FILOSOFIA: RESUMO DAS AULAS 4, 5 e 6
|
|
|
- Derek Palma de Mendonça
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FILOSOFIA: RESUMO DAS AULAS 4, 5 e 6 Antes de elaborar um resumo do conteúdo das AULAS 4, 5 e 6, é necessário entender o panorama geral dentro do qual as discussões destas aulas fazem sentido. Isto é, estas três aulas podem serão compreendidas melhor se as colocarmos num mesmo contexto geral. Assim sendo, vamos tentar compreender os termos deste referido contexto geral. CONTEXTO GERAL Nas três primeiras aulas, o objetivo geral era tentar demonstrar que existem várias formas de explicar as coisas do mundo (mito, Filosofia, outras sabedorias, ciência aulas 1 e 2) e que, dentre essas várias formas, se destacava a Filosofia como a forma que a nossa sociedade (sociedade ocidental) desenvolveu para explicar o mundo. Portanto, nas três primeiras aulas estudamos a forma filosófica de explicar o mundo (isto é, aprendemos o procedimento filosófico e a maiêutica). Assim, nas primeiras aulas aprendemos a forma de explicar o que cada coisa do mundo É. Portanto, tratavase de explicar o que É cada coisa do mundo. Tratava-se de explicar o seu SER 1. A área da Filosofia que estuda o SER de cada coisa do mundo, ou seja, que estuda o que cada coisa do mundo É, se chama ONTOLOGIA ou METAFÍSICA. Tanto o procedimento filosófico quanto a maiêutica são formas de explicar o que É cada coisa do mundo. Também aprendemos nas três primeiras aulas, o que significa reflexão: um pensamento que se volta contra si mesmo, portanto, um pensamento profundo e cuidadoso. Pensemos no seguinte: se o procedimento filosófico e a maiêutica são formas de explicar filosoficamente o mundo, elas são formas de pensar profundamente o mundo. Assim elas são formas de pensar o que É cada coisa do mundo. Assim sendo, a partir de agora iremos fazer uma reflexão. Tentaremos pensar sobre como pensamos sobre as coisas do mundo. Noutras palavras, se o procedimento filosófico e a maiêutica são formas de CONHECER filosoficamente o mundo, então a partir de agora iremos pensar/refletir sobre esse CONHECIMENTO. Nós refletiremos sobre como se dá o conhecimento filosófico. Nós questionaremos o próprio procedimento filosófico e a maiêutica. Iremos pensar sobre um pensamento; iremos, portanto, empreender uma reflexão. Em 1 Lembre-se que o verbo SER quando é conjugado na terceira pessoa do singular fica da seguinte forma: Ele(a) É. Ou seja, a coisa do mundo (ela/ele) É...
2 suma: Nós tentaremos explicar como se dá a explicação filosófica de mundo. Tentaremos CONHECER como se dá o CONHECIMENTO filosófico sobre as coisas do mundo. Portanto, se nas três primeiras aulas estávamos estudando ONTOLOGIA ou METAFÍSICA, agora estamos estudando TEORIA DO CONHECIMENTO FILOSÓFICO. TEORIA DO CONHECIMENTO Antes fazíamos a seguinte pergunta: O QUE É cada coisa do mundo (O que é a beleza? O que é a virtude? O que é a honestidade? O que é a coragem? O que é a liberdade? O que é a vida? O que é a morte? O QUE É...? etc...). Agora faremos as seguintes perguntas: QUAL A ORIGEM DO CONHECIMENTO? O QUE É CONHECIMENTO? COMO É POSSÍVEL O CONHECIMENTO? Existem várias respostas possíveis para as perguntas filosóficas. Assim existem várias respostas possíveis para estas perguntas. Estudaremos, por enquanto, apenas duas respostas: a resposta de PLATÃO e a resposta de ARISTÓTELES. AULA 4: PLATÃO A teoria do conhecimento de Platão tenta nos demonstrar como, para ele, se dá conhecimento. Imagine que estamos tentando explicar para alguém o que É, ou melhor, o que SÃO as seguintes coisas do mundo: cachorro, casa, pessoa, roupa, perfume. O cachorro é BOM. A casa é BOA. A pessoa é BOA. A roupa é BOA. O perfume é BOM. Nestes exemplos acima, estamos tentando fazer com que a pessoa CONHEÇA essas coisas do mundo. A pergunta que poderíamos fazer é a seguinte: COMO SE DÁ O CONHECIMENTO SOBRE AS COISAS DO MUNDO?
