HISTÓRIA DO DIREITO PENAL
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- Pedro Lucas Quintanilha Paixão
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1 HISTÓRIA DO DIREITO PENAL Segundo nos revelam os dados históricos, o Direito Penal não existiu sempre. Seu aparecimento se dá, propriamente, no período superior da barbárie, com a primeira grande divisão social do trabalho e a conseqüente divisão da sociedade em classes e a implantação do estado (Estado não no sentido moderno de Governo mas um estado de controle e poder social). A comunidade primitiva, baseada na apropriação comum dos meios de produção e na solidariedade indissolúvel de seus membros, não oferecia contradições antagônicas, capazes de exigir que se adotassem normas penais
2 Fases da Vingança Vingança Privada => cometido um crime, ocorria a reação da vítima, dos parentes e até do grupo social (tribo), que agiam sem proporção à ofensa, atingindo não só o ofensor, como também todo o seu grupo. Se fosse membro da tribo poderia ocorrer a expulsão da paz (banimento), se elemento estranho à tribo a reação era a vingança de sangue Com a evolução social, para evitar a dizimação das tribos, surge a Lei De Talião ( de talis = tal ), olho por olho, dente por dente, reação igual ao mal praticado, adotado no Código de Hamurábi (Babilônia), no Êxodo (povo hebraico) e na Lei das XII Tábuas (Roma).
3 Posteriormente surge a composição, sistema pelo qual o ofensor se livrava do castigo com a compra de sua liberdade, adotado pelo Código de Hamurábi, pelo Pentateuco e Pelo Código de Manu (Índia), foi a composição largamente aceita pelo Direito Germânico Uma das principais e considerada como a primeira das Codificações do Direito antigo, de grande influência nos demais países, existindo dispositivos de aplicação até nos dias atuais. VINGANÇA DIVINA = > deve-se à influência da religião na vida dos povos antigos. O Direito Penal impregnou-se de sentido místico desde os seus primórdios, já que deveria reprimir o crime como satisfação aos deuses pela ofensa praticada no grupo social. O castigo, ou oferenda, por delegação divina era aplicado pelos sacerdotes, que infligiam penas severas, cruéis e desumanas, visando especialmente à intimidação. Legislação típica é o Código de Manu, mas adotados também na Babilônia, no Egito (Cinco Livros), na China (Livro das Cinco Penas), na Pérsia (Avesta) e pelo povo de Israel (Pentateuco).
4 Vingança Pública => devido a maior organização social, atingiu-se a fase da vingança pública. No sentido de se dar maior estabilidade ao Estado, visou-se à segurança do príncipe ou soberano através da aplicação da pena, ainda severa e cruel. Em fase posterior, porém, libertou-se a pena de seu caráter religioso, transformando-se a responsabilidade do grupo em individual (do autor do fato), em positiva contribuição ao aperfeiçoamento de humanização dos costumes penais.
5 Manifestações Penais Concomitantes
6 Antigo Oriente o crime, toma o caráter de ofensa ao divino, que o agente deve expiar pelo castigo da pena. Castigo duro, em geral, porque com ele se procura a cólera dos deuses e reconquistar-lhes a benevolência para com o seu povo. Daí os sacrifícios expiatórios ou, em forma muito mais atenuada, as sanções rituais de purificação. Código de Hamurábi, da Babilônia (2.083 a.c.). O livro de Manu (India), que se faz remontar a 13 ou 12 séculos antes de Cristo, e, no qual aos rigores e intolerância a que são conduzidas as legislações de espírito teocrático, junta a hierarquia das castas. Também de inspiração religiosa outras leis de velhos povos, como as da China antiga, da Pérsia e do Egito.
7 Grécia Dos costumes primitivos a fonte de informação são os poemas homéricos, onde os deuses participam da vida e das lutas dos homens, submetidos todos não só ao destino, mas às paixões e fraquezas humanas. A pena é, então, uma fatalidade que decorre do crime, por sua vez uma fatalidade também. É uma expiação que deixa claro o seu caráter sacral. Cedo se introduziu na prática penal a exigência da culpabilidade. Como na doutrina filosófica, ARISTÓTELES fez penetrar, por fim, nas suas construções éticas e daí nas jurídicas, a idéia do livre arbítrio, Mas com o caráter político das leis penais dos últimos tempos nas cidades gregas, forma essa legislação como que um período de passagem entre o Direito punitivo oriental, saturado de sentimento religioso, e aquele que viria até nós partindo do Direito romano.
