CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR CAE
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- Luciana de Lacerda Domingos
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1 MANUAL DE ORIENTAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE CONSELHOS SIGECON CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR CAE Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE
2 MANUAL DE ORIENTAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE CONSELHOS SIGECON CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR CAE Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE Prezado (a) Conselheiro (a) Este manual foi produzido para orientar os conselheiros na utilização do Sistema de Gestão de Conselhos (SIGECON), em seus trabalhos rotineiros de registro de dados, bem como orientar quanto ao procedimento de envio das prestações de contas ao FNDE por meio deste Sistema. Considerando que o SIGECON está em constante evolução, serão disponibilizadas novas versões desse manual sempre que novas funcionalidades forem disponibilizadas ou se mostre necessário ampliar seu conteúdo. Dessa forma, fique atento a tudo que é disponibilizado no Espaço SIGECON, no sítio do FNDE, que você acessa pelo endereço depois clicando na opção Prestação de Contas. Nas páginas que se seguem, trataremos de cada uma das funcionalidades do Sistema, buscando esclarecer sua função e também orientar o registro dos dados necessários em cada caso. É importante esclarecer ainda que o conteúdo apresentado nesse manual tem caráter de orientação de uso do sistema, não se sobrepondo ou se equiparando aos normativos que regulamentam a execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE. Esperamos que esse material auxilie todos os usuários a ter um bom estudo e um bom trabalho! Contem conosco nessa caminhada, estaremos á disposição para auxiliá-lo! Coordenação-Geral do PNAE
3 PÁGINA DE ACESSO: 1º: O CAE deverá acessar a página eletrônica do FNDE, no endereço: 2º: Clicar no link Sistemas, localizado na barra de acessos superior a página. 3º: Clicar no Sistema SIGECON. 4º: Primeiro acesso: No campo usuário deverá ser preenchido com o número do CPF do presidente do CAE, que atualmente esteja cadastrado no sistema CAE Virtual. Após esse preenchimento, clique no botão Primeiro Acesso. Isto permitirá que o sistema confirme alguns dados e libere a criação de uma senha pelo presidente que está acessando o sistema. Segue modelo abaixo.
4 CPF do presidente do CAE Link do 1º acesso OBS: Caso o Conselho que esteja acessando neste momento o SIGECON não seja o mesmo do mandato anterior, ou seja, não seja o mesmo que acompanhou o exercício financeiro de 2011 e 2012, o atual presidente do CAE deverá acessar o sistema e somente dentro do Sistema, selecionará, na aba do Parecer Conclusivo, o mandato do Conselho que acompanhou o ano selecionado. Assim, será apresentada a lista dos conselheiros do ano de referência, para assim, assinalar os conselheiros que participaram na época da emissão do referido parecer.
5 TELA DE ORIENTAÇÕES: Ao acessar o Sistema, a primeira tela que irá aparecer conterá orientações aos Conselheiros. É de extrema importância que os conselheiros leiam as instruções contidas nesta tela, pois conterá as informações da composição e funcionalidades do Sistema. O CAE deverá selecionar a opção Orientações CAE, conforme destacado acima. Assim, seguirá a tela de orientações demonstrada abaixo.
6 Estas observações serão mais detalhadas no andamento do manual, na parte do Parecer Conclusivo. Após ler as instruções, clicar no link pesquisar, apresentado na barra superior, conforme o detalhe mostrado no modelo abaixo: Ao clicar em Pesquisar aparecerá na tela: Tipo de conselho: selecionar CAE Programa: selecionar Alimentação Escolar Entidade Executora: já virá automaticamente preenchida de acordo com o usuário que acessou. Ano do exercício: inicie com o ano de Após preencherem e enviarem a Prestação de Contas de 2011, inicie o ano de OBS: todos os campos com o asterisco vermelho são de preenchimento obrigatório.