3 Veja, não estamos tentando entender o que ela É. Estamos tentando entender COMO SE DÁ O CONHECIMENTO sobre o que cada coisa é. Platão nos mostra que para alcançar o conhecimento devemos tentar capturar as IDÉIAS FIXAS que não se transformam. Devemos tentar descobrir as FORMAS, isto é, as idéias fixas que não se transformam. Naquelas frases citadas acima, a idéia fixa é a idéia de BOM/BOA. O que faz com que um cachorro seja bom é diferente do que faz com que uma casa, uma pessoa ou um perfume sejam bons. Mas em todos estes casos a idéia fixa de BOM permanece a mesma. Em todos estes casos, a idéia geral, fixa e abstrata (FORMA) BOM é compartilhada. Neste exemplo, é esta idéia fixa de BOM que devemos tentar descobrir. Ou seja, devemos tentar descobrir a FORMA do que é BOM, a idéia fixa de BOM que está por trás de cada uma das coisas (embora estas coisas sejam boas por razões diferentes). Para Platão tudo que existe é composto de uma substância abstrata que é inata (não se transforma, pois esta substância é naturalmente daquele jeito). É essa substância, ou seja, é esta FORMA que o filósofo deve tentar descobrir. Portanto, devemos tentar entender o que é a FORMA BOM. Devemos tentar entender o que significa de modo mais geral a noção de BOM. Assim, embora o cachorro seja bom por uma razão diferente do perfume ser bom, ambos compartilham da noção geral de BOM. O conjunto das idéias gerais, fixas e que não se transformam. Isto é, o conjunto das formas habita um mundo que Platão chamou de MUNDO DAS IDÉIAS. É neste mundo que está o conhecimento verdadeiro e, se quisermos alcançar o conhecimento verdadeiro, devemos tentar entender este mundo. O MUNDO DAS IDÉIAS é abstrato e só pode ser capturado pelo PENSAMENTO. Mas, todos os seres humanos são dotados dos SENTIDOS. A questão é seguinte: Nossos sentidos (visão, olfato, paladar, audição e tato) nos possibilitam alcançar o conhecimento verdadeiro? Platão diz que NÃO. Para ele, não podemos alcançar o conhecimento através dos SENTIDOS. Para ele, os SENTIDOS alcançam apenas o MUNDO DAS COISAS, acabando, assim, por ficar preso à APARÊNCIA. Assim, para ele, o verdadeiro conhecimento deveria ir além da aparência do MUNDO DAS COISAS e chegar à ESSÊNCIA do MUNDO DAS IDÉIAS. Assim, nossos sentidos apenas percebem a aparência que faz com que um cachorro seja bom ou que uma pessoa seja boa. Portanto, nossos sentidos apenas percebem que um cachorro é bom porque ele é forte, bonito, etc., ou que uma pessoa é boa porque é honesta, simpática, etc. Devemos ir além dessas aparências e tentar aprender o que é a FORMA BOM. Existem várias FORMAS no MUNDO DAS IDÉIAS: FORMA de ser humano, FORMA de bom, FORMA de mau, FORMA de honestidade, FORMA de beleza, FORMA de amor, FORMA de cachorro, FORMA de mesa, etc.
4 A conclusão geral disso é que os sentidos percebem apenas o mundo das coisas enquanto que o pensamento entende as formas do mundo das idéias. Os sentidos podem nos enganar pois estão presos apenas às aparências e o pensamento racional não nos engana pois ele nos permite acessar a essência. Disso resulta que podemos afirmar que o mundo das idéias é superior ao mundo das coisas. Portanto, para Platão, se quisermos alcançar o conhecimento devemos desconfiar do conhecimento adquirido pelos sentidos e preferir o conhecimento adquirido pelo pensamento racional. Assim, devemos nos afastar do mundo concreto das coisa e preferir refletir sobre o mundo abstrato das idéias. Para ele é assim que se dá o conhecimento. AULA 5: ARISTÓTELES Como vimos, para Platão devemos nos afastar das aparências (e do mundo concreto das coisas), uma vez que elas podem nos enganar. Assim, não deveríamos confiar no conhecimento adquirido pelos sentidos e, ao contrário, deveríamos confiar apenas no conhecimento adquirido pelo pensamento racional que nos levaria às formas que compõem o mundo das idéias, nos levando, assim, à essência além das aparências. Para Aristóteles o conhecimento se dá de um modo DIFERENTE. Para Aristóteles, NÃO É POSSÍVEL ignorar e não acreditar no conhecimento que vem dos sentidos. Assim, devemos confiar no conhecimento que vem dos sentidos. O que não devemos é nos contentar com o conhecimento que vem dos sentidos. Devemos ir além do conhecimento que vem dos sentidos e utilizar o pensamento racional para alcançar o conhecimento. Assim, o conhecimento deve somar o conhecimento que adquirimos através dos sentidos com o conhecimento adquirido pelo pensamento racional. Para Aristóteles é um erro pensar que as aparências concretas nos enganam e nos oferecem um conhecimento inferior do mundo. Para ele, ao contrário, o conhecimento só é possível se começar pelas aparências concretas. Mas, embora devamos começar o conhecimento das coisas pelas aparências das coisas, não devemos nos contentar com elas e, através do pensamento devemos tentar alcançar a dimensão não-aparente das coisas do mundo. Assim, para Aristóteles as coisas do mundo tem várias formas de SER elas mesmas. As coisas do mundo podem SER de vários jeitos, de várias formas. As coisas do mundo podem ter aspectos nãoaparentes e aspectos aparentes. Isto é, as coisas do mundo têm aspectos que os nossos sentidos
5 conseguem perceber, mas, por outro lado, elas têm aspectos que apenas o pensamento racional consegue entender. As coisas do mundo podem ser compreendidas segundo várias CATEGORIAS. Estas categorias podem ser aparentes ou não-aparentes. Para facilitar a explicação, Aristóteles apresentou sua teoria das quatro causas. Esta teoria tenta explicar as coisas do mundo segundo suas várias categorias, isto é, segundo seus vários modos de SER. Vejamos: CAUSA MATERIAL CAUSA FORMAL CAUSA EFICIENTE CAUSA FINAL As coisas, como dissemos, podem ser elas mesmas de vários modos, de vários jeitos, segundo várias categorias. Pense numa estátua de bronze de um homem sentado. Um modo de ser da coisa, um dos seus jeitos de ser ela mesma é o material do qual ela é feita. No caso da estátua de bronze de um homem sentado, o material do qual ela é feita é o bronze. Logo, sua causa material é o bronze. Causa material é a causa que tenta demonstrar o material do qual a coisa é feita. Causa formal é o formato, o design, o desenho da coisa. A estátua de bronze do homem sentado só é estatua de bronze de um homem sentado porque ela é feita de bronze e também porque ela foi feita num certo formato, num certo desenho, nesta caso o formato de um homem sentado. Assim, já podemos perceber que a estátua de bronze de um homem sentado pode ser ela mesma de vários modos, segundo várias categorias. Ela acaba sendo ela mesma porque ela é de bronze e também porque ela é daquele formato de homem sentado. Como se pode perceber, a causa formal tenta explicar o formato da coisa, como ele é, quais são suas características, etc. 2 Mas, temos ainda a causa eficiente e a causa final. A causa final é aquela que tenta explicar a finalidade da coisa do mundo, isto é, sua funcionalidade, sua utilidade. A coisa do mundo não apenas é feita num certo material em um certo formato, como também tem certa utilidade. Como se vê ela pode ser ela mesma destes três modos. A utilidade da estátua de bronze do homem sentado pode ter a finalidade de alegrar o ser humano, de colocá-lo para pensar, etc. Por fim, temos a causa eficiente. A causa eficiente é a causa que tenta explicar aquilo que deu o formato ao material. Isto é, é a causa que tenta mostrar como um material sem forma (informe) acabou ganhando certo formato. A estátua de bronze do homem sentado só é ela mesma porque alguém/alguma coisa transformou o bronze bruto (sem forma/informe) no formato 2 Como se vê, tanto a causa material quanto a causa formal são causas que nossos sentidos podem perceber. Em geral, basta olhar para perceber do que é feita uma coisa ou qual seu formato.
