Curso Básico de Fotografia Científica
|
|
|
- Salvador Festas Faria
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Curso Básico de Fotografia Científica
2 INTRODUÇÃO -A palavra fotografia vem do Grego e significa escrever com a luz. -A luz é o elemento mais importante, aliada a outros elementos como: o assunto, a câmera, o filme ou sensor, o processamento e o próprio fotógrafo. -Outras características ligadas ao assunto também são importantes como dinâmica da foto, composição, planos de focagem, perspectiva, movimento, que traduzem a linguagem fotográfica.
3 HISTÓRICO -Com todos os avanços da fotografia, o princípio da captação da imagem continua o mesmo.
4 O QUE É UMA CÂMERA Distância Focal É a distância entre a objetiva e o plano focal. Quanto maior a distância focal, menor o ângulo de visão e a objetiva registra uma secção menor da cena à sua frente.
5 TIPOS DE CÂMERAS Câmera compacta básica Câmera compacta de luxo
6 TIPOS DE CÂMERAS Câmera reflex básica Câmera reflex profissional
7 TIPOS DE CÂMERAS -Câmera Reflex de uma objetiva (Reflex SLR (Single Lens Reflex) -Permite enxergar a mesma imagem projetada pela objetiva; -Permite troca das objetivas; -Apresenta mais recursos; -Permite maior controle sobre os recursos; -Maior qualidade da imagem. 1- Lentes 2- Espelho 3- Shutter 4- Sensor 5- Tela de foco 6- Lente Condensadora 7- Pentaprisma 8- Visor
8 TIPOS DE CÂMERAS -Câmera Reflex de duas objetivas (médio formato)
9 TIPOS DE CÂMERAS -Câmera de estúdio (grande formato)
10 VELOCIDADE DO FILME OU SENSIBILIDADE DO SENSOR A norma ISO (International Standards Organization) indica a velocidade do filme, ou seja, a sensibilidade à luz. Quanto maior for esse número, mais sensível é o filme ou se torna o sensor. ASA (American Standards Association) DIN (Deutsche Industrie Norm) Associação Alemã de Normas Industriais.
11 VELOCIDADE DO OBTURADOR A velocidade controla quanto tempo a cortina do obturador da câmera ficará aberta. Quanto maior o tempo de exposição (ou seja, mais baixa a velocidade) mais luz atingirá o filme ou sensor. As velocidades são indicadas em segundos e em frações de segundos (1 segundo, 1/2, 1/4, 1/8, 1/15, 1/30, 1/60, 1/125, 1/250, 1/500, 1/1000 de segundo). Mudar a velocidade para um ponto acima ou abaixo dobra exposição ou diminui-a pela metade.
12 ABERTURA DO DIAFRAGMA É o tamanho da abertura do mecanismo de diafragma da lente, Quanto maior for a abertura, mas luz entrará para sensibilizar o sensor em um determinado tempo. Um valor menor de diafragma (f/) indica uma abertura maior, um valor maior indica uma abertura menor. Cada um representa um ponto ( stop ), que duplica ou divide pela metade a área de abertura.
13 PROFUNDIDADE DE CAMPO f/8.0 f/5.6 f/2.8
14 PROFUNDIDADE DE CAMPO
15 PROFUNDIDADE DE CAMPO
16 FOTOMETRIA As câmeras normalmente possuem um fotômetro para indicar a quantidade de luz ideal em qualquer situação. O sistema avalia a luminosidade da cena e indica qual a melhor regulagem.
17 BALANÇO DE BRANCO O balanço de branco (em inglês 'White Balance' ou WB) é o processo de remoção de cores não reais, de modo a tornar brancos os objetos que aparentam ser brancos para os nossos olhos.
18 BALANÇO DE BRANCO Comprimento de Onda (nm) Temperatura de Cor Fonte de Luz K Luz de velas K Lâmpada de Tungstênio (as mais comuns em casas) K Nascer/Pôr-do-sol (céu limpo) K Lâmpadas Fluorescentes K Flash K Luz do dia com céu claro (sol a pino) K Céu levemente nublado K Sombra ou céu muito nublado
19 BALANÇO DE BRANCO Balanço de Branco Automático Balanço de Branco Personalizado De longe a melhor solução para fazer o balanço de branco é fotografar utilizando o formato RAW, já que através dele é possível fazer o balanço *depois* que a foto foi tirada. Arquivos RAW também permitem que o balanço seja feito com uma maior gama de valores de temperaturas de cor.
