Fundamentos Determinantes da
|
|
|
- Elias Ramires Belo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fundamentos Determinantes da Taxa de Câmbio Troca de bens e serviços Paridade de poder de compra Paridade das taxas de juros
2 O que determina a taxa de câmbio?
3 Primeiro Fundamento: Balanço de Transações Correntes Compras no exterior provocam a necessidade de divisas estrangeiras. Vice-versa, vendas ao exterior fornecem maior oferta de moedas estrangeiras. O primeiro fator determinante da taxa de câmbio diz respeito às trocas externas de bens ou serviços, dadas pela diferença entre suas exportações e suas importações: (XS - MS).
4 Níveis da atividade doméstica Y e estrangeira Y* afetam câmbio Se o crescimento do resto do mundo (Y*) for maior do que o interno (Y), essa diferença (Y* - Y) resultará, provavelmente, em valor da exportação (X) maior do que o da soma das importações (M): (X M) > 0. O superávit das transações correntes, no balanço de pagamentos, provoca apreciação da moeda nacional ( e), no mercado de câmbio. Inversamente, o crescimento doméstico (Y) mais rápido do que o crescimento estrangeiro (Y*) pode levar a déficit do balanço comercial (X M < 0) e à conseqüente depreciação da moeda nacional ( e). M = f( Y, e r ); X = f( Y*, e r ) => dadas Y e Y*, ( X M ) = f( e r )
5 Paridade dos Poderes de Compra Esta teoria vê nos movimentos de preços relativos dos bens domésticos e bens estrangeiros o fator determinante essencial da taxa de câmbio. versão absoluta: explica o nível da taxa de câmbio, isto é, o valor adequado da taxa de câmbio. versão relativa: explica as variações da taxa de câmbio.
6 Lei do preço único A versão absoluta da teoria PPC é baseada em suposta lei que prevaleceria em mercado internacional concorrencial, ou seja, são exigidas condições extremamente restritivas para sua vigência: 1. ausência de barreiras ao comércio exterior (sem protecionismo). 2. custos negligenciáveis de frete, seguro, impostos, etc. 3. baixos custos de transação, inclusive cambiais. 4. perfeita substituição entre os produtos importados e os produtos nacionais. Os produtos não exportáveis [no-tradeables], através de fronteiras, como serviços pessoais, educacionais, energia elétrica, habitação, etc., não se submetem a essa lei do preço único.
7 Concorrência e arbitragem Se o mesmo bem está disponível nos mercados nacional e internacional (ou bens perfeitamente substitutos ), seu preço interno (P) deve ser idêntico a seu preço externo (P*) após a conversão pela taxa de câmbio (e): P = e P* ou e = P / P*. Isto ocorreria em função da concorrência e arbitragem de agentes racionais: se P > e P*, ninguém compraria no país e todo mundo compraria fora (e vice-versa se P < e P*) até que P = e P*. Lógico que isso só seria possível: 1. se os preços internos e externos fossem flexíveis ou 2. em regime cambial flutuante.
8 índice Big Mac Com a apreciação do dólar em relação ao real, segundo o tradicional índice da revista britânica "The Economist", o sanduíche valia, em janeiro de 2009, no Brasil, US$ 3,39, ante US$ 4,73, em julho de 2008, quando era o sétimo mais caro do mundo. Como o Big Mac era vendido nos Estados Unidos por US$ 3,54, isso significa, pelo índice, que o real estava depreciado em 4,24% em relação ao dólar.
9 índice Big Mac Na metade do ano de 2008, boa parte dos países também tinha moeda mais valorizada que o dólar, fazendo a comparação pelo preço do Big Mac. Em jan 2009, isso só ocorria com a Suécia, a Dinamarca, a Noruega, a Suíça e a zona do euro. Mas, mesmo nesses países, o sanduíche passou a valer menos em dólar do que em julho de O levantamento da revista calcula a relação entre o preço do Big Mac nos EUA e o seu valor em dólares em outro país. Se o preço em determinado país for superior ao cobrado nas lojas americanas do McDonald's, isso significa que a moeda está apreciada na comparação com o dólar.
