Índice. Introdução Agradecimentos... 15
|
|
|
- Leonardo Terra Guterres
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Índice Introdução Agradecimentos Binóculos e telescópios: janelas para o Universo O binóculo e o telescópio O apelo das observações astronómicas Eventos públicos ligados às observações astronómicas A visão e as observações astronómicas Os olhos e a visão A visão e as cores Distância angular entre dois pontos Poder separador do olho humano O ponto cego Visão, luz e obscuridade A adaptação à obscuridade e os diferentes tipos de visão Adaptação, iluminação e observações astronómicas As observações astronómicas e a retina O olho e os instrumentos de observação O olho como instrumento de observação astronómica Observações astronómicas visuais, fotográficas e outras Binóculos Caracterização dos binóculos e alguns aspectos descritivos Prismas de Porro e prismas de tecto Ajuste e focagem dos binóculos Principais características dos binóculos e seu significado para o utilizador Amplificação e abertura Campo visual Pupila de saída de um binóculo Factor crepuscular e brilho relativo Factor de transmissão de luz e tratamentos anti-reflexo Os binóculos e os utilizadores de óculos Adequação dos binóculos a utilizações específicas Um compromisso aceitável Binóculos gigantes A qualidade dos binóculos Alguns critérios para escolher um binóculo Binóculos e observações astronómicas Cuidados a ter com um binóculo O que é que se pode observar com binóculos? Acessórios para binóculos Pequenos telescópios para uso terrestre e astronómico Pequenos telescópios prismáticos Outros telescópios terrestres... 74
2 5. Os telescópios e as suas características ópticas Os telescópios e as expectativas do utilizador O que é que se pretende de um telescópio? Generalidades sobre telescópios Características ópticas dos telescópios. Significado e importância para o utilizador Abertura Poder de captação de luz e magnitude limite Distância focal e relação focal Amplificação Pupila de saída Campo real e campo aparente Poder resolvente ou poder separador de um telescópio A obstrução e as suas consequências Qualidade óptica de um telescópio Exigência de rigor numa superfície óptica Superfície de onda e frente de onda Quantificação da qualidade óptica de um telescópio Qualidade óptica dos telescópios e observações astronómicas Imagem de uma fonte pontual a figura de difracção Diâmetro linear do disco de Airy Diâmetro angular do disco de Airy Algumas informações sobre vidros ópticos e outros meios transparentes Vidros ópticos e dispersão da luz O ar, a refracção da luz e as observações astronómicas Breve referência às aberrações de lentes e espelhos Aberrações cromáticas Aberrações geométricas Outras considerações sobre aberrações de sistemas ópticos Os diferentes tipos de telescópios Telescópios refractores Breve resumo histórico Telescópios refractores acromáticos Telescópios refractores acromáticos melhorados Telescópios refractores apocromáticos Telescópios reflectores Tecnologia dos espelhos dos telescópios Telescópio de Newton Telescópios de Cassegrain Telescópio de Gregory Telescópios Schiefspiegler Telescópios catadióptricos Telescópio de Schmidt-Cassegrain Telescópio de Schmidt-Newton Telescópio de Maksutov-Cassegrain Telescópio de Maksutov-Newton Telescópio de Klevtsov-Cassegrain
3 6.4. Mapa conceptual dos diferentes tipos de telescópios Oculares A função da ocular Considerações sobre a qualidade das oculares e outras características relevantes Aspectos mecânicos das oculares actuais Distâncias focais das oculares e correspondentes aplicações práticas Os diversos tipos de oculares Oculares a evitar Oculares de iniciação Oculares de nível intermédio e boa qualidade Oculares avançadas e de custo elevado Oculares grande-angulares Oculares zoom Oculares para usos especiais A ocular e a relação focal do telescópio Considerações sobre a escolha de oculares Montagens e suportes Considerações genéricas sobre montagens Componentes de uma montagem Requisitos de uma boa montagem Montagens altazimutais Montagem altazimutal de garfo Montagem de Dobson Outras montagens altazimutais Montagens equatoriais Montagem equatorial de garfo Montagem equatorial alemã Outras montagens equatoriais Dispositivos associados às montagens equatoriais Erro periódico Montagens computadorizadas Círculos graduados digitais Sistemas de localização automática (sistemas go to) Habituação às montagens Cuidados a ter com as montagens Os suportes das montagens Instalações permanentes e pequenos observatórios de amador Acessórios para telescópios Buscadores Buscadores com amplificação Buscadores polares Buscadores de amplificação unitária Lentes de Barlow e redutores de distância focal Lentes de Barlow Redutores de distância focal Espelhos diagonais e prismas diagonais
