OS FAMIGERADOS CEM QUILOS!
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- Nathalie Peralta Beretta
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1 Luiz Spinelli OS FAMIGERADOS CEM QUILOS! SEGURANÇA DO TRABALHO - TRABALHOS EM ALTURA Sistemas de retenção de quedas Obra disponibilizada gratuitamente na internet. Venda proibida. Unidades de medida Energia e Força 100kg Fator de queda Metodologia de ensaios Desaceleração Absorvedores de energia SEU LOGOTIPO
2 01 OS FAMIGERADOS CEM QUILOS! Há vários anos as normas de ensaio de equipamentos de proteção individual contra quedas de altura determinam uma massa de teste com o valor próximo a 100 kg, no entanto, é relativamente recente a polêmica sobre os trabalhadores mais pesados poderem ou não usá-los. Um conjunto de acontecimentos, como por exemplo, a confusão entre metodologia de testes e orientação de uso, a exigência de usuários para o teste com uma massa maior, fabricantes que passaram a oferecer a garantia dos seus produtos limitada a trabalhadores de no máximo 100kg e a interpretação equivocada das normas publicadas em 2010, levaram muitos profissionais do mercado a entenderem que um peso acima de 100 kg é um fator limitante para um trabalhador que queira atuar em altura. Tornou-se comum a interpretação de que, se um cinturão de segurança é testado com um manequim de 100 kg, não há garantias de que suportará a queda de uma pessoa mais pesada. Um dos motivos que levam os profissionais a este equívoco é se concentrarem nos equipamentos, como por exemplo o cinturão de segurança, e deixar de pensar no Sistema. O presente livro tem o objetivo de oferecer subsídios para a melhor compreensão dos requisitos de ensaios dos equipamentos e dos fatores básicos que determinam a segurança de um sistema de proteção contra queda. Boa leitura! Luiz Spinelli São Paulo, março de Material em fase de revisão Sujeito a erros técnicos, conceituais, ortográficos e gramaticais, entre outros. Primeira versão completa março de 2016
3 Índice Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 03 Capítulo 1 - Um pouco de ciência página 04 Unidade de medida 05 Sistema Internacional de Unidades 07 Massa 08 Peso 09 Velocidade 09 Aceleração 10 Força e aceleração da gravidade 11 Energia 13 Joule 15 Absorção e dissipação de energia 17 Força 18 Newton (unidade de medida) 19 Relação entre energia e força 21 Força G 22 Resumo 26 Capítulo 2 - Como parar uma queda página 27 Montagem de um sistema 28 Resistência de um sistema 29 Resistência do corpo humano - os 12 kn e os 6 kn 30 Desaceleração 32 Exemplos de sistemas 33 Capítulo 3 - Fator de queda página 34 O que é o fator de queda? 35 Cálculo do fator de queda 38 Exemplos da aplicação do fator de queda 39 Zona Livre de Queda (ZLQ) 40 Resumo 42 Capítulo 4 - Absorvedores de energia página 43 Variedade de modelos 44 Certificação 45 Sobre o funcionamento 46 Características técnicas 49 Administrando os pesos maiores e os pesos menores 50 Resumo 52 Capítulo 5 - Ensaio de equipamentos página 53 O ambiente de laboratório 54 Normas 55 Elementos de engate do cinturão de segurança 56 Ensaios estáticos do cinturão de segurança 56 Ensaios dinâmicos do cinturão de segurança 57 Ensaios estáticos do talabarte com absorvedor 58 Ensaio dinâmico do talabarte com absorvedor 59 Resumo 60 Conclusões página 61 Um cinturão de segurança deve ter uma resistência maior? 62 Não confunda método de teste com orientação de uso! 65 Administrar o fator de queda resolve problemas 69 Atenção para os oito itens! 72
