Características dos dados em epidemiologia

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1 A informação epidemiológica é produzida a partir de dados Características dos dados em epidemiologia produzidos com a finalidade de descrever, acompanhar e comparar características de populações, grupos de indivíduos e coletividades humanas no que afeta a saúde, bem estar e qualidade de vida, bem como determinantes da ocorrência e distribuição dos eventos de saúde. A estrutura do dado se constitui na base para a formulação adequada dos objetivos, hipóteses e metodologias dos estudos epidemiológicos Os dados epidemiológicos, em geral, são fruto de observações às quais se atribuem significados. Os dados são utilizados como mecanismos para expressar diferentes dimensões de determinados eventos ou fenômenos, neste sentido em geral tratam-se de dados estruturados, para os quais se estabeleceu de antemão significado e codificação. Os dados mais freqüentemente utilizados em epidemiologia são resultantes de enumerações (contagens) e esta representação numérica é uma tentativa de aproximação ou de descrição (distribuição de atributos em categorias previamente definidas) de eventos ou fenômenos que se quer avaliar. O conceito de dado é expresso como sendo um valor quantitativo não trabalhado, isto é, sem ter sido submetido a algum tipo de tratamento matemático ou estatístico que irá agregar valor ao seu significado. Por ex.: enumeração das mortes por diarréia em dado local e ano em menores de 1 ano de idade. Este dado inicialmente irá fornecer o número absoluto de indivíduos com menos de 1 ano de idade que morreram por esta causa de morte, expressando assim que esta doença tem potencial de levar indivíduos à morte, indicando sua gravidade. Entretanto, esta medida é insuficiente para expressar sua magnitude 1

2 Para melhor conhecer a importância dos óbitos por diarréia é necessário saber qual é a proporção (%) de óbitos de menores de 1 ano por diarréia, ou seja qual é a participação relativa dos óbitos por diarréia no conjunto de óbitos ocorridos neste grupo de idade desta localidade. Este procedimento/tratamento matemático de relacionar o número de óbitos por diarréia com o total de óbitos deste grupo etário agrega valor para o conhecimento deste agravo. Este procedimento/tratamento matemático de relacionar o número de óbitos por diarréia com o total de óbitos deste grupo etário agrega valor para o conhecimento deste agravo. Este tratamento do dado trouxe significados adicionais importantes para sua compreensão. Este procedimento transformou o dado em informação Este tratamento do dado trouxe significados adicionais importantes para sua compreensão. A ESTRUTURA DOS DADOS Este procedimento produziu o indicador mortalidade proporcional por diarréia em menores de 1 ano. Para complementar a interpretação desta informação é possível utilizar mais uma etapa para melhorar sua compreensão, que é recorrer a comparação deste dado trabalhado ou informação com dados de outras localidades ou de anos anteriores, ou seja o emprego de parâmetros para sua interpretação. Numa pesquisa científica ou nas práticas dela derivadas, a estrutura do dado em geral compreende pelo menos três elementos: unidade de análise variável valor ou quantidade unidade de análise do dado - o objeto da descrição, classificação, enumeração ou medida, isto é, o que ou quem se pretende descrever, classificar, contar ou medir. Podem ser : indivíduos ou as pessoas, instituições ou organizações, espaços, territórios ou ambientes, recursos financeiros, substâncias e materiais, tempo, etc., Os dados são classificados quanto a unidade de análise em dois grandes grupos: - individuado ou individualizado - agregado São exemplos de unidades simples com as quais se trabalha freqüentemente em Epidemiologia. 2

3 O dado é classificado como individuado ou individualizado quando a contagem ou a medida a ser aplicada à análise é registrada para cada indivíduo singularmente, como quando se obtém a freqüência de pessoas que têm um atributo e, nesse caso, cada dado representa a realidade de cada pessoa e esta será a unidade de análise do dado. Banco de dados das Declarações de óbito estado de São Paulo, 2009 NUMERODO TIPOBITO DTOBITO HORAOBITO DTNASC IDADE O dado é dito agregado quando se obtém valores que expressam coletivos (domicílios, população de um município, famílias). A variável ou dimensão constitui o elemento do dado que qualifica e especifica o objeto da contagem (a unidade de análise). Definição dos atributos e características do que se pretende descrever, classificar, quantificar ou medir. Por exemplo, podemos querer enumerar: - óbitos, - nascimentos, - casos de determinadas doenças Para descrever estes eventos pode-se utilizar diferentes atributos: idade, sexo, cor da pele ou etnia, escolaridade, ocupação,etc A variável pode ser classificada em: Quantitativa: numérica - por ex. peso, glicemia Qualitativa ou categórica ou categorizada: por ex. sexo, ocupação, escolaridade, presença de tabagismo ou alcoolismo. A variável representa sempre um atributo da unidade de análise. O valor atribuído à variável é a própria essência da medida, o seu resultado numérico ou quantificável, e a finalidade do registro do dado. A enumeração requer que o valor quantitativo obtido expresse o número de unidades de análise que apresentaram um dado atributo. 3