4 Espelhos diagonais Prismas diagonais Sistemas ópticos erectores de imagens Sistema erector de imagem de Porro Prismas erectores de imagem a 90º Prismas erectores de imagem a 45º Filtros Filtros para observação dos planetas e da Lua Filtros de densidade neutra Filtros polarizadores Filtros para a observação do Sol Factor de transmissão e densidade óptica de um filtro Filtros para o céu profundo Filtro para cometas Correctores de coma e de aberração cromática Corrector de coma Corrector de aberração cromática (Chromacor) Focadores manuais e eléctricos Visores binoculares e porta-oculares rotativos Acessórios para evitar a condensação de humidade Pára-luz e protector de condensação Sistemas activos anti-condensação Secadores eléctricos Dispositivos de colimação Ocular de colimação ou orifício de alinhamento Tubo de alinhamento Ocular Cheshire Colimadores laser Acessórios e produtos para limpeza de superfícies ópticas Acessórios relacionados com as montagens e suportes Outros acessórios Ferramentas Outro material utilizado nas observações astronómicas Material complementar Diversos Mapas celestes, atlas e catálogos Mapas e atlas celestes Catálogos Outros atlas Informação em suporte informático Reflexões sobre a escolha e compra de um telescópio Comprar, montar ou construir um telescópio? Quando é que se deve comprar um telescópio? Conhecer o céu Conhecer os telescópios Telescópios para diferentes níveis de exigência Telescópios-brinquedo Telescópios de iniciação
5 Telescópios de nível intermédio Telescópios de nível médio-superior Telescópios para observadores exigentes Telescópios para diversos fins Telescópios para observação da Lua e dos planetas Telescópios para observações do céu profundo Ver um pouco de tudo: os telescópios "generalistas" Telescópios compactos Onde e como comprar um telescópio Locais e condições de compra Erros a evitar Telescópios adquiridos por partes O telescópio em segunda mão Critérios de decisão Factores pessoais Algumas prioridades a ponderar Possibilidades dos telescópios de acordo com a sua abertura Devemos escolher sempre o telescópio com a maior abertura possível? Qual é o melhor telescópio? A chegada do novo telescópio Onde guardar o telescópio Como transportar o telescópio Operações de ajuste e manutenção nos telescópios Alinhamento do buscador do telescópio Alinhamento do buscador polar da montagem equatorial Equilíbrio das montagens Equilibrar montagens altazimutais Equilibrar uma montagem equatorial alemã Equilibrar uma montagem equatorial de garfo Equilibrar outras montagens equatoriais Alinhamento das montagens equatoriais Considerações prévias Alinhamento das montagens equatoriais alemãs Alinhamento das montagens equatoriais de garfo Alinhamento das montagens quando não é possível visar a estrela Polar Alinhamento de montagens com sistemas de busca automática (go to) Ajuste da escala de declinação das montagens Erros de geometria das montagens Limpeza de superfícies ópticas Considerações prévias Limpeza de pequenas lentes Limpeza de grandes lentes Limpeza de espelhos Colimação de telescópios Considerações genéricas sobre colimação Colimação de telescópios refractores
6 Colimação de telescópios reflectores Colimação de telescópios catadióptricos Colimação de espelhos diagonais Verificação dos dispositivos de colimação Testar telescópios Testar a mecânica Testar a óptica principal Teste com estrelas Teste de Ronchi Estrela artificial Testar oculares Aspectos mecânicos Aspectos ópticos Testar espelhos diagonais e prismas diagonais Testar buscadores A arte de observar O observador e o telescópio Aprender a observar Melhorar a percepção de pormenores nas observações A focagem Utilização da amplificação Não perca o norte quando observa através de um telescópio Localização dos objectos a observar através de um telescópio Utilização dos círculos graduados mecânicos Observações feitas à janela A atmosfera e as observações astronómicas Transparência Visão e turbulência atmosférica Observação do Sol por projecção Medições e cálculos simples Medições e cálculos referentes à óptica principal dos telescópios Distâncias angulares no céu e distâncias lineares no plano focal de um telescópio Medição da distância focal de um telescópio Tolerância de focagem de um telescópio Medições relativas a oculares, campos e lentes de Barlow Medição da distância focal de uma ocular Medição do campo de um telescópio Medição da amplificação de uma lente de Barlow Apreciação visual do campo aparente de uma ocular Medição do campo aparente de uma ocular Máximo campo real possível para um telescópio Distância focal máxima de uma ocular para um dado campo aparente Brilho das imagens observadas através de um telescópio
7 15.3. Cálculos para as observações solares por projecção com ocular Rotação dos eixos de uma montagem em função dos movimentos dos comandos micrométricos Como determinar a massa dos contrapesos a utilizar Condensação de humidade nas superfícies ópticas: o ponto de orvalho Nota sobre o autor Apêndices Apêndice 1. Alfabeto grego Apêndice 2. Coordenadas geográficas das principais cidades portuguesas Apêndice 3. Declinações magnéticas das principais cidades portuguesas Apêndice 4. Unidades úteis ao observador Apêndice 5. Elevação aparente dos astros devido à refracção atmosférica Apêndice 6. Recomendações para os encontros de Astronomia e outros eventos Apêndice 7. Símbolos utilizados neste livro Endereços e contactos úteis Associações de astronomia (portuguesas) Caracterização dos eventos de astrónomos amadores realizados periodicamente em Portugal Telescópios, binóculos e acessórios Principais construtores de telescópios e acessórios Turismo astronómico Bibliografia Revistas à venda em Portugal Sites internet com informações úteis Índice alfabético
APOSTILA DO CURSO DE CONSTRUÇÃO DE TELESCÓPIOS
APOSTILA DO CURSO DE CONSTRUÇÃO DE TELESCÓPIOS EDER MARTIOLI DAS-INPE Av. d o s A s t r o n a u t a s, 1 7 5 8 t e l e f o n e : ( 1 2 ) 3 9 4 5-7 1 9 4 f a x : ( 1 2 ) 3 9 4 5-6 8 11 e d e r @ d a s.
Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora
Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Informação Prova da Disciplina de Física e Química - Módulo: 7 Luz e Fontes de luz; Ótica
FUNDAMENTOS DA NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA TEORIA AUTOR: PROF. DR. FABIO GONÇALVES DOS REIS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP EDIÇÃO REVISADA
FUNDAMENTOS DA NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA TEORIA AUTOR: PROF. DR. FABIO GONÇALVES DOS REIS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP 2004 EDIÇÃO REVISADA SUMÁRIO INTRODUÇÃO definição da esfera celeste 01 à
Física Experimental - Óptica - EQ192.
Índice Remissivo... 3 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos
DETERMINAÇÃO DA CARTA DE VISIBILIDADE HORIZONTAL UTILIZANDO O SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL (GPS) 1. Rodrigues, J.E. ( 1 ); Couto, R.S.
DETERMINAÇÃO DA CARTA DE VISIBILIDADE HORIZONTAL UTILIZANDO O SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL (GPS) 1 RESUMO Rodrigues, J.E. ( 1 ); Couto, R.S. ( 2 ); Este estudo teve por finalidade confeccionar a carta
GEOMETRIA DESCRITIVA A (Bloco I)
ACTIVIDADES LECTIVAS 1º Período 2º Período 3º Período para o ano lectivo Apresentação 2 ----- ----- 2 x 45 minutos Avaliação 3 Testes 3 Testes 2 Testes 16 x 45 minutos Auto-avaliação 2 2 2 6 x 45 minutos
Curso Básico de Fotografia Científica
Curso Básico de Fotografia Científica INTRODUÇÃO -A palavra fotografia vem do Grego e significa escrever com a luz. -A luz é o elemento mais importante, aliada a outros elementos como: o assunto, a câmera,
Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo Conforto Ambiental: Insolação e Iluminação MÓDULO 2: ILUMINAÇÃO NATURAL
Universidade Ibirapuera Arquitetura e Urbanismo Conforto Ambiental: Insolação e Iluminação MÓDULO : INSOLAÇÃO MÓDULO : ILUMINAÇÃO NATURAL MÓDULO : ILUMINAÇÃO DE INTERIORES Docente: Claudete Gebara J. Callegaro
Introdução Astrônomos da Grécia Antiga O futuro. Astronomia Antiga. Marcio Guilherme Bronzato de Avellar IAG-USP 13/03/2007
Astronomia Antiga Marcio Guilherme Bronzato de Avellar IAG-USP 13/03/2007 Conteúdo Introdução O futuro Introdução De olho no céu Desde os tempos imemoriais o homem olha para o céu. Os registros mais antigos
Informação n.º 24.13. Data: 2012.12.19. Para: Direção-Geral da Educação. Inspeção-Geral da Educação e Ciência. Direções Regionais de Educação
Prova Final de Ciclo de Matemática Prova 92 2013 3.º Ciclo do Ensino Básico Para: Direção-Geral da Educação Inspeção-Geral da Educação e Ciência Direções Regionais de Educação Secretaria Regional da Educação
Astrofísica Geral. Tema 05: Noções de Óptica
ma 05: Noções de Óptica Outline 1 Reflexão e Refração 2 Espalhamento 3 Polarização 4 Espelhos 5 Lentes 6 Interferência e Difração 7 Bibliografia 2 / 38 Outline 1 Reflexão e Refração 2 Espalhamento 3 Polarização
Instrumentos e Técnicas de Observação. Associação de Astrónomos Amadores da Madeira Marco Joaquim
Instrumentos e Técnicas de Observação Associação de Astrónomos Amadores da Madeira Marco Joaquim Quais os instrumentos a utilizar. Quais as suas principais características. Dados importantes para a sua
Telescópios e a prática observacional
Telescópios e a prática observacional Prof. Rodolfo Langhi Depto. de Física Unesp/Bauru Astroaula 11 Tipos de telescópios e seu funcionamento básico Parâmetros dos telescópios: aumento, magnitude limite,
MONTAGEM E ALINHAMENTO DE SISTEMAS DE IMAGENS TRIDIMENSIONAIS
Programa de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Pesquisa da UNICAMP PIC Jr MONTAGEM E ALINHAMENTO DE SISTEMAS DE IMAGENS TRIDIMENSIONAIS Aluno: Rafael Pedro da Silva Orientador: Professor José Joaquín
Laudo ergonômico de um posto de trabalho
Laudo ergonômico de um posto de trabalho Norival Agnelli (Unesp) [email protected] Antonio Luiz Soriano (Unesp) [email protected] Layre Colino Júnior (Unesp) [email protected] Marcelo de Marchi
FOTOGRAFAR O CÉU (PARTE II)
