Conceito de Soberania
|
|
|
- Marisa Palmeira Neves
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Conceito de Soberania Teve origem na França (souveraineté) e seu primeiro teórico foi Jean Bodin. Jean Bodin Nasceu em Angers, França 1530, e faleceu em Laon, também na França em 1596, foi um jurista francês, membro do Parlamento de Paris e professor de Direito em Toulouse. Adepto da teoria do direito divino dos reis. Tornou-se conhecido como o Procurador Geral do Diabo devido a sua incansável perseguição a feiticeiras e hereges. 1
2 Jean Bodin Considerado por muitos o pai da Ciência Política devido a sua teoria sobre soberania na obra Seis Livros sobre a República (que será tratada mais adiante). Estado Moderno Sua formação vinha dos antagonismos da Idade Média Antagonismos Poder Espiritual Poder Temporal 2
3 Guerra dos Trinta Anos Um exemplo desse antagonismo é a Guerra dos Trinta Anos ( ). Guerra dos Trinta Anos ( ) A Guerra dos Trinta Anos ( ) é a denominação genérica de uma série de guerras que diversas nações europeias travaram entre si a partir de 1618, especialmente na Alemanha, por motivos variados: rivalidades religiosas, dinásticas, territoriais e comerciais. As rivalidades entre católicos e protestantes e assuntos constitucionais germânicos foram gradualmente transformados numa luta europeia. As hostilidades causaram sérios problemas econômicos e demográficos na Europa Central e tiveram fim com a assinatura, em 1648, de alguns tratados (Münster e Osnabrück) que, em bloco, são chamados de Paz de Vestfália. 3
4 Paz de Vestfália A chamada Paz de Vestfália (ou de Vestefália, ou ainda Westfália), também conhecida como os Tratados de Münster e Osnabrück (ambas as cidades atualmente na Alemanha), designa uma série de tratados que encerraram a Guerra dos Trinta Anos e também reconheceram oficialmente as Províncias Unidas e a Confederação Suíça. Novo poder se firmou no Estado Moderno Poder dos Monarcas Independentes Poder Absoluto que precisava de uma justificação teórica. 4
5 Seis Livros sobre a República Na obra Seis Livros sobre a República, Bodin ( ) faz da soberania um elemento essencial do Estado. Ele escreve: a República [o Estado] é o justo governo de muitas famílias e do que lhes é comum, com poder soberano. Segundo Bodin a soberania é um poder supremo, incontrastável, não submetido a nenhum outro poder. Características da Soberania Una; Absoluta; Indivisível; Inalienável; Imprescritível; Irrevogável; Perpétua. Única, Singular. 5
6 Outros teóricos que afirmam o caráter absoluto da soberania: Hobbes ( ) Rousseau ( ) Hobbes ( ) Enquanto Bodin afirma a doutrina do poder supremo tendo em vista sobretudo suas implicações nas relações com outros Estados, a teorização de Hobbes do poder soberano visa legitimar internamente a supremacia do monarca sobre os súditos. 6
7 Rousseau ( ) Em Rousseau, a soberania é o poder supremo do povo (soberania popular). Rousseau e Hobbes Para eles não há Estado sem soberania. 7
8 Georg Jellinek ( ) Foi um filósofo do direito e juiz alemão. Professor na Universidade Brasileira e a Universidade de Heidelberg, publicou várias obras sobre filosofia do direito e ciências jurídicas. Georg Jellinek ( ) Dentre as quais se destaca Teoria Geral do Estado onde sustenta que a soberania recai sobre o Estado e não sobre a nação, que é um simples órgão daquele e as Teoria da Soberania do Estado e a Teoria do Mínimo Ético. 8
