Vantagens e Oportunidades
|
|
|
- Vergílio Beppler Casado
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PEFC Vantagens e Oportunidades PEFC Portugal Paula Salazar FLORESTAR SUSTENTABILIDADE DA FLORESTA Nº 2004/EQUAL/A2/EE/161 Vantagens e Oportunidades Razões para aderir à certificação PEFC Promovendo a Gestão Florestal Sustentável para mais informação: 1
2 CERTIFICAÇÃO PEFC O PEFC é um quadro global para o mútuo reconhecimento de esquemas de certificação florestais nacionais e visa promover a GFS e produtos certificados em todo o Mundo. As normas utilizadas pelos membros do PEFC a nível nacional são baseadas nos critérios para a GFS acordados pelos governos, nos processos intergovernamentais para GFS em todo o mundo. O PEFC é a escolha de mais de 15 Milhões de proprietários florestais nos países Europeus. Certificação Regional/ Grupo Referencial Técnico Permite a participação num sistema onde são aplicadas boas práticas de gestão florestal que irão contribuir para a melhoria da rendibilidade da exploração florestal e simultaneamente, dos aspectos sociais e ambientais locais. Partilha equilibrada de custos: A aplicação de um sistema regional/grupo tem o melhor rácio beneficio/custo porque os custos são partilhados e existe apenas uma entidade encarregue da certificação. 2
3 Na pratica, em que consiste? A madeira cortada não é em maior quantidade do que a madeira regenerada; As árvores são replantadas ou naturalmente restabelecidas por regeneração natural após corte; Os direitos dos trabalhadores e a sua segurança são protegidos; O emprego local é encorajado; Os direitos das populações locais, isto é, das populações que vivem da floresta e dos bens nelas produzidos são respeitados; Na pratica, em que consiste? As florestas são mantidas como habitats da vida selvagem fauna e flora; As funções de protecção da água, solo e clima atribuídas à floresta são protegidas; A biodiversidade dos ecossistemas florestais é mantida; A origem da matéria prima florestal nos produtos com logotipo PEFC é verificada. 3
4 Vantagens da Certificação PEFC Melhora a gestão - Optimiza processos e recursos: aumenta a produtividade e competitividade Permite demonstrar o compromisso com a GFS, afirmando uma atitude responsável perante a sociedade em geral - contribui para melhorar a imagem da floresta, dos seus proprietários e da actividade florestal no seu conjunto - Satisfação dos clientes/partes interessadas Permite acesso a mercados com exigências cada vez maiores, pela diferenciação positiva de matéria-prima com origem em áreas sob gestão florestal sustentável activa. Vantagens da Certificação PEFC Traz vantagens competitivas face a outros locais/produtos florestais semelhantes mas não certificados. Contribuir para a competitividade e afirmação das empresas de base florestal, assegurando a qualificação da matéria-prima no início da cadeia de responsabilidade. Permite o acesso, a médio longo prazo, a concursos/subvenções mais atractivas do que as que seriam possíveis sem um certificado de gestão florestal. 4
5 Vantagens / Oportunidades de Mercado Aquisições globais + vendas globais através da Cadeia de Responsabilidade internacional. Posicionamento: Os primeiros ganham vantagens competitivas. Aumenta / alarga opções e possibilidades. Conquista os valores da marca (Q3) Area Certified by CSA, PEFC (including CSA), FSC and SFI- (millions ha) PEFC FSC CSA SFI Q3 Importante Instrumento de Comunicação e Marketing Melhora a imagem e demonstra espírito de liderança. Promove os produtos de base florestal como renováveis e amigos do ambiente. Cria acesso ao mercado de produtos certificados PEFC para a comunicação de ambos produtos (on- e off- product) 5