20 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA O princípio básico da composição é saber como influenciar a maneira com a qual a imagem será percebida. Importante valorizar os pontos que conduzem à leitura da imagem. Sentido de Leitura (importante analisar todos os elementos que vão atrair o olhar do observador).
21 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Pontos de interesse -Seres Vivos
22 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Pontos de interesse -Elementos Escritos
23 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Pontos de interesse -Elementos Escritos
24 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Pontos de interesse -Elementos de Destaque e Contraste
25 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Pontos de interesse -Elementos de Destaque e Contraste
26 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos
27 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos A Regra dos Terços
28 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos A Regra dos Terços
29 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos A Regra dos Terços
30 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos Linhas
31 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos Olhares
32 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos Olhares
33 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Disposição e Hierarquia dos Elementos
34 FOTOGRAFIA CIENTÍFICA -A Fotografia Científica se caracteriza pela aquisição e utilização de imagens no processo de produção científica. -Seu uso é constante e em larga escala como forma de apoio às diversas esferas da pesquisa, mas a fotografia científica não se limita somente à ciência. Ela é utilizada na educação, em empresas, em operações militares, nas artes e outras.
35 TIPOS DE FOTOGRAFIA CIENTÍFICA
36 BLOG
37 FLICKR
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1. Programa. Turma Sábado. manhnã. outubro
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1 2013 Programa. Turma Sábado. manhnã. outubro INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA PROGRAMA DE CURSO. 2013 Criada em 1997, por Marcelo Reis, o Instituto Casa
SENSORIAMENTO REMOTO. Tipos de Fotografias Aéreas. Geometria de Fotografias Aéreas. Sensores Aerofotográficos PARTE II
UNIAMP G RADUAÇÃO EM IÊNIAS DA T ERRA INSTITUTO DE GEOIÊNIAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE AMPINAS SENSORIAMENTO REMOTO Sensores Aerofotográficos PARTE II Tipos de Fotografias Aéreas (a) Vertical (b) Oblíqua
ANALISANDO A IMAGEM 2 EXPOSIÇÃO: D E S IMPLES FOTOS A GRA NDES IMA GENS
ANALISANDO A IMAGEM Enquanto caminhava pela margem d água em Old Town Alexandria, encontrei estes papagaios passeando com o dono deles. O céu estava um pouco nublado, mas isso não me desanimou, pois sabia
1- DISTÂNCIA FOCAL LINHA DE ÍNDICE ESCALA /LINHA DE ÍNDICE DE DISTÂNCIA 2- CONTATOS COM O CORPO 3- PONTO PARA ALINHAMENTO MONTAGEM 4- ESCALA DE FOCO
1- DISTÂNCIA FOCAL LINHA DE ÍNDICE ESCALA /LINHA DE ÍNDICE DE DISTÂNCIA 2- CONTATOS COM O CORPO 3- PONTO PARA ALINHAMENTO MONTAGEM 4- ESCALA DE FOCO 5- ESCALA DE DISTANCIA 6- ANEL DE FOCO 7- ANEL DE ZOOM
Fotografia. Curso de. Volume I. João Saidler
Curso de Fotografia Volume I João Saidler Saidler, João. Curso de Fotografia - Volume I: 1º Edição. Capão da Canoa, Rio Grande do Sul: João Saidler Fotografia, 2018. Curso de Fotografia 1 Apresentação
INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA O Equipamento Fotográfico. PROFESSOR JORGE FELZ
INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA O Equipamento Fotográfico PROFESSOR JORGE FELZ [email protected] textos básicos TRIGO, Thales. equipamento fotográfico. São Paulo: Senac, 2006. LANGFORD, M. Fotografia básica.
