RISCOS OCUPACIONAIS. Índice
|
|
|
- Mateus Cavalheiro da Mota
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RISCOS OCUPACIONAIS Índice 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS ACIDENTES DE TRABALHO AGENTES ERGONOMICOS AGENTES FÍSICOS AGENTES BIOLÓGICOS AGENTES QUÍMICOS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
2 1. Introdução Já diz o senso comum: "é melhor prevenir do que remediar". E é bom mesmo prestar atenção na sabedoria popular, já que muitos trabalhadores do ramo da construção civil estão sujeitos a contrair uma série de doenças diretamente relacionadas à sua ocupação. Felizmente, tais moléstias profissionais são, em grande parte, facilmente evitáveis, desde que alguns cuidados básicos sejam tomados. Os principais cuidados concordam os especialistas, é o uso dos equipamentos de proteção, sejam as vestimentas (botas, luvas, capacetes, óculos, roupas impermeáveis, máscaras) ou os aparatos que limitem a ação de fontes excessivas de luz, som, vibração, calor, umidade, poeira e outras que podem causar danos à saúde dos trabalhadores. 2. Objetivos O objetivo do trabalho é estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção. 3. Acidentes de Trabalho A Lei nº altera a CLT, que tem como objetivo não apenas evitar acidentes, mas também garantir melhores condições de trabalho, incluindo obrigatoriedades para as Empresas e Empregados. Em 8 de junho de 1978 a portaria cria as Normas Regulamentadoras - NRs. Dentre as NRs criadas tem-se: NR-6, NR-7, NR-9 e NR-18. A NR-18 tem como objetivo melhorar as condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, é exigível desde
3 Responsabilidade Civil É a obrigação de reparar dano causado a outrem. Apresenta-se como relação obrigacional cujo objetivo é a prestação de ressarcimento. Decorre de fato ilícito praticado pelo agente responsável, ou por pessoa por quem ele responde ou de simples imposição legal. Segurança do trabalho Segurança do trabalho é um conjunto de medidas que através de metodologia e técnicas apropriadas que são adotadas, visam minimizar os acidentes de trabalho, objetivando a prevenção de suas ocorrências, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador. Condições de trabalho Define-se como condição de trabalho, a estrutura necessária para que seja possível desenvolver atividades laborais pelas pessoas. Fazem parte desta estrutura, instalações prediais, máquinas, equipamentos e ferramentas. Riscos originados Os riscos estão classificados em: Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos e Acidentes. Agentes Físicos: Ruído, calor, umidade, radiações; Agentes Químicos: Poeiras, fumos, gases, vapores; Agentes Biológicos: Bactérias, fungos, animais; Agentes Ergonômicos: Posturas inadequadas, trabalhos em turnos, falta de treinamento, atenção e responsabilidade. Acidentes: Equipamentos perigosos, falta de proteções e dispositivos de segurança. 3
4 Medidas de controle de riscos ambientais Após a avaliação e reconhecimento dos riscos ambientais, presentes nos locais de trabalho, é dever de todos buscar medidas que possam eliminar ou minimizar as causas e efeitos destes riscos. O controle dos riscos podem ser obtidos por: Agentes Físicos: Usar de forma correta e adequada os EPI s indicados conforme a função. Agentes Químicos: Usar de forma correta e adequada os EPI s indicados conforme a função. Agentes Biológicos: Manter limpo e organizado o canteiro de obra, especial atenção para o almoxarifado e área de vivência. Agentes Ergonômicos: Executar as atividades conforme treinamento e instruções. Acidentes: Sinalização e EPC s corretamente instalados, bem como o uso dos EPI s indicados conforme a função. Organização e limpeza Organização e Limpeza são as primeiras medidas de segurança do trabalho para evitar acidentes. O entulho e quaisquer sobras de materiais devem ser regularmente coletados e removidos, sendo proibida a queima de lixo ou qualquer outro material no interior do canteiro de obras. A regra básica é que lugar limpo não é aquele que mais se limpa, e sim, aquele que menos se suja. O canteiro de obras deve apresentar-se organizado, limpo e desimpedido, principalmente nas vias de circulação, passagens e escadarias. 4
5 Definição de acidente Evento negativo e indesejado do qual resulta uma lesão pessoal ou dano material. Essa lesão pode ser imediata (lesão traumática) ou mediata (doença profissional). Considera-se como acidente de trabalho: Acidente Típico: é aquele decorrente da característica da atividade profissional que o indivíduo exerce. Acidente de Trajeto: aquele que ocorre no trajeto entre a residência do trabalhador e o local de trabalho, e vice-versa. Doença Profissional ou do Trabalho: Doença que é produzida ou desencadeada pelo exercício de determinada função, característica de um emprego específico. Dificilmente, o acidente tem como origem uma única causa, mas sim, de um somatório de erros e falhas que podem ser: humanas ou materiais e tendo como origem motivos econômicos e/ou psico-social. Principais causas dos acidentes de trabalho Ato Inseguro Está relacionado a fatores biológicos, físicos, organizacionais e psicológicos. Ex.: Não usar, ou utilizar de forma indevida, inadequada, equipamento de segurança. Nos Atos Inseguros estão sempre presentes: Negligência: é a displicência (pouco caso) no agir, a falta de precaução, a indiferença do agente, que, podendo adotar as cautelas necessárias, não o faz. Imprudência: é a prática de uma conduta arriscada ou perigosa. Imperícia: é a falta de capacidade, despreparo ou insuficiência de conhecimento técnico para o exercício de arte, profissão ou ofício. 5
