I- ASPECTOS INICIAIS:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I- ASPECTOS INICIAIS:"

Transcrição

1 DIMENSIONAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM BASEADA NA RESOLUÇÃO COFEN 293/2004 Autor: ANTONIO DE MAGALHÃES MARINHO (UFRJ /UERJ) I- ASPECTOS INICIAIS: Frente às novas e contínuas necessidades dos clientes da saúde e aos padrões impostos pelos órgãos responsáveis pelos processos de Certificação e Acreditação das Unidades de Saúde; como também, às exigências legais do Exercício Profissional de Enfermagem impostas pela Lei e pelas Resoluções complementares do COFEN n s146/1992, 272/2002 e 293/2004, torna-se necessária a realização sistemática de revisões e atualizações dos quadros de Profissionais de Enfermagem que compõem as Unidades de Saúde. LEI Nº 7498/86 DO EERCÍCIO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM O art. 11 aponta dentre as competências privativas do Enfermeiro: 10- Prescrição da assistência de enfermagem; 11- Cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de morte; 12- Cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas, além disso, nos artigos 12 e 13 encontramos as atividades exercidas pelo técnico e pelo auxiliar de enfermagem e no artigo 15 destaca que as atividades referidas nos art.12 e 13 da lei, quando exercidas em instituições de saúde, públicas e privadas, em em programas de saúde, somente podem ser desempenhadas sob orientação, supervisão e direção do Enfermeiro. Frente à que dispõe a lei verifica-se a obrigatoriedade de haver em todas as unidades serviço onde são desenvolvidas ações de Enfermagem durante todo o período de funcionamento da instituição de saúde (RESOLUÇÃO COFEN Nº 146/1992) RESOLUÇÃO COFEN Nº 293/ Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde e Assemelhados. RESOLUÇÃO COFEN Nº 358/ Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE - nas Instituições de Saúde Brasileiras CUIDAR É fazer pelo paciente/cliente aquilo que ele, por si só, não pode fazer em decorrência de sua enfermidade. 1

2 A ENFERMAGEM ROMPE PARADIGMAS! PESQUISA Estudos Qualitativos são considerados pré -ciência (Conhecimento em construção). Os Estudos Científicos são os que caminham na direção da matematização CIÊNCIAS EATOS. SAIR DO PULO DO SAPO para O VÔO DA ÁGUIA Enfermagem como Profissão mais LIBERAL e AUTONOMA O vôo da águia depende da implantação da(o): 1- Sistematização da Assistência de Enfermagem SAE (Resolução COFEN 272/2002); 2- Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN 293/2004); 3- Estruturação dos Protocolos de Enfermagem (Câmara Técnica do Sistema COFEN-CORENs e Sociedade de Especialistas); 4- Monitoramento / Controle / Fiscalização do Exercício Profissional (CORENs e Órgão Certificadores / Sociedades de Especialistas, Auditoria e controles internos); 5- Aplicação de Planejamento Estratégico; 6- Desenvolvimento Profissional através da implementação de Programas de Educação Permanente; 7- Atividades Interdisciplinares; 8- Incorporação de novas tecnologias e novos conhecimentos à prática profissional; 9- Desenvolvimento de Pesquisas, e 10- Criação de unidades de medida e de indicadores qualiquantitativos da prática de enfermagem. II- O DIMENSIONAMENTO E A ADEQUAÇÃO QUANTIQUALITATIVA DEVEM BASEAR-SE NAS CARACTERÍSTICAS RELATIVAS: *à instituição: missão, porte, estrutura organizacional e física, política de pessoal; *ao serviço de enfermagem: Lei do Exercício profissional, código de ética, aspectos técnico-administrativos, jornada de trabalho, taxa de absenteísmo; *à clientela: sistema de classificação de pacientes, realidade sócio cultural e econômica. 2

3 DIMENSIONAMENTO QUANDO FAZER? Revisão do Quadro de Profissionais das Unidades Assistenciais - uma vez por ano; Planejamento do Quadro para uma Nova Unidade Funcional; Ampliação ou Redução da Capacidade Instalada. O DIMENSIONAMENTO É NECESSÁRIO PARA: O Gestor / Gerente Planejar, Programar, Controlar e Regular as ações de SAÚDE O COFEN / CORENs Avaliar a assistência prestada. III- RESOLUÇÃO COFEN Nº 293/2004- Fixa e Estabelece Parâmetros para Dimensionar o Quadro de Profissionais de Enfermagem para as Unidades Assistenciais nas Instituições de Saúde e Assemelhados. O Sistema COFEN - CORENs Pelo caráter disciplinador e fiscalizador cabe-lhes orientar,controlar e regular o quantitativo de profissionais de enfermagem nas instituições de saúde, visando: Garantir a segurança e a qualidade da assistência aos clientes; Flexibilizar a aplicação de parâmetros que possibilitem os ajustes necessários, derivados da diferença do perfil epidemiológico e financeiro. FATORES IMPORTANTES PARA CÁLCULO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: Modelo gerencial e assistencial; Jornada de trabalho; Dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos; Índice de segurança técnica: *Taxa de absenteísmo *Taxa de ausência de benefícios SCP Sistema de Classificação de Pacientes. 3

4 CONSIDERANDO QUE: A Enfermagem representa o maior número de profissionais na SAÚDE. Para fins de cálculo de Profissionais de Enfermagem em Unidade de Internação, o Sistema de Classificação de Paciente e a Taxa de ocupação devem ser considerados. Processo de Trabalho é o conjunto de ações (atividades) desenvolvidas por uma ou mais pessoas para transformar insumos em produtos / serviços ou informações úteis ao homem e a sociedade. PARA O DIMENSIONAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM DEVEMOS CONSIDERAR: SCP (SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES) = Matriz Escore (ME) e = Matriz de Perfil Simples (MPS) Matriz de Escore ( ME )- (adaptação do continuum de Schein / Rensis Likert- 1975), F. Fugulin (2001) Matriz de Escore ( ME ) (adaptação do continuum de Schein / Rensis Likert- 1975). Este método tem 10 necessidades: Estado Mental Sinais Vitais Deambulação Mobilidade Oxigenação Eliminação Alimentação Terapêutica Integridade da Pele Higiene Corporal Cada uma com 5 graus de dependência que variam do mínimo (peso 1) ao máximo (peso 5) de complexidade. Totalizando 50 variáveis possíveis por paciente 4

5 MATRIZ DE ESCORE Parâmetros para Avaliação dos Pacientes PONTUAÇÃO INDICADORES Cmn Até 17pontos Cinterm 18 e 28 CSIntens 29 a 39 Cintens 40 a 50 Aplicação de pesos pelo grau de com-plexidade: 1 a 5 1- ESTADO MENTAL Lúcido / Orientado no tempo e no espaço (OTE) OTE, dificuldade de seguir instruções Período de desorientação no tempo e no espaço Desorientado no tempo e no espaço Inconsciente, sem resposta verbal 2- SINAIS VITAIS Conforme rotina, 1 a 2 vezes ao dia e/ou não necessita de controle Controle de 6 em 6 horas Controle de 4 em 4 horas Controle de 2 em 2 horas Controle de 1 em 1 hora ou mais freqüente, ou ainda controle horário de PVC, PAM etc. 3- DEAMBULAÇÃO Deambula sem ajuda / Auto-suficiente Encorajamento e supervisão para deambular. Uso de cadeira de rodas, muletas e outros artefatos com orientação e supervisão Uso de cadeira de rodas, muletas e outros artefatos com ajuda efetiva da enfermagem Ausência de movimentos corporais, total dependência para ser removido do leito 4- MOTILIDADE Movimenta os segmentos corporais (MS e MI) sem ajuda / Auto-suficiente Estimulo, encorajamento ou supervisão para movimentar seguimentos corporais Ajuda para movimentar seguimentos corporais Movimentação passiva programada e realizada pela enfermagem Mudanças de decúbito e movimentação passiva programada e realizada pela enfermagem 5- OIGENAÇÃO Não depende de oxigenioterapia Uso intermitente de O2 por cateter ou máscara Uso intermitente de O2 por cateter ou mascara e outros cuidados simples Com traqueostomia ou tubo endotraqueal com cuidados respiratórios simples. Com ventilação mecânica continua ou intermitente, ou vigilância e cuidados respiratórios constantes. 6- ELIMINAÇÃO Não necessita de ajuda / Auto-suficiente Auto-suficiente, com controle de eliminações. Orientação e supervisão para eliminações. Eliminações e controles realizados com a ajuda da enfermagem Assistência constante da enfermagem. Evacuação no leito e/ou uso de SV.Necessidade de controle das eliminações 7- ALIMENTAÇÃO Alimenta-se sozinho / Autosuficiente Estimulo, encorajamento e supervisão para alimentar ou tomar líquidos Não alimenta sozinho, precisa da ajuda da enfermagem Alimentação através de SNG, SNE, realizada pela enfermagem Assistência efetiva da enfermagem, presença de estomas, SNG ou SNE, com controle rigoroso. 8- TERAPÊUTICA Medicamentos via oral ( uma a várias vezes ao dia) ou de rotina Medicamentos VO, IM, ID ou SC intermitente Medicamentos através de SNG, endovenosos continuo Endovenoso continuo, mais sangue ou derivados, NPP ou citostáticos Uso de drogas vasoativas para manutenção da pressão arterial 9- INTEGRIDADE CUTÂNEO-MUCOSA Sem lesão / solução de continuidade Uma ou duas lesões com pequenos curativos simples (troca uma vez ao dia) Uma ou mais lesões com curativos grandes (troca uma vez ao dia) Duas ou mais lesões (escaras, ostomas), com curativos grandes (troca duas vezes ao dia) Duas ou mais lesões infectadas com grandes curativos (troca duas ou mais vezes ao dia) 10- CUIDADO CORPORAL Cuida-se sozinho / Autosuficiente Encorajamento para banho de chuveiro e higiene oral Banho de chuveiro e higiene oral com auxilio da enfermagem Banho de chuveiro em cadeira de rodas e higiene oral realizada pela enfermagem Banho de leito e higiene oral realizados pela enfermagem. INSTRUMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES (Buscando o PAUI) 10 NHB MAE2 TIO HDSv Barema para Classificação CMn CInter CSI CInts dos Pacientes: = até 17 =18 a 28 = 29 a 39 = 40 a 50 NHS PONTUAÇÃO Opção MOTILIDADE Movimenta os segmentos corporais (MS e MI) sem ajuda. É auto-suficiente Precisa de estímulo, encorajamento ou supervisão para movimentar os segmentos Precisa de ajuda para movimentar os segmentos corporais Necessita de movimentação passiva e programada para evitar complicações ( a cada 4 a 6 Necessita de Mudanças de posição no leito de forma passiva e programada ( a cada 2 a 3 5

6 ALIMENTAÇÃO ESTADO MENTAL É auto-suficiente. Alimenta-se sem ajuda. LOTE Lúcido, Orientado no Tempo e no Espaço ELIMINAÇÂO É auto-suficiente, não necessita de ajuda para realizar as eliminações TERAPÊUTICA INTEGRIDADE CUTÂNEO- MUCOSA OIGENAÇÃO HIGIENE / CUIDADO CORPORAL DEAMBULAÇÃO SINAIS VITAIS Uso de medicação por VO Sem lesões teciduais importantes Não depende de Oxigenenioterapia É auto-suficiente. Cuida-se sozinho É auto-suficiente. Deambula sem ajuda Não há necessidade de controle sistemático de SV e ou 1 a 2/dia corporais horas) horas) Precisa de Precisa de Necessita de Alimentação estímulo, ajuda para ajuda para a controlada encorajamento ingerir Alimentação realizada por e supervisão líquidos ou através de meio de para ingerir alimentos SNG ou SNE estomas, SNG líquidos ou sólidos e SNE alimentos sólidos OTE, mas apresenta dificuldades de seguir instruções É autosuficiente. Entretanto, necessita de controle das eliminações Em uso de medicação por VO, IM, SC e ID intermitente Presença de uma a duas lesões com pequenos curativos simples (troca 1/dia) Faz uso de O2 intermitente por cateter nasal ou máscara Precisa de estimulo, encorajamento para tomar banho de chuveiro e para realizar higiene oral Precisa de estímulo e encorajamento e supervisão para deambular, e ou uso de bengala Vigilância preventiva, Controle de SV de 6 em 6horas Apresenta períodos de Desorientação no Tempo e no Estado. Necessita de ajuda e supervisão para ir ao banheiro. Uso de medicação por SNG e ou EV continua (soro) Uma ou mais lesões com curativos grandes ( troca 1/dia) Uso de O2 intermitente por cateter ou máscara e outros cuidados simples Precisa de ajuda para realizar o banho de chuveiro e para higiene oral Faz uso de cadeira de rodas, de andador e{ou muletas com orientação e supervisão Necessita de Vigilância de SV, controle de 4 em 4 horas Desorientado no Tempo e no Espaço Necessita de ajuda para as eliminações. Uso de patinho/ SV e Comadre EV contínua, mais sangue e ou derivados, NPT ou citostáticos Duas ou mais lesões (escaras, estomas) com curativos grandes (troca 2x/dia) Com traqueostomia ou TOT com cuidados respiratórios de aspiração de secreções Necessita de cadeira de rodas para banho de chuveiro e higiene oral e lavagem externa. Só faz uso de cadeira de rodas, muletas e outros artefatos com ajuda e supervisão efetivas Vigilância efetiva devido a possível instabilidade de SV. Controle de 2 em 2 horas Inconsciente, sem resposta verbal Necessita de controle contínuo, incontinência. Uso de fraldas e ou SV Em uso contínuo de drogas vasoativas para manu tenção da PA Duas ou mais lesões infectadas com grandes curativos (troca 2 ou mais/dia) Com ventilação mecânica contínua ou intermitente ( vigilância e cuidados respiratórios constantes) Banho e higiene oral e externa realizados no leito Ausência de movimentos corporais, apresenta total dependência para ser removido do leito Instabilidade dos SV controle rigoroso de 1 em 1 hora, com instalação de PVC, PAM etc. CLASSIFICAÇÃO SOMA Fugulin,F. modificado por Marinho, A. MAE2 + TIO + HDS 6

