivas reovações. Assim, para receber a LP, paga-se pela sua emissão e pela aálise dos estudos que ortearam a decisão do órgão ambietal para a outorga dessa liceça, quais sejam, o EIA, o Rima e outros estudos exigidos pelo órgão ambietal. Na LI, o valor cobrado por ela referese ao valor exigido pela aálise dos plaos e programas ambietais detalhados, apresetados pelo empreededor quado da solicitação da LI, e outros documetos porvetura requeridos pelo órgão ambietal. Na LO, paga-se o valor da liceça e o valor devido ao órgão ambietal pela aálise do relatório de implemetação dos programas ambietais e demais documetos apresetados quado da solicitação dessa liceça. 41

42 42 Tribual de Cotas da Uião O custo da aálise dos documetos ecessários para a obteção da liceça ambietal 56 iclui as despesas com viages para fis de vistoria do empreedimeto (diárias e passages) e os custos da aálise propriamete dita, que cosidera os salários e os respectivos ecargos da equipe do órgão resposável, o período em que durar a aálise dos estudos ambietais 57. O valor de cada liceça, a depeder do potecial poluidor e/ ou porte do empreedimeto, é fixo para cada um dos tipos de liceça ambietal (LP, LI, LO), em fução da categoria em que o empreedimeto se equadra a classificação do órgão ambietal. A título de ilustração, o Ibama dispoibiliza em seu sítio o valor cobrado pelas liceças, que depederá do tipo de liceça e do tamaho do empreedimeto (pequeo, médio, grade) 58. O prouciameto de outros órgãos ambietais 59 ão deve implicar ôus adicioal ao empreededor, pois o fato de um órgão cosultar o outro ão sigifica multiplicidade de liceciameto, e sim cooperação etre esferas de govero, prevista o art. 23 da Costituição Federal de A multiplicidade de liceciameto 60 está proibida pelo art. 7º da Resolução Coama 237/97. Do cotrário, o liceciameto poderia torar-se por demais oeroso, se viesse a depeder da maifestação de várias istâcias e esferas de govero. Outro custo presete o liceciameto refere-se à compesação ambietal. Como algus impactos ão são possíveis de serem mitigados, etre eles a perda da biodiversidade e de áreas represetativas do patrimôio cultural, histórico e arqueológico, o ordeameto jurídico que regra o liceciameto estabeleceu a possibilidade da compesação ambietal. Nesse setido, a compesação ambietal 61 passou a ser obrigatória para empreedimetos causadores de sigificativo impacto ambietal, sedo empregada para compesar os efeitos de impactos ão mitigáveis ocorridos quado da implatação de empreedimetos e idetificados o processo de liceciameto ambietal. Estes recursos são destiados às Uidades de Coservação do grupo de proteção itegral 62. A escolha de uidades de coservação a serem beeficiadas será defiida pelo órgão ambietal liceciador, cosiderado as propostas apresetadas o EIA/Rima e ouvido o empreededor, podedo, iclusive, ser cotemplada a criação de ovas uidades de coservação 63. O valor da compesação ambietal será sempre igual ou superior a 0,5% do custo total previsto para a implatação do empreedimeto 64. A base de cálculo da compesação ambietal é o custo cosiderado para execução das obras civis, tecologia a ser adotada a atividade, aquisição de terreo, istalações prediais, equipametos, isumos, ifra-estrutura geral, etc. A gradação da alíquota, a partir de meio por ceto, é feita com base o grau de impacto ambietal estabelecido pelo órgão ambietal. Em relação à regulametação da compesação ambietal, algus dos pricipais potos destacados pela Resolução Coama 371/2006 são: os empreededores públicos e privados se submetem às mesmas exigêcias o que se refere à compesação ambietal; para estabelecimeto do grau de impacto ambietal, serão cosiderados somete os impactos ambietais causados aos recursos ambietais, excluido riscos da operação do empreedimeto, ão podedo haver redudâcia de critérios (Lei 9.985/00, art. 2 º, IV);

43 Cartilha de Liceciameto Ambietal 43 para o cálculo da compesação ambietal, serão cosiderados os custos totais previstos para implatação do empreedimeto e a metodologia de gradação de impacto ambietal defiida pelo órgão ambietal competete; os ivestimetos destiados à melhoria da qualidade ambietal e à mitigação dos impactos causados pelo empreedimeto, exigidos pela legislação ambietal, itegrarão os seus custos totais para efeito do cálculo da compesação ambietal; os ivestimetos destiados à elaboração e implemetação dos plaos, programas e ações ão exigidos pela legislação ambietal, mas estabelecidos o processo de liceciameto ambietal para mitigação e melhoria da qualidade ambietal ão itegrarão os custos totais para efeito do cálculo da compesação ambietal; os custos referidos o item aterior deverão ser apresetados e justificados pelo empreededor e aprovados pelo órgão ambietal liceciador; para efeito do cálculo da compesação ambietal, os empreededores deverão apresetar a previsão do custo total de implatação do empreedimeto ates da emissão da liceça de istalação, garatidas as formas de sigilo previstas a legislação vigete; o percetual estabelecido para a compesação ambietal de ovos empreedimetos deverá ser defiido o processo de liceciameto, quado da emissão da liceça prévia, ou quado esta ão for exigível, da liceça de istalação; ão será exigido o desembolso da compesação ambietal ates da emissão da liceça de istalação; a fixação do motate da compesação ambietal e a celebração do termo de compromisso correspodete deverão ocorrer o mometo da emissão da liceça de istalação; o valor da compesação ambietal fica fixado em meio por ceto dos custos previstos para a implatação do empreedimeto até que o órgão ambietal estabeleça e publique metodologia para defiição do grau de impacto ambietal. 55. A cotratação de empresa de cosultoria fica a critério da coveiêcia do empreededor, já que o adameto da solicitação de liceça ambietal pode ser acompahado pelo próprio empreededor. 56. Art. 13 da Resolução Coama 237/ Há a possibilidade de o órgão ambietal icluir o custo da aálise uma parcela a título de Despesas Admiistrativas, destiada a cobrir gastos como fotocópias, eergia elétrica e outros custos admiistrativos Art. 4º, 1º, art. 5º, úico e art. 6º, da Resolução Coama 237/ Ates da promulgação da Costituição Federal de 1988, era admissível o liceciameto múltiplo, coforme se vê do art. 2.º da Resolução Coama 06/87. A ova Costituição optou por estabelecer a cooperação etre os órgãos e esferas de govero durate o processo de liceciameto, em vez do liceciameto múltiplo. 61. Criada pelo art. 36 da Lei 9.985/00 que istitui o Sistema Nacioal de Uidades de Coservação e regulametado pelo Decreto 4.340/02, alterado pelo Decreto 5.566/ Uidades de Proteção Itegral: I - Estação Ecológica; II - Reserva Biológica; III - Parque Nacioal; IV - Moumeto Natural; V - Refúgio de Vida Silvestre (Lei 9.985/00, art. 8º). 63. Lei 9.985/00, art. 36, 2º. 64. Lei 9.985/00, art. 36.

44 44 Tribual de Cotas da Uião

45 Cartilha de Liceciameto Ambietal 45 ANEXO I PRINCIPAIS ACÓRDÃOS DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Acórdão 26/2002-TCU-Pleário, item 8.2, subitem e, 7º e 8º: determia que as etapas seqüeciais o liceciameto de obras serão, detre outras, a obteção da liceça de istalação, primeiramete, e a licitação da obra, posteriormete. Acórdão 516/2003-TCU-Pleário, subitem : a cotratação de obras com base em projeto básico elaborado sem a existêcia de liceça ambietal prévia é idício de irregularidade grave. Acórdão 516/2003-TCU-Pleário, subitem : o iício das obras sem a devida liceça de istalação e o iício das operações do empreedimeto sem a devida liceça de operação são cosiderados idícios de irregularidade grave. Acórdão 1.572/2003 TCU-Pleário, item 9.3: recomede à Secretaria do Tesouro Nacioal - STN que, com base o artigo 86 da LDO e tedo em cosideração o Acórdão TCU 516/ Pleário (subitem 9.2.3), providecie a adequação do ormativo que regulameta os repasses de recursos estabelecedo a obrigatoriedade de: - Subitem 9.3.1: a liceça ambietal prévia preceder a celebração do covêio e a liceça de istalação ateceder a liberação de recursos, coforme os artigos 10 e 12 da Lei 6.938/81; - Subitem 9.3.2: os plaos de trabalho dos covêios cotemplarem a implemetação das medidas ambietais estabelecidas os estudos ambietais, coforme o 1º do artigo 2º da IN STN 01/97 combiado com o parágrafo úico do artigo 12 da Lei 6.938/81 e com o iciso IX do artigo 6º da Lei 8.666/93. Essa recomedação resultou em alterações a Istrução Normativa STN 01/97, que disciplia a celebração de covêios de atureza fiaceira que teham por objeto a execução de projetos ou a realização de evetos. Acórdão 464/2004 TCU-Pleário, item 9.2: recomede à Secretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos do Miistério do Plaejameto e Orçameto que aalise a coveiêcia e oportuidade de passar a adotar a Avaliação Ambietal Estratégica o processo de elaboração do Plao Pluriaual. Acórdão 464/2004 TCU-Pleário, item 9.3: recomede à Secretaria Executiva da Casa Civil que aalise a coveiêcia e oportuidade de passar a orietar os órgãos e etidades do Govero Federal que causam impactos ambietais sigificativos, para que apliquem a Avaliação Ambietal Estratégica o plaejameto de políticas, plaos e programas setoriais. Acórdão 1.869/2006-TCU-Pleário, subitem 2.2.1: o órgão ambietal deverá emitir parecer técico coclusivo que exprima de forma clara suas coclusões e propostas de ecamihameto bem como sua opiião sobre a viabilidade ambietal do empreedimeto. Acórdão 1.869/2006-TCU-Pleário, subitem 2.2.2: o órgão ambietal ão poderá admitir a postergação de estudos de diagóstico próprios da fase prévia para as fases posteriores sob a forma de codicioates do liceciameto.

46 46 Tribual de Cotas da Uião ANEXO II RELAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS E ATIVIDADES QUE NECESSITAM DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL (ANEXO I DA RESOLUÇÃO CONAMA 237/97) Este rol de atividades é meramete exemplificativo, e outros tipos de empreedimetos poderão ecessitar de liceciameto ambietal, desde que utilizem recursos ambietais cuja atividade seja cosiderada efetiva ou potecialmete poluidora, ou que sejam capazes de causar degradação ambietal. EXTRAÇÃO E TRATAMENTO DE MINERAIS pesquisa mieral com guia de utilização lavra a céu aberto, iclusive de aluvião, com ou sem beeficiameto lavra subterrâea com ou sem beeficiameto lavra garimpeira perfuração de poços e produção de petróleo e gás atural INDÚSTRIA DE PRODUTOS MINERAIS NÃO METÁLICOS beeficiameto de mierais ão metálicos, ão associados à extração fabricação e elaboração de produtos mierais ão metálicos tais como: produção de material cerâmico, cimeto, gesso, amiato e vidro, etre outros. INDÚSTRIA METALÚRGICA fabricação de aço e de produtos siderúrgicos produção de fudidos de ferro e aço / forjados / arames / relamiados com ou sem tratameto de superfície, iclusive galvaoplastia metalurgia dos metais ão-ferrosos, em formas primárias e secudárias, iclusive ouro produção de lamiados / ligas / artefatos de metais ãoferrosos com ou sem tratameto de superfície, iclusive galvaoplastia relamiação de metais ão-ferrosos, iclusive ligas produção de soldas e aodos metalurgia de metais preciosos metalurgia do pó, iclusive peças moldadas fabricação de estruturas metálicas com ou sem tratameto de superfície, iclusive galvaoplastia fabricação de artefatos de ferro / aço e de metais ãoferrosos com ou sem tratameto de superfície, iclusive galvaoplastia têmpera e cemetação de aço, recozimeto de arames, tratameto de superfície