6 Condição Insegura Caracteriza-se por situações de risco, presente no local de trabalho. Ocorrem normalmente, por falta de planejamento, prevenção ou omissão de requisitos essenciais relacionados a medidas de higiene, e segurança, ambas relacionadas ao ambiente. Ex.: Instalação elétrica com fios desencapados, máquinas em estado precário de manutenção, andaime de obras de construção civil feitos com materiais inadequados. Origem dos acidentes: Inexistência de treinamento; Método incorreto de trabalho; Improvisação de ferramentas; Desatenção ao executar a atividade; Ferramentas danificadas; Falta do uso de EPI's. Conseqüências dos acidentes: Incapacidade temporária Compreende o segurado que fica temporariamente incapacitado para o exercício de sua atividade laborativa. Incapacidade permanente parcial ou total Ocorre com o segurado que fica permanentemente incapacitado para o exercício laboral. A incapacidade permanente pode ser de dois tipos: parcial e total. Óbito É o falecimento do segurado em função do acidente do trabalho. Auxílio-Acidente É o benefício concedido aos trabalhadores que estavam recebendo o auxíliodoença, o qual é pago aos trabalhadores que estão impossibilitados de exercer sua função trabalhista por período superior a 15 dias. Os primeiros 15 dias de 6
7 afastamento são remunerados pela empresa, e a partir daí é pago pelo Ministério da Previdência. 4. Agentes Ergonômicos A Ergonomia é o estudo relacionado ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas organizacionais, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e o desempenho global do sistema. De maneira geral, os domínios de especialização da ergonomia são: Ergonomia organizacional concerne à otimização dos sistemas sócio técnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos. Os tópicos relevantes incluem comunicações, projeto de trabalho, organização temporal do trabalho, trabalho em grupo, projeto participativo, novos paradigmas do trabalho, trabalho cooperativo, cultura organizacional, gestão da qualidade, ritmo da produção, processo de trabalho, trabalho em turnos, ausência de pausas e duração excessiva da jornada diária de trabalho. Ergonomia ambiental, os fatores ambientais envolvem as características espaciais e dinâmicas da tarefa e dos agentes ambientais do local de trabalho como, por exemplo: as condições de piso e vias de circulação, iluminação, temperaturas, vibrações, ruído e poeiras. Ergonomia cognitiva refere-se aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Os tópicos relevantes incluem o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, stress e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas. 7
8 Ergonomia relacionada as fatores do trabalhador envolvem três aspectos: pessoais, psicossociais e biomecânicos. Pessoais: idade, sexo, estado civil, escolaridade, característica física, fisiológica, tabagismo e antropométrica (medidas do corpo humano); Psicossociais: percepções de sobrecarga, trabalhos monótonos, controle limitado das funções e pouco apoio social no trabalho; Biomecânicos: postura inadequada, uso de forca excessiva e repetição de movimentos. Os riscos ergonômicos mais freqüentes na construção civil são: levantamento e transporte manual de peso, postura e jornada de trabalho. Estes riscos podem gerar fadiga, problemas na coluna do operário, perda de produtividade, incidência de erros na execução do trabalho, absenteísmo, doenças ocupacionais e dores físicas. Com a continuação destas tarefas, o operário, poderá interromper suas atividades periodicamente ou definitivamente. A intervenção ergonômica na construção civil é mais difícil do que nas outras indústrias. São vários os fatores que contribuem para isto: O local de trabalho é mudado todo dia; há grande rotatividade dos trabalhadores; muitos trabalhadores são contratados por empreiteiras e os proprietários da obra alegam não ter condições de contratarem um especialista em ergonomia. O trabalho na construção é um trabalho penoso, e requer posturas que desafiam a ergonomia, mas a intervenção ergonômica é possível na construção. Existem quatro tipos de intervenção da ergonomia na construção: 1. Mudanças nos materiais de trabalho; 2. Mudanças nas ferramentas e equipamentos; 3. Mudanças nos métodos e organização do trabalho; 4. Treinamento e programas de exercício. O quadro a seguir (QUADRO 1) mostra os riscos ergonômicos detectados com relação a cada ocupação no canteiro de obra, sendo assinalados os que foram mais visíveis em cada uma delas. 8
9 Quadro 1 Riscos Ergonômicos. Ocupação Postura Força Peso Movimentos Ruídos Vibração Repetitivos Pedreiro X X X X X X Carpinteiro X X X Ferreiro X X X Pedreiro Postura - foi identificada neste posto de trabalho uma postura inadequada durante o preparo da massa na própria obra, utilizando a betoneira, pois o mesmo era obrigado a ficar curvado por um longo período de tempo para misturar a massa. Isso ocorreu principalmente nas edificações de pequeno porte. Força - identifica-se o uso da força ao transportar o concreto nos carros de mão. Peso - observa-se um levantamento de peso excessivo quando o trabalhador carregava sacos de cimento, na maioria das vezes, para apressar o trabalho. Foi visto o operário levando mais de um saco de 50 kg de uma só vez. Movimentos repetitivos observa-se uma grande repetição de movimentos na atividade de retirar o concreto do carro-de-mão e colocar no local da concretagem, isso no caso em que a concretagem era feita na própria obra. Ruídos - os ruídos estão presentes na hora da mistura do concreto onde é utilizada a betoneira, isso também no caso do concreto ser fabricado na própria obra. Vibração - o trabalhador deste posto fica exposto a um índice muito alto de vibração quando utiliza o vibrador, para adensar o concreto já na forma. Carpinteiro Postura - observa-se uma postura inadequada, a qual poderá ocasionar o aparecimento de sintomas nas costas, ocorrendo esta na hora da junção das formas de compensado através de pregos. 9
