Funções da linguagem
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- Amanda Martins da Mota
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1 Funções da linguagem Funções da linguagem são recursos de ênfase que atuam segundo a intenção do produtor da mensagem, cada qual abordando um diferente elemento da comunicação.
2 Funções da linguagem Os elementos da comunicação são: 1. emissor 2. receptor 3. mensagem 4. canal 5. referente ou contexto 6. código
3 Funções da linguagem 1- Emissor: É quem envia a mensagem (pode ser uma única pessoa ou um grupo de pessoas);
4 Funções da linguagem 2- Receptor: É quem recebe a mensagem (um indivíduo ou um grupo), também conhecido como destinatário;
5 Funções da linguagem 3- Mensagem: É o objeto físico da comunicação, aquilo que se transmite;
6 Funções da linguagem 4- Canal: É o meio pelo qual a mensagem é transmitida;
7 Funções da linguagem 5- Referente ou Contexto: É o objeto ou a situação a que a mensagem se refere;
8 Funções da linguagem 6- Código: É o conjunto de regras de combinação de signos utilizado para elaborar uma mensagem: o emissor codifica aquilo que o receptor irá decodificar. ث خ س (árabe) / Ϡ Ϫ Ж (grego)
9 Funções da linguagem Cada elemento de comunicação vai se manifestar por meio de uma função: 1. Emissor função emotiva 2. Receptor função conativa 3. Mensagem função poética 4. Canal função fática 5. Referente/contexto função referencial 6. Código função metalinguística
10 Funções da linguagem CONTEXTO REFERENCIAL (ativo) (passivo) EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR (remetente) POÉTICA (destinatário) EMOTIVA CÓDIGO CONATIVA /APELATIVA METALINGUÍSTICA CANAL FÁTICA
11 EMOTIVA OU EXPRESSIVA centra-se no emissor O objetivo do emissor é transmitir suas opiniões, sentimentos, inquietações, emoções e anseios. A realidade é transmitida sob o ponto de vista do emissor, a mensagem é subjetiva e centrada no emitente e, portanto, apresenta-se na primeira pessoa, na manifestação da subjetividade.
12 EMOTIVA OU EXPRESSIVA centra-se no emissor A presença da pontuação (ponto de exclamação, interrogação e reticências) é uma característica da função emotiva, pois transmite a subjetividade da mensagem e reforça a entonação emotiva. Essa função é comum em poemas ou narrativas de teor dramático ou romântico, nas autobiografias, nas memórias, na poesia lírica e nas cartas de amor.
13 EMOTIVA OU EXPRESSIVA centra-se no emissor Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. [...] Porém meus olhos não perguntam nada. O homem atrás do bigode é sério, simples e forte. Quase não conversa. Tem poucos, raros amigos o homem atrás dos óculos e do bigode. [...] (Poema de sete faces, Carlos Drummond de Andrade)
14 esqueminha S E N E M O T I V A M I I M S E S N O T R O
15 CONATIVA centra-se no receptor Esse tipo de função é muito comum em textos publicitários, em discursos políticos ou de autoridade.
16 CONATIVA centra-se no receptor O objetivo é de influenciar, convencer o receptor de alguma coisa por meio de uma ordem, sugestão, pedido, conselho, convite ou apelo. Geralmente, usa-se a 2ª pessoa do discurso (tu/você; vós/vocês), vocativos e formas verbais no imperativo.
17 CONATIVA centra-se no receptor Os verbos costumam estar no imperativo: Compre, Batom! Experimenta! Pense no futuro. Participe da promoção! Aceite desafios. Ou conjugados na 2ª ou 3ª pessoa: Você não pode perder! Ele vai melhorar seu desempenho!)
18 esqueminha R E C E P C O N A T I V A O O m P N R p E V e L E r A N a T C t I E i V R v o A
19 Questão Enem/2010 MOSTRE QUE SUA MEMÓRIA É MELHOR DO QUE A DE COMPUTADOR E GUARDE ESTA CONDIÇÃO: 12X SEM JUROS. Campanha publicitária de loja de eletrodomésticos Revista Época. N 424, 03 jul Ao circularem socialmente, os textos realizamse como práticas de linguagem, assumindo configurações específicas, formais e de conteúdo. Considerando o contexto em que circula o texto publicitário, seu objetivo básico é
20 Questão Enem (cont.) A)) Influenciar o comportamento do leitor, por meio de apelos que visam à adesão ao consumo. B) Definir regras de comportamento social pautadas no combate ao consumismo exagerado. C) defender a importância do conhecimento de informática pela população de baixo poder aquisitivo. D) facilitar o uso de equipamentos de informática pelas classes sociais economicamente desfavorecidas. E) questionar o fato de o homem ser mais inteligente que a máquina, mesmo a mais moderna.