47 Cartilha de Liceciameto Ambietal 47 INDÚSTRIA MECÂNICA fabricação de máquias, aparelhos, peças, utesílios e acessórios com e sem tratameto térmico e/ou de superfície INDÚSTRIA DE MATERIAL ELÉTRICO, ELETRÔNICO E COMUNICAÇÕES fabricação de pilhas, baterias e outros acumuladores fabricação de material elétrico, eletrôico e equipametos para telecomuicação e iformática fabricação de aparelhos elétricos e eletrodomésticos INDÚSTRIA DE MATERIAL DE TRANSPORTE fabricação e motagem de veículos rodoviários e ferroviários, peças e acessórios fabricação e motagem de aeroaves fabricação e reparo de embarcações e estruturas flutuates INDÚSTRIA DE MADEIRA serraria e desdobrameto de madeira preservação de madeira fabricação de chapas, placas de madeira aglomerada, presada e compesada fabricação de estruturas de madeira e de móveis INDÚSTRIA DE PAPEL E CELULOSE fabricação de celulose e pasta mecâica fabricação de papel e papelão fabricação de artefatos de papel, papelão, cartolia, cartão e fibra presada

48 48 Tribual de Cotas da Uião INDÚSTRIA DE BORRACHA beeficiameto de borracha atural fabricação de câmara de ar e fabricação e recodicioameto de peumáticos fabricação de lamiados e fios de borracha fabricação de espuma de borracha e de artefatos de espuma de borracha, iclusive látex INDÚSTRIA DE COUROS E PELES secagem e salga de couros e peles curtimeto e outras preparações de couros e peles fabricação de artefatos diversos de couros e peles fabricação de cola aimal INDÚSTRIA QUÍMICA fabricação de preparados para limpeza e polimeto, desifetates, iseticidas, germicidas e fugicidas fabricação de titas, esmaltes, lacas, verizes, impermeabilizates, solvetes e secates fabricação de fertilizates e agroquímicos fabricação de produtos farmacêuticos e veteriários fabricação de sabões, detergetes e velas fabricação de perfumarias e cosméticos produção de álcool etílico, metaol e similares INDÚSTRIA DE PRODUTOS DE MATÉRIA PLÁSTICA fabricação de lamiados plásticos fabricação de artefatos de material plástico INDÚSTRIA TÊXTIL, DE VESTUÁRIO, CALÇADOS E ARTEFATOS DE TECIDOS produção de substâcias e fabricação de produtos químicos fabricação de produtos derivados do processameto de petróleo, de rochas betumiosas e de madeira fabricação de combustíveis ão derivados de petróleo produção de óleos/gorduras/ceras vegetais-aimais/óleos esseciais vegetais e outros produtos da destilação da madeira fabricação de resias e de fibras e fios artificiais e sitéticos e de borracha e látex sitéticos fabricação de pólvora/explosivos/detoates/muição para caça-desporto, fósforo de seguraça e artigos pirotécicos recuperação e refio de solvetes, óleos mierais, vegetais e aimais fabricação de cocetrados aromáticos aturais, artificiais e sitéticos beeficiameto de fibras têxteis, vegetais, de origem aimal e sitéticos fabricação e acabameto de fios e tecidos tigimeto, estamparia e outros acabametos em peças do vestuário e artigos diversos de tecidos fabricação de calçados e compoetes para calçados INDÚSTRIA DE PRODUTOS ALIMENTARES E BEBIDAS beeficiameto, moagem, torrefação e fabricação de produtos alimetares matadouros, abatedouros, frigoríficos, charqueadas e derivados de origem aimal fabricação de coservas preparação de pescados e fabricação de coservas de pescados

49 Cartilha de Liceciameto Ambietal 49 preparação, beeficiameto e idustrialização de leite e derivados fabricação e refiação de açúcar refio / preparação de óleo e gorduras vegetais produção de mateiga, cacau, gorduras de origem aimal para alimetação fabricação de fermetos e leveduras fabricação de rações balaceadas e de alimetos preparados para aimais fabricação de vihos e viagre fabricação de cervejas, chopes e maltes fabricação de bebidas ão alcoólicas, bem como egarrafameto e gaseificação de águas mierais fabricação de bebidas alcoólicas INDÚSTRIA DE FUMO fabricação de cigarros/charutos/cigarrilhas e outras atividades de beeficiameto do fumo INDÚSTRIAS DIVERSAS usias de produção de cocreto usias de asfalto serviços de galvaoplastia OBRAS CIVIS rodovias, ferrovias, hidrovias, metropolitaos barrages e diques caais para dreagem retificação de curso de água abertura de barras, embocaduras e caais trasposição de bacias hidrográficas outras obras de arte SERVIÇOS DE UTILIDADE produção de eergia termoelétrica trasmissão de eergia elétrica estações de tratameto de água iterceptores, emissários, estação elevatória e tratameto de esgoto saitário tratameto e destiação de resíduos idustriais (líquidos e sólidos) tratameto/disposição de resíduos especiais tais como: de agroquímicos e suas embalages usadas e de serviço de saúde, etre outros tratameto e destiação de resíduos sólidos urbaos, iclusive aqueles proveietes de fossas dragagem e derrocametos em corpos d água recuperação de áreas cotamiadas ou degradadas TRANSPORTE, TERMINAIS E DEPÓSITOS trasporte de cargas perigosas trasporte por dutos marias, portos e aeroportos termiais de miério, petróleo e derivados e produtos químicos depósitos de produtos químicos e produtos perigosos TURISMO complexos turísticos e de lazer, iclusive parques temáticos e autódromos

50 50 Tribual de Cotas da Uião ATIVIDADES DIVERSAS parcelameto do solo distrito e pólo idustrial ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS projeto agrícola criação de aimais projetos de assetametos e de coloização USO DE RECURSOS NATURAIS silvicultura exploração ecoômica da madeira ou leha e subprodutos florestais atividade de maejo de faua exótica e criadouro de faua silvestre utilização do patrimôio geético atural maejo de recursos aquáticos vivos itrodução de espécies exóticas e/ou geeticamete modificadas uso da diversidade biológica pela biotecologia

51 Cartilha de Liceciameto Ambietal 51 ANEXO III RELAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS QUE PODEM VIR A NECESSITAR DE EIA/RIMA PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL (RESOLUÇÃO CONAMA 01/86 E 11/86) I. estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolameto; II. ferrovias; III. portos e termiais de miério, petróleo e produtos químicos; IV. aeroportos, coforme defiidos pelo iciso I, art. 48, do Decreto-Lei 32/66; V. oleodutos, gasodutos, mierodutos, trocos coletores e emissários de esgotos saitários; VI. lihas de trasmissão de eergia elétrica, acima de 230KV; VII. obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fis hidrelétricos acima de 10MW, de saeameto ou de irrigação, abertura de caais para avegação, dreagem e irrigação, retificação de cursos d água, abertura de barras e embocaduras, trasposição de bacias, diques; VIII. extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão); IX. extração de miério, iclusive os da classe II, defiidas o Código de Mieração; X. aterros saitários, processameto e destio fial de resíduos tóxicos ou perigosos; XI. usias de geração de eletricidade, qualquer que seja a fote de eergia primária, acima de 10MW; XII. complexo e uidades idustriais e agro-idustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos); XIII. distritos idustriais e zoas estritamete idustriais - ZEI; XIV. exploração ecoômica de madeira ou de leha, em áreas acima de 100 hectares ou meores, quado atigir áreas sigificativas em termos percetuais ou de importâcia do poto de vista ambietal; XV. projetos urbaísticos acima de 100ha. ou em áreas cosideradas de relevate iteresse ambietal a critério do Ibama e dos órgãos muicipais e estaduais competetes; XVI. qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em quatidade superior a dez toeladas por dia; XVII. projetos agropecuários que cotemplem áreas acima de ha. ou meores, este caso, quado se tratar de áreas sigificativas em termos percetuais ou de importâcia do poto de vista ambietal, iclusive as áreas de proteção ambietal.

52 52 Tribual de Cotas da Uião ANEXO IV EXEMPLOS DE DEFINIÇÃO DE COMPETÊNCIA PARA LICENCIAR Exemplo 1 O empreededor pretede costruir uma barragem: possibilidade se o rio serve de froteira etre o Brasil e outro país, e os impactos ambietais diretos da barragem ultrapassam os limites territoriais do País, o liceciameto será a cargo do Ibama; possibilidade se o mesmo rio serve de froteira etre dois estados da Federação, ou se atravessa mais de um estado, e os impactos ambietais diretos da barragem ultrapassam os limites territoriais de um ou mais deles, o liceciameto será pelo Ibama; possibilidade se o rio serve de froteira etre dois muicípios, ou atravessa mais de um muicípio, e os impactos ambietais diretos da barragem ultrapassam os limites territoriais de um ou mais deles, o liceciameto será pelo órgão estadual do estado em que se localizam os muicípios. Exemplo 2 Pretede-se costruir uma usia de beeficiameto de material radioativo. Nesse caso, o liceciameto será pelo Ibama. Exemplo 3 Pretede-se costruir uma estrada: possibilidade tal estrada possui um trecho que atravessa área idígea, o liceciameto será a cargo do Ibama; possibilidade a estrada atravessa mais de um estado, o liceciameto será pelo Ibama; possibilidade a estrada e seus impactos ambietais diretos estão limitados a um úico estado, o liceciameto será pelo órgão estadual; possibilidade a estrada e seus impactos ambietais diretos estão limitados a um úico muicípio, o liceciameto será pelo órgão muicipal; possibilidade a estrada está adstrita a apeas um muicípio, mas atravessa uma uidade de coservação de domíio da Uião, o liceciameto será pelo Ibama. Exemplo 4 Pretede-se costruir um porto: possibilidade o porto será localizado ou desevolvido o mar territorial, o liceciameto será pelo Ibama; possibilidade o porto será localizado ou desevolvido em águas iteriores, e sua localização e seus impactos ambietais diretos estarão limitados a um úico estado, o liceciameto será pelo órgão estadual (salvo as hipóteses do art. 4º e icisos da Resolução Coama 237/97).

53 Cartilha de Liceciameto Ambietal 53 ANEXO V TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO NO DISTRITO FEDERAL E NOS ESTADOS SEDE - DISTRITO FEDERAL 4ª Secretaria de Cotrole Extero - 4ª SECEX SAFS, Quadra 4, Lote 1, Aexo I, Sala 151 CEP: , BRASÍLIA DF Tel.: (61) , , , Fax: (61) [email protected] ACRE Secretaria de Cotrole Extero o estado do Acre SECEX-AC Rua Guiomard Satos, 353 CEP: , RIO BRANCO AC Tel.: (68) , , Fax: (68) [email protected] ALAGOAS Secretaria de Cotrole Extero o estado de Alagoas SECEX-AL Aveida Assis Chateaubriad, 4118 CEP: , MACEIÓ AL Tel.: (82) , , Fax: (82) , [email protected] AMAPÁ Secretaria de Cotrole Extero o estado do Amapá SECEX-AP Rua Câdido Medes, 501 CEP: , MACAPÁ AP Tel.: (96) , , , Fax: (96) [email protected] AMAZONAS Secretaria de Cotrole Extero o estado do Amazoas SECEX-AM Aveida Joaquim Nabuco, 1193 CEP: , MANAUS AM Tel.: (92) , , , Fax: (92) [email protected] BAHIA Secretaria de Cotrole Extero o estado da Bahia SECEX-BA Aveida Tacredo Neves, 2242 CEP: , SALVADOR BA Tel.: (71) Fax: (71) [email protected]

54 54 Tribual de Cotas da Uião CEARÁ Secretaria de Cotrole Extero o estado do Ceará SECEX-CE Aveida Valmir Potes, 900 CEP: , FORTALEZA CE Tel.: (85) Fax: (85) [email protected] ESPÍRITO SANTO Secretaria de Cotrole Extero o estado do Espírito Sato SECEX-ES Rua Luiz Gozalez Alvarado, s/º CEP: , VITÓRIA ES Tel.: (27) Fax: (27) [email protected] GOIÁS Secretaria de Cotrole Extero o estado de Goiás SECEX-GO Aveida Couto Magalhães, 277 CEP: , GOIÂNIA GO Tel.: (62) Fax: (62) [email protected] MARANHÃO Secretaria de Cotrole Extero o estado do Marahão SECEX-MA Aveida Seador Vitorio Freire, 48 CEP: , SÃO LUÍS MA Tel.: (98) Fax: (98) [email protected] MATO GROSSO Secretaria de Cotrole Extero o estado do Mato Grosso SECEX-MT Rua 2, esquia com Rua C, Setor A, Quadra 4, Lote 4, CUIABÁ MT CEP: Tel.: (65) , , Fax: (65) [email protected] MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Cotrole Extero o estado do Mato Grosso do Sul SECEX-MS Rua da Paz, 780, CAMPO GRANDE MS CEP: Tel.: (67) , , Fax: (67) [email protected] MINAS GERAIS Secretaria de Cotrole Extero o estado de Mias Gerais SECEX-MG Rua Campia Verde, 593, BELO HORIZONTE MG CEP: Tel.: (31) , , , , , Fax: (31) PARÁ Secretaria de Cotrole Extero o estado do Pará SECEX-PA Travessa Humaitá, 1574, BELÉM PA CEP: Tel.: (91) , , , Fax: (91) [email protected]