6 específico de homem sentado. Aquilo que dá forma ao material bruto é explicado pela causa eficiente. Pensemos em exemplos: a causa eficiente da estátua de bronze do homem sentado é o trabalho do escultor. A causa eficiente de uma mesa de madeira é o trabalho do carpinteiro/marceneiro. Como é possível perceber, embora não possamos ver, tatear, cheirar, sentir o gosto ou ouvir o trabalho do marceneiro e do escultor, ainda assim, a mesa de madeira ou a estátua de bronze do homem sentado só são elas mesmas porque nelas está contido o trabalho deles. O trabalho deles não é aparente (é não-aparente), mas está lá, está presente nestas coisas do mundo embora não possamos perceber com nossos sentidos. Só nosso pensamento racional pode nos levar a entender que estas coisas do mundo são como são porque são produtos do trabalho seja do marceneiro seja do escultor. O trabalho contido na coisa do mundo é um modo de ser ela mesma. O trabalho contido na coisa do mundo ajuda a definir aquilo que ela É. A causa eficiente vai tentar demonstrar isto. Portanto, podemos resumir o pensamento de Aristóteles afirmando que ele valoriza o conhecimento adquirido pelos sentidos, mas não se limita a estes conhecimentos, buscando também, através do pensamento racional, os aspectos não-aparentes das coisas do mundo. A teoria das quatro causas que Aristóteles defende é uma maneira de sintetizar como se dá o conhecimento. AULA 6: FILOSOFIA DA CIÊNCIA Se antes estávamos refletindo sobre como se dava o conhecimento filosófico, agora faremos praticamente o mesmo. Só que refletiremos sobre como se dá o conhecimento científico. Antes, porém, de fazer esta reflexão, vamos tentar apontar tanto o contexto histórico e cultural em que surgiu a ciência moderna quanto as características gerais do PROCEDIMENTO CIENTÍFICO de explicação do mundo, bem como as características gerais da EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA. A ciência a que nos referimos é a ciência moderna, surgida no século XVI, no contexto históricocultural do Renascimento. O Renascimento recuperou valores da antiguidade clássica, dentre eles a possibilidade dos seres humanos entenderem racionalmente o mundo (diferentemente da Idade Média, onde o conhecimento era controlado pela Igreja católica). Na Antiguidade, como vimos quando estudamos Sócrates/Platão/Aristóteles, o ser humano, por ser racional, pode compreender o mundo. Assim, no Renascimento, abandona-se o teocentrismo da Idade Média e recupera-se o antropocentrismo da
7 antiguidade clássica. Por fim, no contexto histórico-cultural do Renascimento desenvolveu-se a noção de Utilitarismo, defendida, entre outros, por Francis Bacon, onde se defendia que o conhecimento deveria ter certa utilidade, não podendo ser subjetivo ao ponto de não poder ser aplicado na prática. Neste contexto histórico-cultural, a Filosofia acabou por gerar uma outra forma de explicar o mundo que, por ter origem na Filosofia, se parece muito com ela, embora seja diferente. Essa outra forma de explicar o mundo é a CIÊNCIA. A ciência é uma forma de explicar o mundo marcada por características próprias que são semelhantes à Filosofia mas, ao mesmo tempo, diferentes. Assim, a explicação científica de mundo tem características semelhantes à explicação filosófica de mundo. Vamos inicialmente pontuar as características da explicação científica do mundo. A explicação científica, assim como a explicação filosófica é: pode ser aprendida por ser racional, lógica e conceitual e, por ter a ambição de elaborar leis universais. Mas, além disso, a explicação científica tem que ser SEMPRE objetiva e neutra. A Filosofia e o procedimento filosófico não tem nada que garanta que suas reflexões sejam sempre objetivas. Quando a Filosofia lida com as coisas concretas, aí ela está sendo objetiva. Mas, o problema é que a Filosofia pode tranquilamente deixar de lado os objetos concretos e materiais e ficar apenas num grau muito subjetivo. Assim, a ciência deveria sempre ser objetiva e neutra (isto é, não pode deixar que suas explicações sejam contaminadas pelas opiniões do cientista). Portanto, a ciência, embora devesse seguir as características gerais da Filosofia, ela deveria evitar o subjetivismo da Filosofia e, assim, ser de um modo tal que sempre fosse objetiva. A garantia de objetividade que a ciência encontrou é sempre estar relacionada com os FATOS EMPÍRICOS (Isto é, de estar sempre relacionada com os fatos real e indiscutivelmente existentes). Assim, pode até haver reflexão e dúvidas profundas, questionamentos profundos, mas sempre estes questionamentos devem estar acompanhados de um relacionamento com os dados empíricos, com os fatos empíricos. Assim, para o PROCEDIMENTO CIENTÍFICO ser de um tal modo que sempre garanta objetividade, ele deve iniciar pela OBSERVAÇÃO DOS FATOS EMPÍRICOS. Mas, além disso, o cientista deve tentar fazer experimentos e, pela EXPERIMENTAÇÃO, tentar controlar as variáveis que poderiam explicar certo fenômeno (E, nestes experimentos, sempre devemos ter contato com os fatos empíricos). Por fim, após os vários experimentos, o cientista deveria tentar perceber as REGULARIDADES que possibilitariam a elaboração de leis universais.