9 Contra a visão de Rousseau e Hobbes Jellinek tem dois pontos de vista: de um ponto de vista externo, soberania não é um elemento essencial do Estado, mas apenas uma qualidade do poder. Há Estados soberanos e Estados não soberanos. Soberania Ponto de vista Interno : é a capacidade do Estado a uma autovinculação e autodeterminação jurídica exclusiva é a supremacia que faz com que o poder do Estado se sobreponha incontrastavelmente aos demais poderes sociais, que lhes ficam subordinados. (Jellinek) Visão Contemporânea do direito público. 9
10 Soberania do Estado Expressa a supremacia do Estado sobre os demais grupos sociais internos ou externos com os quais se defronta e afirma a cada passo. Interno: Tais comunidades são a Igreja, a Escola, a Família, Associações etc. Externo: Comunidade Internacional. Soberania no Estado expressa: 1 A determinação da autoridade suprema no interior do Estado; 2 A determinação de uma hierarquia dos poderes do Estado; 3 A justificação da autoridade (ou legitimidade) conferida ao sujeito ou titular do poder supremo. 10
11 Doutrinas de Legitimação da soberania no Estado Doutrinas teocráticas: Doutrina da natureza divina (faraós, imperadores romanos, príncipes orientais, imperador do Japão), da investidura divina (Luís XIV e Luís XV) doutrina da investidura providencial (Santo Tomás de Aquino). Doutrinas democráticas: Doutrina da soberania popular e doutrina da soberania nacional. Soberania Popular (Rousseau) é a soma das distintas frações da soberania, que pertencem como atributo a cada indivíduo, o qual, membro da comunidade estatal e detentor do poder soberano fragmentado, participa ativamente na escolha dos governantes. 11
12 Soberania prega : a democracia na igualdade política dos cidadãos e resulta no sufrágio universal, ( Rousseau ) Se o Estado for composto de dez mil cidadãos, cada um deles terá a décima milésima parte da autoridade soberana. Soberania Nacional A Nação surge nessa concepção como depositária única e exclusiva da autoridade soberana. Aquela imagem do indivíduo titular de uma fração da soberania, com milhões de soberanos em cada coletividade, cede lugar à concepção de uma pessoa soberana 12
13 Povo e nação É uma só entidade, compreendida organicamente como ser novo, distinto e abstratamente personificado, dotado de vontade própria superior às vontades individuais que o compõem. Povo e nação A diferença entre as duas doutrinas democraticas se mostra sobretudo na participação política do eleitorado, que aqui se limita aqueles que a Nação investe na função de escolha dos governantes, ao passo que na doutrina da soberania popular ela se universaliza a todos os cidadãos enquanto portadores de uma parcela da soberania. 13
14 Como é a soberania : é una, indivisivel, inalienavel e imprescritivel. Pertence à nação; nenhuma seção do povo, nenhum indivíduo pode atribuir-se-lhe o exercício. 14
1. O CONCEITO DE SOBERANIA
Conceito Soberania e Legitimidade do Poder 1. O CONCEITO DE SOBERANIA 1.1. ORIGEM DO CONCEITO - O conceito de soberania teve origem na França (souveraineté) e seu primeiro teórico foi Jean Bodin. O Estado
1)Levando em conta o estado moderno quais foram os antagonismos?
Exercícios Modulo 6 1)Levando em conta o estado moderno quais foram os antagonismos? Poder espiritual e o poder temporal 2)Cite pelo menos 4 características de soberania? Una; Única, Singular, Absoluta;,
TEORIA GERAL DO ESTADO ELEMENTOS DO ESTADO. Prof. Thiago Gomes. Teoria Geral do Estado 1. CONTEXTUALIZAÇÃO. O que é necessário para formar um Estado?
TEORIA GERAL DO ESTADO Prof. Thiago Gomes 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O que é necessário para formar um Estado? 1 1. A IDEIA DE ESTADO Primeira definição apresentada Estado é uma forma específica de sociedade
IDADE MODERNA O ABSOLUTISMO. Absolutismo ANA CRISTINA.
