CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES
|
|
|
- Carolina Beretta Camilo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 37 CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES Sumário 3.1. Introdução Transferência Serial de Dados: Registradores de Deslocamento (Reg. ESSS) Transferência Dados Registrador Transferência Registrador Registrador Outros Registradores de Deslocamento Transferência Paralela de Dados (Reg. EPSP) Transferência Dados Registrador Transferência Registrador Registrador Transferência Serial x Paralela Configurações Híbridas (Reg. ESSP e EPSS) Registrador ESSP Registrador EPSS Exercícios de Fixação... 48
2 38 CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES A partir de agora, estudaremos algumas aplicações de flip-flops, ou elementos de memória, em circuitos sequenciais. O primeiro estudo a ser realizado é a de Circuitos Registradores, que nada mais são que circuitos capazes de armazenar dados binários. Após esse capítulo você deverá ser capaz de: (1) Entender o funcionamento de circuitos registradores e suas topologias; (2) Projetar um registrador a partir das especificações necessárias; e (3) Entender basicamente a estrutura de sistemas de transmissão que utilizam registradores.
3 Introdução O uso mais comum de flip-flops é no armazenamento de dados binários, números BCD, etc. Esses dados são geralmente armazenados em grupos de flip-flops denominados registradores. Basicamente, um registrador consiste em um grupo de FF tipo D que atua no armazenamento de dados binários, pois um FF tem a capacidade de armazenar somente um bit, e de realizar a transferência dele. A figura 3.1 ilustra o uso de um FF tipo D no armazenamento de um dado de um bit: Figura 3.1 Flip-flop tipo D utilizado no armazenamento de um bit. Podemos observar que o valor lógico que está atualmente presente em A é transferido para o FF B na transição negativa do pulso transfer. Portanto, após esta transição, a saída B terá o mesmo valor de A. Estudaremos apenas aplicações envolvendo FF tipo D, porém outros FF podem ser utilizados, desde que sejam analisadas suas características.
4 Transferência Serial de Dados: Registradores de Deslocamento (Reg. ESSS) O grupo de FF é organizado de modo que os números binários a serem armazenados sejam deslocados de um FF para o FF seguinte, a cada pulso de clock Transferência Dados Registrador Consiste em inserir dados na entrada do registrador, respeitando o número de bits, e efetuar o número de pulsos de clock necessários para que todo o dado seja inserido no registrador. A figura 3.2 mostra um registrador ESSS de 4 bits, um FF para cada bit a ser armazenado. Figura 3.2 Registrador ESSS de 4 bits. Observe que os FF estão conectados de tal modo que o valor da saída X 3 é transferido para X 2, o de X 2 é transferido para X 1 e o de X 1 para X 0. Isto significa que, quando ocorre uma transição negativa do pulso de deslocamento, cada FF assume o valor armazenado anteriormente pelo FF que está à sua esquerda. Exemplo: Possuindo o dado 110 2, escreva a tabela verdade da transferência de dados para o registrador da figura abaixo, considerando que inicialmente ele foi limpo.
5 41 Q1 Q3 CLK D1 D2 D3 Q2 (LSB) (MSB) X Dado armazenado no registrador Transferência Registrador Registrador A figura 3.3 mostra dois registradores de deslocamento de três bits conectados de tal modo que o conteúdo do registrador X seja transferido serialmente (deslocado) para o registrador Y. Portanto, quando os pulsos de deslocamento são aplicados, a transferência de informação ocorre da seguinte forma: X 2 X 1 X 0 Y 2 Y 1 Y 0. Figura 3.3 Registradores de ESSS conectados em série. Supondo que inicialmente temos o dado armazenado no registrador X e que o registrador Y foi limpo, temos a tabela verdade da figura 3.4.
6 42 Figura 3.4 Tabela verdade do registrador da figura 3.3 A partir dessa tabela podemos concluir que: - Na transição negativa de cada pulso, cada FF assume o valor que foi armazenado no FF à sua esquerda, antes da ocorrência do pulso. - Após 3 pulsos, todo o conteúdo presente no registrador X está presente no registrador Y, portanto, a transferência completa de 3 bits necessita de 3 pulsos de deslocamento. Exemplo: Considerando os mesmos registradores X e Y anteriores, determine o que ocorreria após o sexto pulso de deslocamento aplicado a eles. Construa uma tabela verdade dessa transferência Outros Registradores de Deslocamento Existem algumas aplicações para os registradores de deslocamento, são elas o Registrador de Deslocamento Circulante (RDC) e o Registrador Bi-Direcional (RBD).