55 Cartilha de Liceciameto Ambietal 55 PARAÍBA Secretaria de Cotrole Extero o estado da Paraíba SECEX-PB Praça Barão do Rio Braco, 33 CEP: , JOÃO PESSOA PB Tel.: (83) , , Fax: (83) [email protected] PARANÁ Secretaria de Cotrole Extero o estado do Paraá SECEX-PR Rua Doutor Faivre, 105 CEP: , CURITIBA PR Tel.: (41) Fax: (41) [email protected] PERNAMBUCO Secretaria de Cotrole Extero o estado de Perambuco SECEX-PE Rua Major Codeceira, 121 CEP: , RECIFE PE Tel.: (81) , Fax: (81) [email protected] PIAUÍ Secretaria de Cotrole Extero o estado do Piauí SECEX-PI Aveida Pedro Freitas, 1904, TERESINA PI CEP: Tel.: (86) , Fax: (86) [email protected] RIO DE JANEIRO Secretaria de Cotrole Extero o estado do Rio de Jaeiro SECEX-RJ Aveida Presidete Atôio Carlos, 375, Edifício do Miistério da Fazeda, 12º adar, Sala 1204 CEP: , RIO DE JANEIRO RJ Tel.: (21) , , Fax: (21) [email protected] RIO GRANDE DO NORTE Secretaria de Cotrole Extero o estado do Rio Grade do Norte SECEX-RN Aveida Rui Barbosa, 909 CEP: , NATAL RN Tel.: (84) , , Fax: (84) [email protected] RIO GRANDE DO SUL Secretaria de Cotrole Extero o estado do Rio Grade do Sul SECEX-RS Rua Caldas Júior, 120, Ed. Barisul, 20º adar CEP: , PORTO ALEGRE RS Tel.: (51) , , Fax: (51) [email protected] RONDÔNIA Secretaria de Cotrole Extero o estado de Rodôia SECEX-RO Rua Afoso Pea, 345 CEP: , PORTO VELHO RO Tel.: (69) , , , Fax: (69) [email protected]

56 56 Tribual de Cotas da Uião RORAIMA Secretaria de Cotrole Extero o estado de Roraima SECEX-RR Aveida Ville Roy, 5297 CEP: , BOA VISTA RR Tel.: (95) , , Fax: (95) [email protected] SANTA CATARINA Secretaria de Cotrole Extero o estado de Sata Cataria SECEX-SC Rua São Fracisco, 234 CEP: , FLORIANÓPOLIS SC Tel.: (48) Fax: (48) [email protected] SÃO PAULO Secretaria de Cotrole Extero o estado de São Paulo SECEX-SP Aveida Prestes Maia, 733, Ed. do Miistério da Fazeda, 21º adar, Sala 2101, Ala Prestes Maia, SÃO PAULO-SP CEP: , SÃO PAULO-SP Tel.: (21) Fax: (11) [email protected] SERGIPE Secretaria de Cotrole Extero o estado de Sergipe SECEX-SE Aveida Doutor Carlos Rodrigues da Cruz, 1340, Cetro Admiistrativo Augusto Fraco, ARACAJU SE CEP: , ARACAJU SE Tel.: (79) , , Fax: (79) [email protected] TOCANTINS Secretaria de Cotrole Extero o estado de Tocatis SECEX-TO 103 Norte, Rua NO-5, Lote 13, Ed. Razi, PALMAS TO CEP: , PALMAS TO Tel.: (63) Fax: (63) [email protected]

57 Cartilha de Liceciameto Ambietal 57 ANEXO VI ÓRGÃOS AMBIENTAIS ESTADUAIS ACRE INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO ACRE IMAC Rua Rui Barbosa, 135, Cetro CEP: , RIO BRANCO AC Tel.: (68) Fax: (68) ALAGOAS INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE IMA Aveida Major Cícero de Góes Moteiro, 2197, Mutage CEP: , MACEIÓ AL Tel.: (82) Fax: (82) DISQUE ECOLOGIA: AMAPÁ SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE SEMA Aveida Medoça Furtado, 53, Cetro CEP: , MACAPÁ AP Tel.: (96) , Fax: (96) AMAZONAS INSTITUTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO AMAZONAS IPAAM Rua Recife, 3280, Parque 10 de ovembro CEP: , MANAUS AM Tel.: (92) Fax: (92) LINHA VERDE: DENUNCIE: , BAHIA CENTRO DE RECURSOS AMBIENTAIS CRA Rua São Fracisco, 1, Bairro Mote Serrat CEP: , SALVADOR BA Tel.: (71) Fax: (71) CEARÁ SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE SEMACE Rua Jaime Beévolo, 1400, Bairro de Fátima CEP: , FORTALEZA CE Tel.: (85) Fax: (85) DISQUE NATUREZA: DISQUE RESÍDUOS:

58 58 Tribual de Cotas da Uião DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO URBANO E MEIO AMBIENTE SEDUMA SCS, Quadra 6, Bloco A, Lote 13/14, Edifício-sede da Seduma CEP: , BRASÍLIA DF Tel.: (61) Fax: (61) [email protected] ESPÍRITO SANTO INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS IEMA Rodovia BR 262, KM 0, Pátio Porto Velho, Jardim América, CARIACICA ES CEP: Tel.: (27) , , Fax: (27) [email protected] GOIÁS AGÊNCIA GOIANA DE MEIO AMBIENTE 11º Aveida, 1272, Setor Leste Uiversitário CEP: , GOIÂNIA GO Tel.: (62) Fax: (62) [email protected] MARANHÃO SECRETRARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS - SEMA Aveida Colares Moreira, Quadra 19, o 9, Calhau (Maciel Jardis)CEP: , SÃO LUÍS - MA Tel.: (98) , , , Fax: (98) MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE SEMA Cetro Político Admiistrativo, Rua C, Palácio Paiaguás CEP: , CUIABÁ MT Tel.: (65) Fax: (65) OUVIDORIA: MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS SEMA Rua Desembargador Leão Neto do Carmo, Quadra 3, Setor 3, Parque dos Poderes CEP: , CAMPO GRANDE MS Tel.: (67) Fax: (67) [email protected]

59 Cartilha de Liceciameto Ambietal 59 MINAS GERAIS FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE FEAM Rua Espírito Sato, 495, Cetro, BELO HORIZONTE MG CEP: , BELO HORIZONTE MG Tel.: (31) , , PARÁ SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE SECTAM Travessa Lomas Valetia, 2717, Bairro do Marco CEP: , BELÉM PA Tel.: (91) Fax: (91) [email protected] PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE SECTMA Aveida João da Mata, Cetro Admiistrativo, Bloco II, 2º adar, Bairro Jaguaribe CEP: , JOÃO PESSOA PB Tel.: (83) Fax: (83) [email protected] PARANÁ INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ IAP Rua Egeheiro Rebouças, 1206, Bairro Rebouças CEP: , CURITIBA PR Tel.: (41) Fax: (41) [email protected] DENÚNCIAS: PERNAMBUCO SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE SECTMA/PE Rua Vital de Oliveira, 32, Bairro do Recife CEP: , RECIFE PE Tel.: (81) Fax: (81) www.sectma.pe.gov.br [email protected] PIAUÍ SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DO PIAUÍ SEMAR Rua Desembargador Freitas, 1599, Ed. Paulo VI, Cetro CEP: , TERESINA PI Tel.: (86) , , Fax: (86) [email protected]

60 60 Tribual de Cotas da Uião RIO DE JANEIRO FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE FEEMA Rua Foseca Teles, 121, 8º adar, São Cristóvão CEP: , RIO DE JANEIRO RJ Tel.: (21) Fax: (21) RIO GRANDE DO NORTE INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE IDEMA Aveida Nascimeto de Castro, 2127, Lagoa Nova CEP: , NATAL RN Tel.: (84) , Fax: [email protected] RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE SEMA Rua Carlos Chagas, 55, 9º adar, Cetro CEP: , PORTO ALEGRE RS Tel.: (51) [email protected] RONDÔNIA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SEDAM Estrada de Sato Atôio, 900, Parque Cujubim CEP: , PORTO VELHO RO Tel.: (69) , Fax: (69) , [email protected] RORAIMA FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FEMACT Aveida Ville Roy, 4935, Bairro São Pedro, BOA VISTA RR CEP: , BOA VISTA RR Tel.: (95) [email protected] SANTA CATARINA FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA FATMA Rua Felipe Schmidt, 485, Cetro, FLORIANÓPOLIS SC CEP: Tel.: (48) Fax: (48) [email protected]

61 Cartilha de Liceciameto Ambietal 61 SÃO PAULO COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL CETESB Aveida Professor Frederico Herma Júior, 345, Alto de Piheiros CEP: , SÃO PAULO SP Tel.: (11) Fax: (11) DISQUE MEIO AMBIENTE: SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS SEMA Aveida Heráclito Rollemberg, ARACAJU SE CEP: Tel.: (79) PABX: (79) [email protected] TOCANTINS INSTITUTO NATUREZA DO TOCANTINS NATURATINS AANE 40, QI 2, Lote 3A, Alameda 1, PALMAS TO CEP: Tel.: (63) , , Fax: (63) [email protected] LINHA VERDE:

62 62 Tribual de Cotas da Uião ANEXO VII LEGISLAÇÃO AMBIENTAL FEDERAL E NACIONAL REFERENTE A LICENCIAMENTO AMBIENTAL, POR TEMA 1. Costituição Federal Artigo 5º, LXXIII: Dispõe sobre a ação popular com vistas a aular ato lesivo ao patrimôio público, à moralidade admiistrativa, ao meio ambiete e ao patrimôio histórico e cultural. Artigo 20, II a XI, e parágrafos 1º e 2º: Dispõem sobre os bes da Uião relacioados ao meio ambiete. Artigo 21, icisos XIX, XXIII e XXV: Dispõem sobre as competêcias da Uião relacioadas ao meio ambiete. Artigo 22, icisos IV e XXVI: Dispõem sobre as competêcias legislativas privativas da Uião relacioadas ao meio ambiete. Artigo 23, icisos I, III, IV, VI, VII, VIII e XI: Dispõem sobre as competêcias comus da Uião, dos estados, do Distrito Federal e dos muicípios relacioadas ao meio ambiete. Artigo 24, VI a VIII: Dispõem sobre as competêcias legislativas cocorretes da Uião, dos estados e do Distrito Federal relacioadas ao meio ambiete. Artigo 26, I a III: Dispõem sobre os bes dos estados relacioados ao meio ambiete. Artigo 30, VIII e IX: Dispõem sobre a competêcia dos muicípios sobre o uso do solo urbao e o patrimôio histórico-cultural local. Artigo 43, parágrafo 2º, IV e parágrafo 3º: Dispõem sobre o aproveitameto dos rios e massas de água. Artigo 49, XIV e XVI: Estabelecem as competêcias do Cogresso Nacioal sobre atividades ucleares e terras idígeas. Artigo 91, parágrafo 1º, III: Estabelece a competêcia do Coselho de Defesa para propor sobre a utilização de áreas de preservação. Artigo 129, III: Dispõe sobre a fução istitucioal do Miistério Público em promover o iquérito civil e a ação civil pública, para proteção do patrimôio público e social, do meio ambiete e de outras áreas de iteresse. Artigo 170, VI: Estabelece a defesa do meio ambiete como um pricípio da atividade ecoômica. Artigo 174, parágrafos 3º e 4º: Dispõem sobre a atividade garimpeira. Artigo 176: Dispõe que os recursos mierais e os poteciais de eergia hidráulica pertecem à Uião, mas que o produto da lavra é de propriedade do cocessioário, etre outras providêcias. Artigo 186, I e II: Estabelecem que a propriedade rural deve ser aproveitada de forma racioal e adequada, preservado o meio ambiete. Artigo 200, VII e VIII: Dispõem sobre as competêcias do Sistema Úico de Saúde quato às substâcias e aos produtos tóxicos, assim como ao meio ambiete. Artigo 216, V e parágrafos 1º e 3º: Dispõem sobre patrimôios culturais brasileiros relacioados ao meio ambiete.