6 Fonte Segura e Transparente Assegura que os produtos de base florestal provêm de fontes legais e sustentáveis. Assegura o negócio nas relações comerciais futuras (os clientes pedem provas). Dar uma prova documentada e independentemente verificada. Estabilidade a longo termo O PEFC é o esquema escolhido por uma grande maioria de empresas de base florestal na Europa e América. Competitividade no mercado global requer sistemas disponíveis internacionalmente. A disponibilidade de matéria prima é assegurada pelo PEFC (8 % da floresta mundial, com dominância na Europa e Norte da América). Os número de certificadas de Cadeia de Responsabilidade PEFC estão a aumentar rapidamente. 6
7 Benefícios financeiros A procura por produtos certificados em certos mercados é maior que a oferta. As receitas com produtos certificadas vão manter-se mais altas comparativamente a produtos não certificados Instituições Financeiras estão a aumentar a procura de CSR num variado leque de aspectos ambientais que possam afecta o risco de cotação das empresas. Razões Promovendo a Gestão Florestal Sustentável para mais informação: 7
8 Situação Actual Grupos de consumidores/clientes procuram provas de que os produtos de base florestal (principalmente papel e madeira) são de origens sustentáveis. Politicas de aquisição Publicas/ Autoridades Governamentais e de Empresas exigem provas de que as matérias primas (madeira/outros produtos de origem florestal) provêm de GFS. Empresas competem com concorrentes internacionais para produtos iguais ou semelhantes mas em condições diferentes. Produzir ou usar apenas produtos reciclados é inviável Sector florestal (madeira) alvo de campanhas nos media por parte de ONGAs. Projecção PEFC políticas de aquisição públicas A certificação PEFC é reconhecida nas politicas de aquisição dos Governos Belga, Dinamarquês, Francês, Japonês, Neozelandês, Suíço, Inglês. Parlamente UE (Resolução de 16 Fevereiro 2006) - considera o sistema de certificação PEFC capaz de assegurar os princípios de GFS aos consumidores As politicas de aquisição publicas dos Governos Australiano, Canadiano, Finlandês, Alemão, Dinamarquês, Espanhol e Sueco em desenvolvimento 8
9 Guias de Compras Governamentais Belga Inglês Projecção PEFC Politicas de aquisição privadas (ex. Cadeias de distribuição francesas, Antalis, Gong Verlag Publishing house, na Alemanha) O papel de impressão PEFC é usado para demostrar uma escolha responsável quando imprime circuares, catalogos, etc. (Groupo Japanese, Isetan) Nos correios na Alemanha é usado papel de escritório certificado PEFC, YES paper, REY paper 9
10 Projecção do PEFC Avaliação positiva na matriz comparativa e independente da CEPI Matrix ( O PEFC é usado como indicador no index de sustentabilidade das universidades de Yale e Columbia O estudo da Savcor Indufor Oy nos países escandinavos (Novembro 2005) revela que o PEFC melhorou as normas de GFS ( 10
11 O logotipo PEFC logo permite comunicar sobre os princípios de sustentabilidade aos consumidores Exemplos de produtos rotulados no mercado 11
12 FLORESTAR SUSTENTABILIDADE DA FLORESTA PARCERIA ADIACT BOSQUES, LDA FAGRORURAL FERREIRA & SEIXAS, LDA FORESTIS PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS PROMOLOURES, CRL Projecto financiado por: 12
PEFC O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL
PEFC TUDO O QUE PRECISA SABER SOBRE A CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PEFC/13-01-01 PROGRAMA PARA O RECONHECIMENTO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL PORQUE É IMPORTANTE CUIDAR DA FLORESTA? As florestas desempenham um papel
Cadeia de Responsabilidade: Certificação de Grupo e de Projeto
Cadeia de Responsabilidade: Certificação de Grupo e de Projeto A Certificação da CdR Sistema de Certificação Florestal Sustentável: Baseado no conceito de Sustentabilidade, em que um proprietário, um gestor