7 Transferência Paralela de Dados (Reg. EPSP) O grupo de FF é organizado de maneira que o dado binário a ser armazenado seja transferido simultaneamente para todos os FF, com a aplicação de apenas 1 pulso de transferência ou clock Transferência Dados Registrador Consiste em inserir o dado a ser armazenado diretamente na entrada do registrador, efetuando-se 1 pulso de transferência, como mostra a figura 3.5: Figura 3.5 Registrador EPSP de 3 bits. Podemos observar que após 1 pulso de transferência, temos todo o conteúdo foi armazenado no registrador, pois todo o dado foi transferido simultaneamente Transferência Registrador Registrador A figura 3.6 mostra dois registradores, X e Y, interligados para executar uma transferência paralela de dados, ou seja, após a aplicação de 1 pulso de transferência, todo o conteúdo de X é armazenado também em Y.
8 44 Figura 3.6 Registradores EPSP conectados em série. É importante destacar que a transferência paralela de dados entre registradores não altera o conteúdo da fonte, enquanto na transferência serial altera gradativamente o valor do registrador que atua como fonte de dados.
9 Transferência Serial x Paralela A escolha de um tipo particular de transferência, serial ou paralela, depende da aplicação e das especificações fornecidas. Abaixo temos uma tabela comparativa, que mostra as duas principais diferenças entre a transferência paralela e serial de dados: PARALELA SERIAL 1) Todas as informações são transferidas simultaneamente na ocorrência de um único pulso de transferência, não importando o número de bits que estejam sendo transferidos MAIOR VELOCIDADE. 1) A transferência completa de N bits, necessita de N pulsos de clock MENOR VELOCIDADE. 2) Requer um maior número de conexões entre TX e RX MAIOR CUSTO. 2) Necessita de apenas uma conexão entre TX e RX MENOR CUSTO. Geralmente, uma combinação dos dois tipos é utilizada para tirar proveito da velocidade da transferência paralela e da economia e simplicidade da transmissão serial, e essa combinação depende da aplicação e das especificações fornecidas para o sistema, daí surgem outros dois tipos de registradores: Entrada Serial e Saída Paralela (ESSP) e Entrada Paralela e Saída Serial (EPSS), que derivam das estruturas básicas ESSS e EPSP estudadas anteriormente.
10 Configurações Híbridas (Reg. ESSP e EPSS) Registrador ESSP O próprio Registrador de Deslocamento (ESSS) pode ser utilizado para converter uma informação série em paralela, ou seja, funcionar como um conversor Série Paralelo, bastando retirar a informação armazenada no registrador de modo simultâneo. A configuração básica nessa situação, para uma informação de 3 bits é vista no circuito apresentado na figura 3.7: Figura 3.7 Registrador ESSP Registrador EPSS Para entrarmos com uma informação paralela e obtê-la de modo serial, necessitamos de FF que contenham as entradas Preset e Clear, pois é através destas que fazemos com que o registrador armazene a informação paralela. O registrador com estas entradas é visto na figura 3.8: Figura 3.8 Registrador EPSS.
11 47 Primeiramente, vamos estudar o funcionamento da entrada ENABLE. Quando a entrada ENABLE estiver em 0, as entradas PRE dos FF assumirão, respectivamente, níveis 1, fazendo com que o registrador atue normalmente. Quando a entrada ENABLE assumir valor igual a 1, as entradas PRE dos FF assumirão os valores complementares das entradas paralelas conectadas à elas, logo, os FF assumirão os valores que estiverem, respectivamente nessas entradas. Para um melhor entendimento. Vamos analisar uma célula do registrador, apresentada na figura 3.9: Para que esse conversor funcione, é necessário inicialmente um pulso de nível 0 na entrada CLEAR dos FF. Com ENABLE = 0, a entrada PRE assumirá nível 1 e o FF irá funcionar como um registrador de deslocamento comum (ESSS). Com ENABLE = 1 e D in = 0, PRE assumirá nível 1, logo, a saída Q manterá seu estado anterior (que era 0). Figura 3.9 Célula do registrador EPSS. Com ENABLE = 0 e D in = 1, PRE assumirá nível 0, logo a saída Q assumirá valor 1. Após essa análise, concluímos que, se zerarmos o registrador e logo após introduzirmos a informação paralela, as saídas Q dos FF assumirão os valores inseridos respectivamente nessas entradas. Depois de inserida paralelamente essa informação, basta colocarmos ENABLE = 0 novamente e prosseguir como um registrador de deslocamento comum. Com esse conjunto obtivemos um registrador com Entrada Paralela e Saída Serial (EPSS).