7 INSTRUMENTO PARA CLASSIFIFICAÇÃO DE PACIENTES BAREMA de (Em teste comparativo com Matriz Mneumônio SCP Complexa) CM Até 17 GRAU DE DEPENDÊNCIA // MAE2 n GRAVIDADE + CInt 18 a 28 TIO CSI 29 a 39 Independent Dependente Dependente Total + CIts 40 a 50 e Parcial HDS (-)Causa e (-)Causa e Gravidade(+) Gravidade(+) Necessidades Acompanhante Acompanhante Humanas Básicas Sim Não Sim Não NHB \\ Pontos Pontos M MOTILIDADE A E E T I O H D S ALIMENTAÇÃ O ELIMINAÇÕE S ESTADO MENTAL TERAPÊUTIC A INTEGRIDAD E CUTÂNEO MUCOSA OIGÊNIO HIGIENE / Cuidado Corporal DEAMBULAÇ ÃO SINAIS VITAIS CLASSIFICAÇÃO ( ME ) Cuidados Mínimos Cuidados Intermediários rios Cuidados Semi- intensivos Cuidados Intensivos CMn CInt CSI CInts Até 17 De 18 a 28 De 29 a 39 De 40 a 50 7

8 GRAU de DEPENDÊNCIA : Independente (1) / Dependência Parcial (2 ou 3) / Dependência Total (4 ou 5) 2 e 4 na presença de acompanhante. MATRIZ DE PERFIL SIMPLES (MPS) paciente estar ou não estar acamado ( A / NA ) situação dos sinais vitais: estáveis ou Instáveis com ou sem risco de morte ( RM / srm) grau de dependência para: Mobilidade (M) Estado Mental (E) / Lucidez (L) Eliminações (E) Alimentação (A) Higiene Corporal (H) CLASSIFICACAO PELA MPS 1 Paciente que exige Cuidados MÍNIMOS CMn Acamado Não Grau de Dependência (M.E.E.A.H.) Independente (até 3 DP) 5 Sinais Vitais (Risco de Morte) Estáveis 2 INTERMEDIÁRIOS RIOS CInt Sim Parcial (Até 2 DT) Estáveis 3 SEMI-INTENSIVAS INTENSIVAS CSI Sim Total (Mais de 3 DT) Instáveis (S/Risco Risco) 4 INTENSIVOS CInts Sim Total (Mais de 3 DT) Instáveis (C/Risco Risco) Até 3(dp) 2 /mais 33(dt) 3233 CÁLCULO DO ÍNDICE DE SEGURANÇA TÉCNICA (IST) IST = TB + TA Expressões Matemáticas para cálculo: TA = 500 [(F x M1) + (F x M) + ( F x P)] / JST x TDUP x QPE 8

9 TB= ( TFDUP / TDUP x QPE) x 100 (Onde: TA= Taxa de Absenteísmo; F= n. de faltas; M1= Faltas de períodos de 6 horas; M= Faltas de períodos de 8 horas; P= Faltas de períodos de 12 horas; JST= Jornada Semanal de Trabalho; TDUP= Total de dias úteis do período; QPE= Quadro de Profissionais de Enfermagem da Unidade no mesmo Período; TB= Taxa de benefícios; TFDUP = Total de faltas de dias úteis no período). Valor Proposto pela resolução COFEN 293/2004 =15% 1,15 Taxa de Benefícios (TB) - Só referente às férias 8,33% Ex.: férias, licenças-prêmio (Ausências Planejadas) Taxa de Absenteísmo (TA) 6,67% Ex.:Faltas / Ausências não Planejadas JORNADA SEMANAL DE TRABALHO (JST) 20; 24; 30; 32,5; 36 e 40 horas / semana Distribuídas em Períodos de tempo: 4; 5, 6, 8, 10 e 12 horas A DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL, DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, DEVERÁ SER: Assistência mínima e intermediária - 33 a 37% de Enfermeiros e os demais Auxiliares e ou Técnicos de Enfermagem. Assistência semi-intensiva - 42 a 46% de Enfermeiros e os demais são Técnicos e ou Auxiliares de Enfermagem. Assistência intensiva - 52 a 56% de Enfermeiros e os demais são Técnicos de Enfermagem. NOTAS: Para UI de psiquiatria deve-se classificar o cliente tomando como base suas características assistenciais, adaptando-as ao SCP. O cliente especial ou psiquiátrico com intercorrências clínicas ou cirúrgicas deve ser classificado um nível acima no SCP, iniciando-se com cuidados intermediários. O cliente classificado como de cuidados intensivos deverá ser assistido em unidade com infra-estrutura adequada e especializada para esse fim. No Berçário e UI de Pediatria o SCP deverá considerar a presença do acompanhante. Caso não tenha acompanhante a criança menor de 6 anos e o recém nascido deverão ser classificados como de Cuidados Intermediários. 9

10 O cliente crônico, classificado pelo SCP como assistência intermediária ou semi-intensiva. O cliente com idade superior a 60 anos, sem acompanhante, deverá ser acrescido de mais 0,5 às horas de enfermagem do SCP. A autonomia do enfermeiro para dimensionar e gerenciar os profissionais de enfermagem deve ser garantida. Os indicadores de performance do pessoal de enfermagem devem ser gerenciados (coordenados e controlados) Dispor de 3 a 5% do quadro geral do pessoal de enfermagem para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e participação de programas de educação continuada. Na unidade de internação, composto de 60% ou mais de pessoas (Prof. de Enfermagem) com idade igual ou superior a 50 anos, deve ser acrescido de 10% ao IST. Para o exercício de atividades gerenciais, educação continuada e comissões permanentes, deverá ser dimensionado de acordo com a estrutura da organização / empresa. O ENFERMEIRO DEVERÁ CONTROLAR DIARIAMENTE A(S): Ausências de Profissionais de Enfermagem ( IST = TA + TB ), Quantidade de Clientes Crônicos (CInter ou CSI) e com mais de 60 anos (Sem Acomp), R.Ns e Menores de 6 anos (Com e Sem Acompanhante), Classificação dos Clientes (SCP), Profissionais de Enfermagem atuando na Unidade com 50 anos ou mais de Idade. CÁLCULO DA QUANTIDADE DE PROFISSIONAIS (QP) DE ENFERMAGEM PARA UNIDADES DE INTERNAÇÃO Expressão Matemática: QPE (UI) = KM (UI) THE (Onde: QPE= Quadro de Profissionais de Enfermagem; KM = Constante de Marinho; THE= Total de Horas de Enfermagem necessárias para assistência no período de 24 horas. 10

11 CALCULAR A CONSTANTE DE MARINHO PARA UNIDADE DE INTERNAÇÃO KM(UI) Expressão Matemática: KM(UI) = 7 / JST 1,15 (Onde: KM(ui) = Constante de Marinho para Unidades de internação; 7 = Total de dias da semana; JST = Jornada Semanal de Trabalho; 1,15 = Índice de Segurança Técnica (IST), proposto pela Resolução COFEN 293/2004). ESTRUTURAÇÃO DA KM(UI) = Estabelecimento da KM para as diversas JST ( 20; 24; 30; 32,2; 36 e 40 horas semanais) Considerando-se IST => 15% => 1,15 Km(20) = 0,4025 Km(24) = 0,3354 Km(30) = 0,2683; Km(32,5)= 0,2476; Km(36) = 0,2236; Km(40) = 0,2012. TOTAL DE HORAS DE ENFERMAGEM (THE) PARA ASSISTÊNCIA NAS 24 HORAS THE = [(PCM x 3,8) + (PCI 5,6) + (PCSI 9,4) + (PCIt x 17,9)] NOTA: O quantitativo médio de pacientes de cada tipo (PCM; PCI; PCSI e PCIt) deverá ser obtida de uma série histórica de classificação diária de pacientes de no mínimo 90 últimas apurações (= PERFIL DA UNIDADE COM BASE NA OCUPAÇÃO DOS LEITOS). CÁLCULO DA QUANTIDADE DE PROFISSIONAIS (QP) DE ENFERMAGEM PAR A UNIDADE ESPECIAL(UE) 11

12 Expressão Matemática: QP(SF) = KM(SF) TSF (Onde: QP(SF)= Quantidade de Profissionais de Enfermagem de Unidades Especiais (EU); KM(SF)= Constante de Marinho para UE; TSF= Total de Sítios Funcionais). CONSTANTE DE MARINHO [KM (SF)] = ESTRUTURAÇÃO DA KM(SF) Expressão Matemática: KM (SF) = PT / JST IST (Onde:KM(SF)= Constante de Marinho para EU; PT= Período de Tempo; JST= Jornada Semanal de Trabalho; IST= Índice de Seguraná Técnica). TOTAL DE SÍTIOS S FUNCIONAIS (TSF) TSF = N N 1 SF N TSF = [ (SF1) + (SF2) + (SF3) (SFn) SITUAÇÃO INICIAL (DIAGNÓSTICA) AVALIAÇÃO PROVISÓRIA PELA EQUIPE DE FISCALIZAÇÃO Avaliação do quantitativo de pessoal de uma instituição de saúde, sem acesso aos dados necessários (SCP e TO). Será necessário: *número total de profissionais, obtidos da Escala Mensal da Unidade de Internação. 12

13 *jornada seminal de trabalho (JST) EEMPLO DE APLICAÇÃO 1 CÁLCULO BÁSICO QPE x JST = THE p/ sem THE : 7 (dias sem.) : Total de Leitos ou TO Número de horas de enfermagem por Paciente/dia Ex: Unidade de Internação do Hospital YZ 50 leitos ou Taxa de Ocupação (TO) 20 profissionais de enfermagem(qpe) 40 horas semanais(jst) QPE x JST = THE p/ semana 20 x 40 = 800 (THE) p/sem THE : 7 (dias sem.) : Total de Leitos ou TO = Horas de Enfermagem por paciente por dia 800 : 7 : 50 = 2,28 Verifica-se que o QPE não atende ao mínimo da Resolução 293/2004 O mínimo deverá estar acima de 3,8 h / paciente / 24 horas. EEMPLO DE APLICAÇÃO 2 ROTEIRO PARA AFERIÇÃO DA ADEQUAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NAS UNIDADES DE INTERNAÇÃO 1- Solicitar a Escala Mensal de Pessoal do Setor / Unidade Específica; 2- Contar quantos Profissionais de Enfermagem (Enfermeiros / Técnicos e Auxiliares) estão escalados, incluindo férias e licenças; 3- Informar-se qual a Jornada Semanal de Trabalho do Setor / Unidade Específica; 4- Informar-se sobre a Quantidade de Leitos da Unidade e a Taxa Média de Ocupação; 5- Calcular a Constante de Marinho pela JST ou consular a Tabela de Constantes de Marinho (Km = DS / JST 1,15); 13