10 índice Big Mac Ranking País Preço do Big Mac (US$) 1 Suíça 4,93 2 Dinamarca 4,49 3 Suécia 4,28 4 Zona do Euro 3,51 5 Inglaterra 3,32 6 Estados Unidos 3,15 7 Nova Zelândia 3,08 8 Turquia 3,07 9 Canadá 3,01 10 Chile 2,98 11 Brasil 2,74 12 Hungria 2,71 13 México 2,66 14 Coréia do Sul 2,56 15 Cingapura 2,20 Fonte: The Economist Valorização / Desvalorização em relação ao dólar (%) (2,22) (2,54) (4,44) (5,40) (13,02) (13,97) (15,56) (18,73) (30,16) 11,43 5,40 0,00 d /a = P / P* = 2,74 / 3,17 = 0,87 => d < 1 P = R$ 1,70/ US$ x US$ 3,15 = R$ 5,36 42,54 35,87 56,51
11 ranking dos PIB segundo Paridade do Poder de Compra (PPC) em 2005 Ranking País PIB (PPP) PIB - per capita % (US$ bilhões) (US$) Ranking 1 Estados Unidos ,8% China ,7% Japão ,6% Índia ,2% Alemanha ,1% Reino Unido ,1% França ,1% Itália ,8% Brasil ,6% Rússia ,6% Canadá ,8% México ,8% Espanha ,7% Coréia do Sul 965 1,6% Indonésia 902 1,5% Austrália 642 1,1% Taiwan 612 1,0% Tailândia 553 0,9% Irã 553 0,9% Turquia 546 0,9% Outros Países ,1% Total % Fonte: Central Intelligence Agency (CIA). The World Factbook 2006
12 Lei do preço único De acordo com essa lei do preço único, a mesma unidade monetária não pode ter poder de compra diferente em dois países, naquelas circunstâncias de competição perfeita. Todas as compras seriam realizadas onde seu poder de compra é mais elevado.
13 Versão Relativa da Teoria da Paridade do Poder de Compra Ela relaciona a variação da taxa de câmbio e a variação dos preços, ou seja, a taxa de inflação. A lei do preço único, para todos bens, A lei do preço único, para todos bens, estabelece que: e = (p - p *), isto é, a taxa de câmbio bi-lateral entre duas moedas deve ser corrigida pelo diferencial entre inflação interna e externa, para manter o poder de compra da moeda nacional estável, no mercado mundial.
14 Versão Relativa da PPC Segundo a Versão Relativa da PPC, o percentual da variação ( ) da taxa de câmbio depende do diferencial entre: a taxa de inflação interna p e a taxa de inflação externa p *. e = (p - p *) Caso p > p *, há depreciação cambial ( e); caso contrário, p < p *, há apreciação cambial ( e).
15 Versão Relativa da PPC Por exemplo, se os preços multiplicam-se por 2 no Brasil e ficam imutáveis nos Estados Unidos, o deslocamento da demanda para os Estados Unidos propicia elevação do preço do dólar (alta de e), no mercado cambial brasileiro, e aumento dos preços dos produtos americanos importados. Isto ocorre até que esses últimos (P *), uma vez convertidos em reais (P = e P*), sejam, por sua vez, duplicados (2P = e P *).
16 Formulação da PPC p = taxa de inflação no país ( sobre nome da variável = % de variação) p * = taxa de inflação no exterior poder de compra no país: (p em moeda nacional) p m n. (1 + p ) poder de compra no exterior: (p em moeda estrangeira) p m e. (1 + p *) Os preços dos produtos brasileiros no exterior [ p m n. (1 + e ) ] são inflacionados: p m n. (1 + e ). (1 + p *) Paridade dos poderes de compra supõe equiparação do poder de compra no país e do no exterior: p m n. (1 + p ) = p m n. (1 + p *). (1 + e ) ou (1 + e ) = (1 + p ) / (1 + p *)
17 Paridade das Taxas de Juros A lei do preço único, aplicada em mercados financeiros com 1. perfeita concorrência e 2. fluxos internacionais de capitais livres, determina a paridade dos rendimentos das aplicações financeiras. diferencial de taxas de juros = f( políticas monetárias divergentes ) => movimentos de capitais até restabelecer a paridade das taxas de rendimento, após conversão à taxa de câmbio corrente.
18 Abordagem monetária da taxa de câmbio A abordagem monetária da taxa de câmbio parte da Teoria Quantitativa da Moeda, ou melhor, de sua formulação através da Equação de Trocas, elaborada por Fisher: MV = py. Dadas V e Y, p = M e p * = M *. Deduziu-se, então, que: p - p * = M - M *. A equação da paridade relativa de poderes de compra, na ótica monetarista, juntou aquela fórmula aproximativa com a dedução da Equação de Trocas: e = p - p * = M - M *. Postulando causalidade, os monetaristas consideram ser a divergência entre as políticas monetárias (nacional e estrangeira) o determinante direto das variações da taxa de câmbio.
19 Restrições à mobilidade dos capitais Haveria diferencial durável entre taxas de juros somente com restrições à mobilidade dos capitais, seja devido ao controle da conversão cambial e das aplicações dos estrangeiros, seja decorrência da substituição imperfeita entre instrumentos financeiros nacionais e estrangeiros, por exemplo, prazos distintos para as aplicações. Na ausência de obstáculos à mobilidade de capitais, o diferencial entre taxas de juros seria impossível, a não ser que os agentes antecipem a variação da taxa de câmbio (ê) que compensa, exatamente, esse diferencial (i* - i).