Absolutismo DEFINIÇÃO: Regime político em que os reis possuem o poder absoluto sobre suas nações (concentração de poderes nas mãos dos reis. Transição entre o feudalismo e o capitalismo. Nova adequação
ORIGEM DO ESTADO E FORMAS DE ORGANIZAÇÃO POLÍTICA. Prof. Elson Junior Santo Antônio de Pádua, Junho de 2017
ORIGEM DO ESTADO E FORMAS DE ORGANIZAÇÃO POLÍTICA Prof. Elson Junior Santo Antônio de Pádua, Junho de 2017 CONCEPÇÕES DA ORIGEM DO ESTADO Existem cinco principais correntes que teorizam a este respeito:
Produção do espaço, Formação Econômica e Social, e o Estado-nação. Geografia Humana Prof. Raul
Produção do espaço, Formação Econômica e Social, e o Estado-nação Geografia Humana Prof. Raul Produção social do espaço. A produção social do espaço é um fato histórico.. A História não se escreve fora
O ESTADO COMO FORMA ESPECÍFICA DE SOCIEDADE POLÍTICA. Profa. Dra. Nina Ranieri TGE I 2017
O ESTADO COMO FORMA ESPECÍFICA DE SOCIEDADE POLÍTICA Profa. Dra. Nina Ranieri TGE I 2017 Estado sociedade política que controla a população de um território definido SE diferenciada de outra organizações
Aula 2 - Direitos Civis, Políticos e Sociais
Aula 2 - Direitos Civis, Políticos e Sociais Cidadania moderna (contexto); Crise do Absolutismo; Desintegração do sistema feudal; Surgimento do Estado de Direito (liberalismo); Democracia Representativa
O soberano não representava mais seus príncipes e condes, passando a encarnar diretamente a representação do povo submetido ao seu poder!
Estado moderno! Europa e Estados Unidos! Centralização crescente e politização do poder! Na estrutura feudal da Idade Média, o poder ainda era uma relação de direito privado no sentido de dependência pessoal
Professor: Décius Caldeira HISTÓRIA 3ª série Ensino Médio HISTÓRIA E PENSAMENTO POLÍTICO
Professor: Décius Caldeira HISTÓRIA 3ª série Ensino Médio HISTÓRIA E PENSAMENTO POLÍTICO I- OS HOMENS DEVEM AMOR AO REI: SÃO SÚDITOS. Jacques Bossuet II- AS VIRTUDES DO HOMEM PÚBLICO SE CONFUNDEM COM AS
ORIGEM DO ESTADO E FORMAS DE ORGANIZAÇÃO POLÍTICA
ORIGEM DO ESTADO E FORMAS DE ORGANIZAÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÕES DA ORIGEM DO ESTADO Existem cinco principais correntes que teorizam a este respeito: A corrente teológica; A corrente familiar ou patriarcal;
A consolidação das monarquias na Europa moderna
A consolidação das monarquias na Europa moderna 12.1 A centralização do poder Colapso do feudalismo Ascensão da burguesia e decadência da nobreza Ambas não tinham força para impor sua hegemonia Necessidade
ILUMINISMO, ILUSTRAÇÃO OU FILOSOFIA
O ILUMINISMO ILUMINISMO, ILUSTRAÇÃO OU FILOSOFIA DAS LUZES Começou na Inglaterra e se estendeu para França, principal produtor e irradiador das ideias iluministas. Expandiu-se pela Europa, especialmente
Estado: conceito e evolução do Estado moderno. Santana do Livramento
Estado: conceito e evolução do Estado moderno Santana do Livramento Objetivos da Aula Objetivo Geral Estudar o significado do Estado, sua concepção e evolução para os modelos do Estado Moderno, para a
Aula 3 O Estado. Objetivos:
Aula 3 O Estado Objetivos: a) Conhecer a estrutura política e jurídica de um Estado; b) Conhecer a estrutura política e jurídica do Estado brasileiro; c) Relacionar o conhecimento da estrutura política
Ideias. Ideias Políticas. Doutrinas Políticas. Pensamento Político. Ideologia e Utopia.
HISTÓRIA DAS IDEIAS POLÍTICAS CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Ideias. Ideias Políticas. Doutrinas Políticas. Pensamento Político. Ideologia e Utopia. (Paul Ricoeur, Ideologia e Utopia, pp. 93 a 213-291 a 323; António
THOMAS FLEINER-GERSTER Professor da Universidade de Freiburg, Suíça, é especialista em direito internacional, constitucional e administrativo.