14 6- Aplicar a Fórmula proposta por Marinho ( QPE= Km THE). Onde QPE Quantidade de Profissionais, Km Constante de Marinho e THE Total de Horas de Enfermagem necessárias para a assistência nas 24h); 7- A QPE é a quantidade apurada na Escala Mensal da Unidade de Internação, a Km será consultada ou calculada, restando calcular o THE da fórmula; 8- Para calcular as Horas Médias de Enfermagem por paciente (HMEP) temos que dividir o THE (Total de Horas de Enfermagem) pelo número médio de pacientes internados obtido da Taxa de Ocupação. 9- Verificar na Planilha a(s) configuração(ões) possível (is) com a HMEP adotada no setor / Unidade Específica Comparar com o quadro abaixo. Aplicação do roteiro acima: 1 ==> 2 = QPE = 42, sendo 8 enfermeiros e 34 TE/AE 3 ==> JST = 30 horas 4 ==> 36 Leitos ; TMO ==> 78,95% = + /- 30 Pacientes em Média / Dia 5 ==> KM = DS /JST 1,15 ==> 7 / 30 1,15 = 0,26 6 ==> QPE = KM THE ==> QPE = 0,26 THE 7 ==> QPE = 42 Profissionais; KM= 0,26. Falta calcular a THE THE = 42 / 0,26 THE = 161,54 horas 8- Para calcular as Horas Médias de Enfermagem por paciente (HMEP) temos que dividir o THE (Total de Horas de Enfermagem) pelo número médio de pacientes internados obtido da Taxa de Ocupação HMEP = THE / TMO 161,54 /30 = 5,38 horas por paciente nas 24 horas. 9- Verificar na Planilha a(s) configuração(ões) possível (is) com a HMEP adotada no setor / Unidade Específica Comparar com o continuum do quadro abaixo. QUADRO DA VARIAÇÃO DE HORAS MÉDIAS DE ENFERMAGEM POR PACIENTE (HMEP) e PERCENTUAIS DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM 14

15 Exemplo: UI de 20 Leitos Ocupados; JST de 30horas / Semana; Sem IST CONTINUUM (Mínimo)3,8h , , , , , ,9h( Máximo) /Pac / 24h SCP xx xx xx xx xx xx xx HE xx (3,8) 4,7 (5,6) 7,5 (9,4) 13,65 (17,9) THE xx Mn 100% 50% 0% 0% 0% 0% 0% % CInter 0% 50% 100% 50% 0% 0% 0% CSI 0% 0% 0% 50% 100% 50% 0% CIntens 0% 0% 0% 0% 0% 50% 100% QPE xx 17,7 21,9 26,1 34,9 43,8 63,69 83,5 Ns 33% 5,8 = 6 7,2=7 8,6=9 xx xx xx xx Nm 67% 11,9 =12 14,7=15 17,5=17 xx xx xx xx Ns 37% xx xx xx 12,9=13 xx xx xx Nm 63% xx xx xx 22 xx xx xx Ns 42% xx xx xx xx 18,4=18 xx xx Nm 58% xx xx xx xx 25,4=26 xx xx Ns 46% xx xx xx xx xx 29,3=29 xx Nm 54% xx xx xx xx xx 34,4=35 xx Ns 52% xx xx xx xx xx xx 43,4=43 Nm 48% xx xx xx xx xx xx 40,1=40 Notas: Assistência mínima e intermediária - 33 a 37% de Enfermeiros e os demais Auxiliares e ou Técnicos de Enfermagem. Assistência semi-intensiva - 42 a 46% de Enfermeiros e os demais são Técnicos e ou Auxiliares de Enfermagem. Assistência intensiva - 52 a 56% de Enfermeiros e os demais são Técnicos de Enfermagem. EEMPLO DE APLICAÇÃO 3 ROTEIRO PARA DIMENSIONAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM PARA UNIDADES ESPECIAIS Etapas: 1- Listar todas as Unidades Específicas Funcionais (UF) da Organização / Instituição de Saúde; 2- Identificar, nas UF, as Áreas Operacionais (Locais) em que a Enfermagem desenvolve suas atividades específicas e em co-participação; 3- Estruturar os Espelhos Semanais Padrão (ESP) de cada UF; 4- Identificar os Sítios Funcionais (SF) necessários ao desenvolvimento das atividades de enfermagem (específicas e de co-participação), atentar sempre que possível para as demandas; 15

16 5- Distribuir os SF (= área operacional / atividade(s) / período de tempo) no ESP; 6- Contabilizar os SF por categoria funcional; 7- Calcular a KM (sf) através da expressão matemática (KM(sf) = PT/ JST IST). Ele acrescenta o Índice de Segurança Técnica proposto pela Resolução 293/04 15%. 8- Calcular o Quantitativo de Profissionais de Enfermagem (QPE) por categoria, aplicando a expressão matemática QPE = KM (sf) TSF Exemplo prático: 1- A) Emergência /Urgência ou Pronto Atendimento; B) Ambulatório; C) Centro Cirúrgico; D) Recuperação Pós-Anestésica; E) Central de Material Esterilizado; F) Banco de Sangue / Hemoterapia; G) Centro Obstétrico; H) Pré-Natal; I) Puerpério; J) Berçário; L) Hemodiálise / Diálise Peritonial; M) Serviço de Radiodiagnóstico (Raio, Medicina Nuclear, Ultrassom, Mamografia, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética); N) CACON / CEPON; etc. 2- A) Ambulatório Áreas Operacionais. Exemplos: Sala da Coordenação / Gerência; Salas de Pré-Consultas (Ginecologia, Obstetrícia, Pediatria, Puericultura, Clinica Medica (Hipertensão / Diabetes / Cardiologia, etc); Consultório(s) de Enfermagem; Unidades de Apoio às Consultas Médicas (Protologia, Ginecologia / Obstetrícia, Pediatria/ Puericultura); Sala de Curativos; Unidade de Quimioterapia Ambulatorial; Sala de Oftalmologia; Sala de Otorrinolaringologia; Sala de Hidratação; Sala de Educação para a Saúde (Promoção da Saúde); etc. B) Emergência / Urgência / Pronto Atendimento Áreas Operacionais. Exemplos: Sala da Coordenação / Gerência; Sala de Triagem; Sala de Atendimento; Sala de Medicação / Injeções; Unidades de Observação (Homens / Mulheres / Crianças / Isolamento); Sala de Curativos; Atendimento na Unidade Móvel Remoções (Ambulâncias); Sala de Grandes Emergências. C) Centro Cirúrgico Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação / Gerência; Salas de Operação; Arsenal / Farmácia; Sala de utilidades. D) Recuperação Pós-anestésica Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação/ Gerência; Unidade de Recepção Pré-Operatória; Unidade de Monitoramento pós- Anestésica (Pós-Operatório imediato); Unidade de Apoio Anestésico; Área de Transporte de Pacientes. E) Central de Material Esterilizado Áreas Operacionais. Exemplos:Sala de Coordenação / Gerência; Sala de Recepção de Material Usado / Expurgo / Sala de Utilidades; Área de Preparo (Pacotes, Bandejas, vidraria, Tubos e borrachas, Material de Cirurgias Endoscópicas), Arsenal, Unidade de Esterilização, Sala de Estoque de Material Esterilizado, Área de Distribuição e recolhimento de Material. F) Banco de Sangue / Hemoterapia Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Triagem; Sala de classificação sangüínea; Poltrona de Coleta de Sangue. G) Centro Obstétrico Áreas Operacionais. Exemplos:Sala de Coordenação/ Gerência; Sala de Parto; Sala de Parto Cirúrgico; Sala de utilidades; Transporte de Pacientes; Sala de Pós-parto imediato; Sala de reanimação e higienização do RN. H) Pré-Natal Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação/ gerência; Unidades da Paciente (Acompanhamento pré-natal); Transporte. I) Puerpério Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação / Gerência; Leitos de Purerpério (Alojamento Conjunto). J) Berçário Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação / Gerência; Berços (Normais e Alto Risco) L) Hemodiálise / Diálise Peritonial Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação/ Gerência; Sala Branca (Máquinas); Sala Amarela (Máquinas); Sala de utilidades e preparo de material; Leitos de Diálise. M) Serviço de Radiodiagnóstico (Raio, Medicina Nuclear, Ultrassom, Mamografia, Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Áreas Operacionais. 16

17 Exemplos: Sala de Coordenação / Gerência; Transporte de Pacientes; Máquinas/ Demandas; Sala de Preparo; Sala de Observação Pós-Exame. N) CACON / CEPON Áreas Operacionais. Exemplos: Sala de Coordenação /Gerência; Consultórios; Poltronas de Tratamento Quimioterápico; Leitos de Observação; Sala de Preparo dos Quimioterápicos. 3- ESP / 4 / 5 Estruturação do Espelho Semanal Padrão de uma Unidade de Emergência, Pronto Atendimento, Urgência Área Ope raci onal (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) Cate gori a DIAS DA SEMANA Seg Ter Qua Qui Sex Sab Dom M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm Ns Nm LEGENDA: (1)=Sala da Coordenação / Gerência; (2)= Sala de Triagem; (3)=Sala de Atendimento;(4)= Sala de Medicação / Injeções; (5)=Unidades de Observação (Homens / Mulheres / Crianças / Isolamento); (6)=Sala de Curativos; (7)= Atendimento na Unidade Móvel Remoções (Ambulâncias); (8)= Sala de Grandes emergências. M= Manhã / T= Tarde / N = Noite / = Períodos de Tempo (PT) de 6 Horas (M+T+N+N=24h) Ns Nível Superior = Enfermeiro(a) Nm Nível Médio = Auxiliar ou Técnico de Enfermagem. Observação Importante Cada unidade especial tem suas próprias características, como: demandas, capacidade instalada, rapidez na realização dos exames e tratamentos, períodos de funcionamento da unidade (dias e turnos), protocolo utilizado, etc. Elas influem no DPE em razão disso, sugere-se que sejam estruturados no mínimo 6 (seis) Espelhos Semanais Padrão (ESP) por unidade para estruturar seu perfil de Funcionamento/ Atendimento, que favorecerá no Cálculo do Quantitativo de Profissionais de Enfermagem mais adequado às necessidades de cada Instituição. 17

18 6- Contabilizar os SF: == de Ns (Enfermeiros) (1) 5 + (5) 28 + (6) 14 + (8) 28 = 75 Sítios Funcionais. == de Nm (Aux. ou Téc. de Enfermagem) (2) 28 + (3) 28 + (4) 42 + (5) 63 + (7) 28 + (8) 28= 217 Sítios Funcionais 7- Calculo da KM(sf), considerando a Jornada Semanal de Trabalho (JST) de 30 horas e o Índice de Segurança Técnica (IST) proposto pela Resolução COFEN 293/04 15% KM(sf) = PT / JST IST KM(sf) = 6 / 30 1,15 0,23 8- Calcular o QPE: ==Ns (Enfermeiros) QPE(Ns) = KM(sf) TSF(Ns) QPE(Ns) = 0,23 75 = 17,25 17 Enfermeiros(as) ==Nm (Aux. ou Téc. de Enfermagem) QPE = KM(sf) TSF(Nm) QPE(Ns) = 0, = 49,91 50 Aux. e/ou Téc. De Enfermagem. Exemplo de Aplicação 4 Roteiro para DPE da UIS utilizando o Fator Multiplicador do Anexo III 1- Aplicar o Instrumento de Coleta de dados do Anexo; 2- Classificar os pacientes pelo SCP ou utilizando a Matriz de Escore (ME) ou a Matriz de Perfil Simples(MPS); 3- Apurar a média aritmética de pacientes, por tipo (CMn; CInt; CSI e CIntens), das 90 últimas apurações; 4- Informar-se sobre a JST praticada na Unidade de Internação Buscar o FATOR MULTIPLICADOR nos quadros acima. 5- Buscar se há apuração do IST (IST= TA + TB) na Unidade de Internação: Quando a UI apurar o seu IST utilizar o Fator Multiplicador do quadro Sem IST : == Calcular o QPE: =O QPE será obtido através da SOMA das multiplicações dos Fatores Multiplicadores pelas médias de pacientes, por tipo. Após o cálculo aplicar o percentual do IST médio apurado nos últimos 12 meses. Quando a UI não apura o IST, utilizar o percentual de 15% ( 1,15): == Calcular o QPE: = O QPE será obtido através da SOMA das multiplicações dos Fatores pelas médias de pacientes, por tipo. EEMPLO DE APLICAÇÃO: ( Supondo que a média de pacientes das últimas 90 apurações foi: 18

19 CMN 13,4 Paciente CInter 9,7 Paciente CSI 3,5 Pacientes CIntens 0,6 Pacientes. 4 Supondo que a JST é 30 horas / semana. 5 Cálculo o QPE: TIPO Pacts FATOR MULTIPLICADOR QTDADE DE PROFISSIONAIS FATOR MULTIPLICADOR QTDADE DE PROFISSIONAIS JST= 30 h s/ IST JST = 30h c/ IST CMn 13,4 0,88 11,792 1,02 13,668 CInterm 9,7 1,30 12,61 1,50 14,55 CSI 3,5 2,19 7,665 2,52 8,82 CSIntens 0,6 4,17 2,502 4,80 2,88 TOTAL 27,2 xxx 34,569 xxx 39,918 Sem IST Do total de 34,569 (35) profissionais 33 a 37% são Enfermeiros 11,4 =~ 11 Enfermeiros e 24 são Aux e/ou Téc. de Enfermagem. Com IST Do total de 39,918 (40) profissionais 33 a 37% são Enfermeiros 13,1 =~13 Enfermeiros e 27 são Aux. e/ou Téc. de Enfermagem. ANEO I SCP = Conceitos PACIENTE DE CUIDADO MÍNIMO (PCM) - AUTO CUIDADO Estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e fisicamente autosuficientes quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas. PACIENTES DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS (PCI) Paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas PACIENTES COM CUIDADOS SEMI-INTENSIVOS (PCSI) Paciente recuperável, sem risco iminente de morte, sujeitos a instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada. PACIENTES DE CUIDADOS INTENSIVOS (PCI) Paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeitos a instabilidades das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada. ANEO II Instrumento de Coleta de Dados SCP HOSPITAL - H 19