4 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 04 capítulo 1 O que você queria saber ou lembrar sobre física e não tinha coragem de perguntar. 100g
5 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 05 Quem é esse tal de quiloneuton? Na verdade, é quilonewton, por estar relacionado ao Newton, ou melhor, ao Isaac Newton, um cientista inglês do final do século dezessete que criou algumas das teorias consideradas a base da física moderna. A imagem mais associada a ele é a da maçã caindo da árvore sobre a sua cabeça, o que o teria motivado a pensar na ação da gravidade. Mas neste momento não estamos tratando dele, pois, o Newton em questão é uma unidade de medida, o kn (quilonewton). O que é uma unidade de medida? É algo que usamos para medir a quantidade de alguma coisa como, por exemplo, medir o comprimento da barra de uma calça, medir o tempo que durou um evento, medir a quantidade de farinha para preparar uma receita de bolo. Ou seja, usamos várias unidades de medida diferentes ao longo de um dia para realizar as nossas tarefas cotidianas. Elas são representadas por símbolos como, o grama é representado por g e o metro por m. Exemplo: Para medir a bitola (diâmetro) de um cabo elétrico pode-se usar o milímetro ou a polegada. 0 1 / 21 polegada ,4 milímetros Para simplificar a informação sobre algumas quantidades usamos o quilo, representado pelo símbolo k (letra minúscula), que significa (mil) de determinada unidade. Por exemplo: gramas = 1 kg (quilograma); metros = 1 km (quilometro); newtons = 1 kn (quilonewton).
6 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 13 O que é energia? Isso eu sei!!!!... ou acho que sei. Se você respondeu que é aquele troço que dá choque e que faz motores e outros equipamentos elétricos funcionarem, você acertou! Mas não inteiramente, pois além da elétrica existe a térmica, a acústica, a solar, a mecânica, a potencial e a cinética, entre outras. Vejamos o que a física diz a respeito de ENERGIA. Energia A ideia de energia é abstrata, ou seja, não é uma ideia fácil de transformar em uma imagem precisa. Não há uma definição que possa ser encaixada em todas as suas formas, mas existem algumas definições aceitas para determinadas aplicações. Para a física mecânica ou de movimento, a energia é associada a algo com capacidade de realizar uma ação ou produzir um trabalho. Esse trabalho pode ser, por exemplo, empurrar ou puxar alguma coisa, interromper um movimento ou deformar um objeto. Dois componentes que definem a quantidade de energia é a massa e a velocidade. Vejamos isso na prática: Neste primeiro exemplo a corrente de água não tem volume e velocidade suficientes para mover a roda d água. Esta corrente de água não tem energia suficiente para realizar o trabalho. Neste segundo exemplo, a corrente de água tem uma massa de líquido muito maior, além de maior velocidade de deslocamento. O resultado é oferecer energia suficiente para mover a roda d água e os demais equipamentos engrenados a ela.
7 Térmica Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 14 Magnética Acústica Solar ALGUMAS FORMAS DE ENERGIA Elétrica Radioativa Potencial Massa em estado de repouso. Cinética Massa em movimento.