10 Peso - observa-se que os carpinteiros carregam uma carga bastante pesada durante o transporte dos painéis de compensado do local de armazenamento para o local da montagem dos mesmos. Ruído - observa-se um alto nível de ruído neste posto de trabalho quando os operários utilizam a serra elétrica. Ferreiro Postura - a postura neste posto de trabalho varia muito com o tipo de estrutura que está sendo armada. As posturas dominantes são as inclinadas (inclinação para frente ) e as totalmente inclinadas (inclinação para frente > 90 ), apresentando estas um grande esforço na coluna dos trabalhadores. Peso - observa-se que o armador levanta uma carga média de 5-20kg a cada 4 minutos, e o que dificulta este trabalho é que quase todo levantamento de peso implica no carregamento, e este era feito na maioria das vezes em uma superfície ruim, ou seja, com presença de entulhos e sem a mínima organização. Movimentos repetitivos - observa-se movimentos repetitivos de grande intensidade na hora de armar as ferragens, onde os trabalhadores precisam torcer o punho várias vezes. Todos os fatores relevantes a ergonomia na construção civil estão especificadas na NR 17- Ergonomia, no qual se destacou os principais itens relacionados acima. 5. Agentes Físicos Os agentes classificados nesta categoria são: o ruído, a vibração, pressões anormais, as radiações não ionizantes e a temperatura extrema (frio ou calor). 10
11 Ruído Os ruídos são sons que provêm de tratores, caminhões, bate-estacas, uso de ferramentas como martelo etc. Os principais efeitos da exposição prolongando ao ruído são: - Redução da capacidade auditiva -Nervosismo -Aumento da pressão sanguínea -Redução da produtividade Vibrações As vibrações são também relativamente freqüentes na indústria, e podem ser divididas em duas categorias: vibrações localizadas e vibrações de corpo inteiro. Conseqüências As operações e atividades que geram vibrações podem afetar a saúde do trabalhador, causando diversas doenças tais como: alterações neurovasculares nas mãos, problemas nas articulações das mãos e braços, osteoporose (perda de substância óssea), lesões na coluna vertebral, dores lombares, etc. Vibrações Localizadas: São aquelas transmitidas normalmente às extremidades do corpo, especialmente, mãos e braços, tais como as prescritas por ferramentas manuais elétricas ou pneumáticas. EFEITOS (A LONGO PRAZO ) : - Alterações neurovasculares - Problemas nas articulações - Perda de substância óssea 11
12 Vibrações de Corpo Inteiro: São aquelas transmitidas ao corpo do trabalhador, na posição sentado, em pé ou deitado; por exemplo, as vibrações a que estão expostas os motoristas de caminhão, operadores de tratores, máquinas agrícolas, etc. Os principais efeitos das vibrações de corpo inteiro são: - Problemas na coluna vertebral - Dores lombares -Lesões nos rins Temperaturas Extremas Calor extremo Na construção civil ocorre geralmente por forte ação do sol ou em alguns casos devido a trabalho em indústrias siderúrgicas devido a presença de fornos e caldeiras Os principais efeitos de exposição ao calor intenso são: -Insolação -Desidratação -Catarata -Problemas cardiovasculares Frio extremo Na construção civil o frio extremo não é muito usual, ocorrendo apenas quando o tempo em si está de fato em temperaturas baixas Os principais problemas que ocorrem devido a frio intenso são: -Hipotermia -Ulcerações do frio Além de menor eficiência do trabalhador devido ao excesso de roupas. 12
13 Pressões anormais Ocorre quando os trabalhadores estão trabalhando em locais extremamente altos (como arranha-céus), ou abaixo do nível da água, como em tubulões quando se necessita a utilização de ar comprimido para que a água não penetre no mesmo. Os principais riscos devido a pressões anormais são: -Embolia -Ruptura dos tímpanos Radiações não ionizantes São os raios infravermelhos (calor) e os ultravioletas, sendo que ambos provêm do sol. Os principais efeitos de prolongada exposição a radiação infra-vermelha são: -queimaduras -catarata Enquanto os efeitos de prolongada exposição a radiação ultra-violeta são: -Câncer de pele -Conjuntivite 6. Agentes Biológicos Constantemente estamos expostos aos mais diversos tipos de microorganismos causadores de doenças. Apesar de esses microscópicos estarem por toda parte, em determinados ambientes de trabalho correm-se mais o risco de se adoecer em decorrência deles. Os agentes biológicos que contaminam os ambientes ocupacionais são microorganismos como vírus, bactérias, protozoários, fungos, artrópodes, parasitas (helmintos) e derivados de animais e vegetais (agentes que provocam alergia). Em geral eles estão presentes em hospitais, estabelecimentos de serviços de saúde em geral, cemitérios, matadouros, laboratórios de análises e pesquisas, indústrias - como 13
14 a farmacêutica e alimentícia -, empresas de coleta e reciclagem de lixo, estações de tratamento de esgotos, incineradores, construção civil, etc. Esse tipo de contaminação pode ocorrer pelo contato com materiais contaminados e com pessoas portadoras de alguma doença contagiosa; por transmissão através de vetores (roedores, baratas, mosquitos e animais domésticos); por contato com roupas e objetos de pessoas doentes; através de contaminação em ambientes fechados; acidentes com objetos perfuro cortantes, etc. Os trabalhadores que estão sob risco de agentes biológicos devem realizar os exames periódicos pertinentes, receber um conjunto de vacinas para os agentes presentes em seu ambiente de trabalho. Devem utilizar todos os equipamentos de proteção individuais (EPI) para proteger-se de contaminações a prevenir acidentes. Esses equipamentos devem permitir uma fácil visualização de indícios de contaminação (eles devem ser de cor branca) ou de contato com substâncias infectantes e permitir também uma higienização fácil e rápida. Devem existir dois vestiários: um para roupa de trabalho e outro para vestimenta comum, e os trabalhadores devem tomar um banho antes das refeições e após o término do trabalho. O ambiente de trabalho deve ser bem sinalizado com avisos de risco biológico e permitir uma limpeza e desinfecção fácil, com o devido encaminhamento das águas de lavagens para uma área de tratamento de resíduos. 14
