ANGELA DOS SANTOS GUIRALDELI
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- Davi Cabreira Chaves
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ATENÇÃO BASICA EM SAÚDE DA FAMÍLIA ANGELA DOS SANTOS GUIRALDELI ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO EM RELAÇÃO A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA FORMIGA MINAS GERAIS 2014
2 ANGELA DOS SANTOS GUIRALDELI ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO EM RELAÇÃO A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, Universidade Federal de Minas Gerais, para a obtenção do Certificado de Especialista. Orientadora: Profa. Valéria Tassara. FORMIGA MINAS GERAIS 2014
3 ANGELA DOS SANTOS GUIRALDELI ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO EM RELAÇÃO A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTEMICA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, Universidade Federal de Minas Gerais, para a obtenção do Certificado de Especialista. Orientadora: Profa. Valéria Tassara. Banca Examinadora Profa. Valéria Tassara - orientadora Profa. Fernanda Magalhães Duarte Rocha - Aprovado em Belo Horizonte: / /2014
4 A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. (Carlos Drummond de Andrade)
5 RESUMO A Hipertensão arterial é uma síndrome caracterizada pela elevação dos níveis pressóricos, tanto sistólico como diastólico, atingindo cerca de 10 a 20% da população. O presente estudo apresenta o conceito da hipertensão arterial, fatores de e a classificação do cardiovascular em portadores de hipertensão arterial sistêmica. Nos Estados Unidos, a partir do estudo de Framingham, foi realizada uma escala denominada de Framingham que é um instrumento usado para nortear os profissionais de saúde na realização da estratificação do cardiovascular em dez anos. Esta revisão literária teve como objetivo conhecer, a partir da literatura, o que se tem publicado a respeito da classificação do cardiovascular do usuário portador de hipertensão arterial sistêmica. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica com buscas na Biblioteca Virtual em Saúde, na base de dados do Scientific Electronic Library Online (SciELO) bem como no Departamento da Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde, no período de fevereiro a outubro Os descritores usados foram: prevenção, hipertensão e enfermeiro. Tem sido demonstrada uma relação linear e contínua entre o aumento da pressão arterial e de eventos cardiovasculares. A estratificação de cardiovascular em hipertensos torna-se importante para melhor acompanhamento e conhecimento desse público, a fim de prevenção de complicações graves. A partir da classificação do cardiovascular é possível definir a prevalência dos fatores de s modificáveis, podendo planejar estratégias preventivas a cada individuo, com núcleo de apoio a saúde da família. Descritores: Prevenção. Hipertensão. Enfermeiro.
6 ABSTRACT Arterial hypertension is a syndrome characterized by elevated blood pressure, both diastolic and systolic, reaching about % of the population. This study introduces the concept of hypertension, risk factors and determine cardiovascular risk in patients with hypertension. In the United States, from the Framingham study, a scale called the Framingham which is an instrument used to guide health professionals in carrying out the stratification of cardiovascular risk in ten years was performed. This literature review aimed to identify, from the literature, which has been published regarding the classification of cardiovascular risk bearer user hypertension. The methodology used was a literature review searching the Virtual Health Library, the database Scientific Electronic Library Online (SciELO) and the Department of Primary Care (DAB) from the Ministry of Health, in the period from February to October 2013 The keywords used were: prevention, hypertension and nurses have also demonstrated a linear and continuous relationship between increasing blood pressure and risk of cardiovascular events. The stratification of cardiovascular risk in hypertensive patients becomes important for better monitoring and knowledge of this audience in order to prevent serious complications. From the classification of cardiovascular risk is possible to define the prevalence of modifiable risk factors, preventive strategies may plan for each individual, with core support family health. Keywords: Prevention. Hypertension. Nurse.