20 Período Impactos da desvalorização cambial sobre fluxos de IDE Fluxos anu ais de IDE (líq.) US$ (a) Fluxos anu ais acu mulado s (b= a) Taxa de câm bio méd ia do ano da inter nalizaçã o (c) Fluxos anu ais de IDE (líq.) R$ (d = a x c) Taxa de câm bio méd ia de 2001 (e) Fluxos anu ais de IDE (líq.) US$ reco n- c) verti dos (f = d/e) Fluxos anu ais acu mulado s (g= f) Variação % (h = g/b) 1995* 42,5 42,5 0,918 39,0 2,352 16,6 16,6-60, ,7 50,2 1,005 7,7 2,352 3,3 19,9-60, ,3 65,5 1,079 16,5 2,352 7,0 26,9-58, ,9 91,4 1,161 30,1 2,352 12,8 39,7-56, ,0 121,4 1,816 54,4 2,352 23,1 62,8-48, ,5 151,9 1,832 55,9 2,352 23,8 86,6-43, ,9 176,8 2,352 58,6 2,352 24,9 111,5-36,95 Total 176,8 176,8-262,2-111,5 111,5-36,95
21 Cupom Cambial No mercado de capitais, cupom é o título que acompanha as ações ou as obrigações e é destacado quando se pagam dividendos ou bonificações. No mercado de câmbio, o cupom cambial é a expectativa de depreciação da moeda nacional, provocada pela saída líquida de capital. É a perda cambial previamente antecipada.
22 Paridade não-coberta das taxas de juros A fórmula da paridade não-coberta das taxas de juros (sem cobertura do risco cambial no mercado de futuros) é: i (i* + ê) = 0 ou ê = (i i*). O acento circunflexo (^) sobre a variável significa que ela é apenas expectativa. Assim, ê expressa o percentual da variação antecipada da taxa de câmbio: ê = ( e t e 0 ) / e 0.
23 Taxa de depreciação esperada 1. i* = i => ê = 0. A taxa de depreciação da moeda nacional é nula, ou seja, não há expectativa de variações na taxa de câmbio, para o período, devido à paridade das taxas de juros.
24 Taxa de depreciação esperada 2. i* > i => (i i*) < 0. Nesse caso, os investidores brasileiros têm de antecipar, com a possível fuga de capital, a depreciação da moeda nacional e a apreciação da moeda estrangeira. O custo de compra mais elevado da moeda estrangeira terá de ser descontado do rendimento de aplicações no exterior, propiciado pela taxa de juros mais elevada. 3. i > i* => (i i*) > 0. Nesse caso, os investidores estrangeiros antecipam, se o movimento de capitais for massificado, a apreciação da moeda nacional (ê < 0), na hora da entrada, e a depreciação (ê > 0), quando acontecer o repatriamento do capital. A reconversão cambial pode anular a vantagem das aplicações no mercado nacional.
25 Impactos da desvalorização cambial sobre fluxos de IDE
26 Relação formal entre taxa de câmbio corrente e taxa de câmbio a termo Se o banco empresta ou imobiliza soma R t (em reais), durante qualquer período, o valor que ele deverá reembolsar ou terá imobilizado será, no final do período, igual a: R t+1 = R t (1 + i ), onde i mede a taxa de juros na aplicação em reais, para a duração correspondente ao período considerado. Se o banco utiliza a soma R t para comprar dólares, como p* = p / e, ele obtém R / e dólares. Exemplo: se taxa de câmbio de curto prazo é e c = R$ 1,18 / US$, com R$ 1000 se obtém 1000 / 1,18 dólares, ou seja, US t = US$ 847,45.
27 Relação formal entre taxa de câmbio corrente e taxa de câmbio a termo O banco coloca, em seguida, estes R/e dólares no mercado norte-americano à taxa de juros i* e recupera a termo soma em dólares igual a: US t+1 = (R / e c ). (1 + i*). Exemplo: considerando i* = 5,25% a.a., US$ 847,45 x 1,0525 = US$ 891,94 em um ano. Para se cobrir contra o risco associado às flutuações do dólar, o banco aplica, desde logo, seus dólares a termo. Se e l é a taxa de câmbio do dólar ao final do período considerado (longo prazo), o banco recupera então soma em reais igual à: R t+1 = (R / e c ). (1 + i* ). e l. Exemplo: US$ 891,94 x 1,23 (expectativa do câmbio no futuro) = R$ 1.097,09
28 PCJ Paridade Coberta da Taxa de Juros O custo da soma R em reais emprestada ou imobilizada e a rentabilidade da aplicação em dólares, no mercado norte-americano, são então equivalentes se: R t (1 + i) = (R t / e c ). (1 + i*). e l, ou então se: e l = e c. (1 + i) / (1 + i*). Esta é a fórmula da PCJ Paridade Coberta da Taxa de Juros. Exemplo: considerando i = 41% a.a., e l = 1,18 x (1,41 / 1,0525) = 1,58 => R t+1 = US$ 891,94 x 1,58 R$ 1.000,00 x 1,41 R$ 1.409,26, Logo, deve-se chegar ao mesmo valor (paridade), seja fazendo a reconversão cambial pela taxa de câmbio a termo, depois de aplicar o valor convertido em juros externos, seja aplicando a moeda nacional nos juros domésticos.