Produtos florestais certificados pela SCA
Produtos florestais certificados pela SCA PE FC /05-33-132 Promoting Sustainable Forest Management www.pefc.org PORQUE QUE É QUE ME INTERESSA? A certificação florestal estabelece uma verdadeira ligação
Sustentabilidade. Certificações Ambientais
Certificações Ambientais Introdução Cada vez mais, a sociedade exige que as empresas sejam ambientalmente responsáveis. A preocupação por uma correcta conservação do meio ambiente faz com que o mercado
Florestar Sustentabilidade da Floresta
1. ENQUADRAMENTO 1.1 INTRODUÇÃO O Projecto Florestar Sustentabilidade da Floresta com intervenção na região Norte (distritos de Bragança, Vila Real, Braga e área de intervenção do Parque Nacional da Peneda-Gerês)
1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os
A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO NA DINAMIZAÇÃO DA ACTIVIDADE EMPRESARIAL 1. Tradicionalmente, a primeira missão do movimento associativo é a de defender os interesses das empresas junto do poder
PROJECTO DE RELATÓRIO
ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP- UE Comissão de Desenvolvimento Económico, Finanças e Comércio 3.9.2007 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o impacto do investimento directo estrangeiro (IDE) nos Estados
Identificação da empresa
Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias
MEMORANDO DE ENTENDIMENTO
MEMORANDO DE ENTENDIMENTO RELATIVO À CONTRIBUIÇÃO DA FINAGRA PARA O OBJECTIVO EUROPEU DE PARAR A PERDA DE BIODIVERSIDADE ATÉ 2010 Declaração de Compromisso A Herdade do Esporão (Reguengos de Monsaraz)
ExploraçãoIlegalde Madeira O Problema Europeu
ExploraçãoIlegalde Madeira O Problema Europeu Dissertação apresentada à Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Cências e Tecnologia, para a obtenção do grau de Mestre em Energia e Bioenergia Orientador:
Certificação ambiental a) Sistema de Gestão Ambiental
Certificação ambiental A certificação dos sistemas de gestão atesta a conformidade do modelo de gestão de fabricantes e prestadores de serviço em relação a requisitos normativos. Os sistemas clássicos
Auto-suficiência alimentar: mitos e realidades
Ciclo de Conferências Gulbenkian/Público O Futuro da Alimentação, Ambiente, Saúde e Economia Auto-suficiência alimentar: mitos e realidades Francisco Avillez Professor Emérito do ISA, UTL e Coordenador
Referenciais da Qualidade
2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo
NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio
Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema
Marco Referencial da Educação Ambiental. Orientações para ações do Prevfogo. I - Bases Conceituais Legais. II - Foco do Prevfogo
Marco Referencial da Educação Ambiental Orientações para ações do Prevfogo I - Bases Conceituais Legais II - Foco do Prevfogo I - Bases Conceituais Legais: O Brasil é um dos poucos países do mundo onde
POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP
POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator
01. Missão, Visão e Valores
01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer
Responsabilidade Ambiental do INOVINTER
Título Do Documento Página 1 de 11 Responsabilidade Ambiental do INOVINTER Versão 1 Página 2 de 11 FICHA TÉCNICA Título Re sponsabilidade Ambie ntal do INOVINT ER Coordenação Direção (Álvaro Cartas) Autoria
www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015
54 CAPA www.economiaemercado.sapo.ao Agosto 2015 CAPA 55 ENTREVISTA COM PAULO VARELA, PRESDIDENTE DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA PORTUGAL ANGOLA O ANGOLA DEVE APOSTAR NO CAPITAL HUMANO PARA DIVERSIFICAR
Por que escolher ser um pequeno produtor certificado FSC?