7 ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO Para iniciar a análise da prestação de contas, é necessário que os Conselheiros acessem, dentro do próprio SIGECON, os dados preenchidos pelo gestor, ou seja, o que a prefeitura apresentou como dados da prestação de contas física e financeira. O CAE deverá clicar em Acesse os Relatórios da Prestação de Contas, como indicado na tela abaixo. NOME DO MUNICÍPIO/UF OU SEDUC Esta funcionalidade levará o CAE a visualizar os campos preenchidos pelo gestor, como por exemplo, o Demonstrativo Sintético Anual, onde estão as informações dos valores repassados pelo FNDE por etapa de ensino, recursos de contrapartida, recursos financeiros gastos com a compra de gêneros alimentícios da agricultura familiar, entre outros dados. 1º: Após essa visualização, o CAE deverá acessar o link de Acompanhamento da Gestão, conforme destacado acima. 2º: Clicar no link Ação, no ícone, para acessar o questionário de acompanhamento.
8 3º: Preencher o questionário, conforme as perguntas abaixo: Questionário O questionário visa subsidiar o CAE a analisar alguns pontos da execução do PNAE. Porém, neste primeiro momento, as perguntas são sucintas. Posteriormente, o FNDE pretende aprimorar estas questões, de acordo com os resultados da avaliação das prestações de contas geradas pelos Sistemas. Isto reforça a necessidade de o Conselho estar se reunindo, registrando em ata, todas as discussões e encaminhamentos, realizando outros apontamentos para além deste questionário. Vale ressaltar que o Conselho deve também continuar recebendo do gestor o Relatório de Acompanhamento para análise. Este também subsidiará o CAE a preencher o questionário de acompanhamento no SIGECON e a emitir seu Parecer Conclusivo. 1) O CAE é comunicado pela Entidade Executora - EEx sobre o recebimento dos recursos financeiros? Sim; Não. 2) Selecione, caso existam, quais dos itens de infra-estrutura abaixo relacionados o CAE dispõe para exercer suas funções? Local apropriado para reuniões; Equipamentos de informática; Transporte para deslocamento dos conselheiros (reuniões, visitas às escolas, etc); Recursos humanos para execução de atividades de apoio; Outros.
9 3) Houve compra de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar e/ou do Empreendedor Familiar Rural ou suas organizações? Sim, foi executado o mínimo obrigatório de 30% na aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar e/ou do Empreendedor Familiar Rural ou suas organizações para alimentação escolar; Sim, porém não foi executado o mínimo obrigatório de 30% na aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar e/ou do Empreendedor Familiar Rural ou suas organizações para a alimentação escolar; Não. 4) Houve falta de fornecimento de refeições para os escolares nas instituições de ensino (inclusive filantrópicas ou comunitárias) durante o período letivo? Sim; Não. 5) Como foi realizada a entrega de alimentos nas escolas? Entrega de gêneros alimentícios às escolas; Repasse de recurso financeiro; Entrega de gêneros alimentícios e repasse de recurso financeiro. 6) Houve atendimento às escolas filantrópicas e/ou comunitárias durante os 200 dias letivos? Sim; Não; Não se aplica. 7) Havia nutricionista responsável técnico pelo Programa no município (ou estado, no caso de prestação de contas estadual) no ano da execução? Sim; Não. O FNDE validará a informação com os dados registrados no SINUTRI. 8) Existe cardápio elaborado para a alimentação escolar, de acordo com a legislação que rege o programa? Sim; Não. 9) É desenvolvida alguma atividade de Educação Alimentar e Nutricional? Sim; Não.