12 Exercícios de Fixação 1) Implemente um registrador ESSS de 4 bits com reset automático. 2) Implemente um registrador EPSP de 4 bits com reset automático ao ser ligado e reset controlado por uma variável externa. 3) Implemente um registrador EPSS de 3 bits e explique o processo de armazenamento de dados paralelos nesse tipo de registrador. 4) Implemente um registrador ESSS de 1 byte, sendo o dígito mais significativo armazenado no último flip-flop. Construa a tabela verdade de transferência para a palavra A7 h. 5) Cite a diferença entre transmissão serial e paralela de dados. 6) Implemente um registrador de 6 bits, ESSS, que possui o dado X na entrada do primeiro flip-flop e indique o valor armazenado (em função de X) após 4 pulsos de clock, sabendo que ele foi previamente limpo e que o primeiro flip-flop armazena o dígito menos significativo. 7) Implemente um registrador bi-direcional de 4 bits. 8) Implemente o sistema de armazenamento e transmissão abaixo:
13 49 9) Analisando o circuito a seguir, a partir do momento em que ele é ligado, construa uma tabela verdade contendo 6 pulsos de clock e explique o que ocorre matematicamente com as saídas a cada pulso de clock. 10) Em certo sistema de armazenamento e transmissão de dados, necessita-se combinar os tipos de transmissão e armazenamento segundo o diagrama de blocos abaixo. Implemente esse sistema.
CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES
49 CAPÍTULO 3 CIRCUITOS SEQUENCIAIS I: REGISTRADORES Sumário 3.1. Introdução... 51 3.2. Transferência Serial de Dados: Registradores de Deslocamento (Reg. ESSS)... 52 3.2.1. Transferência Dados Registrador...
Armazenamento e Transferência de Dados
Armazenamento e Transferência de Dados Prof. André Rabelo Slides: Sistemas Digitais(Bibliografia básica) Armazenamento e Transferência de Dados FFs são comumente usados para armazenamento e transferência
Circuitos Digitais. Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional
Circuitos Digitais Prof. Esp. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Plano de Ensino e Aprendizagem ( PEA) OBJETIVOS DA AULA : - Continuar o estudo dos Circuitos Sequenciais; - Circuitos Registradores
SISTEMAS DIGITAIS CONTADORES E REGISTRADORES. Professor Carlos Muniz
Registradores de deslocamento O flip-flop pode armazenar durante o período em que sua entrada clock for igual a 0, um bit apenas (saída Q). Porém, se necessitarmos guardar uma informação de mais de um
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José. Curso Técnico em Telecomunicações REGISTRADORES. Marcos Moecke. São José - SC,
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Unidade de São José Curso Técnico em Telecomunicações REGISTRADORES Marcos Moecke São José - SC, 24-2 SUMÁRIO 6. REGISTRADORES... 1 6.1 REGISTRADORES DO TIPO PORTA PARALELA...1
Sistemas Digitais Módulo 10 Circuitos Sequenciais: Latches e Flip-Flops
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Sistemas Digitais Módulo 0 Circuitos Sequenciais: Latches e Flip-Flops Graduação em Sistemas de Informação Disciplina: Sistemas Digitais Prof.
Análise de Circuitos Digitais Registradores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva REGISTRADORES
REGISTRADORES Os flip-flops podem ser agrupados para formar circuitos isolados com uma aplicação específica e limitada, chamados de subsistemas seqüenciais. untos, os subsistemas formam sistemas maiores,
CIRCUITOS DIGITAIS. Contadores e Registradores. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau
CIRCUITOS DIGITAIS Contadores e Registradores Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau O que será visto nesta aula Projeto de Contadores
Normalmente o registrador de deslocamento é constituído de um conjunto de FFs (Flip-Flops) destinados a armazenar dados binários.