8 Enquanto a ciência reafirma seu procedimento de explicação de mundo e seu tipo de explicação de mundo, o filósofo, como se sabe, nunca aceita algo sem questionar. E, no exercício de questionar o procedimento científico e a explicação científica, ele elabora o que se chama de FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Assim como quando questionávamos o conhecimento filosófico, estávamos fazendo teoria do conhecimento filosófico, agora que estamos questionando o conhecimento científico estamos fazendo teoria do conhecimento científico ou, o que é o mesmo, estamos fazendo FILOSOFIA DA CIÊNCIA.
A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO. Prof Bruno Tamancoldi
A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Prof Bruno Tamancoldi META DA AULA Apresentar conceitos sobre o Conhecimento, partindo da Filosofia, distinguindo Ciência e senso comum. OBJETIVOS conceituar lógica e raciocínio;
FILOSOFIA. Professor Ivan Moraes, filósofo e teólogo
FILOSOFIA Professor Ivan Moraes, filósofo e teólogo Finalidade da vida política para Platão: Os seres humanos e a pólis têm a mesma estrutura: alma concupiscente ou desejante; alma irascível ou colérica;
AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que
AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos RUBENS temas RAMIRO expostos. JUNIOR Todo exemplo (TODOS citado
Metodologia Científica CONCEITOS BÁSICOSB
Metodologia Científica CONCEITOS BÁSICOSB CURSO DE TECNOLOGIA Metodologia Científica A Atitude Científica As Concepções de Ciência A Ciência na História Classificações de Ciência Tipos de Conhecimentos
MÓDULO 1 O QUE É FILOSOFIA
MÓDULO 1 O QUE É FILOSOFIA Quebrando Mitos INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO COMUM Conjunto de reflexões apresentado em livros complexos, enigmáticos e com um vocabulário de difícil compreensão e que... está longe
Aristóteles e o Espanto
Aristóteles e o Espanto - Para Aristóteles, uma condição básica para o surgimento do conhecimento no homem era o espanto, o qual poderia gerar toda condição para o conhecimento e a elaboração de teorias.
SOFISTAS E SÓCRATES Os sofistas são pensadores que questionam pela retórica o ideal democrático e racionalidade grega que colocava a centralidade da
SOFISTAS E SÓCRATES Os sofistas são pensadores que questionam pela retórica o ideal democrático e racionalidade grega que colocava a centralidade da vida ética na coletividade e no bem comum. Neste sentido,
3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 5 Aristóteles e o mundo sensível
3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 5 Aristóteles e o mundo sensível O posicionamento das mãos dos pensadores representa a maneira de pensar de cada um deles. Platão enfatiza
Unidade 2: História da Filosofia Filosofia Clássica. Filosofia Serviço Social Igor Assaf Mendes
Unidade 2: História da Filosofia Filosofia Clássica Filosofia Serviço Social Igor Assaf Mendes Conteúdo (a) Nascimento da filosofia (b) Condições históricas para seu nascimento (c) Os principais períodos
AULA DE FILOSOFIA. Prof. Alexandre Cardoso
AULA DE FILOSOFIA Prof. Alexandre Cardoso A criação da filosofia está ligada ao pensamento racional. Discutir, pensar e refletir para descobrir respostas relacionadas à vida. Os filósofos gregos deixaram
Racionalismo. René Descartes Prof. Deivid
Racionalismo René Descartes Prof. Deivid Índice O que é o racionalismo? René Descartes Racionalismo de Descartes Nada satisfaz Descartes? Descartes e o saber tradicional Objetivo de Descartes A importância
FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA. Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson
FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson O pensamento moderno e a crise generalizada de autoridade - A autoridade
Bem vindo à Filosofia. Prof. Alexandre Cardoso
Bem vindo à Filosofia Prof. Alexandre Cardoso A criação da filosofia está ligada ao pensamento racional. Discutir, pensar e refletir para descobrir respostas relacionadas à vida. Os filósofos gregos deixaram
O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura
O caminho moral em Kant: da transição da metafísica dos costumes para a crítica da razão prática pura Jean Carlos Demboski * A questão moral em Immanuel Kant é referência para compreender as mudanças ocorridas
ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO
1 ALBERTO MAGNO E TOMÁS DE AQUINO A ESCOLÁSTICA E OS PRINCIPAIS REPRESENTANTES ALBERTO MAGNO TOMÁS DE AQUINO Buscaram provar a existência de Deus utilizando argumentos racionais. 2 A UNIDADE ENTRE A FÉ
DA IDADE MÉDIA À IDADE MODERNA. Prof. Adriano R. 1º Anos
DA IDADE MÉDIA À IDADE MODERNA Prof. Adriano R. 1º Anos CONTEXTO E CARACTERÍSTICAS DA FILOSOFIA MEDIEVAL Séc. V ao Séc. XV d. C. Período da Idade Média (Mil anos de crescimento) - Reintroduzido o comércio
A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem.
FRANCIS BACON Ocupou cargos políticos importantes no reino britânico; Um dos fundadores do método indutivo de investigação científica; Saber é poder ; A ciência é um instrumento prático de controle da
FILOSOFIA COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA
COMENTÁRIO DA PROVA DE FILOSOFIA Mais uma vez a UFPR oferece aos alunos uma prova exigente e bem elaborada, com perguntas formuladas com esmero e citações muito pertinentes. A prova de filosofia da UFPR
Curso TURMA: 2101 e 2102 DATA: Teste: Prova: Trabalho: Formativo: Média:
EXERCÍCIOS ON LINE 3º BIMESTRE DISCIPLINA: Filosofia PROFESSOR(A): Julio Guedes Curso TURMA: 2101 e 2102 DATA: Teste: Prova: Trabalho: Formativo: Média: NOME: Nº.: Exercício On Line (1) A filosofia atingiu
Platão, desiludido com a. escola de filosofia a Academia.