8 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli J Medida de energia A unidade de medida selecionada para o Sistema Internacional é o Joule, representando pelo símbolo J (letra maiúscula), que recebeu este nome em homenagem ao físico britânico James Prescott Joule (1818 a 1889). 1 J (Joule) equivale a aplicar uma força 1 N (Neuwton) por uma distância de 1 metro, ou seja, equivale a força potencial da queda de uma maçã de 100 g de 1 metro de altura ou a força necessária para essa mesma maçã subir 1 metro g 1 metro 1 Joule (J) é a energia necessária para mover uma massa de 100g por um metro. 1 metro 100 g O problema para a maioria das pessoas é que os valores em Joules não tem significado, pois não é uma unidade de medida usada cotidianamente fora do meio científico, mas podemos resolver isso oferecendo alguns parâmetros (exemplos) para ter com o que comparar e dimensionar tais valores. Energia cinética produzida por um ciclista em movimento Objetos fora de escala Massa de 100 kg e velocidade de 30 km/h = Joules (J) Equivalência: 3,4 kn/m ou 347 kgf/m Massa de 100 kg e velocidade de 60 km/h = Joules (J) Equivalência: 13 kn/m ou kgf/m Energia cinética produzida por um automóvel em movimento Massa de kg e velocidade de 30 km/h = Joules (J) Equivalência: 34 kn/m ou kgf/m Massa de kg e velocidade de 60 km/h = Joules (J) Equivalência: 139 kn/m ou kgf/m Energia cinética produzida por uma locomotiva em movimento kg e 30 km/h = J Equivalência: 654 kn/m ou kgf/m kg e 60 km/h = J Equivalência: kn/m ou kgf/m
9 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 16 Qual a energia produzida na queda de uma pessoa? Lembre-se que a energia vai ser determinada pela massa e pela velocidade com que se desloca. Vamos ver três exemplos com a velocidade variada, mas considerando que os três exemplos são da mesma pessoa, que possui uma massa de 100 kg. A resistência do ar foi desprezada nos cálculos. Ilustração fora de escala ENERGIA CINÉTICA Massa: 100kg Tempo de queda: 0,5 segundo Velocidade: 4,9 m/s ou 17 km/h Energia cinética: J Equivalência: 1,2 kn/m ou 122 kgf/m ENERGIA CINÉTICA Massa: 100kg Tempo de queda: 1 segundo Velocidade: 9,8 m/s ou 35 km/h Energia cinética: J Equivalência: 4,8 kn/m ou 489 kgf/m ENERGIA CINÉTICA Massa: 100kg Tempo de queda: 2 segundos Velocidade: 19,6 m/s ou 70 km/h Energia cinética: J Equivalência:19kN/m ou kgf/m
10 Um pouco de ciência Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 17 E o que fazer com essa energia? Na retenção da queda de um trabalhador precisamos absorver e dissipar a energia, para evitar que ele seja submetido a forças que possam machucá-lo ou matá-lo. Vamos ver como isso funciona. ENERGIA LUMINOSA Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Frase de Lavoisier, célebre químico francês do século 17. Exemplo de fluxo de energia ENERGIA TÉRMICA ENERGIA ELÉTRICA ENERGIA QUÍMICA Para compreender o que é a absorção e a dissipação de energia, vamos usar a imaginação. Temos um garrafão com 20 litros de água que pesa, com a embalagem, 21 kg. Caso ele caia de uma altura considerável, certamente ele se quebrará e possivelmente quebrará o piso. Vamos imaginar que possuímos um dispositivo de segurança que vai drenar a água durante a queda para fazer o garrafão chegar ao chão mais leve, e com isso diminuir o impacto dele contra o piso. Absorver Dissipar Empregando o conceito no equipamento do trabalhador PROCESSO DE DISSIPAÇÃO DE ENERGIA PROCESSO DE ABSORÇÃO DE ENERGIA ENERGIA CINÉTICA ENERGIA TÉRMICA ENERGIA ACÚSTICA Exemplo de um absorvedor de energia que compõe alguns sistemas individuais de retenção de queda. Em um capítulo próprio abordaremos os modelos, o funcionamento e a aplicação dos absorvedores de energia. ENERGIA RESIDUAL E FORÇA RESULTANTE. A que afetará o corpo do trabalhador.
11 Como parar uma queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 27 capítulo 2 Como parar a queda de um trabalhador com segurança nota Eu sei que o título do capítulo pode parecer estranho, mas nas páginas seguintes veremos que apenas parar a queda de uma pessoa não basta. Pensamento do nosso personagem: Porque não usaram o manequim?!!!!! Resposta: Por que é apenas um sonho.