10 Após o preenchimento do questionário acima, o Sistema apresentará na Ação o ícone, o qual representa que o questionário já foi preenchido e pode ser visualizado em formato PDF. No entanto, este não mais poderá ser modificado, após concluído e finalizado. Recibo de envio certificação de autenticidade Pode ser conferido no site do FNDE autenticidade
11 Importante: o documento acima se refere ao Recibo, o qual certifica que o CAE realizou o Acompanhamento da Gestão, certificando que o Conselho respondeu todas as questões obrigatórias do questionário. Além disso, traz as informações do nome do presidente do CAE responsável pelo envio das informações, a data e a hora que o recibo foi gerado. ATENÇÃO! O destaque no recibo acima é uma observação importante para auxiliar o CAE atual que esteja realizando o acompanhamento da gestão no ano de 2013, caso este não seja o mesmo CAE que acompanhou as gestões de 2011 ou Por isso, a observação destaca que o Acompanhamento da Gestão foi realizada com base em informações disponíveis nesta data, o que não responsabilizará o atual CAE pelas informações prestadas, mas apenas pelo seu envio. Assim, somente após a finalização desta etapa é que o sistema possibilitará o preenchimento do Parecer Conclusivo! PARECER CONCLUSIVO 1º: Clicar na aba Parecer Conclusivo, conforme destacado abaixo; 2º: Clicar no link Ação, no ícone, para entrar na tela do Parecer Conclusivo. Vamos aqui dividir o Parecer Conclusivo em 3 fases. A 1ª chamaremos de Fase Financeira, a 2ª fase chamaremos de Parecer Conclusivo propriamente dito e a 3ª fase chamaremos de Conselheiros que assinaram o parecer. Obs.: Esta divisão é somente para fins didáticos, pois a prestação de contas é um só processo!
12 Fase Financeira: 1º: Na tela abaixo, é possível a inclusão das Identificações de Prejuízos Financeiros que não foram registrados pelo gestor no SIGPC. Caso já tenham sido ressaltadas pelo gestor, o CAE poderá visualizá-las no SIGPC, através do link já mencionado anteriormente que permite o acesso aos dados gerados pelo gestor. 2º: Para incluir algum prejuízo financeiro identificado pelo CAE, este deverá clicar no combo Adicionar identificação de prejuízo, destacado pela seta azul acima. Obs: caso o CAE não tenha conhecimento de prejuízos financeiros, deverá clicar na opção Não foi possível identificar prejuízos financeiros pelo conselho, conforme apontado pela seta vermelha acima. 3º: Ao clicar na seta de adição de prejuízo financeiro, aparecerão 5 opções, conforme a tela abaixo mostrada.
13 4º: O CAE poderá incluir as 5 possibilidades disponibilizadas de prejuízos financeiros, as quais para o FNDE tem os seguintes significados: Impugnação de despesa: Quando há pagamento de despesas não previstas com recursos do Programa. No caso do PNAE, essa impugnação ocorrerá, por exemplo, quando há a compra de outros elementos que não são gêneros alimentícios, comprovação de superfaturamento das compras, desperdício e perda de gêneros alimentícios, por exemplo. Despesa não comprovada: Se houver pagamento no extrato bancário (ex.: tarifas de modo geral) ou saques sem o registro do comprovante de despesa, tais recursos devem ser restituídos. Não aplicação no mercado financeiro: Enquanto não utilizados os recursos devem, obrigatoriamente, ser aplicados no mercado financeiro. Se isso não ocorrer, será cobrado o valor do prejuízo ocasionado pela não aplicação dos recursos no mercado financeiro. Falta de oferta mínima de 3 refeições no Mais Educação: quando não for atendido o proposto na Resolução FNDE nº 38/2009, art. 43, ou seja, não foi ofertada nenhuma refeição, ou ofertadas apenas 1 ou 2 refeições. Atendimento inferior a 200 dias (exceto Mais Educação): quando não houver atendimento em todos os dias letivos estabelecidos pela legislação, ou seja, atendimento inferior a 200 dias letivos, deverá ser apontado pelo CAE. 5º: Ao selecionar uma das opções, outros dados serão solicitados para preenchimento, conforme cada caso, detalhados a seguir:
14 Impugnação de despesa Para este tipo de prejuízo, será necessário que o CAE responda as questões obrigatórias abaixo, assinaladas com *. Para tanto, o Conselho precisará ter averiguado com maiores detalhes estas despesas. Tipo de documento: cheque, transferência, doc., juros, etc. Aparecerão as opções ao clicar em selecione. Número do documento: o nº constante no documento identificado acima. Por exemplo: nº do cheque, nº da transferência. Identificação do lançamento: Data do lançamento: data que está registrada no documento da despesa. OBS: na tela abaixo, além destes dados solicitados sobre a despesa identificada, o CAE deverá selecionar os motivos desta impugnação de despesas, sendo permitido marcar mais de uma opção.