Platão era filho da aristocracia ateniense. Foi discípulo de Sócrates. Sua obra reflete o momento caótico pelo qual passou Atenas no decorrer de sua vida A crise da sociedade ateniense está ligada à guerra
RESOLUÇÃO FILOSOFIA SEGUNDA FASE UFU SEGUNDO DIA
RESOLUÇÃO FILOSOFIA SEGUNDA FASE UFU SEGUNDO DIA 1) Para Parmênides o devir ou movimento é uma mera aparência provocada pelos enganos de nossos sentidos. A realidade é constituída pelo Ser que é identificado
I g o r H e r o s o M a t h e u s P i c u s s a
Filosofia da Ciência Realidade Axioma Empirismo Realismo cientifico Instrumentalismo I g o r H e r o s o M a t h e u s P i c u s s a Definição Filosofia da ciência é a área que estuda os fundamentos e
A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental, visando proporcionar resultados objetivos para o homem.
FRANCIS BACON Ocupou cargos políticos importantes no reino britânico; Um dos fundadores do método indutivo de investigação científica; Saber é poder ; A ciência é um instrumento prático de controle da
O MUNDO MODERNO E UM NOVO MODO DE PENSAR O MUNDO O homem é o modelo do mundo Leonardo da Vinci
RACIONALISMO O MUNDO MODERNO E UM NOVO MODO DE PENSAR O MUNDO O homem é o modelo do mundo Leonardo da Vinci - O início da filosofia moderna inaugura uma declarada ruptura com a igreja católica; - O conhecimento
Olá, aqui é Marina Carvalho e é um prazer para mim estar aqui de novo com você, nesse segundo vídeo dessa série especial: Como Conquistar suas Metas
Olá, aqui é Marina Carvalho e é um prazer para mim estar aqui de novo com você, nesse segundo vídeo dessa série especial: Como Conquistar suas Metas Pessoais e Profissionais ainda neste ano No vídeo de
Introdução O QUE É FILOSOFIA?
O QUE É FILOSOFIA? A filosofia não é uma ciência, nem mesmo um conhecimento; não é um saber a mais: é uma reflexão sobre os saberes disponíveis. É por isso que não se pode aprender filosofia, dizia kant:
LISTA DE CONTEÚDOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL Professor: Airton José Müller Componente Curricular: Filosofia
LISTA DE CONTEÚDOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL - 2015 Professor: Airton José Müller Componente Curricular: Filosofia 7º Ano Filósofos Clássicos. A filosofia clássica. Sócrates de Atenas: o poder das perguntas
Volume 2 Fascículo 2 Filosofia Unidade 3
Atividade extra Volume 2 Fascículo 2 Filosofia Unidade 3 Questão 1 A ideia de que, pela Ciência e pela técnica, o homem se converterá em senhor e possuidor da natureza está presente no pensamento do filósofo
Sócrates: após destruir o saber meramente opinativo, em diálogo com seu interlocutor, dava início ã procura da definição do conceito, de modo que, o
A busca da verdade Os filósofos pré-socráticos investigavam a natureza, sua origem de maneira racional. Para eles, o princípio é teórico, fundamento de todas as coisas. Destaca-se Heráclito e Parmênides.
FILOSOFIA Conceito e delimitação
FILOSOFIA Conceito e delimitação Conceito de Filosofia Filosofia significa philo= amigo, amor, Sophia= sabedoria. A filosofia busca dar profundidade e totalidade à aspectos referentes a vida como um todo;
a confusão do final do ano e as metas para o próximo
o que fazer se o ano que passou foi ruim? o que fazer nesse próximo ano? a confusão do final do ano e as metas para o próximo Enéas Guerriero www.equilibriocontinuo.com.br O que vamos falar hoje? 1) Estresse
26/08/2013. Gnosiologia e Epistemologia. Prof. Msc Ayala Liberato Braga GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO GNOSIOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO
Gnosiologia e Epistemologia Prof. Msc Ayala Liberato Braga Conhecimento filosófico investigar a coerência lógica das ideias com o que o homem interpreta o mundo e constrói sua própria realidade. Para a
COMO TRAÇAR METAS DE ESTUDO E CUMPRI-LAS
COMO TRAÇAR METAS DE ESTUDO E CUMPRI-LAS Sua meta para 2018 é passar no vestibular? Saiba que um bom planejamento pode ser o grande diferencial para sua aprovação no curso dos sonhos, seja ele Medicina,
CORRENTES DE PENSAMENTO DA FILOSOFIA MODERNA
CORRENTES DE PENSAMENTO DA FILOSOFIA MODERNA O GRANDE RACIONALISMO O termo RACIONALISMO, no sentido geral, é empregado para designar a concepção de nada existe sem que haja uma razão para isso. Uma pessoa
A ORIGEM DA FILOSOFIA
A ORIGEM DA FILOSOFIA UMA VIDA SEM BUSCA NÃO É DIGNA DE SER VIVIDA. SÓCRATES. A IMPORTÂNCIA DOS GREGOS Sob o impulso dos gregos, a civilização ocidental tomou uma direção diferente da oriental. A filosofia
FILOSOFIA 11º ano O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
FILOSOFIA 11º ano O CONHECIMENTO E A RACIONALIDADE CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA Governo da República Portuguesa Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva 1.1 Estrutura do ato de conhecer 1.2 Análise
Como se define a filosofia?