FOTOGRAFAR O CÉU (PARTE II) Pedro Ré http://www.astrosurf.com/re Para efectuar astrofotografias através de telescópios torna-se necessário acoplar câmaras fotográficas a um telescópio. Os telescópios mais
55. X X X X. XXX. líquido: 1 - glicerina 2 - seco
Manômetros Balflex Os manômetros Balflex são utilizados para medição de pontos com pressão dinâmica, pulsação ou com vibrações elevadas, na hidráulica ou em compressores. A gama de manômetros Balflex é
TOPOGRAFIA. Poligonais
TOPOGRAFIA Poligonais COORDENADAS RECTANGULARES Quando se pretende representar numa superfície plana zonas extensas da superfície terrestre, é necessário adoptar sistemas de representação plana do elipsóide,
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário INFORMAÇÃO EXAME DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B 2016 12º ANO DE ESCOLARIDADE (DECRETO-LEI N.º 139/ 2012, DE 5 DE JULHO) Prova 163 Escrita e Prática
Óptica Geométrica 9º EF
Óptica Geométrica 9º EF Fonte de luz Estrelas Lâmpada acesa Lua Lâmpada apagada Fonte Primária Fonte Secundária Classificação de fontes de luz Quanto a emissão a) Fonte Primária (luminoso): produz a luz
Utilização de Materiais Alternativos na Construção de um Fotômetro de Absorção
Utilização de Materiais Alternativos na Construção de um Fotômetro de Absorção Isac Alves Costa Júnior 1. Márcio Rennan Santos Tavares 1, João Jarllys Nóbrega de Souza 1, Paulo Henrique Almeida da Hora
Manual de Instruções
Manual de Instruções Omegon 150/750 EQ-3 Versão Portuguesa 12.2015 Rev A 1 Omegon 150/750 EQ-3 Parabéns pela compra do novo Omegon 130/920 EQ-3. Este telescópio vai proporcionar-lhe horas de diversão,
Observar o Céu Profundo Guilherme de Almeida e Pedro Ré
Observar o Céu Profundo Guilherme de Almeida e Pedro Ré Índice Prefácio... 9 Introdução... 11 1. O observador e os instrumentos de observação... 13 1.1. Atitude do observador perante as observações astronómicas....
Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira
Ensino Investigação Divulgação da Astronomia na RAM -desde 2000 Pela Astronomia na Região Autónoma da Madeira: - GAUMa Associação de Astrónomos Amadores da Madeira - AAAM Observando o Sol na Biblioteca
Informação n.º 27.12. Data: 2012.01.05 (Republicação) Para: Inspeção-Geral de Educação. Direções Regionais de Educação. Escolas com 3.
Prova Final de Ciclo de Matemática Prova 92 2012 3.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de janeiro Para: Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspeção-Geral de Educação
Avaliação da Visão Funcional em Baixa Visão. Autores: Carla Costa, Manuel Oliveira e Emília Mouga.
Avaliação da Visão Funcional em Baixa Visão Autores: Carla Costa, Manuel Oliveira e Emília Mouga. 1 Função Visual e Visão Funcional Funções visuais: dão informação sobre o funcionamento do olho; Visão
CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada
Manual de Instruções
Manual de Instruções Omegon 130/920 EQ-3 Versão Portuguesa 12.2015 Rev A 1 Omegon 130/920 EQ-3 Parabéns pela compra do novo Omegon 130/920 EQ-3. Este pequeno telescópio vai proporcionarlhe horas de diversão,
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 1. Erros e Tolerâncias
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Laboratório de Topografia de UNICAP - LABTOP Topografia 1 Erros e Tolerâncias Recife, 2014 Técnicas de Levantamento Planimétrico A Poligonação é um dos métodos
Introdução aos sistemas pneumáticos
PNEUMÁTICA O termo pneumática refere-se ao estudo e aplicação do ar comprimido. Produção Os principais tipos de compressores pneumáticos são o compressor volumétrico e o compressor dinâmico. Símbolo do
Introdução à astronomia O Sistema Solar
Introdução à astronomia O Sistema Solar Introdução a astronomia A Lua A Terra Viver na Terra Introdução a Astronomia Astronomia é a ciência que estuda os astros e os fenômenos celestes. Universo é o conjunto
Distância entre o eléctrodo de medida e a parede do tanque ( eléctrodos ). Área da superfície dos eléctrodos. Constante dieléctrica da substância.
