Teste de Circuitos Integrados PROF. PROTÁSIO DEE-UFPB

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Teste de Circuitos Integrados PROF. PROTÁSIO DEE-UFPB"

Transcrição

1 Teste de Circuitos Integrados PROF. PROTÁSIO DEE-UFPB

2 2 DESIGN FOR TESTABILITY DISCIPLINA: TEEE TESTE DE CIRCUITOS INTEGRADOS

3 Testabilidade (TESTABILITY) A noção de testabilidade é muito ampla e inclui os esforços requeridos para: 3 Geração de teste Análise da cobertura de falha Tamanho do conjunto de teste Tempo de aplicação de teste Custo dos equipamentos de teste

4 Testabilidade (TESTABILITY) Outras questões: 4 Obter uma parte do chip com maior testabilidade não simplifica o teste do clip por completo. Com o aumento da complexidade no projeto de circuito integrados, aumentou-se também a dificuldade de se ter observabilidade e controlabilidade do circuito em alto nível.

5 Design for testability (DfT) A dificuldade de se testar os novos e mais complexos chips foi que inspirou a ideia de Design for testability (DfT). DfT é um conjunto de técnicas utilizadas para proporcionar o teste de circuitos integrados. Técnicas de DfT podem ser implementadas de duas maneiras: 1. O projeto original é feito sem considerar a testabilidade do circuito e então o engenheiro de teste aplica os circuitos dedicados ao teste. 2. O projetista considera o processo de teste desde o início e já incorpora os circuitos dedicados à teste. 5

6 Design for testability (DfT) Existem técnicas ad hoc tais como: inserção de pontos de teste e particionamento que são amplamente usados para simplificar o processo de teste. Entretanto, DfT consiste de técnicas estruturadas que possibilitam o aumento da testabilidade de um circuito. Estas técnicas de DfT requerem a adição de circuitos extras ao circuito original e geralmente são consideradas desde o início do projeto. 6

7 Design for testability (DfT) Algumas técnicas de DfT são: Scan Design Partial Scan Boundary Scan Cross-Check Design Built-In Self-test 7

8 Scan Design Scan design é baseado no acesso de pontos internos do circuito a fim de aumentar a sua controlabilidade e sua observabilidade. Tais pontos internos são usados como pontos de teste e assim é possível: Aplicar vetores de teste controlabilidade Observar respostas do circuito observabilidade Scan design é um dos métodos mais usados em testes de circuitos integrados. 8

9 Scan Design Os tipos mais conhecidos de scan design são: Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Level Sensitive Scan Design (LSSD) Partial Scan 9

10 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Modelo generalizado de um circuito sequencial síncrono 10 Entradas: Entradas primárias Estado atual dos Flip-Flops Saídas: Saídas primárias Linhas de estados futuros dos Flip-Flops

11 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Modelo generalizado de um circuito sequencial síncrono 11 Todos os Flip-Flops são acionados por bordas. Pelo circuito, as linhas de estados atual e futuros não são diretamente observáveis e controláveis. Para tornar o circuito testável (aumentar a observabilidade e a controlabilidade) aplica-se uma modificação no circuito com uma lógica extra.

12 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Modificação no circuito original com lógica extra (MD-Scan) P: scan mode 12 P = 1 test mode P = 0 normal mode MUX Scan Input (SI) MUX MUX MUX Scan Output (SO) MUX s MUX P = 1 s = a P = 0 s = b Quando P = 1, a cadeia de FFs torna-se um registrador de deslocamento (Shift-Register) Essa cadeia é denominada de scan chain

13 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Operação APLICAÇÃO DE UM VETOR DE TESTE Em modo de teste, o estado do circuito pode ser setado para qualquer valor pela aplicação de um vetor de teste desejado serialmente pelo scanchain. 13 MUX MUX MUX Scan Output (SO) Scan Input (SI) ANÁLISE DE RESPOSTA AO VETOR DE TESTE Em modo de teste, a resposta do circuito ao teste (estado do circuito) pode ser observada em SO por deslocamento serial. Ao mesmo tempo que outro vetor de teste é aplicado.