Como se define a filosofia? Filosofia é uma palavra grega que significa "amor à sabedoria" e consiste no estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores
ARISTÓTELES: BASES DO PENSAMENTO LÓGICO E CIENTÍFICO
ARISTÓTELES: BASES DO PENSAMENTO LÓGICO E CIENTÍFICO Nasceu por volta de 384 a.c e faleceu por volta de 322 a.c). Natural de Estagira, na Macedônia, era filho de Nicômaco, médico do rei da Macedônia. Aos
O novo Organum crítica a obra de Aristóteles, reinterpreta sua obra ordem do universo
FRANCIS BACON . Nasceu em Londres em 1561, filho de, filho de Sir Nicholas Bacon, lorde tabelião da rainha Elisabeth, Francis Bacon gozou do privilégio de ser introduzido na corte desde pequeno. Em 1584
AULA 6 GALILEU E O MÉTODO CIENTÍFICO 3C13 FILOSOFIA
AULA 6 GALILEU E O MÉTODO CIENTÍFICO 3C13 FILOSOFIA Prof. Gilmar Dantas I-INTRODUÇÃO Contexto histórico Para tentar explicar a natureza, Aristóteles (384-322 a.c.) criou uma filosofia cujos conteúdos,
PLATÃO O MUNDO DAS IDEIAS
AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas RUBENS expostos. RAMIRO Todo exemplo JR (TODOS citado
ARISTÓTELES I) TEORIA DO CONHECIMENTO DE ARISTÓTELES
AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas expostos. Todo exemplo citado em aula é, meramente,
O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS
O CONHECIMENTO E SEUS NÍVEIS 1. O CONHECIMENTO é uma relação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido. O sujeito que conhece se apropria, de certo modo, do objeto conhecido. Através
ebooksbrasil ebooksbrasil.com
ebooksbrasil ebooksbrasil.com Coração Palhaço! Jacinto Luigi de Morais Nogueira Edição ebooksbrasil Versão para ebook ebooksbrasil.com Fonte Digital Documento do Autor Copyright: 2001 Jacinto Luigi de
A criação da filosofia está ligada ao pensamento racional. Discutir, pensar e refletir para descobrir respostas relacionadas à vida.
A criação da filosofia está ligada ao pensamento racional. Discutir, pensar e refletir para descobrir respostas relacionadas à vida. Os filósofos gregos deixaram de lado os deuses e os mitos e tentaram
PLANO DE AULA. Resumo: Período da Filosofia Antiga : Socrático ou Antropológico
PLANO DE AULA ÁREA: História da Filosofia antiga TEMA: O início do pensamento filosófico na Grécia Antiga HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Antiga INTERDISCIPLINARIDADE: História TRANSVERSALIDADE: Ética DURAÇÃO:
O que é Linguagem? PROF. RONALDO PINHO
O que é Linguagem? PROF. RONALDO PINHO Linguagem Sistema de signos que da nome as coisas do mundo. Organiza o pensamento. Possibilita a comunicação. Reflete sentimentos, valores, paixões e pensamentos.
Bachelard. A Ciência é contínua?
Texto B Visão Dialética do conhecimento científico Inclui razão e experiência As observações são influenciadas por teorias prévias Visão descontinuísta das Ciências: presença de rupturas com o senso comum
- Como Passar em Concursos Públicos em até 1 Ano -
Índice Sumário Índice... 2 1) Primeiro Erro: Dar Prioridade Apenas No Que Você Tem Mais Facilidade em Aprender... 3 2) Segundo Erro: Perder Tempo Desnecessariamente... 4 3) Terceiro Erro: Falta de Estratégia...
MÊNON A REMINISCÊNCIA 1
MÊNON A REMINISCÊNCIA 1 [...] Sócrates: Disse há pouco, Mênon, que você é um brincalhão. E aí está você me perguntando se posso instruí-lo, quando digo que não há aprendizado mas apenas lembrança. Quer
IDEALISMO ESPECULATIVO, FELICIDADE E ESPÍRITO LIVRE CURSO DE EXTENSÃO 24/10/ Prof. Ricardo Pereira Tassinari
IDEALISMO ESPECULATIVO, FELICIDADE E ESPÍRITO LIVRE CURSO DE EXTENSÃO 24/10/2011 - Prof. Ricardo Pereira Tassinari TEXTO BASE 1 PSICOLOGIA: O ESPÍRITO 440 ( ) O Espírito começa, pois, só a partir do seu
Classificação das Ciências. Tipos de conhecimento. Conhecimento Popular. Conhecimento Religioso. Conhecimento Filosófico. Metodologia Científica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Classificação das Ciências FORMAIS Lógica Matemática Metodologia Científica Prof. a Renata Gonçalves Aguiar CIÊNCIAS
FILOSOFIA. 1º ano: Módulo 07. Professor Carlos Eduardo Foganholo
FILOSOFIA 1º ano: Módulo 07 Professor Carlos Eduardo Foganholo Como podemos ter certeza de que estamos acordados e que tudo o que vivemos não é um sonho? Qual é a fonte de nossos conhecimentos? É possível
Obviamente não poderíamos ter um número negativo de livros. Também não poderíamos imaginar alguém falando: Tenho 3,4231 livros na minha estante.
Conjunto dos Números Naturais A noção de um número natural surge com a pura contagem de objetos. Ao contar, por exemplo, os livros de uma estante, temos como resultado um número do tipo: N = {0,1,2,3 }
Ética e política da subjetividade: hermenêutica do sujeito e parrhesía em Michel Foucault.
Ética e política da subjetividade: hermenêutica do sujeito e parrhesía em Michel Foucault. André Pereira Almeida Os últimos cursos e trabalhos de Foucault acerca da constituição do sujeito ético e político
A chave do sucesso de uma confeitaria, padaria, ou cafeteria
Todos os direitos reservados. O conteúdo deste manual é propriedade da editora e dos autores. Não é autorizada a reprodução deste manual sem a autorização expressa e por escrito dos autores. O manual não
Aula 00. Filosofia do Direito p/ DPU (Defensor Público da União) Professor: Ricardo Torques DEMO
Aula 00 Filosofia do Direito p/ DPU (Defensor Público da União) Professor: Ricardo Torques Aula 00 Apresentação do Curso Introdução à Filosofia Sumário Filosofia do Direito para DPU... 3 Apresentação Pessoal...