12 Como parar uma queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 28 ENTÃO?! No capítulo anterior descobrimos que a energia, em suas várias formas, pode produzir grandes trabalhos que incluem, além de benefícios a vida humana, infelizmente, também a desagradável capacidade de destruição através da força.e muita energia gera muita força! Um trabalhador, ao enfrentar uma queda livre entre um nível superior e um inferior e ao ser amparado por um sistema de segurança ou alcançar o piso, utilizando da mais formal e precisa terminologia técnica e científica, vai gerar uma baita porrada sobre o sistema e sobre seu corpo! Então? O que podemos fazer? Já sei! Vou montar um sistema para parar a queda do trabalhador feito somente de peças muito fortes! Viga de aço: 50 kn Conjunto de ancoragem: 44 kn Conjunto de amarração no boneco: 25 kn Cabo de aço: 40 kn Força de frenagem: 18 kn (força sofrida pelo manequim). Não há nenhum componente do sistema capaz de absorver energia, ou seja, de amortecer a queda. Quase tudo foi considerado sobre a resistência, menos o manequim, cujo limite é de 12 kn, igual ao corpo humano.
13 Como parar uma queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 29 Ainda sobre a resistência do sistema. O ensaio anterior foi um desastre! Mas a culpa não foi da escolha dos equipamentos ou da montagem do conjunto. O ensaio deu errado porque faltou um recurso no sistema que protegeria o manequim ou, numa situação real, pouparia o corpo do trabalhador de forças muito perigosas. Nas páginas seguintes abordaremos esse componente que falta, mas no momento, vamos continuar aprendendo sobre a resistência de sistemas projetados para amparar a queda de uma pessoa. Em um conjunto com vários componentes diferentes, qual será a resistência do sistema? Viga de aço: 50 kn 30 kn Conj. de ancoragem 44 kn Conj. de ancoragem 20 kn Anéis de aço A resistência do sistema é de 1 kn 1 kn Anel de polietileno 30 kn Cabo de aço A resistência do sistema é de 25 kn 5 kn Anel de alumínio 25 kn Conjunto de amarração A resistência do sistema (conjunto) será sempre definida pelo seu elo mais fraco. Não importa que o sistema tenha iniciado numa viga de 50kN se o sistema quebrará na argola de 1 kn. 12 kn Resistência do manequim (o mesmo do corpo humano) Neste caso o componente mais fraco do conjunto é o corpo do manequim. Para resolver isso, numa situação real, precisamos de um conjunto resistente e também de algo que amorteça a queda e poupe o trabalhador.
14 Como parar uma queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 32 A palavra de ordem é DESACELERAÇÃO! Nas páginas seguintes vamos mencionar muitas vezes a absorção de energia e a desaceleração, mas em termos mais simples, o que precisamos incluir num sistema de proteção contra queda é uma forma de amortecer a queda para que o trabalhador não se machuque. É como sabermos que o corpo em queda livre vai ser parado pelo chão, mas temos que escolher se a superfície será um piso de concreto ou uma pilha de colchões. No exemplo abaixo montamos dois sistemas, sendo o primeiro com um cabo de aço, que fará o papel do piso de concreto e o segundo sistema com uma corda elástica que fará a função da pilha de colchões. Atenção: estou denominando neste livro como corda elástica qualquer modelo que apresente alguma elasticidade, não sendo necessariamente uma corda dinâmica. CABO DE AÇO CORDA ELÁSTICA Ponto inicial da queda. Ponto em que os cabos alcançaram o seu limite de comprimento. Neste ponto a elasticidade da corda foi acionada. A parada da queda foi rápida, mas gradual. Este foi o espaço e o tempo da desaceleração. A queda não foi amortecida. Como o cabo de aço oferece muito pouca elasticidade, a parada do manequim foi abrupta, no momento em que grande parte da energia cinética foi transformada em força. Lembrando que para a parada da queda acontecer o cabo de aço tem que exercer uma força oposta. A força de frenagem foi superior a 12 kn. A queda foi amortecida. A força de frenagem foi de. 6 kn
15 Fator de queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 34 capítulo 3 Fator de queda A proporção de quanto você está caindo para o quanto de material há para parar a sua queda.!