O registrador de deslocamento (do inglês Shift-Register) é um dispositivo largamente usado em sistemas digitais, desde uma simples calculadora de bolso, teclados para introdução de códigos até teclados
CIRCUITOS SEQUENCIAIS. Adão de Melo Neto
CIRCUITOS SEQUENCIAIS Adão de Melo Neto 1 EMENTA DEFINIÇÃO FLIP-FLOP SR FLIP-FLOP SR COM ENTRADA DE CLOCK FLIP-FLOP D COMPARAÇÃO DOS FLIP-FLOPS FLIP-FLOP X LATCH FLIP FLOP JK FLIP-FLOP D A PARTIR DO JK
Circuitos Digitais. Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais
1 Tipos de circuitos digitais: Circuitos combinacionais Circuitos sequenciais Circuitos Digitais Circuito combinacional: Circuito não é capaz de armazenar um valor Possui portas lógicas conectadas para
Capítulo 5 - Flip-Flops e Dispositivos Correlatos
Capítulo 5 - Flip-Flops e Dispositivos Correlatos Introdução: Os circuitos considerados até o momento eram todos circuitos combinacionais, onde a saída é determinada pelos valores presentes nas entradas,
Circuitos Sequenciais
ircuitos Sequenciais! ircuitos Sequenciais ircuitos em que há uma realimentação da saída para a entrada, denominada estado interno. As condições atuais da entrada e do estado interno determinem a condição
CURSO DE ELETRÔNICA DIGITAL OS FLIP-FLOPS E FUNÇÕES LÓGICAS EM CIRCUITOS INTEGRADOS
LIÇÃO 7 OS FLIP-FLOPS E FUNÇÕES LÓGICAS EM CIRCUITOS INTEGRADOS Na lição anterior aprendemos como funcionam os principais tipos de flip-flops, verificando que, dependendo dos recursos que cada um possua,
SOMADORES E SUBTRATORES
SOMADORES E SUBTRATORES Em sistemas digitais, muitas vezes necessitamos de circuitos que realizem operações de soma e subtração. Em computação, esses circuitos ocupam uma posição de extrema importância,
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte
ELETRÔNICA DIGITAL APLICADA Aula 8- Registradores de deslocamento como contadores
ELETRÔNICA DIGITAL APLICADA Aula 8- Registradores de deslocamento como contadores Prof.ª Msc. Patricia Pedroso Estevam Ribeiro Email: [email protected] 26/11/216 1 Registradores de deslocamento
SOMADORES E SUBTRATORES
SOMADORES E SUBTRATORES Em sistemas digitais, muitas vezes necessitamos de circuitos que realizem operações de soma e subtração. Em computação, esses circuitos ocupam uma posição de extrema importância,
Todo processador é constituído de circuitos capazes de realizar algumas operações primitivas:
Todo processador é constituído de circuitos capazes de realizar algumas operações primitivas: Somar e subtrair Mover um dado de um local de armazenamento para outro Transferir um dado para um dispositivo
Capítulo 1 Conceitos Introdutórios
Capítulo 1 Conceitos Introdutórios slide 1 1.4 Sistemas de Números Digitais Compreender os sistemas digitais requer um entendimento dos sistemas decimal, binário, octal e hexadecimal. Decimal dez símbolos
Flip-Flop. Uma das coisa importantes que se pode fazer com portas booleanas é criar memória.