7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO..8 2 JUSTIFICATIVA 10 3 OBJETIVOS METODOLOGIA 12 5 REVISÃO LITERÁRIA Conceito e epidemiologia Fatores de para Hipertensão arterial sistêmica (HAS) Eventos cardiovasculares Técnica para aferir pressão arterial Técnica para medida circunferência abdominal Formulário para estratificação do cardiovascular na hipertensão arterial sistêmica 21 6 CONCLUSÃO 23 REFERÊNCIAS 26
8 8 1 INTRODUÇÃO Em 1948, nos Estados Unidos, foi realizado um grande estudo populacional, chamado estudo de Framingham, comprovado cientificamente, patrocinado pelo National Heart Institute, realizado em Massachusetts. Surge então a escala de Framingham, norteando os profissionais na estratificação do de eventos cardiovasculares em um período de dez anos. Naquela época, pouco se conhecia sobre os fatores que contribuíam para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, e o objetivo deste estudo foi identificá los. A classificação do em desenvolver doença cardiovascular pode ser considerada em baixo, médio e alto e em dez anos (V DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2006). Conforme Mion et al., (2004), os estudos que analisam a prevalência de hipertensão arterial, no Brasil, são poucos e não representativos, entretanto, estudos isolados em diferentes regiões do País apontam para uma prevalência estimada na ordem de 22 a 44% da população brasileira. A V Diretriz Brasileira de Hipertensão (2006) traz a hipertensão arterial sistêmica como o principal fator de de morte entre as doenças não transmissíveis, havendo uma relação direta e positiva com o cardiovascular. A mesma diretriz ressalta alguns dos fatores de prevalentes para hipertensão arterial sistêmica como: idade, gênero e etnia, excesso de peso/ obesidade, ingestão de sal, ingestão alcoólica, sedentarismo, fatores socioeconômicos, hereditariedade, fatores de cardiovasculares. De acordo com a identificação do, são recomendadas medidas adequadas para o de nível estimado, como mudanças na alimentação, interrupção do tabagismo, atividade física, e em casos de s elevados são prescritos medicamentos pelo médico responsável. A adesão ao tratamento faz parte do desenvolvimento em saúde, do processo terapêutico, favorecendo a promoção da saúde e reabilitação do usuário e como suporte a mudança do estilo de vida (BRASIL, 2006). Ao se fazer o diagnóstico situacional por ocasião de elaboração das atividades do Módulo de Planejamento e avaliação das ações em saúde (CAMPOS;
9 9 FARIA; SANTOS, 2010), na Estratégia de Saúde da Família Carine Abud, situada no Distrito de Guardinha, município de São Sebastião do Paraíso Minas Gerais, a equipe de saúde, em reunião, priorizou o problema do cardiovascular a que estão expostos os usuários portadores de hipertensão arterial sistêmica no nosso processo de trabalho. Assim, ficou definido que era pertinente buscar conhecimento e sistematizar a estratificação de cardiovascular com vistas á melhoria da consulta de enfermagem aos pacientes portadores de hipertensão arterial e priorização do atendimento à população com maior. Após a estratificação do cardiovascular, o atendimento do usuário portador de hipertensão arterial sistêmica será priorizado conforme a classificação.
10 10 2 JUSTIFICATIVA De acordo com o caderno da atenção básica prevenção clinica de doença cardiovascular, cerebrovascular e doenças renais (BRASIL, 2006), após a classificação do cardiovascular dos hipertensos em baixo, médio, alto e muito alto, é possível realizar a prevenção de possíveis complicações como acidentes cardiovasculares, ataque isquêmico transitório/ acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana, hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência cardíaca, doença vascular periférica, e retinopatia periférica. e auxiliar na triagem para atenção especializada. Acreditamos, portanto, que a organização do processo de trabalho da equipe de saúde da ESF Carine Abud e o direcionamento das ações do enfermeiro relativas à estratificação de dos portadores de hipertensão arterial sistêmica, durante a consulta de enfermagem, contribuirão, de forma substancial, para que a população seja cuidada com efetividade e eficiência e, consequentemente, os s cardiovasculares sejam miminizados.
