XVI IMUNODEFICIÊNCIAS
|
|
|
- Alexandre Bento Filipe
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 XVI IMUNODEFICIÊNCIAS Monitor: Ana Cláudia Trigo Imunodeficiências Tipos de imunodeficiências Tipos de imunodeficiências primárias Exemplos de imunodeficiências relacionadas à imunidade humoral Exemplos de imunodeficiências relacionadas à imunidade celular ou combinadas Imunodeficiências relacionadas aos fagócitos Imunodeficiências relacionadas ao Complemento Como suspeitar de imunodeficiências Investigação laboratorial das imunodeficiências Abordagens terapêuticas nas imunodeficiências Imunodeficiências Secundárias Auto-avaliação Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA AIDS) O vírus HIV Disfunções Imunes História natural da doença Tratamento antivirais Auto-avaliação Bibliografia indicada A Imunodeficiências 1 Tipos de imunodeficiências: - Primárias ou congênitas defeitos gênicos que causam aumento da susceptibilidade às infecções, comumente manifestada na primeira infância. - Secundárias ou adquiridas resultam de fatores extrínsecos: infecção, drogas, desnutrição, irradiação.
2 2 Tipos de imunodeficiências primárias: - Humoral; - Celular; - Combinada; - De células fagocitárias; - De complemento. 3 Exemplos de imunodeficiências relacionadas à imunidade humoral: Doença Agamaglobulinemia Deficiências de IgA e subclasses de IgG Imunodeficiência com aumento de IgM Imunodeficiência variável comum Hipogamaglobulinemia Transitória da Infância ou Agamaglobulinemia Fisiológica Defeito Na maturação inicial do linfócito B Na maturação terminal do linfócito B No switch das Ig Na sinalização do linfócito T para o B Retardo na produção de IgG 4 Exemplos de imunodeficiências relacionadas à imunidade celular ou combinadas: Doença Defeito Síndrome de DiGeorge Hipoplasia Tímica Síndrome do linfócito nu Deficiência da classe II do MHC Ataxia-telangiectasia Reparo deficiente do DNA Imunodeficiência Combinada Grave SCID Ligada ao X: defeito na cadeia γ do receptor de IL-2, comum para receptores de IL- 4,7,9,15 e 13. Deficiências Metabólicas de Adenosinadesaminase e Nucleosídeo-fosforilase tóxicos para células tronco-linfóides Acúmulos de metabólitos, datp e dgtp, Síndrome de Wiskott-Aldrich Ligada ao X; defeito na proteína de reorganização citoesquelética
3 Fonte: Robbins Patologia Estrutural e Funcional 5 Imunodeficiências relacionadas aos fagócitos: Doença Defeito Doença Granulomatosa Crônica Na produção do ânion superóxido Síndrome do Leucócito Preguiçoso Deficiência das moléculas de adesão Síndrome de Chediak-Higashi Transporte vesicular defeituoso 6 Imunodeficiências relacionadas ao Complemento: Defeito Via clássica Inibidor de C1 Via alternativa Via terminal C9 Manifestação Deficiência de Imunocomplexos Angioedema Inf. Piogênicas recorrentes Inf. Recorrentes por Neisseria Assintomática
4 7 Como suspeitar de Imunodeficiências: - Aumento da susceptibilidade a infecções, infecções crônicas e recorrentes, agentes microbianos incomuns. - Tendência para certos tipos de tumores. - Deficiência na imunidade humoral infecções recorrentes por bactérias piogênicas encapsuladas, causando pneumonia, otite, sinusite, meningite. - Deficiência na imunidade celular infecções por vírus, bactérias intracelulares, fungos, protozoários. - Infecções sistêmicas por bactérias incomuns, normalmente de baixa virulência; infecções superficiais da pele ou infecções sistêmicas por microorganismos piogênicos típicos de Doença Granulomatosa Crônica. 8 Investigação Laboratorial Imunidade mediada por anticorpos Níveis quantitativos de imunoglobulinas: IgG, IgM, IgA Título de iso-hemaglutinina (anti-a e anti-b): avalia primariamente a função dos anticorpos IgM Níveis de anticorpos específicos após imunização Imunidade mediada por células Contagem diferencial de leucócitos: mede os linfócitos totais Células T totais e subpopulações de células T: células auxiliares e supressoras Testes cutâneos de hipersensibilidade tardia: mede a resposta específica de células T e resposta inflamatória a antígenos Fagocitose Contagem diferencial dos leucócitos: mede os neutrófilos totais Tetrazólio nitroazul (NBT), quimioluminescência, produção de superóxido: medem a função metabólica dos neutrófilos Número e função das células natural killer Complemento Complemento hemolítico total 9 Abordagens terapêuticas nas Imunodeficiências: - Infusão de misturas de gamaglobulinas em pacientes agamaglobulinêmicos. - Transplante de medula óssea como em SCID, Wiskott-Aldrich, deficiência de adesão leucocitária, síndrome de linfócitos nus. - Terapia de reposição enzimática. - Terapia gênica.