20 DADOS PARA CLASSIFICAÇÃO DOS PACIENTES DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO Unidade: Leito/ local Iniciais dos Pacts Acamado (S/N) Sinais Vitais Mobilidade Estado Mental Eliminações Aliment ação Higiene Corporal xx xxxxxx xxxxxxx T P R PA Dor xxxxx xxxxx xxxxx xxxxx xxxxxxx xxxx SCP Data: / / Horário: Dados colhidos por: ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DO INSTRUMENTO ACIMA 1- Os dados para avaliação de cada situação (item) deverão ser colhidos pelo enfermeiro, em frente ao paciente, por meio de visitas diárias, respeitando-se o mesmo horário. Seguir a seguintes orientações: Coluna 1==> Quarto ou Enfermaria e o número do Leito. Coluna 2==> Iniciais do nome do (a) paciente. Coluna 3 ==> Acamado = SIM (S) ou NÃO (N) Coluna 4 ==> Sinais Vitais == (T // P // R // PA // Dor) ==> Avaliação = Estável (E); Instável sem Risco de Morte (I); Instável com Risco de Morte (I c/r) Coluna 5 => MOBILIDADE = Independente (I); Dependente Parcial (DP); Dependente Total (DT) I = Mobiliza-se no leito sozinho // Movimenta os segmentos corporais (MMSS e MMII) sem ajuda // É auto-suficiente. DP = Mobiliza-se no leito com ajuda // Necessita de estímulo, encorajamento ou supervisão para movimentar os segmentos corporais. DP = Necessita de ajuda para movimentar os segmentos corporais //Uso de equipamentos e/ou aparelhos nos segmentos. 20

21 DT = Não se mobiliza // Movimentação passiva programada e realizada pela Enfermagem. DT = Não se mobiliza // Dependência total para se mover // Mudanças de decúbito e movimentação passiva programada e realizada pela enfermagem. Nota: Se houver acompanhante para auxiliar o DT será classificado como DP e o DP será como I. Coluna 6 ==> Estado Mental = Independente (I); Dependente Parcial (DP); Dependência Total (DT) I = Alerta // Lúcido // Orientado no Tempo e no Espaço. DP = Alerta // Orientado no Tempo e no Espaço, mas com dificuldade de seguir instruções. DP = Período de desorientação no Tempo e no Espaço // Confuso, desorientado, mas calmo. DT = Desorientado no Tempo e no Espaço // Confuso, desorientado e agitado. DT = Inconsciente, sem resposta verbal. Nota: Se houver acompanhante para auxiliar o DT será classificado como DP e o DP será como I. Coluna 7 ==> Eliminações = Independente (I); Dependente Parcial (DP); Dependente Total (DT). I = Não necessita de ajuda //Eliminações sem ajuda sem transtornos // // É auto-suficiente. DP = Auto-suficiente, tem controle de Eliminações (solicita comadre e/ou patinho). DP = Necessita de Orientação e Supervisão para Eliminações // Incontinência Urinária, com Sonda Vesical. DT = Eliminações e Controles realizados com ajuda da enfermagem // Incontinência Urinária e intestinal. DT = Necessita de assistência constante da Enfermagem (quatro ou mais vezes por dia), evacuação no leito, uso de Sonda Vesical // Necessitando de Controles das Eliminações (urinária e intestinal). Nota: Se houver acompanhante para auxiliar o DT será classificado como DP e o DP será como I. Coluna 8 ==> Alimentação = Independente (I); Dependente Parcial (DP); Dependente Total (DT). I = Alimenta-se sozinho // Ingesta normal, sem transtornos // É auto-suficiente. DP = Alimentação e hidratação oral com auxílio // Necessita de estímulo, encorajamento e supervisão para se alimentar e tomar líquidos. 21

22 DP = Não se alimenta sozinho, precisa de ajuda da Enfermagem. DT = Alimentação através de SNG, SNE, realizada pela Enfermagem. DT = Assistência efetiva da Enfermagem, presença de estomas, SNG ou SNE com controle rigoroso // Nutrição Parenteral. Nota: Se houver acompanhante para auxiliar o DT será classificado como DP e o DP será como I. Coluna 9 ==> Higiene Corporal = Independente (I); Dependente Parcial (DP); Dependente Total (DT). I = Realiza a higiene sozinho // Cuida-se sem ajuda // É auto-suficiente. DP = Realiza os procedimentos de higiene com pequena ajuda da enfermagem // Necessita de encorajamento para tomar banho de chuveiro e fazer higiene oral. DP = Banho de chuveiro e higiene oral com auxílio da Enfermagem. DT = Banho de chuveiro em cadeira de rodas e higiene oral realizadas pela enfermagem // Procedimentos de higiene com grande ajuda da enfermagem. DT = Depende totalmente da Enfermagem para realizar todos os procedimentos de higiene // Banho de leito e higiene oral realizada pela Enfermagem. Nota: Se houver acompanhante para auxiliar o DT será classificado como DP e o DP será como I. CLASSIFICACAO PELA MPS 1 Paciente que exige Cuidados MÍNIMOS CMn Acamado Não Grau de Dependência (M.E.E.A.H.) Independente (até 3 DP) 5 Sinais Vitais (Risco de Morte) Estáveis 2 INTERMEDIÁRIOS RIOS CInt Sim Parcial (Até 2 DT) Estáveis 3 SEMI-INTENSIVAS INTENSIVAS CSI Sim Total (Mais de 3 DT) Instáveis (S/Risco Risco) 4 INTENSIVOS CInts Sim Total (Mais de 3 DT) Instáveis (C/Risco Risco) Instrumento Revisado em dez. / 2007 Antonio Marinho 22

23 ANEO III FATOR MULTIPLICADOR PARA DPE PARA UIs RELAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR PACIENTE, POR JST, SEM IST SCP HE JST= 20 h 24 h 30 h 32,5 h 36 h 40 h CMn 3,8 1,33 1,11 x 0,88 0,81 0,74 0,66 x CInt 5,6 1,96 1,63 1,30 1,20 1,09 0,98 CSI 9,4 3,29 2,74 1,19 2,02 1,82 1,64 CInts 17,9 6,26 5,22 4,17 4,85 3,48 3,13 23

24 RELAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR PACIENTE,POR JST, COM IST SCP HE JST= 20 h 24 h 30 h 32,5 h 36 h 40 h CMn 3,8 1,52 1,27 1,02 0,94 0,85 0,76 CInt 5,6 2,25 1,87 1,50 1,08 1,25 1,13 CSI 9,4 3,78 3,15 2,52 2,32 2,10 1,89 CInts 17,9 7,20 6,00 4,80 4,43 4,00 3,60 ANEO IV Destaques na Lei do Exercício Profissional para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem das Unidades Assistenciais LEI N 7.498/86, DE 25 DE JUNHO DE 1986.(Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências) Art O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe: I - privativamente: 1º Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; 2º Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; 3º Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem; 8º Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem; 9º Consulta de Enfermagem; 24

25 10 Prescrição da assistência de Enfermagem; 11 Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; 12 Cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas; II - como integrante da equipe de saúde: 1º Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde; 2º Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde; 3º Prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; 4º Participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação; 5º Prevenção e controle sistemática de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral; 6º Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência de Enfermagem; 7º Assistência de Enfermagem à gestante, parturiente e puérpera; 8º Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto; 9º Execução do parto sem distocia; 10 Educação visando à melhoria de saúde da população; Parágrafo único. às profissionais referidas no inciso II do Art. 6º desta Lei incumbe, ainda: 1º Assistência à parturiente e ao parto normal; 2º Identificação das distocias obstétricas e tomada de providências até a chegada do médico; 3º Realização de episiotomia e episiorrafia e aplicação de anestesia local, quando necessária. 25

26 Art O Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de Enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de Enfermagem, cabendo-lhe especialmente: Art O Auxiliar de Enfermagem exerce atividades de nível médio, de natureza repetitiva, envolvendo serviços auxiliares de Enfermagem sob supervisão, bem como a participação em nível de execução simples, em processos de tratamento, cabendo-lhe especialmente: Art As atividades referidas nos arts. 12 e 13 desta Lei, quando exercidas em instituições de saúde, públicas e privadas, e em programas de saúde, somente podem ser desempenhadas sob orientação e supervisão de Enfermeiro Documento revisto em 05/05/2008 Antonio de Magalhães Marinho DIMENSIONAMENTO DO QUADRO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EERCÍCIOS ===> UNIDADES DE INTERNAÇÃO: 1- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 PCInterm = 6,8 PCSI = 3,3 PCIntens = 0,7 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 2- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 7,6 PCInterm = 9,8 PCSI = 2,9 PCIntens = 0,5 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e que 35% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 26

27 3-Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma CTI, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 PCInterm = 2,4 PCSI = 3,8 PCIntens = 8,3 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 52% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem? 4- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Cuidados Intermediários, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 PCInterm = 2,8 PCSI = 8,3 PCIntens = 0,7 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 45% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 6- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 PCInterm = 6,8 PCSI = 3,3 PCIntens = 0,7 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana, o IST de 25% e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 7- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 PCInterm = 6,8 PCSI = 3,3 PCIntens = 0,7 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana, TA de 9,8, TB de 8,7 e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. 27

28 Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? 8- Após uma série de 30 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, com taxa de Ocupação de 66,66%, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 PCInterm = 6,8 PCSI = 3,1 PCIntens = 0,7 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos Leitos tem a UI, quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? EERCÍCIOS ===> UNIDADES ESPECIAIS: ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> EMERGÊNCIA A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo SF x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N AA NS AB (*) NS A NS NM B NS NM C (*) NS NM D (*) NS NM E (*) NS NM F NS

29 NM G NS H NM NOTA: FUNCIONAMENTO DURANTE 24 HORA (PERIODOS DE 6 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção e Triagem B==> Pronto Atendimento (10 a 12 Poltronas) C==> Repouso Masculino (6 macas) D==> Repouso Feminino (06 macas) E ==> Repouso Infantil (04 Macas) F==> Grande Emergência (2 Mesas / Macas) G==> Isolamento (01 maca) DEMANDA ==> Manhã (Intensa) // Tarde (Intensa) // Noite ==> Mediana // Sábado e Domingo ==> Mediana. 1- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e IST de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 2- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana; TA de 6,8% e TB de 8,9. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 3- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e IST de 22%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? ==================================================== ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> CENTRO CIRÚRGICO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS

30 AB (*) NS A NS NM B (*) NS NM C (*) NS NM D (*) NS NM E (*) NS NM F NS NM G NS H NM NOTA: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DE 8:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERÍODOS DE 4 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção Pré-Operatória B==> Sala de Operações 01 C==> Sala de Operações 02 D==> Sala de Operações 03 E ==> Sala de Operações de Emergência F==> Recuperação Pós-Operatória (6 a 8 camas-maca) G==> Esterilização SPEED e Corredores 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 30

31 ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> AMBULATÓRIO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS AB (*) NS A NS NM B NS NM C NS NM D NS NM E NS NM F NS NM G NS NM H NS NM I NS NM J NS NM K NS NM Nota: O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM É DE 7:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERIODOS DE 5 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão 31

32 A==> Consultório de Enfermagem Ginecologia // Pré-Natal // Pré Consulta B==> Consultório de Enfermagem Puericultura C==> Consultório de Hanseniase D==> Consultorio de Tuberculose E ==> Vacinação // BCG // Teste do Pezinho F==> Visita Domiciliar // Programa de Saude da Familia G==> Sala de Espera // Educação para à Saúde H==> Consultorio de Assistência ao Paciente Clinico // Pré-Consulta I==> Setor de Esterilização J==> Sala de Curativos K==> Epidemiologia 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? 3- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 17%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? =========================================================== 1- Sabendo-se que a Jornada Semanal de Trabalho (JST) é de 30 horas, o mês é de 22 dias úteis e o Quadro de Profissionais de Enfermagem (QPE) que compõe a Unidade é de 36 Funcionários. Carcular o Índice de Segurança Técnica ( IST = TA + TB), a Taxa de Absenteísmo e a Taxa de Benefícios da Unidade de Enfermagem que apresentou o seguinte quadro de ausências: Quantidade de faltas nâo planejadas ==> 13 de 6 horas ==> 21 de 8 horas ==> 05 de 10 horas ==> 10 de 12 horas Quantidade de ausências / faltas Planejadas: 2 Funcionários usufluiram de 30 dias de férias, a partir do dia 01. Sabendo-se que o primeiro domingo do mês é dia 3 e que não há nenhum feriado ou ponto facultativo no 32