11 11 3 OBJETIVO Conhecer, a partir da literatura, o que se tem publicado a respeito da classificação do cardiovascular do usuário portador de hipertensão arterial sistêmica..
12 12 4 METODOLOGIA Para este estudo foi utilizada a revisão de literatura narrativa, a qual possibilita o acesso a experiências de autores que já pesquisaram sobre o assunto. Segundo Silva e Trentini (2002), a revisão narrativa não é imparcial porque permite o relato de outros trabalhos, a partir da compreensão do pesquisador sobre como os outros fizeram seus estudos. Foi realizado um levantamento bibliográfico de publicações referentes à prevalência da hipertensão arterial sistêmica em adultos e classificação de cardiovascular. A busca foi realizada na Biblioteca Virtual em Saúde, na base de dados do Scientific Electronic Library Online (SciELO) e no Departamento da Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde, no período de fevereiro a outubro Os descritores usados para a busca foram: prevenção, hipertensão e enfermeiro.
13 13 5 REVISAO LITERÁRIA 5.1 Conceito e epidemiologia A pressão arterial sistêmica é a pressão existente no interior das artérias e comunicada às suas paredes. Durante a contração dos ventrículos, o ventrículo esquerdo ejeta sangue para a artéria aorta, tal contração recebe o nome de sístole. Nesse momento de contração, a pressão nas artérias se torna máxima, e se distendem um pouco (pressão sistólica). A pressão diastólica ocorre com o relaxamento dos ventrículos, nesse momento o sangue que foi ejetado na artéria aorta tenta refluir, porém é contido pelo fechamento da válvula aórtica (GUSMÃO; MION; PIERIN, 2005). No Brasil, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é a morbidade mais comum, porem não é a principal causa de morte na população adulta, predomina mais de 25% no sexo masculino. Enfatiza se como fatores de o sobrepeso e ou obesidade, baixa escolaridade e a raça negra, a população indígena possui baixa prevalência (LESSA, 2001) Na saúde, as doenças crônicas degenerativas tem um impacto crescente na população mundial. Em 2005, faleceram aproximadamente 35 milhões de pessoas, 80% desses óbitos foram em países de média e baixa renda. Um dos agravos crônicos mais comuns e com repercussão clinica grave é a hipertensão. É estimado que 7,1 milhões de pessoas morram anualmente devido a hipertensão. Há algumas décadas, as doenças do aparelho circulatório, são as principais causas de óbitos no Brasil, configurando um importante problema de saúde pública brasileira (BOING; BOING, 2007) Para Barreto et al., (2001), a alta prevalência e aglomeração de fatores de para DCV entre hipertensos reforça não somente a necessidade de aprimoramento do diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial sistêmica, como também a abordagem integral do perfil de dessa população. Segundo Machado (2006), a nova categoria para os estágios da hipertensão arterial, a pré-hipertensão, é a alteração mais significativa no esquema de classificação da hipertensão arterial e representa PAS de 120 a 139 mmhg ou PAD de 80 a 89 mmhg.
14 14 O Quadro 1 apresenta a classificação da pressão arterial realizada em consultório em pessoas adultas. Quadro 1- Pressão arterial de acordo com a aferição casual em consultório, em maiores de 18 anos, segundo a classificação brasileira, europeia e norte americana Classificação Brasileira 2002 Européia 2003, Classificação Norte- Americana 2003 Pressão Sistólica (mmhg) Ótima Normal < 120 < 80 Pressão Diastólica (mmhg) Normal Pré hipertensão Limítrofe Hipertensão Estágio 1 (leve) Hipertensão Estágio 2 (moderada) Hipertensão Estágio 3 (Grave) Sistólica Isolada Hipertensão Estágio 1 Hipertensão Estágio 2 Sistólica Isolada Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão < 90 Considerada pela secretaria estadual de saúde de Minas Gerais (MINAS GERAIS, 2013), como uma condição clínica multifatorial, a hipertensão arterial é caracterizada pelos níveis elevados da pressão arterial (PA), frequentemente associados a alterações de órgãos alvos (coração, cérebro, rins), por conseqüência há o aumento do cardiovascular. De acordo com o caderno da atenção primária de rastreamento (BRASIL, 2010), devem ser realizadas orientações quanto a reavaliação sistemática do usuário hipertenso, de acordo com as aferições da pressão arterial inicial, conforme dados do Quadro 2.