29 Fundamentos da Taxa de Câmbio a Curto e a Longo Prazo 1. A paridade das taxas de juros constituem o principal fator em curto prazo. 2. A conta das transações correntes age igualmente em curto e médio prazo. 3. A paridade dos poderes de compra age somente em longo prazo.
30 Hierarquia temporal O argumento para essa hierarquia temporal é que a mobilidade de capitais, provocada por fluxos financeiros, em curto prazo é maior do que a determinada por fluxos comerciais de bens e serviços. Isto porque os administradores de portfólio reagem imediatamente a diferenciais de juros entre os países. Os fluxos de trocas comerciais adaptam-se lentamente às flutuações das taxas de câmbio.
31 Hierarquia temporal A flutuação cambial, em longo prazo (após alinhamentos dos juros e ajustes comerciais), reflete a diferença entre as taxas de inflação. 1. ganhar nichos de mercado, na economia mundial, 2. efetuar os contratos de exportação ou de importação, 3. executar o ciclo de produção, 4. efetuar os embarques das mercadorias, etc., tudo isso leva mais tempo do que cliques no mouse dos operadores de mesas de câmbio dos bancos...
32 Fundamentos macroeconômicos determinantes da taxa de câmbio Paridade coberta da taxa de juros Paridade não coberta da taxa de juros Fundamento da troca de bens e serviços Versão absoluta da paridade do poder de compra Versão relativa da paridade do poder de compra e l = e c. (1 + i) / (1 + i*) ê = i i* e = f(btc) = f(x M) = f (Y Y*) e = p / p* e = [(1 + p ) / (1 + p *)] 1 p p *
33 FNC-IE-UNICAMP
Macroeconomia aberta: conceitos básicos
Macroeconomia aberta: conceitos básicos Roberto Guena de Oliveira USP 22 de outubro de 2012 Roberto Guena de Oliveira (USP) Macro aberta: conceitos básicos 22 de outubro de 2012 1 / 25 Sumário 1 Fluxos
Conceitos Básicos A função BP. O Mercado Cambial. Março 2014
O Mercado Cambial Março 2014 1 Conceitos Básicos 2 A Função BP e a Taxa de Câmbio Representação Gráfica da Função BP Balança de Pagamentos (BP): documento onde se contabilizam as entradas e as saídas de
Sílvia Helena G. de Miranda
Sílvia Helena G. de Miranda Outubro- Novembro/2015 LES596 Economia e Comércio Internacional Cap. 8 e 9 Carvalho & Silva (1999) Cap. 10 - Gonçalves et al.(1998) Sayad, J. Comércio Internacional. In:Pinho
Teoria da Paridade da Taxa de Juros
MFEE FGV 2010 Finanças Internacionais Teoria da Paridade da Taxa de Juros Prof. Marcio Janot Aula 7 Precificação de Mercados Futuros (1) Teorema de paridade do mercado à vista e de futuros Duas formas
Banco Central: Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial e Impacto Fiscal de suas Operações
Banco Central: Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial e Impacto Fiscal de suas Operações Henrique de Campos Meirelles Setembro de 20 1 Prestação de Contas - LRF Objetivos das Políticas
Análise Macroeconômica Brasileira
Análise Macroeconômica Brasileira OUT/2013 Shotoku Yamamoto Fundamentos no Tripé: 1 - Superávit Primário; 2 - Meta de Inflação; 3 - Câmbio Flutuante 1 Superávit Primário Conceito: Diferença positiva entre
Noções de Economia Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata
Noções de Economia Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata Prof. Francisco Mariotti CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Microeconomia. 1.1 Demanda do Consumidor.1.1.1 Preferências. 1.1.2 Equilíbrio do consumidor.
Economia Brasileira: performance e perspectivas
1 Economia Brasileira: performance e perspectivas DEPECON / FIESP Janeiro de 2005. Ano PIB Total PIB Industrial 1990-4,35-8,18 1991 1,03 0,26 1992-0,54-4,22 2004: 1993 4,92 7,01 1994 5,85 6,73 1995 4,22
Políticas Econômicas
Políticas Econômicas Sem Mobilidade de Capital Política monetária e política fiscal em regime de câmbio fixo e em regime de câmbio flexível http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Políticas monetária
Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA
Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA Microeconomia x Macroeconomia Objetivos Teoria Microeconômica: Preserva em sua análise as características individuais de cada bem e cada fator de produção.
