Género e Educação para o Desenvolvimento
|
|
|
- Sara Estrada Costa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Género e Educação para o Desenvolvimento Quando o invisível e o não dito são o ponto de partida Sílvia Roque A importância de uma perspectiva de Género nas políticas de Desenvolvimento tem sido introduzida nas últimas décadas como elemento transversal e essencial nos projectos de cooperação. Muitas organizações têm dado relevância a este aspecto também nas suas actividades de Educação para o Desenvolvimento (ED), seja através de campanhas, acções de formação ou na produção de materiais informativos e formativos. O problema é que o facto de estar na moda ou ser politicamente correcto tende a esvaziar o conceito de Género, o que se traduz em abordagens pobres e contraditórias com os princípios da emancipação e da transformação social. A isto não estão imunes as organizações, ainda que sejam de desenvolvimento ou de direitos humanos. O que significa uma perspectiva de género? Falar de mulheres apenas? Ter mulheres a falar de mulheres? Falar da condição de vítima? Que tipo de atitudes e acções se promovem face às assimetrias? O termo género é usado para descrever determinadas qualidades e comportamentos esperados pelas sociedades das mulheres e dos homens. A identidade social de uma pessoa é constituída por estas expectativas. Estas expectativas partem do pressuposto de que existem determinadas qualidades, comportamentos, características, necessidades e papéis que são naturais ou essenciais do homem, enquanto outros são naturais da mulher. O género não é biológico. As identidades (feminina e masculina) são construídas através dos processos de socialização que os preparam para os papéis que supostamente devem desempenhar. Estes papéis e expectativas diferem de cultura para cultura e em diferentes períodos históricos. Eles mudam e podem mudar. Os papéis e as relações não 1
2 são imutáveis e podem alterar-se de acordo com a evolução das necessidades e das oportunidades. As formas de controlo actuam normalmente de forma a fortalecerem-se umas às outras e têm resultado na exclusão e marginalização das mulheres dos processos sociais, económicos e políticos. A subordinação das mulheres reflecte-se tanto na sua condição socio-económica (níveis de saúde, rendimento, educação, etc) como na sua posição, ou grau de autonomia e controle sobre as suas vidas. As relações de género são relações de poder. O modelo de ser masculino é o referente de ser pessoa e as qualidades, papéis e funções conotadas com o masculino têm valor superior às dos modelos femininos. Um dos problemas da perspectiva de Género integrada no âmbito da ED é que na maior parte dos casos o género é abordado como uma temática da ED, sendo marginalizada e pouco desenvolvida a abordagem metodológica e organizacional de género, mesmo ao nível das organizações promotoras da ED. Acaba por ser privilegiado o conteúdo e descuidar a forma, o que tantas vezes nos torna reféns de um discurso bem estudado mas do qual não estamos assim tão seguras/os. Em muitos casos as abordagens temáticas de género limitam-se à abordagem do papel das mulheres no desenvolvimento não se tem baseado em análises globais das realidades das vidas das mulheres, tem, sim, focado o seu papel enquanto mães e donas de casa ou enquanto agentes económicos. As mulheres e os papéis atribuídos pelo género e não o que está na base desses papéis: as desigualdades e assimetrias. A lógica a seguir não é a de que tendo papéis diferentes, homens e mulheres, são, por isso, desiguais, mas sim, perceber que são as desigualdades que levam à diferenciação de papéis e esferas de actuação, uns mais valorizados do que outros. Além disso, algumas acções de ED veiculam determinados (consciente ou inconscientemente) estereótipos relacionados com as representações de género através de imagens e da linguagem utilizada. Neste campo, o não dito e o não visto são de extrema importância. Nem sempre é claro que as/os promotoras/es da ED estejam 2
3 realmente conscientes do significado das assimetrias de género e dispostas/os a provocar mudanças profundas. Deparamo-nos frequentemente com materiais de ED que seguem o exemplo dos materiais da educação formal em termos de linguagem, imagem e mensagem veiculada. Quando a invisibilidade não actua, a visibilidade formata: as imagens habituais multiplicam-se, mulheres passivas, vítimas, dependentes, infantis, receptoras do conhecimento, da educação, mulheres educadoras, cuidadoras, etc. Uma das representações mais problemáticas e que coloca em causa a própria visão que se tem do desenvolvimento é a que remete as causas da desigualdade como sendo um problema do sul, um problema de subdesenvolvimento. Logo, o desenvolvimento seria a resposta simples para acabar com as desigualdades. Ao