15 15 Quadro 2- Recomendação de acompanhamento de acordo com a aferição da PA inicial: Normal Reavaliação em dois anos Pré Hipertensão Reavaliação em um ano Estágio 1 Confirmação em dois meses Estágio 2 Avaliação ou encaminhamento para referencia em um mês. Para usuários com PA > 180x110, avaliação e tratamento imediato ou na semana. Fonte: (Adaptado: NATIONAL HEART LUNG AND BLOOD INSTITUTE, 2004) 5.2 Fatores de para Hipertensão arterial sistêmica (HAS) De acordo com a Secretaria de Saúde de Minas Gerais (MINAS GERAIS, 2012), os fatores de para HAS, geralmente estão associados ao estilo de vida, fator sócio econômico e fatores genéticos. Genéticos: estão bem estabelecidos na população, porém até o momento não há variante genética que possa ser utilizada para avaliação do individual de se desenvolver HAS. Idade: a prevalência da HAS aumenta simultaneamente de acordo com a idade, podendo atingir até 60 % em indivíduos acima de 60 anos. Gênero e etnia: a prevalência de HAS é maior em indivíduos do sexo masculino, em relação a mulheres até 50 anos, e em relação à etnia, a HAS é prevalente duas vezes mais em indivíduos de cor não branca. Sobrepeso e obesidade: Souza et al. (2003) definem obesidade como uma doença de alta prevalência com implicações psicológicas, médicas e sociais, associada a dislipidemia, diabetes mellitus (DM) e hipertensão arterial, favorecendo a ocorrência de eventos cardiovasculares, considerada a principal causa de morte no pais. Segundo o Ministério da Saúde, (BRASIL, 2006), a obesidade é classificada pelo índice de massa corporal (IMC) cujo valor é obtido pela divisão do peso pela altura, elevada ao quadrado.
16 16 Os dados do Quadro 3 expõem a classificação do IMC, em adultos. Quadro 3 - Classificação do índice de massa corpórea em adultos Classificação IMC Eutrófico 20 e 24,9 Sobrepeso 25 e < 30 Obesidade 30 Obesidade ,9 Obesidade ,9 Obesidade Fonte: (BRASIL, 2006) A aferição da circunferência da cintura é importante na avaliação da obesidade visceral. Os valores adotados nestas diretrizes são 88 cm para mulheres e 102 para os homens (V DIRETRIZES BRASILEIRAS DE HIPERTENSÃO, 2006). Ressalta-se que o tratamento e orientação ao usuário hipertenso devem seguir algumas normas, dentre as quais destacam - se: Ingestão de sal: a recomendação do consumo do cloreto de sódio é de 5-6 g diariamente, como forma de prevenção de HAS. A ingestão excessiva de sódio tem sido correlacionada ao desenvolvimento da hipertensão arterial (MINAS GERAIS, 2012) Ingestão alcoólica: considerando o álcool uma substancia tóxica, pode contribuir para o desenvolvimento de algumas patologias como HAS, aumento dos triglicérides, diabetes não insulinodependente, câncer, encefalopatia, pancreatite. O uso crônico e não moderado pode acarretar prejuízo no convívio social (ESCOLA ANA NERY) Sedentarismo: aumenta em média 30% a incidência de HAS em relação ao usuário ativo (SOUZA et al., 2003), a atividade física reduz a incidência de mortalidade e doenças cardiovasculares. Fatores socioeconômicos: a influencia deste item é complexa, no Brasil, a HAS é prevalente em indivíduos com menor escolaridade. 5.3 Classificação de Cardiovascular