63 Cartilha de Liceciameto Ambietal 63 Artigo 225: Dispõe sobre o meio ambiete. Artigos 231 e 232: Dispõem sobre as comuidades idígeas. Artigo 43 ADCT: Dispõe sobre as atividades mierárias. Artigo 44 ADCT: Dispõe sobre a exploração de recursos mierais. 2. Política de Meio Ambiete e Liceciameto Ambietal Lei 6.938, de 31/8/1981. Dispõe sobre a Política Nacioal de Meio Ambiete, seus fis e mecaismos de formulação e aplicação. Lei 7.347, de 24/7/1985. Disciplia a ação civil pública de resposabilidade por daos causados ao meio ambiete, ao cosumidor, a bes e direitos de valor artístico, histórico, turístico e dá outras providêcias. Lei 7.661, de 16/5/1988. Istitui o Plao Nacioal de Gereciameto Costeiro e dá outras providêcias. Lei 7.735, de 22/2/1989. Dispõe sobre a extição de órgão e de etidade autárquica, cria o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis e dá outras providêcias. Lei 7.797, de 10/7/1989. Cria o Fudo Nacioal de Meio Ambiete e dá outras providêcias. Lei 7.804, de 18/7/1989. Altera dispositivos das Leis 6.938/81, 7.735/89, 6.803/80 e 6.902/81. Lei 9.605, de 12/2/1998. Dispõe sobre as sações peais e admiistrativas derivadas de codutas e atividades lesivas ao meio ambiete e dá outras providêcias. Lei 9.795, de 27/4/1999. Dispõe sobre a educação ambietal, istitui a Política Nacioal de Educação Ambietal e dá outras providêcias. Lei 9.960, de 28/1/2000. Estabelece critérios para cobraça dos custos de liceciameto ambietal. Lei 9.966, de 28/3/2000. Dispõe sobre a preveção, o cotrole e a fiscalização da poluição causada por laçameto de óleo e outras substâcias ocivas ou perigosas em águas sob jurisdição acioal e dá outras providêcias. Lei , de 27/12/2000. Altera a Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacioal de Meio Ambiete. Lei , de 16/4/2003. Dispõe sobre o acesso público aos dados e iformações existetes os órgãos e etidades itegrates do Sistema Nacioal de Meio Ambiete Sisama. Decreto-Lei 3.365, de 21/6/1941. Dispõe sobre desapropriações por utilidade pública. Decreto , de 6/6/1990. Regulameta a Lei 6.902/1981 e a Lei 6.938/1981, que dispõem, respectivamete sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambietal e sobre a Política Nacioal do Meio Ambiete e dá outras providêcias. Decreto 3.179, de 21/9/1999. Dispõe sobre a especificação das sações aplicáveis às codutas e atividades lesivas ao meio ambiete e dá outras providêcias. Medida Provisória , de 16/11/2000. Acresceta dispositivo à Lei 9.605/98, que dispõe sobre as sações peais e admiistrativas derivadas de codutas e atividades lesivas ao meio ambiete e dá outras providêcias. Resolução Coama 1/86, de 23/1/1986. Dispõe sobre critérios básicos e diretrizes gerais para o Relatório de Impacto Ambietal - Rima. Resolução Coama 6/86, de 24/1/1986. Dispõe sobre a aprovação de modelos para publicação de pedidos de liceciameto.

64 64 Tribual de Cotas da Uião Resolução Coama 11/86, de 18/3/1986. Dispõe sobre alterações a Resolução Coama 1/86. Resolução Coama 9/87, de 3/12/1987. Dispõe sobre a questão de audiêcias públicas. Resolução Coama 1/88, de 13/6/1988. Dispõe sobre o Cadastro Técico Federal de atividades e istrumetos de defesa ambietal. Resolução Coama 6/89, de 15/6/1989. Dispõe sobre o Cadastro Nacioal de Etidades Ambietalistas CNEA. Resolução Coama 237/97, de 19/12/1997. Regulameta os aspectos de liceciameto ambietal estabelecidos a Política Nacioal do Meio Ambiete. Resolução Coama 281/01, de 12/7/2001. Dispõe sobre modelos de publicação de pedidos de liceciameto. Resolução Coama 286/01, de 30/8/2001. Dispõe sobre o liceciameto ambietal de empreedimeto as regiões edêmicas de malária. Resolução Coama 306/02, de 5/7/2002. Estabelece os requisitos míimos e o termo de referêcia para realização de auditorias ambietais. Resolução Coama 319/02, de 4/12/2002. Dá ova redação a dispositivos da Resolução Coama 273/00, que dispõe sobre preveção e cotrole da poluição em postos de combustíveis e serviços. Resolução Coama 377/06, de 9/10/2006. Dispõe sobre liceciameto ambietal simplificado de sistemas de esgotameto saitário. Resolução Coama 378/06, de 19/10/2006. Defie os empreedimetos potecialmete causadores de impacto ambietal acioal ou regioal para fis do disposto o iciso III, do 1 o, do art. 19, da Lei 4.771/65 e dá outras providêcias. Resolução Coama 381/06, de 14/12/2006. Altera dispositivos da Resolução Coama 306/02 e o Aexo II, que dispõe sobre os requisitos míimos para a realização de auditoria ambietal. Istrução Normativa STN 1/97, de 15/1/1997. Disciplia a celebração de Covêios de atureza fiaceira que teham por objeto a execução de projetos ou realização de evetos e dá outras providêcias. 3. Geração de Eergia Lei 9.427/96, de 27/12/1996. Istitui a Agêcia Nacioal de Eergia Elétrica - ANEEL, disciplia o regime das cocessões de Serviços Públicos de Eergia Elétrica e dá outras providêcias. Lei /02, de 26/4/2002. Dispõe sobre a expasão da oferta de eergia elétrica emergecial, cria o Programa de Icetivo às Fotes Alterativas de Eergia Elétrica e dá outras providêcias. Lei /04, de 16/03/2004. Autoriza a criação da Empresa de Pesquisa Eergética - EPE, viculada ao Miistério de Mias e Eergia e dá outras providêcias. Decreto-Lei 200, de 25/2/1967. Dispõe sobre os assutos que costituem a área de competêcia de cada miistério, iclusive eergia elétrica. Medida Provisória , de 24/8/2001. Cria e istala a Câmara de Gestão da Crise de Eergia Elétrica, do Coselho de Govero, estabelece diretrizes para programas

65 Cartilha de Liceciameto Ambietal 65 de efretameto da crise de eergia elétrica e dá outras providêcias. Resolução Coama 6/87, de 16/9/1987. Dispõe sobre o liceciameto ambietal de obras do setor de geração de eergia elétrica. Resolução Coama 279/01, de 27/6/2001. Estabelece procedimetos para o liceciameto ambietal simplificado de empreedimetos elétricos com pequeo potecial de impacto ambietal. Istrução Normativa Ibama 65/05, de 13/4/2005. Estabelece os procedimetos para liceciameto ambietal de usias hidrelétricas e pequeas cetrais hidrelétricas. Portaria MME 1.247/81, de 9/9/1981. Aprova as ormas operacioais do Programa de Mobilização Eergética, como istrumeto básico regulametador dos ivestimetos em projetos de desevolvimeto do carvão e outras formas de eergia. Resolução ANEEL 395/98, de 4/12/1998. Estabelece os procedimetos gerais para registro e aprovação de estudos de viabilidade e projeto básico de empreedimetos de geração hidrelétrica, assim como da autorização para exploração de cetrais hidrelétricas até 30MW e dá outras providêcias. Resolução ANEEL 112/99, de 18/5/1999. Estabelece os requisitos ecessários à obteção de registro ou autorização para implatação, ampliação ou repoteciação de cetrais geradoras termelétricas, eólicas e de outras fotes alterativas de eergia. Resolução ANEEL 235/06, de 14/11/2006. Estabelece os requisitos para a qualificação de cetrais termelétricas cogeradoras de eergia e dá outras providêcias. 4. Petróleo e Gás Lei 9.478/97, de 6/8/1997. Dispõe sobre a Política Eergética Nacioal, istitui o Coselho Nacioal de Política Eergética e a Agêcia Nacioal do Petróleo ANP. Resolução Coama 15/89, de 7/12/1989. Dispõe sobre a apresetação de EIAs, pela PETROBRÁS, sobre o uso de metaol como combustível. Resolução Coama 6/90, de 17/10/1990. Dispõe sobre a aplicação de dispersates químicos em vazametos, derrames e descargas de petróleo. Resolução Coama 23/94, de 7/12/1994. Istitui procedimetos específicos para o liceciameto de atividades relacioadas à exploração e lavra de jazidas de combustíveis líquidos e gás atural. Resolução Coama 265/00, de 27/1/2000. Derramameto de óleo a Baía de Guaabara e Idústria do Petróleo. Resolução Coama 269/00, de 14/9/2000. Regulameta o uso de dispersates químicos em derrames de óleo o mar. Resolução Coama 273/00, de 29/11/2000. Dispõe sobre preveção e cotrole da poluição em postos de combustíveis e serviços. Resolução Coama 350/04, de 6/7/2004. Dispõe sobre o liceciameto ambietal específico das atividades de aquisição de dados sísmicos marítimos e em zoas de trasição. Portaria Normativa Ibama 64N/92, de 19/6/1992. Estabelece critérios para cocessão de registro provisório aos dispersates químicos empregados as ações de combate aos derrames de petróleo e seus derivados.

66 66 Tribual de Cotas da Uião Portaria Normativa Ibama 101/93, de 23/9/1993. Trata de critérios específicos para liceciameto ambietal de exploração, perfuração e produção de petróleo e gás atural. Portaria Ibama 166-N, de 15/12/1998. Cria o Escritório de Liceciameto das atividades de Petróleo e Gás. Istrução Normativa ANP 31/90, de 10/2/1990. Estabelece as recomedações e procedimetos, visado o mauseio o armazeameto, trasporte, comercialização e cosumo da mistura AEHC/metaol/gasolia A. Portaria ANP 170/87, de 1/7/1987. Dispõe sobre especificações do gás residual de refiarias e processametos petroquímicos. Portaria ANP 30/90, de 16/2/1990. Dispõe sobre as especificações da mistura AEHC, metaol e gasolia a, para fis combustíveis. Portaria ANP 1.193/92, de 19/6/1992. Estabelece grupo de trabalho para auxiliar o Ibama a elaboração de istruções ormativas cotedo os procedimetos e exigêcias complemetares ecessários a aplicação da Resolução Coama 6/90, que trata do uso de dispersates químicos as ações de combate aos derrames de petróleo e seus derivados. Portaria ANP 188/98, de 18/12/1998. Estabelece as defiições para aquisição de dados aplicados à prospecção de petróleo (alterado pela Portaria ANP 35/99). 5. Extração Mieral (exceto Petróleo e Gás) Lei 6.403, de 15/12/1976. Modifica dispositivos do Decreto- Lei 227/67 (Código de Mieração). Lei 6.567, de 24/9/1978. Dispõe sobre o regime especial para exploração e aproveitameto de substâcias mierais que especifica (areias, cascalho e saibro). Lei 7.085, de 21/12/1982. Modifica dispositivos do Decreto- Lei 227/67 (Código de Mieração). Lei 7.805, de 18/7/1989. Altera o Decreto-Lei 227/67, cria o regime de permissão de lavra garimpeira. Lei 8.901, de 30/6/1994. Regulameta o disposto o parágrafo 2º, do artigo 176 da Costituição Federal e altera dispositivos do Decreto 227/67 (participação do proprietário do solo os resultados da lavra). Lei 8.982, de 24/1/1995. Dá ova redação ao artigo 1º, da Lei 6.567/78, que trata da exploração e aproveitameto de areias, cascalho e saibro. Lei 9.314, de 14/11/1996. Altera dispositivos do Decreto-Lei 227/67 (Código de Mieração). Lei 9.827, de 27/8/1999. Acresceta parágrafo úico ao art. 2º do Decreto-Lei 227, de 28 de fevereiro de 1967, com a redação dada pela Lei 9.314, de 14 de ovembro de Decreto-Lei 227, de 28/2/1967. Dá ova redação ao Decretolei (Código de Mias), de 29 de jaeiro de Decreto-Lei 1.865, de 26/2/1981. Dispõe sobre a ocupação provisória de imóveis para pesquisa e lavra de substâcias mierais que coteham elemetos ucleares. Decreto , de 4/10/1983. Altera dispositivos do Regulameto do Código de Mieração. Decreto , de 5/10/1987. Modifica dispositivos do Regulameto do Código de Mieração. Decreto , de 10/4/1989. Dispõe sobre a regulametação do artigo 2, iciso VIII, da Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981 e dá outras providêcias. Decreto , de 9/1/1990. Regulameta a Lei 7.805/89 (lavra garimpeira). Decreto 3.358, de 2/2/2000. Regulameta o disposto a Lei 9.827/99, que dispõe sobre a extração de substâcias mierais de uso imediato a costrução civil.