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16 Despesa não comprovada OBS: Para este tipo de prejuízo, será necessário que o CAE responda as questões obrigatórias abaixo, assinaladas com *.
17 Não aplicação no mercado financeiro OBS: para este tipo de prejuízo, os valores do prejuízo a serem informados são de preenchimento opcional.
18 Falta de oferta mínima de 3 refeições no Mais Educação OBS: para este tipo de prejuízo, os valores do prejuízo a serem informados pelo CAE são de preenchimento opcional. Atendimento inferior a 200 dias (exceto Mais Educação) OBS: para este tipo de prejuízo, os valores a serem informados pelo CAE são de preenchimento opcional.
19 Parecer Conclusivo: Nesta etapa, o CAE deverá incluir a data em que foi realizado o parecer conclusivo e assinalar dentre as 3 opções para concluir o processo de prestação de contas: Inicialmente, é importante saber qual o entendimento de cada definição das opções apontadas no parecer pelo CAE: Aprovada: a execução ocorreu nos moldes estabelecidos pela Resolução vigente à época; Aprovada com ressalva: a execução ocorreu nos moldes estabelecidos pela Resolução vigente à época, porém ocorreram impropriedades na execução do PNAE; Não aprovada: os recursos não foram utilizados em conformidade com o disposto nos normativos, desta forma, a execução ficou comprometida, uma vez que o objeto e/ou objetivo do programa não foi alcançado. Objeto: aquisição de gêneros alimentícios Objetivo: contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram as suas necessidades nutricionais durante o período letivo. Vale destacar que o entendimento dos termos IMPROPRIEDADE (na opção Aprovada com Ressalva ) e IRREGULARIEDADE, para fins deste sistema de prestação de contas significam: - Impropriedade: falha de natureza formal, ou seja, ação imprópria porque não foi feita da forma definida no regulamento; está presente no descumprimento do arcabouço legal (não só da norma específica), mas sem causar dano ao erário. - Irregularidade: é caracterizada pela não observância dos princípios, constatando a existência de desfalque, alcance, desvio de bens ou outra irregularidade de que resulte prejuízo quantificável para o erário
20 Verificando a Lei n. 8443/1992 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), transcrita a seguir, observa-se que a doutrina é muito alinhada à previsão desse instrumento legal. Art. 16. As contas serão julgadas: I - regulares, quando expressarem, de forma clara e objetiva, a exatidão dos demonstrativos contábeis, a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável; II - regulares com ressalva, quando evidenciarem impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal de que não resulte dano ao Erário; III - irregulares, quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências: a) omissão no dever de prestar contas; b) prática de ato de gestão ilegal, ilegítimo, antieconômico, ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou patrimonial; c) dano ao Erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ao antieconômico; d) desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos. 1 O Tribunal poderá julgar irregulares as contas no caso de reincidência no descumprimento de determinação de que o responsável tenha tido ciência, feita em processo de tomada ou prestarão de contas. 2 Nas hipóteses do inciso III, alíneas c e d deste artigo, o Tribunal, ao julgar irregulares as contas, fixará a responsabilidade solidária: a) do agente público que praticou o ato irregular, e b) do terceiro que, como contratante ou parte interessada na prática do mesmo ato, de qualquer modo haja concorrido para o cometimento do dano apurado. 