CONSULTA Nº /2014
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- Thomaz Abreu Lage
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1 1 CONSULTA Nº /2014 Assunto: Sobre quais profissionais são habilitados para a contenção psiquiátrica e composição das equipes para atendimento de urgência ou emergência psiquiátrica. Relatores: Conselheiro Mauro Gomes Aranha de Lima e Dr. Renato Del Santi, Membro da Câmara Técnica de Psiquiatria. Ementa: Conclui-se, portanto, a imperiosa necessidade do Estado e Município levarem adiante o que foi acordado no Termo de Cooperação, visando da qualidade do serviço psiquiátrico nas urgências/emergências, além de ratificarem as diretrizes do modelo de assistência integral em saúde mental no Brasil. A Promotoria de Justiça de Direitos Humanos solicita parecer do CREMESP acerca de normas ou resoluções sobre contenções psiquiátricas e composição das equipes para atendimento de urgência ou emergência psiquiátrica. Questiona quais profissionais habilitados para a contenção e dos equipamentos mínimos para instalação em ambulância nos atendimentos de urgência/emergência. Preambulo: O Ministério Público instaura procedimento de Inquérito Civil para investigar possível falta ou ineficiência do atendimento do SAMU às pessoas com problemas de saúde mental. Neste procedimento relatam-se casos onde o SAMU não ter comparecido para remoção de pacientes, com vagas garantidas, para internação psiquiátrica. O documento cita um Termo de Cooperação celebrado em 2013 entre o Estado e a Prefeitura de São Paulo, objetivando entre outras ações de execução de saúde, a criação de um atendimento emergencial especializado, motivo pelo qual foi consignado no instrumento que o SAMU teria equipes capacitadas, inclusive com médicos psiquiatras. Neste documento de cooperação Estado-Município, há cláusula onde as equipes do SAMU estariam capacitadas para atender as urgências psiquiátricas, com presença de psiquiatra e devido manejo da situação. O referido Termo consta que a Secretaria Estadual de Saúde estaria obrigada a financiar 50% do RH das equipes das cinco ambulâncias do SAMU, cabendo à Secretaria Municipal de Saúde capacitar profissionais de saúde para atuação em equipes do SAMU. Em resposta ao Ministério Público, o SAMU informa que a demanda para atendimento de casos psiquiátricos corresponde a cerca de 10% das solicitações que chegam ao SAMU, competindo ao redor de solicitações diárias de casos de urgências das mais diversas naturezas, inclusive que implicam em risco iminente à vida. Os recursos são limitados e muitos casos acabam ficando sem atendimento em tempo razoável. O SAMU também relata que foram feitas
2 2 tratativas com a Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde para que, em conjunto com os profissionais de saúde dos CAPS e Guarda Civil Metropolitana componham equipes para abordagem e contenção dos pacientes com indicação préprogramada de internação, sob a supervisão de médico especialista. A Secretaria Estadual de Saúde declara que esta questão está em discussão com a Secretaria Municipal. É observado aumento da demanda de solicitações envolvendo saúde mental. Diante desse contexto, Estado e Prefeitura reconhecem a necessidade de implantação de um serviço especializado de atendimento de urgência e emergência psiquiátricas, mas que ainda não efetivaram as medidas a que se comprometeram no Termo de Cooperação. esclarecer: A Promotoria, então, oficia o CREMESP para a) Se existem normas ou resoluções sobre regras e procedimentos acerca de contenções psiquiátricas e composição das equipes para atendimentos de urgências emergências psiquiátricas. realização de contenção. b) Quais profissionais são habilitados para a c) Sobre equipamentos mínimos para instalação em ambulâncias para os referidos atendimentos. PARECER Respostas aos quesitos formulados: Resposta do item a) A contenção é usada para pacientes que apresentam quadro de inquietação e possível agitação psicomotora. É um procedimento usado na psiquiatria, com pacientes com alto risco de violência. Cabe ao profissional médico a decisão de estabelecer a restrição ao paciente conforme descrito no Conselho Federal de Medicina (art.11 Resolução 1.598, de 09 de agosto de 2000). É então admissível a contenção de paciente, à semelhança de contenção efetuada em leitos de UTI, nos serviços que prestem assistência psiquiátrica, desde que prescrita por médico, registrada em prontuário e quando for o meio mais adequado para prevenir dano imediato ou iminente ao próprio paciente ou a terceiro. Importante se faz a diferenciação entre contenção física e contenção mecânica, termos comumente usados como sinônimos por profissionais da saúde. A contenção física se caracteriza pela imobilização do paciente
