ANÁLISE DE RISCO TOXICOLÓGICO
|
|
|
- Esther Gesser Van Der Vinne
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ANÁLISE DE RISCO TOXICOLÓGICO Giuliano Marchi Luiz Roberto G. Guilherme São Paulo, 2/4/2009
2 ROTEIRO INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES E CONCEITOS PRINCÍPIOS GERAIS EXEMPLO Metais pesados: os fertilizantes são seguros?
3 ANÁLISE DE RISCO O que é? Porque é feita? Todas as nossas decisões do diaa-dia acontecem a partir de uma análise de risco
4 Quais riscos são mais aceitos? Voluntários vs Involuntários Riscos voluntários são aqueles associados a atividades que nós decidimos realizar (e.g., dirigir um carro ou uma motocicleta, fumar, ingerir bebidas alcoólicas). Riscos involuntários associados a atividades que acontecem conosco sem o nosso conhecimento ou consentimento. Fenômenos da natureza como relâmpagos, inundações, tornados, etc., e a exposição a contaminantes ambientais são exemplos de riscos involuntários.
5 ANÁLISE DE RISCO O que é? Porque é feita? Todas as nossas decisões do dia-a-dia acontecem a partir de uma análise de risco A saúde humana e o ambiente Estabelecimento de base científica regulatória para proteção da saúde pública e do ambiente A complexidade das transferências no ambiente Estabelecimento de prioridades Agentes químicos, físicos e biológicos
6 Análise de risco vs Estabelecimento de prioridades Quais poluentes são prioritários? O exemplo dos EUA: 2007 (USEPA & ATSDR) Fonte: 1. Arsênio 2. Chumbo 3. Mercúrio 4. Cloreto de vinila 5. Bifenilas policloradas 6. Benzeno 7. Cádmio 8. Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos 9. Benzo(a)pireno 10. Benzo(b)fluoranteno 11. Clorofórmio 12. DDT, P,P' 13. Aroclor Aroclor Dibenzo(a,h)antraceno 16. Tricloroetileno 17. Dieldrin 18. Cromo, hexavalente 19. Fósforo, branco Clordane
7
8
9 Região/UF Nº Brasil (BR) 703 Norte (N) 87 Rondônia (RO) 12 Acre (AC) 10 Amazonas (AM) 15 Roraima (RR) 11 Pará (PA) 10 Amapá (AP) 11 Tocantins (TO) 18 Nordeste (NE) 192 Maranhão (MA) 11 Piauí (PI) 7 Ceará (CE) 13 Rio Grande do Norte (RN) 21 Paraíba (PB) 13 Pernambuco (PE) 84 Alagoas (AL) 11 Sergipe (SE) 9 Bahia (BA) 23 Sudeste (SE) 285 Minas Gerais (MG) 42 Espírito Santo (ES) 16 Rio de Janeiro (RJ) 70 São Paulo (SP) 157 Sul (S) 59 Paraná (PR) 24 Santa Catarina (SC) 30 Rio Grande do Sul (RS) 70 Centro-Oeste (CO) 80 Mato Grosso do Sul (MS) 20 Mato Grosso (MT) 34 Goiás (GO) 8 Distrito Federal (DF) 18
10 DEFINIÇÕES E CONCEITOS
11 Análise de Risco Terminologia Padrão (IUPAC) Fonte: Adaptado de Duffus (2001); Guilherme (2005).
12 Definições e conceitos Perigo (do Inglês, hazard): propriedade inerente de um agente (químico, físico ou biológico) ou uma situação capaz de causar efeito adverso em algo. Exposição: concentração, duração, freqüência ou intensidade de um agente particular que atinge um sistemaalvo. Risco (do Inglês, risk): probabilidade de ocorrência de efeitos adversos Perigo + Exposicão = Risco
13 Definições e conceitos Dose de referência (RfD, em Inglês) É uma estimativa de dose de uma exposição diária de uma população humana (incluindo grupos sensíveis) que provavelmente não apresenta risco de efeitos adversos (durante toda a vida).