3 Verificada a ocorrência prevista no parágrafo anterior deste artigo, o Tribunal providenciará a imediata remessa de cópia da documentação pertinente ao Ministério Público da União, para ajuizamento das ações civis e penais cabíveis. Ainda pelo sítio do TCU, no GLOSSÁRIO DE TERMOS DO CONTROLE EXTERNO verifica-se a definição na mesma esteira da Lei nº 8443/1992 Impropriedades - falhas de natureza formal de que não resulte dano ao erário e outras que têm o potencial para conduzir à inobservância aos princípios de administração pública ou à infração de normas legais e regulamentares, tais como deficiências no controle interno, violações de cláusulas, abuso, imprudência, imperícia. Irregularidades - prática de ato de gestão ilegal, ilegítimo, antieconômico, ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional ou
21 patrimonial, dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ou antieconômico, desfalque ou desvio de dinheiros, bens ou valores públicos. OBS: Aprovada com Ressalva: Dentre as 3 opções do parecer, ao clicar em Aprovada com Ressalva, aparecerão as ocorrências descritas abaixo, as quais estão subdivididas nos seguintes blocos temáticos: - Aquisição de gêneros alimentícios - Higiene e condições das instalações - Oferta da alimentação escolar e Educação Alimentar e Nutricional - Conselho de Alimentação Escolar - Educação integral ATENÇÃO: Todas as ocorrências que aparecerão na opção Aprovada com Ressalva quer dizer que a falha identificada não houve prejuízo financeiro. Além disso, poderão ser assinaladas mais de uma opção!
22 Assim, detalharemos cada uma delas para o entendimento dos termos utilizados para fins deste SIGECON no termo Aprovada com Ressalva, além da sua fundamentação legal. Aquisição de gêneros alimentícios Ocorrências Explicação Fundamentação legal 1. Falhas nas chamadas públicas para aquisição da agricultura familiar 2. Falhas nos processos licitatórios 3. Não priorização de comunidades indígenas ou quilombolas 4. Não priorização de gêneros produzidos localmente Houve falha no processo de elaboração, publicação ou forma da Chamada Pública para aquisição de gêneros da agricultura familiar. Alguma falha nas licitações realizadas durante o ano de execução do Programa, como por exemplo, não aplicação da modalidade de licitação de acordo como montante de recursos recebidos. Conforme a Lei, caso exista grupos de produtores indígenas ou quilombolas em seu município ou estado, estes deverão ser priorizado para compra dos gêneros alimentícios da agricultura familiar. Conforme a Lei, caso exista grupos de produtores locais Art. 21 da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Art.18, 6º, da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Art. 14 da Lei /2009 Art. 14 da Lei /2009
23 5. Não priorização de grupo formal da agricultura familiar 6. Não priorização dos assentados da reforma agrária 7. Não realização de chamada pública para aquisição da agricultura familiar 8. Não respeito à sazonalidade da oferta de alimentos 9. Não respeito ao limite individual de venda por agricultor familiar estes devem ser priorizados em relação aos demais produtores de outras regiões para compra dos gêneros alimentícios da agricultura familiar. Para a Resolução do FNDE, caso haja grupos formais da agricultura familiar, ou seja, grupos de produtores organizados em cooperativas ou associações, estes devem ser priorizados. Conforme a Lei, caso exista grupos de produtores assentados da reforma agrária em seu município ou estado, este deverá ser priorizado para compra dos gêneros alimentícios da agricultura familiar. Não houve a elaboração da Chamada Pública para aquisição de gêneros da agricultura familiar. Para que haja produtos frescos e com preços mais acessíveis, deve-se priorizar a compra dos alimentos que estejam disponíveis na safra daquele alimento, para assim se respeitar a sazonalidade dos gêneros alimentícios. No ano de 2011, o limite de venda por agricultor era de R$ 9.000,00. Para o ano de 2012, o limite de venda por agricultor passou a ser de R$ ,00. Art.23, 4º, da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Art. 14 da Lei /2009 Art. 14, da Lei /2009 Art. 19, IV, da Lei /2009 Art. 2º da Resolução CD/FNDE 25/2012