O nível de líquidos, interfaces e sólidos granulares pode ser medido usando o efeito de capacitância eléctrica.. A capacitância do condensador é principalmente influenciada por três elementos: Distância
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA LUMÍNICA NATURAL DE UMA SALA DE AULA COM JANELAS VOLTADAS AO SUDESTE 1
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA LUMÍNICA NATURAL DE UMA SALA DE AULA COM JANELAS VOLTADAS AO SUDESTE 1 Elói Bedendo Júnior 2, Lucas Diego Riske 3, Rodrigo Henrique Puhl 4, Marcelo Antonio De Conti 5, Fabio Pisoni
Certificação Energética em Edifícios Existentes
Certificação Energética em Edifícios Existentes DATAS A definir (assim que seja atingido o número mínimo de inscrições) HORÁRIO Sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (inclui visita a um imóvel
Princípios de Sensoriamento Remoto. Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. MSc. Raoni W. D. Bosquilia
Princípios de Sensoriamento Remoto Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. MSc. Raoni W. D. Bosquilia Princípios de Sensoriamento Remoto Procedimentos destinados a obtenção de imagens mediante o registro
ANO LECTIVO 2011-12 MINI OFICINAS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES
ANO LECTIVO 2011-12 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO Era uma vez o Sol, a Terra e a Lua Os pequenos astrónomos relacionam objectos esféricos
1 - Introdução: Princípios da ótica geométrica
ÓTICA GEOMÉTRICA 1 - Introdução: Princípios da ótica geométrica Princípio da propagação retilínea da luz Princípio da independência dos raios luminosos Princípio da reversibilidade dos raios luminosos
200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800 nm
Menos olhos estressados e melhor visão para seu esporte a b c d 100 % 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800 nm Ideal transmissão de luz para a b uma máxima visão
Relações Astronômicas Terra-Sol
Capítulo II Relações Astronômicas Terra-Sol Objetivos: 1. Determinar a distância da Terra em relação ao Sol; 2. Distinguir entre coordenadas geográficas e coordenadas celestes; 3. Analisar o triângulo
GOIÂNIA. Eng. Roberto Barella Filho
PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL GOIÂNIA Eng. Roberto Barella Filho GOIÂNIA METODOLOGIA DE COLETA DE INDICADORES Eng. Roberto Barella Filho OBJETIVOS PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA
Engenharia Biomédica ELECTRÓNICA UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA DE ENGENHARIA. Ficha Técnica do trabalho prático: Aparelhos de Medida
DEI 1/15 DEI 2/15 DEI 3/15 DEI 4/15 DEI 5/15 DEI 6/15 Elementos Constituintes Breve Descrição: DEI 7/15 6. PONTAS DE PROVA DO OSCILOSCÓPIO As pontas de prova do osciloscópio têm num extremo um conector
Capítulo 6 Sistemas Computadorizados de Auxílio ao Diagnóstico Médico
25 Capítulo 6 Sistemas Computadorizados de Auxílio ao Diagnóstico Médico Existem diversos tipos de aplicações já desenvolvidas envolvendo o uso de processamento de imagens médicas, a fim de auxiliar o
1º exemplo : Um exemplo prático para a determinação da vazão em cursos d'água
185 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos A partir deste ponto, procuramos mostrar através de 2 exemplos práticos a interligação da nossa disciplina com disciplinas profissionalizantes da Engenharia, além
Sem data Sheet online DUSTHUNTER SB100 MEDIDORES DE PARTICULADO COM LUZ DIFUSA
Sem data Sheet online DUSTHUNTER SB100 A B C D E F H I J K L M N O P Q R S T 15267 14181 certified certified Informações do pedido Tipo DUSTHUNTER SB100 Nº de artigo A pedido As especificações de dispositivo
CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA
CARTOGRAFIA SISTEMÁTICA PROJEÇÃO Universal Transversa de Mercator (UTM) COORDENADAS UTM Elaborado por: Andréia Medinilha Pancher e Maria Isabel Castreghini de Freitas SISTEMA DE PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSA
Curso Tecnológico de Administração/12.º Nº de anos: 1 Duração: 120 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho
Curso Tecnológico de Administração/12.º Prova: Prática Nº de anos: 1 Duração: 120 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da
* Coordenadas Geográficas Movimento de rotação 6ºANO Cap 2 pg 23
* Coordenadas Geográficas Movimento de rotação 6ºANO Cap 2 pg 23 Nosso planeta abrange uma área de aproximadamente 510 milhões de quilômetros quadrados. A título de comparação, o Brasil representa apenas
Reabilitação e Reforço de Estruturas
Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 06: Métodos de inspecção e diagnóstico. 6.1. Ensaios in situ. Eduardo S. Júlio 2011/2012 1/31 1/9 AVALIAÇÃO IN SITU DA
Sumário. Capítulo 1 Introdução... 1. Capítulo 2 Componentes elétricos básicos... 17. Capítulo 3 Noções de eletricidade em corrente alternada...