14 Risco vs RfD Perigo e Exposição variam em intensidade PERIGO EXPOSIÇÃO
15 Risco vs RfD RISCO PERIGO EXPOSIÇÃO RfD Margem de exposição
16 Risco vs RfD RISCO PERIGO EXPOSIÇÃO
17 Risco vs RfD RISCO PERIGO Quanto maior a exposição a um dado agente perigoso, maior é o risco, podendo mesmo extrapolar aquele risco considerado aceitável EXPOSIÇÃO
18 PRINCÍPIOS GERAIS
19 Valores orientadores para solo Modelo conceitual Nenhum estudo Nível de estudo é necessário específico do sítio Valor de referência background Valor orientador RfD Intervenção claramente necessária Valor de intervenção Concentrações elevadas Fonte:
20 Avaliação de risco à saúde Rotas principais de exposição Fonte: Adaptado de Fairman et al. (1999) por Guilherme (2008)
21 EXEMPLO Metais em fertilizantes
22 Luiz R oberto G uimarães Guilherme & Giuliano M archi Métodos consistentes - Ciência Cenários representativos Protetor da saúde humana
23 Metodologia Estudo do TFI (EUA): Cálculo inverso do risco concentração baseada em risco (RBC) Três passos: Delimitar escopo: maiores riscos possíveis Estudo de Caso Brasileiro: Mesmo escopo do TFI: Cálculo das RBCs usando dados do Brasil Comparar RBCs Brasil com RBCs estudo TFI Deduzir RBC para cada metal Comparar RBCs com análises de fertilizantes (indústria e literatura) Comparar RBCs com análises de fertilizantes Comparar RBCs com valores da IN 27
24 Estudo TFI (EUA) 2 categorias de fertilizantes inorgânicos: fosfatados e micronutrientes 12 metais: arsênio, cádmio, cromo, cobalto, chumbo, mercúrio, molibdênio, níquel, selênio, vanádio e zinco; e um radionuclídeo, o rádio 226 Residentes rurais, incluindo adultos e crianças 3 rotas de exposição Ingestão involuntária de solo Contato do solo com a pele Ingestão de produtos agrícolas Cenários de propriedades agrícolas: um grupo e vários grupos de culturas
25 LIMITE (mg/kgdia) Princípios adotados no concentração do metal no fertilizante que desenvolvimento das pode ser considerada segura (RBC) RBCs taxa de aplicação do fertilizante fatores que determinam quanto do metal pode entrar no organismo humano
26 Em uma avaliação de risco quantitativa clássica: DOSE = LIMITE (RfD) LIMITE / DOSE = 1 DOSE = quantidade (metal no solo) * fatores (determinam quanto metal entra no organismo) quantidade = (taxa*concentração*acumulação) DOSE = (taxa*concentração*acumulação)*fatores LIMITE (taxa *concentração concentração * acumulação) * fatores = 1 LIMITE (taxa * acumulação) * fatores = CONCENTRAÇÃO (RBC)
27 Caso Brasil Taxa de aplicação de fertilizantes (kg nutriente/ha) Fosfatados: vegetais = 133; raízes = 429; grãos = 72 Micronutriente: 6 kg de Zn/ha (cada 3 anos) Fator de acumulação de metais no solo Kd para metais em solos do Brasil (exceto Mo, Se, V) 1500 mm chuva/ano Massa corporal e ingestão de alimentos: IBGE Fator de absorção pelas plantas Dados de PUF do Brasil (Cu, Hg, Ni, Pb, Zn) ou TFI (demais) Toxicidade (~ LIMITE) Dados do TFI, exceto para Pb OMS (mais protetor)
28 As ٢١ ٨ ٦ ٥٧ ٥ ٤٣ ١ ٥ ٩٥ ٥٦ ٥٨ ٢ ٢ ٣٩ ١٩ ٦٩ ٤ ٠٢ ٨ ٣ ٢٤ ٩ ٣٨ ١ ٨ ٤٤ ١٨ mg/kg, % Zn ٠, ٦ ٣١ ٦٣ ٢ ٨٩ ٧ ٧ ٤٨ ١ ١٦ ٦ ٥ ٥٣ ١ ٨٥ ٣ ٨١ ٨ ٨١ ٤٧ ٠ ٣٥ ١ ٥, ٨ ٢, ٩ ١٠٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠ ١٠٠٠ ١٠٠ ١٠ ١ ٠,١ ١٢ ٨ Caso Brasil mg/ kg, % P٢O٥ Cd Cr(III) Co Cu Pb Hg Mo Ni Se V Zn Fosfatados: As, Cd, Hg e Zn RBCs Brasil mais restritivas que EUA Por que? > Kd, > acumulação no solo, > risco de transferência para planta, contato dermal ou ingestão acidental de solo Para Zn, além do > Kd, também > PUF > transferência para planta Micro: Brasil menos restritivo que TFI dose Zn ~ 5,5 vezes menor