14 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Com o MD-Scan, a geração de vetores de teste para circuitos sequencial tornou-se mais simples. Qualquer ATPG combinacional pode ser usado para geração de vetores de testes. 14 MUX MUX MUX Scan Output (SO) Scan Input (SI)

15 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Método de teste completo com MD-Scan 1. Coloque o circuito em modo de teste (P=1) 2. Teste o scan chain aplicando uma sequência alternada de 0s e 1s 3. Aplique serialmente o vetor de teste 4. Retorne ao modo normal (P=0), aplique os bits correspondentes do vetor de teste nas entradas primárias e aplique um sinal de clock para os FFs capturarem a resposta do circuito. 5. Coloque o circuito em modo de teste (P=1) e desloque a resposta do circuito pelo scan chain. Simultaneamente, desloque o próximo vetor de teste pelo scan chain. 6. Vá para o passo 4 até não ter mais vetor de teste. 15

16 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Scan Design simplifica o teste de circuitos sequenciais. Entretanto, existem trade-offs: Aumento da sobreárea de hardware (Area Overhead) Pela adição dos MUXs Pelo roteamento das entradas e saídas dos FFs do scanchain que podem estar em diferentes pontos do circuito. Aumento do número de pinos do chip (pin count) Requer P, Scan in e Scan Out Estes últimos podem ser multiplexados com outros do chip 16

17 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Scan Design simplifica o teste de circuitos sequenciais. Entretanto, existem trade-offs: Desempenho (performance) Dois níveis extras de atraso (delay) são adicionados pelo MUX, podemos resultar em: Aumento do período de clock Diminuição da velocidade do circuito Aumento do fan-out dos FFs que pode resultar na diminuição de velocidade do circuito. Tempo de teste (Test Time) Aumento do tempo de teste dado pela necessidade de deslocamento serial de cada vetor de teste. O tempo de teste é proporcional ao produto do comprimento da scan-chain pelo número de vetores de testes # # 17

18 Multiplexed Data Scan Design (MD-Scan) Alternativas de diminuir o tempo de teste Multiple Scan Chain 18 Scan Chain 1 TPG Scan Chain 1 Scan Chain 1 Scan Chain 1 ORA Scan Chain 1

19 Scan parcial (Partial Scan) Nesta técnica, alguns FFs não são usados para scan-chain. Por exemplo, considere o circuito sequencial abaixo: Blocos lógicos C1, C2,..., C5. FFs R1, R2,..., R7. 19 Em Full Scan, todos os FFs serão usados conectados ao Scan-Chain

20 Scan parcial (Partial Scan) Nesta técnica, alguns FFs não são usados para scan-chain. Por exemplo, considere o circuito sequencial abaixo: Blocos lógicos C1, C2,..., C5. FFs R1, R2,..., R7. 20 Em Partial Scan, somente alguns FFs serão conectados ao Scan- Chain

21 Scan parcial (Partial Scan) Partial Scan é um meio-termo entre um teste sem scan e full scan test. Questão principal: Quais FFs serão incluídos no(s) scan-chain(s). Possíveis critérios: Degradação no desempenho de longo critical path. Cobertura de falha Tempo de teste 21

22 Boundary Scan Scan testing é bastante útil para teste de circuitos integrados individuais. Qual a solução para teste de um sistema composto por vários chips? Elaborar um padrão de scan testing comum para vários fabricantes de circuitos integrados. Foi criado então uma técnica baseada em scan denominada de Boundary Scan. Com Boundary Scan, também é possível testar interconexão entre chips e localizar chips defeituosos em uma placa. 22

23 Boundary Scan Boundary Scan consiste em: Inserir um célula de varredura (Boundary Scan Cell) em cada pino de entrada e de saída do chip, e Interconectar essas células formando uma scan chain. 23 Chip com Boundary Scan Assim, é possível: Aplicar um vetor de teste ao chip pela serial input. Ler resposta ao teste pela serial output.

24 Boundary Scan Célula de varredura (Boundary Scan Cell) 24 Chip com Boundary Scan Scan Out Signal In Signal Out Scan Out Scan In Signal In Scan In Signal Out

25 Boundary Scan Boundary Scan também tem como uma de suas principais finalidade o teste em nível de placa, ou seja, testes das interconexões dos chips. 25 TMS: test mode select TDI: test data input TOD: test data output TCK: test clock

26 IEEE Boundary Scan Standard Este padrão IEEE consiste de: TAP: Test Access Port TDI TDO 4 bits TMS TCK TRS 26 O TAP é responsável pelo processamento das instruções que ditarão as operações do padrão.