THOMAS FLEINER-GERSTER Professor da Universidade de Freiburg, Suíça, é especialista em direito internacional, constitucional e administrativo. TEORIA GERAL DO ESTADO Martins Fontes Editora São Paulo, 2006
Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um conjunto de estratégias que visavam sedimentar uma determinada noção de soberania.
Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um conjunto de estratégias que visavam sedimentar uma determinada noção de soberania. Neste sentido, a charge apresentada demonstra a) a humanidade
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO CONSTITUCIONAL Teoria da Constituição Constitucionalismo Parte 1 Profª. Liz Rodrigues - O termo constitucionalismo está ligado à ideia de Constituição - independentemente de como, de fato, esta
III Estado Romano de um pequeno grupamento humano ao primeiro império mundial. Características: a) Base familiar de organização; b) Cristianismo.
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO ESTADO I Estado Antigo, Oriental ou Teocrático não se distingue o pensamento político da religião, da moral, da filosofia, ou das doutrinas econômicas. Características: a) Natureza
A POLÍTICA NA HISTÓRIA DO PENSAMENTO
PLATÃO (428-347 a.c.) Foi o primeiro grande filósofo que elaborou teorias políticas. Na sua obra A República ele explica que o indivíduo possui três almas que correspondem aos princípios: racional, irascível
O ESTADO DEMOCRÁTICO. TGE II Nina Ranieri 2017
O ESTADO DEMOCRÁTICO TGE II Nina Ranieri 2017 1 Plano de Aula I- Conceito II Origens III- Definições de Democracia IV Modalidades V- Problemas contemporâneos 2 I- Conceito de Estado Democrático aquele
Aula 10 Iluminismo e o Despotismo Esclarecido
Aula 10 Iluminismo e o Despotismo Esclarecido Conceito Iluminismo, Ilustração, Século das Luzes Século XVIII: França. Maturidade e maior expressão do movimento Produção cultural e intelectual de Paris:
Territorias: Formação do Território rio Brasileir
Políticas Territorias: Formação do Território rio Brasileir Rosely Gaeta Fontes: Mundo Estranho, SuperInteressante, 1 Políticas Territorias: : As Fronteiras Nacionais e Internacionais Objetivos da gestão
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1ª Questão Assinale a alternativa incorreta: a) A palavra constitucionalismo possui vários sentidos, dentre eles um que a vincula ao surgimento das constituições escritas, formais,
Reflexões introdutórias
Reflexões introdutórias Escola de Governo 07/03/2014 O que são Direitos Humanos? Perspectivas dos Direitos Humanos Jusnaturalista Direitos Naturais Técnica Direitos emanam do Estado Histórica Direitos
DIREITO ADMINISTRATIVO
ESTADO, GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Quando se fala em Estado, Governo e Administração Pública, por vezes entende-se que os termos se equivalem ou remetem à mesma coisa, porém de maneira conceitual
TEORIA DO PODER CONSTITUINTE. Marcelo Leonardo Tavares
TEORIA DO PODER CONSTITUINTE Marcelo Leonardo Tavares Introdução É uma teoria de legitimação do poder Jean Bodin Seis livros da República 1576 Poder absoluto do soberano (distinção entre rei e coroa) Hobbes
Política. Como o poder se realiza? Força (violência) Legitimação (consentimento) - carisma, tradição e racionalização.