3 3 por várias pessoas da equipe que o seguram firmemente no solo. Já a contenção mecânica se caracteriza pelo uso de faixas de couro ou tecido, em quatro ou cinco pontos, que fixam o paciente ao leito. Ressalta-se que a contenção física pode ou não ser acompanhada pela contenção química que é a utilização de medicamentos parenterais com o intuito de sedar o paciente. A contenção mecânica é utilizada para restringir os movimentos do paciente com o uso de dispositivos. O paciente que estiver contido deve permanecer sob cuidado e supervisão imediata e regular de membro da equipe, não devendo a contenção se prolongar além do período necessário a seu propósito. Quando da contenção mecânica, o representante legal ou a família do paciente devem ser informados tão logo possível. Após resguardar a segurança do paciente e da equipe, mesmo que necessárias técnicas de contenção química e/ou física deve-se iniciar a investigação da causa da agitação. Inicialmente se deve investigar condições clínicas que possam justificar a alteração comportamental, mesmo que o quadro aparente ser de origem psiquiátrica. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo orienta que o profissional Enfermeiro pode prescrever a contenção, se houver protocolo compartilhado autorizando a contenção. Aos técnicos e auxiliares de enfermagem cabe a execução da contenção sob supervisão do Enfermeiro. Na Resolução do Conselho Federal de Enfermagem 427/2012, art. 1º, reza que os profissionais de Enfermagem, excetuando-se as situações de urgência e emergência, somente poderão empregar a contenção mecânica do paciente sob supervisão direta do enfermeiro e, preferencialmente, em conformidade com protocolos estabelecidos pelas instituições de saúde, públicas ou privadas, a que estejam vinculados. O número recomendado de profissionais da saúde para realizar a contenção de um paciente em surto psicótico e/ou agitação psicomotora é de cinco, devidamente treinados. E nas demais situações caberá ao enfermeiro a avaliação do número de profissionais necessários. Os materiais mínimos necessários para a contenção são cama baixa, em quarto individual e faixas de contenção. Devem ser observados corretamente as técnicas de contenção, contendo primeiro o abdome e após restringindo os pulsos e tornozelos do paciente, fixando-os na cama. Jamais conter as axilas do paciente. Conter sempre o paciente com roupa. Observar, rigorosamente, sinais de garroteamento de partes do corpo. Cobrir o paciente com lençol, deixando as partes que devem ser observadas descobertas (pulsos e tornozelos). Conter outras partes do corpo, além de tornozelos e pulso, caso o
4 4 paciente esteja extremamente agitado. O paciente deve ser contido com as pernas bem afastadas e com um braço preso em um lado e o outro preso sobre a sua cabeça. A cabeça do paciente deve estar levemente levantada para diminuir a sensação de vulnerabilidade e reduzir a possibilidade de aspiração. Após o paciente contido, explicar ao mesmo o motivo da contenção. Deixar sempre muito claro, para o paciente, a necessidade de proteção. A contenção mecânica não deve ter o caráter punitivo e, mesmo que o paciente esteja psicótico, ele deve ser constantemente orientado sobre este procedimento, que possui finalidades terapêuticas, em regra seguida de contenção química, portanto, é uma prescrição médica, registrada em prontuário. Um elemento da equipe de enfermagem permanece junto ao paciente e dá assistência integral durante todo o tempo em que ele permanecer contido: hidratação, alimentação, higiene, mudança de decúbito, aquecimento e proteção com roupas, interação, oferecimento de informações e apoio como medida terapêutica. O paciente sempre será avaliado pelo médico, que prescreverá a contenção e a contenção química se houver necessidade. Será avaliado pelo enfermeiro responsável a cada meia hora. O elemento da equipe de enfermagem que for escalado para permanecer junto ao paciente não deve afastar-se sem deixar um substituto. No caso da contenção quando o paciente estiver em rebaixamento do nível de consciência deverá ser monitorizado continuamente. A contenção mecânica está fundamentada no Código de Ética Médica, nas Resoluções e Pareceres do CFM e nas Portarias do Ministério da Saúde que normatizam os CAPS: Resolução CFM 2.057/2013, Resolução CFM 1.952/2010, Processo Consulta nº 8.589/10 - CFM (01/11), Parecer nº 1.317/01- CRMPR, Portaria 224/1992, Portaria MS/GM 336/2002, Portaria MS/GM 3088/2011 e Portaria MS/GM 121/2012. Conclui-se que é obrigação dos gestores e dos responsáveis por essas instituições oferecer as condições de segurança aos pacientes e aos seus profissionais de saúde e condições físicas adequadas ao atendimento dos pacientes, que vão desde boas instalações e equipe multiprofissional, bem como capacitação técnica a todos os profissionais de saúde para exercerem todas as suas funções terapêuticas necessárias à correta assistência aos doentes, inclusive contenção quando necessária. Resposta do item b) A equipe de atendimento deve ser composta pela equipe médica e enfermagem (enfermeiro e técnicos/auxiliares). Deve haver protocolo assistencial com o intuito de regular o uso da contenção mecânica e o monitoramento do paciente contido. A equipe deve estar devidamente capacitada e treinada para o procedimento envolvido na contenção.