veicularmos as imagens e discurso sobre as/os outras/os somos muitas vezes responsáveis por uma má interpretação das causas complexas das assimetrias. Focar demasiado a/o outra/o faznos esquecer do nós e do facto de as desigualdades não escolherem sociedades, elas ocorrem de diferentes maneiras em sob formas diversas em sociedades distintas. Outra face da mesma moeda é o culturalismo exacerbado: a justificação cultural das desigualdades esconde as verdadeiras raízes dos desequilíbrios de poder e não tem em conta as evoluções e convulsões internas das culturas. Desafiamo-nos, questionamo-nos, transformamo-nos? Podemos enumerar vários passos essenciais à análise de género coerente: análise da realidade; análise da injustiça; análise das causas; análise para a acção e transformação; constituição de sujeitos com poder de mudar; análise das nossas motivações, desconstrução dos nossos preconceitos. Esses passos serão melhor traduzidos em questões a colocar a nós próprios no âmbito do trabalho de ED: Estamos realmente no caminho para compreender a realidade e as causas? Partimos de um mínimo consenso sobre o que é o Género, como se constroem as identidades, qual a verdadeira natureza das relações de genro? 3
4 Nem sempre o que achamos subentendido é realmente claro. Se a ED é ignorada, as questões de Género não o são menos. Qual o nosso ponto de partida para a reflexão, estamos a falar de género ou de sexos? Queremos dar visibilidade a essa realidade e a essas causas? Como são tratadas as questões de género nas nossas campanhas, acções formação, divulgações? Como se transmite o problema da desigualdade? Como se transmite a imagem das mulheres e dos homens? Tornamos visível a discriminação e a desigualdade? Damos realmente voz e visibilidade a quem não tem? Mostramos que os processos de desenvolvimento não são homogéneos no acesso e distribuição dos recursos, no poder de decisão? Encobrimos a complexidade da questão das identidades e do controlo social sobre as mesmas? Ou mostramos que a discriminação, embora com forte incidência sobre as mulheres, se baseia na desvalorização das características atribuídas ao feminino e, por isso, também os homens que integrem estas características poderão ser discriminados? Estamos interessadas/os em desconstruir estereótipos? Estamos conscientes da importância da desconstrução dos estereótipos de género e sua importância para compreender outras assimetrias (cor da pele, crença, orientação sexual)? Estamos a perpetuar as representações tradicionais ou contribuímos para as mensagens que mostram as mulheres como actrizes activas pela capacidade de mobilização, na luta pelos direitos; o seu papel de liderança e poder reivindicativo; o seu trabalho produtivo e invisível? Em que espaços as representamos? No espaço doméstico? Em que funções? Com que expressão? E o que dizer destas imagens ou discursos quando comparados com os dos homens? Questionamos as assimetrias como questão transversal de todas as sociedades? Ou reificamo-las como questão do sul? Estamos dispostas/os à coerência formal? Estamos conscientes que a perspectiva de género, mais do que um tema, é uma atitude? Compreendemos que problemáticas de género e ED são inseparáveis e se dirigem à 4
5 mesma questão: relações e contextos de poder expressos nas instituições e estruturas sociais, económicas, políticas, culturais? Promovemos a mudança das metodologias além das mudanças de mensagens? Promovemos métodos participativos a partir da análise da nossa própria situação? Que tipo de participação promovemos e como enquadramos nos processos de ED a questão da horizontalidade das relações e a distribuição do poder? Encaramos a abordagem do género na ED como uma dimensão que se adiciona, como um apêndice das questões realmente importantes que se remete para mais tarde sempre que não dá jeito? O que fazemos e qual a realidade das nossas organizações e nas nossas acções? Estamos dispostas/os a reflectir sobre nós mesmas/os e a mudar? Existe, na nossa organização, consciência destas assimetrias nas representações? Caso exista, é esta abordagem incorporada em todos os processos de análise e implementação? È a abordagem de género tida em conta, nas mais diversas situações e actividades, e aos vários níveis das mesmas: conteúdo, metodologia, linguagem? Qual a perspectiva que se tem sobre a ED? Quais as práticas e princípios da organização? Como se constituem as equipas de trabalho? O que se faz para integrar a análise de género? É fundamento ou marginal? Há outros critérios e análises prioritárias? Que tipo de trabalho é desempenhado por mulheres e homens? Assume-se que independentemente do árduo trabalho de um percurso tão complexo e demorado, pretendemos prescindir do conforto da nossa linguagem adquirida dos nossos conceitos enraizados? Estamos dispostas/os a assumir uma visão crítica do desenvolvimento, da educação e da ED e um compromisso de mudança ao nível de valores fundamentais e atitudes individuais e colectivas? Queremos promover a acção e mobilização no caminho para relações justas? Que modelos de comportamento estamos a promover e/ou a reproduzir? Orientamos as nossas mensagens para a reflexão e transformação da realidade? Orientamos as soluções para a mudança das mulheres (educar as mulheres) ou das estruturas geradoras de desigualdade ao nível político, económico, cultural, etc? 5