33 mês. 1 Funcionária encontra-se de licença maternidade durante todo período; 1 Funcionário encontra-se de licença prêmio durante todo o período. Antonio Marinho Junho /2009 ================ SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS 1- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 117,35 = 31,48 31,48 x 33 / 100 ==> 10,38 = ~ 10 Enfermeiros 31,48 x 67 /100 ==> 21,09 =~ 21 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 2- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 7,6 x 3,8 = 28,88 PCInterm = 9,8 x 5,6 = 54,88 PCSI = 2,9 x 9,4 = 27,26 PCIntens = 0,5 x 17,9 = 8,95 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e que 35% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE 33

34 THE = [ (7,6 3,8) + (9,8 5,6) + (2,9 x 9,4) + (0,5 x 17,9) = 119,97 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 36 x 1,15 = 0,2236 QPE = 0,2236 x 119,97 = 26,83 =~ 27 26,83 x 35 / 100 ==> 8,85 =~ 9 Enfermeiros 26,83 x 65 /100 ==> 17,44 =~ 18 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 3-Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma CTI, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 x 3,8 = 3,04 PCInterm = 2,4 x 5,6 = 13,44 PCSI = 3,8 x 9,4 = 35,72 PCIntens = 8,3 x 17,9 = 148,57 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 52% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (0,8 3,8) + (2,4 5,6) + (3,8 x 9,4) + (8,3 x 17,9) = 200,77 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 200,77 = 53,87 =~54 53,87 x 52 / 100 ==> 28,01 =~28 Enfermeiros 53,87 x 48 /100 ==> 25,86 =~26 Técnicos de Enfermagem 4- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Cuidados Intermediários, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 x 3,8 = 3,04 PCInterm = 2,8 x 5,6 = 15,68 PCSI = 8,3 x 9,4 = 78,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 45% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (0,8 3,8) + (2,8 5,6) + (8,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 109,27 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,

35 QPE = 0,2683 x 109,27 = 29,32 =~30 29,32 x 45 / 100 ==> 13,19 =~ 14 Enfermeiros 29,32 x 55 /100 ==> 16,13 =~16 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 6- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana, o IST de 25% e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,25 = 0,2916 QPE = 0,2916 x 117,35 = 34,22 =~ 34 34,22 x 33 / 100 ==> 11,29 =~ 11 Enfermeiros 34,22 x 67 /100 ==> 22,93 =~23 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 7- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana, TA de 9,8, TB de 8,7 e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 IST = TA + TB ==> 9,8 + 8,7 = 18,5 % 35

36 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 40 x 1,185 = 0,2073 QPE = 0,2073 x 117,35 = 24,33 =~ 25 24,33 x 33 / 100 ==> 8,03 =~ 8 Enfermeiros 24,33 x 67 /100 ==> 16,30 =~17 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 8- Após uma série de 30 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, com taxa de Ocupação de 66,66%, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos Leitos tem a UI, quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? Numero Médio de Pacientes = 9,4 + 6,8 + 3,3 + 0,7 = 20,2 ==> 66,66% Se 66,66% ========== 20,2 100% ========== 30,3 = Total de Leitos QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 117,35 = 31,48 =~32 31,48 x 33 / 100 ==> 10,39 =~ 11 Enfermeiros 31,48 x 67 /100 ==> 21,09 =~21 Técnicos ou Aux. de Enfermagem EERCÍCIOS ===> UNIDADES ESPECIAIS: ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> EMERGÊNCIA A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo SF 36

37 x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N AA NS S AB (*) NS S A NS S NM M B NS NM M C (*) NS NM M D (*) NS NM M E (*) NS NM M F NS G NM M NS S H NM M NOTA: FUNCIONAMENTO DURANTE 24 HORA (PERÍODOS DE 6 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção e Triagem B==> Pronto Atendimento (10 a 12 Poltronas) C==> Repouso Masculino (6 macas) D==> Repouso Feminino (06 macas) E ==> Repouso Infantil (04 Macas) F==> Grande Emergência (2 Mesas / Macas) G==> Isolamento (01 maca) DEMANDA ==> Manhã(Intensa) // Tarde (Intensa) // Noite ==> Mediana // Sábado e Domingo ==> Mediana. 1- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e IST de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou 37

38 Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,15 = 0,23 QPEs = 0,23 x 75 = 17,25 =~ 18 Enfermeiros QPEm = 0,23 x 238 = 54,74 = ~55 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana; TA de 6,8% e TB de 8,9. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF IST = TA + TB ==> 6,8 + 8,9 = 15,7 % KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,157 = 0,1735 QPEs = 0,1735 x 75 = 13,01 =~13 Enfermeiros QPEm = 0,1735 x 238 = 41,29 =~ 42 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 3- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e IST de 22%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF KMe = PT / JST + IST ==> 6/36 x 1,22 = 0,2033 QPEs = 0,2033 x 75 = 15,25 =~16 Enfermeiros QPEm = 0,2033 x 238 = 48,39 =~49 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 38

39 ==================================================== ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> CENTRO CIRÚRGICO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS S AB (*) NS S A NS S NM B (*) NS NM C (*) NS NM D (*) NS M 20 M 25 M E (*) NM M NS S NM M F NS S NM G NS M H NM M NOTA: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DE 8:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERÍODOS DE 4 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção Pré-Operatória B==> Sala de Operações 01 C==> Sala de Operações 02 D==> Sala de Operações 03 E ==> Sala de Operações de Emergência F==> Recuperação Pós-Operatória (6 a 8 camas-maca) G==> Esterilização SPEED e Corredores 39

40 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 81 TSFm = = 181 KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,18 = 0,236 QPEs = 0,236 x 75 = 17,7 =~18 Enfermeiros QPEm = 0,236 x 181 = 42,72 =~43 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 81 TSFm = = 181 KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,18 = 0,177 QPEs = 0,177 x 81 = 14,34 =~15 Enfermeiros QPEm = 0,177 x 181 = 32,04 =~ 32 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> AMBULATÓRIO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS S AB (*) NS S A NS S NM M B NS S 40

41 NM C NS S NM M D NS S NM M E NS S NM M F NS S NM M G NS S NM M H NS S NM M I NS S NM M J NS S NM M K NS S NM M Nota: O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM É DE 7:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERÍODOS DE 5 H) IMPORTANTE: DEVE-SE ESCALAR SEMPRE UM TEC OU AU. DE ENFERMAGEM PARA ACOMPANHAR AS CONSULTAS / EAMES NAS CLINICAS: GINECOLOGIA, PROTOLOGIA, UROLOGIA, MASTOLOGIA E PEDIATRIA. LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Consultório de Enfermagem Ginecologia // Pré-Natal // Pré Consulta B==> Consultório de Enfermagem Puericultura C==> Consultório de Hanseniase D==> Consultorio de Tuberculose E ==> Vacinação // BCG // Teste do Pezinho F==> Visita Domiciliar // Programa de Saude da Familia G==> Sala de Espera // Educação para à Saúde 41

42 H==> Consultorio de Assistência ao Paciente Clinico // Pré-Consulta I==> Setor de Esterilização J==> Sala de Curativos K==> Epidemiologia 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 113 TSFm= = 150 KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,15 = 0,23 QPEs = 0,23 x 113 = 25,99 =~26 Enfermeiros QPEm = 0,23 x 150 = 34,5 =~35 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 113 TSFm= = 150 KMe = PT / JST + IST ==> 6/36 x 1,18 = 0,1966 QPEs = 0,1966 x 113 = 22,22 =~ 23 Enfermeiros QPEm = 0,1966 x 150 = 29,49 =~ 30 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 3- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 17%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 113 TSFm= =

43 KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,17 = 0,1755 QPEs = 0,1755 x 113 = 19,83 =~20 Enfermeiros QPEm = 0,1755 x 150 = 26,32 =~27 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem =========================================================== CÁLCULO DO IST === TAA DE ABSENTEÍSMO E DE BENEFÍCIOS 1- Sabendo-se que a Jornada Semanal de Trabalho (JST) é de 30 horas, o mês é de 21 dias úteis e o Quadro de Profissionais de Enfermagem (QPE) que compõe a Unidade é de 36 Funcionários. Calcular o Índice de Segurança Técnica ( IST = TA + TB), a Taxa de Absenteísmo e a Taxa de Benefícios da Unidade de Enfermagem que apresentou o seguinte quadro de ausências: Quantidade de faltas não planejadas ==> 13 de 6 horas ==> 21 de 8 horas ==> 05 de 10 horas ==> 10 de 12 horas Quantidade de ausências / faltas Planejadas: 2 Funcionários usufluiram de 30 dias de férias, a partir do dia 01. Sabendo-se que o mês é de 30 dias e que o primeiro domingo do mês é dia 3 e que não há nenhum feriado ou ponto facultativo no mês. 1 Funcionária encontra-se de licença maternidade durante todo período; 1 Funcionário encontra-se de licença prêmio durante todo o período. IST = TA + TB 500 [ (F x 6) + (F x 8) + (F x 10) + (F x 12) TA = TDU x JST x QPE TFDU TB = x 100 TDUP x QPE ============================================================== CÁLCULO: 43

44 500 [ (13 x 6) + (21 x 8) + (5 x 10) + (10 x 12) TA = = 500 [( )] / = 21 x 30 x 36 = (500 x 416) / = / = 9,17===> Portanto TA = 9,17% 21 x 3 TB = x 100 ==> (63 / 756) x 100 = 8,33 ==> Portanto TB= 8,33% 21 x 36 Logo o IST = TA + TB ==> 9,17 + 8,33 = 17,5% ATENÇÃO === Atentar que um mês de férias por ano significa 1/12 avos ==> 1/12 = 8,33 % de ausências por férias a cada mês. ============================================================== SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS 1- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 117,35 = 31,48 31,48 x 33 / 100 ==> 10,38 = ~ 10 Enfermeiros 31,48 x 67 /100 ==> 21,09 =~ 21 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 2- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 7,6 x 3,8 = 28,88 44

45 PCInterm = 9,8 x 5,6 = 54,88 PCSI = 2,9 x 9,4 = 27,26 PCIntens = 0,5 x 17,9 = 8,95 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e que 35% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (7,6 3,8) + (9,8 5,6) + (2,9 x 9,4) + (0,5 x 17,9) = 119,97 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 36 x 1,15 = 0,2236 QPE = 0,2236 x 119,97 = 26,83 =~ 27 26,83 x 35 / 100 ==> 8,85 =~ 9 Enfermeiros 26,83 x 65 /100 ==> 17,44 =~ 18 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 3-Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma CTI, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 x 3,8 = 3,04 PCInterm = 2,4 x 5,6 = 13,44 PCSI = 3,8 x 9,4 = 35,72 PCIntens = 8,3 x 17,9 = 148,57 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 52% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (0,8 3,8) + (2,4 5,6) + (3,8 x 9,4) + (8,3 x 17,9) = 200,77 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 200,77 = 53,87 =~54 53,87 x 52 / 100 ==> 28,01 =~28 Enfermeiros 53,87 x 48 /100 ==> 25,86 =~26 Técnicos de Enfermagem 4- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Cuidados Intermediários, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 0,8 x 3,8 = 3,04 PCInterm = 2,8 x 5,6 = 15,68 PCSI = 8,3 x 9,4 = 78,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 45

46 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 45% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (0,8 3,8) + (2,8 5,6) + (8,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 109,27 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 109,27 = 29,32 =~30 29,32 x 45 / 100 ==> 13,19 =~ 14 Enfermeiros 29,32 x 55 /100 ==> 16,13 =~16 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 6- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana, o IST de 25% e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,25 = 0,2916 QPE = 0,2916 x 117,35 = 34,22 =~ 34 34,22 x 33 / 100 ==> 11,29 =~ 11 Enfermeiros 34,22 x 67 /100 ==> 22,93 =~23 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 7- Após uma série de 90 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana, TA de 9,8, TB 46

47 de 8,7 e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 IST = TA + TB ==> 9,8 + 8,7 = 18,5 % KM= DS / JST + IST ==> 7 / 40 x 1,185 = 0,2073 QPE = 0,2073 x 117,35 = 24,33 =~ 25 24,33 x 33 / 100 ==> 8,03 =~ 8 Enfermeiros 24,33 x 67 /100 ==> 16,30 =~17 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 8- Após uma série de 30 classificações de Pacientes de uma Unidade de Internação, com taxa de Ocupação de 66,66%, obtivemos as seguintes médias de pacientes: PCMn = 9,4 x 3,8 = 35,72 PCInterm = 6,8 x 5,6 = 38,08 PCSI = 3,3 x 9,4 = 31,02 PCIntens = 0,7 x 17,9 = 12,53 Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e que 33% do total da Equipe é composta por Enfermeiros. Pergunta-se: quantos Leitos tem a UI, quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou auxiliares de Enfermagem? Numero Médio de Pacientes = 9,4 + 6,8 + 3,3 + 0,7 = 20,2 ==> 66,66% Se 66,66% ========== 20,2 100% ========== 30,3 = Total de Leitos QPE = KM x THE THE = [ (9,4 3,8) + (6,8 5,6) + (3,3 x 9,4) + (0,7 x 17,9) = 117,35 KM= DS / JST + IST ==> 7 / 30 x 1,15 = 0,2683 QPE = 0,2683 x 117,35 = 31,48 =~32 31,48 x 33 / 100 ==> 10,39 =~ 11 Enfermeiros 31,48 x 67 /100 ==> 21,09 =~21 Técnicos ou Aux. de Enfermagem 47