16 Fator de queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 35 FATOR DE QUEDA ! De novo! Agora que o nosso personagem despertou do seu sonho ruim, vamos continuar aprendendo sobre a maneira segura de protegê-lo de uma queda acidental. Já abordamos alguns dos fatores envolvidos na retenção de uma queda, percebemos que o conjunto que irá parar a queda de uma pessoa precisa ser montado com itens de grande resistência, já alertamos sobre a necessidade do sistema ter uma forma de amortecer a parada e também o limite de 6 kn para que não haja o risco do trabalhador se machucar na desaceleração. Outro item importante a acrescentarmos nesta lista é o tal fator de queda. Já sabemos que a escolha do material que deterá a queda do trabalhador é essencial para a segurança dele. Para uma pessoa, a ausência de um sistema que amorteça a queda pode ter consequências trágicas, mesmo que seja de uma pequena altura. 1,5 metro 1,5 metro Colchão para atletismo. Piso de concreto. Mas como alguém disso um dia, tudo é relativo! O material e a altura da queda foram os mesmos, no entanto, o resultado foi muito diferente! Material adequado e em quantidade suficiente para absorver a energia e resultar numa força menor. Material adequado mas em quantidade insuficiente para absorver a energia e a força resultante foi maior que a tolerância do manequim. Neste capítulo estamos descobrindo que alguém pode sofrer uma queda de 1 metro com consequências trágicas e outra pessoa cair de 30 metros de altura, e toda satisfeita com a experiência pagar para cair de novo! Então, é o conjunto de fatores que somados vão determinar se a queda de um trabalhador terminará bem ou de forma trágica.
17 Fator de queda Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli Legal! Mas eu não tenho colchões no trabalho! É fato! Os equipamentos que dispomos no ambiente de trabalho para reter uma queda são outros. Vamos ver como o fator de queda se aplica a eles? Como exemplo, vamos considerar um talabarte sem absorvedor, que não deve ser usado para retenção de quedas, no entanto, ele servirá neste momento para fazer uma analogia com os colchões. Este equipamento tem uma capacidade muito limitada de absorver energia, pois conta apenas com a elasticidade das fibras de poliamida ou poliéster do qual alguns modelos são feitos. Com mais imaginação do que ciência, vamos fazer uma comparação entre as duas situações. 36 Neste primeiro exemplo o trabalhador conectou o talabarte em um ponto de ancoragem acima dele, deixando-o quase esticado, com uma pequena folga de 30 cm. O trabalhador caiu estes 30 cm sendo amparado por um talabarte de 1m. Pouca queda e muito colchão. Fator de queda menor do que 1. Pouca queda para muito talabarte e muito colchão. 0,3 metro 1 metro Neste segundo exemplo o trabalhador instalou o talabarte em um ponto de ancoragem que está na mesma altura da conexão do cinto. Ele caiu 1 metro que é o tamanho do talabarte em uso. O problema está no fato do colchão e o do talabarte continuarem sendo os mesmos, mas a queda ser 3 vezes maior. O amortecimento da queda não terá a mesma eficiência. Mesmo talabarte e mesmo colchão para uma queda 3 vezes maior! 1 metro 3 metros Fator de queda 1.! Neste último exemplo, pelo fato do trabalhador ter instalado o talabarte em um ponto de ancoragem abaixo dele, ele caiu o máximo que este tipo de situação pode gerar, ou seja, o dobro da extensão do talabarte, que neste caso é de 2 metros, e é proporcionalmente seis vezes maior que a primeira queda. Queda 6 vezes maior que a primeira, no entanto o talabarte e o colchão continuam sendo os mesmos. Muita queda para pouco colchão, e dependendo do material o trabalhador não será poupado de uma força perigosa sobre o seu corpo. Fator de queda 2. 2 metros 6 metros
18 Absorvedores de energia Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 43 capítulo 4 Absorvedores de energia? ABSORVEDOR DE ENERGIA ABNT NBR 14629:2010 Não é mais fácil com isto?