67 Cartilha de Liceciameto Ambietal 67 Resolução Coama 8/88, de 13/2/1988. Dispõe sobre o liceciameto de atividade mieral (trasformada o Decreto /89). Resolução Coama 9/90, de 6/12/1990. Dispõe sobre ormas específicas para o liceciameto ambietal de extração mieral, classes I, III a IX. Resolução Coama 10/90, de 6/12/1990. Dispõe sobre ormas específicas para o liceciameto ambietal de extração mieral, classe II. Portaria DNPM 237/01, de 18/10/2001. Aprova as ormas regulametares de mieração de que trata o art. 97 do Decreto-Lei 227/67. Portaria DNPM 367/03, de 27/8/2003. Dispões sobre a regulametação do art. 22, parágrafo 2º, do Código de Mieração, que trata da extração de substâcias mierais ates da outorga de lavra. 6. Eergia Nuclear Lei 6.453, de 17/10/1977. Dispõe sobre a resposabilidade civil por daos ucleares e a resposabilidade crimial por atos relacioados com atividades ucleares. Lei 9.765, de 17/12/1998. Istitui taxa de liceciameto, cotrole e fiscalização de materiais ucleares e radioativos e suas istalações. Lei , de 20/11/2001. Dispõe sobre a seleção de locais, a costrução, o liceciameto, a operação, a fiscalização, os custos, a ideização, a resposabilidade civil e as garatias referetes aos depósitos de rejeitos radioativos e dá outras providêcias. Decreto-Lei 1.865, de 26/2/1981. Dispõe sobre a ocupação provisória de imóveis para pesquisa e lavra de substacias mierais que coteham elemetos ucleares. Decreto-Lei 1.982, de 28/12/1982. Dispõe sobre o exercício das atividades ucleares icluídas o moopólio da Uião, o cotrole do desevolvimeto de pesquisas o campo de eergia uclear. Decreto , de 26/4/1966. Promulga o Tratado de Proscrição das Experiêcias com Armas Nucleares a Atmosfera o Espaço Cósmico e sob a Água. Decreto , de 29/7/1980. Dispõe sobre a co-localização de estações e usias ucleares. Decreto-Lei 1.809, de 7/10/1980. Istitui o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro e dá outras providêcias.

68 68 Tribual de Cotas da Uião Decreto , de 6/10/1983. Aprova o regulameto para a execução do serviço de trasporte rodoviário de cargas ou produtos perigosos, iclusive resíduos radioativos e dá outras providêcias. Decreto , de 24/1/1985. Estabelece reserva de miérios ucleares, de seus cocetrados ou de compostos químicos de elemetos ucleares, dispõe sobre estoque de material fértil e físsil especial. Decreto , de 18/5/1988. Aprova o regulameto para o trasporte rodoviário de produtos perigosos, iclusive resíduos radioativos e dá outras providêcias. Decreto , de 12/12/1988. Promulga o tratado sobre a proibição de colocação de armas ucleares e outros de destruição em massa os fudos marihos e leitos oceâicos e os subsolos, cocluído em 11/2/1971, Washigto, Lodres e Moscou, assiado em 3/9/1971. Decreto 8, de 15/1/1991. Promulga a coveção sobre assistêcia o caso de acidete uclear ou emergêcia radiológica. Decreto 9, de 15/1/1991. Promulga a coveção sobre prota otificação de acidete uclear. Decreto 95, de 16/4/1991. Promulga a coveção sobre a proteção física do material uclear. Decreto 2.210, de 22/4/1997. Regulameta o Decreto 1.809/80, que istitui o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipro) e dá outras providêcias. Decreto 2.413, de 4/12/1997. Dispõe sobre as atribuições da Comissão Nacioal de Eergia Nuclear as atividades de idustrialização, importação e exportação de mierais e miérios de lítio e seus derivados. Decreto 2.648, de 1/7/1998. Promulga o Protocolo da Coservação de Seguraça Nuclear, assiado em Viea, em 20/09/94. Decreto Legislativo 30, de 5/8/1964. Aprova o Tratado de Proscrição das Experiêcias com Armas Nucleares a Atmosfera, o Espaço Cósmico e sob a Água, assiado em Decreto Legislativo 50, de 27/11/1984. Aprova o texto da coveção sobre a proteção física do material uclear, Viea, a 15 de maio de Decreto Legislativo 2, de 11/2/1988. Aprova o texto dos tratados sobre a proibição de colocação de armas ucleares e outras de destruição em massa os fudos marihos e leitos oceâicos e os seus subsolos, cocluído a 11 de fevereiro de 1971, as cidades de Moscou, Lodres e Washigto, e assiado pelo Brasil a 3 de setembro de Decreto Legislativo 24, de 29/8/1990. Aprova os textos da Coveção Sobre Prota Notificação de Acidete Nuclear e da Coveção Sobre Assistêcia o Caso de Acidete Nuclear ou Emergêcia Radiológica, aprovadas durate a sessão especial da Coferêcia-Geral da Agêcia Iteracioal de Eergia Atômica, em Viea de 24 a 27 de setembro de Decreto Legislativo 93, de 23/12/1992. Aprova o texto da Coveção de Viea sobre resposabilidade civil por daos ucleares, cocluída em Viea, a 21 de maio de Decreto Legislativo 911, de 3/9/1993. Promulga a Coveção de Viea sobre resposabilidade civil por daos ucleares de 21/5/1963. Resolução Coama 21/86, de 18/9/1986. Dispõe sobre a apresetação pela CNEN de Rima das cetrais termoucleares de Agra do Reis/RJ.

69 Cartilha de Liceciameto Ambietal 69 Resolução Coama 22/86, de 18/9/1986. Dispõe sobre a apresetação pela CNEN de Rima das usias ucleares de Agra do Reis/ RJ. Resolução Coama 28/86, de 3/12/1986. Dispõe sobre a determiação à CNEN e FURNAS de elaboração de EIAs e apresetação do Rima referete as Usias Nucleares Agra II e III. Resolução Coama 2/89, de 15/06/1989. Dispõe sobre a criação de câmaras técicas sobre projetos radioativos. Resolução Coama 13/89, de 14/09/1989. Dispõe sobre a competêcia da câmara técica para acompahameto e aálise do destio fial do lixo radioativo produzido o país. Resolução Coama 24/94, de 7/12/1994. Exige auêcia prévia da Comissão Nacioal de Eergia Nuclear CNEN para toda a importação ou exportação de material radioativo, sob qualquer forma e composição química, em qualquer quatidade. 7. Faua Lei 5.197, de 3/1/1967. Dispõe sobre a proteção à faua e dá outras providêcias. Lei 7.584, de 6/1/1987. Acresceta parágrafo ao artigo 33 da Lei 5.197/67, que dispõe sobre a proteção à faua e dá outras providêcias. Lei 7.653, de 12/2/1988. Altera a redação dos artigos 18, 27, 33 e 34 da Lei 5.197/67, que dispõe sobre a proteção à faua e dá outras providêcias. Resolução Coama 384/06, de 27/12/2006. Disciplia a cocessão de depósito doméstico provisório de aimais silvestres apreedidos e dá outras providêcias. Resolução Coama 9/96, de 24/10/1996. Estabelece corredor de vegetação e área de trâsito a faua. Resolução Coama 10/96, de 24/10/1996. Regulameta o liceciameto ambietal em praias ode ocorre a desova de tartarugas marihas. Portaria Ibama 1.522/89, de 19/12/1989. Lista Oficial de Espécies da Faua Brasileira Ameaçada de Extição. Istrução Normativa Ibama 146/07, de 10/1/2007. Estabelece critérios e padroiza os procedimetos relativos à faua o âmbito do liceciameto ambietal de empreedimetos e atividades que causam impactos sobre a faua silvestre. 8. Flora Lei 4.771, de 15/9/1965. Istitui o ovo Código Florestal. Lei 7.754, de 14/4/1989. Estabelece medidas para proteção das florestas existetes as ascetes dos rios e dá outras providêcias. Lei 7.803, de 18/7/1989. Altera a redação das alíeas a, c, g e h do parágrafo úico do artigo 2º, parágrafos 2º e 3º do artigo 16, caput do artigo 19, artigos 22, 44, 45 e 46 da Lei 4.771/65, e revoga as leis 6.535/78 e 7.511/86.

70 70 Tribual de Cotas da Uião Lei 7.875, de 20/11/1989. Altera dispositivo (parágrafo úico do artigo 5º) da Lei 4.771/65, que dispõe sobre o Código Florestal. Lei , de 2/3/2006. Dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustetável; istitui, a estrutura do Miistério do Meio Ambiete, o Serviço Florestal Brasileiro SFB, cria o Fudo Nacioal de Desevolvimeto Florestal FNDF, altera as Leis /03, 5.868/72, 9.605/98, 4.771/65, 6.938/81, e 6.015/73 e dá outras providêcias. Lei , de 22/12/2006. Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação ativa do Bioma Mata Atlâtica e dá outras providêcias. Decreto 750, de 10/2/1993. Dispõe sobre o corte, a exploração e a supressão de vegetação primária ou os estágios avaçado e médio de regeeração da Mata Atlâtica e dá outras providêcias. Medida Provisória , de 24/8/2001. Altera os artigos 1 o, 4 o, 14, 16 e 44, e acresce dispositivos à Lei 4.771/65, que istitui o Código Florestal, bem como altera o art. 10 da Lei 9.393/96, que dispõe sobre o Imposto Territorial Rural ITR e dá outras providêcias. Resolução Coama 10/93, de 1/10/1993. Estabelece os parâmetros básicos para aálise dos estágios de sucessão de Mata Atlâtica. Resolução Coama 6/94, de 4/5/1994. Estabelece defiições e parâmetros mesuráveis para aálise de sucessão ecológica da Mata Atlâtica o Rio de Jaeiro. Resolução Coama 30/94, de 7/12/1994. Defie vegetação primária e secudária os estágios iicial, médio e avaçado de regeeração da Mata Atlâtica, a fim de orietar os procedimetos de liceciameto de atividades florestais o Mato Grosso do Sul. Resolução Coama 34/94, de 7/12/1994. Defie vegetação primária e secudária os estágios iicial, médio e avaçado de regeeração da Mata Atlâtica, a fim de orietar os procedimetos de liceciameto de atividades florestais o Sergipe. Resolução Coama 3/96, de 18/4/1996. Esclarece que vegetação remaescete de Mata Atlâtica abrage a totalidade de vegetação primária e secudária em estágio iicial, médio e avaçado de regeeração, com vistas à aplicação do Decreto 750/93. Resolução Coama 249/99, de 29/1/1999. Diretrizes para a Política de Coservação e Desevolvimeto Sustetável da Mata Atlâtica. Resolução Coama 261/99, de 30/6/1999. Aprova parâmetro básico para aálise dos estágios sucessivos de vegetação de restiga para o estado de Sata Cataria. Resolução Coama 278/01, de 24/5/2001. Dispõe cotra corte e exploração de espécies ameaçadas de extição da flora da Mata Atlâtica. Resolução Coama 300/02, de 20/3/2002. Complemeta os casos passíveis de autorização de corte previstos o art. 2º da Resolução Coama 278/01. Resolução Coama 317/02, de 4/12/2002. Regulametação da Resolução Coama 278/01, que dispõe sobre o corte e exploração de espécies ameaçadas de extição da flora da Mata Atlâtica. Resolução Coama 378/06, de 19/10/2006. Defie os empreedimetos potecialmete causadores de impacto ambietal acioal ou regioal para fis do disposto o iciso III, do 1o, do art. 19, da Lei 4.771/65 e dá outras providêcias. Resolução Coama 388/07, de 23/2/2007. Dispõe sobre a covalidação das Resoluções que defiem a vegetação primária e secudária os estágios iicial, médio e avaçado de regeeração da Mata Atlâtica para fis do disposto o art. 4 o, 1 o da Lei /06.