15 -EXEMPLOS : I. Tuberculose II. III. IV. Carbúnculo Brucelose Leptospirose V. Tétano (Do Adulto) VI. VII. VIII. IX. Dengue (Dengue Clássico) Febre Amarela Hepatite Viral Dermatofitose e Outras Micoses X. Candidíase da Pele e das Unhas XI. XII. XIII. Paracoccidiodomicose (Blastomicose Sul Americana, Blastomicose Brasileira, Doença de Lutz) Malária (Relacionada com o Trabalho) Leishmaniose Cutânea e Leishmaniose Cutâneo-Mucosa Medidas de controle para agentes biológicos As medidas de controle devem obedecer a uma hierarquia, adotando-se primeiramente as mais eficientes, que são as que se referem à fonte, seguidas das medidas em relação ao percurso, no caso de as medidas relativas à fonte não forem suficientes. Por fim, se essas medidas ainda forem insuficientes, as relativas aos trabalhadores devem ser tomadas. Medidas preventivas na fonte Quanto às medidas preventivas aplicadas na fonte, a contaminação tem por objetivo evitar a presença de microorganismos, ou pelo menos evitar que passem para o meio ambiente: Seleção dos equipamentos de trabalho; Substituição de equipamentos de trabalho; Modificação do processo; Encerramento do processo. 15
16 Medidas preventivas no percurso Essas medidas objetivam evitar a proliferação dos contaminantes no meio ambiente. Limpeza e desinfecção; Ventilação; Controle de vetores (roedores, insetos, etc); Sinalização. Medidas preventivas adotadas para o trabalhador As medidas adotadas em relação ao trabalhador complementam as medidas relativas à fonte e à trajetória dos contaminantes. Informação sobre os riscos; Treinamentos nos métodos de trabalho aplicáveis; Diminuição do número de pessoas expostas; Roupa de trabalho feita de modo que não acumule resíduos, como por exemplo, roupas sem bolsos, sem dobras, costuras, etc. Acompanhamento médico. 7. Agentes Químicos Nesta categoria, são classificados os agentes que interagem com tecidos humanos, provocando alterações na sua estrutura e que podem penetrar no organismo pelo contato com a pele, por ingestão e pela via respiratória na forma de poeira, fumo, nevoa, neblina, gases e vapores. Os fatores que determinam o risco são a forma de manipulação dos produtos químicos, a dispersão dos agentes no ambiente de trabalho e o nível de proteção dos trabalhadores. A classificação de poeiras, fumos, névoas, gases e vapores são substâncias dispersas no ar e são chamados aerodispersóides. Suas 16
17 características quanto ao período de permanência no ar e às possibilidades de ingresso no organismo são distintas. As diferenças entre os aerodispersóides se apresentam em função do tamanho das partículas e do seu estado e forma de origem. Se dividem em: Gases/Vapores; Líquidos: névoas e neblina; Sólidos: poeiras e fumos. No caso do gás, no qual é considerada uma substância que em condições normais de temperatura e pressão, permanece sempre no seu estado gasoso. Ex: GLP, hidrogênio, ácido nítrico, butano, ozona, etc.outra divisão, o vapor é classificado como uma fase gasosa de uma substância que em condições normais de temperatura e pressão tem estado sólido ou líquido. Ex: Gasolina, naftalina, etc. Outra classificação, a de gases e vapores, é subdividida em: 1. Irritantes: irritação das vias aéreas superiores. Ex: ácido clorídrico, ácido sulfúrico, soda cáustica, cloro, etc.; 2. Asfixiantes: dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e morte. Ex: hidrogênio, nitrogênio, hélio, metano, acetileno, dióxido de carbono, monóxido de carbono, etc.; 3. Anestésicos: Anestésicos: (a maioria solventes orgânicos). Ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos aos diversos órgãos, ao sistema formador de sangue (benzeno), etc. Ex: butano, propano, aldeídos, cetonas, cloreto de carbono, tricloroetileno, benzeno, tolueno, alcoóis, percloritileno. As névoas são definidas como partículas líquidas resultantes da condensação de vapores ou da dispersão mecânica de líquidos. Ex: Névoa resultante do processo de pintura a revólver, monóxido de carbono liberado pelos escapamentos dos carros. Névoas e neblinas são geralmente confundidas por serem muito parecidas em suas características, porém as neblinas são partículas líquidas produzidas por condensação de vapores de substâncias que são líquidas em condições normais. 17
18 Poeiras são definidas como partículas sólidas geradas mecanicamente por ruptura de partículas maiores. As poeiras são classificadas em: 1. Minerais: Ex: sílica, asbesto, carvão mineral. As conseqüências são: silicose (quartzo), asbestose (amianto), pneumoconiose dos minérios de carvão (mineral); 2. Vegetais: Ex: algodão, bagaço de cana-de-açúcar. As conseqüências são: bissinose (algodão), bagaçose (cana-de-açúcar) etc.; 3. Alcalinas: Ex: calcário. As conseqüências: doenças pulmonares obstrutivas crônicas, enfisema pulmonar. E por fim, mas não menos importante, os fumos são definidos como partículas sólidas produzidas por condensação de vapores metálicos. Ex: fumos de óxido de zinco nas operações de soldagem com ferro. As conseqüências são: doença pulmonar obstrutiva, febre de fumos metálicos, intoxicação específica de acordo com o metal. O monitoramento da exposição de trabalhadores a agentes químicos é uma importante ferramenta na avaliação de riscos ocupacionais, indicando a necessidade de intervenções no processo para minimizar o contato e prevenir doenças ou lesões de origem ocupacional. No Brasil, o monitoramento é regulamentado pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio de suas Normas Regulamentadoras (NRs). 8. Conclusão Visto o que foi mostrado no presente trabalho, os riscos são extremamente perigosos e danosos a saúde do trabalhador, portanto é necessário treinamento e EPIs adequados, para previnir todo e qualquer acidente de trabalho. Além disso, o ambiente de trabalho, e também os equipamentos utilizados devem estar adequados de acordo com a norma vigente, e assim, com a preocupação com o trabalhador, a conclusão será satisfatória e com o mínimo de acidentes ocorridos. 18
19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Cartilha NR-18 Segurança do trabalho na construção civil 19
Riscos ocupacionais e Acidentes de Trabalho
Riscos ocupacionais e Acidentes de Trabalho Disciplina: Ergonomia e Segurança do trabalho Profª Engª M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Riscos Ocupacionais Riscos ambientais: Agentes ergonômicos, físicos,
Ergonomia na Construção Civil. Profª Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ
Ergonomia na Construção Civil Profª Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ Introdução A construção civil exerce um importante papel social no país por absorver uma boa percentagem da mão-de-obra nacional.
ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO
Departamento de Engenharia Civil ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO Ergonomia na Construção Civil Prof. M. Sc. Ana Lúcia Oliveira Daré. Bauru Abril/2015 1 ÍNDICE 1) INTRODUÇÃO...1 2) A UTILIZAÇÂO DA ERGONOMIA
A importância da investigação do ambiente de trabalho
A importância da investigação do ambiente de trabalho José Roberto Teixeira 26 Junho - 2006 PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional Riscos no ambiente de trabalho Exposição da População
MANTENDO AS PESSOAS HIGIENE DO TRABALHO SAÚDE OCUPACIONAL SEGURANÇA DO TRABALHO
MANTENDO AS PESSOAS Unidade III HIGIENE DO TRABALHO SAÚDE OCUPACIONAL SEGURANÇA DO TRABALHO HIGIENE DO TRABALHO Está relacionada com a busca de condições de trabalho saudáveis e higiênicas. Refere-se a
LAUDO DE EXAME TÉCNICO DE ANÁLISE ERGONÔMICO DE TRABALHO NR-17
LAUDO DE EXAME TÉCNICO DE ANÁLISE ERGONÔMICO DE TRABALHO NR-17 1. Identificação do Empreendimento Razão Social: Secretaria da Segurança Pública (SSP/TO) IML de Palmas Endereço: Quadra 304 Sul Av. NS 4
ACIDENTES DE TRABALHO. Engª M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré
ACIDENTES DE TRABALHO Engª M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Evolução do PIB e da Construção Civil Índice base 1995=100 160 150 140 130 120 110 100 90 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004
Manual de Segurança a e Saúde no Trabalho para a Indústria da Construção
Manual de Segurança a e Saúde no Trabalho para a Indústria da Construção Civil - Edificações Apresentação na 4ª Reunião da Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho (CT-SST) São Paulo, 19 de
Biossegurança. Prof. M.Sc. Robson Miranda da Gama
Biossegurança Prof. M.Sc. Robson Miranda da Gama 1 Biossegurança Conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino,
LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO
LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PROCEDIMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Licença concedida em decorrência de dano físico ou
NOVA NORMA REGULAMENTADORA N. 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
NOVA NORMA REGULAMENTADORA N. 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Histórico, desdobramentos e impactos. Gilmar da Cunha Trivelato Pesquisador Titular e membro do GT-NR 01 FUNDACENTRO AUDIÊNCIA
PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos
Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03
Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Indústria 2007.
Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Indústria 2007. Estatísticas de Acidente de Trabalho no Brasil BLOG DIESAT: Leia notícias atualizadas sobre Acidente de Trabalho: http://diesat.blogspot.com/search/label/acidente%20de%20trabalho
Ergonomia. LER/DORT Como prevenir. Cézar Maurício Pretto
Ergonomia LER/DORT Como prevenir Cézar Maurício Pretto Introdução Os DORT se constituem num sério problema humano e econômico, que afeta a qualidade de vida dos trabalhadores O prejuízo para as organizações
Informações sobre Acidentes com Mãos & Braços e Prevenção
Informações sobre Acidentes com Mãos & Braços e Prevenção Clóvis Gonçalves Técnico Segurança do Trabalho UN-ES/SOP/TSG - CTF6-865-4832 [email protected] (27) 3235-4832 Que Tipos de Lesões
01 - DADOS GERAIS DA EMPRESA 02 - NÚMERO DE TRABALHADORES (AS) DA EMPRESA. 03 EPI s EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
: Rua Barão do Rio Branco, n.º 63, 14º andar, Sala 1407 - Curitiba/PR - CEP. 01 - DADOS GERAIS DA EMPRESA NOME: CNPJ: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: CEP: FONE / FAX: PROPRIETÁRIO: ENCARREGADO: 02 - NÚMERO DE TRABALHADORES
CHECKLIST RELATÓRIO ANUAL DO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO
CHECKLIST RELATÓRIO ANUAL DO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL PCMSO EMPRESA: RAZÃO SOCIAL: NOME DE FANTASIA: CNPJ/CGC CNAE: GRAU DE RISCO: RUA/AV. BAIRRO: CIDADE : ESTADO: CEP : - FONE
Acidente de Trabalho. Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 1.
Acidente de Trabalho Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 1.0 - jun/13 O que é Acidente de Trabalho? Art. 19. Acidente do trabalho é o que
INFORMAÇÃO BÁSICA SOBRE SÍLICA CRISTALINA
Actualmente existe um alarme crescente em diferentes Comunidades Autónomas sobre os materiais que contêm sílica cristalina e a produção de poeiras inerentes à sua elaboração. O surgimento de casos de silicose
SISIN - RAL RELATÓRIO RIO DE ACIDENTE COM LESÃO - RAL PARTE CONCEITUAL 18.02.98
SISIN - RAL RELATÓRIO RIO DE ACIDENTE COM LESÃO - RAL PARTE CONCEITUAL ACIDENTE CONCEITUAÇÃO LEGAL É O QUE OCORRE PELO EXERCÍCIO CIO DO TRABALHO A SERVIÇO O DA EMPRESA PROVOCANDO LESÃO CORPORAL OU PERTURBAÇÃO
SESMT / CTCCT / DEMLURB 2011
SESMT / CTCCT / DEMLURB 2011 Comissão: Acidentes de Trabalho PROGRAMA DE REDUÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO - PRAT I.) Introdução: A legislação brasileira considera acidente de trabalho aquele que ocorrer
Livros Espaços Confinados
Livros Espaços Confinados Bibliografia http://www.jfrekus.com/ http://www.amazon.com/complete-confined-spaces-handbook-rekus/dp/0873714873 http://www.nwohs.com/index.htm Segurança e Saúde em espaços confinados
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) Débora Cristina Kranzfeld Diretoria de Segurança do Trabalho Instituto de Química Unicamp Telefone 3521-3015 Bloco B Sala 126 contato: [email protected] ou [email protected]
AUXILIAR DE LABORATÓRIO
UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO AUXILIAR DE LABORATÓRIO Parte I: Múltipla Escolha 01 Assinale a opção com o equipamento freqüentemente
alocação de custo têm que ser feita de maneira estimada e muitas vezes arbitrária (como o aluguel, a supervisão, as chefias, etc.