FOTOGRAFIA Guia de Compras
FOTOGRAFIA Guia de Compras O QUE CONHECER NAS CÂMERAS? Tipo de sensor Megapixels Lentes Accessórios SENSORES ENTENDA QUAL DELES ATENDE SEUS PROPÓSITOS Há 2 tipos de sensores. CCD e CMOS. CCD vêm do termo
Princípios de Sensoriamento Remoto. Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. MSc. Raoni W. D. Bosquilia
Princípios de Sensoriamento Remoto Disciplina: Sensoriamento Remoto Prof. MSc. Raoni W. D. Bosquilia Princípios de Sensoriamento Remoto Procedimentos destinados a obtenção de imagens mediante o registro
MONTAGEM E ALINHAMENTO DE SISTEMAS DE IMAGENS TRIDIMENSIONAIS
Programa de Iniciação Científica da Pró-Reitoria de Pesquisa da UNICAMP PIC Jr MONTAGEM E ALINHAMENTO DE SISTEMAS DE IMAGENS TRIDIMENSIONAIS Aluno: Rafael Pedro da Silva Orientador: Professor José Joaquín
Fotografando com um SRL Digital
Fotografando com um SRL Digital por José Eduardo Deboni [email protected] Fotografar com uma câmera digital SLR (aquelas que permitem trocar as lentes) pode ser um pouco intimidador. A quantidade
Introdução: Entendendo a distância focal
21 DE MAIO DE 2017 INICIANTE Introdução: Entendendo a distância focal Apresentando DIANE BERKENFELD, MIKE CORRADO & LINDSAY SILVERMAN A distância focal, geralmente representada em milímetros (mm), é uma
CURSO BÁSICO DE FOTOGRAFIA EXPANDIDA
4ª aula Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida CURSO BÁSICO DE FOTOGRAFIA EXPANDIDA al m ra r o F n = ll m Fu m l 0 5 m e iagona D A distância focal da objetiva considerada
Iluminação de Interiores com baixo custo ambiental e econômico
Iluminação de Interiores com baixo custo ambiental e econômico 1 Introdução 1.1 Problema Analisado 1.1.1 A Iluminação de Interiores e as tecnologias de desenvolvimento limpo Uma parte apreciável do consumo
Fotografia. Câmera Caixote. Visor Direto. Reflex. Digital. Gisele Bertinato
Fotografia Câmera Caixote Visor Direto Reflex Digital Fotografia FOTO - (do grego photus) significa luz. GRAFIA - (do grego graphein) significa escrita. Fotografar, portanto, é escrever com a luz. Câmera
Óptica Geométrica 9º EF
Óptica Geométrica 9º EF Fonte de luz Estrelas Lâmpada acesa Lua Lâmpada apagada Fonte Primária Fonte Secundária Classificação de fontes de luz Quanto a emissão a) Fonte Primária (luminoso): produz a luz
Oficina de fotografia e tratamento de imagem. Facilitadora: Camila Silva Aula: 02
Oficina de fotografia e tratamento de imagem Facilitadora: Camila Silva Aula: 02 Funções automatizadas A câmera fotográfica é hoje um objeto comum utilizado tanto por hobby quanto para trabalho. Isto faz
FÍSICA - Tomás ESPELHOS PLANOS ÓPTICA
CONCEITOS BÁSICOS LUZ Energia radiante que se propaga no espaço através de ondas eletromagnéticas e que sensibiliza nossa visão. C = 300.000km/s = 3.10 8 m/s Raio de luz - Segmento de reta que representa
ANO LECTIVO 2011-12 MINI OFICINAS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES
ANO LECTIVO 2011-12 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO Era uma vez o Sol, a Terra e a Lua Os pequenos astrónomos relacionam objectos esféricos
Cinco Dicas Fáceis de Composição
18 DE MARÇO DE 2017 INICIANTE Cinco Dicas Fáceis de Composição Apresentando DIANE BERKENFELD Você pode não perceber, mas sempre que trazemos a câmera para perto dos olhos, estamos tomando decisões sobre
