Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga
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- Leonardo Amorim Ribeiro
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1 Unidade da Coluna Drs. Bessa da Silva, Artur Teixeira, Daniel Silva e Pedro Varanda Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga Unidade do Joelho Drs. Alberto Monteiro, Carlos Alegre, Francisco Silva e Manuel Mendonça Unidade do Ombro e Cotovelo Drs. António Miranda e Nuno Sevivas SERVIÇO DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Director de Serviço: Dr. Bessa da Silva Unidade do Pé Drs. António Torres e Carlos Burmester Unidade da Anca Drs. Cruz de Melo, Hernani Reis e Sílvio Dias Unidade da Mão Drs. J.M. Teixeira e A. Neto Consultor Medicina Dra. Natividade Duarte Consultor Cir. Plástica Drs. António Conde e Armindo Pinto Consultor de Neurocirurgia Prof. Manuel Laranjeira Consultor de Reumatologia Dra. Paula Valente Internos de Ortopedia Drs Herculano Nascimento, Nuno Borralho, Nuno Tavares, Marta Gomes, Vera Resende e Fernando Leal.
2 TRATAMENTO CIRÚRGICO DA RIZARTROSE LIGAMENTOPLASTIA COM PRÓTESE DE INTERPOSIÇÃO DE PIROCARBONO ARTUR NETO V CONGRESSO GEPES FUNCHAL OUTUBRO 2010
3 PIROCARBONO Composto formado por um conjunto de estruturas cristalinas com características semelhantes à grafite e diamante Propriedades Grande resistência à ruptura Total inércia química (alta biocompatibilidade) Elasticidade semelhante à do osso cortical Baixo coeficiente de atrito
4 Utilizações PIROCARBONO Cirurgia valvular cardíaca (anos 70) Artroplastias metacarpo-falângicas (1979) Material actualmente mais utilizado em próteses valvulares cardíacas mecânicas Ortopedia Artroplastia carpo-metacarpeana Artroplastia da cabeça radial Artroplastia de interposição
5 PIRODISC Littler 1984 Trumble 2000 Hamelin 2003 ASCENSION PYRODISC Disco perfurado em Pirocarbono Disponível em 5 tamanhos Instrumental simples e de fácil utilização
6 VANTAGENS Preserva trapézio Remoção óssea mínima Mantém altura do 1º raio Estabilizada por ligamentoplastia tendinosa
7 INDICAÇÕES Rizartrose isolada (grau II e III) Falência de tratamento conservador Idade superior a 50 anos Hiperextensão da MF inferior a 30º
8 TÉCNICA CIRÚRGICA Colheita de enxerto tendinoso (metade radial do grande palmar) Incisão dorso-radial
9 TÉCNICA CIRÚRGICA Capsulotomia entre APL e EPB Remoção dos 2 mm distais do trapézio e superfície articular do 1º metacarpeano
10 TÉCNICA CIRÚRGICA Túnel no trapézio dorso-distal Túnel na base do meta para a superfície dorsal
11 TÉCNICA CIRÚRGICA Introdução do enxerto tendinoso (trapéziopirodisc-meta)
12 TÉCNICA CIRÚRGICA Introdução do enxerto tendinoso (trapéziopirodisc-meta)
13 TÉCNICA CIRÚRGICA Sutura do enxerto Encerramento da cápsula
14 TÉCNICA CIRÚRGICA Hemostase Encerramento cutâneo Imobilização gessada (2-3 semanas)
15 19 doentes 22 mãos CASUÍSTICA Abril 2008-Dezembro 2009 Idade média 61 Anos (51-75) Rizartrose grau II e III Follow up 17,1 meses (9-28)
16 CASUÍSTICA Abril-Dezembro 2009
17 PATOLOGIA ASSOCIADA Artrite Reumatóide 2 S. C. Cárpico 4 Lesões da coifa 4 H. D. Cervical 1
18 RESULTADOS Score de Kapandgi 8,95 DASH 31,86
19 DOR Score inicial 8,81 Score actual 1,43
20 FORÇA Operados lado activo N=6
21 FORÇA Operados lado passivo N=10
22 FORÇA Operados bilateralmente N=3
23 GRAU DE SATISFAÇÃO Muito satisfeito 16 Satisfeito 3 Repetiam cirurgia 19
24 COMPLICAÇÕES Limitação mobilidade digital 1 Alterações da sensibilidade 0 Nevroma na cicatriz 0 Desconforto/dor na cicatriz 6 Algodistrofia 0 LUXAÇÃO PIRODISC 2
25 CASO CLÍNICO 1 53 Anos Cir
26 CASO CLÍNICO 1
27 Seguimento 28 Meses Dor 0 (6) Score de Kapandji 10 Força 12,4-11,6 7-6,2
28 CASO CLÍNICO 2 59 Anos Cir
29 CASO CLÍNICO 2
30 Seguimento (Meses) 27 (D) 15 (E) Dor 0 (9) D 1 (9) E Score de Kapandji Força 21,6-18 6,6-5,3
31 CASO CLÍNICO 3 73 Anos Cir
32 CASO CLÍNICO 3
33 RX ACTUAL
34 Seguimento (Meses) 26 (D) 9 (E) Dor 0 (8) D 2 (8) E Score de Kapandji Força 17,7-12,8, 7,7-5,5
35 CASO CLÍNICO 4 72 Anos Cir
36 CASO CLÍNICO 4
37 RX ACTUAL
38 Seguimento 3 Meses Dor 2,5 (9,5) Score de Kapandji 7 Força 12-19,6 4,5-7,3
39 CASO CLÍNICO 5 52 Anos Cir
40 CASO CLÍNICO 5 2 meses actual
41 Seguimento 25 Meses Dor 0 (10) Score de Kapandji 9 Força 18,8-17,6 6,5-8,2
42 CONCLUSÃO Remove superfície articular degenerada Restaura estabilidade do metacarpeano Previne encurtamento do 1º raio e impingement com ossos vizinhos
43 CONCLUSÃO Melhora a dor de forma significativa Mantém mobilidade do raio Obtém um grau de satisfação elevado dos doentes
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