5 5 Existe um parecer do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (Parecer 2.456/2014), aprovado em Sessão Plenária 3.447ª, de 10/03/2014, onde profissionais de segurança, devidamente treinados, podem auxiliar a equipe médica e de enfermagem, na contenção. Resposta do item c) Ainda não existe normatização específica para o Estado e Município sobre os equipamentos mínimos em ambulância que se destina ao uso psiquiátrico. O Ministério da Saúde, Portaria 2.048/GM, de , no capítulo V, que dispõe sobre atendimento pré-hospitalar móvel na área de urgência, considera o atendimento de natureza clínica, cirúrgica, traumática, inclusive a psiquiátrica, como de atribuição da área da saúde, vinculado a uma Central de Regulação, com equipe e frota de veículos compatíveis com as necessidades de saúde da população de um município ou uma região, podendo, portanto, ultrapassar os limites municipais. Deve contar com uma equipe profissional oriundos da área da saúde e não oriundos da área da saúde, habilitados pelos núcleos de educação em urgência. Dos profissionais da saúde a portaria define médico, enfermeiro, auxiliares e técnicos de enfermagem, e os não oriundos da saúde, condutor de veículo e telefonista. Das diversas modalidades de ambulância, em psiquiatria se adequa a de categoria tipo B, ambulância de suporte básico, que se destina a transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante o transporte até o serviço de destino (como no caso em discussão deste parecer). A ambulância de categoria B deve constar de : sinalizador óptico e acústico, equipamento de rádio-comunicação, maca articulada e com rodas, suporte para soro, instalação de rede de oxigênio com cilindro, válvula e manômetro em local de fácil visualização, maleta de urgência contendo estetoscópio adulto e infantil, ressuscitador manual adulto e infantil, cânulas orofaríngeas, luvas descartáveis, tesoura cirúrgica, esparadrapo, esfigmomanômetro adulto infantil, ataduras de 15 cm, compressas cirúrgicas e pacotes de gaze estéreis. É do nosso entendimento, ampliando a normatização da portaria do Ministéria da Saúde, que nas situações de transporte de paciente psiquiátrico, a ambulância deverá ter o compartimento do condutor separado de onde o paciente estiver sendo transportado, pelo potencial risco de heteroagressividades físicas imprevisíveis por parte do doente ao condutor. Consideramos também que esta unidade móvel psiquiátrica deve ter a porta do local do paciente, trancada do lado externo. Das medicações que devem conter esta unidade, recomendamos que tenha a disposição antipsicóticos, ansiolíticos, antiepilépticos e anti-histamínicos, em formulações orais e parenterais, além de anestésicos (tipo lidocaína), analgésicos,adrenalina, epinefrina, glicose 50%, soro glicosado 5%, soro fisiológico 0,9% e água destilada. Além disso, a
6 6 unidade de transporte deverá necessariamente contar com material de contenção física, conforme mencionados nos itens anteriores deste parecer, com pessoal habilitado para o correto uso. Existe um parecer do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (019/2012), sobre contenção de pacientes mediante prescrição por telemedicina em APH (atenção pré-hospitalar), que a contenção mecânica em APH para pacientes psiquiátricos em estado de agitação ou agressividade, poderá o Enfermeiro assumir sua prescrição e ação, mediante implantação do Processo de Enfermagem, registrado em prontuário, bem como executar o procedimento prescrito pelo médico via rádio (telemedicina), se este for o caso. O papel do SAMU nas intervenções de urgência e/ou emergências psiquiátricas foi ratificado durante a Primeira Oficina Nacional de Atenção às Urgências em Saúde Mental, Aracaju 2004, evento dirigido para operacionalizar a articulação entre e Política Nacional de Atenção às Urgências e a Politica Nacional de Saúde Mental. O SAMU sendo um serviço de APH, estendendo-se à saúde mental, durante intervenções nas urgências/emergências psiquiátricas, necessita de profissionais bastante capacitados em lidar com as situações de crise do paciente em transtorno mental. Utilizar a imobilização física como único recurso e encaminhamento a um pronto-socorro de hospital psiquiátrico, é conduta muito restrita que acaba quase sempre numa situação de internação em hospital psiquiátrico. Deveria haver uma sólida articulação do SAMU com a rede de saúde mental, direcionando os pacientes em crise também para hospitais gerais, CAPS III (funcionamento 24 horas e sete dias por semana) e outras possibilidades terapêuticas de serviços substitutivos da rede assistencial de saúde mental, como alternativos ao encaminhamento do SAMU unicamente para hospitais psiquiátricos. Conclui-se, portanto, a imperiosa necessidade do Estado e Município levarem adiante o que foi acordado no Termo de Cooperação, visando da qualidade do serviço psiquiátrico nas urgências/emergências, além de ratificarem as diretrizes do modelo de assistência integral em saúde mental no Brasil. Este é o nosso parecer, s.m.j. Conselheiro Mauro Gomes Aranha de Lima PARECER APROVADO NA REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA DE PSIQUIATRIA, REALIZADA EM APROVADO NA REUNIÃO DA CÂMARA DE CONSULTAS, REALIZADA EM HOMOLOGADO NA 4.662ª REUNIÃO PLENÁRIA, REALIZADA EM
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