24 10. Recibos ou notas fiscais sem identificação do Programa 11. Transferência dos recursos da conta do PNAE para outra conta da Entidade Executora Todos os recibos ou notas fiscais que tiveram registro de compra de alimentos destinados ao PNAE, devem ser identificadas com o nome do programa. É vedado transferir os recursos financeiros recebidos pelo FNDE, em conta específica, para conta diversa daquela aberta pelo próprio FNDE. Art. 57 da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Art. 30, inciso V parágrafo único da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Conselho de Alimentação Escolar Ocorrências Explicação Fundamentação legal Caso o CAE tenha tido dificuldades, de todas as formas, de acesso as 12. Dificuldade de acesso informações e documentos Art. 28, II, da Resolução aos documentos de prestação de que deveriam ser fornecidos CD/FNDE nº 38/2009 contas da Entidade Executora pela EEx. para subsidiar a análise do CAE, poderá ser apontado como ressalva. Quando não houve disponibilização pela EEx. de 13. Não disponibilização de local com ambiente apropriado Art. 28, I, a, da local apropriado pela Entidade ao CAE para realizar suas Resolução CD/FNDE nº Executora para as reuniões do reuniões, seja em sala própria 38/2009 CAE ou em outra sala disponibilizada pela EEx. Quando não houve disponibilização pela EEx. de 14. Não disponibilização de carro ou outro meio de Art. 28, I, c, da transporte pela Entidade transporte ao CAE para Resolução CD/FNDE nº Executora para as visitas realizar suas visitas técnicas 38/2009 técnicas do CAE em escolas, armazéns centrais ou a agricultores familiares, por exemplo.
25 Educação integral Ocorrências Explicação Fundamentação legal Para atendimento do Programa Art. 41 da Resolução 15. Falta de cozinhas e Mais Educação ou para atender CD/FNDE nº 38/2009 refeitórios nas escolas os estudantes que permanecem por, no mínimo, 7 horas na escola, deverão ter disponíveis cozinhas e refeitórios adequados para oferecer as refeições neste período. 16. O plano pedagógico não Para atendimento do Programa Mais Educação ou do próprio Art. 41 da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 apresenta o tema da alimentação saudável e adequada PNAE, deverão ser inseridos nos planos pedagógicos das escolas um planejamento para discussão do tema alimentação saudável e adequada com os estudantes atendidos, como estratégia de atingimento do objetivo do Programa. Higiene e condições das instalações Ocorrências Explicação Fundamentação legal O armazenamento dos alimentos deve ser realizado 17. Armazenamento Art.25, 3º da Resolução em local apropriado para inadequado dos alimentos CD/FNDE nº 38/2009 guarda e conservação de gêneros alimentícios. Para atendimento do PNAE e para a produção de refeições, é necessário que existam 18. Falta de cozinhas em Art.25, 3º, da Resolução cozinhas nas escolas, para escolas CD/FNDE nº 38/2009 aquelas EEx. que tem como gestão a produção de refeições na própria escola. Para o adequado atendimento ao PNAE e a correta Art. 41, da Resolução 19. Falta de estrutura distribuição de refeições, é CD/FNDE nº 38/2009 adequada nos refeitórios necessário que existam (Mais educação) refeitórios nas escolas, além de