Macroeconomia da Economia Aberta. Antony Mueller UFS Dezembro 2011
Macroeconomia da Economia Aberta Antony Mueller UFS Dezembro 2011 Equilíbrio da economia fechada Y = C + I + G Y = C + T + SPR I + G = T + SPR I = (T G) + SPR T G = SGOV S = SPR + SGOV I = S Equilíbrio
Para onde foi a Economia Portuguesa? A Crise através dos Números
Para onde foi a Economia Portuguesa? A Crise através dos Números Pedro Nogueira Ramos GEMF e Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011 Taxa de Analfabetismo (nos
Políticas Econômicas com
Políticas Econômicas com Mobilidade Imperfeita de Capitais Regime cambial fixo ou flexível Política monetária ou fiscal com mobilidade de capitais relativamente forte ou fraca http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/
Macroeconomia. Prof. Regis Augusto Ely. Fevereiro 2013. 1 Componentes do produto
Macroeconomia Prof. Regis Augusto Ely Departamento de Economia Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Fevereiro 2013 1 Componentes do produto O dispêndio total de uma economia corresponde à demanda agregada,
Cenário internacional e desempenho da economia brasileira
Cenário internacional e desempenho da economia brasileira Marcio José Vargas da Cruz * Marcelo Luiz Curado ** RESUMO - A possibilidade de recessão da economia norte-americana tende a resultar na redução
Boletim Econômico Edição nº 52 dezembro de 2014. Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico
Boletim Econômico Edição nº 52 dezembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Os desafios econômicos em 2015 1 Indicadores macroeconômicos ruins A Presidente Dilma Rouseff
Notas sobre Taxas de Câmbio e Mercado Cambial
Notas sobre Taxas de Câmbio e Mercado Cambial Introdução Flávio R. Versiani & Flávio de O. Gonçalves Universidade de Brasília Uma característica das relações econômicas internacionais é fato o de envolverem
Resumo Aula-tema 04: A Macroeconomia do Setor Externo: Uma Introdução
1 Resumo Aula-tema 04: A Macroeconomia do Setor Externo: Uma Introdução Vimos até agora o quanto a globalização mudou os rumos dos negócios internacionais, promovendo o aumento das transações comerciais
Aula 03 - Modelo Clássico e Curva de Phillips
Aula 03 - Modelo Clássico e Curva de Phillips 1. (GESTOR- 2002) Considerando, para um determinado período, uma taxa real de juros de 5% e uma taxa de inflação de 20%, a respectiva taxa nominal de juros,
DÍVIDA LÍQUIDA DO SETOR PÚBLICO DECRESCENTE SIGNIFICA POLÍTICA FISCAL SOB CONTROLE?
DÍVIDA LÍQUIDA DO SETOR PÚBLICO DECRESCENTE SIGNIFICA POLÍTICA FISCAL SOB CONTROLE? Josué A. Pellegrini 1 A dívida líquida do setor público (DLSP) como proporção do PIB prossegue em sua longa trajetória
Aula 01 Balanço de Pagamentos
Aula 01 Balanço de Pagamentos 1. (ESAF- AFRF- 2005) Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias): Exportações de bens e serviços não fatores: 200 Importações
Aula 26 - TP002 - Economia 31 /05/2010 Capítulo 32 MANKIW (2007) continuação...
Aula 26 - TP002 - Economia 31 /05/2010 Capítulo 32 MANKIW (2007) continuação... PASSOS PARA ACERTAR O QUE ACONTECE COM O MODELO QUANDO ALTERAMOS ALGUMA VARIÁVEL E IR BEM NA PROVA: 1- QUAL(IS) DA(S) CURVA(S)
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.660/0001-33 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém
Produto, taxa de juros e Regimes Cambiais
Produto, taxa de juros e Regimes Cambiais C A P Í T U L OS 20 e 21 Prof. Alexandre Nunes Esalq/USP slide 1 Produto, taxa de juros e taxa de câmbio A partir do modelo que é uma extensão para a economia
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 21 - The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates
Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 21 - The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE 1. Introdução O IAS 21 The Effects of Changes in Foreign
Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo.