Por que escolher ser um pequeno produtor certificado FSC? INTRODUÇÃO AO FSC O que é FSC? O FSC é uma organização independente, não governamental e sem fins lucrativos criada para promover o manejo responsável
COMISSÃO DE DIREITO DO TRABALHO
48º Congresso UIA 1 / 5 Setembro 2004 COMISSÃO DE DIREITO DO TRABALHO RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS EM PORTUGAL 3 Setembro 2004 Pedro Botelho Gomes (JPAB - José Pedro Aguiar-Branco & Associados)
Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000
Sociedade & Natureza Sistema de Gestão Ambiental & Certificação SGA - ISO 14.000 Introdução EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL Passou por três grandes etapas: 1ª. Os problemas ambientais são localizados e atribuídos
PARCERIAS. Terceiro Setor e Setor Privado
Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida www.apremavi.org.br PARCERIAS Terceiro Setor e Setor Privado Definição (Aurélio) Parceria Reunião de pessoas para um fim de interesse comum Parceiro
ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC
ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC 1 Sumário Executivo 1 - A China em África 1.1 - Comércio China África 2 - A China em Angola 2.1 - Financiamentos 2.2 - Relações Comerciais 3 - Características
Carta Europeia de Turismo Sustentável no Parque Nacional da Peneda Gerês. III Jornadas da Rede Ibérica Cazorla, 14-16 Fevereiro 2008
III Jornadas da Rede Ibérica Cazorla, 14-16 Fevereiro 2008 Primeira AP criada em Portugal (1971) A única AP com estatuto de Parque Nacional Área 70 hectares População: 9000 habitantes Baixa Limia-Serra
PROJECTO DE RELATÓRIO
ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio ACP-EU/101.516/B/13 18.08.2013 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a cooperação Sul-Sul e a cooperação
Índice. rota 4. Enquadramento e benefícios 6. Selecção de fornecedores 8. Monitorização do desempenho de fornecedores 11
rota 4 FORNECEDORES Rota 4 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Selecção de fornecedores 8 Percurso 2. Monitorização do desempenho de fornecedores 11 Percurso 3. Promoção do Desenvolvimento
Regularização Fundiária de Unidades de Conservação Federais
Programa 0499 Parques do Brasil Objetivo Ampliar a conservação, no local, dos recursos genéticos e o manejo sustentável dos parques e áreas de proteção ambiental. Indicador(es) Taxa de proteção integral
Descarbonizar a economia Competitividade Desenvolvimento sustentável
Descarbonizar a economia Competitividade Desenvolvimento sustentável O BCSD Portugal Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável é uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública,
Caderno de Encargos para desenvolver a componente técnica do Carbon Footprint
Caderno de Encargos para desenvolver a componente técnica do Carbon Footprint Label para Produtos de Base Florestal Av. Comendador Henrique Amorim 580 Apartado 100 4536904 Santa Maria de Lamas Telf. 22
Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social
Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,
CFLinfo 180 Janeiro de 2010. Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas
CFL info Informação do Sector de Frutos e Produtos Hortícolas www.cap.pt Nº180 - Janeiro de 2010 Organizações de Produtores de F&H na UE Situação actual e perspectivas O secretariado do COPA-COGECA elaborou
As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência
A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu Nuno Teixeira CCDR-LVT 26.Novembro.2010 A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu 1 ÍNDICE I. A coesão no espaço europeu II. O Tratado
CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE
CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE A Organização das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o objetivo de trazer ao debate público
Água Quente Solar para PORTUGAL (AQSpP) E. Maldonado DGE
Água Quente Solar para PORTUGAL (AQSpP) E. Maldonado DGE Programa AQS Acção específica prevista no Plano Energético Nacional Implementação a cargo da DGE com apoio do POE (2002-2004, 1.035.000 ) Execução
Planejamento do CBN 2008. Política Nacional de Normalização. Processo de produção de normas. Antecedentes. Objetivo. Propor a
Objetivo Planejamento do CBN 2008 Propor a Política Nacional de Normalização. Processo de produção de normas Antecedentes Normas nacionais devem ser: necessárias e demandadas utilizadas acordadas o mais
A inovação e essencial à competitividade
Crédito A inovação e essencial à competitividade das empresas Financiamento para a inovação e desenvolvimento do sector agrícola, agro-alimentar e florestal sai reforçado no mais recente Quadro Comunitário