71 Cartilha de Liceciameto Ambietal 71 Portaria MMA 94/02, de 4/3/2002. Istitui, o âmbito da Uião, o Liceciameto Ambietal em Propriedade Rural a Amazôia Legal. Portaria MMA 303/03, de 30/7/2003. Estabelece que as autorizações para desmatameto a Amazôia Legal serão cocedidas mediate o Liceciameto Ambietal em Propriedade Rural a partir de 01/07/2004. Portaria MMA 253/06, de 18/8/2006. Istitui, o âmbito do Ibama, o Documeto de Origem Florestal- DOF em substituição à Autorização para Trasporte de Produtos Florestais- ATPF. Portaria Ibama 37N/92, de 3/4/1992. Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extição. Portaria Ibama 9/02, de 23/1/2002. Estabelece o Roteiro e as Especificações Técicas para o Liceciameto Ambietal em Propriedade Rural. Istrução Normativa Ibama 112/06, de 21/8/2006. Regulameta o Documeto de Origem Florestal DOF. 9. Áreas de Preservação Permaete, Uidades de Coservação, Biodiversidade Lei 6.902, de 27/4/1981. Dispõe sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambietal. Lei 7.754, de 14/04/1989. Estabelece medidas para proteção das florestas existetes as ascetes dos rios e dá outras providêcias. Lei 9.985, de 18/7/2000. Regulameta o art. 225, 1 o, icisos I, II, III e VII da Costituição Federal, istitui o Sistema Nacioal de Uidades de Coservação da Natureza SNUC e dá outras providêcias. Decreto 4.339, de 22/8/2002. Istitui pricípios e diretrizes para a implemetação da Política Nacioal da Biodiversidade. Decreto 4.340, de 22/8/2002. Regulameta artigos da Lei 9.985/00, que dispõe sobre o Sistema Nacioal de Uidades de Coservação da Natureza - SNUC e dá outras providêcias. Resolução Coama 5/84, de 5/6/1984. Dispõe sobre a implatação de Áreas de Relevate Iteresse Ecológico. Resolução Coama 6/84, de 5/6/1984. Dispõe sobre o estabelecimeto de ormas e critérios referetes a Reservas Ecológicas Particulares. Resolução Coama 8/84, de 5/6/1984. Dispõe sobre estudos de usos permissíveis de recursos ambietais existetes em Reservas Ecológicas Particulares e em Áreas de Relevate Iteresse Ecológico. Resolução Coama 11/84, de 26/9/1984. Dispõe sobre a implatação de Áreas de Relevate Iteresse Ecológico. Resolução Coama 14/84, de 18/12/1984. Dispõe sobre a implatação de Áreas de Relevate Iteresse Ecológico. Resolução Coama 17/84, de 18/12/1984. Dispõe sobre a implatação de Áreas de Relevate Iteresse Ecológico. Resolução Coama 1/85, de 1/3/1985. Dispõe sobre estudos de implatação de ovas destilarias de álcool as bacias hidrográficas do Pataal Mato-grossese. Resolução Coama 4/85, de 18/9/1985. Dispõe sobre defiições e coceitos sobre Reservas Ecológicas. Resolução Coama 11/87, de 3/12/1987. Dispõe sobre a declaração da Uidades de Coservação, várias categorias e Sítios Ecológicos de Relevâcia Cultural. Resolução Coama 2/88, de 13/6/1988. Dispõe sobre a proibição de qualquer atividade que possa pôr em risco a itegridade dos ecossistemas e a harmoia da paisagem das ARIEs. Resolução Coama 10/88, de 14/12/1988. Dispõe sobre a regulametação das APAs.

72 72 Tribual de Cotas da Uião Resolução Coama 11/88, de 14/12/1988. Dispõe sobre as queimadas as Uidades de Coservação. Resolução Coama 12/88, de 14/12/1988. Dispõe sobre a declaração das ARIEs como Uidades de Coservação para efeitos da Lei Sarey. Resolução Coama 12/89, de 14/9/1989. Dispõe sobre a proibição de atividades em Área de Relevate Iteresse Ecológico que afete o ecossistema. Resolução Coama 13/90, de 6/12/1990. Dispõe sobre a área circudate, um raio de dez quilômetros, das Uidades de Coservação. Resolução Coama 4/93, de 31/3/1993. Cosidera de caráter emergecial, para fis de zoeameto e proteção, todas as áreas de formações ativas de restiga. Resolução Coama 2/96, de 18/4/1996. Determia a implatação de uidade de coservação de domíio público e uso idireto, preferecialmete Estação Ecológica, a ser exigida em liceciameto de empreedimetos de relevate impacto ambietal, como reparação dos daos ambietais causados pela destruição de florestas e outros ecossistemas, em motate de recursos ão iferior a 0,5 % (meio por ceto) dos custos totais do empreedimeto. Revoga a Resolução Coama 10/87, que exigia como medida compesatória a implatação de estação ecológica. Resolução Coama 302/02, de 20/3/2002. Dispõe sobre os parâmetros, defiições e limites de Áreas de Preservação Permaete de reservatórios artificiais e o regime de uso do etoro. Resolução Coama 303/02, de 20/3/2002. Dispõe sobre parâmetros, defiições e limites de Áreas de Preservação Permaete. Resolução Coama 310/02, de 5/7/2002. Dispõe sobre o maejo florestal sustetável da bracatiga (Mimosa scabrella) o estado de Sata Cataria. Resolução Coama 369/06, de 28/3/2006. Dispõe sobre os casos excepcioais, de utilidade pública, iteresse social ou baixo impacto ambietal, que possibilitam a iterveção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permaete APP. Portaria Ibama 35/02, de 13/3/2002. Estabelece sistema de Cadastrameto e Liceciameto específico para pescadores, coletores e comerciates de recursos marihos e estuarios que atuam a área da APA Costa dos Corais. 10. Gestão Florestal Lei /06, de 2/3/2006. Dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustetável; istitui, a estrutura do Miistério do Meio Ambiete, o Serviço Florestal Brasileiro - SFB; cria o Fudo Nacioal de Desevolvimeto Florestal - FNDF; altera as Leis /03, 5.868/72, 9.605/98, 4.771/65, 6.938/81, e 6.015/73 e dá outras providêcias. Decreto 5.975/2006, de 30/11/2006. Regulameta os arts. 12, parte fial, 15, 16, 19, 20 e 21 da Lei 4.771, de 15 de setembro de 1965, o art. 4o, iciso III, da Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, o art. 2º da Lei , de 16 de abril de 2003, altera e acresceta dispositivos aos Decretos 3.179, de 21 de setembro de 1999, e 3.420, de 20 de abril de 2000 e dá outras providêcias. Decreto 6.063, de 20/03/2007. Regulameta, o âmbito federal, dispositivos da Lei /06, que dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustetável e dá outras providêcias. Resolução Coama 379/06, de 19/10/2006. Cria e regulameta sistema de dados e iformações sobre a gestão florestal o âmbito do Sistema Nacioal do Meio Ambiete Sisama.

73 Cartilha de Liceciameto Ambietal 73 Istrução Normativa TCU 50/06, de 1/11/2006. Dispõe sobre o cotrole exercido pelo Tribual de Cotas da Uião sobre as atividades de gestão de florestas públicas para a produção sustetável. 11. Compesação Ambietal Lei 9.985, de 18/7/2000. Regulameta o art. 225, 1 o, icisos I, II, III e VII da Costituição Federal, istitui o Sistema Nacioal de Uidades de Coservação da Natureza SNUC e dá outras providêcias. Decreto 4.340, de 22/8/2002. Regulameta artigos da Lei 9.985/00, que dispõe sobre o SNUC e dá outras providêcias. Resolução Coama 10/87, de 3/12/1987. Dispõe sobre o ressarcimeto de daos ambietais causados por obras de grade porte. Resolução Coama 371/06, de 5/4/2006. Estabelece diretrizes aos órgãos ambietais para o cálculo, cobraça, aplicação, aprovação e cotrole de gastos de recursos advidos de compesação ambietal, coforme a Lei 9.985/00, que istitui o SNUC e dá outras providêcias. 12. Orgaismos Geeticamete Modificados Lei , de 24/3/2005. Regulameta os icisos II, IV e V do 1o do art. 225 da Costituição Federal, estabelece ormas de seguraça e mecaismos de fiscalização de atividades que evolvam orgaismos geeticamete modificados OGM e seus derivados. Resolução Coama 305/02, de 12/6/2002. Dispõe sobre Liceciameto Ambietal, Estudo de Impacto Ambietal e Relatório de Impacto o Meio Ambiete de atividades e empreedimetos com Orgaismos Geeticamete Modificados e seus derivados.

74 74 Tribual de Cotas da Uião Istrução Normativa Ibama 2/03, de 3/6/2003. Fica aprovada a rotia a ser adotada o procedimeto de liceciameto ambietal para pesquisa em campo evolvedo orgaismos geeticamete modificados e seus derivados, a forma dos aexos desta istrução ormativa. Istrução Normativa Ibama 11/03, de 5/12/2003. Aprova o termo de referêcia visado ortear o procedimeto de liceciameto ambietal para atividades ou empreedimetos de pesquisa em campo evolvedo orgaismos geeticamete modificados e seus derivados. 13. Sítios Arqueológicos, Cavidades Subterrâeas e Patrimôio Histórico e Cultural Lei 3.924, de 26/7/1961. Dispõe sobre os moumetos arqueológicos e pré-históricos. Lei 6.001, de 19/12/1973. Dispõe sobre o Estatuto do Ídio. Lei 7.668, de 22/ Autoriza o Poder Executivo a costituir a Fudação Cultural Palmares - FCP e dá outras providêcias. Lei 9.636, de 15/5/1998. Dispõe sobre a regularização, admiistração, aforameto e alieação de bes imóveis de domíio da Uião, altera dispositivos dos Decretos-Leis 9.760/46, e 2.398/87, regulameta o 2 o, do art. 49, do Ato das Disposições Costitucioais Trasitórias e dá outras providêcias. Decreto-Lei 25, de 30/11/1937. Orgaiza a proteção do patrimôio histórico e artístico acioal. Decreto 1.141, de 19/5/1994. Dispõe sobre as ações de proteção ambietal, saúde e apoio às atividades produtivas para as comuidades idígeas. Decreto 3.551, de 4/8/2000. Istitui o Registro de Bes Culturais de Natureza Imaterial que costituem patrimôio cultural brasileiro, cria o Programa Nacioal do Patrimôio Imaterial e dá outras providêcias. Resolução Coama 4/87, de 18/6/1987. Dispõe sobre a declaração como sítios de relevâcia cultural todas as Uidades de Coservação, Moumetos Naturais, Jardis Botâicos, Jardis Zoológicos e Hortos Florestais, criados em ível federal, estadual e muicipal. Resolução Coama 5/87, de 6/8/1987. Dispõe sobre o Programa Nacioal de Proteção ao Patrimôio Espeleológico e dá outras providêcias. Resolução Coama 347/04, de 10/9/2004. Dispõe sobre a proteção do patrimôio espeleológico. Istrução Normativa IPHAN 1/03, de 25/11/2003. Dispõe sobre a acessibilidade aos bes culturais imóveis acautelados em ível federal, e outras categorias, coforme especifica. 14. Recuperação de Áreas Degradadas Decreto , de 10/04/1999. Dispõe sobre a regulametação do artigo 2º, iciso VIII, da Lei 6.938/81 e cria a obrigatoriedade de apresetação de PRAD - Plao de Recuperação de Áreas Degradadas para empreedimetos que se destiem à exploração de recursos mierais. 15. Uso dos Solos: Assetametos e Reforma Agrária Lei 6.766, de 19/12/1979. Dispõe sobre o Parcelameto do Solo Urbao e dá outras providêcias. Resolução Coama 318/02, de 4/12/2002. Prorroga o prazo estabelecido o Art. 15 da Resolução Coama 289/01, que estabelece diretrizes para o Liceciameto Ambietal de Projetos de Assetametos de Reforma Agrária. Resolução Coama 356/04, de 23/12/2004. Prorroga o prazo estabelecido o art. 15 da Resolução Coama 289/01,