27 IEEE Boundary Scan Standard 27 As instruções são armazenadas no registrador de instruções São inseridas através de TDI Após isso, o Decoder decodifica a instrução e gera os sinais apropriados.

28 IEEE Boundary Scan Standard 28 As principais instruções são: EXTEST: teste externo ou teste em nível de interconexões entre chips. O teste é aplicado pelo TDI e carregado no Boundary Scan Register de um chip A resposta ao teste é armazenada no Boundary Scan Register do outro chip e deslocada serialmente pelo TDO

29 IEEE Boundary Scan Standard 29 As principais instruções são: SAMPLE/PRELOAD: Captura (sample) a saída do chip durante seu modo normal de operação, ou Carrega (preload) um valor no Boundary Scan Register

30 IEEE Boundary Scan Standard 30 As principais instruções são: INTEST: testa internamente o chip por: Aplicar via TDI o vetor de teste no Boundary Scan Register Aplicar o teste no circuito Captura a resposta ao teste e deslocá-la via TDO

31 IEEE Boundary Scan Standard 31 As principais instruções são: RunBIST: prover capacidade de ativar um BIST do chip, caso este tenha. O padrão IEEE não especifica qual procedimento ou implementação do BIST.

32 IEEE Boundary Scan Standard Exemplos de configuração Configuração 1 32 Configuração 2 Configuração 3

Teste e Caracterização de Circuitos Integrados

Teste e Caracterização de Circuitos Integrados Teste e Caracterização de Circuitos Integrados Tiago Roberto Balen [email protected] Sumário 1) Introdução 2) Definições e teoria básica do teste 3) Aspectos econômicos e equipamentos 4) Projeto Visando

Leia mais

Capítulo13 Arquiteturas de Dispositivos Lógicos Programáveis Pearson. Todos os direitos reservados.

Capítulo13 Arquiteturas de Dispositivos Lógicos Programáveis Pearson. Todos os direitos reservados. Capítulo13 Arquiteturas de Dispositivos Lógicos Programáveis slide 1 Temas abordados nesse capítulo: - Descrever as diferentes categorias de dispositivos de sistemas digitais. - Descrever os diferentes

Leia mais

Teste de Circuitos Integrados Digitais

Teste de Circuitos Integrados Digitais Teste de Circuitos Integrados Digitais PROF. PROTÁSIO INCT NAMITEC LABORATÓRIO DE MICROENGENHARIA - UFPB Sala Limpa (Clean Room) 2 Com a tecnologia avançada na fabricação de semicondutores, tem-se possibilidade

Leia mais

O teste misto (IEEE )

O teste misto (IEEE ) O teste misto (IEEE 1149.4) J. M. Martins Ferreira FEUP / DEEC - Rua Dr. Roberto Frias 4200-465 Porto - PORTUGAL Tel. 351-22-5081748 / Fax: 351-22-5081443 ([email protected] / http://www.fe.up.pt/~jmf) J. M.

Leia mais

Armazenamento e Transferência de Dados

Armazenamento e Transferência de Dados Armazenamento e Transferência de Dados Prof. André Rabelo Slides: Sistemas Digitais(Bibliografia básica) Armazenamento e Transferência de Dados FFs são comumente usados para armazenamento e transferência

Leia mais

Registradores de Deslocamentos.

Registradores de Deslocamentos. Registradores de Deslocamentos. 1. Introdução: Implementação de um registrador de deslocamento, conversão paralelo-série e série-paralelo, geração de atrasos, contador e implementação de um registrador

Leia mais

Teste e Projeto Visando a Testabilidade de Circuitos e Sistemas Integrados

Teste e Projeto Visando a Testabilidade de Circuitos e Sistemas Integrados Teste e Projeto Visando a Testabilidade de Circuitos e Sistemas Tiago R. Balen, Marcelo S. Lubaszewski Universidae Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Engenharia Elétrica. Av. Osvaldo Aranha

Leia mais

Registradores. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva

Registradores. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva Registradores Circuitos Lógicos DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva 2 Registradores Conjunto de elementos de memória (flip-flops ou latches) utilizados para armazenar n bits. Utilizam um único sinal de

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José. Curso Técnico em Telecomunicações REGISTRADORES. Marcos Moecke. São José - SC,