29 Caso Brasil: Resultados de análises de fertilizantes são maiores que as RBCs estimadas? P: 1 excedente para Cd em (Gabe & Rodella, 1999) e nenhum excedente para As, Cr, Cu, Hg, Ni, Pb e Zn (9 categorias de fertilizantes fosfatados e 111 amostras) Micro: 2 (dois) excedentes para Cu em produtos do tipo fritas (Vale & Alcarde, 2003) e nenhum excedente para Cd, Cr, Cu, Ni e Pb (28 amostras analisadas)
30 Caso Brasil: RBCs vs IN 27 (Anexo I) mg / kg para ١ % nutriente ١٠٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠ RBC Fosfatado ٨١٤٧٠ RBC Zn ١٠٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠٠ ١٠٠٠٠ IN٢٧ P ١٠٠٠ ٣٥١ ١٥ ٥٠٠ ٧٥٠ ٣١ ١٠ ١٠ ١ ١٠٠ As ١٠ ٠,١ ٣٨١٨ ٥٠٠ ١٢٨ ١٠٠ ١٠٠٠ ١ IN٢٧ Micro ٤٠ ٢,٩ ٢ ٥,٨ ٤ Cd ٨٥ Cr(III) Pb Hg ٢٠ ٠,٦ ٠,٠٥ ٠,٠١ As Cd Cr(III) Pb Hg Obs: Dados para micro na IN 27 consideram a somatória de todos os micronutrientes e a RBC somente considera a presença de Zn.
31 Propósito Primeira tentativa de estabelecimento de valores orientadores para metais sugere limites (RBCs) orientação para fins reguladores visando à proteção da saúde humana no cenário atual de uso de fertilizantes no Brasil Dados levantados: Indicam que os metais não causam danos à saúde humana após a aplicação de fertilizantes inorgânicos no Brasil (fertilizantes minerais que contenham o nutriente fósforo e fertilizantes com micronutrientes visando o fornecimento de zinco) Sugerem que os limites equivalentes às RBCs estabelecidos pela legislação brasileira (IN27) são seguros do ponto de vista da avaliação de risco à saúde
32 Projetos em andamento Elementos-Traço e sua Relação com Qualidade e Inocuidade de Fertilizantes e Corretivos Agrícolas no Brasil - CNPq/MAPA/SDA Nº 064/2008 Análise de Risco de Elementos-Traço em Fertilizantes e Corretivos Agrícolas: Avaliação, Gerenciamento e Comunicação - CNPq/MAPA/SDA Nº 064/2008 Avaliação de Disponibilidade de Metais Pesados para Plantas Cultivadas em Um Solo Tratado com Fontes Alternativas de Potássio - MCT/CNPq/CT - Agronegócio Nº 43/2008
33 MUITO OBRIGADO!!! Giuliano Marchi Luiz Roberto Guimarães Guilherme
Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015
Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para mapear os hábitos de consumo e compras para época
RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)
NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17
FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010
ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES
FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia
CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE AS Micro e pequenas empresas RANKING DOS ESTADOS 2012
CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE AS Micro e pequenas empresas RANKING DOS ESTADOS 2012 Tributos incluídos no Simples Nacional Brasília 19 de setembro de 2013 ROTEIRO 1 2 3 4 O PROJETO RESULTADOS DIFERENÇA NAS ALÍQUOTAS
LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX
LEVANTAMENTO FISCAL SITE KADOX SUMÁRIO 1 ICMS 1.1 CONTRIBUINTE 1.2 FATO GERADOR DO IMPOSTO 1.3 BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO 1.4 REDUÇÃO DA BASE DE CÁLCULO 1.5 CARTA DE CORREÇÃO 1.6 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA
FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS
Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos
e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -
SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...