6 As nossas abordagens remetem para a injustiça na distribuição e acesso aos recursos; na distribuição do poder, de direitos e oportunidades? Privilegiamos a visibilidade dos processos de resistência e mobilização ou as imagens e mensagens de pendor negativo? A importância de dizer um percurso complexo: A Educação para o Desenvolvimento é um processo dinâmico, interactivo e participativo que visa: A formação integral das pessoas Que evita a abordagem simplista das/os outras/os e promove a reflexão sobre a nossa própria realidade, sobre as nossas concepções do masculino e do feminino. Que se cruza com determinantes identitários e de poder em relação a nós próprios a ao nosso meio: é a reconstrução da nossa própria identidade, das nossas representações e atitudes. Mostra que é possível colocarmo-nos em questão, situar-nos, reflectir sobre o que se passa à nossa volta e tomar uma posição. A consciencialização e compreensão das causas locais e globais dos problemas de desenvolvimento e das desigualdades num contexto de interdependência Não incorpora uma perspectiva de género marginal, mas sim, mostra que as assimetrias atravessam tanto o local e o quotidiano como o estrutural e não são determinadas pelas condições naturais e geográficas, mas pelas relações de poder a vários níveis: revela que há muitos nortes e muitos suis. A vivência da interculturalidade A transversalidade cultural das assimetrias: saber compreender a diferença e saber situála no plano dos significados de género, evitando a relação entre o norte emancipado e o sul subordinado. 6
7 O compromisso para a acção transformadora alicerçada na justiça, equidade e solidariedade A percepção comum da injustiça e a motivação para denunciar e desconstruir a opressão, as assimetrias, as desigualdades através das resistências e mobilizações de mulheres e homens como actrizes e actores de novas relações de género. A promoção do direito e do dever de todas as pessoas, e de todos os povos, participarem e contribuírem para um desenvolvimento integral e sustentável A condição indispensável de que mulheres e homens tenham as mesmas oportunidades de adquirirem direitos e deveres, de se constituírem sujeitas/os da sua própria história. Julho de
Um olhar sobre o tema
Um olhar sobre o tema As transformações recentes na área política, económica, cultural e educacional têm repercussões em todos os domínios da vida social dos portugueses, afetando o comportamento de homens
A cultura de uma escola fornece as disposições organizacionais que a mantêm unida e lhe dão poder como entidade social.
As escolas são sistemas sociais, ou seja, não são simplesmente locais onde os indivíduos agem de maneira liberta e desligada, mas pelo contrário agem de modos interdependentes e previsíveis. As escolas,
Estatísticas e Indicadores de Gênero
Estatísticas e Indicadores de Gênero r a m a I g u a l d a d e, r o g G ê n e P r o e I F E M R a ç a U N Não medem a felicidade, mas são importantes no acompanhamento das políticas públicas Vera Soares,
Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997
RESOLUÇÃO Nº 3-CEPE/UNICENTRO, DE 5 DE JANEIRO DE 2011. Aprova o Curso de Especialização em Educação e Diversidade, modalidade regular, a ser ministrado no Campus de Irati, da UNICENTRO. O VICE-REITOR,
Política da Ibis sobre a igualdade de género
Política da Ibis sobre a igualdade de género O objectivo das politicas de género é de contribuir para a mudança nas relações de desigualdade de poder entre homens e mulheres bem como a posição de desigualdade
GENERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO. A EMERGÊNCIA DO GÊNERO- Guacira Lopes Louro. História do gênero e história do movimento feminista contemporâneo
GENERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO A EMERGÊNCIA DO GÊNERO- Guacira Lopes Louro História do gênero e história do movimento feminista contemporâneo Segunda onda do movimento feminista década de 60 preocupações
Cidadania e Participação: Responsabilidade Social (RS)
Cidadania e Participação: Responsabilidade Social (RS) Introdução RS reflexão ética: conversão a novos valores RS a complexidade dos problemas tomar decisões com base na cooperação RS atitude democrática
Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania.
Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DEMOCRACIA REGIME PAUTADO NA SOBERANIA POPULAR E NO RESPEITO
Sustentabilidade de Projectos de. e obstáculos. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Vila Real
Sustentabilidade de Projectos de Intervenção Social: Oportunidades e obstáculos Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Vila Real Sustentabilidade O conceito surge pela primeira vez em
Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo
Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão
AS CORRENTES NA SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
AS CORRENTES NA SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO 1 PARADIGMA DETERMINISTA FUNCIONALISMO ESTRUTURAL OU REPRODUÇÃO CONSENSUAL As perspectivas de reprodução consensual explicam a existência das sociedades e a sua continuidade
CONTEÚDOS DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DE FILOSOFIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA
Metodologia de Investigação Educacional I
Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos
Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de Agosto
Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de Agosto O regime de qualificação para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário encontra o seu enquadramento jurídico estabelecido no artigo
ipea PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS*
PERSPECTIVA DE GÊNERO E RAÇA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS* Laís Abramo** O tema deste ensaio é a dimensão de raça nas políticas públicas. A primeira pergunta que deve ser feita é: Por que é importante falar
NAPE. Núcleo de Apoio PsicoEducativo. Divisão de Assuntos Sociais
NAPE Núcleo de Apoio PsicoEducativo Divisão de Assuntos Sociais Missão A missão do NAPE centra-se no combate ao insucesso e abandono escolar com intervenção dirigida preferencialmente aos alunos do pré-escolar
O direito à participação juvenil
O direito à participação juvenil Quem nunca ouviu dizer que os jovens são o futuro do país? Quase todo mundo, não é verdade? Porém a afirmativa merece uma reflexão: se os jovens são o futuro do país, qual
Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano
Planificação Anual de Ciências Naturais 8ºano Colégio Teresiano 2011*2012 COMPETÊNCIAS GERAIS A DESENVOLVER: (1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para
O HOMEM, A SOCIEDADE E O DIREITO
O HOMEM, A SOCIEDADE E O DIREITO 2. A Pessoa, Fundamento e Fim da Ordem Jurídica Noção de personalidade jurídica Todos os sujeitos de direito são necessariamente pessoas em sentido jurídico e, como tal,
CAPITULO 6. Rendimentos e repartição dos rendimentos
CAPITULO 6 Rendimentos e repartição dos rendimentos A actividade produtiva e a formação de rendimentos A repartição funcional dos rendimentos A repartição pessoal dos rendimentos A redistribuição dos rendimentos
Trabalho 001- Estratégias oficiais de reorientação da formação profissional em saúde: contribuições ao debate. 1.Introdução
Trabalho 001- Estratégias oficiais de reorientação da formação profissional em saúde: contribuições ao debate. 1.Introdução As pesquisas e os investimentos que influenciaram as mudanças nas propostas para
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A busca por oportunidades iguais de trabalho e renda entre homens e mulheres é o foco de discussão entre grupos feministas em todos os países. A discriminação no campo de
Associativismo Social
Movimentos Sociais, Sociedade Civil e Terceiro Setor: uma breve história Educação para o trabalho 1 Associativismo Social Movimentos Sociais Protagonismo Social Sociedade Civil Terceiro Setor Educação
SEMINÁRIO NACIONAL REPÚBLICA E A JUVENTUDE REPBÚLICARTE CHAMADA PARA PARTICIPANTES 2 5 DE OUTUBRO, ALMADA 5 DE OUTUBRO, LISBOA, TERREIRO DO PAÇO
CHAMADA PARA PARTICIPANTES SEMINÁRIO NACIONAL REPÚBLICA E A JUVENTUDE 2 5 DE OUTUBRO, ALMADA REPBÚLICARTE 5 DE OUTUBRO, LISBOA, TERREIRO DO PAÇO Actividades a desenvolver no âmbito das comemorações do
Comunicações Organizacionais
Comunicações Organizacionais Ideia geral Estabelecer diálogos entre diversos níveis hierárquicos a fim de promover o bom funcionamento organizacional. Objetivos Explicitar o que são comunicações organizacionais.