5 10 Imunodeficiências Secundárias: - Doenças neoplásicas - Doenças Infecciosas - Desnutrição (protéica e por carência de alimentos específicos como ferro, zinco, vitaminas). - Queimaduras. - Diarréias - Síndrome Nefrótica - Uremia - Problemas psiquiátricos Questões para estudo: imunodeficiências 1 - Quais as diferenças entre Imunodeficiências primárias e secundárias? 2 Cite as principais infecções que acometem os pacientes com imunodeficiência da imunidade humoral. 3 Cite alguns defeitos imunológicos que levam à deficiência envolvendo a imunidade humoral. 4 Cite as principais infecções que acometem pacientes com imunodeficiência da imunidade celular. 5 Cite as principais síndromes envolvidas com imunodeficiência da imunidade celular. 6 Cite as principais infecções que acometem os pacientes com imunodeficiência relacionada aos fagócitos. 7 Cite as principais síndromes envolvidas com imunodeficiência dos fagócitos. 8 - Cite as principais infecções que acometem os pacientes com imunodeficiência de complemento.
6 B Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA AIDS) 1 - O vírus HIV Membro da família lentivírus dos retrovírus animais. Infecta primariamente as células que expressam CD4, incluindo as células T auxiliares e os macrófagos. Possui 2 cópias de RNA, que transcritos em DNA complementar (cdna) pela transcriptase reversa, se inserem no cromossomo da célula. A forma integrada do vírus é chamada provírus. HIV 1 Estados Unidos e demais países. HIV 2 - Endêmico no oeste da África e Índia. Fonte: Robbins Patologia Estrutural e Funcional Complexo glicoprotéico do envelope viral gp120 e gp 41: gp120 possui alta afinidade pelo CD4 gp41 medeia a fusão do envelope viral com a membrana plasmática da célula. A fusão e a entrada do vírus depende da presença de um co-receptor na membrana da célula estudos sugerem que o CC-CKR5 é o principal co-receptor. 2 Disfunções Imunes Ação sobre macrófagos tidos como importante reservatório da infecção, como meio de transporte para outros tecidos, como o cérebro. Função apresentadora de antígeno parece não ser comprometida. Parece causar secreção anormal de citocinas. Ação sobre células dendríticas aprisionam grandes quantidades de HIV em sua superfície, em parte por ligação a região Fc de anticorpos revestindo o vírus, constituindo reservatório. Pode gerar perda da função da célula ou morte da célula. Ação sobre células TCD4 forma células gigantes sinciciais, assim como as células dendríticas. Acentuada redução no número principalmente de linfócitos do subtipo Th1. As contagens de linfócitos CD4 possuem valor prognóstico, sendo, em geral, inferior a 200 células/µl de sangue por ocasião do diagnóstico da AIDS.