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José. Curso Técnico em Telecomunicações REGISTRADORES. Marcos Moecke. São José - SC, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Unidade de São José Curso Técnico em Telecomunicações REGISTRADORES Marcos Moecke São José - SC, 24-2 SUMÁRIO 6. REGISTRADORES... 1 6.1 REGISTRADORES DO TIPO PORTA PARALELA...1

Leia mais

PROJECTO PARA A TESTABILIDADE

PROJECTO PARA A TESTABILIDADE PROJECTO PARA A TESTABILIDADE (TEXTO DE APOIO) (http://www.fe.up.pt/~jmf/ppt) J. M. Martins Ferreira Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Leia mais

CIRCUITOS DIGITAIS. Contadores e Registradores. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau

CIRCUITOS DIGITAIS. Contadores e Registradores. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau CIRCUITOS DIGITAIS Contadores e Registradores Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau O que será visto nesta aula Projeto de Contadores

Leia mais

FPGA & VHDL. Tutorial

FPGA & VHDL. Tutorial FPGA & VHDL Tutorial 2009-2 FPGA FieldProgrammableGateArray Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programadas ) para desempenhar uma função simples Chaves

Leia mais

Sistemas Digitais Transferências entre Registradores

Sistemas Digitais Transferências entre Registradores Sistemas Digitais Transferências entre Registradores Referência Bibliográfica: Logic and Computer Design Fundamentals Mano & Kime Adaptações: josé artur quilici-gonzalez Sumário Transferências entre Registradores

Leia mais

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos Introdutórios

Capítulo 1 Conceitos Introdutórios Capítulo 1 Conceitos Introdutórios slide 1 1.4 Sistemas de Números Digitais Compreender os sistemas digitais requer um entendimento dos sistemas decimal, binário, octal e hexadecimal. Decimal dez símbolos

Leia mais

ENGC40 - Eletrônica Digital

ENGC40 - Eletrônica Digital ENGC40 - Eletrônica Digital 1 a Lista de Exercícios Prof. Paulo Farias 1 de setembro de 2011 1. A Figura 1 mostra um circuito multiplicador que recebe dois números binários x 1 x 0 e y 1 y 0 e gera a saída

Leia mais

Flip-Flops, Registros e Contadores

Flip-Flops, Registros e Contadores Flip-Flops, Registros e Contadores 1 D latch 2 Operação do D-latch se C=1 a saída acompanha a entrada se C=0 a saída mantém estado anterior não pode ser usado em circuitos síncronos: leitura e escrita

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Digitais. Lógica Sequencial. Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno

Fundamentos de Sistemas Digitais. Lógica Sequencial. Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno Fundamentos de Sistemas Digitais Lógica Sequencial Prof. Dr. Alexandre M. Amory Prof. Dr Edson I. Moreno 2 Referências Sugiro estudarem nesta ordem de preferência: Floyd, Cap 7 até 7.4, 9, 10. Não tem

Leia mais

Objetivos MICROCONTROLADORES HARDWARE. Aula 03: Periféricos. Prof. Mauricio. MICRO I Prof. Mauricio 1. Arquitetura de um Microcontrolador

Objetivos MICROCONTROLADORES HARDWARE. Aula 03: Periféricos. Prof. Mauricio. MICRO I Prof. Mauricio 1. Arquitetura de um Microcontrolador MICROCONTROLADORES HARDWARE 1 Prof. Mauricio Aula 03: Objetivos 2 Arquitetura de um Microcontrolador Unidade Central de Processamento Portas de Entrada e Saída Porta Serial Temporizador / Contador Conversor

Leia mais

Arranjo de Processadores

Arranjo de Processadores Um arranjo síncrono de processadores paralelos é chamado arranjo de processadores, consistindo de múltiplos elementos processadores (EPs) sob a supervisão de uma unidade de controle (UC) Arranjo de processadores

Leia mais

Circuitos Digitais. Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais

Circuitos Digitais. Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais 1 Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais Circuitos Digitais Circuito combinacional: Circuito não é capaz de armazenar um valor Possui portas lógicas conectadas para

Leia mais

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS DLP. 15/8/2013 Prof. Joselito ELP1DLP1 / npee / DEE 1

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS DLP. 15/8/2013 Prof. Joselito ELP1DLP1 / npee / DEE 1 DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS DLP 15/8/2013 Prof. Joselito ELP1DLP1 / npee / DEE 1 1. FAMILIAS DE CIRCUITOS LÓGICOS DIGITAIS 1.1. Família Lógica TTL 1.2. Família Lógica MOS/CMOS 15/8/2013 Prof. Joselito