SOCIOLOGIA ENSINO MÉDIO PROF. JOSINO MALAGUETA 2 ANO PROF. DÁRIO PINHEIRO
SOCIOLOGIA 2 ANO PROF. DÁRIO PINHEIRO ENSINO MÉDIO PROF. JOSINO MALAGUETA Avaliação da unidade II Pontuação: 7,5 pontos 2 Questão 01 (1,0) O termo religião vem do latim religare e significa algo que liga
Prêmio Viva Leitura. Categoria Escola Pública. Projeto: Leitura como fonte de conhecimento e prazer
COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DE LAGOA ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PR 281 KM 20 - LAGOA FONE: 41-3674-1053 e-mail : [email protected] Prêmio Viva Leitura Categoria Escola Pública Projeto: Leitura
Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília
Modelo de Excelência em Gestão Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Conceitos Fundamentais Os Fundamentos da Excelência em Gestão expressam conceitos que
Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte
Avaliação de impacto do Programa Escola Integrada de Belo Horizonte Índice Programa Escola Integrada Avaliação de impacto Amostra Pesquisa Indicadores Resultados Impactos estimados Comentários Programa
DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOS BRINQUEDOS ÀS BRINCADEIRAS: REFLEXÕES SOBRE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila de Lima Neves.(UEPB) [email protected] Margareth Maria de Melo, orientadora, UEPB, [email protected]
Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC
Manual do Processo de Planejamento da UFSC 2010 Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Apresentação Este documento descreve o processo de planejamento que vem sendo implantado na Universidade Federal
Gestão das Políticas Públicas e Participação Social Naidison de Quintella Baptista *
Gestão das Políticas Públicas e Participação Social Naidison de Quintella Baptista * Todos nos somos cidadãos. Temos direitos e deveres. Muitos destes direitos e deveres estão nas leis. Pressionar e colaborar
Sociologia O que é? O que estuda?
Alice Mendonça / Universidade da Madeira Sociologia O que é? O que estuda? A Sociologia estuda a realidade social, ou seja, as relações e comportamentos que os indivíduos estabelecem entre si. É uma ciência
O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA
O ENSINO NUMA ABORDAGEM CTS EM ESCOLA PÚBLICA DE GOIÂNIA Rafaella Rodrigues Santos 1 Danielle Regina de Ávila 2 Paulo Vinícius de Carvalho 3 Mirian Pacheco Silva 4 RESUMO: Pensando na formação de sujeitos
Após anos 70: aumento significativo de recursos para restauração. Não se observa um aumento proporcional de
Aspectos sociais em projetos de restauração de áreas degradadas Maria Castellano CTR Campinas Gestão de recursos naturais Os recursos naturais são passíveis de serem utilizados por muitos indivíduos; É
CURSO VOCACIONAL DE ARTE E PUBLICIDADE
CURSO VOCACIONAL DE ARTE E PUBLICIDADE Planificação Anual - 2015-2016 Ensino Básico 9º Ano 2º Ano - Atividade Vocacional FOTOGRAFIA DIGITAL MATRIZ DE CONTEÚDOS E DE PROCEDIMENTOS Conteúdos Procedimentos
Medidas de Acolhimento para a População Idosa. Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008
Medidas de Acolhimento para a População Idosa Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008 I Feira Social Novos Trilhos para a Participação Social Rede Social de Peso da Régua
Pedagogia do Desporto Ramo de Educação Física e Desporto Escolar. Educação Desportiva FCDEF-UP. António Rosado
Pedagogia do Desporto Ramo de Educação Física e Desporto Escolar Educação Desportiva FCDEF-UP António Rosado Introdução Como deve o licenciado em Educação Física e Desporto Escolar olhar para o Desporto?