Professor José Alves Aula pocii Aula 3,4 Custeio por Absorção Custeio significa apropriação de custos. Métodos de Custeio é a forma como são apropriados os custos aos produtos. Assim, existe Custeio por
Segurança de Máquinas e Equipamentos - NR 12
Segurança de Máquinas e Equipamentos - NR 12 DESENVOLVIDO POR: Daniele Ventorim Brezinsk Engenheira de Segurança do Trabalho SESI Cachoeiro Wig Gaspari Técnico de Segurança do Trabalho SESI Cachoeiro FONTES
SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO
SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Segurança e Saúde no Trabalho - Conceitos Básicos Segurança A segurança começa em casa, na rua e principalmente no trabalho, onde passamos a maior parte do tempo. As orientações
CURSO ONLINE: NR 9 BÁSICO
CURSO ONLINE: NR 9 BÁSICO 1 A norma NR 9 foi criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para estabelecer uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde dos trabalhadores frente aos
Máscaras de Proteção Facial WP96, H24M, H8A e H4
Máscaras de Proteção Facial WP96, H24M, H8A e H4 CA: 30.588 e 18.995 CARACTERÍSTICAS WP96 Lente em policarbonato para máscara de proteção facial com aproximadamente 22,8cm X 36,8 cm e 2mm de espessura,
André Merjan Figueiredo Ovidio Salvador Passareli
CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Composição de Equipes de Prevenção para a Redução de Agravos e Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho em servidores
MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 2 CARACTERIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL EPI S Segurança na Utilização de Ler
PCMSO. PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL Em conformidade com o artigo 168 da CLT, lei 6514 de 22/12/77 e NR-7 de 30/12/94.
PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL Em conformidade com o artigo 168 da CLT, lei 6514 de 22/12/77 e NR-7 de 30/12/94. COOPERATIVA DO TRABALHO MÉDICO E ATIVIDADES AFINS DE MINAS GERAIS
NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSST n.º 25, de 29 de dezembro de 1994
PROGRAMA. (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) Segurança e Higiene no Trabalho
PROGRAMA (Ação cofinanciada pelo Fundo Social Europeu PRO-EMPREGO) 1. Designação da Ação de Formação: 2. Formador: Dr. Paulo Laranjeira Segurança e Higiene no Trabalho 3. Razões Justificativas da Ação
Ar de combustão. Água condensada. Balanço da energia. Câmara de mistura. Convecção. Combustível. Curva de aquecimento
Ar de combustão O ar de combustão contém 21% de oxigênio, que é necessário para qualquer combustão. Além disso, 78% de nitrogênio está incorporado no ar. São requeridos aproximadamente 10 metros cúbicos
FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA MOD.QAS.033 / 03
1/5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: 1.1. Nome: Agregado leve artificial obtido por processamento de materiais naturais para 1.2. Aplicações: utilização em betão, prefabricação, argamassas, caldas
DDS Prevenção de Quedas. Prevenção de Quedas
Prevenção de Quedas 1 Os escorregões, tropeções e quedas se constituem na causa mais frequente de acidentes no setor industrial desde a indústria de transformação pesada ao trabalho de escritório. A Agência
17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais.
NR 17 - Ergonomia 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS
MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS ANTINEOPLÁSICOS SÃO POTENCIALMENTE: Mutagênicos Carcinogênicos Teratogênicos Fetotóxicos Esterilizantes RISCOS OCUPACIONAIS Exposição aguda: Retirada de solução do frasco-ampola
Trabalhador direitos e deveres
Trabalhador direitos e deveres Carteira de trabalho Garantia de benefícios da Previdência Social Do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Seguro-Desemprego 13º salário Tem direito à gratificação
OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS
OFICINA DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS As Boas Práticas de Manipulação de Alimentos auxiliam na rotina do trabalho, tendo como propósito ampliar conhecimentos e aprimoramento na manipulação
MAPA DE RISCOS DE UMA LAVANDERIA HOSPITALAR: UM ESTUDO DE CASO 1. INTRODUÇÃO
MAPA DE RISCOS DE UMA LAVANDERIA HOSPITALAR: UM ESTUDO DE CASO BRUNO, Juliana Padilha¹; KNEIPP, Jordana Marques¹; GOMES, Kátia Gislaine Baptista 2 1 Acadêmicos do Curso de Bacharelado em Administração-
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1 OBJETIVO O objetivo do Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações,
2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES
1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E EMPRESA Nome do produto: Ligas de zinco Nome comercial: Zamac 3, Zamac 5, Zamac 8. Código interno de identificação do produto: D001,D002 e D004 Nome da Empresa: Endereço:
BRASIL: NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - 18.22 Máquinas, Equipamentos e Ferramentas Diversas
BRASIL: LEI DE PREVENÇÃO DE RISCOS NO TRABALHO Lei ordinária Nº 6514 (1977) Art. 157 - Cabe às empresas: I - cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho; II - instruir os empregados,
ERGONOMIA NA INDÚSTRIA
ATUAL PANORAMA DA INDÚSTRIA CALÇADISTA NA ABORDAGEM DA NR-17 ERGONOMIA De acordo com o atual panorama, foi priorizado estabelecer um entendimento aos empresários sobre o conceito ergonomia, focado nos
ANÁLISE ERGONÔMICA Unidade: Nº /
FORMULÁRIO PARA OBJETIVA E PARTICIPATIVA (UA14/2/2011) Data: Célula: Time: Título da tarefa/atividade: MONTAGEM DE COAF E FORRO 1 Demanda: ( ) Prioridade a partir do Panorama Ergonômico ( ) Informe de
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
Medidas de Prevenção da Transmissão Nosocomial do Vírus da Gripe Aviária (GA)
Serviço de Doenças Infecciosas Medidas de Prevenção da Transmissão Nosocomial do Vírus da Gripe Aviária (GA) Filomena Coelho Medidas de Gerais de Prevenção da Transmissão Nosocomial (GA) Vacinação (V.
DERMATOSES OCUPACIONAIS (CID L 72.8)
DERMATOSES OCUPACIONAIS (CID L 72.8) 1- Introdução: As dermatoses ocupacionais representam parcela ponderável das doenças profissionais. Sua prevalência é de avaliação difícil e complexa. Grande número
AULA Nº 3 E 4 HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO
AULA Nº 3 E 4 HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Tão importante como as inovações cirúrgicas e tecnológicas, é ter um ambiente adequado para a prática... A: Sabias que... fulano perdeu um dedo num
MAPEAMENTO DE RISCO O MAPA DE RISCOS
Professor: Eng. Alexandre Dezem Bertozzi MAPEAMENTO DE RISCO Percebeu-se, na década de 70, a necessidade de se criar uma nova metodologia que mapeasse os riscos ambientais dos locais de trabalho. Esse
LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010.
LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Art. 1 o Esta Lei institui a Política
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1)
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1) P1 QUAIS OS CUIDADOS DE BIOSSEGURANÇA NA RECEPÇÃO / ATENÇÃO AO PACIENTE COM QUEIXA E SINTOMATOLOGIA DE INFLUENZA A(H1N1), NO DOMICÍLIO, NA UNIDADE BÁSICA DE
Escopo examinado: inspeção das instalações e condições do sistema de prevenção de incêndios
Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas Auditoria Federal de Controle Interno do IFAM Rua Ferreira Pena
ASCAMARE Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Estudo dos Riscos Inerentes as Atividades dos Catadores
ASCAMARE Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Estudo dos Riscos Inerentes as Atividades dos Catadores OCORRÊNCIA DO PROBLEMA A Associação de Catadores de Materiais Recicláveis, ASCAMARE, localizada
FICHA DE CURSO. Código da Ficha. Revisão 01. Data: 2014. Curso: ELETRICISTA + NR 10 Carga Horária Total: 108h
Código da Ficha FICHA DE CURSO Revisão 01 Data: 2014 Curso: ELETRICISTA + NR 10 Carga Horária Total: 108h Eixo Tecnológico: Infraestrutura Nº de Participantes: Mínimo: 15 Máximo: 20 Modalidade: Qualificação
Nome do produto: MC Injekt 2300 PLUS (A) FISPQ nº: 1057 Data da última revisão: 02/04/2007
Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: MC Injekt 2300 PLUS (Parte A) - Código interno do produto: 1057/ 1118/ 1146 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e
HIGIENE E LIMPEZA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
HIGIENE E LIMPEZA NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS A limpeza e sanitização na indústria alimentícia são operações fundamentais no controle sanitário dos alimentos. Objetivo: Evitar a contaminação e deterioração
1- A exposição ocupacional a inseticidas organofosforados, Paraquat e dioxina estão respectivamente relacionados com:
1- A exposição ocupacional a inseticidas organofosforados, Paraquat e dioxina estão respectivamente relacionados com: a. cloracne, asma e fibrose pulmonar; b. Urticária, convulsões e cloracne; c. Convulsões,
Materiais 24-02-2016. Os materiais naturais raramente são utilizados conforme os encontramos na Natureza.
Manual (10-13) Constituição do mundo material Substâncias e misturas de substâncias Propriedades físicas dos Separação dos componentes de uma mistura Transformações físicas e transformações químicas Vídeo
FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI
1 FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI EEFMT Professora Maria Theodora Pedreira de Freitas Disciplina: Educação Física 1º ano Ensino Médio 1º Trimestre Professor: Renato Doenças e suas relações com
IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL
PARTE: II Legislação ambiental Primeira Fase: Oficinas Oficina 01 Sobre a Política e sobre o Planejamento: Conceitos da Gestão Ambiental Legislação ambiental Política Ambiental definição e desdobramentos
Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo
Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo Declaração Sem conflite de interesse para o tema da apresentação
Risco: É a combinação da possibilidade de exposição ao perigo e da conseqüência(s) desta exposição.
CONCEITOS Perigo: Fonte ou situação com potencial para provocar danos como lesão, doença ou acidente as pessoas e ao meio ambiente do local de trabalho ou uma combinação destas. Risco: É a combinação da
HIGIENE OCUPACIONAL. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental
HIGIENE OCUPACIONAL Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental Segundo a O.M.S.- Organização Mundial de Saúde, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste
Procedimentos de Operação Padrão. Planos de Segurança Local. Saúde & Segurança
Saúde & Segurança Princípios Básicos Saúde & Segurança Procedimentos escritos Plano de segurança Treinamento com equipamentos Equipamento de Proteção Indivisual (EPI) Ameaças químicas e naturais Espaços
FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR-14725 Colanyl Carmin FBB Página 1
Colanyl Carmin FBB Página 1 1. Identificação do produto e da empresa Nome comercial: Colanyl Carmin FBB nº Material: 110193 nº Material:110193 Código Interno de Produto : SXR112832 Identificação da sociedade/empresa
MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 1 ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊTICOS TENDO EM CONSIDERAÇÃO A
Crianças em trabalho perigoso
Crianças em trabalho perigoso As mais recentes estatísticas globais da OIT estimam que 115 milhões de crianças estão envolvidas em trabalho perigoso. São trabalhos que pela sua natureza ou pelas condições
COMENTÁRIOS A CERCA DA AVALIAÇÃO PSICOSSOCIAL E AS NRs. Com a colaboração de Fabiane Almeida e Juliane Machado
COMENTÁRIOS A CERCA DA AVALIAÇÃO PSICOSSOCIAL E AS NRs Lúcia Simões Sebben, 2012 Com a colaboração de Fabiane Almeida e Juliane Machado NR 33 - Espaço confinado e a Avaliação Psicossocial Tendo em vista
Higienização das mãos. Professora: Fernanda Pereira e Talita Silva Pereira
Higienização das mãos Professora: Fernanda Pereira e Talita Silva Pereira O que é higienização das mãos? É a medida individual mais simples e menos trabalhosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas
Química - 9º ano. Água Potável. Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação
Química - 9º ano Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação Água Potável A água é o constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial da vida, a água é talvez
Plantas de Classificação de Áreas 25/03/2012 140
Plantas de Classificação de Áreas 25/03/2012 140 Normas para elaboração de plantas de classificação de áreas 25/03/2012 141 Legenda para plantas de classificação de áreas 25/03/2012 142 Etapas para elaboração
SOLICTAÇÃO DE CONCESSÃO / CESSAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE
SOLICTAÇÃO DE CONCESSÃO / CESSAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE / PERICULOSIDADE OBJETIVO: 1 - Este formulário tem o objetivo de uniformizar os encaminhamentos de solicitações de Laudo de Insalubridade
Sistemas / equipamentos para combate e incêndios ( legislação específica )
ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DE UMA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO FARMACOTÉCNICA I Aula 2.2 INFRA- ESTRUTURA ( RDC 67/2007 ) A farmácia deve ser localizada, projetada, construída e adaptada, com infra-estrutura adequada
Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde
Saúde Ocupacional e Regulamentação dos Planos de Saúde Regulamentação dos planos Resolução CONSU 10 Art. 2º, 2º Nos contratos de planos coletivos, não é obrigatória a cobertura para os procedimentos relacionados
FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - NBR 14725/2001 BATERIAS DE CHUMBO ÁCIDO REGULADAS POR VÁLVULA (VRLA)
FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS - NBR 14725/2001 Página 1/5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto - Código interno de identificação do produto UP - Nome
Combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo e gás natural*) Hidroelétricas Energia nuclear Solar Eólica Biomassa
Combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo e gás natural*) Hidroelétricas Energia nuclear Solar Eólica Biomassa São substâncias de origem compostos de carbono mineral, formados pelos São originados
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES Alan Ramos COSTA Discente UNILAGO Ellen de Lima BORGES Docente UNILAGO AUTORES RESUMO O objetivo deste projeto de pesquisa é divulgar a gravidade
Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho
Evolução histórica da Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Docente: Mestre Jorge Pires Discentes: Adriana Martins nº10378 Ana Carapinha nº 10379 Ana Lopes nº 10334 Raquel Pina nº10404 O que é saúde,
PRÊMIO GLP DE INOVAÇAO E TECNOLOGIA 2012. PROJETO: Utilização de Gás LP em Churrasqueiras. CATEGORIA: Aplicações do Gás LP
PRÊMIO GLP DE INOVAÇAO E TECNOLOGIA 2012 PROJETO: Utilização de Gás LP em Churrasqueiras CATEGORIA: Aplicações do Gás LP AUTOR(ES): Comitê de Inovação da Fogás 1. Breve Histórico 2. Problemas e oportunidades
Miguel Casaca. 4 de junho de 2015 Auditório da Casa das Histórias da Paula Rego
Miguel Casaca 4 de junho de 2015 Auditório da Casa das Histórias da Paula Rego 1 Apresentação da Cascais Próxima, E.M.-S.A. A CASCAIS PRÓXIMA, E.M., S.A. é uma empresa municipal, cujo capital social é
GESTÃO DE RISCO PARA LER/DORT
GESTÃO DE RISCO PARA LER/DORT José Erivalder Guimarães de Oliveira São Paulo Agosto/2012 1. PROBLEMA E JUSTIFICATIVA Os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort/LER) são fenômenos muito
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE INSTRUMENTAÇÃO DE FORNOS E CALDEIRAS EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE INSTRUMENTAÇÃO DE FORNOS E CALDEIRAS EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS Elaborado por: Nelson J. Ogassawara, engenheiro eletricista (FEI/73), engenheiro associado
DESINFETANTE. Mistura de substância tensoativas e bactericidas.
Pag. 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do Produto : Identificação da Empresa: VALÊNCIA IND. E COMÉRCIO DE MATERIAIS DE LIMPEZA LTDA. Telefone FAX: (11) 2967-7070 e-mail: [email protected]
Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer
Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades
HPV Vírus Papiloma Humano. Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende
HPV Vírus Papiloma Humano Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende O HPV (papiloma vírus humano) é o agente causador de uma doença sexualmente transmissível (DST). Condiloma Acuminado vulgarmente conhecida
Mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde. Saiba como evitar a contaminação por essas substâncias
Mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde. Saiba como evitar a contaminação por essas substâncias A lâmpada fluorescente é um item comum nas residências e
Disciplina de Segurança do Trabalho e Ergonomia. Aula 204 EPIs e Mapas de Risco
Disciplina de Segurança do Trabalho e Ergonomia Aula 204 EPIs e Mapas de Risco EPI - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL De acordo com a NR-6 da Portaria Número 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério
ANEXO IV EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA INDUSTRIAL, SAÚDE OCUPACIONAL E PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
ANEXO IV EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA INDUSTRIAL, SAÚDE OCUPACIONAL E PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA INDUSTRIAL, SAÚDE OCUPACIONAL E PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE PARA A EMPRESA ARREMATANTE.
Leia com atenção os seguintes textos e responda depois às questões colocadas. GRUPO I NOÇÃO GERAL DE ERGONOMIA
DIRECÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLA DE ARGANIL Escola Básica nº2 de Arganil CEF TIPO 3 (NÍVEL 2) Assistente / Práticas Administrativas - Ano Lectivo - 2009/2010 Módulo 1: Introdução
Aspectos Comparativos da. Gestão de Resíduos Químico. no Brasil e na Alemanha
Aspectos Comparativos da Gestão de Resíduos Químico no Brasil e na Alemanha Dr. Roswitha Meyer maio 2011 Motivação Motivação Alemanha Uni Tübingen Brasil Conclusão Quando trata-se de lixo os conceitos
FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PALHA DE AÇO ( BRILLO )
Página 1 de 6 I - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: PALHA DE AÇO ( Brillo 00, 0, 1 e 2) Códigos Internos: 2219 (n 00 - Palha Super fina); 2216 (n 0 - Palha Fina); 2217 (n 1 - Palha Média); 2218
SABER MAIS. Quais os impactes ambientais causados pelos óleos usados?
SABER MAIS O que são óleos usados? Entende- se por óleos usados quaisquer lubrificantes, minerais ou sintéticos, ou óleos industriais que se tenham tornado impróprios para o uso a que estavam inicialmente
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS FISPQ. Data da revisão: 12/09/2006. ALUMAX 200
FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS FISPQ. Data da revisão: 12/09/2006. ALUMAX 200 1. Identificação do produto e da empresa - Produto: Limpeza de alumínio - Código Produto: ALUMAX 200
FICHA DE INFORMAÇÃO DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ FICHE OF INFORMATION OF SECURITY OF CHEMICAL PRODUCT MSDS
FISPQ Página 1 de 5 FICHA DE INFORMAÇÃO DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ FICHE OF INFORMATION OF SECURITY OF CHEMICAL PRODUCT MSDS 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Sabonete Motivus Nome
PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS - BPA
PROGRAMA DE PRÉ-REQUISITOS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS - BPA Leonora Mansur Mattos Laboratório de Pós-Colheita Embrapa Hortaliças BOAS PRÁTICAS PRÁTICAS E PROCEDIMENTOS ESTABELECIDOS PARA A PRODUÇÃO PRIMÁRIA
REGIME JURÍDICO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
REGIME JURÍDICO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Pela Lei nº 3/2014* de 28 de Janeiro (em vigor desde 27 de Fevereiro), foi alterado o regime jurídico da promoção e prevenção da segurança e da saúde no