Leia mais

Eletrônica e Circuitos Digitais Aula 14 Contadores e Registradores. Daniel S Batista

Eletrônica e Circuitos Digitais Aula 14 Contadores e Registradores. Daniel S Batista Eletrônica e Circuitos Digitais Aula 14 Contadores e Registradores Daniel S Batista [email protected] Organização Contadores assíncronos Contadores de módulo < 2 N. Circuitos integrados de contadores

Leia mais

O protocolo SPI. 1 - Introdução. 2 Ligação física

O protocolo SPI. 1 - Introdução. 2 Ligação física O protocolo SPI 1 - Introdução O protocolo SPI ( Serial Peripheral Interface ) é um protocolo síncrono de alta velocidade utilizado na comunicação de circuitos integrados. Atualmente existem conversores

Leia mais

Introdução a Sistemas Digitais

Introdução a Sistemas Digitais Introdução a Sistemas Digitais Definição Sistemas Digitais Projeto Revisão: Circuitos Combinacionais Circuitos Sequênciais Máquinas de Estados Sistemas Digitais Definição Um sistema digital é um sistema

Leia mais

UFJF FABRICIO CAMPOS

UFJF FABRICIO CAMPOS Cap 7 Revisão Teoremas Booleanos Teoremas de De Morgan Portas Lógicas Flip-Flop Mapa de Karnaugh Simbologias Representação Binária Tabela Verdade Cap 7 Revisão Teoremas Booleanos Teoremas de De Morgan

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 3 Visão de alto nível da função e interconexão do computador slide 1 Conceito de programa Sistemas hardwired são inflexíveis.

Leia mais

Projeto com Linguagens de Descrição de Hardware

Projeto com Linguagens de Descrição de Hardware Projeto com Linguagens de Descrição de Hardware Versão 2012 RESUMO Esta experiência consiste no projeto e implementação de um circuito digital simples com o uso de uma linguagem de descrição de hardware.

Leia mais

Estrutura Básica de um Computador

Estrutura Básica de um Computador SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Estrutura Básica de um Computador Aula 2 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira INTRODUÇÃO n Organização Æ implementação do hardware, componentes, construção

Leia mais

Capítulo 7 Contadores e Registradores

Capítulo 7 Contadores e Registradores Capítulo 7 Contadores e Registradores slide 1 Os temas abordados nesse capítulo são: - Operação e características dos contadores síncronos e assíncronos. - Análise e avaliação dos vários tipos de contadores.

Leia mais

Normalmente o registrador de deslocamento é constituído de um conjunto de FFs (Flip-Flops) destinados a armazenar dados binários.

Normalmente o registrador de deslocamento é constituído de um conjunto de FFs (Flip-Flops) destinados a armazenar dados binários. O registrador de deslocamento (do inglês Shift-Register) é um dispositivo largamente usado em sistemas digitais, desde uma simples calculadora de bolso, teclados para introdução de códigos até teclados

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte

Leia mais

FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital

FPGA & VHDL. Tutorial Aula 1. Computação Digital FPGA & VHDL Tutorial Aula 1 Computação Digital FPGA Field Programmable Gate Array Dispositivo lógico contendo uma matriz de: Células lógicas genéricas Configuráveis ( programáveis ) para desempenhar uma

Leia mais

Manutenção de Placas-Mãe. Christian César de Azevedo

Manutenção de Placas-Mãe. Christian César de Azevedo Manutenção de Placas-Mãe Christian César de Azevedo Primeiros Passos Verificar alguma mensagem de erro na tela ou algum sinal aural (beeps emitidos pelo speaker). Faça uma inspeção visual na placa-mãe

Leia mais

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br

Eletrônica Digital. Prof. Gilson Yukio Sato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br Eletrônica Digital Prof. Gilson Yukio ato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br egistradores Prof. Gilson Yukio ato sato[at]utfpr[dot]edu[dot]br egistradores O termo registrador geralmente se refere a um conjunto

Leia mais

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr.