Política Ciência política: Objeto de estudo: o poder político. Principal instituição moderna do poder político: o Estado-nação. Outras instituições políticas modernas: o executivo, o legislativo, os partidos
1- As matrizes clássicas do Estado de Direito - Características comuns 2- O Rule of Law Britânico
1- As matrizes clássicas do Estado de Direito - Características comuns 2- O Rule of Law Britânico Profa. Nina Ranieri 15/09/2017 1 Plano de aula I - Introdução As matrizes clássicas do Estado de Direito
Marcos Augusto Maliska Professor de Direito Constitucional da UniBrasil, em Curitiba
Marcos Augusto Maliska Professor de Direito Constitucional da UniBrasil, em Curitiba ESTADO E SÉCULO XXI A integração supranacional sob a ótica do Direito Constitucional Editora RENOVAR Rio de Janeiro
Absolutismo. Setor Aula Absolutismo. Aula. Prof. Edu. 1 Origens. 2 Características. 3 Absolutismo Francês
Aula 10 Absolutismo 1 Origens Setor 1606 2 Características 3 Absolutismo Francês 4 Absolutismo Inglês Aula 10 10 Absolutismo 1.1 A O fortalecimento do rei Formação de exércitos profissionais e permanentes.
ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO
O Absolutismo ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO Regime político em que o poder está concentrado nas mãos do Rei. Rei: chefe militar, economia, chefe administrativo, controle da Igreja, poder político -> Poder
Jean-Jacques Rousseau
Jean-Jacques Rousseau 1712-1778 Da servidão à liberdade Temas centrais da filosofia política rousseauniana O contrato social. O surgimento da propriedade privada. A passagem do estado de natureza para
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO Profª: Kátia Paulino dos Santos 6/9/2013 20:00 1 Direitos Humanos Direitos Naturais Direitos Públicos Subjetivos Direitos dos Povos Direitos Morais Direitos
DIREITO CONSTITUCIONAL I
DIREITO CONSTITUCIONAL I De acordo com Uadi Bulos, a Constituicao de 1988 qualificou a organizacao do Estado brasileiro como politico-administrativa. A ORGANIZACAO ESPACIAL E TERRITORIAL DO PODER DO ESTADO,
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO CONSTITUCIONAL Teoria da Constituição Constitucionalismo Parte 3 Profª. Liz Rodrigues - As etapas francesa e americana constituem o chamado constitucionalismo clássico, influenciado por pensadores
Segundo Rousseau, o que impediu a permanência do homem no Estado de natureza?
Segundo Rousseau, o que impediu a permanência do homem no Estado de natureza? O princípio básico da soberania popular, segundo Rousseau, é: a) o poder absoluto b) o poder do suserano c) a vontade de todos
ESTADO E PODER POLÍTICO
AVISO: O conteúdo e o contexto das aulas referem-se aos pensamentos emitidos pelos próprios autores que foram interpretados por estudiosos dos temas expostos. Todo exemplo citado em aula é, meramente,
Absolutismo TEORIA DO DIREITO DIVINO JACQUES BOSSUET JEAN BODIN
Prof. Thiago Absolutismo QUANDO: aproximadamente entre os séculos XV e XVIII. ONDE: sobretudo na FRA, ING, POR e ESP. TEÓRICOS ABSOLUTISTAS: JEAN BODIN (A República). JACQUES BOSSUET (Política Segundo
Filosofia e Política
Filosofia e Política Aristóteles e Platão Aristóteles Política deve evitar a injustiça e permitir aos cidadãos serem virtuosos e felizes. Não há cidadania quando o povo não pode acessar as instituições
(Uepg 2010) O liberalismo é uma corrente de pensamento econômico e político que se originou no século XVIII. A seu respeito, assinale o que for
(Uepg 2010) O liberalismo é uma corrente de pensamento econômico e político que se originou no século XVIII. A seu respeito, assinale o que for correto. 01) A Riqueza das Nações, livro escrito pelo inglês
HISTÓRIA. aula Iluminismo Ideais burgueses no século XVIII
HISTÓRIA aula Iluminismo Ideais burgueses no século XVIII Idade Moderna (séc. XV ao XVIII) Grandes transformações na Europa: Renascimento Comercial, Urbano e Cultural Formação dos Estados Nacionais (Absolutismo)
A RELATIVIZAÇÃO DO CONCEITO DE SOBERANIA NO PLANO INTERNACIONAL
A RELATIVIZAÇÃO DO CONCEITO DE SOBERANIA NO PLANO INTERNACIONAL Silvana Colombo 1 RESUMO: Nas páginas que seguem procede-se um estudo do Estado Moderno e de seu principal atributo: o princípio soberania.