Medidas de apoio à inovação
Medidas de apoio à inovação Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020 Maria Pedro Silva Organização: Apoio Institucional: Grupos Rede INOVAR The Portuguese Agro, Food and Forest Innovation Network Rede
Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias
1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime
Fondo Europeo de Desarrollo Regional
Anúncio da Autoridade de Gestão (Vice-secretaria da Economia e Assuntos Económicos com a União Europeia do Governo das Canárias), pelo qual se dá publicidade à primeira convocatória do Programa Operacional
Os Cuidados na Comprovação dos Requisitos de Sustentabilidade
Os Cuidados na Comprovação dos Requisitos de Sustentabilidade Rafael Setúbal Arantes EPPGG/Diretor-Adjunto DELOG/SLTI/MP Decreto nº 7.746, de 2012 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Fundamentação Legal Art. 2o
Sustentabilidade do Setor Florestal
Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com
PROJETO DE RELATÓRIO
PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários 25.9.2013 2013/2174(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre os seguros contra catástrofes naturais ou de origem humana (2013/2174(INI))
Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL
Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Começo por agradecer a todos terem vindo a este seminário. Em especial à Senhora Secretária de Estado que muito nos honra com a sua presença
CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA
CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA António Gonçalves Henriques CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA CONCEITOS DE BASE Biodiversidade ou Diversidade Biológica é o conjunto das diferentes
NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952
NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?
Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Prioridades da presidência portuguesa na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Prioridades da presidência portuguesa da União Europeia na área de Ciência e Tecnologia Construir o futuro da Ciência e da
Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha
Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar
NCE/10/01746 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/10/01746 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Coimbra
DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL
DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando o seu compromisso com a plena realização dos direitos humanos e das liberdades fundamentais proclamadas na Declaração
RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA
RESPONSABILIDADE SOCIAL Porquê? Enquadramento 7 Príncipios 3 Expectativas Para quê? Principais benefícios Vantagens O quê? Descrição dos serviços ÍÍNDICE Com quem? Profissionais especializados Porquê?
URBAN II Em apoio do comércio e do turismo
[Página 1 capa] Utilizar da melhor forma os fundos estruturais URBAN II Em apoio do comércio e do turismo O que é e sugestões para candidaturas a projectos bem sucedidas Com esta publicação, a DG Empresa
O papel de Portugal no mundo é mais importante do que imagina
Informação 8 de Fevereiro de 2011 Campanha institucional do grupo Portucel Soporcel arranca hoje O papel de Portugal no mundo é mais importante do que imagina Arranca hoje a nova campanha institucional
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Resposta à nova ambição económica Resposta à nova ambição económica 02-07-2012 Novo Modelo para o Ecossistema
inovação e normalização José Augusto A. K. Pinto de Abreu Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 2010
inovação e normalização José Augusto A. K. Pinto de Abreu Rio de Janeiro, 2 de Setembro de 2010 Bilhões de US$ A explosão do comércio internacional 18.000 16.000 14.000 12.000 10.000 8.000 6.000 4.000
Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização
Empresas Responsáveis Questionário de Sensibilização 1. Introdução O presente questionário ajudá-lo-á a reflectir sobre os esforços desenvolvidos pela sua empresa no domínio da responsabilidade empresarial,
Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse
Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse No Módulo 2... Porquê realizar uma análise de grupos de interesse? Identificação dos grupos de interesse Avaliação da importância e influência dos grupos de interesse
Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009
Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Introdução Educação e Saúde partilham os mesmos objectivos. Objectivos comuns permitem que as escolas se transformem
PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:
PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades
ACORDO MUNDIAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ARCELOR
ACORDO MUNDIAL SOBRE OS PRINCÍPIOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ARCELOR Entre: Por um lado, A sociedade ARCELOR SA, sociedade-mãe do Grupo ARCELOR, representada por Guy DOLLÉ, Presidente da Direção Geral
Imaginem o vinho de baixo carbono
Imaginem o vinho de baixo carbono 1 Imaginem o vinho de baixo carbono Nos últimos cem anos, uma combinação do crescimento da população, desflorestação e industrialização, provocou um aumento considerável
Promover a saúde Pública. Ciclo de Vida dos Medicamentos
Promover a saúde Pública Ciclo de Vida dos Medicamentos O que são medicamentos? São substâncias ou composições de substâncias que devidamente manipuladas, se aplicam ao organismo com o fim de prevenir,
Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO
Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para
Estratégias. Chapter Title Gestão Grupos Empresas. 15/e PPT. Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy University-Florida Region
McGraw-Hill/Irwin 2007 The McGraw-Hill Companies, Inc. All rights reserved. 9 Estratégias Chapter Title Gestão Grupos Empresas 15/e PPT Screen graphics created by: Jana F. Kuzmicki, Ph.D. Troy University-Florida
Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes
Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações da Economia social Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria Lucinda Maria Pereira Lopes A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um
Compras Públicas Sustentáveis
Seminário Produção e Consumo Sustentáveis Compras Públicas Sustentáveis Elenis Bazácas Corrêa Auditora Pública Externa Parte I - Atuação do Tribunal de Contas - gestão socioambiental. Parte II - Compras
Caux Round Table Principles for Business (Portuguese Translation) OS PRINCÍPIOS DE CAUX COMPORTAMENTO EMPRESARIAL PARA UM MUNDO MELHOR
Caux Round Table Principles for Business (Portuguese Translation) OS PRINCÍPIOS DE CAUX COMPORTAMENTO EMPRESARIAL PARA UM MUNDO MELHOR Introdução Este documento foi elaborado pela Mesa Redonda de Caux,
Enquadramento Turismo Rural
Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o
Testemunho Empresa Certificada
Testemunho Empresa Certificada GERTAL - COMPANHIA GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO, S.A. 1 A NOSSA VISÃO Assegurar permanentemente as soluções de alimentação que levem os nossos Clientes a optarem pela
Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos. Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais
Mineração de aterros - enquadramento na estratégia de resíduos Joana Sabino Chefe da Divisão de Resíduos Sectoriais Missão Executa a sua missão através da cooperação próxima e articulada com outros organismos
PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL
2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência
Regulamentos da UE sobre Comércio Madeira Implementação em Portugal: ponto de situação
Regulamentos da UE sobre Comércio Madeira Implementação em Portugal: ponto de situação Lisboa, 20 Setembro 2012 Regulamentos UE sobre Comércio Madeira 1. Introdução e Enquadramento 2. Ponto de situação
Ações de capacitação empresarial
AÇÕES COLETIVAS - ATIVIDADES DE APOIO À EXPORTAÇÃO Acores Export -2016 Introdução Este documento é desenvolvido com base na informação recolhida junto das principais empresas exportadoras que contribuíram
A Responsabilidade Social nas Organizações. Maria Luísa Silva
A Responsabilidade Social nas Organizações Maria Luísa Silva Objectivos Identificar a relação entre o que é Responsabilidade Social e Sustentabilidade Reconhecer as motivações e vantagens da adopção de
Normas Internacionais de Contabilidade Para PME
C I L E A XXIII Seminário Internacional do CILEA Normas Internacionais de Contabilidade Para PME Ezequiel Fernandes / 2011 Enquadramento Sabendo que: a informação é elemento chave para o sucesso a competitividade
A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO
A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO Em 1977 foi criada no Ministério da Indústria e Energia, a Direcção Geral da Qualidade, actualmente denominada por IPQ, cujo objectivo era o desenvolvimento e divulgação dos
3 de Julho 2007 Centro Cultural de Belém, Lisboa
Intervenção do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago na abertura da Sessão pública de apresentação das actividades do Conselho Europeu de Investigação (ERC) 3 de Julho 2007