Uma das coisa importantes que se pode fazer com portas booleanas é criar memória. Se as portas forem dispostas corretamente, elas vão selembrar do valor de entrada. A memória é baseada num conceito de
CONTADORES DIGITAIS (Unidade 6)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: ELETRÔNICA
Sistemas Digitais Transferências entre Registradores
Sistemas Digitais Transferências entre Registradores Referência Bibliográfica: Logic and Computer Design Fundamentals Mano & Kime Adaptações: josé artur quilici-gonzalez Sumário Transferências entre Registradores
REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO (SHIF-REGISTER)
REGISTRADOR DE DESLOCAMENTO (SHIF-REGISTER) Conceito geral: O registrador de deslocamento (do inglês Shift-Register) é um dispositivo largamente usado em sistemas digitais, desde uma simples calculadora
Circuitos Digitais. Conteúdo. Circuitos Sequenciais. Combinacionais x Sequenciais. Circuitos Sequenciais. Circuitos Sequenciais
Ciência da Computação Conteúdo Circuitos Combinacionais Sequenciais Flip-Flops e Dispositivos Sequenciais Flip-Flop RS com Entrada de Clock com Entradas Preset e Clear Prof. Sergio Ribeiro Exercício Material
Registradores. Circuitos Lógicos. DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva
Registradores Circuitos Lógicos DCC-IM/UFRJ Prof. Gabriel P. Silva 2 Registradores Conjunto de elementos de memória (flip-flops ou latches) utilizados para armazenar n bits. Utilizam um único sinal de
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA EM TELEINFORMÁTICA DISCIPLINA: PROJETO LÓGICO DIGITAL PROFESSOR: ALEXANDRE COELHO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA EM TELEINFORMÁTICA DISCIPLINA: PROJETO LÓGICO DIGITAL PROFESSOR: ALEXANDRE COELHO PRÁTICA 13 FLIP FLOPS D e JK 1. Objetivos: Familiarização com
Registradores de Deslocamentos.
Registradores de Deslocamentos. 1. Introdução: Implementação de um registrador de deslocamento, conversão paralelo-série e série-paralelo, geração de atrasos, contador e implementação de um registrador
Capítulo 3 Circuitos lógicos seqüenciais: flip-flops, latches, contadores e registradores
Capítulo 3 Circuitos lógicos seqüenciais: flip-flops, latches, contadores e registradores Introdução Circuitos combinacionais x sequenciais Elemento básico: FLIP-FLOP (FF) Armazena informação (reter estado)
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim
unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim 1 Atividades de Recuperação Final Sistemas Digitais II
Lista de Exercícios A1
Lista de Exercícios A1 14 de março de 2016 1 Realizar a conversão dos números a seguir para binário de 8 bits 1.1 Número (100) 10 Resposta: 0110 0100 1.2 Número (33) 10 Resposta: 0010 0001 1.3 Número (66)
Universidade Federal do ABC
Universidade Federal do ABC Eletrônica Digital Aula 09: Considerações Gerais e Aplicações de Flip-Flop TOCCI, Sistemas Digitais, Sec. 5.11-5.23 http://sites.google.com/site/eletdigi/ 1 Entradas Assíncronas
ELD - Eletrônica Digital Aula 6 Circuitos Sequenciais Latches e Flip-Flops. Prof. Antonio Heronaldo de Sousa
ELD - Eletrônica Digital Aula 6 Circuitos Sequenciais Latches e Flip-Flops Prof. Antonio Heronaldo de Sousa Agenda - Circuitos Sequenciais - Conceitos - Conceito e circuitos de Latch RS - Aplicações do
Universidade Federal do ABC
Universidade Federal do ABC Eletrônica Digital Aula 10: Contadores TOCCI, Sistemas Digitais, Sec. 7.1-7.10 http://sites.google.com/site/eletdigi/ Contadores Contadores são formados por FF que acionados
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim
unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim 1 Atividades de Recuperação Final Sistemas Digitais II
PCS 2304 PROJETO LÓGICO DIGITAL 19/05/2006 Gabarito Preliminar 6 a Lista de Exercícios Contadores
PCS 24 PROJETO LÓGICO DIGITAL 9/5/26 Gabarito Preliminar 6 a Lista de Exercícios Contadores ) Contador em anel. A Figura apresenta um contador em anel torcido semelhante aos vistos anteriormente em aula,
Circuitos Sequenciais
Circuitos Sequenciais Flip-Flop RS Circuitos sequenciais tem suas saídas dependentes dos sinais de entrada, ou estados anteriores que permanecem armazenados O Flip-Flop: Dispositivo que possui dois estados
CIRCUITOS DIGITAIS. Circuitos Sequenciais e Flip-Flops. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau
CIRCUITOS DIGITAIS Circuitos Sequenciais e Flip-Flops Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau O que será visto nesta aula Flip-Flop
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim
unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim 1 Atividades de Recuperação Final Sistemas Digitais II
Decodificadores e Registradores
epartamento de Engenharia Elétrica e de Computação - EESC-USP SEL-415 Introdução à Organização dos Computadores ecodificadores e Registradores Aula 3 Prof. r. Marcelo Andrade da Costa Vieira Profa. Luiza
a) Obtenha a tabela verdade das operações com 01 bit
01. Deduza a obtenção de um circuito somador completo (FULL ADDER) e 01 bit seguindo os passos abaixo: a) Obtenha a tabela verdade das operações com 01 bit SOLUÇÃO NOS SLIDE b) Obtenha a expressão não
Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr.