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos
A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos Organizadoras: Francisca Izabel Pereira Maciel Mônica Correia Baptista Sara Mourão Monteiro Estrutura da exposição 1. O contexto
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA RELEITURA
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA RELEITURA FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL CARLA JAMILLE C. DE ARAÚJO Mestranda em Educação, UFBA, [email protected] REFERENCIAL CURRICULAR
PROJETO CULTURA DIGITAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL
PROJETO CULTURA DIGITAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL Apresentação Objetivo Geral e Justificativa Objetivos Específicos Resultados Metodologia Operacionalização Formas de investimento Orçamento Contrapartidas Apresentação
SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO: concepções sobre gravidez e homossexualidade nas representações sociais dos adolescentes de uma escola pública
SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO: concepções sobre gravidez e homossexualidade nas representações sociais dos adolescentes de uma escola pública Autor(a): Júlio César Rufino de Freitas Email: [email protected]
DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 7º Ano
DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 7º Ano 1. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS COMPETÊNCIAS GERAIS Promover o pensamento de uma forma criativa e crítica, relacionando evidências e explicações, confrontando diferentes
RVCC SECUNDÁRIO Referencial STC
RVCC SECUNDÁRIO Referencial STC Sociedade, Tecnologia e Ciência A Área STC, num primeiro plano, estrutura-se a partir dos sete Núcleos Geradores (cada um deles na génese de uma das Unidades de Competência),
1. CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO MUNICIPAL PARA A IGUALDADE 2. PLANO DE ACÇÃO - ACTIVIDADES
PLANOS PARA A IGUALDADE ACTA Nº 1 CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO MUNICIPAL PARA A IGUALDADE 15 JULHO de 2011 ORDEM DE TRABALHOS 1. CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO MUNICIPAL PARA A IGUALDADE 2. PLANO DE ACÇÃO - ACTIVIDADES
QUANDO A VIDA. DOS BRASILEIROS MUDA, O BRASIL MUDA TAMBÉM. Saiba como participar dessa mudança. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME
QUANDO A VIDA DOS BRASILEIROS MUDA, O BRASIL MUDA TAMBÉM. Saiba como participar dessa mudança. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Esta é Dona Alenita Ferreira da Silva, beneficiária
4. Conversando um pouco mais sobre o conselho escolar
4. Conversando um pouco mais sobre o conselho escolar João Ferreira de Oliveira UFG Karine Nunes de Moraes UFG Luiz Fernandes Dourado UFG É fundamental que o conselho escolar, no processo de sua construção
PARA PENSAR O ENSINO DE FILOSOFIA
PARA PENSAR O ENSINO DE FILOSOFIA Rosevânio de Britto Oliveira UEPB e-mail: [email protected] Prof. Dr. Valmir Pereira UEPB e-mail: [email protected] Introdução Temos consciência de que a educação
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE RONDÔNIA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFÂNCIA E JUVENTUDE E DA DEFESA DOS USUÁRIOS DOS SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO
"A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito
INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO
INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO Com este questionário pretende-se recolher informações acerca das concepções e práticas de autonomia e de formação (contínua) presentes nesta escola. Este instrumento metodológico
OS FATORES QUE INFLUENCIAM O DESENVOLVIMENTO HUMANO
1 A PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO A psicologia do desenvolvimento estuda o desenvolvimento do ser humano em todos os seus aspectos: Físico-motor, intelectual, afetivo, emocional e social, ou seja, desde
Apresentação da disciplina
FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Apresentação da disciplina (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, [email protected] Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto,
ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss
profa. Karine Pereira Goss Muitas vezes utiliza-se esses termos como sinônimos. Mas há diferenças entre eles, embora se relacionem estreitamente. MORAL é um conjunto de normas que regulam o comportamento
A sociologia e o espaço urbano. Por: Eugénio Brás
A sociologia e o espaço urbano Por: Eugénio Brás Planeamento Participativo (PP) Cultura Urbana Etnografia aplicada Os custos potenciais Tempo Recursos Ideologia Política O PP precisa de uma metodologia:
Política de Responsabilidade Social
Política de Responsabilidade Social 2014 Versão 1.0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem ao Instituto de Informática, I.P. (II, I.P.) e a informação nele contida encontra-se classificada em conformidade
Classificação da Pesquisa:
Classificação da Pesquisa: Do ponto de vista da sua natureza, ou seja, aquilo que compõe a substância do ser ou essência da pesquisa. Pesquisa Pura: Pesquisa Aplicada: Objetiva gerar conhecimentos novos
O PAPEL DOS PROFESSORES NO DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS
O PAPEL DOS PROFESSORES NO DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS Prof. Domingos Fernandes/Portugal* Os professores podem desempenhar um papel determinante no desenvolvimento da avaliação de
A dinâmica paradoxal das identidades pessoais e profissionais
A dinâmica paradoxal das identidades pessoais e profissionais Professor Doutor Pierre Tap UAL 15 Março 2008 Pessoa e Sociedade Algumas considerações iniciais acerca das relações entre a dinâmica pessoal
EDITAL. Prêmio Promoção da Equidade em Saúde: Saúde da População Negra
Do objetivo EDITAL Prêmio Promoção da Equidade em Saúde: Saúde da População Negra Art.1º - O Prêmio Promoção da Equidade em Saúde: Saúde da População Negra tem por objetivo incentivar a implementação da
As principais tendências do pensamento antropológico contemporâneo
As principais tendências do pensamento antropológico contemporâneo Campos de investigação Antropologia das tecnologias; Antropologia econômica; Antropologia urbana; Antropologia política; Antropologia
Hernández, Fernando - Transgressão e Mudança na Educação os projetos de trabalho; trad. Jussara Haubert Rodrigues - Porto Alegre: ArtMed, 1998.