Sumário Capítulo 1 Introdução.................................... 1 Objetivos do capítulo.............................................. 1 1.2 Controle de processo..............................................
MODELO DE DADOS RASTER OU VECTORIAL NO DESENVOLVIMENTO DE UM SIG
Mestrado em C&SIG CIÊNCIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA MODELO DE DADOS RASTER OU VECTORIAL NO DESENVOLVIMENTO DE UM SIG Lisboa, Abril, 2003 Aplicação ao sector das Sondagens Geológicas do Instituto
FÍSICA - Tomás ESPELHOS PLANOS ÓPTICA
CONCEITOS BÁSICOS LUZ Energia radiante que se propaga no espaço através de ondas eletromagnéticas e que sensibiliza nossa visão. C = 300.000km/s = 3.10 8 m/s Raio de luz - Segmento de reta que representa
Ângulo limite e reflexão total
Ângulo limite e reflexão total 01. (UFRJ) A figura mostra uma estrela localizada no ponto O, emitindo um raio de luz que se propaga até a Terra. Ao atingir a atmosfera, o raio desvia-se da trajetória retilínea
Movimento Anual Aparente do Sol
Movimentos aparentes dos Astros: Movimento Anual Aparente do Sol 15 09 2011 Prof. J. Meléndez, baseado no Prof. R. Boczko IAG - USP Movimentos aparentes Movimento diurno aparente do Sol Movimento anual
LENTES OFTÁLMICAS MULTIFOCAIS PROGRESSIVAS (Para todas as distâncias) http://www.zeiss.com.br/
LENTES OFTÁLMICAS MULTIFOCAIS PROGRESSIVAS (Para todas as distâncias) http://www.zeiss.com.br/ No Brasil são inúmeras as marcas de lentes multifocais disponiveis no mercado, cada uma delas com suas características
Iluminação de Interiores com baixo custo ambiental e econômico
Iluminação de Interiores com baixo custo ambiental e econômico 1 Introdução 1.1 Problema Analisado 1.1.1 A Iluminação de Interiores e as tecnologias de desenvolvimento limpo Uma parte apreciável do consumo
TROX FICHA TÉCNICA TABELAS DE SELEÇÃO RÁPIDA - GRELHAS- JANEIRO 2014 GRELHAS NA SITUAÇÃO DE INSUFLAÇÃO - COM EFEITO DE TECTO (1) (1)
TABELAS DE SELEÇÃO RÁPIDA - GRELHAS GRELHAS NA SITUAÇÃO DE INSUFLAÇÃO - COM EFEITO DE TECTO (1) NOTA: As grelhas com comprimento L = 1025 podem ser tomadas como referência para as grelhas lineares. As
Engenharia Econômica
Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,
Manual de Instruções
Manual de Instruções Omegon 150/750 EQ-4 Versão Portuguesa 12.2015 Rev A 1 Omegon 150/750 EQ-4 Parabéns pela compra do novo Omegon 150/750 EQ-4. Este telescópio vai proporcionar-lhe horas de diversão,
Curso de Introdução à Astronomia e Utilização de Telescópios
Curso de Introdução à Astronomia e Utilização de Telescópios Esta acção de formação destina-se a utilizadores de telescópios com pouca experiência prática de observação ou amadores que queiram saber mais
MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 1 ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊTICOS TENDO EM CONSIDERAÇÃO A
Elaboração e Análise de Projetos
Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.
Departamento de Astronomia - Instituto de Física - UFRGS
Departamento de Astronomia - Instituto de Física - UFRGS FIS02010 - FUNDAMENOS DE ASRONOMIA E ASROFÍSICA 1a. PROVA 2012/1 - URMA C - Profa. Maria de Fátima Saraiva NOME: Atenção: odas as questões que exigem
Ensino Técnico. Plano de Trabalho Docente 2014. ETE Monsenhor Antonio Magliano. Área Profissional: Indústria
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETE Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Área Profissional: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Mecânica
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica JUNHO/2014
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica JUNHO/2014 Introdução Medir a grandeza de uma peça por comparação é determinar a diferença da grandeza existente entre ela e um padrão de dimensão predeterminado.