G03 Eletrônica Digital para Instrumentação Prof: [email protected] Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Parâmetros de circuitos integrados lógicos Dispositivos
Faculdade de Computação Curso de Sistemas de Informação Sistemas Digitais Lista 3 Prof. Dr. Daniel A. Furtado
Faculdade de Computação Curso de Sistemas de Informação Sistemas Digitais Lista 3 Prof. Dr. Daniel A. Furtado Circuitos Aritméticos 1. Construa a tabela verdade de um somador completo (FA) de um bit e
Revisão de Circuitos Digitais
Revisão de Circuitos Digitais Adaptações Prof. José Artur Quilici-Gonzalez Elementos de Eletrônica Digital Idoeta e Capuano Embedded System Design Vahid e Givargis Logic and Computer Design undamentals
ELETRÔNICA DIGITAL II. AUTOR: ENG. ANTONIO CARLOS LEMOS JÚNIOR
ELETRÔNICA DIGITAL II AUTOR: ENG. ANTONIO CARLOS LEMOS JÚNIOR [email protected] UBERABA MG 2º SEMESTRE 2008 CONTEÚDO PROGRAMADO: 1 Flip-Flop J-K 2 Flip-Flop D 3 Latch D 4 Entradas assíncronas 5 Características
Eletrônica Digital. Circuitos Lógicos Sequenciais PROF. EDUARDO G. BERTOGNA UTFPR / DAELN
Eletrônica Digital Circuitos Lógicos Sequenciais PROF. EDUARDO G. BERTOGNA UTFPR / DAELN Circuitos Sequenciais vs Combinacionais Os circuitos lógicos combinacionais são aqueles em que suas saídas a qualquer
Latch SR (Set/Reset)
Memória Nível da Lógica Digital (Aula 8) Memória Nível Lógico A memória é usada para armazenar tanto instruções a serem executadas quanto os dados usados na execução de algumas dessas instruções Para se
RELOGIO MEMÓRIA USO DA NUMERAÇÃO BINÁRIA. 02. Explique a função do barramento de endereços no Modelo Barramento de Sistemas.
01. Cite três conceitos introduzidos por Von Newman RELOGIO MEMÓRIA USO DA NUMERAÇÃO BINÁRIA 02. Explique a função do barramento de endereços no Modelo Barramento de Sistemas. BARRAMENTO DE ENDEREÇOS:
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim
unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim 1 Atividades de Recuperação Final Sistemas Digitais II
CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DE LÓGICA SEQUENCIAL
4 CAPÍTULO 2 ELEMENTOS DE LÓGICA SEQUENCIAL Sumário 2.. Introdução... 6 2.2. Flip-Flops... 7 2... Flip-Flop RS Básico... 7 2..2. Flip-Flop RS com Clock... 9 2..3. Flip-Flop JK... 2 2..4. Entradas Assíncronas...
Flip-Flops, Registros e Contadores
Flip-Flops, Registros e Contadores 1 D latch 2 Operação do D-latch se C=1 a saída acompanha a entrada se C=0 a saída mantém estado anterior não pode ser usado em circuitos síncronos: leitura e escrita
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de
Biestáveis R S, J K e D
Circuitos Lógicos Biestáveis R S, J K e D Prof.: Daniel D. Silveira Horário: 4a.f e 6a.f de 10h às 12h 1 Flip Flop Elemento de memória implementado a partir de portas lógicas A maioria das entradas precisa
UFJF FABRICIO CAMPOS
Cap 7 Revisão Teoremas Booleanos Teoremas de De Morgan Portas Lógicas Flip-Flop Mapa de Karnaugh Simbologias Representação Binária Tabela Verdade Cap 7 Revisão Teoremas Booleanos Teoremas de De Morgan
CIRCUITOS DIGITAIS. Contadores. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau. Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau
CIRCUITOS DIGITAIS Contadores Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau O que será visto nesta aula Contadores assíncronos. Contadores
Prof. André Rabelo LÓGICA DIGITAL INTRODUÇÃO
Prof. André Rabelo LÓGICA DIGITAL INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Um sistema pode ser definido como sendo um conjunto de elementos que são interligados de alguma maneira para compor um todo e assim realizar funcionalidade
LISTA DE EXERCÍCIOS. Cefet/PR Cornélio Procópio 1
LIT D XRCÍCIO Famílias Lógicas: 1. O que são famílias lógicas? R.: Conjunto de circuitos integrados com características similares. 2. uais as principais famílias lógicas de circuitos integrados digitais?