7 3 História natural da doença - Infecção primária assintomática na maioria dos casos ou sintomas semelhantes a resfriado. Viremia aguda associada com ação das células TCD8, que mata as células infectadas, e subseqüente seroconversão (produção de anticorpos). - Período assintomático replicação do vírus, declínio no número e função das células TCD4. - Fase sintomática infecções oportunistas. As mais comuns são pneumonia por Pneumocystis carinii, criptococose disseminada, toxoplasmose, doença micobacteriana (infecção e tuberculose pelo complexo Mycobacterium avium), infecções por herpes simples, histoplasmose e infecções por citomegalovírus. O câncer mais comumente diagnosticado é o sarcoma de Kaposi. Fonte: Imunologia Celular e Molecular Abbas
8 4 Investigação laboratorial - Soroconversão durante a fase inicial da doença primária, não se detecta presença de anticorpos contra HIV no soro, só aparecendo duas a oito semanas após o início da infecção. Durante a soroconversão, não ocorre desenvolvimento simultâneo de anticorpos dirigidos contra várias proteínas virais. Pode haver período de janela no qual o ELISA é negativo enquanto os anticorpos podem ser demonstrados por Western blot. A persistência do antígeno do HIV após infecção aguda num portador assintomático está associada provavelmente a evolução mais rápida para doença sintomática. O teste laboratorial mais comumente usado é o ELISA, que quando repetidamente positivo, deve ser confirmado com Western blot. - Diagnóstico neonatal como anticorpos IgG maternos atravessam a placenta, o lactente adquire passivamente anticorpos anti-hiv que podem persistir por 15 meses, sendo problema difícil para o diagnóstico sorológico. É necessário realizar cultura de vírus a partir do sangue periférico ou de tecidos; ou demonstração do antígeno do HIV ou utilizar PCR para amplificar o genoma viral presente nas células ou no soro. 5 Tratamento antivirais - Inibidores da enzima transcriptase reversa Zidovudina (AZT - também se incorpora no filamento de DNA transcrito impedindo qualquer síntese adicional de DNA do HIV); didesoxinosina (ddi, didanosina); didesoxiatidina (ddc, zalcitabina); lamivudina (3TC); estavudina (d4t); foscarnet. - Inibidores de segundo sítio da transcriptase reversa delarvirdina; nevirapina; lovirida. - Inibidores da proteinase saquinavir, ritonavir, indinavir e nelfinavir. A proteinase catalisa a clivagem proteolítica das proteínas precursoras Gag e Gag-Pol em subunidades protéicas funcionais. Questões para estudo: Aids 9 Quais as principais hipóteses sobre como ocorre depleção das células CD4 na infecção por HIV? 10 Quais as principais dificuldades encontradas na elaboração de uma vacina anti- HIV? 11 Comente a estrutura do HIV citando suas principais proteínas. Bibliografia Indicada: Básica - Imunologia Celular e Molecular Abul K. Abbas, Andrew H. Lichtman, Jordan S. Pober Capítulo: 21 - Imunologia Médica Daniel P. Stites, Abba I. Terr, Tristram G. Parslow. Capítulos: 25 (Deficiências do Complemento)
9 Avançada Advances in Immunology: Immunodeficiency Diseases Caused by Defects in Phagocytes Lekstrom-Himes J. A., Gallin J. I. N Engl J Med 2000; 343: , Dec 7, Review Articles Advances in Immunology: Primary Immunodeficiency Diseases Due to Defects in Lymphocytes Buckley R. H. N Engl J Med 2000; 343: , Nov 2, 2000 Medical Progress: The Primary Immunodeficiencies Rosen F. S., Cooper M. D., Wedgwood R. J.P. N Engl J Med 1995; 333: , Aug 17, Review Articles Drug Therapy: Candidate AIDS Vaccines Graham B. S., Wright P. F. N Engl J Med 1995; 333: , Nov 16, Review Articles Current Concepts: Mother-to-Child Transmission of the Human Immunodeficiency Virus Peckham C., Gibb D. N Engl J Med 1995; 333: , Aug 3, Review Articles Internet
Imunologia da infecção pelo HIV
Imunologia da infecção pelo HIV Histórico e epidemiologia 1981 - Em oito meses foram diagnosticados 5 casos de pneumonia pelo FUNGO (Pneumocystis jiroveci). Entre 1967 e 1979 foram diagnosticados apenas
AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana
AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana Vírus da imunodeficiência humana (HIV) gp120 gp41 p17 Dupla camada de lipídeos p24 Material genético e enzimas Estrutura do genoma do HIV-1 vpr rev rev gag vif
Prática 00. Total 02 Pré-requisitos 2 CBI257. N o. de Créditos 02. Período 3º. Aprovado pelo Colegiado de curso DATA: Presidente do Colegiado
1 Disciplina IMUNOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Departamento DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Carga Horária Semanal Pré-requisitos Teórica 02 Prática 00 Total 02 Pré-requisitos Unidade ICEB Código CBI126
Bactérias intracelulares e fungos. Infecções bacterianas e fúngicas de repetição. Infecções nos primeiros meses de vida, morte
IMUNODEFICIÊNCIAS Prof. Sérvio Túlio Stinghen Congênita ou primária: Imunodeficiências defeitos genéticos que resultam em um aumento da suscetibilidade a infecções bebês ou crianças (1/500) pequena porção
Vírus da Imunodeficiência Humana
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia Vírus da Imunodeficiência Humana Fabrício Campos Pós-doc Laboratório de Virologia Fonte: http://ultramedcampos.com.br/wp-content/uploads/2015/06/hiv.jpg
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. HIV/AIDS Aula 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS HIV/AIDS Aula 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Diagnóstico - investigação laboratorial após a suspeita de risco de infecção pelo HIV. janela imunológica é
HIV E EXERCÍCIO PROF. DR. JONATO PRESTES
HIV E EXERCÍCIO PROF. DR. JONATO PRESTES VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (HIV) Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS): 1) CAUSADA PELO HIV 2) ASPECTOS CLÍNICOS: imunodepressão com infecções oportunistas,
Imunodeficiência primária
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS E FARMACÊUTICAS CURSO DE MEDICINA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ - HUOP LIGA MÉDICO-ACADÊMICA DE PEDIATRIA (LIPED) Imunodeficiência
HIV/aids. Epidemiologia Fisiopatogenia Diagnóstico - Tratamento. Prof. Valdes R. Bollela. Divisão de Moléstias Infecciosas e Tropicais
HIV/aids Epidemiologia Fisiopatogenia Diagnóstico - Tratamento Prof. Valdes R. Bollela Divisão de Moléstias Infecciosas e Tropicais Introdução SIDA ou aids é causada pelo vírus da Imunodeficiência Humana
Introdução. Infecção pelo HIV. Uma das mais devastadoras pandemias da história da humanidade. Profundas repercussões sociais
Introdução Uma das mais devastadoras pandemias da história da humanidade Profundas repercussões sociais Possibilitou um enorme avanço no campo da virologia Prof. Marco Antonio Passou de doença letal a
ROTINA DE AVALIAÇAO DE IMUNODEFICIENCIAS PRIMARIAS NO PSI HRAS. Dr.FABRICIO PRADO MONTEIRO
ROTINA DE AVALIAÇAO DE IMUNODEFICIENCIAS PRIMARIAS NO PSI HRAS Dr.FABRICIO PRADO MONTEIRO INTRODUÇAO: O sistema imunológico é dividido didaticamente em inespecífico, representado pelos sistemas de fagócitos
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA Aula 2 CONCEITOS GERAIS Imunidade: conjunto de processos fisiológicos que permite ao organismo reconhecer corpos estranhos e responder contra os mesmos. Sistema imune:
INFECÇÃO PELO HIV E AIDS
INFECÇÃO PELO HIV E AIDS Infecção pelo HIV e AIDS 1981: pneumonia por Pneumocystis carinii/jirovecii outros sinais e sintomas: infecção do SNC, infecção disseminada por Candida albicans, perda de peso,
Faculdade da Alta Paulista
Plano de Ensino Disciplina: Imunologia Curso: Biomedicina Período Letivo: 2017 Série: 2 Obrigatória (X) Optativa ( ) CH Teórica: 80h CH Prática: CH Total: 80h Obs: Objetivos: Saber diferenciar as respostas
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Imunologia das Viroses Monitor: Daniel Valente 1.Introdução...
!"#$%&'()%*+*!,'"%-%./0
Processos Patológicos Gerais Biomedicina!"#$%&'()%*+*!,'"%-%./0 Lucas Brandão O QUE É A IMUNOLOGIA? O QUE É A IMUNOLOGIA? Estudo do Imuno latim immunis (Senado romano) O que é a Imunologia? Definição:
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz Perguntas Como é a resposta(s) imunológica básica aos diferentes tipos de vacinas (polissacarídicas, conjugadas, proteicas, virais vivas)?
