PROJETO DE RELATÓRIO
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- Marisa Benevides Melgaço
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1 PARLAMENTO EUROPEU Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários /2174(INI) PROJETO DE RELATÓRIO sobre os seguros contra catástrofes naturais ou de origem humana (2013/2174(INI)) Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários Relator: Sampo Terho PR\ doc PE v01-00 Unida na diversidade
2 PR_INI Í N D I C E Página PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU...3 PE v /6 PR\ doc
3 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU sobre os seguros contra catástrofes naturais ou de origem humana (2013/2174(INI)) O Parlamento Europeu, Tendo em conta o Livro Verde da Comissão, de 16 de abril de 2013, sobre os seguros contra catástrofes naturais ou de origem humana (COM(2013)0213), Tendo em conta a Comunicação da Comissão, de 16 de abril de 2013, intitulada «Estratégia da UE para a adaptação às alterações climáticas» (COM(2013)0216), Tendo em conta a consulta pública organizada pela Comissão sobre o Livro Verde, que decorreu de 16 de abril de 2013 a 15 de julho de 2013, Tendo em conta o Relatório n.º 12/2012 da Agência Europeia do Ambiente intitulado «Alterações climáticas, impactos e vulnerabilidade na Europa em 2012, relatório baseado em indicadores», Tendo em conta o relatório do CCI da Comissão Europeia, de setembro de 2012, intitulado «Catástrofes naturais: relevância dos riscos e seguros de cobertura na UE», Tendo em conta o artigo 5.º do Tratado da União Europeia, Tendo em conta o artigo 48.º do seu Regimento, Tendo em conta o relatório da Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários (A7-0000/2013), A. Considerando que a taxa de penetração, que mede a percentagem dos prémios de seguro globais em relação ao PIB de um país, é variável entre os Estados-Membros, e que os prejuízos económicos relacionados com fenómenos meteorológicos não se caracterizam por taxas constantes entre os Estados-Membros; B. Considerando que a situação no mercado segurador da UE é heterogénea, porque os Estados-Membros estão expostos a diferentes riscos e catástrofes naturais e a previsibilidade de uma catástrofe natural depende de vários fatores (meteorológicos, geográficos, etc.); C. Considerando que, entre 1980 e 2011, um reduzido número de grandes sinistros causou cerca de metade dos prejuízos relacionados com fenómenos meteorológicos; considerando que as catástrofes naturais constituem um risco financeiro onde quer que ocorram; D. Considerando que as tempestades, cheias e enxurradas estão entre os principais riscos de catástrofes naturais com que a Europa se depara e que, não obstante um rápido aumento da sua incidência, ainda é impossível estimar os seus crescentes efeitos em termos de danos e prejuízos; E. Considerando que, frequentemente, os cidadãos não estão conscientes dos vários riscos PR\ doc 3/6 PE v01-00
4 potenciais decorrentes de fenómenos meteorológicos, ou tendem a subestimar os riscos de catástrofes naturais, assim como as consequências da falta de preparação; F. Considerando que as catástrofes naturais dependem de fatores meteorológicos e geográficos, ao passo que as catástrofes de origem humana se devem a comportamentos incorretos ou a uma má gestão dos riscos; G. Considerando que o mercado dos seguros contra catástrofes naturais é afetado pela importância das medidas de prevenção adotadas, sob a forma de adaptação às alterações climáticas (por exemplo, criação de defesas contra as inundações), enquanto o mercado dos seguros contra catástrofes de origem humana visa cobrir as responsabilidades impostas pelas normas de segurança; 1. Considera que a prevenção é o fator mais importante em termos de proteção das pessoas e para evitar os prejuízos causados por fenómenos imprevistos; chama a atenção para o papel da UE para o desenvolvimento de uma sociedade mais responsável e a criação de uma cultura de prevenção, reforçando a sensibilização dos cidadãos quer para os riscos naturais quer para os riscos provocados pelo homem; 2. Considera que, através de mais investigação, será possível traçar um quadro pormenorizado das diferentes situações relativamente à compreensão e prevenção dos riscos ambientais, bem como à redução da incerteza neste domínio; congratula-se com as parcerias entre seguradoras e institutos de investigação que visam congregar recursos, competências e técnicos em matéria de riscos, a fim de preparar melhor os cidadãos para enfrentar os riscos relacionados com as catástrofes naturais; 3. Considera