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr. G03 Eletrônica Digital para Instrumentação Prof: [email protected] Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Parâmetros de circuitos integrados lógicos Dispositivos

Leia mais

Circuitos Sequenciais

Circuitos Sequenciais Circuitos Sequenciais Pedroni Capítulo 14 Prof. Odilson Tadeu Valle Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus São José [email protected] 1/35 Conteúdo programático 1 Registradores de Deslocamento

Leia mais

Circuitos Sequenciais

Circuitos Sequenciais ircuitos Sequenciais! ircuitos Sequenciais ircuitos em que há uma realimentação da saída para a entrada, denominada estado interno. As condições atuais da entrada e do estado interno determinem a condição

Leia mais

ELD - Eletrônica Digital Aula 7 Circuitos Sequenciais Contadores. Prof. Antonio Heronaldo de Sousa

ELD - Eletrônica Digital Aula 7 Circuitos Sequenciais Contadores. Prof. Antonio Heronaldo de Sousa ELD - Eletrônica Digital Aula 7 Circuitos Sequenciais Contadores Prof. Antonio Heronaldo de Sousa Agenda - Contadores - Conceitos - Contadores Assíncronos - Máquina de Estados Finitos - Contadores Assíncronos

Leia mais

DECODIFICADORES. Capítulo 5

DECODIFICADORES. Capítulo 5 Capítulo 5 DECODIFICADORES 5.1 Decodificadores... 73 5.1.1 Decodificador 2-para-4, com saídas ativas em alto... 73 5.1.2 Decodificador 2-para-4, com saídas ativas em baixo... 74 5.1.3 Decodificadores 3-para-8...

Leia mais

Aula Expositiva 03. DCC 001 Programação de Computadores 2 o Semestre de 2011 Prof. Osvaldo Carvalho DCC

Aula Expositiva 03. DCC 001 Programação de Computadores 2 o Semestre de 2011 Prof. Osvaldo Carvalho DCC Aula Expositiva 03 2.2.5 Síntese de Circuitos Combinatórios (7 segmentos) 2.2.6 Multiplexadores e Demultiplexadores 2.3 Circuitos Sequenciais 2.3.1 Flip-flops e registradores 2.3.2 Barramentos e Controle

Leia mais

Análise de Circuitos Digitais Registradores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva REGISTRADORES

Análise de Circuitos Digitais Registradores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva REGISTRADORES REGISTRADORES Os flip-flops podem ser agrupados para formar circuitos isolados com uma aplicação específica e limitada, chamados de subsistemas seqüenciais. untos, os subsistemas formam sistemas maiores,

Leia mais

Circuitos Sequenciais

Circuitos Sequenciais Circuitos Sequenciais Tópicos: Contadores Memórias Circuitos Sequenciais Teoremas DeMorgan Mapas de Karnaugh Multiplexadores Flip Flops Flip Flop Os flip flops são unidades básicas de memória. Cada circuito

Leia mais

Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória interna.

Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória interna. AULA 1 Introdução aos Sistemas Seqüenciais pg. 111 a 117 1. SISTEMAS COMBINACIONAIS Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória

Leia mais

Sistemas Digitais. PALs Sequenciais Parâmetros Temporais em PALs Sequenciais ABEL Registos Contadores Registos de Deslocamento ( Shift Registers )

Sistemas Digitais. PALs Sequenciais Parâmetros Temporais em PALs Sequenciais ABEL Registos Contadores Registos de Deslocamento ( Shift Registers ) PALs Sequenciais Parâmetros Temporais em PALs Sequenciais ABEL Registos Contadores Registos de Deslocamento ( Shift Registers ) 10ª aula 1-37 PALs Sequenciais 16R8 10ª aula 2-37 Uma Saída de 16R8 8 termos

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I PRÁTICA Nº5B

Departamento de Engenharia Elétrica SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I PRÁTICA Nº5B Departamento de Engenharia Elétrica SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I PRÁTICA Nº5B CIRCUITOS SEQUENCIAIS Contadores síncronos e gerador de PWM 1. Introdução Nesta prática iremos compreender o

Leia mais

Latch SR (Set/Reset)

Latch SR (Set/Reset) Memória Nível da Lógica Digital (Aula 8) Memória Nível Lógico A memória é usada para armazenar tanto instruções a serem executadas quanto os dados usados na execução de algumas dessas instruções Para se

Leia mais

Síntese do datapath. Sistemas Digitais síncronos

Síntese do datapath. Sistemas Digitais síncronos Síntese do datapath S.D. - e prossamento de informação unidade de prossamento (datapath) prossamento e comunicação de dados registos, ALUs, outros operadores dedicados (FUs), barramentos activa os elementos