19 Absorvedores de energia Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli ABS ORV EDO ABN T NBR R DE 14629:2 ENERGI A 010 Ok! Sei o que é, e para o que serve, mas como funciona? Vamos chegar lá, mas antes precisamos saber que existe uma grande variedade de modelos de absorvedores de energia para compor sistemas individuais de retenção de quedas ou para compor as linhas de ancoragem (linhas de vida). Três exemplos para ilustrar a variedade de modelos utilizados para compor sistemas individuais ou linhas de vida. Modelo em ziguezague composto de uma fita dobrada e unida por fibras da própria fita ou por fios de costuras independentes. Modelo com formato diferente, porém, com o funcionamento semelhante ao anterior. Modelo muito comum na composição de sistemas individuais. Quando acionado, a fita se desdobra e se alonga. Este modelo também conta com a resistência dos fios que unem a fita e com o alongamento durante o acionamento. Representação artística baseada em um modelo da Hércules/Ansell. Representação artística baseada em um modelo da FIXE. Produzido em metal, este é um dos muitos modelos desenvolvidos para linhas de ancoragem (linha de vida). Representação artística baseada nos modelos da DBI SALA e Miller. Como os seus similares, oferece a resistência do metal, mas com a capacidade de se deformar e se alongar no processo de desaceleração, absorção e dissipação de energia. Embora existam uma grande variedade de modelos, com diferentes formas e materiais, as duas características comuns a maioria deles é a deformação plástica e o alongamento. 44
20 Absorvedores de energia Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 45 Certificação Os modelos produzidos para compor os sistemas individuais precisam atender as especificações da norma ABNT NBR 14629:2010 e certificados pelo INMETRO. Eles podem fazer parte, por exemplo, de talabartes de segurança para retenção de queda, trava quedas deslizantes e trava quedas retráteis. O modelo mais comum é o construído com fitas dobradas em forma de ziguezague. ABSORVEDOR DE ENERGIA ABNT NBR 14629:2010 Protegida por um envelope, está a fita dobrada e unida por fios, que fará o trabalhado de frear a queda do trabalhador de uma forma que não o machuque. Normalmente este modelo de absorvedor de energia é construído com uma fita préfabricada, produzida em uma máquina específica, que une parte dos fios da trama da própria fita. O absorvedor, ao ser acionado, romperá os fios que unem as dobras e se alongará, ou......ter as dobras unidas por uma costura convencional, com fios resistentes e independentes da trama da fita.
21 Ensaio de equipamentos Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 53 capítulo 5 Ensaio de equipamentos
22 Ensaio de equipamentos Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 54 Vamos começar conhecendo um ambiente de laboratório? Imagem meramente ilustrativa. O desenho é uma criação artística baseada em tecnologias reais utilizadas em laboratórios. Para oferecer um cenário completo, a célula de medição de força foi incluída na imagem, entretanto, os testes dinâmicos de cinturões de segurança não exigem tal medição. Equipamentos para testes dinâmicos (quedas). Manequim para teste de cinturões de segurança. Cilindro para teste de talabartes e absorvedores. Informações técnicas cedidas gentilmente pelo laboratório da Falcão Bauer. Guincho elétrico. Dispositivo de desacoplamento rápido. Manequim de teste. Massa de 100 kg. Dinamômetro Célula de medição de força. Maquina de tração para testes estáticos de cinturões, talabartes e absorvedores. Computador. Recebe e processa os dados enviados pela célula de medição. Colchão para amparar uma eventual queda do manequim ou do cilindro.