Produção de Vídeos Didáticos: Tábua de Galton
UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas; IFGW Instituto de Física Gleb Watagin; Relatório Final de F 809, Instrumentação para ensino: Produção de Vídeos Didáticos: Tábua de Galton André de Ávila Acquaviva,
Intimidade 1. Faculdade Metropolitana de Blumenau UNIASSELVI / FAMEBLU, Blumenau, SC
Intimidade 1 Mariana Zick CORREIA 2 Gabrielle PHILLIPI 3 Lincoln dos Santos Tintel RAMOS 4 Bruna Rodrigues do NASCIMENTO 5 Hugo César de Lima SALES 6 Raphael Nunes RIBEIRO 7 Deivi Eduardo OLIARI 8 Felipe
Utilização de Materiais Alternativos na Construção de um Fotômetro de Absorção
Utilização de Materiais Alternativos na Construção de um Fotômetro de Absorção Isac Alves Costa Júnior 1. Márcio Rennan Santos Tavares 1, João Jarllys Nóbrega de Souza 1, Paulo Henrique Almeida da Hora
Formatos de arquivo. Fotografia Digital Prof. Rogério Simões
Formatos de arquivo Prof. Rogério Simões Formatos de arquivo Formato de arquivo é a forma usada por determinada aplicação computacional para reconhecer os dados gerados por ela. Cada aplicativo tem um
6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO
78 6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Neste capítulo serão apresentados: o sistema proposto, o procedimento de solução para utilização do sistema e a interface gráfica, onde é ilustrada a
GDC I AULA TEÓRICA 06
GDC I AULA TEÓRICA 06 Perspectiva linear de quadro plano. - Análise de desenhos de perspectiva executados à mão levantada e de imagens fotográficas (perspectivas de 1, 2 e 3 pontos de fuga; noção de sombra
ENTENDA OS PRINCÍPIOS DA ALTIMETRIA
ENTENDA OS PRINCÍPIOS DA ALTIMETRIA Altura, Altitude, Nível de Voo. Para muitos de nós, isto pode parecer muito semelhante, talvez até a mesma coisa. Mas em aeronáutica, cada uma destas palavras tem um
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1. Programa de curso
INSTITUTO CASA DA PHOTOGRAPHIA CURSO REFERENCIAL 1 2014 Programa de curso "A beleza pode ser vista em qualquer lugar. Compor a beleza é o que separa o instantãneo da fotografia." - Matt Hardy INSTITUTO
ESTE MATERIAL É PARTE INTEGRANTE MATERIAL O GLOSSÁRIO DE FOTOGRAFIA DA EDUK (WWW.EDUK.COM.BR) CONFORME A LEI Nº 9.610/98, É PROIBI- DA A REPRODUÇÃO
ESTE MATERIAL É PARTE INTEGRANTE MATERIAL O GLOSSÁRIO DE FOTOGRAFIA DA EDUK (WWW.EDUK.COM.BR) CONFORME A LEI Nº 9.610/98, É PROIBI- DA Olá, internauta! Primeiramente, bem-vindo ao mundo da fotografia.
Dicas rápidas para fotografar retratos melhores
23 DE JULHO DE 2017 INTERMEDIÁRIO Dicas rápidas para fotografar retratos melhores Escolha da lente, configurações de exposição e modos de foco Apresentando GARY SMALL Gary Small D300 e lente AF-S NIKKOR
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE LÂMPADAS FLUORESCENTES E LED APLICADO NO IFC CAMPUS LUZERNA
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE LÂMPADAS FLUORESCENTES E LED APLICADO NO IFC CAMPUS LUZERNA Autores: Marina PADILHA, Felipe JUNG, Ernande RODRIGUES Identificação autores: Estudante de Graduação de Engenharia
Erros e Incertezas. Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.