...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra
Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade
Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (dezembro/13) Janeiro de 2014 Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda
Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade
Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Setembro/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)
Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE
Levantamento Nacional do Transporte Escolar Dados por Região: NORTE Um total de 131 municípios da região Norte participou do Levantamento Nacional do Transporte Escolar. No Acre, 36% dos municípios responderam
Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008
(continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498
FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing
FACULDADE BOA VIAGEM (FBV) Gestão de Marketing Edson José de Lemos Júnior Ermeson Gomes da Silva Jardson Prado Coriolano da Silva Marcos Antonio Santos Marinho Rosinaldo Ferreira da Cunha RELATÓRIO GERENCIAL
Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade
C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por
Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade
Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (Junho/14) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)
FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO
NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA
RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6
Inventar com a diferenca,
Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e
FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados
14ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercados Apresentação Este relatório apresenta os resultados da 14ª Avaliação de Perdas realizada com os principais supermercados do Brasil. As edições
Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia
Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas
Relatório Gerencial TECNOVA
Relatório Gerencial TECNOVA Departamento de Produtos Financeiros Descentralizados - DPDE Área de Apoio à Ciência, Inovação, Infraestrutura e Tecnologia - ACIT Fevereiro de 2015 Marcelo Nicolas Camargo
FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO
POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Lei 12.334/2010. Carlos Motta Nunes. Dam World Conference. Maceió, outubro de 2012
POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA DE BARRAGENS Lei 12.334/2010 Carlos Motta Nunes Dam World Conference Maceió, outubro de 2012 Características da barragem para enquadramento na Lei 12.334/10 I - altura do
Emissão de Nota Fiscal Eletrônica
Emissão de Nota Fiscal Eletrônica DANFE - Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. É um documento que serve para acobertar a circulação da mercadoria. Impresso em via única; Validade em meio digital
Boletim Informativo. Junho de 2015
Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro
FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
PROCESSO SELETIVO UFAL SiSU GERAL (5.168 vagas ofertadas)
PROCESSO SELETIVO UFAL 2014 - SiSU 2014.1 - GERAL (5.168 vagas ofertadas) ALAGOAS AL 2.918 56,46% BAHIA BA 306 5,92% SERGIPE SE 96 1,86% PERNAMBUCO PE 627 12,13% PARAÍBA PB 24 0,46% RIO GRANDE DO NORTE
Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores
Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não
Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência)
Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Desenvolvido a partir de 2009: integra as bases de dados dos Sistemas de registros de aplicadas doses (SI-API), Eventos adversos (SI-EAPV), usuários de imunobiológicos
Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado
Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443
Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade
Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)
Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS
Nota Técnica 7/13 (7 de Maio) Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Núcleo de Assuntos Econômico-Fiscais NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS IMPACTOS DA DIVISÃO DO
Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil
Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este
PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA
PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA ( 44.ª EDIÇÃO ) AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL PANORAMA DOS SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA PRESIDENTE Ronaldo Mota Sardenberg CONSELHEIROS Emília
FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
Boletim Informativo* Agosto de 2015
Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:
Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil
Impactos da Lei Geral (LG) nas Micro e Pequenas Empresas no Brasil Observatório das MPEs SEBRAE-SP Março/2008 1 Características da pesquisa Objetivos: Identificar o grau de conhecimento e a opinião dos
Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr
Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Atualização: 26/outubro Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança
Manual Identidade Visual CFC - CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE
Partindo da figura da engrenagem, presente na logo atual do CFC, o novo logo desenvolvido mantém uma relação com o passado da instituição, porém com um olhar no presente e no futuro, na evolução e ascensão
Sondagem Festas Juninas 2015
Sondagem Festas Juninas 0 de Maio de 0 0 Copyright Boa Vista Serviços Índice o Objetivo, metodologia e amostra... 0 o Perfil dos respondentes... 0 o Comemoração das Festas Juninas... 09 o Do que os consumidores
Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015
ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem
Nota Fiscal Eletrônica
Receita Federal do Brasil Ricardo Rezende Barbosa [email protected] 06 de dezembro de 2007 Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Nota Fiscal Eletrônica Nota Fiscal Eletrônica Luiz Antonio Baptista
Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr
Imagem: Santa Casa de Santos fundada em 1543 Programa de Melhoria da Gestão em Hospitais Filantr ópicos Filantró Hospitais e Entidades Filantrópicas - CMB Objetivos do Projeto Governança Metodologia Seleção
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)
ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,52% em agosto O Índice Nacional da Construção
Indenizações Pagas Quantidades
Natureza da Indenização Jan a Dez 2011 % Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2012 x Jan a Dez 2011 Morte 58.134 16% 60.752 12% 5% Invalidez Permanente 239.738 65% 352.495 69% 47% Despesas Médicas (DAMS) 68.484
Objetivo do Projeto Articular, organizar e animar uma Rede Nacional
Objetivo do Projeto Articular, organizar e animar uma Rede Nacional de Comercialização Solidária constituída por empreendimentos econômicos comerciais feiras permanentes, lojas e centrais/centros públicos
MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO
Cargo 1: Analista do MPU Área de Atividade: Apoio Técnico-Administrativo Especialidade: Arquivologia Distrito Federal / DF 596 4 149,00 Especialidade: Biblioteconomia Acre / AC 147 1 147,00 Especialidade:
Apresentação. A AMIB (Associação de Medicina Intensiva. Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa. apresentar uma visão do cenário das Unidades
Apresentação A AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira) elaborou o primeiro estudo que visa apresentar uma visão do cenário das Unidades de Terapias Intensivas (UTI) no país. Objetivos Elaborar
FLUXO ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 7.938 0,37 0 0,00-7.938 0,37
Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério das Comunicações Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD Suplementar 2013 Acesso à Internet e à televisão e posse de telefone móvel celular
FONTE DE DADOS. Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde: Dados de todos os estabelecimentos de saúde do Brasil.
CENSO AMIB 2016 OBJETIVO O objetivo desta proposta é prestar serviços de consultoria para a extração e análise de dados do CNES a respeito de leitos de UTI e profissionais da saúde intensivistas, bem como
POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS
Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS
MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no
RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014
16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA
ÍNDICE DE TRANSPARÊNCIA DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO DOS ESTADOS BRASILEIROS
icat 15.5.213 ÍNDICE DE TRANSPARÊNCIA DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO DOS ESTADOS BRASILEIROS PONTUAÇÃO RESULTADO DOS ESTADOS BRASILEIROS 6 5 4 3 2 1 AC AL AP AM BA CE DF GO ES MA MT MS MG PA
Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015
Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta
FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS,
ANEXO EDITAL PGR/MPU Nº 43/2008
AN10100 - ANALISTA PROCESSUAL AL MPF PROCURADORIA DA REPUBLICA - ALAGOAS 2 AM MPF PROCURADORIA DA REPUBLICA - AMAZONAS 2 AM MPF PROCURADORIA DA REPUBLICA NO MUNICIPIO DE TABATINGA-AM 1 AM MPM PROCURADORIA
FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO
RBT. Ano XX Nº 2. Registro Brasileiro de Transplantes Veículo Oficial da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
RBT Registro Brasileiro de Transplantes Veículo Oficial da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos Ano XX Nº 2 Dados Númericos da doação de órgãos e transplantes realizados por estado e instituição
De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012.