que a UE pode criar um visível acrescentado favorecendo um comportamento individual responsável, e vê com bons olhos o apoio de campanhas destinadas a melhorar a sensibilização dos cidadãos para os riscos de catástrofes naturais e os conhecimentos em matéria de geografia e clima; 4. Chama a atenção para o facto de que o envolvimento das autoridades locais e das partes interessadas nas decisões em matéria de ordenamento urbano e urbanismo poderá melhorar a gestão de catástrofes naturais; considera que uma cooperação mais estreita entre os setores público e privado poderá ajudar os Estados-Membros e as autoridades locais a identificar as áreas de alto risco e a adotar medidas de adaptação à mudança; 5. Convida os Estados-Membros a partilharem as boas práticas e experiências tendo em vista proteger os cidadãos de acontecimentos imprevistos e desenvolver uma rede de intercâmbio de informações, para incluir a gestão a nível transfronteiriço; Mercado segurador 6. Congratula-se com os esforços da Comissão no sentido de aumentar a sensibilização em matéria de catástrofes, mas lembra que as catástrofes naturais e as catástrofes de origem humana requerem tipos distintos de seguros e são cobertas por dois mercados seguradores diferentes, não podendo, por conseguinte, ser tratadas em conjunto, mesmo sabendo-se que as decisões humanas podem afetar um risco de catástrofe natural; PE v /6 PR\ doc
5 7. Incentiva a Comissão a garantir um acesso fácil à informação científica, nomeadamente através de estatísticas comparativas, e a publicar dados claros e precisos, para apoiar as decisões dos consumidores, quando adquirem seguros contra catástrofes naturais; considera que a introdução de formatos normalizados com base em diferentes classificações dos fenómenos pode ser útil; 8. Recorda que as catástrofes naturais afetam tanto as famílias como as atividades das empresas, e incentiva as seguradoras a oferecerem coberturas acessíveis e a proporem incentivos económicos para encorajar os cidadãos a adquirir seguros para proteger os seus haveres em caso de estragos; convida as empresas a desenharem incentivos que respondam às necessidades em termos de seguros de responsabilidade ambiental, por exemplo, para as empresas do setor do gás ou da energia nuclear; 9. Encoraja as seguradoras a simplificarem os contratos celebrados com os consumidores e a fornecerem informações sobre medidas preventivas para facilitar as escolhas dos consumidores; 10. Reconhece a necessidade de os consumidores compreenderem o seu tipo de cobertura e o respetivo modo de funcionamento; chama a atenção para o facto de que é necessário que os consumidores sejam plenamente informados de todos os termos e condições, quando adquirem produtos seguradores e antes da assinatura de um contrato; Seguro não-obrigatório 11. Recorda que, no fim de contas, é o Estado quem paga os estragos, e recomenda que os Estados-Membros reconheçam a importância da prevenção e façam dela um pilar da estratégia de investimento, na medida em que é mais eficiente minimizar as consequências de catástrofes do que prever uma cobertura e depois reparar; 12. Salienta o risco de responsabilidade moral que ocorre quando os cidadãos pressupõem que o Estado utilizará os recursos públicos provenientes do orçamento nacional para cobrir os prejuízos; discorda, pois, das ações e medidas que desencorajam os cidadãos de tomar medidas de proteção; 13. Recorda que é necessário manter a responsabilidade individual nesta matéria, e está consciente dos esforços desenvolvidos pelos Estados-Membros para combinar a promoção da responsabilidade individual com a intervenção do Estado, pagando este a totalidade em caso de ausência da iniciativa privada; 14. Conclui que não existe neste domínio qualquer distorção do mercado que justifique uma intervenção a nível europeu, e não considera exequível uma solução única para esta questão; recorda que os produtos seguradores «personalizados» dependem de múltiplos fatores, tais como o tipo de riscos, a cultura e a abordagem adotada pelos Estados-Membros; 15. Considera que um mercado flexível de seguros contra catástrofes naturais permite às seguradoras adaptar os produtos às diferentes condições, e julga que um quadro não-obrigatório constitui a melhor forma de desenvolver produtos adequados aos riscos naturais numa determinada área geográfica; PR\ doc 5/6 PE v01-00
6 16. Encarrega o seu Presidente de transmitir a presente resolução ao Conselho e à Comissão, bem como aos parlamentos dos Estados-Membros. PE v /6 PR\ doc
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