Rafael Alves Batista Instituto de Física Gleb Wataghin Universidade Estadual de Campinas (Dated: 10 de Julho de 2011.) I. INTRODUÇÃO Quando se faz um experimento, deseja-se comparar o resultado obtido
AÇÃO FORMATIVA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
AÇÃO FORMATIVA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Fotograma Um Fotograma é cada uma das imagens fotográficas estáticas captadas pelo equipamento de filmagem, as quais, projetadas em uma certa velocidade, produzem
Nikon marca presença na Feira Fotografar pelo segundo ano consecutivo
Nikon marca presença na Feira Fotografar pelo segundo ano consecutivo Enviado por DA REDAÇÃO 15-Abr-2014 PQN - O Portal da Comunicação De 15 a 17 de abril, acontece a Feira Fotografar 2014 no Centro de
I Believe I`m free! São Paulo 18 de abril/2015
I Believe I`m free! São Paulo 18 de abril/2015 PROPOSTA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FOTOGRÁFICOS O que é o projeto I Believe? I Believe é um projeto de fotografias que objetiva proporcionar ás participantes
Aula 4 - Simetria e Assimetria. professor Rafael Hoffmann
Aula 4 - professor Rafael Hoffmann Harmonia e proporção Quando o designer planeja o espaço em que vai distribuir sua composição, procura critérios que resultem num arranjo harmonizado agradável, atraente,
O SOFTWARE R EM AULAS DE MATEMÁTICA
O SOFTWARE R EM AULAS DE MATEMÁTICA Renata Teófilo de Sousa (autora) Graduanda - Curso de Matemática UVA Arlécia Albuquerque Melo (co-autora) Graduanda - Curso de Matemática UVA Nilton José Neves Cordeiro
Organização da informação: proximidade e afastamento no texto sobre o
Ambientes Virtuais e Mídias de Comunicação: Tarefa B Tema: Organização da informação: proximidade e afastamento no Texto sobre o Museu do amanhã Aluno: Maykon dos Santos Marinho 1. Resumo Organização da
Uma colecção de exemplos de fotografias SB-700
Uma colecção de exemplos de fotografias SB-700 Este folheto apresenta várias técnicas de fl ash com base no SB-700 e fotografi as exemplifi cativas. Pt Brincadeira com iluminação A iluminação é o segredo
Aula 1 Óptica geométrica, propagação retilínea e refração da luz
Aula 1 Óptica geométrica, propagação retilínea e refração da luz 1 Último bimestre Definição de corrente elétrica: Leis de Ohm e potência elétrica: i Carga totalque passa por A Intervalo de tempo V R.
Fotografia de Paisagem
Fotografia de Paisagem De Simples Fotos a Grandes Imagens Rob Sheppard Rio de Janeiro, 2013 BOOK - Landscape Photography - 05-08-13.indb 1 05/08/2013 16:43:04 DEDICATÓRIA Para todas as belas e maravilhosas
Como Fazer uma Monografia
Como Fazer uma Monografia Profa. Mara Abel Instituto de Informática / UFRGS [email protected] O que é uma monografia? A descrição, através de um texto com formato pré-definido, dos resultados obtidos
CÂMERA INSTANTÂNEA Manual do proprietário
CÂMERA INSTANTÂNEA Manual do proprietário Para outras informações visite http://www.fujifilm.com.br Certificado de Garantia Nome (proprietário):... RG/IE:... CPF/CNPJ:... Endereço:... Cidade:...UF:...
MÓDULO 2 ÓPTICA E ONDAS Ronaldo Filho e Rhafael Roger
ELEMENTOS DOS ESPELHOS Os elementos geométricos que caracterizam um espelho esférico são: CAPÍTULO 03 ESPELHOS ESFÉRICOS Seccionando-se uma esfera por um plano, ela ficará dividida em duas partes ou Calotas
Tecnologias IXUS 130 e IXUS 105
Tecnologias IXUS 130 e IXUS 105 Estabilizador de Imagem Óptico O Estabilizador de Imagem Óptico da Canon evita a desfocagem, reduzindo drasticamente os efeitos das trepidações da câmara. Em situações onde
1.1. Definição do Problema
13 1 Introdução Uma das principais preocupações de área de engenharia de software diz respeito à reutilização [1]. Isso porque a reutilização no contexto de desenvolvimetno de software pode contribuir