21 Questão Enem/2009 Quando eu falo com vocês, procuro usar o código de vocês. A figura do índio no Brasil de hoje não pode ser aquela de 500 anos atrás, do passado, que representa aquele primeiro contato. Da mesma forma que o Brasil de hoje não é o Brasil de ontem, tem 160 milhões de pessoas com diferentes sobrenomes. Vieram para cá asiáticos, europeus, africanos, e todo mundo quer ser brasileiro. A importante pergunta que nós fazemos é: qual é o pedaço de índio que vocês têm? O seu cabelo? São seus olhos? Ou é o nome da sua rua? O nome da sua praça? Enfim, vocês devem ter um pedaço de índio dentro de vocês. Para nós, o importante é que vocês olhem para a gente como seres humanos, como pessoas que nem precisam de paternalismos, nem precisam ser tratadas com privilégios. Nós não queremos tomar o Brasil de vocês, nós queremos compartilhar esse Brasil com vocês. TERENA, M. Debate. MORIN, E. Saberes globais e saberes locais. Rio de Janeiro: Garamond, 2000 (adaptado).
22 Questão Enem (cont.) Os procedimentos argumentativos utilizados no texto permitem inferir que o ouvinte/leitor, no qual o emissor foca o seu discurso, pertence A) ao mesmo grupo social do falante/autor. B)) a um grupo de brasileiros considerados como não índios. C) a um grupo étnico que representa a maioria europeia que vive no país. D) a um grupo formado por estrangeiros que falam português. E) a um grupo sociocultural formado por brasileiros naturalizados e imigrantes.
23 REFERENCIAL centra-se no conteúdo O objetivo é transmitir uma informação objetiva, expor dados da realidade de modo objetivo, não há comentários, nem avaliação. Geralmente, o texto apresentase na terceira pessoa do singular ou plural, pois transmite impessoalidade. A linguagem é denotativa, ou seja, não há possibilidades de outra interpretação além da que está exposta.
24 REFERENCIAL centra-se no conteúdo A função referencial predomina em textos: científicos, jornalísticos, técnicos, didáticos ou em correspondências comerciais. (linguagem direta, sem subjetividade, sem ambiguidade).
25 esqueminha O B J R E F E R E N C I A L T O n I N f V T o A E r Ú m D a O r
26 REFERENCIAL centra-se no conteúdo Bancos terão novas regras para acesso de deficientes. Ucrânia denuncia presença de tanques russos no país.
27 Questão Enem/2010 A biosfera, que reúne todos os ambientes onde se desenvolvem os seres vivos, se divide em unidades menores chamadas ecossistemas, que podem ser uma floresta, um deserto e até um lago. Um ecossistema tem múltiplos mecanismos que regulam o número de organismos dentro dele, controlando sua reprodução, crescimento e migrações. DUARTE, M. O guia dos curiosos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
28 Questão Enem (cont.) Predomina no texto a função da linguagem A) emotiva, porque o autor expressa seu sentimento em relação à ecologia. B) fática, porque o texto testa o funcionamento do canal de comunicação. C) poética, porque o texto chama a atenção para os recursos de linguagem. D) conativa, porque o texto procura orientar comportamentos do leitor. E)) referencial, porque o texto trata de noções e informações conceituais.
29 Resposta comentada Percebe-se a transmissão de uma informação por conceitos e definições como as que são apresentadas em livros didáticos e enciclopédias. A intenção do emissor é a de transmitir uma mensagem, de forma real e objetiva, sem admitir mais de uma interpretação. No caso desta função da linguagem, o objetivo é informar, com detalhes, sobre o conteúdo de determinada mensagem. Trata-se da função referencial, também conhecida por função informativa ou denotativa, especialmente, empregada em textos de jornais, revistas informativas, livros didáticos e técnicos.
30 FÁTICA centra-se no canal O objetivo dessa função é estabelecer uma relação com o emissor, um contato para verificar se a mensagem está sendo transmitida ou para dilatar a conversa. A função fática seria basicamente o diálogo.