AGREGADOS MACROECONÔMICOS E IDENTIDADES CONTÁBEIS Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo. São derivados de
Renda per capita do brasileiro diminui e se distancia de países emergentes
Renda per capita do brasileiro diminui e se distancia de países emergentes PIB brasileiro cai e mantém recessão 1 de 11 Alex Almeida 5.out.2008/Folhapress ÉRICA FRAGA DE SÃO PAULO 14/02/2016 02h00 Compartilhar
Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil Afonso Bevilaqua
Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil Afonso Bevilaqua abril de 20 1 Metas de Inflação e Evolução da Taxa de Câmbio no Brasil 1. Metas de Inflação no Brasil 2 Metas de Inflação no Brasil
Políticas macroeconômicas para um crescimento robusto e sustentável
Políticas macroeconômicas para um crescimento robusto e sustentável São Paulo, FGV-SP, 10º Fórum de Economia, 30/09/2013 Luiz Fernando de Paula Professor Titular da FCE/UERJ e ex- Presidente da AKB Email:
PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO
PESQUISA FEBRABAN DE PROJEÇÕES MACROECONÔMICAS E EXPECTATIVAS DE MERCADO Realizada entre os dias 20 e 23 de junho de 2016 Analistas consultados: 24 PROJEÇÕES E EXPECTATIVAS DE MERCADO Pesquisa FEBRABAN
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF:
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo
Conceito Âncoras Nominais e Metas de Inflação no Brasil
Conceito Âncoras Nominais e Metas de Inflação no Brasil A combinação explosiva entre inflação e recessão verificada em nível mundial durante os anos 70 motivou um interesse crescente em entender a dinâmica
Aplicação em cupom cambial. t=0 1 2 n-1 n. Risco cambial Construção do cupom cambial:
Comércio e Finanças Internacionais Prof. José Alfredo A. Leite 8c. MERCADO DE CUPÕES CAMBIAIS (Dólar doméstico) 1 Cupões Cambiais São aplicações financeiras em dólares teóricos, chamados de dólares domésticos.
Banco Central anuncia novo status da dívida externa brasileira
Banco Central anuncia novo status da dívida externa brasileira Resenha Economia & Comércio 2 Celeste Cristina Machado Badaró 05 de março de 2008 Banco Central anuncia novo status da dívida externa brasileira
Ao crescer 6,9% em 2015, economia chinesa manteve a tendência de gradual desaceleração, com forte ajuste da indústria e do setor de construção
INFORMATIVO n.º 47 JANEIRO de 2016 Ao crescer 6,9% em 2015, economia chinesa manteve a tendência de gradual desaceleração, com forte ajuste da indústria e do setor de construção Fabiana D Atri - Economista
Desemprego e Inflação 33. O Tradeoff, no Curto Prazo, entre Inflação e Desemprego
e 33. O Tradeoff, no Curto Prazo, entre e taxa natural de depende das características de cada tipo de mercado: Salário mínimo Poder dos sindicatos teoria dos salários eficientes facilidade, ou não, de
Contabilidade Social
Contabilidade Social Prof. Regis Augusto Ely Agosto de 2011 - Revisão Novembro de 2012 1 Contabilidade Social A contabilidade social, ou nacional, é um instrumental que permite mensurar a totalidade das
LISTA 6B GABARITO. Lista de Exercícios 6B Introdução à Economia 1
LISTA 6B GABARITO Conceitos importantes: Relação entre Investimento Externo Líquido, Exportações Líquidas e Poupança Externa. Teoria da Paridade do Poder de Compra. Teoria Macroeconômica da Economia Aberta
LISTA 6A GABARITO ANOTAÇÕES
LISTA 6A GABARITO Conceitos importantes: 5) Relação entre os regimes cambiais, o Balanço de 1) As transações externas de um país: o balanço de Pagamentos e o nível das reservas internacionais. pagamentos
Conceito: Balanço de Pagamento. Conceito: Balanço de Pagamento. Aula 1: Balanço Pagamentos e Câmbio. O Balanço de Pagamentos no Brasil
Aula 1: Balanço Pagamentos e Câmbio Macroeconomia O Balanço de Pagamentos no Brasil Gilmar Ferreira Janeiro 2010 Conceito: Balanço de Pagamento O Balanço de Pagamentos (BP) é um registro sistemático das
Exercícios - Lista 1
PROFESSOR: E-Mail: [email protected] DISCIPLINA: CURSO: TURMA: Exercícios - Lista 1 1. A ISO - International Organization for Standardization (Organização Internacional para Normalização), em Genebra,
2 Os determinantes da taxa de câmbio
16 2 Os determinantes da taxa de câmbio 2.1. Abordagem tradicional para a taxa de câmbio A taxa de câmbio é uma das mais importantes variáveis da economia, refletindo a taxa de conversão entre as moedas
CONTROLE DE GASTOS PÚBLICOS RESULTA EM MENOR TAXA DE JUROS
CONTROLE DE GASTOS PÚBLICOS RESULTA EM MENOR TAXA DE JUROS 24 de Julho de 2008 SUMÁRIO EXECUTIVO: O Conselho de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) definiu ontem (23 de Junho) o
Administração AULA- 8. Macro Economia - Políticas. Prof. Isnard Martins. Bibliografia:
Administração AULA- 8 Macro Economia - Políticas Prof. Isnard Martins Bibliografia: Rosseti J. Introdução à Economia. Atlas 2006 Garcia e Vasconcelos Fundamentos de Economia, Saraiva 2007 1 Isnard Martins
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73 Informações referentes a Julho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais
Investimentos, Endividamento Público e Crescimento Econômico
IPEA / DIMAC-GAP 05/2009 Roberto Pires Messenberg Investimentos, Endividamento Público e Crescimento Econômico I Aspectos Conceituais A questão da sustentabilidade da política fiscal deve ser avaliada
ECONOMIA E SOCIOLOGIA MÓDULO 1 2013-2014 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO
ECONOMIA E SOCIOLOGIA MÓDULO 1 2013-2014 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 1. No quadro seguinte estão representadas as quantidades oferecidas e procuradas do bem A e as quantidades procuradas dos bens B e C, para
LISTA 5A. 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança, crescimento econômico e sistema financeiro
1 LISTA 5A Conceitos importantes: 1) Produto potencial, produto efetivo e produtividade 2) Determinantes da produção e da produtividade de um país 3) Financiamento do investimento: poupança 4) Poupança,
ESTUDO COMPARATIVO DE PREÇOS. Diferenças de preços na Europa em produtos das cadeias de lojas H&M, Zara, C&A e Body Shop.