LINGUAGEM FOTOGRÁFICA INSTITUCIONAL
LINGUAGEM FOTOGRÁFICA INSTITUCIONAL A fotografia institucional tem como função dar cobertura fotográfica especifica de instituições públicas ou privadas. A formação de um acervo das mais variadas modalidades
Introdução a Informática
Informática Introdução a Informática Carlos Eduardo da Silva [email protected] Sistemas computacionais Sistemas computacionais O computador é uma máquina eletrônica capaz de receber informações,
ÓPTICA GEOMÉTRICA. A luz é uma forma de energia que se propaga a uma altíssima velocidade: c=300.000 Km/s
ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA GEOMÉTRICA A luz é uma forma de energia que se propaga a uma altíssima velocidade: c=300.000 Km/s Neste tópico, vamos estudar a Óptica sem levar em conta a natureza da luz, e sim
TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA
TÉCNICAS DE FOTOGRAFIA Seja um Profissional com conhecimentos avançados essa apostila vai abordar as mais variadas técnicas de fotografia. Esta apostila trás os principais técnicas profissionais do mundo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I 1. Objetivos da disciplina: 1.1 Fornecer os meios básicos de utilização dos subsídios meteorológicos à análise
PALESTRA - FOTOGRAFIA ARQUITETURA E DECORAÇÃO
1 EQUIPAMENTO ADEQUADO CÂMERAS: Tipos de câmera, sensores disponíveis, ergonomia 2 TAMANHO DO SENSOR O tamanho universal de um fotograma de filme para câmeras reflex ou SLR é de 35mm de largura. Este formato
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO - PPGCOM
EDITAL Nº. 01, DE 18 DE MARÇO DE 2015 PROCESSO SELETIVO O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO PPGCOM da Universidade Federal de Sergipe comunica que estarão abertas inscrições para a seleção de estudantes
Circuitos com Diodo. Prof. Jonathan Pereira
Circuitos com Diodo Prof. Jonathan Pereira Introdução Figura 1 Válvula hidráulica uidirecional 2 Sinal Senoidal Sinal elétrico alternado pode ser representado matematicamente
Visor ótico eletrónico inclinável, de alto contraste e alta resolução* Filtro
E P2 Filtros Artísticos, Exposição Múltipla, Multi- Aspectos Porta-Acessórios Estabilizador de de desempenho elevado Excelente variedade de objectivas digitais Visor ótico eletrónico inclinável, de alto
Portal nddcargo 4.2.6.0 Manual de Utilização Central de Relacionamento Visão Suporte
Portal nddcargo 4.2.6.0 Manual de Utilização Central de Relacionamento Visão Suporte Histórico de alterações Data Versão Autor Descrição 15/04/2014 1 Criação do documento. 2 1. Introdução... 4 2. Navegadores
COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFICINAS 2015 MATRÍCULAS: DE 25 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO
COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES OFICINAS 2015 MATRÍCULAS: DE 25 DE FEVEREIRO A 06 DE MARÇO LÍNGUA ESTRANGEIRA ALEMÃO Prof.ª Luciane Probst Unidade de Ensino I Prédio Pedro Fabro, Sala 303 Unidade
CÂMARAS DIGITAIS SAMSUNG 2009
CÂMARAS DIGITAIS SAMSUNG 2009 Samsung Electrónica Portuguesa, S.A. Lagoas Park, Edif. 5-B Piso 0-2740-298 Porto Salvo - Portugal Tel: 21 425 10 00 Fax: 21 425 10 01 www.samsung.com/pt Linha Azul: 808 20
MÁRCIO FÍSICA REVISÃO PARA O P.A.S.
Se alguém deseja transformar seus próprios sonhos em realidade, é preciso, primeiro, acordar (Corina Crawford) MÁRCIO FÍSICA REVISÃO PARA O P.A.S. INSTRUMENTOS ÓPTICOS E AMETROPIAS INSTRUMENTOS ÓPTICOS:
FUNÇÕES MATEMÁTICAS NÚMERO : PI() SENO E COSSENO: SEN() E COS()
FUNÇÕES MATEMÁTICAS FUNÇÕES MATEMÁTICAS O Excel possui uma série de funções matemáticas em sua biblioteca. Para utilizar uma função, sempre devem ser utilizados os parêntesis, mesmo que estes fiquem vazios.