De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas
F.19 - Cobertura de coleta de lixo
Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.19 - Cobertura de coleta de lixo Limitações: Requer informações adicionais sobre as condições de funcionamento (freqüência, assiduidade, volume transportado
PRIORIDADES PARA A REDE DE LABORATÓRIOS E O DE REFERÊNCIA NACIONAL
PRIORIDADES PARA A REDE DE LABORATÓRIOS E O DE REFERÊNCIA NACIONAL O SISTEMA NACIONAL DE LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA (SNLSP) FOI INSTITUIDO ATRAVÉS DA PORTARIA MINISTERIAL Nº 280/BSB DE 21/07/77 E FOI
Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado
Estratégia de fortalecimento dos Pequenos Negócios Maria Aparecida Bogado Consultor Sebrae Nacional PARCERIAS MPOG - Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão/SLTI CONSAD Conselho Nacional de Secretários
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos RORAIMA OUTUBRO DE 2015 DADOS GERAIS DO ESTADO DA RORAIMA Total Part % Brasil Part % Região Área Total - km² 224.118 2,64% 5,82% População - mil (1)
Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15
Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Estado Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte
Release Notes. A seguir são apresentadas as funções implementadas na linha de produto TOTVS Service SOA, expedidas neste pacote de atualização.
TSS Notas de Release 2.26 Produto TOTVS Service SOA Versão 11 Data 10/02/14 A seguir são apresentadas as funções implementadas na linha de produto TOTVS Service SOA, expedidas neste pacote de atualização.
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014
SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE JUNHO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,59% em Junho O Índice Nacional da Construção
2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos
2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria
FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009
FLUXO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados
SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS
SUFICIÊNCIA DE REDE: UM ESTUDO ECOLÓGICO SOBRE BENEFICIÁRIOS E REDES DE CUIDADOS À SAÚDE A PARTIR DE ANÁLISES EXPLORATÓRIAS DAS PROPORÇÕES DE PARTOS CESARIANOS E TAXAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA
Hábitos de Consumo Dia dos Namorados 2015
Hábitos de Consumo Dia dos Namorados 2015 3 de junho de 2015 2014 Copyright Boa Vista Serviços 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: a sondagem ter por objetivo identificar os hábitos de compras
PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA
Ministério da Saúde Ministério da PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Fevereiro 2013 Ministério da Ministério da CRONOGRAMA 2013 Semana Saúde na Escola Adesão de 20/02 a 10/03 Ações nas escolas entre os dias 11 e
Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social
Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe
Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco
Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem
Índice da apresentação
Cenário da reparação de veículos 2013 Índice da apresentação 1. Indicadores 2. Ameaças e oportunidades 3. Cenário futuro Indicadores Total 5.565 Municípios NORTE 449 Amazonas 62 Pará 143 Rondônia 52 Acre
Análise Demográfica das Empresas da IBSS
CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,
Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011
Geração de Emprego Formal no RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 211 1 211 O crescimento da economia fluminense nos últimos
O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?
O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? Instrumento que permite o financiamento, por meio de incentivos fiscais, de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. BASE LEGAL: Lei 11.438/06 -
PREVENÇÃO ATIVA SOBRASA SOCIEDADE BRASILEIRA DE SALVAMENTO AQUÁTICO
Prevenção PREVENÇÃO AQUÁTICA São as ações baseadas em advertências e avisos a banhistas no sentido de evitar ou ter cuidado com os perigos relacionados ao lazer, trabalho, ou esportes praticados na água.
FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009
FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES COM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA
RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012
Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações
Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade
C.9 Taxa de mortalidade por causas externas O indicador mede o número de óbitos por causas externas (conjunto de acidentes e violências) por 1. habitantes, estimando o risco de morrer por essas causas.
QUANTIDADE DE INSCRITOS NO SISTEMA COFECI-CRECI
QUANTIDADE DE INSCRITOS NO SISTEMA COFECI-CRECI PESSOA JURÍDICA E PESSOA FÍSICA MARÇO/2015 Brasília - DF A KUSER S/A APRESENTA LEVANTAMENTO DA QUANTIDADE DE CORRETORES DE IMÓVEIS, IMOBILIÁRIAS E DEMAIS