SÍNTESE DE SIST. SEQUENCIAIS SÍNCRONOS. Sel Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel
SÍNTESE DE SIST. SEQUENCIAIS SÍNCRONOS Sel 414 - Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel Síntese Sist. Síncronos Contagem = 0 Saídas: Z 1 = 0 Z 0 = 0 Contagem = 3 Saídas: Z 1 = 1 Z 0 = 1 A/00 D/11 Contagem
CAPÍTULO 6. Introdução aos Circuitos Lógicos Seqüenciais
CAPÍTULO 6 Introdução aos Circuitos Lógicos Seqüenciais 6.1. Conceito de Circuito Seqüencial Os circuitos seqüenciais são uma classe de circuitos digitais em que os valores lógicos das saídas, num determinado
Capítulo 7 Contadores e Registradores
Capítulo 7 Contadores e Registradores slide 1 Os temas abordados nesse capítulo são: - Operação e características dos contadores síncronos e assíncronos. - Análise e avaliação dos vários tipos de contadores.
Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória interna.
AULA 1 Introdução aos Sistemas Seqüenciais pg. 111 a 117 1. SISTEMAS COMBINACIONAIS Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória
LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Experiência 7: Análise de Circuitos Biestáveis
33 1. Objetivo Analisar a operação de circuitos biestáveis: latches e flip-flops tipo RS, JK, T e D. 2. Conceito Um latch ou um flip-flop também são conhecidos como dispositivos biestáveis. Os biestáveis
Circuitos Sequenciais
Circuitos Sequenciais Tópicos: Contadores Memórias Circuitos Sequenciais Teoremas DeMorgan Mapas de Karnaugh Multiplexadores Flip Flops Flip Flop Os flip flops são unidades básicas de memória. Cada circuito
CIRCUITOS DIGITAIS. Apresentação da Disciplina Introdução aos Circuitos Digitais. Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau
CIRCUITOS DIGITAIS Apresentação da Disciplina Introdução aos Circuitos Digitais Prof. Denis Fantinato Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Slides baseados nas aulas do Prof. Rodrigo Moreira Bacurau Apresentação
Registos. Registos de dados ( registers )
ESTV-ESI-Sistemas Digitais-Registos 1/9 Registos Registos de dados ( registers ) Os registos de dados são circuitos constituídos por um determinado número de flip-flops, normalmente do tipo D, com entradas
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE COORDENADORIA DE ELETRÔNICA. Flip - Flops
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE COORDENADORIA DE ELETRÔNICA Flip - Flops Relatório técnico apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina de Sistemas
Eletrônica Digital I TE050. Circuitos Seqüenciais
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Eletrônica Digital I TE050 Circuitos Seqüenciais Prof. Lúcio Mauro M. Tonon 1 Circuitos Seqüenciais A grande maioria
Contador. A ideia básica de um contador. Os flip-flops podem ser conectados juntos para realizar
A função de contagem é importante em sistemas digitais. Existem muitos tipos de contadores digitais, mas a finalidade básica deles é contar eventos representados por transições de níveis ou pulsos. Para
UFAL- Campus Arapiraca- Equipe:Igor Rafael, Matheus Torquato, Onassys Constant, Arthur Erick, Luis Eduardo. LÓGICA SEQUENCIAL
UFAL- Campus Arapiraca- Equipe:Igor Rafael, Matheus Torquato, Onassys Constant, Arthur Erick, Luis Eduardo. LÓGICA SEQUENCIAL Lógica Sequencial Na lógica seqüencial, os sinais de saída são resultados não
CIRCUITOS SEQÜENCIAIS. Um modo de classificar os circuitos digitais seria subdividi-los em: - circuitos combinacionais; - circuitos seqüenciais.