48 EERCÍCIOS ===> UNIDADES ESPECIAIS: ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> EMERGÊNCIA A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo SF x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N AA NS S AB (*) NS S A NS S NM M B NS NM M C (*) NS NM M D (*) NS NM M E (*) NS NM M F NS G NM M NS S H NM M NOTA: FUNCIONAMENTO DURANTE 24 HORA (PERÍODOS DE 6 H) LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção e Triagem B==> Pronto Atendimento (10 a 12 Poltronas) C==> Repouso Masculino (6 macas) D==> Repouso Feminino (06 macas) 48

49 E ==> Repouso Infantil (04 Macas) F==> Grande Emergência (2 Mesas / Macas) G==> Isolamento (01 maca) DEMANDA ==> Manhã(Intensa) // Tarde (Intensa) // Noite ==> Mediana // Sábado e Domingo ==> Mediana. 1- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e IST de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,15 = 0,23 QPEs = 0,23 x 75 = 17,25 =~ 18 Enfermeiros QPEm = 0,23 x 238 = 54,74 = ~55 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana; TA de 6,8% e TB de 8,9. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF IST = TA + TB ==> 6,8 + 8,9 = 15,7 % KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,157 = 0,1735 QPEs = 0,1735 x 75 = 13,01 =~13 Enfermeiros QPEm = 0,1735 x 238 = 41,29 =~ 42 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 3- Considerando o ESP acima e sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e IST de 22%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF 49

50 TSFs = = 75 SF TSFm= = 238 SF KMe = PT / JST + IST ==> 6/36 x 1,22 = 0,2033 QPEs = 0,2033 x 75 = 15,25 =~16 Enfermeiros QPEm = 0,2033 x 238 = 48,39 =~49 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem ==================================================== ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> CENTRO CIRÚRGICO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS S AB (*) NS S A NS S NM B (*) NS NM C (*) NS NM D (*) NS M 20 M 25 M E (*) NM M NS S NM M F NS S NM G NS M H NM M NOTA: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DE 8:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERÍODOS DE 4 H) LEGENDA: AA==> Chefia 50

51 AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Recepção Pré-Operatória B==> Sala de Operações 01 C==> Sala de Operações 02 D==> Sala de Operações 03 E ==> Sala de Operações de Emergência F==> Recuperação Pós-Operatória (6 a 8 camas-maca) G==> Esterilização SPEED e Corredores 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 81 TSFm = = 181 KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,18 = 0,236 QPEs = 0,236 x 75 = 17,7 =~18 Enfermeiros QPEm = 0,236 x 181 = 42,72 =~43 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 81 TSFm = = 181 KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,18 = 0,177 QPEs = 0,177 x 81 = 14,34 =~15 Enfermeiros QPEm = 0,177 x 181 = 32,04 =~ 32 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem ==> ESPELHO SEMANAL PADRÃO ( Mn 06) ==> AMBULATÓRIO A Op Niv Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sabado Domingo x M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N M T N N SF AA NS S AB (*) NS S 51

52 A NS S NM M B NS S NM C NS S NM M D NS S NM M E NS S NM M F NS S NM M G NS S NM M H NS S NM M I NS S NM M J NS S NM M K NS S NM M Nota: O HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM É DE 7:00 ÀS 17:00 HORAS ( PERÍODOS DE 5 H) IMPORTANTE: DEVE-SE ESCALAR SEMPRE UM TEC OU AU. DE ENFERMAGEM PARA ACOMPANHAR AS CONSULTAS / EAMES NAS CLINICAS: GINECOLOGIA, PROTOLOGIA, UROLOGIA, MASTOLOGIA E PEDIATRIA. LEGENDA: AA==> Chefia AB==> Coordenação ou Supervisão A==> Consultório de Enfermagem Ginecologia // Pré-Natal // Pré Consulta B==> Consultório de Enfermagem Puericultura C==> Consultório de Hanseníase 52

53 D==> Consultório de Tuberculose E ==> Vacinação // BCG // Teste do Pezinho F==> Visita Domiciliar // Programa de Saúde da Família G==> Sala de Espera // Educação para à Saúde H==> Consultório de Assistência ao Paciente Clinico // Pré-Consulta I==> Setor de Esterilização J==> Sala de Curativos K==> Epidemiologia 1- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 30 horas por semana e o IST é de 15%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 113 TSFm= = 150 KMe = PT / JST + IST ==> 6/30 x 1,15 = 0,23 QPEs = 0,23 x 113 = 25,99 =~26 Enfermeiros QPEm = 0,23 x 150 = 34,5 =~35 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 2- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 36 horas por semana e e o IST é de 18%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = = 113 TSFm= = 150 KMe = PT / JST + IST ==> 6/36 x 1,18 = 0,1966 QPEs = 0,1966 x 113 = 22,22 =~ 23 Enfermeiros QPEm = 0,1966 x 150 = 29,49 =~ 30 Técnicos e/ou Aux. de Enfermagem 3- Sabendo-se que a JST praticada na Unidade é de 40 horas por semana e e o IST é de 17%. Pergunta-se: quantos profissionais de Enfermagem são necessários para o funcionamento dessa Unidade. Quantos são Enfermeiros e Técnicos ou Auxiliares de Enfermagem? QPE = KMe TSF TSFs = =

54 TSFm= = 150 KMe = PT / JST + IST ==> 6/40 x 1,17 = 0,1755 QPEs = 0,1755 x 113 = 19,83 =~20 Enfermeiros QPEm = 0,1755 x 150 = 26,32 =~27 Técnicos e/ou Auxiliares de Enfermagem =========================================================== CÁLCULO DO IST === TAA DE ABSENTEÍSMO E DE BENEFÍCIOS 1- Sabendo-se que a Jornada Semanal de Trabalho (JST) é de 30 horas, o mês é de 21 dias úteis e o Quadro de Profissionais de Enfermagem (QPE) que compõe a Unidade é de 36 Funcionários. Calcular o Índice de Segurança Técnica ( IST = TA + TB), a Taxa de Absenteísmo e a Taxa de Benefícios da Unidade de Enfermagem que apresentou o seguinte quadro de ausências: Quantidade de faltas não planejadas ==> 13 de 6 horas ==> 21 de 8 horas ==> 05 de 10 horas ==> 10 de 12 horas Quantidade de ausências / faltas Planejadas: 2 Funcionários usufluiram de 30 dias de férias, a partir do dia 01. Sabendo-se que o mês é de 30 dias e que o primeiro domingo do mês é dia 3 e que não há nenhum feriado ou ponto facultativo no mês. 1 Funcionária encontra-se de licença maternidade durante todo período; 1 Funcionário encontra-se de licença prêmio durante todo o período. IST = TA + TB 500 [ (F x 6) + (F x 8) + (F x 10) + (F x 12) TA = TDU x JST x QPE TFDU TB = x 100 TDUP x QPE ============================================================== CÁLCULO: 500 [ (13 x 6) + (21 x 8) + (5 x 10) + (10 x 12) TA = = 500 [( )] / = 21 x 30 x 36 54

55 = (500 x 416) / = / = 9,17 ==> Portanto TA = 9,17% 21 x 3 TB = x 100 ==> (63 / 756) x 100 = 8,33 ===> Portanto TB = 8,33% 21 x 36 Logo o IST = TA + TB ==> 9,17 + 8,33 = 17,5% ATENÇÃO === Atentar que um mês de férias por ano significa 1/12 avos ==> 1/12 = 8,33 % de ausências por férias a cada mês. Antonio Marinho Junho /

Resolução COFEN Nº. 293/2004

Resolução COFEN Nº. 293/2004 Resolução COFEN Nº. 293/2004 Anexo II METODOLOGIA DE CÁLCULO DE PESSOAL DE ENFERMAGEM I) UNIDADE DE INTERNAÇÃO 1-UNIDADE DE INTERNAÇÃO (UI): Local com infraestrutura adequada para a permanência do paciente

Leia mais

Resolução COFEN Nº 293/2007

Resolução COFEN Nº 293/2007 Resolução COFEN Nº 293/2007 Dimensionamento de Pessoal Cleide Mazuel Canavezi [email protected] Resolução COFEN 293/2004 1 Dimensionamento de Pessoal Fixa e Estabelece Parâmetros para Dimensionar

Leia mais

MANUAL PRATICO DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL RESOLUÇÃO COFEN Nº 293/2007

MANUAL PRATICO DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL RESOLUÇÃO COFEN Nº 293/2007 MANUAL PRATICO DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL RESOLUÇÃO COFEN Nº 293/2007 CLEIDE MAZUELA CANAVEZI Coordenadora da Câmara Técnica de Legislação e Normas - CTLN [email protected] RESOLUÇÃO COFEN 293/2004

Leia mais

Resolução COFEN - nº 293/2004

Resolução COFEN - nº 293/2004 Resolução COFEN - nº 293/2004 Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde e Assemelhados. O Conselho

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 046 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 046 / 2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 046 / 2011 1. Do fato Assunto: Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. Solicitado parecer por enfermeiro sobre a realização de cálculo de dimensionamento

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 040 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 040 / 2011 1. Do fato PARECER COREN-SP GAB Nº 040 / 2011 Assunto: Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem para Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Solicitado parecer por enfermeira sobre a realização de cálculo

Leia mais

Calculando e conhecendo Ferramentas para a Prática da Assistência Perioperatória. Cleide Mazuela Canavezi

Calculando e conhecendo Ferramentas para a Prática da Assistência Perioperatória. Cleide Mazuela Canavezi Calculando e conhecendo Ferramentas para a Prática da Assistência Perioperatória Cleide Mazuela Canavezi [email protected] O direito à saúde, ou ao acesso aos serviços de saúde, é previsto

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE FISCALIZAÇÃO

SEMINÁRIO NACIONAL DE FISCALIZAÇÃO SEMINÁRIO NACIONAL DE FISCALIZAÇÃO GRAZIELA PONTES RIBEIRO CAHÚ Dimensionamento de pessoal de enfermagem Belém - 2012 Dimensionamento do Pessoal de Enfermagem Enfermagem Capitalismo Divisão Hierárquica

Leia mais

PARECER COREN-SP 50/2013 CT PRCI n 100.568 Tickets nº 248.970, 285.940, 292.345, 297.031 e 295.651

PARECER COREN-SP 50/2013 CT PRCI n 100.568 Tickets nº 248.970, 285.940, 292.345, 297.031 e 295.651 PARECER COREN-SP 50/2013 CT PRCI n 100.568 Tickets nº 248.970, 285.940, 292.345, 297.031 e 295.651 Ementa: Encaminhamento de paciente para outros profissionais pelo Enfermeiro. 1. Do fato Enfermeiros que

Leia mais

Resumo da Lei nº8080

Resumo da Lei nº8080 Resumo da Lei nº8080 Lei n. 8.080, 19 de setembro de 1990 Sancionada pelo Presidente da República, Sr. Fernando Collor, e decretada pelo Congresso Nacional, foi publicada no Diário Oficial da União em

Leia mais

Hospital da Mulher. Maria José dos Santos Stein

Hospital da Mulher. Maria José dos Santos Stein Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein Fundado em agosto de 2008 parceria da Prefeitura com a FUABC É hoje o maior centro de referência em saúde da

Leia mais

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem HIGIENE E CONFORTO Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL 1. Consultoria I Livre 2. Assessoria I manifestação ADMINISTRATIVAS 3.