Escolhendo o telescópio certo. Thiago Matheus
Escolhendo o telescópio certo Thiago Matheus A astronomia é muito divertida! A escolha do telescópio correto para VOCÊ é a chave para uma diversão a longo prazo Que tipo de telescópio eu preciso? Uso adulto
Manual de Operação e Instalação
Manual de Operação e Instalação LI-100 Indicador de Nível Cod: 073AA-018-122M Outubro / 2003 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999 FAX: (11) 3488-8980
Prof. Eslley Scatena Blumenau, 22 de Agosto de
Grupo de Astronomia e Laboratório de Investigações Ligadas ao Estudo do Universo Prof. Eslley Scatena Blumenau, 22 de Agosto de 2017. [email protected] http://galileu.blumenau.ufsc.br A esfera celeste
MÓDULO 2 ÓPTICA E ONDAS Ronaldo Filho e Rhafael Roger
ELEMENTOS DOS ESPELHOS Os elementos geométricos que caracterizam um espelho esférico são: CAPÍTULO 03 ESPELHOS ESFÉRICOS Seccionando-se uma esfera por um plano, ela ficará dividida em duas partes ou Calotas
NE1.1. Dispositivo de neutralização. Para a utilização com caldeiras de condensação a gás
Instruções de instalação e de manutenção para técnicos especializados Dispositivo de neutralização NE1.1 Para a utilização com caldeiras de condensação a gás 6 720 801 637 (2010/01) PT Índice Índice 1
MÉTODOS DE MEDIÇÃO PARA OS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO RESUMO
1 MÉTODOS DE MEDIÇÃO PARA OS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO Juliano Schaffer dos Santos RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar alguns conceitos sobre os métodos de medidas, com o intuito de entende-los,
PROGRAMA DE BOLSA ACADÊMICA DE EXTENSÃO PBAEX / EDIÇÃO 2016 CAMPUS ANEXO III
PROGRAMA DE BOLSA ACADÊMICA DE EXTENSÃO PBAEX / EDIÇÃO 2016 CAMPUS ANEXO III FORMULÁRIO DA VERSÃO ELETRÔNICA DO PROJETO / DA ATIVIDADE DE EXTENSÃO PBAEX 2016 01. Título do Projeto O CÉU QUE NOS ENVOLVE:
Um espelho é uma superfície muito lisa e que permita alto índice de reflexão da luz que incide sobre ele. Espelhos possuem formas variadas:
* 16/03/16 Um espelho é uma superfície muito lisa e que permita alto índice de reflexão da luz que incide sobre ele. Espelhos possuem formas variadas: * *Definição *Um espelho plano é aquele em que a superfície
Universidade da Madeira Estudo do Meio Físico-Natural I Problemas propostos
Universidade da Madeira Estudo do Meio Físico-Natural I Problemas propostos J. L. G. Sobrinho 1,2 1 Centro de Ciências Exactas e da Engenharia, Universidade da Madeira 2 Grupo de Astronomia da Universidade
Turbina eólica: conceitos
Turbina eólica: conceitos Introdução A turbina eólica, ou aerogerador, é uma máquina eólica que absorve parte da potência cinética do vento através de um rotor aerodinâmico, convertendo em potência mecânica
ASTRONOMIA BÁSICA LIÇÃO 01 FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA DE POSIÇÃO
1 ASTRONOMIA BÁSICA LIÇÃO 01 FUNDAMENTOS DE ASTRONOMIA DE POSIÇÃO 1.1 CONCEITO Astronomia de é a parte da astronomia que tem como objetivo o estudo da esfera celeste, visando a determinação do norte verdadeiro
Medição de Caudal por Diferença de Pressão
INSTRUMENTAÇÃO II Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação 2006/07 Trabalho de Laboratório nº 6 Medição de Caudal por Diferença de Pressão Realizado por Paulo Alvito 26 de Fevereiro de 2003 Revisto
Objetivos da disciplina:
Aplicar e utilizar princípios de metrologia em calibração de instrumentos e malhas de controle. Objetivos da disciplina: Aplicar e utilizar princípios de metrologia calibração de instrumentos e malhas
FEUP-DEMEGI-SDI Desenho Técnico APL-1.1. Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica DESENHO TÉCNICO. (1º ano)
FEUP-DEMEGI-SDI Desenho Técnico APL-1.1 Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica DESENHO TÉCNICO (1º ano) (Introdução aos Sistemas e Componentes Mecânicos Normalizados de utilização corrente) Aulas Práticas
Das cosmovisões antigas à cosmologia moderna.