Pegada nas Escolas - LIXO - PROPOSTAS PARA A ESCOLA: LIXO
Pegada nas Escolas - LIXO - 1 PROPOSTAS PARA A ESCOLA: LIXO Nessa fase vamos colocar a mão na massa para criar um conjunto de soluções que permitam reduzir a Pegada Ecológica e de Carbono* na Escola. Para
O DASEIN E SUA CONDIÇÃO ONTOLÓGICA DE ANGÚSTIA. Greyce Kelly de Souza Jéferson Luís de Azeredo
O DASEIN E SUA CONDIÇÃO ONTOLÓGICA DE ANGÚSTIA Greyce Kelly de Souza [email protected] Jéferson Luís de Azeredo [email protected] Resumo: Neste artigo pretende-se analisar a relação ontológica entre
Disciplina de Filosofia Ciências Humanas e suas tecnologias
Disciplina de Filosofia Ciências Humanas e suas tecnologias 2º ano Prof. Queridos Alunos, A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original. Pois, [...] não existem sonhos impossíveis
Filosofia da existência: Existencialismo
Filosofia da existência: Existencialismo No século XX, o pensamento sobre o ser humano assumiu novas perspectivas, com a visão de Martin Heidegger e Jean Paul Sartre. As raízes dessas ideias surgiram um
Aula Véspera UFU Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015
Aula Véspera UFU 2015 Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba 16 Abril de 2015 NORTE DA AVALIAÇÃO O papel da Filosofia é estimular o espírito crítico, portanto, ela não pode
Resolução da Questão 1 (Texto Definitivo)
Questão Redija em texto dissertativo acerca do seguinte tema. A ALMA E A CIDADE EM PLATÃO Ao elaborar seu texto, aborde, necessariamente, os seguintes aspectos: teoria política de Platão em A República
"Muito do conteúdo do atual currículo é conhecimento de que ninguém precisa ou é necessário apenas para especialistas.
Relato de Experiência: A escola que queremos Diva Rosa da Silva "Muito do conteúdo do atual currículo é conhecimento de que ninguém precisa ou é necessário apenas para especialistas." Seymour Papert INTRODUÇÃO
FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA. Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson
FRANCIS BACON E A TRADIÇÃO EMPIRISTA Universidade Estadual de Ponta Grossa Programa de Pós-Graduação em Educação Professora Gisele Masson 1561-1626 Bacon não elaborou uma teoria própria, pois se propôs
Engenharias Metodologia Científica 1º semestre Iolanda Cláudia Sanches Catarino
Engenharias Metodologia Científica 1º semestre Iolanda Cláudia Sanches Catarino TELE AULA 1 Cientificidade do conhecimento Resumo Unidade de Ensino: 1 Competência da Unidade de Ensino: Resumo: Palavras-chave:
TEORIA DO CONHECIMENTO O QUE É O CONHECIMENTO? COMO NÓS O ALCANÇAMOS?
TEORIA DO CONHECIMENTO O QUE É O CONHECIMENTO? COMO NÓS O ALCANÇAMOS? Tem como objetivo investigar a origem, a natureza, o valor e os limites do conhecimento Vários filósofos se preocuparam em achar uma
ARISTÓTELES ( )
ARISTÓTELES (384 322) Nascido em Estagira; Juntamente com seu mestre Platão, é considerado um dos fundadores da filosofia ocidental; Professor de Alexandre O Grande. METAFÍSICA Uma das principais obras
Perdendo o medo de Phrasal Verbs
1 Perdendo o medo de Phrasal Verbs 2 Perdendo o medo de Phrasal Verbs com explicações e exemplos de uso Olá! Você acabou de adquirir o e-book que vai salvar sua vida! Um e-book para te ajudar e fazer entender
O CONHECIMENTO NA TERRA SÃO SOMBRAS PLATÃO (C A.C.)
O CONHECIMENTO NA TERRA SÃO SOMBRAS PLATÃO (C.427-347 A.C.) Em 399 a.c., o mentor de Platão, Sócrates, foi condenado à morte como Sócrates não havia deixado nada escrito, Platão assumiu a responsabilidade
Educação Matemática MATEMÁTICA LICENCIATURA. Professora Andréa Cardoso
Educação Matemática MATEMÁTICA LICENCIATURA Professora Andréa Cardoso OBJETIVO DA AULA: Diferenciar a Matemática Racional da Matemática Prática 2 UNIDADE I : EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO Matemática Racional
Teorias éticas. Capítulo 20. GRÉCIA, SÉC. V a.c. PLATÃO ARISTÓTELES
GRÉCIA, SÉC. V a.c. Reflexões éticas, com um viés político (da pólis) _ > como deve agir o cidadão? Nem todas as pessoas eram consideradas como cidadãos Reflexão metafísica: o que é a virtude? O que é
TEORIA DO CONHECIMENTO. Aulas 2, 3, 4,5 - Avaliação 1 Joyce Shimura
TEORIA DO CONHECIMENTO Aulas 2, 3, 4,5 - Avaliação 1 Joyce Shimura - O que é conhecer? - Como o indivíduo da imagem se relaciona com o mundo ou com o conhecimento? Janusz Kapusta, Homem do conhecimento
IDEALISMO ESPECULATIVO E A FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO CURSO DE EXTENSÃO 22/10/ Prof. Ricardo Pereira Tassinari
IDEALISMO ESPECULATIVO E A FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO CURSO DE EXTENSÃO 22/10/2011 - Prof. Ricardo Pereira Tassinari TEXTO BASE 1 20 Se tomarmos o pensar na sua representação mais próxima, aparece, α) antes
PROFESSOR: MAC DOWELL DISCIPLINA: FILOSOFIA CONTEÚDO: TEORIA DO CONHECIMENTO aula - 02
PROFESSOR: MAC DOWELL DISCIPLINA: FILOSOFIA CONTEÚDO: TEORIA DO CONHECIMENTO aula - 02 2 A EPISTEMOLOGIA: TEORIA DO CONHECIMENTO Ramo da filosofia que estuda a natureza do conhecimento. Como podemos conhecer
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CIÊNCIA E TECNOLOGIA O QUE É CIÊNCIA? Um dos grandes problemas é o de diferenciar ciência de outras formas de conhecimento, em especial o senso comum. Mas afinal, o que é isso tudo? Em primeiro lugar,
DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE FILOSOFIA 1.º ANO/EM