PLANO DE CURSO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Imunologia Básica
PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Imunologia Básica Professor: Vanessa Simões Sandes email: [email protected] Código: Carga Horária: 40h
PLANO DE ENSINO EMENTA
PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: Imunologia Curso: Farmácia Termo: 3º Carga Horária Semanal (h/a): 4 Carga Horária Semestral (h/a): 75 Teórica: 2 Prática: 2 Total: 4 Teórica: 30
1/12/2008. HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese. Retrovírus e oncogênese. Retrovírus e oncogênese.
HIV como modelo de estudo de retrovírus e patogênese Retrovírus e oncogênese. Um pouco de história: 1904: Ellerman and Bang, procurando por bactérias como agentes infecciosos para leucemia em galinhas,
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio. Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos O Sistema Imune e os agentes infecciosos Introdução Introdução: Sistema
IMUNOLOGIA DOS TUMORES Monitor: Osvaldo
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 IMUNOLOGIA DOS TUMORES Monitor: Osvaldo Sumário; 1. Introdução...
MEDICAMENTOS... 3 DOENÇAS OPORTUNISTAS... 5 ADESÃO... 6 DICAS PARA MELHOR ADESÃO AOS MEDICAMENTOS... 7 Inibidores Da Transcriptase Reversa Análogo De
MEDICAMENTOS... 3 DOENÇAS OPORTUNISTAS... 5 ADESÃO... 6 DICAS PARA MELHOR ADESÃO AOS MEDICAMENTOS... 7 Inibidores Da Transcriptase Reversa Análogo De Nucleosídeos... 7 Inibidores Da Protease... 8 Inibidores
N O DE HORAS-AULA SEMANAIS TEÓRICA (32) PRÁTICA (04)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRODE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA IMUNOLOGIA E PARASITOLOGIA PLANO DE ENSINO SEMESTRE 2016-2 2016 I. IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO
env Glicoproteína de superfície gp120 gag Proteína da matriz associada à membrana p17 gag Proteína do capsídio p24
AIDS Infecção HIV Estimativa de adultos e crianças infectadas com HIV 2005 Western & Eastern Europe Central Europe & Central Asia North America 720 000 1.5 million [550 000 950 000] [1.0 2.3 million] 1.3
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
i.exe Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 COOPERAÇÃO CELULAR Monitor: Osvaldo Sumário 1. Introdução
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio O Sistema Imune e os agentes infecciosos Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos Órgãos do sistema linfóide Introdução:
Infecções congênitas. Prof. Regia Lira
Infecções congênitas Prof. Regia Lira 12 de maio de 2015 ADAPTAÇÃO IMUNOLÓGICA MATERNO-FETAL Interpretação de resultados dos imunoensaios: Feto ou necém-nascido: sistema imune em desenvolvimento (fora
Imunodeficiência Primária (IDP)
Imunodeficiência Primária (IDP) Sinais de Alerta: Quatro ou mais infecções que necessitam uso de antibióticos no período de 1 ano (otite, bronquite, sinusite, pneumonia) Infecção de repetição ou infecção
FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS
FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS HIV/AIDS Descrição Doença que representa um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em função de seu
São substâncias usadas no tratamento e profilaxia das doenças causadas por vírus.
Virion Parasita intracelular obrigatório contendo genoma de DNA ou RNA envolvidos por uma capa proteica denominada capsídeo podendo ter ou não envelope contendo espículas ou espículas e bloquear a entrada
Plano de Ensino de Imunologia
04/02/17 Plano de Ensino de Imunologia Curso: Biomedicina Carga horaria: 80h Prof. Patrícia Costa Fernandes 1º Sem 2017 EMENTA ì Visão geral do sistema imune. ì Geração da resposta imune inata e adquirida
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Disciplina de Virologia Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) Mecanismos de resposta inespecífica Barreiras anatômicas
Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)
Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação
Qual é a estrutura típica de um vírus?