75 Cartilha de Liceciameto Ambietal 75 que estabelece diretrizes para o Liceciameto Ambietal de Projetos de Assetametos de Reforma Agrária. Resolução Coama 387/06, de 27/12/2006. Estabelece procedimetos para o Liceciameto Ambietal de Projetos de Assetametos de Reforma Agrária e dá outras providêcias. Portaria Miistério da Saúde 509/05, de 6/4/2005. Dispõe sobre o Atestado de Aptidão Saitária para os ovos projetos de assetametos do INCRA e para liceciameto ambietal de empreedimetos, as regiões edêmicas de malária. 16. Saeameto Lei , de 5/1/2007. Estabelece diretrizes acioais para o saeameto básico; altera as Leis 6.766/79, 8.036/90, 8.666/93, 8.987/95; revoga a Lei 6.528/78 e dá outras providêcias. Resolução Coama 5/88, de 15/6/1988. Dispõe sobre o liceciameto de obras de saeameto básico. Resolução Coama 375/06, de 29/8/2006. Defie critérios e procedimetos, para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratameto de esgoto saitário e seus produtos derivados e dá outras providêcias. Resolução Coama 377/06, de 9/10/2006. Dispõe sobre liceciameto ambietal simplificado de Sistemas de Esgotameto Saitário. 17. Recursos Hídricos, Qualidade das Águas e Efluetes Lei 6.050, de 24/5/1974. Dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas de abastecimeto quado existir estação de tratameto. Lei 8.617, de 4/1/1993. Dispõe sobre o mar territorial, a zoa cotígua, a zoa ecoômica exclusiva e a plataforma cotietal brasileiros e dá outras providêcias. Lei 9.433, de 8/1/1997. Istitui a Política Nacioal de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacioal de Gereciameto de Recursos Hídricos, regulameta o iciso XIX do art. 21 da Costituição Federal, e altera o art. 1º da Lei 8.001/90, que modificou a Lei 7.990/89. Lei 9.966, de 28/4/2000. Dispõe sobre a preveção, o cotrole e a fiscalização da poluição causada por laçameto de óleo e outras substâcias ocivas ou perigosas em águas sob jurisdição acioal e dá outras providêcias. Lei 9.984, de 17/7/2000. Dispõe sobre a criação da Agêcia Nacioal de Águas - ANA, etidade federal de implemetação da Política Nacioal de Recursos Hídricos e de coordeação do Sistema Nacioal de Gereciameto de Recursos Hídricos e dá outras providêcias. Decreto , de 10/7/1934. Código de Águas. Decreto 4.024, de 21/11/2001. Estabelece critérios e procedimetos para implatação ou fiaciameto de obras de ifra-estrutura hídrica com recursos fiaceiros da Uião e dá outras providêcias. Decreto 4.136, de 20/2/2002. Dispõe sobre a especificação das sações aplicáveis às ifrações às regras de preveção, cotrole e fiscalização da poluição causada por laçameto de óleo e outras substâcias ocivas ou perigosas em águas sob jurisdição acioal, prevista a Lei 9.966/00 e dá outras providêcias. Decreto 4.613, de 11/3/2003. Regulameta o Coselho Nacioal de Recursos Hídricos e dá outras providêcias. Resolução Coama 20/86, de 18/6/1986. Dispõe sobre a classificação das águas doces, salobras e salias do Território Nacioal.

76 76 Tribual de Cotas da Uião Resolução Coama 273/00, de 29/11/2000. Dispõe sobre preveção e cotrole da poluição em postos de combustíveis e serviços. Resolução Coama 284/01, de 30/8/2001. Dispõe sobre o liceciameto de empreedimetos de irrigação. Resolução Coama 312/02, de 10/10/2002. Dispõe sobre o liceciameto ambietal dos empreedimetos de carciicultura a zoa costeira. Resolução Coama 319/02, de 4/12/2002. Dá ova redação a dispositivos da Resolução Coama 273/00, que dispõe sobre preveção e cotrole da poluição em postos de combustíveis e serviços. Resolução Coama 334/03, de 3/4/2003. Dispõe sobre os procedimetos de liceciameto ambietal de estabelecimetos destiados ao recebimeto de embalages vazias de agrotóxicos. Resolução Coama 357/05, de 17/3/2005. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambietais para o seu equadrameto, bem como estabelece as codições e padrões de laçameto de efluetes e dá outras providêcias. Resolução Coama 370/06, de 6/4/2006. Prorroga o prazo para complemetação das codições e padrões de laçameto de efluetes, previsto o art. 44 da Resolução 357/05. Portaria Fuasa 1.469/00, de 29/12/2000. Aprova o cotrole e vigilâcia da qualidade da água para cosumo humao e seu padrão de potabilidade. 18. Qualidade do Ar, Emissões Atmosféricas e Ruídos Lei 8.723, de 28/10/1993. Dispõe sobre a redução de emissão de poluetes por veículos automotores e dá outras providêcias. Lei , de 22/2/2001. Dá ova redação aos artigos 9º e 12 da Lei 8.723/93, que dispõe sobre a redução de emissão de poluetes por veículos automotores. Resolução Coama 10/84, de 26/9/1984. Dispõe sobre medidas destiadas ao cotrole da poluição causada por veículos automotores. Resolução Coama 18/86, de 6/5/1986. Dispõe sobre a criação do Programa de Cotrole de Poluição do Ar por Veículos Automotores Procove. Resolução Coama 3/89, de 15/6/1989. Dispõe sobre íveis de Emissão de aldeídos o gás e escapameto de veículos automotores. Resolução Coama 5/89, de 15/6/1989. Dispõe sobre o Programa Nacioal de Cotrole da Poluição do Ar Proar. Resolução Coama 1/90, de 8/3/1990. Dispõe sobre critérios e padrões de emissão de ruídos das atividades idustriais. Resolução Coama 2/90, de 8/3/1990. Dispõe sobre o Programa Nacioal de Educação e Cotrole da Poluição Soora Silêcio. Resolução Coama 3/90, de 28/6/1990. Dispõe sobre padrões de qualidade do ar, previstos o PRONAR. Resolução Coama 8/90, de 6/12/1990. Dispõe sobre padrões de qualidade do ar, previstos o Proar. Resolução Coama 1/92, de 11/2/1993 (aprovada em 1992). Estabelece, para veículos automotores acioais e importados, exceto motocicletas, motoetas, triciclos, ciclomotores, bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados, acioais e importados, limites máximos de ruído. Resolução Coama 2/92, de 11/2/1993( aprovada em 1992). Estabelece, para motocicletas, motoetas, triciclos, ciclomotores, bicicletas com motor auxiliar e veículos assemelhados, acioais e importados, limites máximos de ruído com o veículo em aceleração e a codição parado.

77 Cartilha de Liceciameto Ambietal 77 Resolução Coama 6/93, de 31/8/1993. Estabelece prazo para os fabricates e empresas de importação de veículos automotores disporem de procedimetos e ifra-estrutura para a divulgação sistemática, ao público em geral, das recomedações e especificações de calibração, regulagem e mauteção do motor, dos sistemas de alimetação de combustível, de igição, de carga elétrica, de partida, de arrefecimeto, de escapameto e, sempre que aplicável, dos compoetes de sistemas de cotrole de emissão de gases, partículas e ruído. Resolução Coama 7/93, de 31/8/1993. Defie as diretrizes básicas e padrões de emissão para o estabelecimeto de Programas de Ispeção e Mauteção de Veículos em Uso - I/M. Resolução Coama 8/93, de 31/8/1993. Complemeta a Resolução Coama 18/86, que istitui, em caráter acioal, o Programa de Cotrole da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Procove, estabelecedo limites máximos de emissão de poluetes para os motores destiados a veículos pesados ovos, acioais e importados. Resolução Coama 16/93, de 17/12/1993. Ratifica os limites de emissão, os prazos e demais exigêcias cotidas a Resolução Coama 18/86, que istitui o Programa Nacioal de Cotrole da Poluição por Veículos Automotores Procove, complemetada pelas Resoluções Coama 3/89, 4/89, 6/93, 7/93, 8/93 e pela Portaria Ibama 1.937/90; tora obrigatório o liceciameto ambietal juto ao Ibama para as especificações, fabricação, comercialização e distribuição de ovos combustíveis e sua formulação fial para uso em todo o país. Resolução Coama 13/95, de 13/12/1995. Estabelece prazo para o cadastrameto de empresas que produzam, importem, exportem, comercializem ou utilizem substâcias cotroladas que destroem a camada de ozôio. Resolução Coama 14/95, de 13/12/1995. Estabelece prazo para os fabricates de veículos automotores leves de passageiros equipados com motor do ciclo Otto apresetarem ao Ibama um programa trieal para a execução de esaios de durabilidade por agrupameto de motores. Resolução Coama 15/95, de 13/12/1995. Estabelece ova classificação de veículos automotores, para o cotrole de emissão veicular de gases, material particulado e evaporativa, cosiderado os veículos importados. Resolução Coama 16/95, de 13/12/1995. Complemeta a Resolução Coama 8/93, que complemeta a Resolução 18/86, que istitui, em caráter acioal, o Programa de Cotrole da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Procove, estabelecedo limites máximos de emissão de poluetes para os motores destiados a veículos pesados ovos, acioais e importados, determiado homologação e certificação de veículos ovos do ciclo diesel quato ao ídice de fumaça em aceleração livre. Resolução Coama 17/95, de 13/12/1995. Ratifica os limites máximos de emissão de ruído por veículos automotores e o croograma para seu atedimeto previsto a Resolução Coama 8/93 (Art. 20), que complemeta a Resolução 18/86, que istitui, em caráter acioal, o Programa de Cotrole da Poluição do Ar por Veículos Automotores Procove, estabelecedo limites máximos de emissão de poluetes para os motores destiados a veículos pesados ovos, acioais e importados. Resolução Coama 18/95, de 13/12/1995. Determia que a implatação dos Programas de Ispeção e Mauteção para Veículos Automotores em Uso I/M somete poderá ser feita após a elaboração de Plao de Cotrole de Poluição por Veículos em uso PCPV em cojuto pelos órgãos ambietais estaduais e muicipais.

78 78 Tribual de Cotas da Uião Resolução Coama 20/96, de 24/10/1996. Defie ites de ação idesejável, referete a emissão de ruído e poluetes atmosféricos. Resolução Coama 226/97, de 20/8/1997. Estabelece limites máximos de emissão de fuligem de veículos automotores. Resolução Coama 227/97, de 20/8/1997. Regulameta a implatação do Programa de Ispeção e Mauteção de Veículos em Uso I/M. Resolução Coama 229/97, de 20/8/1997. Regulameta o uso de substâcias cotroladas que destroem a camada de ozôio. Resolução Coama 241/98, de 30/6/1998. Estabelece limites máximos de emissão de poluetes. Resolução Coama 242/98, de 30/6/1998. Estabelece limites máximos de emissão de poluetes. Resolução Coama 248/99, de 7/1/1999. Determia o maejo florestal sustetável, liceciameto ambietal, cotrole e moitorameto dos empreedimetos de base florestal, a Mata Atlâtica o Sul da Bahia. Resolução Coama 251/99, de 7/1/1999. Estabelece critérios, procedimetos e limites máximos de opacidade da emissão de escapameto para avaliação do estado de mauteção dos veículos automotores do ciclo diesel. Resolução Coama 252/99, de 7/1/1999. Estabelece, para os veículos rodoviários automotores, iclusive veículos ecarroçados, complemetados e modificados, acioais ou importados, limites máximos de ruído as proximidades do escapameto, para fis de ispeção obrigatória e fiscalização de veículos em uso. Resolução Coama 256/99, de 30/6/1999. Estabelece regras e mecaismos para ispeção de veículos quato às emissões de poluetes e ruídos, regulametado o art. 104 do Código Nacioal de Trâsito. Resolução Coama 267/00, de 14/9/2000. Proibição de substâcias que destroem a camada de ozôio. Resolução Coama 272/00, de 14/9/2000. Defie ovos limites máximos de emissão de ruídos por veículos automotores. Resolução Coama 282/01, de 12/7/2001. Estabelece os requisitos para os coversores catalíticos destiados a reposição e dá outras providêcias. Resolução Coama 297/02, de 26/2/2002. Estabelece os limites para emissões de gases poluetes por ciclomotores, motociclos e veículos similares ovos. Resolução Coama 315/02, de 29/10/2002. Dispõe sobre a ova etapa do Programa de Cotrole de Emissões Veiculares Procove. Resolução Coama 354/04, de 13/12/2004. Dispõe sobre os requisitos para adoção de sistemas de diagose de bordo - OBD os veículos automotores leves objetivado preservar a fucioalidade dos sistemas de cotrole de emissão. Resolução Coama 382/06, de 26/12/2006. Estabelece os limites máximos de emissão de poluetes atmosféricos para fotes fixas. 19. Resíduos Sólidos, Óleos e Graxas Lei 9.966, de 28/3/2000. Dispõe sobre a preveção, o cotrole e a fiscalização da poluição causada por laçameto de óleo e outras substâcias ocivas ou perigosas em águas sob jurisdição acioal e dá outras providêcias. Resolução Coama 6/88, de 15/6/1988. Dispõe sobre o liceciameto de obras de resíduos idustriais perigosos. Resolução Coama 6/91, de 19/9/1991. Dispõe sobre a icieração de resíduos sólidos proveietes de estabelecimetos de saúde, portos e aeroportos.