... Hernández, Fernando - Transgressão e Mudança na Educação os projetos de trabalho; trad. Jussara Haubert Rodrigues - Porto Alegre: ArtMed, 1998. Este livro é um convite à transgressão das barreiras
Pernambuco. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Pernambuco (1991, 2000 e 2010)
Pernambuco Em, no estado de Pernambuco (PE), moravam 8,8 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,4%; 648,7 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 185 municípios,
Modelos de Gestão Desafios para o Gestor Contemporâneo
Modelos de Gestão Desafios para o Gestor Contemporâneo As organizações precisam compreender os ambientes: 1. Interno 2. Externo Para que possam: Dar respostas rápidas às mudanças Modificar seus processos
PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA /2012
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA SUBÁREA DE GEOGRAFIA PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA /2012 Ensino
ANTÓNIO CUNHA ABRANTES DELEGADO DOS EMPREGADORES DE PORTUGAL (CTP - Confederação do Turismo Português)
93. a CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO, GENEBRA, 13 JUNHO 2005 ANTÓNIO CUNHA ABRANTES DELEGADO DOS EMPREGADORES DE PORTUGAL (CTP - Confederação do Turismo Português) Senhor Presidente Senhores Delegados
Educação Infantil: como fazer valer esse direito?
Educação Infantil: como fazer valer esse direito? Sabemos o que é qualidade em cuidados e educação. Sabemos o que uma bela infância representa. A hora de se justificar já passou, há muito tempo. Agora
TRANSFORMAÇÕES DA MULHER GESTORA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO MULTI-CASOS
TRANSFORMAÇÕES DA MULHER GESTORA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO MULTI-CASOS Fabíola de Medeiros (UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador), e- mail: [email protected] Universidade Estadual
Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;
CONTABILIDADE ANALÍTICA I [12003] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Pretende-se fornecer um enquadramento teórico e prático da Contabilidade de Custos ou Analítica, em particular, dos objetivos prosseguidos
Cursos Científico-Humanísticos Ano Lectivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA A (11º ano)
GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Científico-Humanísticos Ano Lectivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA A (11º ano) Página 1 de 7 Competências Gerais Perspectivar a Economia no conjunto das
AULA 09 O que é pesquisa qualitativa?
1 AULA 09 O que é pesquisa qualitativa? Ernesto F. L. Amaral 08 de abril de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.7-32. DEFININDO
CAPITULO 11. A intervenção do Estado na Economia. Funções e organização do estado A intervenção do estado na economia
CAPITULO 11 A intervenção do Estado na Economia Funções e organização do estado A intervenção do estado na economia Funções e organização do Estado O Estado é a forma que a organização do poder politico
Funções Assegurar a racionalização, organização e coordenação do trabalho Docente, permitindo ao Professor e Escola um ensino de qualidade, evitando
Funções Assegurar a racionalização, organização e coordenação do trabalho Docente, permitindo ao Professor e Escola um ensino de qualidade, evitando a improvisação e a rotina. Explicitar princípios, diretrizes
PESQUISA QUALITATIVA. Teoria e Análise das Organizações Comportamento Organizacional. Prof. Dr. Onofre R. de Miranda
PESQUISA QUALITATIVA Teoria e Análise das Organizações Comportamento Organizacional Prof. Dr. Onofre R. de Miranda OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Apresentar conceitos básicos sobre pesquisa qualitativa; OBJETIVOS
EDUCAÇÃO, PEDAGOGOS E PEDAGOGIA questões conceituais. Maria Madselva Ferreira Feiges Profª DEPLAE/EDUCAÇÃO/UFPR
EDUCAÇÃO, PEDAGOGOS E PEDAGOGIA questões conceituais Maria Madselva Ferreira Feiges Profª DEPLAE/EDUCAÇÃO/UFPR EDUCAÇÃO prática social NÃO-ESCOLAR - fábrica - igreja - mídia - partido político - ONGs -
Mais Médicos: da formação, do provimento e fixação, qual é o papel do município?