Leia mais

Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis

Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis Versão 2012 RESUMO Nesta experiência será apresentada uma metodologia estruturada para projeto de sistemas digitais utilizando FPGAs

Leia mais

2º Estudo Dirigido CAP 3

2º Estudo Dirigido CAP 3 2º Estudo Dirigido CAP 3 1. Cite três exemplos de aspecto na definição e implementação de uma arquitetura que são influenciados pelas características do conjunto de instruções? R.: Operações lógicas e

Leia mais

Dispositivo Lógico Programável(PLD)

Dispositivo Lógico Programável(PLD) Dispositivo Lógico Programável(PLD) Para reduzir o número de CI's(Circuitos Integrados) a serem usados num projeto digital, é necessário colocar mais funções em um mesmo chip. Isso tem sido feito com evolução

Leia mais

Marco A. Zanata Alves PROJETOS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES 1

Marco A. Zanata Alves PROJETOS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES 1 PROJETOS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES CIRCUITOS SEUENCIAIS Marco A. Zanata Alves PROJETOS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES 1 INVERSORES CMOS PROJETOS DIGITAIS E MICROPROCESSADORES 2 INVERSORES CMOS PROJETOS

Leia mais

Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis

Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis Introdução ao Projeto de Sistemas Digitais com Dispositivos Programáveis Versão 2013 RESUMO Nesta experiência será desenvolvido um projeto de sistema digital em um dispositivo programável (FPGA) com a

Leia mais

Eletrônica Digital. Circuitos Lógicos Sequenciais PROF. EDUARDO G. BERTOGNA UTFPR / DAELN

Eletrônica Digital. Circuitos Lógicos Sequenciais PROF. EDUARDO G. BERTOGNA UTFPR / DAELN Eletrônica Digital Circuitos Lógicos Sequenciais PROF. EDUARDO G. BERTOGNA UTFPR / DAELN Circuitos Sequenciais vs Combinacionais Os circuitos lógicos combinacionais são aqueles em que suas saídas a qualquer

Leia mais

CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES

CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES 37 CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES Sumário 3.1. Introdução... 39 3.2. Transferência Serial de Dados: Registradores de Deslocamento (Reg. ESSS)... 40 3.2.1. Transferência Dados Registrador...

Leia mais

18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada

18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Controle Microprogramado Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO UC Microprogramada

Leia mais

Lab 3. Timing Timing Constraints Simulação

Lab 3. Timing Timing Constraints Simulação Lab 3 Timing Timing Constraints Simulação A. Mariano - 2014 1 VHDL processes Para um designer, process é um bloco de instruções que funciona de maneira sequencial e que é chaveado quando algum dos sinais

Leia mais

Projecto de Circuitos e Sistemas Digitais (MEEC1078) Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. (Informática Industrial)

Projecto de Circuitos e Sistemas Digitais (MEEC1078) Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. (Informática Industrial) Projecto de Circuitos e Sistemas Digitais (MEEC1078) Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (Informática Industrial) Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Departamento de Engenharia

Leia mais

CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES

CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES 49 CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES Sumário 3.1. Introdução... 51 3.2. Transferência Serial de Dados: Registradores de Deslocamento (Reg. ESSS)... 52 3.2.1. Transferência Dados Registrador...

Leia mais

LÓGICA DIGITAL CONCEITOS DE CLOCK RELÓGIOS (CLOCK) Prof. Celso Candido ADS / REDES / ENGENHARIA

LÓGICA DIGITAL CONCEITOS DE CLOCK RELÓGIOS (CLOCK) Prof. Celso Candido ADS / REDES / ENGENHARIA RELÓGIOS (CLOCK) 1 Em muitos circuitos digitais, a ordem em que os eventos ocorrem é crítica. Às vezes um evento deve preceder outro, ou então dois eventos deverão ocorrer simultaneamente, para as relações

Leia mais

Técnicas Digitais para Computação

Técnicas Digitais para Computação INF1 118 Técnicas Digitais para Computação Multiplicador Decodificador e Multiplexador Aula 14 Multiplicador Combinacional Técnicas Digitais A x B 1 B = P 3 P 2 P 1 P A1 A B1 B X 2) Equações em SDP, simplificado

Leia mais

REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO (SHIF-REGISTER)

REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO (SHIF-REGISTER) REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO (SHIF-REGISTER) Conceito geral: O registrador de deslocamento (do inglês Shift-Register) é um dispositivo largamente usado em sistemas digitais, desde uma simples calculadora