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE DATA: 0 / 05 / 016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE FILOSOFIA 1.º ANO/EM ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR: 8,0
Como fazer? O que é CHA? Mapeamento de Competências: O que é e como fazer
O que é: Parte essencial de uma boa gestão de Recursos Humanos é definir as competências necessárias para cada cargo dentro da empresa. O Mapeamento de Competências serve para definir essas competências
Filosofia da Arte. Unidade II O Universo das artes
Filosofia da Arte Unidade II O Universo das artes FILOSOFIA DA ARTE Campo da Filosofia que reflete e permite a compreensão do mundo pelo seu aspecto sensível. Possibilita compreender a apreensão da realidade
*RACIONALISMO X EMPIRISMO
*RACIONALISMO X EMPIRISMO *As transformações ocorridas a partir da modernidade levaram ao questionamento dos critérios e métodos para elaboração de um conhecimento verdadeiro. *As 02 principais correntes
O GRANDE RACIONALISMO: RENÉ DESCARTES ( )
O GRANDE RACIONALISMO: RENÉ DESCARTES (1596-1650) JUSTIFICATIVA DE DESCARTES: MEDITAÇÕES. Há já algum tempo que eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras,
Objetividade e diálogo de culturas. A professora M. Clara Gomes
Objetividade e diálogo de culturas A professora M. Clara Gomes A questão dos critérios valorativos levanta o problema da natureza dos juízos morais. O Subjetivismo moral é teoria que defende que os juízos
MTA Aula 02. Evolução dos conhecimentos Tipos de conhecimentos
MTA Aula 02 Evolução dos conhecimentos Tipos de conhecimentos TIPOS DE CONHECIMENTO 1. Filosófico 2.Teológico 3. Empírico 4.Científico 1.1.1 Conhecimento filosófico A filosofia teve seu início na Jônia,
CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA. Profº Ney Jansen Sociologia
CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA Profº Ney Jansen Sociologia Ao problematizar a relação entre indivíduo e sociedade, no final do século XIX a sociologia deu três matrizes de respostas a essa questão: I-A sociedade
Aula 2: Cultura e Sociedade: Objeto e método das Ciências Sociais.
Aula 2: Cultura e Sociedade: Objeto e método das Ciências Sociais. CCJ0001 - Fundamentos das Ciências Sociais Profa. Ivana Schnitman Centro Universitário Estácio da Bahia Conteúdo O contexto histórico
Eu sou especial para Deus.
Eu sou especial para Deus. História bíblica Salmo 139 Na lição de hoje, as crianças vão aprender que o salmo 139 nos diz que Deus nos fez, que ele conhece cada um de nós intimamente e que ele está sempre
BERNARD LONERGAN FILOSOFIA DO SÉCULO XXI LIÇÃO 1
Mendo Castro Henriques UCP-Lisboa- 2017 BERNARD LONERGAN FILOSOFIA DO SÉCULO XXI LIÇÃO 1 Introdução ao Pensamento Filosófico Contemporâneo BERNARD LONERGAN (1904 1984) Nasce a 12/17/04, Buckingham, Quebec
CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Prof. Dra. Renata Cristina da Penha França E-mail: [email protected] -Recife- 2015 VAMOS COLOCAR NOSSOS CELULARES NO
ORANDO POR NOSSOS RELACIONAMENTOS Texto Base: Filipenses
Julho/19 1ª Semana ORANDO POR NOSSOS RELACIONAMENTOS Texto Base: Filipenses 1.1-11 Em uma palavra, descreva o que representa a oração em sua vida. Qual foi a carta que causou mais alegria em você? Explique.
ANEXO VI. Entrevista aos adultos que desistiram do processo de RVCC
ANEXO VI Entrevista aos adultos que desistiram do processo de RVCC CENTRO DE NOVAS OPORTUNIDADES Instituto de Educação e Formação do Sorraia Entrevista aos Adultos Tema: Desistência de Adultos que Frequentam
OPERANDO NÚMEROS INTEIROS COM O ÁBACO. Letícia Ramos Rodrigues 1 Tássia Oliveira de Oliveira 2
OPERANDO NÚMEROS INTEIROS COM O ÁBACO Letícia Ramos Rodrigues 1 Tássia Oliveira de Oliveira 2 Resumo O aprendizado das operações fundamentais, sendo elas a adição, a subtração, a multiplicação e a divisão,
Como evitar folhas em branco nos arquivos PDF gerados com o Calc
Olá! Meu nome é Leandro Ferreira (androle) e sou professor da rede municipal da cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. No mês passado, julho de 2010, eu recebi uma preciosa dica que me ajudou muito.
2 Possíveis Problemas com o PROCV. Variações da função PROCV no Excel: mais de uma condição e valores repetidos
Este conteúdo faz parte da série: Excel Fórmulas Avançadas Ver 10 posts dessa série O PROCV é uma das melhores funções de busca que o Excel disponibiliza para seus usuários. Digo isso, porque não é muito
Mauricio de Sousa Mario Sergio Cortella
Mauricio de Sousa Mario Sergio Cortella Lições ilustradas com a Turma da Mônica 00010_18_Vamos Pensar + um pouco_cortella_miolo.indd 3 5/2/18 11:38 AM Mauricio! Cortella! Quanto tempo! Desde o lançamento
Grupo I Para cada uma das questões que se seguem assinala a opção correta
Grupo I Para cada uma das questões que se seguem assinala a opção correta 1. A filosofia é: a) Um conjunto de opiniões importantes. b) Um estudo da mente humana. c) Uma atividade que se baseia no uso crítico
Pensamento Positivo. Pr. Rodrigo Moraes
Pensamento Positivo Pr. Rodrigo Moraes Pensamento Positivo Pastor Rodrigo Moraes Igreja Nova Aliança Ministério Atraindo Vidas Para Deus - AVD 2015 Prefácio Esta é uma obra com o intuito de mostrar com
Se você ainda não tem clientes, não tem problemas! Você pode criar um Mapa de Empatia baseada em uma audiência mínima viável:
MAPA DE EMPATIA O que é? O mapa de Empatia é uma ferramenta visual, que te ajuda a descrever o perfil de uma Pessoa ou de um grupo de pessoas. O Mapa de Empatia permite que você estruture Uma verdadeira
