TEORIA DA COMUNICAÇÃO AULA 2
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- Emanuel Canejo Gorjão
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1 TEORIA DA COMUNICAÇÃO AULA 2 Atos de comunicação Grr 1
2 Atos de comunicação 2
3 Comunicar significa tornar comum. Tanto os companheiros de tribo dos homens das cavernas, quanto leitores da Internet podem compreender ou não a mensagem e dar um retorno para o emissor. Esse retorno é chamado pelos teóricos de feedback. Quando o retorno não é o mesmo esperado pelo emissor, há um ruído no processo comunicativo. 3
4 Ou seja, se o que o emissor quer falar, for comum, estiver na mesma forma (código) que o receptor conhece, a comunicação vai acontecer. Quando não é comum, há um ruído no processo. Código: sistema de signos que, por uma convenção preestabelecida, se destina a representar e transmitir uma mensagem entre e o emissor e o receptor. 4
5 EMISSOR CODIFICADOR MEIO mensagem RECEPTOR DECODIFICADOR Mensagem: o que é transmitido no processo de comunicação, o conteúdo existente antes da codificação e depois da decodificação. 5
6 Ruído qualquer interferência que dificulta a decodificação precisa. Pode ser mecânico (efeitos, chuvisco, gagueira) ou semântico: interferência na mensagem provocada por diferenças entre codificador e decodificador Na essência, a evolução das comunicações não alterou o esquema emissor-mensagem mensagem-receptor. 6
7 A velocidade, a capacidade de reprodução, o aumento do número de fontes e os efeitos da comunicação, entre outros fatores, foram estudados por várias escolas. 7
8 Revolução Industrial Desenvolvimento tecnológico ampliou o poder e a velocidade de reprodução Aumentou o mercado consumidor (mão-de-obra assalariada) e a produção de bens de consumo. A indústria de comunicação: Serialização e padronização segundo leis de mercado, objetiva o lucro 8
9 ESCOLA FUNCIONALISTA Mass Comunication Research INFLUÊNCIAS: POSITIVISMO Proposta teórica que procurava, em suas investigações, constatar os fatos, criar leis científicas para explicar a sociedade e combater os movimentos que tentassem desestabilizar a ordem. No início do séc. XX, os ideais positivistas chegam aos EUA. 9
10 Influenciados pelo positivismo, os pesquisadores norte-americanos explicam os mecanismos da sociedade da mesma forma que a biologia explica o funcionamento da vida. A comunicação ajudaria o habitante das cidades a sobreviver em uma situação de mudanças. 10
11 A preocupação pelos efeitos da imprensa e da propaganda não foi um acaso (...). Podemos situar o nascimento da investigação filosófica ou científica sobre os efeitos dos meios no período após a I Guerra Mundial, quando os governos dos estados beligerantes tiveram uma atitude censória e/ou propagandística sobre a imprensa. (SOUZA: 2002). 11
12 Os movimentos teóricos que se iniciaram após a I Guerra, ganharam força a partir da II Guerra Mundial, com a crença que a propaganda aliada nos meios de comunicação auxiliaram no esforço de guerra. Harold Lasswell, teórico norte-americano, adota a propaganda como sinônimo de democracia. Para ele, a propaganda é o único meio de propiciar a adesão das massas. 12
13 Herdeira direta do positivismo, a TEORIA FUNCIONALISTA estabelece uma analogia entre os corpos social e biológico: cada parte ajuda a preservar o todo. Assim, os meios de comunicação, tal qual os órgãos num corpo, têm a função de manutenção da ordem na sociedade. 13
14 Lasswell, em 1948, procurou comprovar que os meios de comunicação apresentam as seguintes funções: - transmissão da herança social - o estabelecimento de relações dos componentes da sociedade para se ajustarem ao meio. - vigilância do meio ambiente 14
15 O ponto mais importante da paradigma funcionalista foi desenvolvido, em 1948, por Lasswell: uma forma adequada para descrever um ato de comunicação é responder às seguintes perguntas: Quem? Diz o que? Em que canal? A quem? Com que efeito? Os ruídos (disfunção deveriam ser corrigidos para que os efeitos sejam alcançados. 15
16 Quem? Diz o que? Em que canal? Para quem? Com que efeitos? Emissor mensagem meio receptor feedback Estudo sobre o emissor e a emissão de mensagens Análise de conteúdo Análise do meio Análise da audiência e estudos sobre o receptor e a recepção de mensagens Análise dos efeitos 16
17 Teoria da agulha hipodérmica (utilizada por Lasswell) Quando se aplica um medicamento injetável por meio de uma agulha hipodérmica seu efeito é o mesmo em diferentes pessoas. Por essa teoria, os efeitos proporcionados pela mídia atingem da mesma forma todos os indivíduos, independente de suas características culturais, psicológicas ou culturais. 17
18 Lasswell acreditava que a mensagem veiculada por um meio de comunicação determinava o comportamento do público, bastaria a exposição à mensagem para que o indivíduo se comportasse (comprasse, elegesse um candidato) da maneira pretendida pelo emissor. Esse conceito foi contestado até por outros teóricos funcionalistas. 18
19 Também em 1948, Paul Lazarsfeld e Robert Merton, diagnosticaram três funções para os meios de comunicação: a outorgação de status,a reafirmação das normas sociais e a chamada disfunção narcotizante ou o entretenimento. 19
20 Para Merton e Lazarsfeld a mídia tem um caráter civilizatório, que eleva o nível de informação às amplas massas e permite ao público médio ter acesso a manifestações artísticas. Os meios de comunicação de massa, na visão funcionalista, transmitem padrões estéticos elevados. Lazarsfeld entende que os efeitos da mídia são limitados, pois no capitalismo há muitas fontes de informação. 20
21 Paradigma de Lazarsfeld (1950) O público não se comporta de maneira passiva. As idéias se espalham a partir dos meios de comunicação e chegam aos formadores de opinião e seguem destes para os setores menos ativos do público. Esse público faz uma seleção entre os meios de comunicação que se alinham a seus pontos de vista já firmados. 21
22 Conceito de Gatekeeper Controlador do fluxo de informação. Conceito desenvolvido pelo psicólogo Kurt Lewin. O gatekeeper atua como formador de opinião que influencia a decisão de um grupo: editor de um jornal, um vizinho cuja opinião é valorizada, o professor, a dona-de-casa experiente. Todos formam a chamada opinião pública. 22
23 ANÁLISE DE CONTEÚDO A análise de conteúdo é uma técnica de investigação para a descrição quantitativa do conteúdo manifesto das comunicações. É utilizada tanto para se diagnosticar o conteúdo intencional das mídias quanto sua eficácia. 23
24 CONCLUSÕES da Escola Funcionalista Os MCM têm a obrigação de formar a opinião do público para que este possa tomar decisões e interferir nos processos sociais. As condições que permitem a máxima eficácia dos MCM, ao invés de propiciarem quaisquer mudanças, auxiliam na manutenção da estrutura social e cultural 24
25 CONCLUSÕES Funções dos MCM: preservação das instituições democráticas por meio da denúncia, transmissão da herança social, estabelecimento de relações dos componentes da sociedade para se ajustarem ao meio e entretenimento. 25
26 BIBLIOGRAFIA COHN, Gabriel (org.). Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Editora Nacional, MATTELART, Armand & Michele. História das teorias da comunicação. São Paulo: Edições Loyola,1999. POLISTCHUCK, Ilana. Teorias da comunicação :o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Elsevier, SANTOS, Roberto Elísio. As Teorias da Comunicação: da fala à Internet. São Paulo: Paulinas, WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. São Paulo: Martins Fontes,
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