Leia mais

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004

RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 RESOLUÇÃO COFEN-293/2004 Fixa e Estabelece Parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de Saúde Legislação Rápida O Conselho Federal

Leia mais

Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001. Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona

Leia mais

Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama

Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: Planejamento de Recursos Humanos em Enfermagem

Leia mais

SAÍDAS HOSPITALARES Serviços Contratados Meta Realizado % Alcance das Metas Clínica Médica 136 146 93,38 % Saídas Clínica Cirúrgica 160

SAÍDAS HOSPITALARES Serviços Contratados Meta Realizado % Alcance das Metas Clínica Médica 136 146 93,38 % Saídas Clínica Cirúrgica 160 SAÍDAS HOSPITALARES Serviços Contratados Meta Realizado % Alcance das Metas Clínica Médica 136 146 93,38 % Saídas Clínica Cirúrgica 160 83 63,75% Hospitalares TOTAL DE SAÍDAS 296 229 77,36% Fonte: MV SOUL:

Leia mais

ASSISTÊNCIA HUMANIZADA AO RECÉM-NASCIDO. Dra. Nivia Maria Rodrigues Arrais Pediatra - Neonatologista Departamento de Pediatria - UFRN

ASSISTÊNCIA HUMANIZADA AO RECÉM-NASCIDO. Dra. Nivia Maria Rodrigues Arrais Pediatra - Neonatologista Departamento de Pediatria - UFRN ASSISTÊNCIA HUMANIZADA AO RECÉM-NASCIDO Dra. Nivia Maria Rodrigues Arrais Pediatra - Neonatologista Departamento de Pediatria - UFRN 10 PASSOS 22/04/2010 PARA A ATENÇÃO HOSPITALAR HUMANIZADA À CRIANÇA

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676 PARECER COREN-SP 025/2012 CT PRCI n 99.833/2012 e Ticket n 277.676 Assunto: Aprazamento da prescrição de enfermagem. 1. Do fato Solicitado parecer acerca do aprazamento utilizado por profissional do Centro

Leia mais

5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do

5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do 5. PROCEDIMENTOS 5.1 Processo de Avaliação de Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares O processo de avaliação e visita deve ser orientado pela aplicação do Manual Brasileiro de Acreditação das

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 056 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 056 / 2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 056 / 2011 Assunto: Aspiração de cateter de pressão intracraniana por profissional Enfermeiro. 1. Do fato Solicitado parecer sobre legalidade/competência do profissional Enfermeiro

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AMBULATORIAL DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE NOTA TÉCNICA Assunto: Leitos de Saúde Mental Integral DA HABILITAÇÃO 1. No Estado do Rio Grande do Sul, os leitos de saúde mental integral terão duas formas de habilitação: federal, quando se tratarem

Leia mais

ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES

ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES Francisco Eugênio Deusdará de Alexandria e Mestrando em Genética e Toxicologia Aplicada Em muitos países o controle e prevenção das infecções hospitalares

Leia mais

PARECER COREN-SP 010/2012 CT PRCI nº 99.093/2012 Ticket s nº 277.711, 279.026 e 293.554 Revisado e atualizado em 21/11/2013

PARECER COREN-SP 010/2012 CT PRCI nº 99.093/2012 Ticket s nº 277.711, 279.026 e 293.554 Revisado e atualizado em 21/11/2013 PARECER COREN-SP 010/2012 CT PRCI nº 99.093/2012 Ticket s nº 277.711, 279.026 e 293.554 Revisado e atualizado em 21/11/2013 Ementa: Dispensação de medicamentos. Função privativa de Farmacêutico. 1. Do

Leia mais

Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009

Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar. GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Gestão de Tecnologias em Saúde na Saúde Suplementar GRUPO TÉCNICO REVISÃO DO ROL Karla Santa Cruz Coelho Fevereiro/2009 Tecnologias em saúde: considerações iniciais O que é tecnologia em saúde? Medicamentos,

Leia mais

COREN Conselho Regional de Enfermagem do Ceará

COREN Conselho Regional de Enfermagem do Ceará COREN IN O VAÇ ÃO, TR AN SPAR ÊN C IA E R ESPEITO A Responsabilidade Ética e Técnica do Enfermeiro na Sala de Vacina 2011 Constituição Federal Art. 5º -... omissis... II- Ninguém será obrigado a fazer

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE NO BRASIL. Dr Alexandre de Araújo Pereira

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE NO BRASIL. Dr Alexandre de Araújo Pereira SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE NO BRASIL Dr Alexandre de Araújo Pereira Atenção primária no Brasil e no Mundo 1978 - Conferência de Alma Ata (priorização da atenção primária como eixo de organização

Leia mais

Dimensionamento de pessoal de enfermagem

Dimensionamento de pessoal de enfermagem Dimensionamento de pessoal de enfermagem Referências bibliográficas 1. Kurcgant P. Administração em enfermagem.são Paulo: EPU; 1991 2. Kurcgant P. Gerenciamento em enfermagem.rio de Janeiro: Guanabara

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS. Denise Silveira, Fernando Siqueira, Elaine Tomasi, Anaclaudia Gastal Fassa, Luiz Augusto Facchini

QUESTIONÁRIO SOBRE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS. Denise Silveira, Fernando Siqueira, Elaine Tomasi, Anaclaudia Gastal Fassa, Luiz Augusto Facchini QUESTIONÁRIO SOBRE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS Denise Silveira, Fernando Siqueira, Elaine Tomasi, Anaclaudia Gastal Fassa, Luiz Augusto Facchini IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 1. UF: 2. Município:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: : 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE e SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnico de Enfermagem

Leia mais

ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 26 ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 22 MANIPULADOR DE ALIMENTOS 12 28

ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 26 ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 22 MANIPULADOR DE ALIMENTOS 12 28 ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 26 ATENDIMENTO AO PÚBLICO 12 22 MANIPULADOR DE ALIMENTOS 12 28 MANIPULADOR DE ALIMENTOS 12 25 O ATENDIMENTO À CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE DUAS INSTITUIÇÕES

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA MÉDICOS

REGULAMENTO INTERNO PARA MÉDICOS REGULAMENTO INTERNO PARA MÉDICOS 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do

Leia mais

ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: METODOLOGIA QUE GARANTE A MELHORIA DA GESTÃO DE PROCESSOS DA INSTITUIÇÃO

ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: METODOLOGIA QUE GARANTE A MELHORIA DA GESTÃO DE PROCESSOS DA INSTITUIÇÃO ACREDITAÇÃO HOSPITALAR: METODOLOGIA QUE GARANTE A MELHORIA DA GESTÃO DE PROCESSOS DA INSTITUIÇÃO Setembro 2008 Hoje Visão sistêmica Foco: Atuação das Pessoas Hospitalidade Gestão de risco Anos 90 Foco:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL. Cleide Mazuela Canavezi [email protected]

DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL. Cleide Mazuela Canavezi cleidem@webcorensp.org.br DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL Dimensionar: - calcular - mensurar Lei nº 5.905 de 12/07/73 PERSONALIDADE PROFISSIONAL Atividade Gerencial do Enfermeiro, privativa ¹ - prover e manter pessoal de enfermagem

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: UNIDADE DE EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: UNIDADE DE EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Universidade Federal do Rio Grande do Sul Disciplina ENF 99003 Estágio Curricular PAULA DOS SANTOS BRAGA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR: UNIDADE DE EMERGÊNCIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE Porto

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 022/2012 CT PRCI n 99.324/2012 e Ticket n 278.712

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 022/2012 CT PRCI n 99.324/2012 e Ticket n 278.712 PARECER COREN-SP 022/2012 CT PRCI n 99.324/2012 e Ticket n 278.712 Assunto: Esclarecimento sobre a necessidade de cuidador de Portador de Necessidades Especiais (PNE) ser profissional de enfermagem. 1.

Leia mais

PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00

PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.090, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Estabelece que os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs),

Leia mais

Programa de Apoio e Qualificação dos Hospitais Públicos de Referência Local e Microrregional do Paraná - HOSPSUS Fase 3

Programa de Apoio e Qualificação dos Hospitais Públicos de Referência Local e Microrregional do Paraná - HOSPSUS Fase 3 Programa de Apoio e Qualificação dos Hospitais Públicos de Referência Local e Microrregional do Paraná - HOSPSUS Fase 3 Paraná 2013 HOSPSUS FASE 3 Objetivos: - Apoiar os Hospitais de referência local e

Leia mais

NOTA TÉCNICA. Assunto: Esclarecimentos sobre Leito 87- Leito de Saúde Mental

NOTA TÉCNICA. Assunto: Esclarecimentos sobre Leito 87- Leito de Saúde Mental MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DE SISTEMAS DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA E TEMÁTICA COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

UNIMED JOINVILLE - SC

UNIMED JOINVILLE - SC UNIMED JOINVILLE - SC UNIMED JOINVILLE - SC PROGRAMA SAÚDE DO COLABORADOR Autores: Langaro, F; Liell, M.V.V.; Moreira, M.Z.S. PROGRAMA SAÚDE DO COLABORADOR Como iniciou: Foi aplicado questionário (Infomed)

Leia mais

O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS

O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS O MP E A FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Redesenho/Reestruturação Orgânica da Política de Assistência Social estão Estabelecidos em 4 Instrumentos Básicos: Política Nacional de

Leia mais

CAPÍTULO II DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO II DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente instrumento dispõe sobre as normas e procedimentos a serem observados

Leia mais

PARECER TÉCNICO COREN-MA 19/2015 FISCALIZAÇÃO

PARECER TÉCNICO COREN-MA 19/2015 FISCALIZAÇÃO PARECER TÉCNICO COREN-MA 19/2015 FISCALIZAÇÃO Ementa: Atribuição da leitura e do diagnóstico dohelicobacter pylori por técnico/auxiliar de enfermagem. 1. DO FATO Profissional técnica de enfermagem que

Leia mais

André Merjan Figueiredo Ovidio Salvador Passareli

André Merjan Figueiredo Ovidio Salvador Passareli CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Composição de Equipes de Prevenção para a Redução de Agravos e Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho em servidores

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Objetivos

PLANO DE ENSINO. Objetivos PLANO DE ENSINO Disciplina: Assistência de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em cuidados a pacientes críticos. Carga-horária: 100 h/a Período Letivo: 2º semestre 2013 Professora: Márcia

Leia mais

Representantes da Fehosp na Comissão Estadual Maria Fátima da Conceição Hermínia Maria Martins

Representantes da Fehosp na Comissão Estadual Maria Fátima da Conceição Hermínia Maria Martins RELATÓRIO DA 2ª REUNIÃO DA COMISSÃO ESTADUAL DE MONITORAMENTO DO AUXÍLIO FINANCEIRO ÀS INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS - SANTA CASA SUSTENTÁVEL REALIZADA EM 18/03/2016. Representantes da Fehosp na Comissão

Leia mais

PROJETO REVIVENDO O IASERJ

PROJETO REVIVENDO O IASERJ PROJETO REVIVENDO O IASERJ Proposta alternativa à cessão do IASERJ CENTRAL ao INCa Considerando que o servidor público estadual e seus dependentes ( aproximadamente 1.200.000 pessoas ) precisam ter suas

Leia mais

MONITORAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA E EQUIPES DE SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO

MONITORAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA E EQUIPES DE SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO DE SAÚDE MONITORAMENTO DA ATENÇÃO BÁSICA E EQUIPES DE SAÚDE NO ESTADO DE SÃO PAULO Orientação ao Interlocutor: 1. Explore bem o

Leia mais

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual

Para João Mohana a enfermagem utiliza a denominação de: 1) necessidade de nível psicobiológico; 2) psicossocial; 3) psicoespiritual Processo de Enfermagem segundo Wanda Horta A Enfermagem como parte integrante da equipe de saúde implementa estados de equilíbrio, previne estados de desequilíbrio e reverte desequilíbrios em equilíbrio

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 013/2009

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 013/2009 PARECER COREN-SP CAT Nº 013/2009 Assunto: Realização de desbridamento pelo Enfermeiro 1. Do fato Solicitado parecer por profissional de enfermagem sobre os aspectos legais e técnicos da realização de desbridamento

Leia mais

ATO DELIBERATIVO Nº 44, DE 19 DE JUNHO DE 2012

ATO DELIBERATIVO Nº 44, DE 19 DE JUNHO DE 2012 ATO DELIBERATIVO Nº 44, DE 19 DE JUNHO DE 2012 Dispõe sobre o Programa de Internação Domiciliar do Supremo Tribunal Federal. O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E BENEFÍCIOS

Leia mais

Assunto: Posicionamento do Ministério da Saúde acerca da integralidade da saúde dos homens no contexto do Novembro Azul.

Assunto: Posicionamento do Ministério da Saúde acerca da integralidade da saúde dos homens no contexto do Novembro Azul. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO Á SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS COORDENAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DOS HOMENS COORDENAÇÃO DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA NOTA TÉCNICA 26 a 2005 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA 1 26 a: NT revisada após CT de Atenção á Saúde em 26/10/2005. Brasília, 11 de novembro de 2005. I. Introdução: NOTA TÉCNICA 26a 2005 O Ministério

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações

Leia mais

06/06/2010. Recursos humanos são os indivíduos que ingressam, compõem e participam da organização em vários níveis hierárquicos e em diversas funções.

06/06/2010. Recursos humanos são os indivíduos que ingressam, compõem e participam da organização em vários níveis hierárquicos e em diversas funções. 0/0/0 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Flávia Milagres Campos RECURSOS HUMANOS Recursos humanos são os indivíduos que ingressam, compõem e participam da organização em vários níveis hierárquicos e em

Leia mais

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE 1.1. Contabilidade para não Contadores INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE Objetiva ensinar a Contabilidade para aqueles que não são contadores, mas necessitam interpretar (entender) a Contabilidade, os relatórios

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SALESÓPOLIS

PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SALESÓPOLIS CARGOS ASSISTENTE SOCIAL (CRAS) AUXILIAR DE VIDA ESCOLAR (AVE) PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES REALIZAR ACOLHIDA, ESCUTA QUALIFICADA, ACOMPANHAMENTO ESPECIALIZADO E OFERTA DE INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES POR MEIO

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO R E S O L V E:

RIO GRANDE DO NORTE TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO R E S O L V E: RIO GRANDE DO NORTE TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO RESOLUÇÃO Nº 007/2000-TCE Disciplina o funcionamento do Serviço de Assistência Médica dos Servidores do Tribunal de Contas SAMTEC e dá outras providências.