8 Finalmente, os filósofos gregos trouxeram a debate uma questão geralmente ignorada dos povos anteriores, a razão e fundamento do Direito de punir e da finalidade da pena, questão que preocupou pensadores diversos e veio a ser mais detidamente considerada no movimento iniciado por SÓCRATES, com o particular interesse que então se tomou pelos problemas éticos. As opiniões mais ponderáveis são de PLATÃO e ARISTÓTELES, o primeiro nas LEIS e no PROTÁGORAS, o segundo na ÉTICA NICOMÁQUEA, e na POLÍTICA. PLATÃO, que defendia no GÓRGIAS a idéia de expiação e retribuição para a pena, alcança nas LEIS a concepção de uma pena instrumento de defesa social; de prevenção do crime, não de repressão; voltada para o futuro, não para o passado. Idéia defendida depois, em Roma, por SENECA, citando a PLATÃO, e que viria a ser a nota principal do movimento renovador do Direito Penal nos tempos atuais.
9 Estóicos (o desenvolvimento do auto-controle e da firmeza como um meio de superar emoções destrutivas desenvolvimento ético e moral do individuo) e Epicúrios (o sumo bem reside no prazer, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções), que lograram alcançar uma percepção bem nítida da importância da defesa social e da sua posição como objetivo da pena, dando, assim, às suas ideias na matéria um tom que as aproxima das que são hoje consideradas como as mais modernas. Estoicismo. Escola filosófica fundada por Zenão, e que visava tornar o homem insensível aos males físicos e morais; rigidez de princípios; austeridade; resignação na dor Doutrina de Epicuro. Sensualidade; indivíduo dado aos prazeres do amor e da mesa
10 Direito Romano Em Roma, evoluindo-se das fases da vingança, através do talião e da composição, bem como da vingança divina na época da realeza, Direito e Religião separam-se. Dividem-se os delitos em Crimina Pública (segurança da cidade, perduellio e parricidium), ou crime majestais, e delicta privata (infrações consideradas menos graves, reprimidas por particulares). Seguiu-se a eles a criação dos crimina extraordinária ( entre as outras duas categorias). Finalmente a pena torna-se, em regra, pública. As sanções são mitigadas, e é praticamente abolida a pena de morte, substituída pelo exílio e pela deportação (interdictio acquae et igni). Criação de princípios penais sobre o erro, culpa (leve a lata), dolo (bonus e malus), imputabilidade, coação irresistível, agravante, atenuantes, legítima defesa
11 Direito Germânico Antigo Constituído apenas pelo costume. Características acentuadamente de vingança privada, reação indiscriminada e à composição. Só muito mais tarde foi aplicado o talião por influência do Direito Romano e do cristianismo. Outra característica do direito bárbaro foi a Ausência de distinção entre dolo, culpa e caso fortuito, determinando-se a punição do autor do fato sempre em relação ao dano por ele causado e não de acordo com o aspecto subjetivo de seu ato. No processo, vigoravam as ordálias ou juízo de Deus (prova de água fervente, de ferro em brasa, etc) e os duelos judiciários, com os quais se decidiam os litígios, pessoalmente ou através de lutadores profissionais O aspecto subjetivo refere-se, principalmente, aos conceitos de dolo e culpa, recepcionados pelo Direito germânico somente após a influência do Direito romano
12 Direito Canônico Direito Penal Canônico, que teve influência na prática da justiça punitiva, principalmente porque decisões eclesiásticas recebiam execução por tribunais civis e muitas daquelas normas tornaram-se obrigatórias, com a conquista do poder temporal pela Igreja, mesmo para a autoridade civil. O Direito canônico atingiu o seu momento de cristalização no séc. XIV, com a constituição do Corpus Juris Canonici, compreendendo o Decretum Gratiani, do séc. XII, as Decretais de Gregório IX e Bonifácio VIII, as chamadas Clementinas, de Clemente V, e as Extravagantes. Em 1917, foi promulgado por Bento XV o Codex Juris Canonici, cuja parte V, De delicitis et de peonis, tem hoje quase apenas interesse teórico. Vigora porém, na cidade do Vaticano, onde, entretanto, o Código italiano é admitido como fonte subsidiária. Característica marcante durante o período da Inquisição, com julgamentos e execuções dos considerados hereges e bruxos executados por tribunais religiosos e, inúmeras vezes, por tribunais constituídos de profanos São comuns os relatos históricos dos poderes exercidos pelo Papa e pelos Cardeais perante os reinos, cujos governantes consultavam primeiramente ao clero antes da tomada de decisões governamentais.
13 Os Práticos A Escola dos Glosadores imprimiu ao Direito Romano, principalmente do séc. XII, por obra do comentário e interpretação dos velhos textos imperiais, renovado prestígio. Dessa Escola derivou uma corrente que viria ser uma quarta força na configuração do Direito Penal Comum, a escola dos chamados Práticos, os pós glosadores e comentaristas, valiosa sobretudo na Itália Refere-se à escola dos Interpretadores dos textos jurídicos oriundos dos territórios ocupados pelos romanos e que serviram de base para a instituição de um Direito normatizado por Roma
14 Na sequencia das fases da vingança, segue o Periodo Humanitário, compreendendo as Escolas Penais e Movimentos Ecléticos
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