17 17 Conforme Duarte et al., (2006), há mais de 55 anos foi realizado um estudo cardiovascular por Framingham em Massachusetts (cidade dos Estados Unidos), onde foi constatado a importância de alguns fatores de para o desenvolvimento de doença cardíaca e cerebrovascular. A partir de então houve diversas publicações sobre o assunto, sendo possível obter um maior conhecimento a respeito das características individuais e ambientais relacionadas a maior probabilidade de doença cardíaca. Tais publicações trazem como fatores fortemente relacionados a doença arterial coronariana e suas manifestações clínicas: tabagismo, níveis elevados de colesterol LDL, baixos de HDL, diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, antecedentes hereditários, obesidade, sedentarismo. O caderno da atenção básica Prevenção Clinica de Doença Cardiovascular Cerebrovascular e Doenças Renais, (BRASIL, 2006) descreve a presença de fatores de e lesões em órgãos alvo, segundo informações contidas no quadro 4. Quadro 4 - Componentes que auxiliam na estratificação do cardiovascular individual: FATORES DE RISCO MAIORES LESÃO EM ÓRGÃOS ALVO Faixa etária: homens 55anos Doenças cardíacas: mulheres 65 anos Hipertrofia do ventrículo esquerdo História familiar de antecedentes Angina do peito ou infarto do miocárdio cardiovasculares: homens < 55 anos prévio Mulheres < 65 anos Revascularização miocárdica Obesidade: IMC 30 kg/m² prévia Sedentarismo Tabagismo Diabetes Mellitus Insuficiência cardíaca Episódio isquêmico ou acidente vascular cerebral Microalbuminúria Doença vascular arterial periférica Clearance de creatinina < 60 ml/min Retinopatia hipertensiva Dislipidemia Nefropatia Fonte: (BRASIL, 2006)
18 18 A classificação de cardiovascular deve ser realizada por meio de avaliação minuciosa, uma anamnese bem feita e exame físico detalhado, e não somente através de achados clínicos e laboratoriais isolados, nem mesmo pela patologia isolada. Muitas patologias estão perdendo status por serem reclassificadas como fatores de, como é o caso da diabetes mellitus, que está sendo entendida como um cardiovascular por ser considerada a principal causa de óbito do usuário diabético. Essa patologia está sendo equiparada a doença coronariana, merecendo tratamento intensivo em termos de meta para controle pressórico e dos níveis de colesterol. Durante a estratificação deverão ser considerados gênero, idade, tabagismo, doença arterial coronariana (DAC) prematura, circunferência abdominal, relação cintura/quadril (MINAS GERAIS, 2012). O fluxograma apresentado, a seguir, aponta o caminho a ser seguido para a classificação de cardiovascular.
19 19 Fluxograma 1 Classificação de riso cardiovascular : Fonte: (BRASIL, 2006)
20 20 No próximo quadro, encontra-se descrita a estimativa de cardiovascular, levando em consideração a pressão arterial e o critério baseado na Escala de Framingham Quadro 5- A estratificação da hipertensão arterial sistêmica e estimativa do cardiovascular. Estratificação Critério Framingham HAS de baixo cardiovascular Estimativa de cardiovascular menor que 10% em 10 anos HAS de moderado cardiovascular Estimativa de cardiovascular menor que 10% a 20% em 10 anos HAS de alto cardiovascular Estimativa de cardiovascular maior que 20% em 10 anos Fonte: (MINAS GERAIS, 2013) Prosseguindo no que diz respeito à estratificação de, de acordo com a pressão arterial, no quadro 6 tem-se pode-se encontrar a comparação entre a pressão arterial normal e o hipertensão Quadro 6 -Estratificação de global: classificação da HAS de acordo com fatores de Normotensão Hipertensão Outros fatores de Ótimo PAS<120 Normal PAS 120- Limítrofe PAS 130- Estagio 1 PAS Estagio 2 PAS Estágio 3 PAS >180 ou ou PAD < 129 ou 139 ou PAD >110 doenças 80 PAD 80 - PAD 85 PAD 90- PAD Nenhum Baixo Moderado Alto fator de Basal Basal Basal 1 2 Baixo Baixo Baixo Moderado Moderado fatores de 3 ou mais fatores de Moderado Moderado Alto Alto Alto