01/06/2014 SEMINÁRIO: Mais Médicos: da formação, do provimento e fixação, qual é o papel do município? Coordenador: Marcelo Dalla Coordenação CONASEMS Palestrantes: Alexandre Medeiros de Figueiredo DEGES/SGTES/MS
Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal
Braga, 01 de Julho de 2016 Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal Eurodesk, o que é? A Agência Erasmus + Juventude em Ação cumpre, para além da sua missão cumprir as responsabilidades delegadas
ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
CONHECIMENTO CORPORAL ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO FÍSICA A educação escolar tem como objetivo transmitir o conhecimento acumulado pela humanidade que o leve a compreender e a
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL
REGULAMENTO DE ESTÁGIOS CURRICULARES CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Universidade de Lisboa Preâmbulo O curso de Licenciatura em Ciências
Desenvolvimento Organizacional
Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas
Visão, Missão, Valores e Objectivos. Gestão Estratégica.
Visão, Missão, Valores e Objectivos. Gestão Estratégica. Baseado no Livro Administração Pública: Modernização, Qualidade e Inovação de Carlos Carapeto e Fátima Fonseca Neste contexto, há quem afirme que
REGULAMENTO PRÉMIO VIDArte A arte contra a violência doméstica
REGULAMENTO PRÉMIO VIDArte A arte contra a violência doméstica O combate à violência doméstica tem vindo a assumir-se, em Portugal, como um dos objetivos nucleares para que se alcance uma sociedade mais
Heloísa Lück fala sobre os desafios da liderança nas escolas Para a educadora paranaense, somente uma escola bem dirigida obtém bons resultados
Gestão Escolar Heloísa Lück fala sobre os desafios da liderança nas escolas Para a educadora paranaense, somente uma escola bem dirigida obtém bons resultados Heloísa Lück "A escola deve ser uma comunidade
O TRABALHO PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA.
O TRABALHO PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Roseane Soares Almeidai Rroseane Cruz Freire Rodriguesii Palavras-chave: trabalho pedagógico; formação de professor; educação
CONVOCATÓRIA DE CANDIDATURAS PARA O GRUPO ASSESSOR DA SOCIEDADE CIVIL (BRASIL)
CONVOCATÓRIA DE CANDIDATURAS PARA O GRUPO ASSESSOR DA SOCIEDADE CIVIL (BRASIL) A ONU Mulheres Brasil convida organizações e redes da sociedade civil brasileira a apresentar candidaturas para o Grupo Assessor
REPUBLICA DE ANGOLA MINISTERIO DA SAUDE COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP)
REPUBLICA DE ANGOLA MINISTERIO DA SAUDE COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) PLANO ESTRATÉGICO DE COOPERAÇÃO EM SAÚDE 2009 2012 (15 de Maio, Estoril, Portugal) Depois dum longo periodo de
Aula 10 ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE HISTÓRIA: ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA. Sayonara Rodrigues do Nascimento Santana META OBJETIVOS
Aula 10 ORGANIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE HISTÓRIA: ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA META ênfase na elaboração do plano de aula. OBJETIVOS Conhecer os elementos constituintes do planejamento de
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008
9. Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns. O Império Colonial português no Séc. XVIII: - Recursos naturais e actividades económicas; - Movimentos da população, tráfico de escravos; - A sociedade
AS INTERACÇÕES DINÂMICAS ENTRE PATRIMÓNIO CULTURAL E TURISMO
CARTA INTERNACIONAL SOBRE O TURISMO CULTURAL ICOMOS, Cidade do México, 17 a 23 de Outubro de 1999 O ESPÍRITO DA CARTA Em sentido lato, o património natural e cultural pertence a toda a humanidade. Cada