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO CONSTITUCIONAL Teoria da Constituição Constitucionalismo Parte 2 Profª. Liz Rodrigues - Constitucionalismo moderno: limitação jurídica do poder do Estado em favor da liberdade individual. É uma
Teoria das Formas de Governo
Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção e Sistemas Disciplina: Governo Eletrônico Teoria das Formas de Governo Equipe 2 Biancca Nardelli Schenatz Nair
ABSOLUTISMO INGLÊS.
ABSOLUTISMO INGLÊS 1. INTRODUÇÃO: Guerra dos Cem Anos (1337-1453) Guerra das Duas Rosas (1455-1485) Enfraquecimento da Nobreza. Fortalecimento da Dinastia Tudor. Rei Tudor: apoio da Burguesia + controle
módulo 3 Organização do Estado brasileiro
módulo 3 Organização do Estado brasileiro unidade 1 introdução aos princípios constitucionais fundamentais princípios constitucionais fundamentais Carl Schmitt decisões políticas do Estado normas fundadoras
EUROPA SÉCULO XIX. Revoluções Liberais e Nacionalismos
EUROPA SÉCULO XIX Revoluções Liberais e Nacionalismos Contexto Congresso de Viena (1815) Restauração do Absolutismo Princípio da Legitimidade Santa Aliança Equilíbrio Europeu -> Fim Sacro I. Romano Germânico
A filosofia Política. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba Abril de 2016
A filosofia Política Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba Abril de 2016 Os contratualistas Grupo de filósofos que tomaram a política como uma categoria autônoma, ou seja,
Sobre a liberdade e a autoridade
ILUMINISMO Sobre a liberdade e a autoridade "Nenhum homem recebeu da natureza o direito de comandar os outros. A liberdade é um presente do céu, e cada indivíduo da mesma espécie tem o direito de gozar
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO Profª: Kátia Paulino dos Santos 23/2/2013 18:25 1 Direitos Humanos Direitos Naturais Direitos Morais Direitos dos Povos Direitos Públicos Subjetivos
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE DIREITO 1 Profª: Kátia Paulino dos Santos Direitos Naturais Direitos Humanos Direitos Morais Direitos dos Povos Direitos Públicos Subjetivos Direitos Fundamentais
PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO
PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO 1. O Momento Histórico Atual e o Direito Político 1.1. As Grandes Transformações e o Fenômeno Político 1.2. A Intervenção Estatal e suas Contradições 1.3. Justificativas
FILOSOFIA - 3 o ANO MÓDULO 15 A DEMOCRACIA MODERNA
FILOSOFIA - 3 o ANO MÓDULO 15 A DEMOCRACIA MODERNA Como pode cair no enem Texto I A ação democrática consiste em todos tomarem parte do processo decisório sobre aquilo que terá consequência na vida de
História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo
Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo Índice Clique sobre tema desejado: A origem dos Estados Nacionais Contexto Histórico: crise feudal (séc. XIV-XVI) Idade Média Idade Moderna transição Sociedade
Direito Constitucional
Direito Constitucional Aula 02 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos
FRACION SANTOS DIREITO CONSTITUCIONAL
FRACION SANTOS DIREITO CONSTITUCIONAL 1. (CESPE 2013 AGU Procurador Federal) Considerando o entendimento prevalecente na doutrina e na jurisprudência do STF sobre o preâmbulo constitucional e as disposições
Os contratualistas Thomas Hobbes (1651), foi responsável por formular teses que demonstravam a legitimidade do poder das monarquias e seus respectivos
Os contratualistas Thomas Hobbes (1651), foi responsável por formular teses que demonstravam a legitimidade do poder das monarquias e seus respectivos soberanos. Hobbes A natureza fez os homens tão iguais,
Filosofia Política Clássica
Filosofia Política Clássica Antiguidade Clássica - Platão Platão - seres humanos são divididos em três almas ou princípios de atividades: alma desejante que busca a satisfação dos apetites do corpo; alma
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES PROFº DANILO BORGES
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES PROFº DANILO BORGES SARTRE (UFU) Liberdade, para Jean-Paul Sartre (1905-1980), seria assim definida: A) o estar sob o jugo do todo para agir em conformidade consigo mesmo, instaurando
CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: Ciência Política NOME DO CURSO: Ciências Econômicas.