26 20. Falta de higiene dos manipuladores de alimentos (merendeiras) 21. Falta de higiene no ambiente de produção das refeições 22. Falta de infra-estrutura adequada nas cozinhas 23. Falta de refeitórios em escolas possuírem uma correta infraestrutura, como mesas e cadeiras adequadas e suficientes. Os manipuladores de alimentos, ou seja, as(os) merendeiros(as) no ambiente de produção e distribuição de alimentos devem apresentar-se de maneira adequada, utilizando, por exemplo, uniformes, toucas, sapatos fechados, etc. O ambiente de produção de refeições deve ser adequado conforme as normas sanitárias. Para o adequado atendimento ao PNAE e para a correta produção de refeições, é necessário que existam cozinhas nas escolas, além de possuírem uma infra-estrutura adequada. Para atendimento do PNAE e a distribuição de refeições, é necessário que existam refeitórios nas escolas, para que haja um local apropriado aos estudantes se alimentarem. Art.25 3º da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 e Resolução RDC n 216, de 15 de setembro de 2004 Art.25, 3º da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Resolução RDC n 216, de 15 de setembro de 2004 Art.25, 3º, da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Art.25, 3º, e Art. 41 da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 (Mais educação) Oferta da alimentação escolar e Educação Alimentar e Nutricional Ocorrências Explicação Fundamentação legal As ações de EAN fazem parte das estratégias para 24. Ações pouco frequentes atendimento dos objetivos a Art. 13 da Resolução de educação alimentar e serem atingidos pelo PNAE. CD/FNDE nº 38/2009 nutricional - EAN Portanto, não devem ser pontuais e pouco freqüentes
27 25. Inexistência de cardápios adequados para os que necessitam de atenção específica 26. Não afixação de cardápios nas escolas com as informações nutricionais 27. Não aplicação do teste de aceitabilidade conforme estabelecido nas escolas. Para o PNAE, deve-se elaborar cardápio que atendam as necessidades dos estudantes que possuam atenção especifica, como por exemplo, os diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes a lactose, etc. É necessário que o cardápio planejado para ser executado estejam disponíveis nas escolas para visualização das preparações que serão oferecidas, além de conter suas informações nutricionais, como os valores dos macro e micronutrientes prioritários pela normativa do FNDE. A aplicação do teste de aceitabilidade para averiguação da aceitação pelos estudantes do PNAE é de realização obrigatória. Art. 15 da Resolução CD/FNDE nº 38/2009 Acórdão n.º 2576/2009 TCU Plenário Art. 25 5º e 6º da Resolução CD/FNDE nº 38/2009
28 Conselheiros que assinaram o Parecer: A seguir, deverão ser selecionados na tela os membros do conselho que assinaram o Parecer Conclusivo do CAE. Para que sejam relacionados os conselheiros na tela, é necessário selecionar inicialmente o mandato que é ou foi responsável por aquele período que está se prestando contas. Por exemplo, se está prestando contas da execução de 2011 e o atual Conselho é o mesmo vigente em 2011, selecione o mandato atual. Se está se prestando contas de 2011, mas o mandato era outro diferente do atual, seleciona-se o mandato anterior. Observe que é obrigatório que ao menos o presidente esteja marcado nesta tela; após isso clicar no botão próxima.
29 Conclusão e Envio do Parecer: Finalmente, aparecerá a tela abaixo de confirmação e envio do Parecer Conclusivo, destacando o resultado apontado pela CAE e a data do Parecer. Caso o CAE ainda queira adicionar ou corrigir alguma informação, este poderá clicar no botão Anterior, para voltar as telas anteriores. Caso esteja tudo conforme o CAE assinalou, poderão clicar em Enviar parecer. Atenção! Após esse processo de envio, nenhuma alteração poderá ser feita. OBS: O responsável somente poderá modificar os dados informados, mediante solicitação ao FNDE, por Ofício, o qual poderá autorizar a liberação desse procedimento no Sigecon.
30 Pronto. A partir da tela abaixo, a Prestação de Contas do PNAE do ano selecionado foi enviada! O Recibo do Parecer Conclusivo poderá ser visualizado, arquivado e conferido no site do FNDE. Recibo de envio certificação de autenticidade Pode ser conferido no site do FNDE autenticidade
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