Das cosmovisões antigas à cosmologia moderna. Nós já vimos algumas imagens astronômicas, já conhecemos um pouco do céu, da luz, dos telescópios, E se você fosse desafiado a fazer um desenho do universo,
MANUSEIO E ACONDICIONAMENTO DE PRODUTOS
MANUSEIO E ACONDICIONAMENTO DE PRODUTOS SUMÁRIO 1. Introdução 2. Manuseio de Materiais 3. Projeto de Armazenagem 4. Arranjos Físicos nos Depósitos 5. Embalagem de Produtos 6. Conclusão INTRODUÇÃO - Sozinho,
Coordenadas Horizontais O sistema horizontal é mais intuitivo porque é baseado no horizonte local. Por esta razão,
Coordenadas Horizontais O sistema horizontal é mais intuitivo porque é baseado no horizonte local. Por esta razão, as coordenadas horizontais variam com a posiçã ção o do observador. Azimute (A):( abertura
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1. Programa. Turma Sábado. manhnã. outubro
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1 2013 Programa. Turma Sábado. manhnã. outubro INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA PROGRAMA DE CURSO. 2013 Criada em 1997, por Marcelo Reis, o Instituto Casa
MATEMÁTICA B 10ºANO ANO LETIVO 2015/2016 Módulo Inicial
ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL- ESTREMOZ MATEMÁTICA B 10ºANO ANO LETIVO 2015/2016 Módulo Inicial Revisões de conceitos do 3º ciclo Efetuar cálculos com números reais utilizando valores exatos
Metrologia Professor: Leonardo Leódido
Metrologia Professor: Leonardo Leódido Sumário Definição Conceitos Básicos Classificação de Forma de Orientação de Posição Definição Tolerância pode ser definida como um intervalo limite no qual as imperfeições
ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO RODRIGUES LOBO
ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO RODRIGUES LOBO Ano letivo de 2015/2016 Matriz de Exame Regime não Presencial Disciplina de Física e Química A Módulo 4 Curso de Ciências e Tecnologias Duração da Prova: 90 minutos
1- DISTÂNCIA FOCAL LINHA DE ÍNDICE ESCALA /LINHA DE ÍNDICE DE DISTÂNCIA 2- CONTATOS COM O CORPO 3- PONTO PARA ALINHAMENTO MONTAGEM 4- ESCALA DE FOCO
1- DISTÂNCIA FOCAL LINHA DE ÍNDICE ESCALA /LINHA DE ÍNDICE DE DISTÂNCIA 2- CONTATOS COM O CORPO 3- PONTO PARA ALINHAMENTO MONTAGEM 4- ESCALA DE FOCO 5- ESCALA DE DISTANCIA 6- ANEL DE FOCO 7- ANEL DE ZOOM
Versão 1. Identifica, claramente, na folha de respostas, a versão do teste (1 ou 2) a que respondes.
Teste Intermédio de Matemática Versão 1 Teste Intermédio Matemática Versão 1 Duração do Teste: 90 minutos 27.04.2010 3.º Ciclo do Ensino Básico 8.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 6/2001, de 18 de
Planos de Ensino Física 2016
Planos de Ensino Física 2016 Organização Coordenadora da disciplina: Sandra Madalena Pereira Franke INSTITUIÇÃO: Colégio de Aplicação -UFSC CURSO: Ensino Médio ANO: 1º ano TURMAS: A, B, C e D. PROFESSOR:
Manual de Instruções
Manual de Instruções 1 Dobson 102/640 DOB Versão Portuguesa 1.2016 Rev A Omegon 102/640 DOB Parabéns pela compra do novo Omegon 102/640 DOB. Este pequeno telescópio vai proporcionarlhe horas de diversão,
MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA A NÍVEL DE ESCOLA DE INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (PROVA 24)
MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA A NÍVEL DE ESCOLA DE INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (PROVA 24) 2011 9º Ano de Escolaridade 1. INTRODUÇÃO O exame desta disciplina
Roteiro do Experimento Efeito Fotoelétrico Modelo Ondulatório da Luz versus Modelo Quântico da Luz
EF Página 1 of 6 Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Roteiro do Experimento Efeito Fotoelétrico Modelo Ondulatório da Luz versus
MAMOGRAFIA COM ÉCRAN-FILME PARÂMETROS A SEREM AVALIADOS CRITÉRIOS DE DESEMPENHO* (IAEA, 2008) FREQUÊNCIA MÍNIMA
MAMOGRAFIA COM ÉCRAN-FILME PARÂMETROS A SEREM AVALIADOS CRITÉRIOS DE DESEMPENHO* (IAEA, 2008) FREQUÊNCIA MÍNIMA Levantamento radiométrico QUADRIANUAL/ Na aceitação e quando houver no equipamento ou no
SENSORIAMENTO REMOTO. Tipos de Fotografias Aéreas. Geometria de Fotografias Aéreas. Sensores Aerofotográficos PARTE II
UNIAMP G RADUAÇÃO EM IÊNIAS DA T ERRA INSTITUTO DE GEOIÊNIAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE AMPINAS SENSORIAMENTO REMOTO Sensores Aerofotográficos PARTE II Tipos de Fotografias Aéreas (a) Vertical (b) Oblíqua