ESTUDO COMPARATIVO DE PREÇOS Diferenças de preços na Europa em produtos das cadeias de lojas H&M, Zara, C&A e Body Shop Maio 2009 Realizado pela Rede de Centros Europeus do Consumidor (ECC-Net) Introdução
Economia Internacional I
Economia Internacional I Capítulo 6 Que Política Comercial? Este capítulo analisa as políticas e os instrumentos de política que os governos adoptam para gerir as suas relações comerciais externas; O enquadramento
Política Macroeconômica em uma Economia Aberta
Política Macroeconômica em uma Economia Aberta Sílvia Helena G. de Miranda LES596 Economia Internacional Novembro/2015 BIBLIOGRAFIA Para uma revisão rápida de IS/LM/BP: Cap. 11 de Carvalho e Silva (2005)
Cobertura do Risco de Câmbio
Cobertura do Risco de Câmbio Compra e venda de divisas a termo Mercado de contratos futuros Mercado de opções http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Volatilidade da taxa de câmbio A volatilidade é
Precificação de Títulos Públicos
Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos > Componentes do preço > Entendendo o que altera o preço Componentes do preço Nesta seção você encontra os fatores que compõem a formação
Perspec'vas da Economia Brasileira. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h<p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/
Perspec'vas da Economia Brasileira Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h
BOLETIM ECONOMIA & TECNOLOGIA Informativo do Mês de Abril de 2011
O Informativo Mensal de Conjuntura faz parte das publicações e análises efetuadas pela equipe técnica do Boletim Economia & Tecnologia publicado trimestralmente. O Informativo apresenta uma análise rápida
Índice fipezap de preços de imóveis anunciados
Preço médio de locação inicia 2016 em queda de 0,16% Resultado de janeiro leva o Índice FipeZap de Locação a mostrar a nona queda nominal seguida na comparação com o mês anterior Os preços de locação iniciaram
Gilmar Ferreira Maio de 2010
Conceitos de déficits e divida pública ECONOMIA DO SETOR PUBLICO Gilmar Ferreira Maio de 2010 Conceitos acima da linha (calculado pelo Tesouro): a) Déficit Nominal: Gastos totais Receitas total b) Déficit
ECONOMIA E FINANÇAS PÚBLICAS Receita Federal 2009
ECONOMIA E FINANÇAS PÚBLICAS Receita Federal 2009 51- Considere as seguintes informações extraídas de um sistema de contas nacionais, em unidades monetárias: Poupança privada: 300 Investimento privado:
Evolução do Déficit em Transações Correntes: decomposição por principais contas, financiamento e determinantes
Evolução do Déficit em Transações Correntes: decomposição por principais contas, financiamento e determinantes Francisco Eduardo Pires de Souza (BNDES) e Marcelo Machado Nascimento (BNDES) Exposição na
SUPERÁVIT PRIMÁRIO E GASTOS EM EDUCAÇÃO
SUPERÁVIT PRIMÁRIO E GASTOS EM EDUCAÇÃO José Lúcio Alves Silveira 1 Resumo: O trabalho demonstra a possibilidade do setor público reduzir os atuais superávits primários, o que liberaria mais recursos para
Profª: Sabrine Viviane Welzel
Geografia 9 ano Tigres Asiáticos 1- O Japão vem passando por uma crise econômica bastante séria. Em 1995 duas das maiores instituições de crédito do país faliram, ocorreram grandes escândalos na área política
Parte III: Abordagem Histórica da Economia Brasileira
Parte III: Abordagem Histórica da Economia Brasileira Capítulo 12: O Brasil ao Longo do Século XX: alguns fatos estilizados Parte III Capítulo 12 Gremaud, Vasconcellos e Toneto Jr. 2 Brasil ao longo do
Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 2: Agregados Macroeconômicos
Aula 2: Agregados Macroeconômicos Macroeconomia As identidades macroeconômicas básicas, o sistema de Contas Nacionais, as Contas Nacionais no Brasil. Gilmar Ferreira Abril 2010 Fluxo Circular da Renda
Sistema de Contas Nacionais Brasil 2005-2009
Diretoria de Pesquisas Sistema de Contas Nacionais Brasil 2005-2009 Coordenação de Contas Nacionais Rio de Janeiro, 17 de novembro de 2011 Divulgações do SCN Já divulgados os dois primeiros trimestres
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 06/A. Constitui-se num instrumento de redução do efeito multiplicador dos meios de pagamentos:
9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 06/A QUESTÃO 16 Constitui-se num instrumento de redução do efeito multiplicador dos meios de pagamentos: a) Um aumento da taxa de juros no mercado de capitais.