21 21 LOA ou SM DM Condições Clínicas associadas Fonte : (V DIRETRIZ SOCIEDADE BRASILEIRA, 2006) (LOA: lesão de órgãos-alvos; SM: síndrome metabólica; DM: diabetes melito) 5.4.Técnica para aferir pressão arterial: Os procedimentos realizados por profissionais da área de saúde devem ser orientados aos usuários antes da realização de qualquer técnica. Para obter um bom resultado ao aferir a pressão arterial, deve- se observar alguns fatores importantes, relativos à técnica para aferir PA, conforme orientações da Secretaria de Saúde (MINAS GERAIS, 2006). 1. Explicar o procedimento ao paciente, orientando que não fale e descanse por 5-10 minutos em ambiente calmo, com temperatura agradável. Promover relaxamento, para atenuar o efeito do avental branco (elevação da pressão arterial pela tensão provocada pela simples presença do profissional de saúde, particularmente do médico). 2. Certificar-se de que o paciente não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos há minutos; não ingeriu bebidas alcoólicas, café, alimentos, ou fumou até 30 minutos antes; e não está com as pernas cruzadas. 3. Utilizar manguito de tamanho adequado ao braço do paciente, cerca de 2 a 3 cm acima da fossa antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial. A largura da bolsa de borracha deve corresponder a 40% da circunferência do braço e o seu comprimento, envolver pelo menos 80%. 4. Manter o braço do paciente na altura do coração, livre de roupas, com a palma da mão voltada para cima e cotovelo ligeiramente fletido. 5. Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do mostrador do manômetro aneróide.
22 22 6. Palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, para a estimativa do nível a pressão sistólica; desinflar rapidamente e aguardas um minuto antes de inflar novamente. 7. Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva. 8. Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmhg, até ultrapassar, de 20 a 30 mmhg, o nível estimado da pressão sistólica. Proceder a deflação, com velocidade constante inicial de 2 a 4 mmhg por segundo. Após identificação do som que determinou a pressão sistólica, aumentar a velocidade para 5 a 6 mmhg para evitar congestão venosa e desconforto para o paciente. 9. Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som (fase I de Korotkoff), seguido de batidas regulares que se intensificam com o aumento da velocidade de deflação. Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de Korotkoff). Auscultar cerca de 20 a 30mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois proceder à deflação rápida e completa. Quando os batimentos persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff). 10. Registrar os valores das pressões sistólicas e diastólica, complementando com a posição do paciente, o tamanho do manguito e o braço em que foi feita a medida. Não arredondar os valores de pressão arterial para dígitos terminados em zero ou cinco. 11. Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas. 12. O paciente deve ser informado sobre os valores obtidos da pressão arterial e a possível necessidade de acompanhamento Medida Circunferência abdominal A medida da circunferência abdominal é realizada com o individuo em posição ortostática com fita métrica não distensível, posicionada no ponto médio do rebordo costal e a crista ilíaca (MINAS GERAIS, 2012)