1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: PERÍODO: III CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: Ciência Política NOME DO CURSO: Ciências Econômicas. 2. EMENTA
Idade Moderna Parte I
Idade Moderna Parte I A expansão marítima europeia Período: séculos XV e XVI. Domínio das rotas mediterrânicas para o Oriente pelas cidades italianas. Busca de rotas alternativas Oceano Atlântico. Reinos
1B Aula 01. O Iluminismo
1B Aula 01 O Iluminismo O contexto histórico em que surgiu o Iluminismo O Iluminismo foi acima de tudo uma revolução cultural porque propôs uma nova forma de entender a sociedade e significou uma transformação
Economia e Gestão do Setor Público. Profa Rachel
Economia e Gestão do Setor Público Profa Rachel Conceitos iniciais Gestão pública Apresenta : Semelhanças com a gestão privada Funcionamento: Como uma grande organização Lucro: Bem- estar das pessoas Estado,
Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos,
Sua Excelência Presidente da República de Angola, Engenheiro José Eduardo dos Santos, Excelentíssima Primeira-Dama da República de Angola, Drª Ana Paula dos Santos, Excelentíssimo Senhor Vice-Presidente
DIREITOS DE CIDADANIA. Sumário
Direitos Humanos PC-SP 2017 Investigador de Polícia Aula 01 - Prof. Ricardo Torques AULA 01 DIREITOS DE CIDADANIA Sumário 1 - Considerações Iniciais... 2 2 Direitos Humanos e Cidadania... 2 3 - Constituição
SUMÁRIO. PREFÁCIO - MÁRCIO PUGLlESI... 7 NOTA DOS AUTORES À 4." EDIÇÃO... 9 NOTA DOS AUTORES À 3." EDIÇÃO NOTA DOS AUTORES À 2." EDIÇÃO...
SUMÁRIO PREFÁCIO - MÁRCIO PUGLlESI... 7 NOTA DOS AUTORES À 4." EDIÇÃO... 9 NOTA DOS AUTORES À 3." EDIÇÃO... 11 NOTA DOS AUTORES À 2." EDIÇÃO... 13 INTRODUÇÃO... 25 PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO 1. DIVISÃO
Prof. José Flôr de Medeiros Júnior Contato:
Curso: DIREITO Turno: MANHÃ/NOITE Disciplina: CIÊNCIA POLÍTICA E Prof. José Flôr de Medeiros Júnior Contato: [email protected] EMENTA: Ciência política: epistemologia, origem e desenvolvimento. A
UD II - ASSUNTO 6 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA 02 TEMPOS
UD II - ASSUNTO 6 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA 02 TEMPOS OBJETIVOS: -IDENTIFICAR OS OBJETIVOS E OS PRINCÍPIOS DO CONGRESSO. - DEFINIR OS OBJETIVOS E A ATUAÇÃO DA SANTA ALIANÇA. SUMÁRIO: 1.CONCEITUAÇÃO.
PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO
PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA DO ESTADO P á g i n a 1 QUESTÃO 1 - Sobre a noção de poder em Michel Foucault é incorreto afirmar que: a) Há uma separação entre o poder soberano (que provém do
DEMOCRACIA. Significa poder do povo. Não quer dizer governo pelo povo.
DEMOCRACIA A palavra DEMOCRACIA vem do grego: DEMOS = POVO KRATOS = PODER; AUTORIDADE Significa poder do povo. Não quer dizer governo pelo povo. Pode estar no governo uma só pessoa, ou um grupo, e ainda
UD II - ASSUNTO 6 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA 02 TEMPOS OBJETIVOS:
UD II - ASSUNTO 6 O CONGRESSO DE VIENA E A SANTA ALIANÇA 02 TEMPOS OBJETIVOS: -IDENTIFICAR OS OBJETIVOS E OS PRINCÍPIOS DO CONGRESSO. - DEFINIR OS OBJETIVOS E A ATUAÇÃO DA SANTA ALIANÇA. SUMÁRIO: 1.CONCEITUAÇÃO.
DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS. PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA E DE GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º Ano
DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA E DE GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º Ano Ano Letivo 017-018 TEMAS/ CONTEÚDOS Aulas Previstas (* ) TEMA A- A Península
REVISIONAL DE FILOSOFIA Questões de 1 a 10
REVISIONAL DE FILOSOFIA Questões de 1 a 10 1) Hobbes assim define a essência da república ou cidade: Uma cidade (...) é uma pessoa cuja vontade, pelo pacto de muitos homens, há de ser recebida como sendo
Um Estado soberano é sintetizado pela máxima... Um governo, um povo, um território.
ESTADO ESTADO Estado é uma instituição organizada politicamente, socialmente e juridicamente, ocupando um território definido, normalmente onde a lei máxima é uma Constituição escrita, e dirigida por um
1. POVOS E PAÍSES NO MUNDO ATUAL. Páginas 02 à 23
1. POVOS E PAÍSES NO MUNDO ATUAL Páginas 02 à 23 Trajetória humana no globo terrestre Os primeiros registros de seres humanos foram encontrados na África; Nossos ancestrais começaram a expandir suas explorações
4. TEORIA DO PODER CONSTITUINTE. histórico. Originário. revolucionário. reforma. decorrente
4. TEORIA DO PODER CONSTITUINTE I) Esquema geral Originário histórico Poder Constituinte revolucionário II) Conceito Derivado reforma decorrente Emenda (EC) Revisão (ECR) Poder constituinte é o poder de
ESCOLAS JURÍDICAS ESCOLAS POSITIVISTAS
SOCIOLOGIA JURÍDICA ESCOLAS JURÍDICAS ESCOLAS POSITIVISTAS 1 CONTEÚDO 1.Escolas Jurídicas (Escolas positivistas do Direito) 1.1 Teorias positivistas centradas na legislação. (Thomas Hobbes; Jean-Jacques
2º bimestre 1ª série 12 - Era Medieval Formação e consolidação da Igreja Caps. 3.2, 3.3 e 7. Roberson de Oliveira Roberson de Oliveira
2º bimestre 1ª série 12 - Era Medieval Formação e consolidação da Igreja Caps. 3.2, 3.3 e 7 Roberson de Oliveira Roberson de Oliveira 1 Igreja na Era Medieval Importância: 1. Único poder universal. 2.
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITO CONSTITUCIONAL Princípios Fundamentais da República Forma, Sistema e Fundamentos da República Parte 2. Profª. Liz Rodrigues - Forma de Governo: aqui, temos informações relativas a como se dá a
Linha do Tempo. Linha do Tempo
Prof.. Hilário Rosa Invenção da Escrita 3200 A.C. Nasc. de Cristo Ano 1 Fim da queda de Roma Século V 476 Mundo Medieval X XI XII XIII Renascimento 1453 XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI Egito, Vale do
UNIFICAÇÃO DA ALEMANHA
UNIFICAÇÃO DA ALEMANHA PRÚSSIA A Unificação da Alemanha foi um processo iniciado em meados do século XIX e finalizado em 1871 Esse processo de unificação foi liderado pelo primeiro-ministro Otto Von Bismarck
Monografia O CONCEITO HISTÓRICO DA SOBERANIA: DA VISÃO CLÁSSICA À TRANSNACIONALIDADE
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ DAYANE FRANCIELLY DA CUNHA ZAGUINI Monografia O CONCEITO HISTÓRICO DA SOBERANIA: DA VISÃO CLÁSSICA À TRANSNACIONALIDADE ITAJAÍ 2008 2 DAYANE FRANCIELLY DA CUNHA ZAGUINI Monografia