4 Cada variável requer um valor típico ou que lhe é próprio Por exemplo- a glicemia, poderá ser expressa em miligramas por 100 ml de glicose no sangue Com os valores das dosagens de glicemia será possível classificar um grupo de indivíduos de acordo com a presença ou ausência de valores elevados (segundo a adoção de um ponto de corte ou valor máximo de tolerância) e, dessa maneira, saber quantos indivíduos diabéticos existem no grupo estudado,isto é, quantos têm valores elevados de glicemia) Os valores são definidos em uma dada unidade de medida, isto é, aquilo que especifica o valor, e segundo uma escala de medida correspondente. Pode-se definir previamente a variação admitida aos valores (p.ex., limites máximo e mínimo). Por exemplo:a variável a ser analisada é peso ao nascer: unidade de medida: gramas. Pode-se previamente definir no protocolo do estudo que será realizado, que somente serão aceitos os valores de peso ao nascer entre 300 a 8.000g. Neste caso serão os limites mínimo e máximo de peso ao nascer admitidos no estudo A unidade de medida e a escala são por sua vez atributos do instrumento utilizado para obter ou coletar os dados. No exemplo do peso ao nascer o instrumento será uma balança antropométrica, e para gerar e registrar o valor da medida é necessário conhecer sob que formato, e em que condições e limites esse instrumento é capaz de fazê-lo. Contagem de indivíduos adultos que fizeram pelo menos uma consulta odontológica nos últimos 12 meses. Isto poderá ser feito por inquérito domiciliar, aplicando-se um questionário (instrumento com a pergunta específica) em entrevista aos participantes de um estudo. A unidade de medida será: realizou/não realizou consulta -que pode ser codificada, como 1=sim, 0=não. A escala será numérica simples com variação de zero a n (tamanho do grupo de estudo), expressará a freqüência de respostas sim. - a unidade de análise é indivíduo participante - a variável é consulta odontológica Poderão ser acrescentadas outras variáveis para melhor descrever as consultas realizadas tais como :idade dos participantes, período de referência etc. CARACTERÍSTICAS E FONTES DOS DADOS São de interesse da Epidemiologia todos os dados que direta ou indiretamente contribuam para revelar o quadro sanitário da população, possibilitando o entendimento dos processos saúde-doença-cuidado. Os dados podem ser primários ou secundários, segundo a relação desses com quem investiga, os obtém ou os aplica. Dados primários são aqueles obtidos diretamente por quem formulou e escolheu os métodos, planejou a coleta e ou participará da sua análise: os pesquisadores. Essa situação é habitual nos estudos observacionais. A obtenção de dados primários possibilita o controle da qualidade dos dados e sua melhor adequação ao cumprimento dos objetivos do estudo. 4

5 Dados secundários são aqueles coletados por outros pesquisadores e mais freqüentemente aqueles disponíveis em sistemas de informação, dados censitários ou provenientes ou inquéritos populacionais em saúde. Nesse caso, os métodos de coleta dos dados e a unidade de análise foram pré-estabelecidos e não podem ser modificados. Assim, seu uso representa um grande desafio à análise e interpretação, exigindo atenção especial quanto aos respectivos atributos de qualidade. Dados em saúde podem ser coletados: Episódicos Contínuos Dados episódicos podem ter periodicidade definida ou não. Dados episódicos com periodicidade definida: Censos demográficos são coletados a cada 10 anos, Dados de saúde da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios) que são coletados qüinqüenalmente. Dados episódicos sem periodicidade definida são provenientes de pesquisas pontuais, que tem por objetivo a descrição da situação de saúde de uma dada população ou aqueles provenientes de estudos retrospectivos ou longitudinais que visam identificar fatores de risco e determinantes de doenças e agravos à saúde. Por coleta contínua entende-se o processo de registro seqüencial e universal de dados estabelecido institucionalmente e, em geral, de cobertura nacional ou integral para um território. Contagem de eventos ou agravos de saúde: SIM - Sistema de Informação de Mortalidade SINASC - Sistema de Informação de Nascidos vivo Estatísticas do registro civil- IBGE SINAM - notificações e registros de casos de doenças e agravos à saúde Registros administrativos da assistência à saúde. SIHSUS - Sistema de Internações Hospitalares do SUS SIASUS - Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS SIAB;SIS PRENATAL, etc Obtenção de dados em epidemiologia: Definição precisa do evento (nascimento, óbito, doença) Definição das variáveis necessárias para a descrição do evento e das hipóteses do estudo Tipo de dados a ser empregado: primário ou secundário Fonte de dados a ser empregada Questionários, formulários e protocolos Técnica de obtenção de dados: entrevistas, formulários de registro continuo, protocolos para extração de dados de prontuários, bancos de dados Obtenção de dados em epidemiologia: Garantia de uniformidade e padronização da coleta de dados, elaboração de manuais e treinamento Pré-teste, projeto piloto Supervisão da coleta de dados Definição das técnicas de análise dos dados Bancos de dados: analise de consistência, erros de digitação, manual de codificação das variáveis Referencias bibliográficas: LAURENTI R; MELLO JORGE MHP; LEBRÃO ML; GOTLIEB SLD, Estatísticas de Saúde, São Paulo: EPU, MOTA E; ALMEIDA MFA; VIACAVA F- O dado epidemiológico, estrutura, fontes, propriedades e instrumentos.in ALMEIDA FILHO N; BARRETO ML Epidemiologia & Saúde. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2011:pp

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