Vírus Qual é a estrutura típica de um vírus? CICLOS REPRODUTIVOS Em relação a reprodução dos vírus, podemos dizer que eles podem realizar um ciclo lítico ou um ciclo lisogênico. Qual é a principal
Vacinas e Imunoterapia
Como os organismos hospedeiros vertebrados podem adquirir Imunidade? Vacinas e Imunoterapia Prof. Helio José Montassier Imunidade Passiva É uma forma de imunidade temporária após transferência natural
ISTs Condilomas 03/12/2018. O que são as ISTs? Imunodiagnóstico das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) O que são as ISTs?
O que são as ISTs? Imunodiagnóstico das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) Terminologia adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis
Informação é a melhor proteção. AIDS
Informação é a melhor proteção. AIDS AIDS A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) atinge indiscriminadamente homens e mulheres e tem assumido proporções assustadoras desde a notificação dos primeiros
BIOMEDICINA EMENTA DE DISCIPLINA
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA Tel (62) 3209 6103 FAX 3209 6363 BIOMEDICINA EMENTA DE DISCIPLINA Disciplina: IMUNOLOGIA
IMUNOLOGIA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
IMUNOLOGIA 2016.1 CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professora Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 CONCEITOS IMPORTANTES E BREVE HISTÓRICO Professora Mayra Caires Pires Conceituando Origem e signicado da palavra:
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz
Reinaldo Menezes Martins Consultor Científico Bio-Manguinhos/Fiocruz Algumas referências Kuby Immunology, 6th ed, 2007 (inclusive imagens) Abbas, Immunology, 7th ed, 2012 Outras, referidas na apresentação
Resposta imune adquirida
Resposta imune adquirida Resposta imune adquirida Também denominada: - Resposta imune tardia - Resposta imune adaptativa É caracterizada por ocorrer em períodos mais tardios após o contato com um agente
CRONOGRAMA E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Assunto Turma Docente
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA, IMUNOLOGIA, PARASITOLOGIA E PATOLOGIA Tel (062) 3209 6106 FAX 3521 1839 Curso Biomedicina
ENFERMAGEM SAÚDE DA MULHER. Doenças Sexualmente Transmissíveis Parte 8. Profª. Lívia Bahia
ENFERMAGEM SAÚDE DA MULHER Doenças Sexualmente Transmissíveis Parte 8 Profª. Lívia Bahia HIV/AIDS A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS, do inglês acquired immune deficiency syndrome) é causada
Exercício de Fixação: Características Gerais dos Vírus
Exercício de Fixação: Características Gerais dos Vírus 02-2017 1- Quais foram as observações feitas por Adolf Mayer que permitiram concluir que o agente etiológico da Doença do Mosaico do tabaco era um
Células envolvidas. Fases da RI Adaptativa RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA. Resposta Imune adaptativa. Início da RI adaptativa 24/08/2009
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA Prof. Renato Nisihara Resposta Imune adaptativa Características: Apresenta especificidade antigênica Diversidade Possui memória imunológica Dirigida principalmente a Ag protéicos
Co-infecção HIV/HBV. Quando e como tratar?
Co-infecção HIV/HBV. Quando e como tratar? XVI WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO, 2012 Marcos Caseiro Médico Infectologista IIER-II Santos SP Centro de Referência em AIDS de Santos
Biologia 12 Sistema imunitário
Biologia 12 Sistema imunitário Resposta imunitária conjunto de processos que permite ao organismo reconhecer substâncias estranhas ou anormais de forma a que sejam neutralizadas e eliminadas. O reconhecimento
Professor: David Vieira Valadão. Biologia
Professor: David Vieira Valadão Biologia 1981 registro de casos atípicos de pneumonia entre homens homossexuais em Los Angeles (EUA). 1983 descoberta de um novo vírus em um paciente com AIDS. 1984 descoberta
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
CURSO DE BIOMEDICINA MARÇO
DIA 11 12 18 19 25 26 DIA 01 02 09 10 15 16 22 29 30 HORÁRIO HORÁRIO CURSO DE BIOMEDICINA MARÇO ABRIL IPO DE AULA SALA ASSUNO PROF. Processamento e apresentação de antígenos para os linfócitos. Ativação
PLANO DE ENSINO. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar a compreensão das respostas imunológicas do organismo humano.
PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Enfermagem Professora: Thaiz Malakoski [email protected] Período/ Fase: 2ª Semestre: 2º Ano:
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS
Imunidade adaptativa celular
Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina RIM 5757 Integração Imunologia Básica-Clínica Imunidade adaptativa celular Cássia
AIDS PERINATAL. Licia Moreira UFBA
Licia Moreira UFBA Definição de AIDS na CRIANÇA Toda criança com menos de 13 anos com evidência laboratorial de infecção Uma amostra de soro repetidamente positiva em teste como ELISA, IFI (pesquisa de
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Monitor: André Costa Matos Tolerância e autoimunidade. Introdução:...
Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2)
IMUNOLOGIA BÁSICA Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2) Prof. M. Sc. Paulo Galdino Os três outros tipos de hipersensibilidade ( II, III e IV) têm em comum uma reação exagerada do sistema
Interação vírus célula Aspectos Gerais. Tatiana Castro Departamento de Microbiologia e Parasitologia (UFF)
Interação vírus célula Aspectos Gerais Tatiana Castro Departamento de Microbiologia e Parasitologia (UFF) Interação Vírus - Célula Relacionada ao ciclo de replicação do vírus Efeitos primários da infecção
HIV 1 E 2 - ANTICORPOS - CLIA - TESTE DE TRIAGEM
HIV 1 E 2 - ANTICORPOS - CLIA - TESTE DE TRIAGEM Material...: Método...: Soro Quimioluminescência - Imunoensaio de 4ª geração Leitura...: 0,13 Não reagente: Inferior a 1,00 Reagente...: Superior ou igual
COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE - MHC. Profa Valeska Portela Lima
COMPLEXO PRINCIPAL DE HISTOCOMPATIBILIDADE - MHC Profa Valeska Portela Lima Introdução Todas as espécies possuem um conjunto de genes denominado MHC, cujos produtos são de importância para o reconhecimento
Retrovírus Felinos. Fernando Finoketti
Retrovírus Felinos Fernando Finoketti Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil Maio de 2014 Retrovírus - Características Capsídeo icosaédrico. Possuem envelope. Genoma composto de duas moléculas idênticas
Antígenos e Imunoglobulinas
Curso: farmácia Componente curricular: Imunologia Antígenos e Imunoglobulinas DEYSIANE OLIVEIRA BRANDÃO Antígenos (Ag) São estruturas solúveis ou particuladas reconhecidas pelo organismo como estranha
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS VÍRUS 1
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS VÍRUS 1 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS VÍRUS São agentes infecciosos com características diferenciadas; Não são visualizados ao Microscópio de Luz; Não são isolados in vitro
Cuidados Pós-Exposição Profissional a Materiais Biológicos
Cuidados Pós-Exposição Profissional a Materiais Biológicos ACADÊMICOS: Humberto Sauro V. Machado Pedro Dutra Barros Profa. Carmen Saramago PROFISSIONAIS DE SAÚDE E TIPOS DE EXPOSIÇÕES Exposições percutâneas
O antiviral ideal. Deve interromper a replicação do vírus sem afetar significativamente o metabolismo de células do hospedeiro.
Antivirais O antiviral ideal Deve interromper a replicação do vírus sem afetar significativamente o metabolismo de células do hospedeiro. Pontos preferenciais de atuação dos antivirais Adsorção e/ou penetração:
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas Estrutura de uma molécula de anticorpo Imunoglobulinas. São glicoproteínas heterodiméricas e bifuncionais
Resposta imune inata e adaptativa. Profa. Alessandra Barone
Resposta imune inata e adaptativa Profa. Alessandra Barone Resposta imune Resposta imunológica Reação a componentes de microrganismos, macromoléculas como proteínas, polissacarídeos e substâncias químicas
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI Imunologia Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender
Resposta imune adquirida do tipo celular
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune adquirida do tipo celular Profa. Dra. Silvana Boeira Imunidade adquirida Imunidade adaptativa = específica = adquirida
III Curso de Sinalização Celular no Câncer
III Curso de Sinalização Celular no Câncer AbordagensImunoterapêuticas Para Câncer Maria Aparecida Lima da Silva, PhD Lab. Sinalização e Plasticidade Celular-UFRGS Centro de Tecnologia e Terapia Celular
vacina hepatite B (recombinante)
vacina hepatite B (recombinante) FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável - Cartucho contendo 1 frasco-ampola com 1 dose de 0,5mL; - Cartucho contendo 20 frascos-ampola com 1 dose de 0,5mL;
Noções de Imunogenética. Prof. Dr. Bruno Lazzari de Lima
Noções de Imunogenética Prof. Dr. Bruno Lazzari de Lima Imunogenética Trata dos aspectos genéticos dos antígenos, anticorpos e suas interações. Quatro áreas importantes. Os grupos sanguíneos. Os transplantes.