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR A PERSPECTIVA DA ENFERMAGEM NA ATUALIDADE Dra. Juliana Gurgel Passos Fiscal Coren-CE A Enfermagem, por se caracterizar como uma profissão

Leia mais

Página 2 de 5 01 Centro de Referência para até 12.000 casos novos anuais 02 Centros de Referência para >12.000-24.000 casos novos anuais 03 Centros de

Página 2 de 5 01 Centro de Referência para até 12.000 casos novos anuais 02 Centros de Referência para >12.000-24.000 casos novos anuais 03 Centros de Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 741, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005 O Secretário de Atenção

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS MAIO / 2016 SUMÁRIO POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 1.1. Objetivo... 3 1.2. Princípios Gerais... 3 1.3. Metodologia... 3 1.4. Diretor e Organograma da Área de Risco... 6

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS/FUNÇÕES

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS/FUNÇÕES ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS/FUNÇÕES AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS Zelar pela manutenção das instalações, mobiliários e equipamentos do órgão; Executar trabalhos braçais; Executar serviços de limpeza

Leia mais

Curso de Integração. Competência do HSPM no atendimento ao Servidor Público Municipal

Curso de Integração. Competência do HSPM no atendimento ao Servidor Público Municipal SAÚDE Curso de Integração Competência do HSPM no atendimento ao Servidor Público Municipal Realização: DERH/Cogep/Sempla Apoio: Gestão de Talentos/HSPM/SMS NÚCLEO ADMINISTRATIVO DO HSPM: Dra. Regina Lúcia

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE-FESURV FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MANUAL DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE-FESURV FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MANUAL DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE DE RIO VERDE-FESURV FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS MANUAL DE ESTÁGIO Os Estágios Curriculares Obrigatórios do Curso de Ciências Biológicas- Licenciatura e Bacharelado, visam à capacitação

Leia mais

ANEXO I - PLANILHA DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS DA DIÁRIA PADRÃO

ANEXO I - PLANILHA DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS DA DIÁRIA PADRÃO ANEXO I - PLANILHA DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS DA DIÁRIA PADRÃO DESCRIÇÂO INCLUI TIPO QTDE (MÊS) PREÇO UNITÁRIO ITENS INCLUÍDOS NA DIÁRIA PADRÃO EQUIPE PROFISSIONAL Visita de enfermeiro

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DO QUADRO DE PESSOAL

DIMENSIONAMENTO DO QUADRO DE PESSOAL DIMENSIONAMENTO DO QUADRO DE PESSOAL DE ENFERMAGEM PARA AS UNIDADES DE SAÚDE Por: Antonio de Magalhães Marinho UFRJ/UERJ/ABAH CONTEXTO ATUAL DA ENFERMAGEM A meta da Enfermagem O vôo da Águia O caminho

Leia mais

Atendimento Domiciliar

Atendimento Domiciliar Atendimento Domiciliar HOME CARE X AD Conceito: O conceito de home care já se tornou uma realidade no Brasil, complementando o cuidado da população. Este tipo de serviço se refere à organização de todo

Leia mais

FACIDER FACULDADE DE COLIDER

FACIDER FACULDADE DE COLIDER FACIDER FACULDADE DE COLIDER Integralização mínima: 05 anos Integralização máxima: 07 anos LOCAL OBJETIVO Portaria Credenciamento IES: Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01. Portaria Autorização Administração

Leia mais

ATO NORMATIVO CRN-3 N.º 06/2001

ATO NORMATIVO CRN-3 N.º 06/2001 ATO NORMATIVO CRN-3 N.º 06/2001 Tipos de PJ s: HOSPITAIS E CLÍNICAS A Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas 3ª Região, no uso de suas atribuições legais que lhe confere a Lei 6.583/78; Considerando

Leia mais

ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA

ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔICA Introdução Entende-se que a Proposta Técnica e Econômica é a demonstração do conjunto dos elementos necessários e suficientes, com nível

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: Enfermagem em Centro Cirúrgico e Centro de Material Esterilizado Código:

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE - CSS

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE - CSS Os objetivos deste modelo de regimento visam a padronização de critérios importantes para melhorar o funcionamento da comissão, estabelecer condições mínimas de composição e fortalecer a comissão junto

Leia mais

Time do Paciente Crítico. Regina Tranchesi

Time do Paciente Crítico. Regina Tranchesi Time do Paciente Crítico Regina Tranchesi Missão - Hospital 9 de Julho Somos um hospital geral, clínico e cirúrgico, com foco na excelência do atendimento, eficiência operacional e alta resolutividade.

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 09- setembro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é

Leia mais

I FÓRUM DE PEDIATRIA DO CFM

I FÓRUM DE PEDIATRIA DO CFM I FÓRUM DE PEDIATRIA DO CFM O currículo atual é suficiente? Christianne Martins Coordenadora da RM de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas/UERJ Membro do Comitê de Ensino da SOPERJ RESOLUÇÃO CNRM

Leia mais

Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1

Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 Número de consultas médicas (SUS) por habitante F.1 1. Conceituação Número médio de consultas médicas apresentadas 1 no Sistema Único de Saúde (SUS) por habitante, em determinado espaço geográfico, no

Leia mais

BOLETIM DE CUIDADOS NO DOMICÍLIO

BOLETIM DE CUIDADOS NO DOMICÍLIO PESSOAS EM SITUAÇÃO DE DEPENDÊNCIA BOLETIM DE CUIDADOS NO DOMICÍLIO Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde ESTE BOLETIM CONTÉM INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA A SAÚDE DA PESSOA A QUEM DIZ RESPEITO Conserve-o

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM ENFERMAGEM

Leia mais

Art. 2º A responsabilidade pelo cumprimento desta Instrução Normativa é da Gerência de Recursos Humanos ou equivalente.

Art. 2º A responsabilidade pelo cumprimento desta Instrução Normativa é da Gerência de Recursos Humanos ou equivalente. INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 008/ DGRH/SEA Orienta os procedimentos relativos a elaboração dos Planos de Capacitação no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional mencionados no Decreto 3.917,

Leia mais

ENSINO SUPERIOR E REFORMULAÇÃO CURRICULAR

ENSINO SUPERIOR E REFORMULAÇÃO CURRICULAR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DIRETORIA DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 007/2015 INTERESSADA: DRA. LARISSA DE SOUSA RAMALHO, COREN- RO Nº 247491 ASSUNTO: REALIZAR PRÉ-NATAL EM CONSULTÓRIO PARTICULAR

PARECER TÉCNICO Nº 007/2015 INTERESSADA: DRA. LARISSA DE SOUSA RAMALHO, COREN- RO Nº 247491 ASSUNTO: REALIZAR PRÉ-NATAL EM CONSULTÓRIO PARTICULAR PARECER TÉCNICO Nº 007/2015 INTERESSADA: DRA. LARISSA DE SOUSA RAMALHO, COREN- RO Nº 247491 ASSUNTO: REALIZAR PRÉ-NATAL EM CONSULTÓRIO PARTICULAR RELATOR: CONSELHEIRO COREN-RO DR. SID ORLEANS CRUZ DO OBJETO

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Letícia Olbertz, MV, MSc

Letícia Olbertz, MV, MSc Letícia Olbertz, MV, MSc CRMV-PR nº 09257 Assessora Técnica e Fiscal CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO PARANÁ VETERINÁRIA NORMATIZAR ZOOTECNIA FISCALIZAR ORIENTAR JULGAR FISCALIZAÇÃO Lei Federal

Leia mais

Experiência do Serviço Social no processo de acreditação no HUSH. TANIA MARA MAZUROK Assistente Social

Experiência do Serviço Social no processo de acreditação no HUSH. TANIA MARA MAZUROK Assistente Social Experiência do Serviço Social no processo de acreditação no HUSH TANIA MARA MAZUROK Assistente Social Hospital Unimed Santa Helena Desde 2000 é administrado pela Unimed Paulistana Estrutura Pronto Atendimento

Leia mais

I RELATÓRIO: 787/2016, de 24/02/2016 PARECER CEE/PE Nº 003/2016-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 25/01/2016

I RELATÓRIO: 787/2016, de 24/02/2016 PARECER CEE/PE Nº 003/2016-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 25/01/2016 INTERESSADA: ESCOLA WILTON DE MEIRA PACHECO OLINDA/PE ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA, CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO; DO CURSO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE - CSS

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE - CSS Os objetivos deste modelo de regimento visam a padronização de critérios importantes para melhorar o funcionamento da comissão, estabelecer condições mínimas de composição e fortalecer a comissão junto

Leia mais

GUIA DE SINALIZAÇÃO DAS UNIDADES E SERVIÇOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS

GUIA DE SINALIZAÇÃO DAS UNIDADES E SERVIÇOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS GUIA DE SINALIZAÇÃO DAS UNIDADES E SERVIÇOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS 1 COR COR COR C 100 M 70 Y 0 K 0 O AZUL DAS PLACAS DEVE SER CORRESPONDENTE AO DESCRITO NO SISTEMA DE POLICROMIA CMYK, CONFORME

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS.

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS. CAPACITAÇÃO CONSELHEIROS MUNICIPAIS Maio/2010 1º Dia PROGRAMAÇÃO 08h00 às 09h00 - Credenciamento 09h00 às 09h30 Abertura Boas vindas! 09h30 às 10h15 Exposição dialogada: Retrospectiva Luta por Direitos

Leia mais

Por determinação deste Conselho, fomos ao estabelecimento acima identificado verificar suas condições de funcionamento.

Por determinação deste Conselho, fomos ao estabelecimento acima identificado verificar suas condições de funcionamento. RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Hospital Getúlio Vargas CNPJ 10.572.048/0005-51 Avenida San Martin, s/n Cordeiro Recife. Telefone: (81) 3184-5600, 3184-5607 Diretor Geral: Dr. Gustavo Sampaio de Souza Leão,

Leia mais

Art. 1º O exercício da medicina é regido pelas disposições desta Lei.

Art. 1º O exercício da medicina é regido pelas disposições desta Lei. Ato médico O Projeto de Lei do Senado (PLS) 7703/06 pede a regulamentação do Ato Médico, ou seja, as atividades que só podem ser realizadas por médicos ou mediante a autorização deles. De acordo com o

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO DE VIVÊNCIA I, II E III

REGULAMENTO ESTÁGIO DE VIVÊNCIA I, II E III REGULAMENTO ESTÁGIO DE VIVÊNCIA I, II E III I Da Caracterização Art.1 o O Estágio Curricular de Vivência do curso de fisioterapia, a seguir referenciado simplesmente como Estágio de Vivência, das Faculdades

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 015 / 2010

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 015 / 2010 PARECER COREN-SP CAT Nº 015 / 2010 Assunto: Intervalo para troca de equipos e validade de medicamentos após a reconstituição. Do fato Solicitado orientação por enfermeiro sobre a freqüência para a troca

Leia mais

Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná. Fevereiro de 2013

Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná. Fevereiro de 2013 Planejamento da Estrutura das Unidades da Saúde da Família no Estado do Paraná Fevereiro de 2013 Missão Formular a Política de Atenção Primária no Estado do Paraná implementando as ações e serviços para

Leia mais

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito

Estado da Paraíba Prefeitura Municipal de Santa Cecília Gabinete do Prefeito Lei Nº 200/2015 REVOGA A LEI Nº 07/1997, DÁ NOVA CONFIGURAÇÃO E ATRIBUIÇÕES AO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE E DE POLÍTICA AMBIENTAL E SANEAMENTO BÁSICO (COMSPASB) E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Art. 1º. Em conformidade

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2013 (Enfermagem)

PROCESSO SELETIVO 2013 (Enfermagem) Santa Casa de Misericórdia de Passos Hospital Regional CNPJ (MF) 23.278.898/0001-60 - Inscrição Estadual: Isento PABX - DDR: (035) 3529.1300 (Geral) Rua Santa Casa, 164 - CEP 37904-020 Passos - MG e-mail:

Leia mais

No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área

No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área No mês mundial de Saúde Mental, Prefeitura divulga ações realizadas na área Em comemoração ao Dia 10 de outubro Dia Mundial de Saúde Mental, a Prefeitura de Fazenda Rio Grande, através da secretaria municipal

Leia mais

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico Hospitalares. Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO

VCMH/IESS. Variação de Custos Médico Hospitalares. Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO Variação de Custos Médico Hospitalares Edição: Agosto de 2014 Data-base: Dezembro de 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO O VCMH/IESS O índice VCMH/IESS para planos individuais atingiu 16,0% no período de 12 meses terminados

Leia mais