23 Ensaio de equipamentos Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 57 Ensaios dinâmicos do cinturão tipo paraquedista A norma técnica brasileira, a NBR 15836:2010, determina o ensaio dinâmico do cinturão vestido em um manequim com massa de 100kg. As condições do teste são: Testar todos os elementos de engate tipo A (retenção de queda); Conectar um talabarte de 2 metros feito com uma corda dinâmica padrão europeu EN 892; Queda Fator 2, ou seja, o manequim cairá 4 metros; Realizar um teste com o manequim na posição em pé; Realizar outro teste com o manequim na posição invertida. O requisito é que o cinturão consiga amparar a queda do manequim. A norma não exige a medição de força neste ensaio, mas sabe-se que estas condições produzem sobre o cinturão de 10kN a 12 kn de força de frenagem. Queda na posição em pé. Queda na posição invertida. Elemento de engate tipo A Dorsal (costas). Dispositivo de desacoplamento rápido. Manequim de teste. Massa de 100 kg. Talabarte de 2 metros corda dinâmica. Fator de Queda 2 Total de 4 metros de queda. Ponto de ancoragem As condições de teste submetem o cinturão de segurança a um fator de queda maior do que o recomendável para o dia-a-dia de trabalho e uma força de frenagem muito maior do que o valor aceitável para um sistema seguro. Desta forma o ensaio oferece uma boa margem de segurança.
24 Conclusões Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 61 CONCLUSÕES
25 Conclusões Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 62 Questão Um cinturão de segurança teve ter uma resistência maior quando usado por pessoas mais pesadas?
26 Conclusões Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli? E o cinturão de segurança? Ele não precisa ter uma resistência maior quando usado por trabalhadores mais pesados? 63 Vamos considerar alguns fatos antes de responder objetivamente esta pergunta. Relembrando, o cinturão de segurança tipo paraquedista é testado com os seguintes valores de força: Ensaios estáticos kn kgf Força aplicada no sentido que testa a estrutura da parte de baixo do cinto. kn kgf Força aplicada no sentido que testa a estrutura da parte de cima do cinto. 15 kn 10 kn Ensaios dinâmicos kn a kgf Queda com o manequim na posição em pé. kn a kgf Queda com o manequim na posição invertida. Obs.: A norma técnica não exige a medição da força nos ensaios dinâmicos, entretanto, as condições dos testes geram de 10 a 12 kn de força como resultado da queda. 10 a 12 kn 10 a 12 kn Continua...
27 Conclusões Os famigerados 100 kg Luiz Spinelli 64 Primeira conclusão Se a menor força aplicada sobre o cinturão, durante o conjunto de testes, é de kgf, devemos nos preocupar se um trabalhador tem 90 ou 130 kg? Mas o peso da pessoa em queda livre vai gerar uma força muito maior! Sim! E por causa disso devemos lembrar de um outro fato importante. Independente do peso do trabalhador, o sistema de retenção de queda deve garantir que a força resultante não seja maior que 6 kn (612 kgf). Trabalhador com massa de 120 kg Trabalhador com massa de 80 kg Trabalhador com massa de 60 kg 6 kn 6 kn 6 kn Conclusão final Considerando que o cinturão é certificado com uma resistência de 10 a 15 vezes maior do que o peso de teste (100 kg), e que um sistema de retenção de queda não pode gerar mais do que 6 kn (612 kgf), este equipamento não é o problema ou a solução para os casos de trabalhadores muito pesados. De nada adiantará ter um cinturão que suporte 20 kn de força se o corpo do trabalhador tem uma tolerância menor que 12 kn. Então, a resposta objetiva a questão é NÃO! Não há a necessidade de um cinturão de segurança ter uma resistência maior para pessoas mais pesadas. Mas eu sei que existem modelos de cinturões para pessoas com mais de 100 kg! Existem de fato. Porém o foco é ergonômico e não de resistência. Há a necessidade de existirem modelos de cinturões para pessoas grandes ou pequenas, que possibilitem uma regulagem adequada, a posição correta dos elementos de engate e o conforto do trabalhador.
28 75 Luiz Spinelli É Gestor de Recursos Humanos, Técnico de Segurança do Trabalho e Bombeiro Profissional Civil. Atua há mais de trinta anos como instrutor em atividades verticais, incluindo esportes de aventura e atividades no ambiente industrial. Ministra cursos de trabalho em altura há 18 anos. Atua deste 2012 na formação e aperfeiçoamento de instrutores. É autor de artigos técnicos e de dois manuais sobre trabalho em altura e resgate. Para saber mais, acesse: ou Textos, ilustrações e diagramação Luiz Eduardo Spinelli
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