31 FÁTICA centra-se no canal Faz-se a abertura, a manutenção e o fechamento para verificação do canal de comunicação: Gente, vamos prestar atenção! Vocês estão entendendo?, Tudo bem? Oi Alô... né?
32 esqueminha E F Á T I C A I E A C S N I T A Ê A L N C I A
33 METALINGUÍSTICA centra-se no código Essa função refere-se à metalinguagem, que é quando o emissor explica um código usando o próprio código. Um poema fala da própria ação de se fazer um poema, um filme mostra sobre como fazer um filme. Uso do dicionário para conhecer o sentido da palavra (o código explicando o próprio código). Programas de TV que falam sobre a própria TV ou programas de TV que falam sobre a própria mídia. Peças de teatro que falam sobre o teatro.
34 METALINGUÍSTICA centra-se no código Lutar com palavras é a luta mais vã. Entretanto lutamos mal rompe a manhã. São muitas, eu pouco. Algumas, tão fortes como o javali. Não me julgo louco. Se o fosse, teria poder de encantá-las. Mas lúcido e frio, apareço e tento apanhar algumas para meu sustento num dia de vida. Deixam-se enlaçar, tontas à carícia e súbito fogem e não há ameaça e nem há sevícia que as traga de novo ao centro da praça. Carlos Drummond de Andrade
35 METALINGUÍSTICA centra-se no código Uma canção é prá acender o Sol No coração da pessoa Prá fazer brilhar como um farol O som depois que ressoa... Uma canção é prá trazer calor Deixar a vida mais quente Prá puxar o fio da paixão No labirinto da gente... Prá consertar Prá defender a cidadela Prá celebrar Prá reunir bairro e favela... Uma Canção É Pra Isso - Skank
36 esqueminha METALINGUÍSTICA í Ó N D G I U G A O
37 Questão Enem/2013 Lusofonia rapariga: s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz. Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada no café, em frente da chávena de café, enquanto alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então, terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café, a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não fique estragada para sempre quando este poema atravessar o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo sem pensar em áfrica, porque aí lá terei
38 Questão Enem (cont.) Lusofonia de escrever sobre a moça do café, para evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é uma palavra que já me está a pôr com dores de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria era escrever um poema sobre a rapariga do café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão. JÚDICE, N. Matéria do Poema. Lisboa: D. Quixote, 2008
39 (Enem 2013) O texto traz em relevo as funções metalinguística e poética. Seu caráter metalinguístico justifica-se pela A) discussão da dificuldade de se fazer arte inovadora no mundo contemporâneo. B) defesa do movimento artístico da pós-modernidade, típico do século XX. C) abordagem de temas do cotidiano, em que a arte se volta para assuntos rotineiros. D)) tematização do fazer artístico, pela discussão do ato de construção da própria obra. E) valorização do efeito de estranhamento causado no público, o que faz a obra ser reconhecida.
40 Questão Enem/2009 Quando eu falo com vocês, procuro usar o código de vocês. A figura do índio no Brasil de hoje não pode ser aquela de 500 anos atrás, do passado, que representa aquele primeiro contato. Da mesma forma que o Brasil de hoje não é o Brasil de ontem, tem 160 milhões de pessoas com diferentes sobrenomes. Vieram para cá asiáticos, europeus, africanos, e todo mundo quer ser brasileiro. A importante pergunta que nós fazemos é: qual é o pedaço de índio que vocês têm? O seu cabelo? São seus olhos? Ou é o nome da sua rua? O nome da sua praça? Enfim, vocês devem ter um pedaço de índio dentro de vocês. Para nós, o importante é que vocês olhem para a gente como seres humanos, como pessoas que nem precisam de paternalismos, nem precisam ser tratadas com privilégios. Nós não queremos tomar o Brasil de vocês, nós queremos compartilhar esse Brasil com vocês. TERENA, M. Debate. MORIN, E. Saberes globais e saberes locais. Rio de Janeiro: Garamond, 2000 (adaptado).
41 Questão Enem/2009 (cont.) Na situação de comunicação da qual o texto foi retirado, a norma padrão da língua portuguesa é empregada com a finalidade de A) demonstrar a clareza e a complexidade da nossa língua materna. B)situar os dois lados da interlocução em posições simétricas. C) comprovar a importância da correção gramatical nos diálogos cotidianos. D) mostrar como as línguas indígenas foram incorporadas à língua portuguesa. E))ressaltar a importância do código linguístico que adotamos como língua nacional.