03/04/2016. virus\youtube - O VRUS DA IMUNODEFICINCIA HUMANA.mpeg
virus\youtube - O VRUS DA IMUNODEFICINCIA HUMANA.mpeg 1 AIDS (SIDA) Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Causador: HIV Vírus da Imunodeficiência Humana. Ataca os Linfócitos T CD4 Precursoras dos ANTICORPOS
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Unidade Universitária CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: Farmácia Disciplina: Imunologia Básica Código da Disciplina 02014890 Professor(es) Yoshimi Imoto Yamamoto Etapa 4ª. Carga horária:
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 06/03/2009 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO. Política Nacional de Imunização Parte 4. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM IMUNIZAÇÃO Política Nacional de Imunização Parte 4 Profª. Tatiane da Silva Campos Estamos constantemente expostos a agentes infecciosos (parasitas, bactérias, vírus e fungos). Defesa desses
AULA #3 IMUNOGLOBULINAS E SISTEMA COMPLEMENTO BMI0255
AULA #3 IMUNOGLOBULINAS E SISTEMA COMPLEMENTO BMI0255 IMUNOGLOBULINAS - PROTEÍNAS SINTETIZADAS POR LINFÓCITOS B - COMPOSTAS POR DUAS CADEIAS PESADAS E DUAS CADEIAS LEVES - COMPOSTAS POR REGIÕES VARIÁVEIS
VÍRUS: A ESTRUTURA DO HIV E SEU CICLO DE VIDA
VÍRUS: A ESTRUTURA DO HIV E SEU CICLO DE VIDA O vírus HIV possui duas moléculas de RNA envoltas por cápsulas proteicas (capsídeo), formando o nucleocapsídeo. Além do material genético, possui algumas enzimas,
Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes
Hipersensibilidades e Alergias e doenças autoimunes Reações de hipersensibilidade são mediadas por mecanismos imunológicos que lesam os tecidos. Tipos de doenças mediadas por anticorpos Dano causado por
ANEMIAS HEMOLÍTICAS ADQUIRIDAS. Prof. Dr. David Cavalcanti Ferreira
ANEMIAS HEMOLÍTICAS ADQUIRIDAS Prof. Dr. David Cavalcanti Ferreira ANEMIAS HEMOLÍTICAS IMUNES CONCEITO: SÃO CONDIÇÕES MÓRBIDAS AQUIRIDAS CAUSADAS PELA DESTRUIÇÃO PRECOCE DAS HEMÁCIAS DEVIDO À AÇÃO DA RESPOSTA
Família Herpesviridae
Herpesvírus Humanos Família Herpesviridae Vírus ubíquos Altamente espécie-específicos Causam Latência: Capacidade de manter conteúdo genético dentro da célula hospedeira, sem replicar ou causar doença.
Imunologia. Introdução. Imunidade = resistência a infecções. Células, tecidos e moléculas que medeiam resistência = sistema imune
Imunologia Definição: Estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos. Introdução Imunidade = resistência
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO NUTRIÇÃO
PROFESSOR RESPONSÁVEL Rosangela Maria de Araújo Soares CARGA HORÁRIA 180h PERÍODO DE REALIZAÇÃO UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - CURSO NUTRIÇÃO CÓDIGO DISCIPLINA TEÓRICA LABORATÓRIOS
Imunização ativa e passiva
IMUNIZAÇÕES Imunização ativa e passiva IMUNIZAÇÕES IMUNIZAÇÃO É DEFINIDA COMO A AQUISIÇÃO DE PROTEÇÃO IMUNOLÓGICA CONTRA UMA DOENÇA INFECCIOSA. Jenner e a varíola (1798) Pasteur e o cólera (1798) IMUNIZAÇÕES