23 Formulário para estratificação do cardiovasvular na hipertensão arterial sistêmica: ESF CARINE ABUB GUARDINHA, SÃO SEBASTIÃO DO PARAISO MG Nome: Data Nascimento: / / Profissional/ Data: / / registro: FATORES DE RISCO Faixa etária: homens 55anos mulheres 65 anos História familiar de antecedentes cardiovasculares: Homens < 55 anos Mulheres < 65 anos Obesidade: IMC 30 kg/m² Cincunferencia cintura: Mulheres 88 Homens 102 Sedentarismo Dislipidemia LESÃO EM ÓRGÃOS ALVO Doenças cardíacas: Hipertrofia do ventrículo esquerdo Angina do peito ou infarto do miocárdio prévio Revascularização miocárdica prévia Insuficiência cardíaca Episódio isquêmico ou acidente vascular cerebral Doença vascular arterial periférica Retinopatia hipertensiva Nefropatia Acido Úrico Classificação do cardiovascular Diabetes Mellitus Microalbuminúria Clearance de creatinina < 60 ml/min Tabagismo leve Médio Alto Muito Alto Normotensão Hipertensão Outros Ótimo Normal Limítrofe Estagio 1 Estagio 2 Estágio 3 fatores de PAS<120 PAS 120- PAS 130- PAS PAS PAS >180
24 24 ou ou PAD < 129 ou 139 ou PAD >110 doenças 80 PAD 80 - PAD 85 PAD PAD Nenhum Baixo Moderado Alto fator de Basal Basal Basal 1 2 Baixo Baixo Baixo Moderado Moderado fatores de 3 ou mais Moderado Moderado Alto Alto Alto fatores de LOA ou SM DM Condições Clínicas associadas Fonte: Próprio autor
25 25 6 CONCLUSÃO A presente revisão bibliográfica buscou destacar as ações do enfermeiro na consulta de enfermagem ao portador de hipertensão arterial sistêmica e fornecer uma ferramenta para realização da estratificação do cardiovascular neste público alvo, atendimento o qual será realizada no distrito de Guardinha, São Sebastião do Paraíso, devido ao compromisso com a prevenção de complicações dos usuários hipertensos, e a promoção da saúde. Com base na revisão literária dos artigos pesquisados foi possível realizar um formulário para sistematizar a classificação do cardiovascular, voltados para clientes hipertensos. A precocidade da estratificação do cardiovascular reduz o das complicações causadas pela hipertensão arterial, proporcionando uma qualidade de vida saudável ao usuário. Espera-se que este estudo possa contribuir para o processo de construção do conhecimento acadêmico e que as questões apresentadas permitam pensar, formular e reformular o cuidado preventivo propício para o público hipertenso por parte do profissional enfermeiro.
26 26 REFERÊNCIAS BARRETO, S.M.; PASSOS, V.M.A.; FIRMO, J.O.A.; GUERRA, H.L.; VIDIGAL, P,G.; LIMA-COSTA, M.F.F. Hypertension and clustering of cardiovascular risk factors in a community in Southest Brazil The Bambuí Health and Ageing Study. Arquivo Brasileiro de Cardiologia. v.77, n.6, p , 2001 BOING. A. C.; BOING. A. F.Hipertensão arterial sistêmica: o que nos dizem os sistemas brasileiros de cadastramentos e informações em saúde 2007 Disponível em: Acessado em: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Caderno da Atenção Básica Prevenção clinica de doença cardiovascular, cerebrovascular e doenças renais, nº 14 Brasília - DF, 2006a BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Caderno atenção básica obesidade, nº 12, Brasília - DF, 2006b BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Caderno da Atenção Primária. Rastreamento 29. Brasília, BRASIL. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão VI, Avaliação Clínica e Laboratorial e Estratificação de, Disponível em: Acesso em CAMPOS, Francisco Carlos Cardoso; FARIA, Horácio Pereira; SANTOS, Max André. Planejamento e avaliação das ações em saúde. 2 ed.. Belo Horizonte: NESCON/ UFMG, DUARTE, N. A. C.; SATO, S.M.; RIBEIRO, D.J.; KAWAGUCHI, L.Y.A.; SOUZA, F.B.; RIBEIRO. W; OSÓRIO.R.A.L.; Estratificação de de Doença Cardiovascular pelo Escore de Framingham, 2006, Disponível em: Acessado em GUSMÃO, J.L; MION, D.; PIERIN,A. M.G. Avaliação da qualidade de vida do paciente hipertenso: Proposta de um instrumento. Rev Bras Hipertensão, v.8, n. 1, p 22-38, 2005.
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