42 Questão Enem/2013
43 Questão Enem (cont.) Os objetivos que motivam os seres humanos a estabelecer comunicação determinam, em uma situação de interlocução, o predomínio de uma ou de outra função de linguagem. Nesse texto, predomina a função que se caracteriza por A) tentar persuadir o leitor acerca da necessidade de se tomarem certas medidas para a elaboração de um livro. B) enfatizar a percepção subjetiva do autor, que projeta para sua obra seus sonhos e histórias. C) apontar para o estabelecimento de interlocução de modo superficial e automático, entre o leitor e o livro. D)) fazer um exercício de reflexão a respeito dos princípios que estruturam a forma e o conteúdo de um livro. E) retratar as etapas do processo de produção de um livro, as quais antecedem o contato entre leitor e obra.
44 POÉTICA centra-se na mensagem O objetivo do emissor é expressar seus sentimentos por intermédio de textos que podem ser enfatizados por meio das formas das palavras, da sonoridade, do ritmo, além de elaborar novas possibilidades de combinações dos signos linguísticos. A finalidade é sempre a de produzir prazer estético, dando ênfase ao ritmo e à sonoridade do texto.
45 POÉTICA centra-se na mensagem É presente em textos literários, publicitários e em letras de música. negócio/ego/ócio/cio/o Na poesia acima Epitáfio para um banqueiro, José de Paulo Paes faz uma combinação de palavras que passa a ideia do dia a dia de um banqueiro, de acordo com o poeta.
46 POÉTICA centra-se na mensagem Já conheço os passos dessa estrada Sei que não vai dar em nada Seus segredos sei de cor Já conheço as pedras do caminho E sei também que ali sozinho Eu vou ficar, tanto pior O que é que eu posso contra o encanto Desse amor que eu nego tanto Evito tanto E que no entanto Volta sempre a enfeitiçar Com seus mesmos tristes velhos fatos Que num álbum de retrato Eu teimo em colecionar... (Chico Buarque de Holanda e Tom Jobim)
47 esqueminha M E E S N S T R S P O É T I C A N T T G O I M E R C O M A A
48 Questão Enem/2009 Canção do vento e da minha vida O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores... E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De frutos, de flores, de folhas. [...]
49 Questão Enem (cont.) O vento varria os sonhos E varria as amizades... O vento varria as mulheres... E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De afetos e de mulheres.
50 Questão Enem (cont.) O vento varria os meses E varria os teus sorrisos... O vento varria tudo! E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De tudo. BANDEIRA, M. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1967.
51 Questão Enem (cont.) Predomina no texto a função da linguagem A) fática, porque o autor procura testar o canal de comunicação. B) metalinguística, porque há explicação do significado das expressões. C) conativa, uma vez que o leitor é provocado a participar de uma ação. D) referencial, já que são apresentadas informações sobre acontecimentos e fatos reais. E)) poética, pois chama-se a atenção para a elaboração especial e artística da estrutura do texto.
52 Questão Enem Na estruturação do texto, destaca-se A) a construção de oposições semânticas. B) a apresentação de ideias de forma objetiva. C) o emprego recorrente de figuras de linguagem, como o eufemismo. D)) a repetição de sons e de construções sintáticas semelhantes. E) a inversão da ordem sintática das palavras.
53 Questão Enem/2011 Pequeno concerto que virou canção Não, não há por que mentir ou esconder A dor que foi maior do que é capaz meu coração Não, nem há por que seguir cantando só para explicar Não vai nunca entender de amor quem nunca soube amar Ah, eu vou voltar pra mim Seguir sozinho assim Até me consumir ou consumir toda essa dor Até sentir de novo o coração capaz de amor VANDRÉ, G. Disponível em: Acesso em: 29 jun. 2011
54 Questão Enem Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação da função poética da linguagem, que é percebida na elaboração artística e criativa da mensagem, por meio de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise do texto, entretanto, percebe-se, também, a presença marcante da função emotiva ou expressiva, por meio da qual o emissor
55 Questão Enem (cont.) A)) imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, seus sentimentos. B) transmite informações objetivas sobre o tema de que trata a canção. C) busca persuadir o receptor da canção a adotar um certo comportamento. D) procura explicar a própria linguagem que utiliza para construir a canção. E) objetiva verificar ou fortalecer a eficiência da mensagem veiculada.
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