Visão. O efeito China sobre as importações brasileiras. do Desenvolvimento. nº 89 20 dez 2010
Visão do Desenvolvimento nº 89 20 dez 2010 O efeito China sobre as importações brasileiras Por Fernando Puga e Marcelo Nascimento Economistas da APE País asiático vende cada vez mais produtos intensivos
LISTA 3A. 4) As diversas medidas do produto: interno/nacional, bruto/líquido, a custo de fatores/a preços de mercado 5) Comparações internacionais
LISTA 3A Conceitos importantes: 1) Definição de produto 2) Fluxo circular da renda 3) As três óticas de mensuração: as óticas da produção, da renda e da despesa 4) As diversas medidas do produto: interno/nacional,
Economia. Prof.Carlos Nemer [email protected] 1. Determinação do Nível de Renda e Produto Nacionais: o Mercado de Bens e Serviços.
Economia Carlos Nemer 3ª Ed. Capítulo 13: Determinação do Nível de Renda e Produto Nacionais: o Mercado de Bens e Serviços Poli-UFRJ Copyright 2005. Direitos Autorais reservados ao Prof.Carlos NEMER Parte
Reembolso dos impostos em compras no exterior
Reembolso dos impostos em compras no exterior O imposto que você paga nas compras lá fora pode ser devolvido no aeroporto daquele país, mediante apresentação dos cupons de compra. O que soa muito bom na
Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis
Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2) Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis Observação: Este Sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado
Educação Matemática. Profª. Andréa Cardoso MATEMÁTICA - LICENCIATURA 2015/2
Educação Matemática Profª. Andréa Cardoso MATEMÁTICA - LICENCIATURA 2015/2 UNIDADE II: TENDÊNCIAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Para construção de uma nova 2 O Índice Global de Habilidades Cognitivas e Realizações
Empresas abertas ganham fôlego para investir
10 ago 2006 Nº 8 Empresas abertas ganham fôlego para investir Por Marcelo Machado Nascimento Economista da área de Planejamento Bom resultado, ajudou a reduzir a vulnerabilidade externa da economia Nos
Prof. Eliezer Lopes Email: [email protected] [email protected] UNIDADE II - PARTE I CONTAS NACIONAIS
FUNDAMENTOS DE MACROECONOMIA Prof. Eliezer Lopes Email: [email protected] [email protected] UNIDADE II - PARTE I CONTAS NACIONAIS Aulas 3-6 MACROECONOMIA X CONTAS NACIONAIS Macroeconomia: explica
Conceito: Balanço de Pagamento. Conceito: Balanço de Pagamento. Aula 1: Balanço Pagamentos e Câmbio. O Balanço de Pagamentos no Brasil
Aula 1: Balanço Pagamentos e Câmbio Macroeconomia O Balanço de Pagamentos no Brasil Gilmar Ferreira Março 2010 Conceito: Balanço de Pagamento O Balanço de Pagamentos (BP) é um registro sistemático das
Perspectivas Econômicas. Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco
Perspectivas Econômicas Pesquisa Macroeconômica Itaú Unibanco Fevereiro, 2016 Roteiro Internacional Bancos centrais reagem; riscos permanecem Os principais bancos centrais estão reagindo à turbulência
ALGODÃO Período: 06 a 10/04/2015
ALGODÃO Período: 06 a 0/04/205 Quadro I- PREÇO PAGO AO PRODUTOR Algodão em Pluma - (em R$/unidade) Períodos anteriores () Centros de Produção Unid. 2 Meses Mês Semana Média do mercado () Semana Atual Preço
1. Público - Alvo O FUNDO destina-se a receber aplicações de recursos pelo público em geral, desde que sejam clientes do Banco Citibank S.A.
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O FRANKLIN MAXI ACOES FUNDO DE INVESTIMENTO EM ACOES CNPJ: 09.217.033/0001-62 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais
Indústria e Crescimento Econômico
Indústria e Crescimento Econômico DEPECON - FIESP Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1. Introdução Uma característica comum a todas as nações do mundo, em quaisquer estágios de desenvolvimento,
LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC FI ACOES PETROBRAS 2 12.014.083/0001-57 Informações referentes a Abril de 2013
Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FUNDO DE INVESTIMENTO EM ACOES. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,