1 - Introdução: Princípios da ótica geométrica
ÓTICA GEOMÉTRICA 1 - Introdução: Princípios da ótica geométrica Princípio da propagação retilínea da luz Princípio da independência dos raios luminosos Princípio da reversibilidade dos raios luminosos
Aprenda como fotografar com longa exposição e obtenha fotos criativas
Aprenda como fotografar com longa exposição e obtenha fotos criativas Confira nossas dicas para fotografar com longa exposição de forma criativa. Este recurso é utilizado para fotografar cenas em que o
Sensibilizar os alunos para uma abordagem à imagem fotográfica, desde o aparecimento da fotografia até à actualidade.
FOTOGRAFIA [11801] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Sensibilizar os alunos para uma abordagem à imagem fotográfica, desde o aparecimento da fotografia até à actualidade. Conhecer e explorar as relações
DUPONT CYREL CHAPAS DE ALTA PERFORMANCE
DUPONT CYREL CHAPAS DE ALTA PERFORMANCE Chapas digitais com exclusiva superfície modificada para alta qualidade em alta velocidade www.cyrel.com.br Para mais informações: DuPont Cyrel DSP > Acesse agora
Copyright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total deste ebook só é permitida através de autorização por escrito de
1 Veja nesta aula uma introdução aos elementos básicos da perspectiva. (Mateus Machado) 1. DEFINIÇÃO INTRODUÇÃO A PERSPECTIVA Podemos dizer que a perspectiva é sem dúvida uma matéria dentro do desenho
Física Experimental - Óptica - EQ192.
Índice Remissivo... 3 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos
E-420. Especificações. Tipo. Filtro. Sensor de Imagem. Processador. Excepcional facilidade de uso Qualidade reflex digital 100%
E-420 A reflex digital mais compacta do mundo* Visualização confortável com Live View (Imagem ao Vivo) de focagem automática Ecrã LCD HyperCrystal II de 6.9cm / 2.7'' Detecção de Face para rostos perfeitamente
1-) Transforme os seguintes números decimais em frações decimais: a) 0,5 = b) 0,072. c) 347,28= d) 0,481 =
1-) Transforme os seguintes números decimais em frações decimais: a) 0,5 = b) 0,072 c) 347,28= d) 0,481 = 2-) Transforme as seguintes frações decimais em números decimais: 46 a) 100000 c) 13745 100 b)
Questões Gerais de Geometria Plana
Aula n ọ 0 Questões Gerais de Geometria Plana 01. Uma empresa produz tampas circulares de alumínio para tanques cilíndricos a partir de chapas quadradas de metros de lado, conforme a figura. Para 1 tampa
Introdução. Hardware (Parte III) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação. [email protected].
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Introdução à Computação Hardware (Parte III) Prof. a Joseana Macêdo Fechine Régis de Araújo [email protected] Carga
Fotocélulas Speed Test - Cefise
Fotocélulas Speed Test - Cefise O sistema Speed Test pode ser utilizado em diversos testes de corrida/velocidade. Exemplo de protocolos possíveis: * Aceleração em 30, 50, 70, 100 metros com ou sem intervalos
Fotografia digital. Conceitos principais
Fotografia digital Conceitos principais Comandos Principais mais comuns 1 alça 2 auto falante 3 raio de auto foco 4 Lâmpada ref olho vermelho 5 Lâmpada aviso timer 6 Visor 7 Flash 8 Anel 9 Botão destrava
PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS
PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS ENG. CARTÓGRAFA ANNA CAROLINA CAVALHEIRO CAMPO LARGO, 15 DE ABRIL DE 2013 SISTEMA METROPOLITANO DE INFORMAÇÕES GEORREFERENCIADAS METROGEO Conceitos de Cartografia Anna Carolina
PRÁTICA DE OFICINA AULA 04-2015-1 3.3 Filetar (abrir roscas no torno) ABERTURA DE ROSCAS parte 2 3.3.1 Introdução
1 PRÁTICA DE OFICINA AULA 04-2015-1 3.3 Filetar (abrir roscas no torno) ABERTURA DE ROSCAS parte 2 3.3.1 Introdução (a) (b) Fig. 3.7 Roscas com ferramenta de filetar (a) externa (b) interna. Para filetar
ILUMINAÇÃO PROJETO DE UM ESTUDIO DE JORNALISMO
ILUMINAÇÃO PROJETO DE UM ESTUDIO DE JORNALISMO Novembro de 2008 Ricardo Kauffmann [email protected] PARTE 1 A CORRETA INTENSIDADE DE LUZ 1.1 - A CENA 1.1.1 - O Que Iluminar 1.1.2 - Planejar a Iluminação
A câmera As lentes A exposição
A câmera As lentes A exposição 1 Corpo da câmera: a caixa sem as objetivas e os demais acessórios. Objetiva: as lentes intercambiáveis. Diafragma: dispositivo que controla a quantidade de luz que passa
Manual. 1. Conheça a sua câmera. 2. Partes funcionais
Manual IMPORTANTE - Não abra a porta da bateria sob a água. - Feche a porta da bateria corretamente para melhor água de selagem. - Enxágüe com água limpa depois de usada e mantê-lo seco para o armazenamento.