Leia mais

SSC0112 Organização de Computadores Digitais I

SSC0112 Organização de Computadores Digitais I SSC0112 Organização de Computadores Digitais I 23ª Aula Hierarquia de memória Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] 1 Memória Memória Todo componente capaz de armazenar bits de informação Características

Leia mais

O Processador: Via de Dados e Controle

O Processador: Via de Dados e Controle O Processador: Via de Dados e Controle Ch5A Via de Dados e Controle Implementação da arquitetura MIPS Visão simplificada de uma arquitetura monociclo Instruções de memória: lw, sw Instruções lógicas aritméticas:

Leia mais

Memórias Semicondutoras

Memórias Semicondutoras Memórias Semicondutoras Walter Fetter Lages [email protected] Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Copyright (c) Walter Fetter Lages p.1 Introdução

Leia mais

VHDL. Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL

VHDL. Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL VHDL Descrição e Projeto de Circuitos Utilizando VHDL O projeto de circuitos digitais de forma automatizada se tornou prática industrial comum. As principais vantagens são : Portabilidade de tecnologia

Leia mais

Revisão de Circuitos Digitais

Revisão de Circuitos Digitais Revisão de Circuitos Digitais Adaptações Prof. José Artur Quilici-Gonzalez Elementos de Eletrônica Digital Idoeta e Capuano Embedded System Design Vahid e Givargis Logic and Computer Design undamentals

Leia mais

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO COMPUTACIONAL

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO COMPUTACIONAL INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO COMPUTACIONAL PROFESSOR CARLOS MUNIZ ORGANIZAÇÃO DE UM COMPUTADOR TÍPICO Memória: Armazena dados e programas Processador (CPU - Central Processing Unit): Executa

Leia mais

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS. SEL Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel

DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS. SEL Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel DISPOSITIVOS LÓGICOS PROGRAMÁVEIS SEL 414 - Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel 1. Introdução Operação do circuito lógico pode ser descrita por: Tabela da Verdade Expressão booleana Dispositivo de

Leia mais

Capítulo 20. Tabelas e diagramas

Capítulo 20. Tabelas e diagramas Capítulo 20 Tabelas e diagramas Apresentaremos neste capítulo uma série de informações que complementam outros capítulos, como tabelas, diagramas, pinagens de conectores e cabos. A reunião de todas essas

Leia mais

Dispositivos de Lógica Programável

Dispositivos de Lógica Programável Dispositivos de Lógica Programável Evolução Válvula no início de 1940 Transistor em 1947 Não aquece como as válvulas Fisicamente menor 1961 primeiro integrado TTL 74LSXX Década de 1970 surge SPLD Simple

Leia mais

Registradores de Deslocamento e Memórias

Registradores de Deslocamento e Memórias Registradores de eslocamento e Memórias Rodrigo Hausen 1 Registradores de deslocamento Exercício 1 Usando flip-flops do tipo, projete uma máquina de estado com duas entradas, (clock) e d (um bit de dado),

Leia mais

AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador

AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador Karina Girardi Roggia [email protected] Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa Catarina 2016

Leia mais

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura

Leia mais

STSE 2º Exame de Simulação e Teste de Sistemas Electrónicos (9 de Fevereiro de 2004) Duração: 1ª parte 45 minutos; 2ª parte 2 horas.

STSE 2º Exame de Simulação e Teste de Sistemas Electrónicos (9 de Fevereiro de 2004) Duração: 1ª parte 45 minutos; 2ª parte 2 horas. STSE 2º Exame de Simulação e Teste de Sistemas Electrónicos (9 de Fevereiro de 2004) Duração: 1ª parte 45 minutos; 2ª parte 2 horas Número: Nome: 1ª Parte Questionário de resposta múltipla cada resposta

Leia mais

LABORATÓRIO DE ARQUITETURA DE COMPUTADORES PREPARAÇÃO 02: DISPLAY DE 7 SEGMENTOS MICROCONTROLADO

LABORATÓRIO DE ARQUITETURA DE COMPUTADORES PREPARAÇÃO 02: DISPLAY DE 7 SEGMENTOS MICROCONTROLADO AEVSF Autarquia Educacional do Vale do São Francisco FACAPE Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina Curso de Ciência da Computação LABORATÓRIO DE ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Sérgio

Leia mais