CIRCUITOS SEÜENCIAIS Um modo de classificar os circuitos digitais seria subdividi-los em: - circuitos combinacionais; - circuitos seqüenciais. Os circuitos combinacionais são aqueles em que as saídas dependem
Flip-flops e Dispositivos Correlatos (parte 1) Sistemas de Informação CPCX UFMS Slides: Fernando Maia da Mota
Flip-flops e Dispositivos Correlatos (parte 1) Sistemas de Informação CPCX UFMS Slides: Fernando Maia da Mota Objetivos Construir um flip-flop latch com portas NAND ou NOR e analisar seu funcionamento.
ELETRÔNICA DIGITAL II
ELETRÔNICA DIGITAL II Parte 8 Máquina de Estados Professor Dr. Michael Klug 1 Lembrando Circuitos Combinacionais: o valor da saída no instante t depende apenas da combinação dos valores das entradas neste
Eletrônica Digital II. Flip-Flop s. Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki 1
Eletrônica Digital II Flip-Flop s Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki 1 Diagrama geral de um sistema digital Prof. Msc. Getúlio Teruo Tateoki 2 Símbolo geral para um flip-flop e seus dois estados de saída
Conversores D/A e A/D e Multiplexadores em Instrumentação
Conversores D/A e A/D e Multiplexadores em Instrumentação slide Conversores D/A Digital para Analógico Valor de Reerência V R Entrada Digital X D/A Valor de Saída Analógico V 0 slide Normalmente, o D/A
Universidade Federal do Rio de Janeiro Bacharelado em Ciência da Computação. Arquitetura de Computadores I. Organização Básica do Computador
Universidade Federal do Rio de Janeiro Bacharelado em Ciência da Computação Arquitetura de Computadores I Organização Básica do Computador Gabriel P. Silva Ementa Unidade 2: Organização Lógica e Funcional
OS CONTADORES DIGITAIS
LIÇÃO 9 OS CONTADORES DIGITAIS 60 Na lição anterior analisamos o princípio de funcionamento de um dos mais importantes blocos da Eletrônica Digital, o flip-flop. Vimos que estes blocos poderiam ter diversos
Sistemas Digitais. PALs Sequenciais Parâmetros Temporais em PALs Sequenciais ABEL Registos Contadores Registos de Deslocamento ( Shift Registers )
PALs Sequenciais Parâmetros Temporais em PALs Sequenciais ABEL Registos Contadores Registos de Deslocamento ( Shift Registers ) 10ª aula 1-37 PALs Sequenciais 16R8 10ª aula 2-37 Uma Saída de 16R8 8 termos
FF-JK, FF-D, Latch D e Aplicações FF. Tiago Alves de Oliveira
FF-JK, FF-D, Latch D e Aplicações FF Tiago Alves de Oliveira Flip-Flop J-K com Clock A abaixo mostra um flip-flop J-K com clock disparado por borda de subida do sinal de clock. Flip-Flop J-K com Clock
Circuitos Seqüenciais
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES Circuitos Seqüenciais Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores 2 A algumas aulas: Arquitetura da Cleo A duas aulas: Como descrever a parte operativa da
Capítulo VII Elementos de Memória
Capítulo VII Elementos de Memória 1 Introdução Neste capítulo estudaremos dispositivos lógicos com dois estados estáveis, o estado SET e o estado RESET. Por isto, tais dispositivos são denominados dispositivos
Circuitos Sequenciais
Circuitos Sequenciais Pedroni Capítulo 14 Prof. Odilson Tadeu Valle Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Campus São José [email protected] 1/35 Conteúdo programático 1 Registradores de Deslocamento
Instalação de Sistemas Eletrônicos Digitais
Curso de Formação Profissional Técnico em Eletroeletrônica Módulo II Senai Arcos-MG Instalação de Sistemas Eletrônicos Digitais Raphael Roberto Ribeiro Silva Técnico em eletroeletrônica pelo INPA Arcos
ENDEREÇAMENTO DE INSTRUÇÕES. Adão de Melo Neto
ENDEREÇAMENTO DE INSTRUÇÕES Adão de Melo Neto 1 TIPOS DE OPERAÇÕES 2 TIPOS DE OPERAÇÕES TIPOS DE INSTRUÇÕES/OPERAÇÕES (RELEMBRANDO) 3 INTRODUÇÃO TIPOS DE INSTRUÇÕES/OPERAÇÕES (RELEMBRANDO) 4 INTRODUÇÃO