QUESTÃO 3 ALTERNATIVA E 24 é o maior número que aparece na figura. Indicamos abaixo a sequência de operações e seu resultado. 24 2 12 6 144.
OBMEP 009 Nível 1 1 QUESTÃO 1 Na imagem que aparece no espelho do Benjamim, o ponteiro dos minutos aponta para o algarismo, enquanto que o ponteiro das horas está entre o algarismo 6 e o traço correspondente
Fotografando Longas Exposições:
9 DE JULHO DE 2018 AVANÇADO Fotografando Longas Exposições: Reduza a velocidade do obturador para obter imagens criativas e expressivas Apresentando DEBORAH SANDIDGE Acreditamos que quando se trata da
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO ADRIANNE HENRIQUES FILIPE MACHADO. Plano de aula. Jovens na criação de blogs.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO ADRIANNE HENRIQUES FILIPE MACHADO Plano de aula Jovens na criação de blogs São Paulo Setembro de 2012 ADRIANNE HENRIQUES FILIPE MACHADO (7.153.974 vespertino)
CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada
Iniciação à Fotografia Prof. Gust avo L. Pozza
Iniciação à Fotografia Prof. Gust avo L. Pozza Câm ara Escura Tipos de Câmeras A Câmera Básica Componentes comuns em todas as câmeras Visor Objetiva Plano do filme Diafragma Obturador Mecanismos de foco
TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM.
TÓPICOS DE RELATIVIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS NO ENSINO MÉDIO: DESIGN INSTRUCIONAL EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. Palavras-chave: física moderna, ambiente virtual de aprendizagem, design instrucional,
ROBÔ UNITED CONSIDERAÇÕES GERAIS: ESTRATÉGIA:
ROBÔ UNITED CONSIDERAÇÕES GERAIS: ATIVO: Mini-Ibov (WIN) LEITURA: Gráfico de 10 minutos PERIODICIDADE: O padrão do sistema é passar posicionado para SWING TRADE quando a operação não for encerrada por
Fotografia para totós: Conceitos básicos
Fotografia para totós: Conceitos básicos Date : 8 de Janeiro de 2016 A fotografia é um mundo e todos os dias há quem o queira descobrir. Mas sem conhecermos os conceitos mais básicos, não é possível retirar
ARTE DE FOTOGRAFAR - TÉCNICA E CRIATIVIDADE
WORKSHOP ARTE DE FOTOGRAFAR - TÉCNICA E CRIATIVIDADE LNEC, 23 DE JANEIRO DE 2017 Rui Capitão 1 TÉCNICA Máquinas fotográficas Objetivas Modos de fotografia Prioridade à Abertura Prioridade à Velocidade
1ª LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE ÓPTICA Professor Alexandre Miranda Ferreira
1ª LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE ÓPTICA Professor Alexandre Miranda Ferreira www.proamfer.com.br [email protected] 1 A distância média entre a Terra e o Sol é de 150.000.000 km. Quanto tempo a luz demora para
Equivalente de produção. Equivalente de produção. Equivalente de produção. Para se fazer o cálculo, é necessário o seguinte raciocínio:
Custos Industriais Custeio por processo Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Na apuração de Custos por Processo, os gastos da produção são acumulados por período para apropriação às unidades feitas. Exemplo:
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS SEMENTES DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANA D. L. C. NOVEMBRE [email protected]