79 Cartilha de Liceciameto Ambietal 79 Resolução Coama 5/93, de 5/8/1993. Estabelece defiições, classificação e procedimetos míimos para o gereciameto de resíduos sólidos oriudos de serviços de saúde, portos e aeroportos, termiais ferroviários e rodoviários. Resolução Coama 9/93, de 31/8/1993. Estabelece defiições e tora obrigatório o recolhimeto e destiação adequada de todo o óleo lubrificate usado ou cotamiado. Resolução Coama 7/94, de 4/5/1994. Adota defiições e proíbe a importação de resíduos perigosos - Classe I - em todo o território acioal, sob qualquer forma e para qualquer fim, iclusive reciclagem. Resolução Coama 37/94, de 30/12/1994. Adota defiições e proíbe a importação de resíduos perigosos - Classe I - em todo o território acioal, sob qualquer forma e para qualquer fim, iclusive reciclagem e reaproveitameto. Resolução Coama 23/96, de 12/12/1996. Regulameta a importação e uso de resíduos perigosos. Resolução Coama 257/99, de 30/6/1999. Estabelece que pilhas e baterias que coteham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, teham os procedimetos de reutilização, reciclagem, tratameto ou disposição fial ambietalmete adequados. Resolução Coama 258/99, de 30/6/1999. Determia que as empresas fabricates e as importadoras de peumáticos ficam obrigadas a coletar e dar destiação fial ambietalmete adequadas aos peus iservíveis. Resolução Coama 275/01, de 25/4/2001. Estabelece código de cores para diferetes tipos de resíduos a coleta seletiva. Resolução Coama 293/01, de 12/12/2001. Dispõe sobre o coteúdo míimo do Plao de Emergêcia Idividual para icidetes de poluição por óleo origiada em portos orgaizados, istalações portuárias ou termiais, dutos, plataformas, bem como suas respectivas istalações de apoio, e orieta a sua elaboração. Resolução Coama 301/02, de 21/3/2002. Altera dispositivos da Resolução Coama 258/99, que dispõe sobre peumáticos. Resolução Coama 307/02, de 5/7/2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimetos para a gestão dos resíduos da costrução civil. Resolução Coama 308/02, de 21/3/2002. Liceciameto Ambietal de sistemas de disposição fial dos resíduos sólidos urbaos gerados em muicípios de pequeo porte.

80 80 Tribual de Cotas da Uião Resolução Coama 313/02, de 29/10/2002. Dispõe sobre o Ivetário Nacioal de Resíduos Sólidos Idustriais. Resolução Coama 316/02, de 29/10/2002. Dispõe sobre procedimetos e critérios para o fucioameto de sistemas de tratameto térmico de resíduos. Resolução Coama 348/04, de 16/8/2004. Altera a Resolução Coama 307/02, icluido o amiato a classe de resíduos perigosos. Resolução Coama 358/05, de 29/4/2005. Dispõe sobre o tratameto e a disposição fial dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providêcias. Resolução Coama 373/06, de 09/05/2006. Defie critérios de seleção de áreas para recebimeto do Óleo Diesel com o Meor Teor de Exofre-DMTE e dá outras providêcias. Resolução Coama 362/05, de 23/6/2005. Dispõe sobre o rerrefio de óleo lubrificate. 20. Produtos Perigosos Lei 9.503, de 23/9/1997. Código de Trâsito Brasileiro (iclui ites sobre trasporte de produtos perigosos). Lei 9.605, de 12/2/1998. Estabelece sações peais e admiistrativas derivadas de codutas e atividades ao meio ambiete. Lei 9.611, de 19/2/1998. Dispõe sobre o trasporte multimodal de cargas (iclui ites sobre trasporte de produtos perigosos). Lei , de 27/12/2001. Estabelece ormas de cotrole e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou idiretamete possam ser destiados à elaboração ilícita de substâcias etorpecetes, psicotrópicas ou que determiem depedêcia física ou psíquica e dá outras providêcias. Decreto , de 6/10/1983. Aprova o regulameto para a execução do serviço de trasporte rodoviário de cargas ou produtos perigosos e dá outras providêcias. Decreto , de 18/5/1988. Aprova o regulameto para o trasporte rodoviário de produtos perigosos, iclusive resíduos radioativos e dá outras providêcias. Decreto 1.797, de 25/1/1996. Dispõe sobre a execução do Acordo de Alcace Parcial para a Facilitação do Trasporte de Produtos Perigosos, etre Brasil, Argetia, Paraguai e Uruguai, de 30 de dezembro de Decreto 2.866, de 7/12/1998. Dispõe sobre a execução do Primeiro Protocolo Adicioal ao Acordo de Alcace Parcial para a Facilitação do Trasporte de Produtos Perigosos (AAP. PC/7), firmado em 16 de julho de 1998, etre os Goveros do Brasil, da Argetia, do Paraguai e do Uruguai. Decreto 3.179, de 21/9/1999. Dispõe sobre a especificação das sações aplicáveis às codutas e atividades lesivas ao meio ambiete e dá outras providêcias. Decreto 3.665, de 20/11/2000. Dá ova redação ao regulameto para a fiscalização de produtos cotrolados (R- 105). Resolução Coama 5/85, de 20/11/1985. Dispõe sobre o prévio liceciameto por órgão estadual as atividades de trasporte, estocagem e uso do Pó da Chia. Resolução Coama 1A/86, de 23/1/1986. Dispõe sobre trasporte de produtos perigosos em território acioal.

81 Cartilha de Liceciameto Ambietal 81 Resolução Coama 14/86, de 18/3/1986. Dispõe sobre o referedo à Resolução Coama 5/86. Resolução Coama 228/97, de 20/8/1997. Dispõe sobre a importação de desperdícios e resíduos de acumuladores elétricos de chumbo. Resolução Coama 264/99, de 26/8/1999. Liceciameto de foros rotativos de produção de clíquer para atividades de co-processameto de resíduos. Portaria Deatra 38/98, de 10/12/1998. Acresceta ao Aexo IV da Portaria 01/98 - DENATRAN os códigos das ifrações referetes ao Trasporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Resolução Cotra 14/98, de 6/2/1998. Estabelece os equipametos obrigatórios para a frota de veículos em circulação e dá outras providêcias. Resolução Cotra 36/98, de 21/5/1998. Estabelece a forma de sialização de advertêcia para os veículos que, em situação de emergêcia, estiverem imobilizados o leito viário, coforme o art. 46 do Código de Trâsito Brasileiro. Resolução Cotra 102/99, de 31/8/1999. Dispõe sobre a tolerâcia máxima de peso bruto de veículos (iclui ites sobre trasporte de produtos perigosos). Portaria MJ/DPF 1.274/03, de 25/8/2003. Submete a cotrole e fiscalização, os termos desta Portaria, os produtos químicos relacioados as Listas I, II, III, IV e os seus respectivos Adedos, costates do Aexo I.

82 82 Tribual de Cotas da Uião 21. Trasporte: Ferrovias e Portos Lei 8.630, de 25/2/1993. Dispõe sobre o regime jurídico da exploração dos portos orgaizados e das istalações portuárias e dá outras providêcias. (Lei dos Portos). Lei 9.432, de 8/1/1997. Dispõe sobre a ordeação do trasporte aquaviário e dá outras providêcias. Lei 9.537, de 11/12/1997. Dispõe sobre a seguraça do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição acioal e dá outras providêcias. Decreto 1.467, de 27/4/1995. Cria o Grupo Executivo para Moderização dos Portos. Resolução Coama 4/95, de 9/10/1995. Estabelece as Áreas de Seguraça Aeroportuária ASAs. Resolução Coama 293/01, de 12/12/2001. Dispõe sobre o coteúdo míimo do Plao de Emergêcia Idividual para icidetes de poluição por óleo origiados em portos orgaizados, istalações portuárias ou termiais, dutos, plataformas, bem como suas respectivas istalações de apoio, e orieta a sua elaboração. Resolução Coama 344/04, de 25/03/2004. Estabelece as diretrizes gerais e os procedimetos míimos para a avaliação do material a ser dragado em águas jurisdicioais brasileiras e dá outras providêcias. Resolução Coama 349/04, de 16/08/2004. Dispõe sobre o liceciameto ambietal de empreedimetos ferroviários de pequeo potecial de impacto ambietal e a regularização dos empreedimetos em operação. 22. Outros Lei 6.437, de 20/8/1977. Cofigura ifrações à legislação saitária federal, estabelece as sações respectivas e dá outras providêcias. Lei 6.803, de 2/7/1980. Dispõe sobre as diretrizes básicas para o zoeameto idustrial as áreas críticas de poluição e dá outras providêcias. Resolução Coama 385/06, de 27/12/2006. Estabelece procedimetos a serem adotados para o liceciameto ambietal de agroidústrias de pequeo porte e baixo potecial de impacto ambietal. Resolução Coama 335/03, de 3/4/2003. Dispõe sobre o liceciameto ambietal de cemitérios. Resolução Coama 368/06, de 28/03/2006. Altera dispositivos da Resolução 335/03, que dispõe sobre o liceciameto ambietal de cemitérios.

83 Cartilha de Liceciameto Ambietal 83 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ART, Hery W. et al. Dicioário de ecologia e ciêcias ambietais. São Paulo: Melhorametos, BECKER, B. K.; EGLER, C. A. G. Detalhameto da metodologia para execução do zoeameto ecológico-ecoômico pelos estudos da Amazôia Legal. Brasília: Miistério do Meio Ambiete, dos Recursos Hídricos e da Amazôia Legal: Secretaria de Assutos Estratégicos da Presidêcia da República, CUNHA, Sadra Baptista; GUERRA, Atôio José Teixeira (Org.). Avaliação e perícia ambietal. 5. ed. Rio de Jaeiro: Bertrad Brasil, FINK, Daiel Roberto; JUNIOR, Hamilto Aloso; DAWALIBI, Marcelo. Aspectos jurídicos do liceciameto ambietal. 3. ed. Rio de Jaeiro: Forese Uiversitária, FIORILLO, Celso Atôio Pacheco. Curso de direito ambietal brasileiro. 4. ed. São Paulo: Saraiva, MACHADO, Paulo Affoso Leme. Direito ambietal brasileiro. 13. ed. São Paulo: Malheiros, MILARÉ, Édis. Direito do ambiete: doutria, jurisprudêcia e glossário. 4. ed. São Paulo: Revista dos Tribuais, MORAES, Luís Carlos Silva de. Curso de direito ambietal. 2. ed. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, Atôio Iagê de Assis. Itrodução à legislação ambietal brasileira e liceciameto ambietal. Rio de jaeiro: Editora Lume Juris, RIO DE JANEIRO. Fudação Estadual de Egeharia do Meio Ambiete. Vocabulário básico de meio ambiete: coceitos básicos de meio ambiete. Rio de Jaeiro: Petrobrás, SCHUBART, H. O. R. O zoeameto ecológico-ecoômico como istrumeto para o desevolvimeto sustetável da Amazôia. I: D INCAO, M. A. ; SILVEIRA, I. M. (Orgs.). A Amazôia e a crise da moderização. Belém: Museu Paraese Emílio Goeldi, SILVA FILHO, Derly Barreto e. A processualidade das liceças ambietais como garatia dos admiistrados. Revista de direito ambietal, Rio de Jaeiro, ao 2, p , ja./mar

84 Esta obra foi composta o formato 210x280mm em Lucida Sas e Brigth sobre papel reciclado 75g/m², com capa em papel cartão reciclado 240g/m², pela Editora do Tribual de Cotas da Uião. Brasília, 2007

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